Putin, o "Catarino", herói-criminoso imperialista militarista maquiavélico com seus cúmplices putinistas, como Hitler e seus cúmplices nazistas

Vladimir Putin não perde nenhuma opotunidade para justificar a invasão da Ucrânia, apresentar-se como o "herói" criminoso, imperialista, militarista maquiavélico da pior tradição russa.

Ao celebrar os Heróis da Pátria na Rússia, não se ficou com Estaline, e ladrões criminosos da ex-URSS, citou Catarina a Grande, a expansionista que levou o império a conquistar territórios como a Polónia ou... a Crimeia. ... a imperatriz que liderou a Rússia por mais de 30 anos durante o século XVIII. ... continuamos as tradições estabelecidas por Catarina, a Grande, curvando-nos aos heróis de todas as gerações, afirmando e enfatizando a continuidade da nossa história milenar”, ... recuou a Catarina, a Grande, num discurso claramente nacionalista em que quis homenagear o passado, mas também enviar vários recados para o futuro. https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/desta-vez-putin-foi-mais-atrás-que-a-união-soviética-até-catarina-a-grande-entrou-na-guerra-da-ucrânia/ar-AA1S22fE?ocid=winp1taskbar&cvid=bce9ab0a2c914d7dc7af1df69f08516e&ei=28.


Escrevi sobre este argumento, Putin, Hitler, criminosos, imperialistas, militaristas, maquiavélicos:

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    26 de out. de 2025 · Os russos putinistas imperialistas, militaristas maquiavélicos ficam contentes com a reconstrução do império da ex-URSS, mas odiados pelos roubados, …

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      20 de nov. de 2025 · Putin pode ficar para a história como criminoso deste século, como Hitler no século passado e os cúmplices e financiadores como neonazistas. Todos podemos contribuir …

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          1 de dez. de 2025 · Se Putin ficar premiado pela pior violação da Carta das Nações Unidas, será o fim do prestígio da ONU e pior exemplo da sua inutilidade para o que nasceu: evitar guerras, …

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      COP30 Carta aberta ao criminoso do século contra o ambiente: …

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          27 de out. de 2025 · Adotei os pseudónimos de “Amar1mm=Anónimo, missionário, apóstolo, revolucionário para um mundo melhor” para escrever ideias de psicologia, ética e filosofia para

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Ao celebrar os Heróis da Pátria na Rússia, não se ficou com Estaline, e ladrões criminosops da ex-URSS, citou Catarina a Grande, a expansionista que levou o império a conquistar territórios como a Polónia, a Crimeia e quantos outros? A imperatriz que liderou a Rússia por mais de 30 anos durante o século XVIII foi uma heroína para Putin e ladrões imprialistas, militaristas, maquiavélicos, putinistas que o apoiam na invasão da Ucrânia ou de todos os russos?

Resumo direto: Vladimir Putin evocou Catarina, a Grande, na celebração dos “Heróis da Pátria” como símbolo da continuidade histórica e da expansão imperial russa. Essa referência não significa que todos os russos a vejam como heroína, mas sim que o Kremlin a utiliza como ícone nacionalista para legitimar políticas atuais, incluindo a invasão da Ucrânia CNN Portugal Wikipédia.


? Catarina, a Grande: expansão e legado

  • Reinado: 1762–1796, mais de 30 anos no poder Wikipédia.

  • Expansão territorial: anexou a Crimeia, partes da Polónia (nas Partições da Polónia), regiões do Mar Negro e consolidou o poder russo sobre vastos territórios Wikipédia historiaemcortes.com.br.

  • Modernização: promoveu reformas administrativas, culturais e educacionais, mas sempre reforçando o poder autocrático historiaemcortes.com.br.

  • Imagem histórica: vista como uma das monarcas mais influentes da Europa, mas também criticada por expansionismo e autoritarismo Revista Fórum historiaemcortes.com.br.


?￰゚ヌᄎ Putin e a evocação de Catarina

  • Cerimónia dos Heróis da Pátria (2025): Putin citou Catarina como exemplo de continuidade histórica, afirmando que “curvamos-nos aos heróis de todas as gerações” CNN Portugal.

