António Guterres e néo-ONU para a paz global

Ninguém pode fazer melhor pela paz global do que António Guterres e ONU. Mas podiam fazer 10, 100 ou 1.000 vezes mais se tivessem mais poder, houvesse maior colaboração global com a ONU dos mais pacíficos, mais civis, mais humanos, mais colaboradores para um mundo melhor contra guerreiros invasores, imperialistas, neonazistas, terroristas como Putin e seus cúmplices. Todos podemos dar um contributo com traduções em vários idiomas das melhores mensagens de António Guterres e elites da ONU.

António Guterres reagiu muito bem contra a invasão da Ucrânia. Mas 4 “putinistas” apoiaram Putin na invasão da Ucrânia, apoiaram o invasor imperialista neonazista Putin, sem sentirem vergonha de tornar-se cúmplices do criminoso do século. Outros abstiveram-se da votação. Os mais pacíficos, mais civis, mais humanos, mais éticos, honestos e inteligentes na colaboração para um mundo melhor apoiaram a proposta da ONU para a condenação da invasão. Mas essa colaboração podia ser 10, 100, 1.000 vezes maior. 

Penso que António Guterres e elites da ONU devem criar comissões e tribunais “ad hoc”, específicos para cada conflito internacional. Imagino um tribunal que cada dia condenava Putin e “putinistas” a pagarem economicamente as consequências da sua invasão. Imagino as somas astronómicas que Putin e “putinistas” seriam condenados a pagar pela invasão e contínua guerra. Essas somas tenderiam a ser pagas pelo sequestro dos bens dos “putinistas” que apoiaram Putin na invasão da Ucrânia e benefícios, mesmo económicos com “prémios pela paz”, mesmo aos russos empenhados na paz e críticos de Putin e “putinistas”. A ONU podia pedir a colaboração dos tribunais nacionais para sequestrarem os bens dos “putinistas” que apoiassem Putin na invasão da Ucrânia. 

Se Putin e “putinistas” continuassem com os seus crimes e não houvesse outro meio de fazer verdadeira justiça, condenar os criminosos a pagar para indemnizar as vítimas, um tribunal internacional poderia ter iniciativas de pedir a colaboração da NATO, EU, povos mais justos, pacíficos, honestos e com a melhor ética global, contra invasores, imperialistas neonazistas com a pior ética maquiavélica: tudo é permitido para a grandeza da Rússia com o que roubam aos povos dominados pela força, roubados e explorados como na URSS de Estaline a Gorbachov. 

Com a política liberal pacifista de Gorbachov e colaboração com o Presidente americano Ronald Reagan originou um período de paz e redução de armamentos até Putin. Os povos que aproveitaram as liberdades para se unirem à NATO foi para o imperialista Putin a pior catástrofe dos últimos tempos. Com as suas guerras tenta agora recuperar pela força a Ucrânia antes que entre para a NATO com a finalidade de se defender do imperialismo de Putin.   

Putin foi condenado como criminoso pelo TPI, Tribunal Penal Internacional. O ex-Presidente da Rússia disse que podiam atingir o tribunal de Haia com um míssil. Imagino uma “néo-ONU” futura em que néo significa nova, ética, online. Com Internet e novas tecnologias podem criar-se tribunais internacionais com juízes anónimos que podem fazer justiça da própria casa sem medo dos mísseis de presidentes russos ou de “putinistas” com a pior ética maquiavélica.

Imagino a criação de tribunais internacionais com a colaboração da inteligência artificial e juízes anónimos representantes dos melhores países, com a melhor moral e ética de bom senso de justiça, contra evidentes criminosos invasores imperialistas neonazistas.

A paz global futura depende da união dos povos e dos países pacíficos com mais bom senso de justiça contra guerreiros invasores e criminosos terroristas. Todos podemos dar o nosso contributo divulgando as melhores mensagens online, traduzindo para diversas línguas o melhor dos melhores, criticando o pior dos piores.

É evidente que a guerra na Ucrânia tem a responsabilidade de Putin e “putinistas”. É evidente ao mais elementar bom senso de justiça que deviam pagar pelas consequências.

