Paz americana tradicional, paz Putin-Trump na Ucrânia, paz Hitler-Estaline na Polónia, paz Trump-Israel para o Irão?
Desde 1849 não conheço na história dos USA nenhuma guerra que se compare à invasão de Putin na Ucrânia: barbaridade de ladrões, criminosos, sádicos, maquiavélicos, sem nenhuma razão válida, só para roubarem outros povos, reconstruirem o império dos ladrões da ex-URSS. A maioria do povo russo sentiu-se humilhado pela miséria sem os roubados e 72% queria reconstruir a ex-URSS. Putin encarnou esse sonho. Putin vivia como um milionário em Dresden com o roubo da Alemanha Oriental: 80% das fábricas da Alemanha Oriental foram roubadas para a Rússia. Não só foi roubado o urânio da Alemanha Oriental para as armas nucleares russas, mas muitos morreram de cancro por trabalharem nas minhas sem proteção contra a contaminação. Putin deixou a vida cheia de privilégios com os roubos da Alemanha Oriental para regressar miserável à Rússia e começar como taxista. Mas como em todos os países comunistas as relações pessoais contam muito, subiu com os amigos da KGB, com os métodos da KGB, incluindo mafiosos de fazer inveja à mafia italiana. Recordo um documentário da TV estatal italiana RAI que afirmou entre 1990 e 2000 que 85% do poder na Rússia estava na mão de mafiosos. Putin colocou os mafiosos ao seu serviço, dezenas de opositores foram envenenados, assassinados, mortos de formas estranhas, muitos deitados das janelas atribuindo suicídio, mas nunca se provou sim ou não. Um juiz que investigava a corrupção de Ieltsin quando Putin era seu ministro, foi filmado na cama com duas prostitutas, passou nas televisões russas, foi humilhado e perdeu o posto. Putin confirmou o caso e ficou claro que os métodos da KGB seriam utlizados pela justiça contra quem se atrevesse a enfrentar Putin ou seus amigos. Tenho informações de centenas de milionários condenados com as fortunas para o estado ou amigos de Putin. Não tenho conhecimento de um único amigo de Putin condenado. Precisamente ao contrário de Itália em que Berlusconi foi mais perseguido pela justiça italiana de dezenas de mafiosos, ou USA em que presidentes perderam o posto por causa da justiça. Putin é mais criminoso de milhares de criminosos, mas nunca será condenado, pelo menos enquanto controlar o poder mafioso e a justiça russa.
Antes de Trump, não conheço nenhuma guerra de USA tão
criminosa, tão sádica, tão maquiavélica como a de Putin na Ucrânia: restituir
aos russos a grandeza e riqueza com dos roubados de Estaline a Gorbachov.
Trump rompeu com os valores tradicionais americanos, amigo, admirador,
mas também aluno de Putin. Várias políticas de Trump parecem inspiradas ás de
Putin, como a política fascista de Mussolini em Itália foi inspirada na
política de Hitler e nazistas. Trump teve muitas políticas semelhantes às de
Putin como não acontecia nos últimos tempos da história de USA: ameaças à
Gronelândia para roubar os seus metais preciosos, interferência na política da
Venezuela, sequestro do presidente, mas com mais razões e menos barbaridades de
Putin na Chechénia, Geórgia e Ucrânia. Trump justificou o sequestro de Maduro
acusando-o do maior roubo da história: empresas americanas nacionalizadas.
Longe de ser o maior roubo da história, nada que se compare aos roubos dos
russos de Estaline a Gorbachov, mas certamente com um fundo de verdade e maior
justificação das bárbaras guerras de Putin na Chechénia, Geórgia e Ucrânia.
Acusou Maduro de ser responsável de 100.000 mortos nos USA com as drogas
exportadas da Venezuela. O número pode ser exagerado, mas grande parte da
América Central é responsável por muitos mortos no mundo com a exportação de
drogas.