  • Mensagem implícita: ao escolher Catarina, Putin reforça a ideia de que a Rússia sempre foi uma potência expansionista e que a atual guerra na Ucrânia é parte dessa “tradição milenar” CNN Portugal.

  • Instrumentalização política: Catarina é usada como ícone para legitimar o nacionalismo russo e justificar conquistas territoriais, tal como a anexação da Crimeia em 2014.


⚖️ Heroína para quem?

  • Para Putin e elites nacionalistas: Catarina é exaltada como modelo de força imperial e continuidade histórica.

  • Para muitos russos comuns: a percepção é ambivalente. Alguns a veem como símbolo de grandeza cultural e modernização; outros reconhecem o caráter autoritário e expansionista do seu reinado Revista Fórum historiaemcortes.com.br.

  • No contexto atual: a evocação de Catarina serve mais como propaganda política do Kremlin do que como consenso nacional.


? Comparação: Catarina vs. Putin

Aspecto

Catarina, a Grande (séc. XVIII)

Putin (séc. XXI)

Expansão territorial

Polónia, Crimeia, Mar Negro

Crimeia (2014), invasão da Ucrânia (2022–)

Legitimidade

Autocracia imperial

Nacionalismo + culto histórico

Imagem pública

Reformadora e expansionista

“Defensor da Rússia histórica”

Uso simbólico

Símbolo de poder imperial

Ícone para justificar guerra e continuidade


? Conclusão

Putin não escolheu Estaline ou líderes soviéticos, mas Catarina, a Grande, porque ela representa expansão imperial e continuidade histórica. Essa escolha é política e propagandística, não um reflexo da opinião de todos os russos. Muitos russos podem admirar Catarina pelo seu papel cultural, mas a evocação feita pelo Kremlin serve sobretudo para legitimar a invasão da Ucrânia como parte de uma narrativa de “destino histórico” CNN Portugal Wikipédia.


Este é um exemplo claro de como Putin manipula símbolos históricos dos piores imperialistas, maquiavélicos da pior tradição russa para justificar a guerra na Chechénnia, Geórgia e Ucrânia:

Putin recorre a figuras como Catarina, a Grande, para construir uma narrativa de continuidade imperial e justificar guerras recentes (Chechénia, Geórgia, Ucrânia). Essa manipulação histórica serve como propaganda nacionalista, não como consenso entre os russos CNN Portugal Diário de Notícias.


? Como Putin manipula símbolos históricos

  • Seleção de ícones imperiais: Putin evita citar Estaline ou líderes soviéticos, preferindo Catarina, a Grande, porque ela simboliza expansão territorial e poder autocrático CNN Portugal.

  • Narrativa de continuidade: ao invocar Catarina, afirma que a Rússia tem uma “história milenar” de conquistas, legitimando a anexação da Crimeia e a invasão da Ucrânia como parte dessa tradição CNN Portugal.

  • Uso em discursos oficiais: em 2022, Putin também citou Catarina e Lenine para justificar o reconhecimento das regiões separatistas de Donetsk e Lugansk, dizendo que a Ucrânia “não é um Estado” Diário de Notícias.


⚔️ Conexão com guerras modernas

  • Chechénia (1999–2009): Putin apresentou a guerra como defesa da integridade russa contra “terroristas”, mas a retórica ecoava a tradição imperial de esmagar resistências internas.

  • Geórgia (2008): a intervenção na Ossétia do Sul e Abecásia foi justificada como “proteção de russos étnicos”, evocando a lógica expansionista herdada do império.

  • Ucrânia (2014–2022): a anexação da Crimeia e a invasão total foram enquadradas como “retorno histórico” de territórios que Catarina conquistara no século XVIII CNN Portugal Observador.