Copilot

Qual foi a reação de António Guterres à invasão da Ucrânia?

António Guterres, Secretário-Geral das Nações Unidas, condenou fortemente a invasão da Ucrânia pela Rússia. Ele afirmou que a invasão é uma violação da Carta das Nações Unidas e do direito internacional2. Guterres tem sido vocal em suas críticas, destacando que a ação russa desafia os princípios fundamentais do sistema multilateral. Ele também enfatizou a necessidade de uma "paz justa" na Ucrânia, alinhada com a Carta da ONU e o direito internacional2.

Além disso, Guterres tem trabalhado para mitigar os impactos da guerra, incluindo esforços para garantir a segurança alimentar global através da Iniciativa de Grãos do Mar Negro, que facilitou a exportação de grãos ucranianos. Ele expressou solidariedade com as vítimas do conflito e tem buscado soluções para alcançar uma paz duradoura4.

Em quais idiomas estão traduzidos os discursos de António Guterres sobre a condenação da invasão?

Os discursos de António Guterres, Secretário-Geral da ONU, sobre a condenação da invasão da Ucrânia foram traduzidos em vários idiomas para alcançar uma audiência global. Entre os idiomas mais comuns estão:

Inglês

Francês

Espanhol

Português

Essas traduções garantem que as mensagens importantes de Guterres sejam compreendidas por um público amplo e diverso2.

Quais os países que na ONU apoiaram a invasão da Ucrânia, quais os que se abstiveram e quais apoiaram António Guterres?

Países que apoiaram a invasão da Ucrânia

Na votação da Assembleia Geral da ONU que condenou a invasão da Ucrânia pela Rússia, apenas cinco países votaram contra a resolução, apoiando assim a invasão:

Rússia

Síria

Coreia do Norte

Bielorrússia

Eritreia2

Países que se abstiveram

Trinta e cinco países se abstiveram na votação da resolução da ONU que condenou a invasão da Ucrânia. Alguns desses países incluem:

China

Índia

África do Sul

Cuba

Paquistão

Vietnã

Argélia

Bolívia

Cazaquistão

Moçambique4

Países que apoiaram António Guterres

António Guterres, como Secretário-Geral da ONU, tem recebido apoio de diversos países em suas declarações e ações contra a invasão da Ucrânia. Entre os países que reafirmaram seu apoio à Ucrânia e, por extensão, às posições de Guterres, estão:

Estados Unidos

Reino Unido

França

Alemanha

Japão

Canadá

Austrália

Portugal

União Europeia

Quais os tribunais internacionais com poderes contra guerras?

Existem vários tribunais internacionais com poderes para lidar com questões relacionadas a guerras e conflitos. Aqui estão alguns dos mais importantes:

Tribunal Internacional de Justiça (CIJ)

Localização: Haia, Países Baixos

Função: Resolve disputas entre Estados e dá pareceres consultivos sobre questões jurídicas internacionais.

Tribunal Penal Internacional (TPI)

Localização: Haia, Países Baixos

Função: Julga indivíduos acusados de genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra.

Tribunais Ad Hoc

Exemplos: Tribunal Penal Internacional para a ex-Iugoslávia (TPIJ) e Tribunal Penal Internacional para Ruanda (TPIR)

Função: Criados para julgar crimes específicos cometidos durante conflitos em regiões específicas.

Tribunais Regionais de Direitos Humanos

Corte Europeia de Direitos Humanos: Julga violações dos direitos humanos na Europa.

Corte Interamericana de Direitos Humanos: Julga violações dos direitos humanos nas Américas.

Corte Africana de Direitos Humanos e dos Povos: Julga violações dos direitos humanos na África.

Esses tribunais desempenham um papel crucial na promoção da justiça e na responsabilização por crimes graves cometidos durante conflitos. 

Quais foram os resultados do Tribunal Penal Internacional para a ex-Iugoslávia (TPIJ) e Tribunal Penal Internacional para Ruanda (TPIR)?