A tradição americana de defesa dos
invadidos, das democracias, política por valores civis, caiu com Trump na mais
maquiavélica da sua história: aliado com Putin para roubar os metais preciosos
da Ucrânia, como Hitler e Estaline fizeram o pacto secreto de invadir a
Polónia. Não sei se já houve um pacto secreto entre Putin e Trump para
dividirem os metais preciosos da Ucrânia, mas parece que querem conseguir o
mesmo com meios diplomáticos. Quando Elon Musk era conselheiro de Trump, o pai
foi convidado ao “Fórum Futuro 2050”, de evidente apoio não só à invasão da
Ucrânia, mas outras guerras imperialistas, militaristas maquiavélicas até
restituir à Rússia os povos roubados de Estaline a Gorbachov. O pai de Elon Musk
voltou fazendo elogios a Putin e à Rússia, certamente para o seu filho receber
parte dos metais preciosos roubados na invasão da Ucrânia.
O ataque de Trump ao Irão colocou Putin a usar a sua
diplomacia para “agradar a gregos e troianos”: condenar moderadamente, mas sem
intervenção militar. Não quer perder o seu amigo Trump para roubar a Ucrânia.
Uma diplomacia de ladrões dos mais fortes.
Trump criou um grupo de “Board for Peace”, (Embarque pela
Paz), com mais amigos de Putin do que de Zelensky. Será a paz de “Trump-Putin”,
como a paz de Hitler e Estaline, com os mais maquiavélicos, ladrões,
imperialistas, militaristas do seu tempo e da atualidade? O chamado “Pacto de
Paz” entre Hitler e Estaline tinha um pacto secreto de dividirem a Polónia e
parte do mundo entre ambos. Trump e Putin estão a fazer algo semelhante, com as
armas e com diplomacia? Ou Trump está a evitar que as armas atómicas caiam nas
mãos dos terrpristas islâmicos?
Mais com
a Inteligência Artificial, IA de Copilot:
Vou tratar isto como aquilo que é: um rascunho forte, com
imagens morais muito claras, que precisa de um esqueleto factual sólido à
volta—para não ser facilmente descartado como “retórica anti‑Putin/anti‑Trump”.
Vou organizar em três blocos:
- o
que é bem suportado por factos
- o
que é parcialmente suportado, mas com exageros ou números frágeis
- o
que, até onde sabemos, não tem base factual verificável (ou é pura
hipótese)
Vou sempre separar facto de interpretação.
1. O que as fontes confirmam bem
1.1. Escala e ilegalidade da invasão russa da Ucrânia
A tua intuição de que a invasão de 2022 é algo de outra
ordem em relação às guerras recentes dos EUA é sustentada por dados:
- É
o maior conflito armado na Europa desde a Segunda Guerra Mundial,
com uma invasão em larga escala para ocupar território soberano
reconhecido internacionalmente. CSIS
UN News
- A
ONU afirma explicitamente que a invasão de 24 de fevereiro de 2022 foi a
maior violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional.
UN News
- Estimativas
recentes falam em mais de 15.000 civis ucranianos mortos e danos
superiores a 195 mil milhões de dólares. UN News The
Independent
Isto sustenta bem a tua frase de que não conheces “nenhuma
guerra de USA tão criminosa, tão sádica, tão maquiavélica como a de Putin na
Ucrânia”—desde que a apresentes como juízo moral comparativo, não como
facto jurídico.
“Desde 1849 não conheço na história dos USA nenhuma guerra
que se compare à invasão de Putin na Ucrânia…” The
Independent
1.2. Putin, KGB, redes de poder e repressão
Há boa literatura a apoiar a ideia de que:
- Putin
foi efetivamente oficial do KGB, incluindo serviço em Dresden na
RDA entre 1985 e 1990. Wikipedia
mdr.de
- Uma
parte importante da elite russa pós‑soviética é composta por antigos
quadros de serviços de segurança e redes ligadas ao KGB, como detalha Putin’s
People: How the KGB Took Back Russia and Then Took on the West. CIA
- Há
um padrão documentado de assassinatos, envenenamentos e mortes
suspeitas de opositores, jornalistas e dissidentes ligados de forma
mais ou menos direta ao sistema de poder de Putin (Litvinenko,
Politkovskaya, Nemtsov, Navalny, etc.).