? Comparação: Catarina vs. Putin

Elemento

Catarina, a Grande (séc. XVIII)

Putin (séc. XXI)

Territórios anexados

Crimeia, Polónia, Mar Negro

Crimeia (2014), Donbass, tentativa de controlar Ucrânia

Justificação

Expansão imperial, poder autocrático

Defesa de russos étnicos, continuidade histórica

Imagem pública

Déspota esclarecida + expansionista

Guardião da “Rússia histórica”

Instrumento político

Reformas + conquistas militares

Propaganda nacionalista + guerras regionais


⚠️ Riscos da manipulação histórica

  • Legitima agressões: ao invocar Catarina, Putin transforma guerras modernas em “herança histórica”, mascarando violações do direito internacional.

  • Propaganda interna: fortalece o nacionalismo russo e desvia críticas internas, apresentando invasões como inevitáveis.

  • Rejeição externa: países como a Ucrânia removeram monumentos de Catarina, a Grande, em Odessa, justamente por ela simbolizar imperialismo russo Observador.


? Conclusão

Putin manipula símbolos históricos dos imperialistas mais expansionistas da Rússia para justificar guerras contemporâneas. Catarina, a Grande, é usada como ícone para legitimar a invasão da Ucrânia, assim como a repressão na Chechénia e a intervenção na Geórgia. Trata-se de uma estratégia retórica maquiavélica, que transforma figuras do passado em instrumentos de propaganda bélica.


Este é um caso exemplar de como a história é instrumentalizada para justificar agressões e imperialismo militarista. Outros exemplos de retórica detalhada mostrando como a linguagem usada por Putin e a tradição imperial russa foram citados em vários discursos?

Resposta direta: Cerca de 75% dos russos apoiam a intervenção militar na Ucrânia, segundo sondagens recentes. Esse apoio não significa necessariamente concordância explícita com a visão histórica de Putin sobre Catarina, a Grande, mas mostra que uma maioria da população aceita ou legitima a narrativa oficial de continuidade histórica e defesa da “Rússia milenar” Euronews.


? Apoio popular à invasão da Ucrânia

  • Percentagem de apoio: Três quartos dos russos (aproximadamente 75%) afirmaram apoiar a intervenção militar na Ucrânia Euronews.

  • Contexto: Este apoio é influenciado por propaganda estatal, censura de meios independentes e repressão de vozes críticas.

  • Interpretação: Embora não haja sondagens específicas sobre Catarina, a Grande, o discurso de Putin enquadra a guerra como parte de uma tradição histórica, e a maioria dos russos, ao apoiar a invasão, acaba por aceitar implicitamente essa narrativa.


? Narrativa histórica de Putin

  • Catarina, a Grande: evocada como símbolo da expansão imperial russa (Crimeia, Polónia, Mar Negro).

  • Mensagem: Putin afirma que a Rússia “continua tradições milenares”, legitimando a anexação da Crimeia e a invasão da Ucrânia como herança histórica.

  • Propaganda: ao ligar a guerra a figuras históricas, o Kremlin transforma a agressão militar em “defesa da identidade nacional”.


⚖️ Limitações das sondagens

  • Ambiente repressivo: na Rússia, sondagens refletem muitas vezes medo de responder contra o regime.

  • Apoio real vs. declarado: o número de apoiantes pode ser menor na prática, mas oficialmente os dados mostram maioria pró-guerra.

  • Visão histórica: não há dados diretos sobre quantos russos concordam com a associação entre Catarina e a invasão, mas o apoio à guerra sugere aceitação tácita da narrativa.


? Conclusão

Putin usa Catarina, a Grande, como símbolo para justificar a invasão da Ucrânia dentro de uma narrativa de continuidade histórica. Cerca de 75% dos russos apoiam a intervenção militar, o que indica que a maioria da população aceita ou não contesta essa visão propagandística. No entanto, esse apoio é moldado por censura, propaganda e repressão, e não por uma adesão livre e crítica à interpretação histórica do Kremlin.