Tribunal Penal Internacional para a ex-Iugoslávia (TPIJ)

O TPIJ foi estabelecido em 1993 e encerrou suas atividades em 2017. Durante seu funcionamento, o tribunal indiciou 161 pessoas, das quais 90 foram condenadas, 19 foram absolvidas, 13 foram reenviadas para jurisdições nacionais e 37 morreram ou tiveram suas acusações retiradas2. O tribunal foi fundamental para julgar crimes de guerra, genocídio e crimes contra a humanidade cometidos durante os conflitos nos Balcãs nos anos 1990.

Tribunal Penal Internacional para Ruanda (TPIR)

O TPIR foi criado em 1994 para julgar os responsáveis pelo genocídio de 1994 em Ruanda. O tribunal condenou 61 pessoas, incluindo líderes militares, políticos e religiosos, por seu papel no massacre de aproximadamente 800.000 pessoas. O TPIR também deixou um legado significativo no desenvolvimento do direito internacional penal, especialmente no reconhecimento do estupro como genocídio e crime contra a humanidade4.

Como se comprende que o Tribunal Penal Internacional para Ruanda (TPIR) só condenou 61 pessoas por um massacre de aproximadamente 800.000 civis inocentes?

A discrepância entre o número de condenações e o número de vítimas no genocídio de Ruanda pode ser compreendida por vários fatores:

1. Foco nos Principais Responsáveis: O TPIR concentrou-se em julgar os principais arquitetos e executores do genocídio, incluindo líderes políticos, militares e influentes figuras da mídia. Isso significa que muitos perpetradores de nível inferior não foram julgados pelo TPIR, mas sim por tribunais locais em Ruanda.

2. Recursos Limitados: O tribunal tinha recursos limitados e não podia processar todos os envolvidos. O foco foi, portanto, nos casos mais significativos para estabelecer precedentes legais e promover a justiça internacional.

3. Colaboração Internacional: Muitos perpetradores fugiram de Ruanda e se esconderam em outros países. A captura e extradição desses indivíduos dependiam da cooperação internacional, que nem sempre foi eficaz.

4. Julgamentos Locais: Além do TPIR, Ruanda estabeleceu tribunais locais, conhecidos como Gacaca, para julgar milhares de casos de genocídio. Esses tribunais comunitários ajudaram a lidar com o grande volume de casos que o TPIR não podia processar.

Esses fatores ajudam a explicar por que o número de condenações pelo TPIR foi relativamente baixo em comparação com o número total de vítimas do genocídio de Ruanda.

: Jus.com.br : 1library.org

Porque razões a Síria, Coreia do Norte, Bielorrússia e Eritreia apoiaram na ONU a invasão da Ucrânia?

A Síria, Coreia do Norte, Bielorrússia e Eritreia apoiaram a invasão da Ucrânia por várias razões, muitas das quais estão ligadas a suas relações políticas e estratégicas com a Rússia:

1. Síria: A Síria tem uma aliança de longa data com a Rússia, que tem sido um dos principais apoiadores do governo de Bashar al-Assad durante a guerra civil síria. O apoio da Síria à Rússia na ONU é uma extensão dessa aliança estratégica e militar.

2. Coreia do Norte: A Coreia do Norte mantém uma postura anti-Ocidente e frequentemente apoia ações que desafiam os Estados Unidos e seus aliados. O apoio à Rússia pode ser visto como uma forma de fortalecer essa postura e manter boas relações com um aliado estratégico.

3. Bielorrússia: Bielorrússia é um aliado próximo da Rússia e tem uma dependência econômica e militar significativa do país. O presidente Alexander Lukashenko tem apoiado consistentemente as ações russas, incluindo a invasão da Ucrânia, como parte de sua aliança com Moscou.

4. Eritreia: Eritreia tem uma relação complicada com o Ocidente e frequentemente se alinha com países que desafiam a ordem internacional liderada pelos Estados Unidos. O apoio à Rússia pode ser uma forma de expressar essa postura e buscar apoio político e econômico de Moscou.

Esses países compartilham interesses estratégicos e políticos que os levam a apoiar a Rússia em fóruns internacionais como a ONU2.

1news.un.org2www.cnnbrasil.com.br3oglobo.globo.com


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