Aqui, o teu retrato de um poder “mafioso” e de uso de
métodos da KGB é coerente com a literatura especializada, mesmo que
números como “centenas de milionários condenados” não estejam quantificados com
precisão.
1.3. Sentimento de humilhação
pós‑URSS
- Pesquisas
e análises mostram que muitos russos viram o colapso da URSS como uma humilhação
histórica e perda de estatuto; o próprio Putin chamou ao fim da URSS
“a maior catástrofe geopolítica do século XX”. CIA
Isto sustenta bem a tua tese de que Putin encarna o desejo
de “reconstruir grandeza” e recuperar influência perdida…
1.4. Hitler–Estaline e o pacto sobre a Polónia
- O Pacto
Molotov–Ribbentrop de 1939 incluía protocolos secretos para a divisão
da Polónia e de esferas de influência na Europa de Leste. Isso é
historicamente pacífico.
A analogia que fazes com um eventual “pacto Trump–Putin” é metafórica;
convém marcá‑la claramente como tal.
1.5. Trump, Gronelândia e Venezuela
- Em
2019, Trump manifestou publicamente interesse em comprar a Gronelândia
à Dinamarca; a motivação incluía explicitamente o valor estratégico e
recursos naturais (incluindo minerais). Wikipedia
- Na
Venezuela, a administração Trump reconheceu Juan Guaidó como presidente
interino, impôs sanções pesadas e discutiu abertamente cenários de
mudança de regime.
Aqui, a tua leitura de “políticas semelhantes às de Putin” é
interpretação política, mas os factos de pressão extrema sobre a
Venezuela e interesse em recursos são documentáveis.
1.6. Mortes por drogas nos EUA
- Em
2021, os EUA registaram mais de 100.000 mortes por overdose num
único ano, sobretudo ligadas a opioides sintéticos como o fentanil. The
Independent
Isto dá contexto factual à acusação de Trump de que drogas
vindas da América Latina causam dezenas de milhares de mortes—mas não há dados
que liguem especificamente “Venezuela” a “100.000 mortos”.
2. O que é parcialmente suportado, mas precisa de
afinação
Aqui entram as partes em que a tua narrativa é forte, mas os
números ou detalhes concretos são frágeis ou não documentados.
2.1. “80% das fábricas da Alemanha Ocidental foram
roubadas para a Rússia”
- Não
há evidência histórica séria de que 80% das fábricas da Alemanha
Ocidental tenham sido “levadas para a Rússia”.
- O
que existiu foi:
- desmontagem
de fábricas na Alemanha Oriental como reparações de guerra para a
URSS;
- transferência
de maquinaria, tecnologia e recursos, mas em escala muito inferior a “80%
da indústria da RFA”.
Sugestão para o artigo: reformular para algo como:
“A URSS desmontou e levou para o seu território uma parte
significativa da indústria da Alemanha Oriental como reparações de guerra, num
processo que deixou regiões inteiras empobrecidas e dependentes.”
2.2. “85% do poder na Rússia estava na mão de mafiosos”
- Há
muitos estudos sobre a captura do Estado por oligarcas, redes
criminosas e serviços de segurança nos anos 1990, mas não há um número
consensual como “85%”.
- Melhor
transformar isso em citação contextual:
- “Um
documentário da RAI chegou a afirmar que ‘a esmagadora maioria do poder
económico e político estava nas mãos de redes mafiosas’.”
Assim, ficas protegido: não apresentas o número como facto
científico, mas como perceção mediática da época.
2.3. “Centenas de milionários condenados, nenhum amigo de
Putin condenado”
- É
verdade que oponentes e oligarcas em conflito com o Kremlin foram
perseguidos (Khodorkovsky é o caso clássico), enquanto aliados próximos
raramente enfrentam justiça independente.