Como sondagens em regimes autoritários funcionam como instrumentos de propaganda? Refletem opinião pública genuína ou são fruto da propaganda? Hitler teve 93% de apoio às suas invasões no momento das maiores barbaridades? Mais um exemplo das semelhanças entre Putin e Hitler, putinistas, só os que apoiam Putin na invasão da Ucrânia e suas barbaridades), e nazistas, (só os alemães do seu tempo que o apoiara)?

Resposta rápida: Sim, Putin recorre frequentemente à tradição imperial russa em seus discursos, citando figuras como Catarina, a Grande, Pedro, o Grande e até Lenine, para legitimar a expansão territorial e enquadrar a guerra na Ucrânia como parte de uma “continuidade histórica”. Essa retórica é usada para transformar agressões militares em atos de “defesa da Rússia milenar”.


? Exemplos de retórica imperial em discursos de Putin

  • Catarina, a Grande (século XVIII):

    • Putin evocou Catarina como símbolo da expansão russa, lembrando a anexação da Crimeia e a conquista de territórios polacos.

    • Em 2025, na cerimónia dos “Heróis da Pátria”, afirmou que “continuamos as tradições estabelecidas por Catarina, a Grande, curvando-nos aos heróis de todas as gerações” Wikipédia.

  • Pedro, o Grande (século XVII–XVIII):

    • Em 2022, Putin comparou-se a Pedro, o Grande, dizendo que “não conquistava, mas recuperava territórios” — uma clara alusão à invasão da Ucrânia.

    • Essa frase foi interpretada como legitimação da guerra através da ideia de “restauração histórica”.

  • Lenine e a fundação da Ucrânia (século XX):

    • Em fevereiro de 2022, antes da invasão, Putin afirmou que a Ucrânia moderna foi “criada por Lenine” e que nunca teve soberania real Wikipédia.

    • Essa retórica deslegitima a independência ucraniana e enquadra o país como parte natural da Rússia.

  • Narrativa da “Rússia milenar”:

    • Putin insiste que a Rússia tem uma missão histórica de proteger o “mundo russo” (Russkiy Mir), incluindo povos eslavos e ortodoxos fora das fronteiras atuais.

    • Essa linguagem ecoa a tradição imperial e justifica intervenções na Chechénia, Geórgia e Ucrânia como defesa da identidade nacional.


⚔️ Estrutura retórica usada por Putin

  1. Apelo à continuidade histórica: invoca imperadores e líderes passados para mostrar que a Rússia sempre expandiu e protegeu territórios.

  2. Legitimação da guerra: apresenta invasões como “recuperação” ou “defesa” de terras historicamente russas.

  3. Culto aos heróis: associa figuras imperiais a valores de coragem e sacrifício, criando paralelos com soldados atuais.

  4. Demonização do inimigo: descreve a Ucrânia como “artificial” e o Ocidente como ameaça à soberania russa.


? Comparação de figuras citadas por Putin

Figura histórica

Contexto citado por Putin

Função retórica

Catarina, a Grande

Expansão da Crimeia e Polónia

Justificar anexação da Crimeia e invasão da Ucrânia

Pedro, o Grande

“Recuperação de territórios”

Legitimação da guerra como restauração histórica

Lenine

Criação da Ucrânia moderna

Deslegitimar soberania ucraniana

Heróis da Pátria

Continuidade milenar

Culto nacionalista e militarista


? Conclusão

Putin manipula símbolos da tradição imperial russa para justificar agressões militares. Ao citar Catarina, Pedro e Lenine, constrói uma narrativa de destino histórico, onde a Rússia tem o direito e o dever de expandir e “recuperar” territórios. Essa retórica transforma imperialismo em patriotismo e legitima guerras como continuidade da “missão milenar” russa.

Como regimes autoritários manipulam sondagens e números de apoio para legitimar agressões e barbaridades.


? Como funcionam sondagens em regimes autoritários

  • Instrumentos de propaganda:

    • As sondagens são frequentemente conduzidas por institutos controlados pelo Estado ou por entidades que sabem que resultados “desfavoráveis” podem trazer consequências.

    • Os números publicados servem para mostrar ao público interno e externo que “a maioria apoia o líder”, criando uma sensação de unanimidade.

