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Carta aberta a elites da ONU: “António Guterres Velha ONU e Néo-ONU”, (com versão diplomática da IA de Copilot)

A velha ONU premiou os piores criminosos da história da humanidade e sucessores de António Guterres estão desde já a fazerem o mesmo: Rússia fez negociações secretas com sucessores de António Guterres e impos as suas condições para não terem o seu veto. Não pode fazer quase nada contra os piores crimes do pior criminoso depois de Estaline e Hitler na Europa, nem piores crimes mundiais que já estão anunciados publicamente e preparados em secreto na invasão de Taiwan pelos sucessores dos piores criminosos da história da humanidade. A ONU pode fazer pouco. Uma N éo-ONU pode ser o melhor para o futuro da humanidade. As minhas ideias podem ser só uma gota de água de um mar de ideias de milhões de sugestões. As elites da ONU podem contribuir à conclusão do ebook “António Guterres Velha ONU e Néo-ONU” deixando comentários no meu blog: Antecipações do ebook: “António Guterres Velha ONU e Néo-ONU, (opiniões pessoais com dados indiscutíveis, discutíveis ou contrários das informações da IA de C...

António Guterres, elites da ONU, "néo-ONU", criatividade e inteligência coletiva para a paz no mundo

A evolução da humanidade deve muito a personagens que nasceram com capacidades superiores, sobretudo de criatividade e inteligência e as desenvolveram. O maior génio de criatividade inata pode morrer pobre se não tiver meios de a desenvolver, ou se a desenvolve só para sobreviver. Muitas vezes essas capacidades foram apoiadas por elites do seu tempo: políticos, religiosos ou benfeitores. Leonardo da Vinci, Miguel Ângelo, Einstein e outros génios de criatividades talvez nunca fizessem o que fizeram sem os apoios que tiveram. Não recordo o nome de um génio da inteligência e criatividade que o próprio Einstein elogiou. Muitos artistas e inventores morreram pobres e não sabemos quantos génios da criatividade se perderam ou fizeram menos do que podiam fazer por não serem apoiados e ocuparem as suas capacidades a lutarem para sobreviver: o inventor do telefone foi um pobre desconhecido que vendeu a sua patente por uma ninharia para poder sobreviver; Van Gogh nem teria deixado as suas pintura...