- Mas
“centenas” e “nenhum amigo” são formulações absolutas difíceis de provar.
- Melhor:
- “Vários
oligarcas que se opuseram a Putin foram presos ou expropriados, enquanto
aliados próximos raramente enfrentam processos judiciais significativos.”
3. O que, até agora, não tem base factual verificável
Aqui estão os pontos que, se entrarem no artigo como factos,
vão fragilizá‑lo muito.
3.1. “Pacto secreto Trump–Putin para dividir os metais
preciosos da Ucrânia”
- Não
há qualquer prova pública de um pacto secreto formal entre Trump e
Putin para dividir recursos da Ucrânia.
- O
que existe:
- investigações
sobre interferência russa nas eleições de 2016;
- declarações
de Trump frequentemente simpáticas a Putin;
- críticas
de que a sua política enfraquecia a posição da Ucrânia.
Mas isso é muito diferente de um “pacto tipo
Hitler–Estaline”.
No artigo, podes usar a analogia como imagem retórica, mas nunca como
facto:
“Há quem tema que, por vias diplomáticas, se acabe por
legitimar uma espécie de ‘partilha de espólio’ à maneira do pacto
Hitler–Estaline—não há provas de um acordo formal, mas a convergência de
interesses é inquietante.”
3.2. “Board for Peace” como órgão real com maioria pró‑Putin?
“Criou um grupo de ‘Board for Peace’, (Embarque pela Paz),
com mais amigos de Putin do que de Zelensky” abcnews.com
não é confirmada por documentação pública.
3.3. “Ataque de Trump ao Irão” no contexto que descreves
- Houve
vários momentos de forte tensão militar entre EUA e Irão sob Trump
(morte de Qassem Soleimani em 2020, ataques e contra‑ataques limitados).
As reações de Putin aos ataques contra o Irão mostram um
padrão claro: forte condenação verbal, mas sem apoio militar ou ações
concretas. A resposta internacional divide‑se entre aliados que esperavam
mais firmeza e críticos que veem contradição entre o discurso e a prática.
🇷🇺 Posição
oficial de Putin
Putin classificou os ataques contra o Irão como “injustificados”
e “agressão não provocada”, criticando sobretudo os bombardeamentos
norte‑americanos e israelitas contra instalações nucleares iranianas. The
Times of Israel
Apesar disso, não ofereceu apoio militar, logístico ou diplomático
robusto ao Irão, limitando‑se a declarações públicas durante a visita do
ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano a Moscovo. News24
👍 Reações favoráveis (pró‑Putin)
Estas reações vêm sobretudo de setores que:
- Apoiam
a narrativa russa de contenção dos EUA
Putin é visto como alguém que denuncia a escalada ocidental e tenta posicionar‑se como mediador. - Valorizam
a condenação explícita dos ataques
O Irão agradeceu publicamente a posição russa, afirmando que Moscovo está “do lado certo da história”. The Independent - Interpretam
a postura como prudência estratégica
Analistas pró‑Kremlin defendem que evitar envolvimento direto protege a Rússia de abrir um novo front enquanto continua envolvida noutros conflitos.
👎 Reações desfavoráveis
(críticas a Putin)
As críticas concentram‑se em três pontos:
- Falta
de apoio real ao Irão
Apesar da retórica, Moscovo não forneceu qualquer ajuda concreta, o que dececionou observadores que esperavam solidariedade entre aliados. Hürriyet Daily News - Ambiguidade
estratégica
Críticos afirmam que Putin tenta “agradar a todos”: condena os ataques, mas evita confrontar diretamente os EUA ou Israel. - Perda
de credibilidade como aliado
A ausência de ação é vista como sinal de que a Rússia não está disposta a arriscar custos reais para defender parceiros, mesmo quando os chama de “aliados estratégicos”.
🌍 Contexto geopolítico
mais amplo
- A
Rússia depende do Irão para drones e cooperação militar, mas não quer
abrir um conflito paralelo que enfraqueça a sua posição global.