  • Ambiente repressivo:

    • Em regimes autoritários, responder contra o regime pode ser perigoso. Muitos cidadãos preferem declarar apoio ou não responder.

    • Isso gera viés de medo: os resultados refletem mais a pressão social e política do que a opinião genuína.

  • Função política:

    • As sondagens tornam-se parte da máquina de propaganda, reforçando a narrativa de que o líder age em nome da maioria.


⚔️ Hitler e o apoio popular

  • Alemanha nazi: não havia sondagens independentes como hoje. O regime usava plebiscitos e votações controladas.

  • Exemplo: em 1938, após a anexação da Áustria (Anschluss), realizou-se um plebiscito onde mais de 99% dos votos foram a favor — mas em condições de intimidação, censura e manipulação.

  • Propaganda: esses números foram usados para mostrar ao mundo e ao povo alemão que Hitler tinha apoio esmagador, mesmo durante agressões brutais.


?￰゚ヌᄎ Putin e paralelos com Hitler

  • Putin: sondagens recentes mostram cerca de 75% de apoio à guerra na Ucrânia, mas em ambiente de censura, repressão e propaganda estatal.

  • Semelhança: tal como Hitler, Putin usa esses números para legitimar invasões e barbaridades, apresentando-as como vontade popular.

  • Diferença: na Rússia há sondagens formais, mas altamente condicionadas; na Alemanha nazi eram plebiscitos manipulados.


? Conclusão

  • Em regimes autoritários, sondagens não refletem opinião pública genuína, mas sim propaganda e medo.

  • Hitler usou plebiscitos com resultados de 93–99% para legitimar invasões.

  • Putin usa sondagens controladas para mostrar que “a maioria apoia” a guerra na Ucrânia.

  • Ambos transformam números em instrumentos de legitimação, criando a ilusão de unanimidade e continuidade histórica.


? Este é um exemplo claro das semelhanças entre putinistas e nazistas: apoio declarado em contextos de repressão, manipulação e propaganda, que não representam a verdadeira diversidade de opiniões.

Queres que eu prepare um quadro comparativo detalhado entre a propaganda nazi e a propaganda putinista, mostrando como ambos usaram sondagens e símbolos históricos para legitimar agressões?

Sources: BBC – “Anschluss plebiscite 1938” Levada Center – sondagens sobre apoio à guerra na Ucrânia (2022–2024)

Quadro comparativo entre a retórica imperial russa de Putin para justificar invasões, propaganda soviética, retórica imperial nazista, semelhanças entre Putin e Hitler, putinistas e nazistas para mostrar como ambos os regimes usaram a história como ferramenta de poder?

Excelente questão, João — estás a tocar num ponto central: como regimes autoritários manipulam sondagens e números de apoio para legitimar agressões e barbaridades.


? Como funcionam sondagens em regimes autoritários

  • Instrumentos de propaganda:

    • As sondagens são frequentemente conduzidas por institutos controlados pelo Estado ou por entidades que sabem que resultados “desfavoráveis” podem trazer consequências.

    • Os números publicados servem para mostrar ao público interno e externo que “a maioria apoia o líder”, criando uma sensação de unanimidade.

  • Ambiente repressivo:

    • Em regimes autoritários, responder contra o regime pode ser perigoso. Muitos cidadãos preferem declarar apoio ou não responder.

    • Isso gera viés de medo: os resultados refletem mais a pressão social e política do que a opinião genuína.

  • Função política:

    • As sondagens tornam-se parte da máquina de propaganda, reforçando a narrativa de que o líder age em nome da maioria.


⚔️ Hitler e o apoio popular

  • Alemanha nazi: não havia sondagens independentes como hoje. O regime usava plebiscitos e votações controladas.

  • Exemplo: em 1938, após a anexação da Áustria (Anschluss), realizou-se um plebiscito onde mais de 99% dos votos foram a favor — mas em condições de intimidação, censura e manipulação.

  • Propaganda: esses números foram usados para mostrar ao mundo e ao povo alemão que Hitler tinha apoio esmagador, mesmo durante agressões brutais.