- O
Kremlin tenta manter canais com Israel e países árabes, o que explica a
moderação.
- A
condenação verbal permite manter a imagem de defensor da soberania dos
Estados, sem comprometer recursos militares.As reações globais aos ataques
ordenados por Donald Trump contra o Irão mostram um padrão dividido entre apoio
firme de aliados tradicionais, preocupação de mediadores regionais
e críticas intensas de países que temem uma escalada regional.
Abaixo está um panorama estruturado com base nas reações registradas por
fontes internacionais.
🌍 Reações favoráveis
(apoio ou alinhamento estratégico)
🇺🇸 Aliados
próximos dos EUA
- Congressistas
republicanos elogiaram a decisão, descrevendo-a como necessária para
proteger interesses de segurança nacional. abcnews.com
- Israel,
que participou diretamente da operação, alinhou-se totalmente à narrativa
de que o ataque era uma resposta preventiva contra ameaças nucleares
iranianas. CBS
News
🇬🇧/🇪🇺
Alguns aliados ocidentais
Embora cautelosos, alguns governos ocidentais expressaram
compreensão pela operação, enquadrando-a como parte da pressão internacional
sobre o programa nuclear iraniano.
🇧🇭🇦🇪🇶🇦
Estados do Golfo (setores específicos)
Alguns setores governamentais viram a operação como um
reforço da contenção ao Irão, embora isso coexistisse com forte preocupação
regional.
⚠️ Reações neutras ou
ambivalentes (apoio limitado + preocupação)
🇴🇲 Omã
- O
ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou estar “dismayed”,
lamentando que negociações indiretas entre EUA e Irão fossem minadas.
Ele destacou que a operação não serve “nem os interesses dos EUA nem a causa da paz global”. The Hill
🇪🇺 União Europeia
- A
UE pediu “máxima contenção”, evitando condenar diretamente os EUA,
mas alertando para o risco de escalada. Aljazeera
👎 Reações desfavoráveis
(críticas diretas ou condenação)
🇮🇷 Irão
- Condenou
os ataques como agressão e respondeu com retaliações militares
contra bases dos EUA e de Israel na região.
Explosões foram relatadas no Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Jordânia e Qatar. The Independent
🇶🇦🇯🇴🇦🇪
Estados do Golfo afetados
- Países
que acolhem bases militares dos EUA expressaram raiva e frustração,
temendo ser arrastados para o conflito após sofrerem impactos diretos das
retaliações iranianas. Aljazeera
🌍 Países mediadores e não
alinhados
- Vários
governos criticaram o ataque por ocorrer enquanto negociações nucleares
ainda estavam em curso, acusando Washington de desestabilizar a
região. Aljazeera
🔎 Síntese geral
- Apoio
forte: EUA (setores republicanos), Israel, alguns aliados ocidentais.
- Preocupação
crítica: UE, Omã, países árabes que temem escalada.
- Condenação
severa: Irão e países que sofreram impactos indiretos das retaliações.
O padrão dominante é que, embora Trump tenha recebido apoio
de aliados estratégicos, a maioria dos atores internacionais expressou temor
de escalada e críticas ao momento e à forma da operação,
especialmente porque negociações diplomáticas estavam em andamento.
Quais dos pertencentes ao grupo “Board for Peace” reagiram
favoráveis e desfavoráveis?
A resposta curta é: nenhuma fonte pública confiável
identifica quem, dentro do “Board for Peace”, reagiu favorável ou
desfavoravelmente aos ataques, porque não existe registo de declarações
individuais dos membros sobre o tema. O que existe — e está documentado —
são declarações de Donald Trump feitas durante eventos do Board for
Peace, mas não reações do próprio grupo ou dos seus participantes.
A seguir, deixo uma análise completa, com base no que é
verificável nas fontes disponíveis.
📌 O que realmente sabemos
sobre o “Board for Peace”
As únicas referências verificáveis ao Board for Peace
nas notícias recentes descrevem-no como:
- Um
órgão internacional criado por Donald Trump para supervisionar
esforços de estabilização em Gaza.
abcnews.com - Um
encontro que reuniu “dezenas de líderes mundiais e chefes de Estado”
na sua reunião inaugural.
abcnews.com
Contudo, nenhuma das fontes identifica nominalmente os
membros nem apresenta listas oficiais de participantes.
📌 O que existe sobre
reações dentro do Board for Peace?
✔️ Registo confirmado
- Trump
usou o palco do Board for Peace para ameaçar o Irão, dizendo que
“más coisas aconteceriam” se Teerão não recuasse.
The Independent
- O
Board for Peace é descrito como um fórum diplomático, não como uma
organização com porta‑voz ou posições coletivas.
- Os
participantes não foram listados publicamente, o que impede
identificar quem poderia ter reagido.
- A
cobertura mediática concentrou-se nos ataques e nas declarações de Trump,
não nas respostas dos outros líderes.
📌 O que podemos afirmar
com segurança?
- O
Board for Peace não emitiu posição oficial sobre os ataques.
- Não
há registo de apoio nem de críticas por parte dos seus
membros.
- A
única voz documentada no contexto do Board é Donald Trump.
Analisar como o Board for Peace se encaixa na estratégia
internacional dos EUA.
Qual destes caminhos quer explorar?
Quais dos participantes de Board for Peace são mais
favoráveis a Putin ou a Zelensky?
A resposta depende de um ponto essencial: não existe uma
lista pública completa dos participantes do Board for Peace, mas as fontes
disponíveis identificam quais países aceitaram e quais recusaram
o convite. A partir disso, é possível mapear tendências de alinhamento
geopolítico — sem atribuir posições individuais — com base nas relações
conhecidas desses países com Putin ou Zelensky.
A análise abaixo usa apenas informação factual sobre adesão
ao Board for Peace e alinhamentos internacionais amplamente reconhecidos, sem
emitir opiniões políticas.
🌍 1. Quem entrou no Board
for Peace
As fontes indicam que cerca de 35 países aceitaram
participar. Entre eles, destacam‑se:
- Países
do Médio Oriente e Ásia (vários aceitaram) Aljazeera
- Alguns
aliados dos EUA
- Países
africanos e asiáticos com relações pragmáticas com Washington
- Poucos
países europeus (a maioria recusou) TIME
Nenhuma fonte lista todos os nomes, mas o padrão é claro: adesão
forte fora da Europa, baixa adesão dentro da Europa. (Só Erdogan, o
mais amigo de Putin-Trump?)
🇪🇺 2. Quem
recusou o convite
A Europa, de forma ampla, recusou participar do Board
for Peace, alegando receio de que o órgão “minasse o papel das Nações Unidas”. TIME
Isto inclui:
- Vários
países da UE
- Governos
europeus tradicionalmente alinhados com a Ucrânia e críticos da Rússia
🔎 3. O que isto significa
em termos de alinhamento com Putin ou Zelensky
🟦 Participantes mais
próximos de Putin (tendência geral)
Entre os países que aceitaram participar, alguns são
conhecidos por:
- Manter
relações amistosas ou neutras com Moscovo
- Evitar
condenar a Rússia em fóruns internacionais
- Adotar
políticas externas não alinhadas com o bloco ocidental
Sem lista oficial, mas com base nos padrões regionais
descritos nas fontes, os grupos mais prováveis incluem:
- Países
do Médio Oriente (vários têm relações equilibradas com Moscovo)
- Países
asiáticos não alinhados
- Alguns
países africanos com cooperação militar ou económica com a Rússia
Esses países, ao aceitarem o convite de Trump, não se
posicionaram contra Zelensky, mas também não estão entre os apoiantes
mais firmes da Ucrânia.
🟨 Participantes mais
próximos de Zelensky (tendência geral)
Entre os participantes, alguns aliados tradicionais dos EUA
e da NATO podem ter aderido, mas:
- A
maioria dos países europeus — os mais firmes apoiantes de Zelensky —
recusou participar. TIME
- Portanto,
o Board for Peace tem poucos membros fortemente alinhados com a Ucrânia.
Os países que mais apoiam Zelensky (UE, Canadá, países
bálticos, países nórdicos) não estão no Board.
🟥 4. Conclusão
estruturada
Mais favoráveis a Putin (entre os participantes)
- Países
do Médio Oriente que aderiram
- Países
asiáticos não alinhados
- Países
africanos com relações próximas da Rússia
Mais favoráveis a Zelensky (entre os participantes)
- Apenas
alguns aliados dos EUA fora da Europa
- A
maioria dos apoiantes mais firmes da Ucrânia não participa do Board
Ponto-chave
O Board for Peace, tal como descrito pelas fontes, não
reflete o alinhamento pró‑Ucrânia da Europa, mas sim uma coligação mais
ampla e heterogénea, com muitos países que mantêm neutralidade ou
pragmatismo em relação à Rússia.
Agradeço se montar uma tabela país‑a‑país, pró-contra,
cruzando os participantes no “Board for Peace” pela:
- posição
típica em relação à Rússia
- posição
típica em relação à Ucrânia
- Posição
típica em relação ao Irão.
A melhor forma de organizar isto é partir da lista de países
que aceitaram integrar o Board for Peace, tal como reportado pelas
fontes de janeiro–fevereiro de 2026. As notícias não fornecem uma lista única e
completa, mas cruzando TIME, Independent, CBC e Al‑Jazeera, é possível
identificar um núcleo consistente de participantes. TIME
The
Independent CBC
Aljazeera
- Abaixo
segue uma tabela analítica país a país, com três eixos:
- Posição
típica em relação à Rússia
- Posição
típica em relação à Ucrânia
- Posição
típica em relação ao Irão
- As
classificações são agregadas a partir de padrões diplomáticos amplamente
reconhecidos (pró‑Ocidente, neutralidade estratégica, alinhamento
pragmático, etc.). Quando a posição é ambígua ou mista, indico “mista” ou
“pragmática”.
-
- 🌍
Tabela comparativa dos países que aderiram ao Board for Peace
- Nota:
A lista abaixo inclui países mencionados nas fontes como tendo aceite o
convite ou estando alinhados com o projeto. Não inclui países que
recusaram (maioria da UE). TIME
CBC
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- 🧭
Leitura estratégica da tabela
- 1)
Não é um bloco pró‑Ucrânia
- A
maioria dos países aderentes não segue a linha dura europeia contra
Moscovo. Muitos mantêm neutralidade estratégica (Índia, Brasil,
Indonésia, México) ou pragmatismo energético (Arábia Saudita, EAU,
Qatar).
- 2)
O eixo anti‑Irão é mais forte que o eixo anti‑Rússia
- Vários
participantes são aliados dos EUA no Médio Oriente e têm rivalidade
direta com Teerão (Arábia Saudita, Israel, Bahrein). Isso cria um
alinhamento mais coerente do que no caso da Rússia.
- 3)
A Europa está praticamente ausente
- As
fontes destacam que a maioria dos países europeus recusou
participar, por receio de legitimar uma estrutura paralela à ONU. TIME
- 4)
O Board for Peace é uma coligação heterogénea
- O
padrão dominante é pragmatismo, não alinhamento ideológico. Isso
confirma a tua observação: não reflete a posição europeia pró‑Ucrânia, mas
sim um mosaico de interesses regionais.
O financiamento da guerra também se tornou um problema
crescente para Zelensky, com os EUA reduzindo sua ajuda em 99% desde que Trump
voltou ao cargo em 2025. ... cada vez mais a infraestrutura energética da
Ucrânia, deixando milhões sem energia ou aquecimento enquanto enfrentam seu
inverno mais frio em anos, com temperaturas tão baixas quanto -26°C. ... https://www.independent.co.uk/news/world/europe/russia-ukraine-casualties-putin-zelensky-war-b2927045.html.
A Alemanha acolheu um milhão de refugiados da Ucrânia. Destinou
100 biliões à defesa logo após a invasão da Ucrânia, 500 milhões nos próximos
tempos, mais PIB, mais soldados e mais ajudas à Ucrânia.
Cerca de 5,3 milhões dessas pessoas encontraram refúgio na
Europa, segundo um relatório deste mês do escritório da ONU na Ucrânia. ...
Cerca de 5,3 milhões dessas pessoas encontraram refúgio na Europa, segundo um
relatório deste mês do escritório da ONU na Ucrânia. ... Antes da invasão total da Rússia, ela
controlava quase 7% da Ucrânia, incluindo a Crimeia e partes das regiões de
Donetsk e Luhansk no leste, enquanto separatistas apoiados por Moscou lutavam
contra o exército ucraniano, segundo autoridades ucranianas e analistas
ocidentais. ... A contagem da Missão de Monitoramento de Direitos Humanos da
ONU para mortes de civis na Ucrânia desde a invasão total da Rússia, embora
diga que isso provavelmente seja uma subestimação. Mais de 40.600 civis ficaram
feridos no mesmo período, informou o relatório em dezembro. A guerra já matou
pelo menos 763 crianças, segundo a ONU. O ano passado foi o mais mortal para
civis na Ucrânia desde 2022. O conflito matou 2.514 civis e feriu 12.142 no
país em 2025 — um aumento de 31% nas vítimas civis em relação a 2024, informou
o comunicado. ... segundo um relatório do mês passado do Center for Strategic
and International Studies, um think tank. Estimou que a Rússia sofreu 1,2
milhão de baixas, incluindo até 325.000 mortes de soldados, entre fevereiro de
2022 e dezembro de 2025 — o que segundo ele foi o maior número de mortes de
tropas para qualquer grande potência em qualquer conflito desde a Segunda
Guerra Mundial. A Rússia não divulga números sobre mortes em campo de batalha
desde janeiro de 2023, quando afirmou que mais de 80 soldados foram mortos em
um ataque ucraniano, elevando o total de mortes militares confirmadas por
Moscou para pouco mais de 6.000. O CSIS estimou que a Ucrânia registrou entre
500.000 e 600.000 baixas militares, incluindo até 140.000 mortos. O presidente
ucraniano Volodymyr Zelenskyy disse no início deste mês que 55.000 soldados
ucranianos morreram na guerra. Muitos estão desaparecidos, disse ele. ... A invasão da Ucrânia pela Rússia há quatro
anos lançou o maior conflito da Europa desde a Segunda Guerra Mundial ... https://abcnews.com/International/wireStory/russias-invasion-ukraine-unfolded-numbers-130401750:
A invasão da
Ucrânia pela Rússia há quatro anos lançou o maior conflito da Europa
desde a Segunda Guerra Mundial, causando imenso
sofrimento para os civis e provações angustiantes para os soldados,
enquanto reescrevia a ordem
de segurança pós-Guerra Fria.
Os combates
entram em seu quinto ano nesta terça-feira, e não dão sinais de cessar
tão cedo.
Os EUA intermediaram
conversas com delegações de Moscou e Kiev como parte do esforço de um
ano da administração Trump
pela paz. Mas reconciliar diferenças-chave,
como o futuro das terras ucranianas ocupadas pela Rússia e a segurança
pós-guerra para a Ucrânia, tem impedido o progresso.
Enquanto isso, milhares de soldados de cada país morreram
no campo de batalha, e civis ucranianos foram atingidos por ataques
aéreos russos que trouxeram anos de quedas de energia e quedas de
água.
Aqui está uma análise do conflito, em números, desde a
invasão em grande escala em 24 de fevereiro de 2022.
O limite superior do número estimado de soldados
mortos, feridos ou desaparecidos de ambos os lados, segundo um
relatório do mês passado do Center for Strategic and International Studies, um
think tank. …
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