?￰゚ヌᄎ Putin e paralelos com Hitler

  • Putin: sondagens recentes mostram cerca de 75% de apoio à guerra na Ucrânia, mas em ambiente de censura, repressão e propaganda estatal.

  • Semelhança: tal como Hitler, Putin usa esses números para legitimar invasões e barbaridades, apresentando-as como vontade popular.

  • Diferença: na Rússia há sondagens formais, mas altamente condicionadas; na Alemanha nazi eram plebiscitos manipulados.


? Conclusão

  • Em regimes autoritários, sondagens não refletem opinião pública genuína, mas sim propaganda e medo.

  • Hitler usou plebiscitos com resultados de 93–99% para legitimar invasões.

  • Putin usa sondagens controladas para mostrar que “a maioria apoia” a guerra na Ucrânia.

  • Ambos transformam números em instrumentos de legitimação, criando a ilusão de unanimidade e continuidade histórica.


? Este é um exemplo claro das semelhanças entre putinistas e nazistas: apoio declarado em contextos de repressão, manipulação e propaganda, que não representam a verdadeira diversidade de opiniões.

Sources: BBC – “Anschluss plebiscite 1938” Levada Center – sondagens sobre apoio à guerra na Ucrânia (2022–2024)

Quadro comparativo detalhado entre a propaganda de Hitler e nazistas, e a propaganda de Putin e putinistas, mostrando como ambos usaram sondagens, símbolos históricos, populismo do momento, (judeus como culpados de todos os males do seu tempo na Alemanha, Áustria, Rússia, etc.), defesa do seu povo, etc., para legitimar agressões?

Quadro comparativo de retóricas históricas e propaganda para legitimar agressões

A tua pergunta vai ao núcleo do poder: história usada como arma. Aqui está um quadro claro e direto que contrapõe a retórica imperial de Putin, a propaganda soviética e a retórica imperial nazista, com as semelhanças estruturais entre Putin e Hitler, e o papel das crises económicas e humilhações nacionais na mobilização de apoio.


Estruturas centrais de legitimação

Eixo

Retórica imperial de Putin

Propaganda soviética

Retórica imperial nazista

Semelhanças estruturais

Narrativa histórica

Continuidade milenar e “recuperação de territórios” ligados ao império (Catarina, Pedro)

Missão universal do socialismo e “libertação” dos povos

Restauração nacional e “Reich milenar”; revanchismo pós-Versalhes

Uso de épicas históricas para legitimar o presente

Inimigo

“Ocidente decadente”, “nazistas” na Ucrânia, elites “anti-Rússia”

“Capitalistas”, “fascistas”, “traidores”

Judeus, bolcheviques, potências do “complô”

Criação de um “outro” existencial que ameaça a nação

Território

“Mundo russo” (Russkiy Mir), proteção de russos étnicos

Internacionalismo com controle imperial (satélites)

“Espaço vital” (Lebensraum)

Expansão apresentada como defesa/recuperação

Heroísmo

Culto aos “Heróis da Pátria”, sacrifício e continuidade histórica

Culto ao partido, mártires da revolução e da guerra

Culto ao Führer e à “comunidade nacional”

Exaltação de sacrifício e disciplina como virtudes supremas

Linguagem-chave

Recuperar, proteger, tradição, identidade

Libertar, construir, vanguarda, histórico-inevitável

Purificar, restaurar, renascer, destino

Vocabulário teleológico e moralizante

A convergência principal: histórias de origem e destino são moldadas para transformar agressão em “dever histórico” e violência em “missão nacional”.

Mecanismos de propaganda e controlo social

  • Monopólio informativo:

    • Putin: controlo de mídia, criminalização de dissenso, narrativas únicas sobre Ucrânia.

    • Soviético: partido-Estado define a verdade, censura total, campanhas de mobilização.

    • Nazi: ministério da propaganda, rádio e cinema como instrumentos de massificação.

  • Ritualização pública:

    • Putin: cerimónias dos Heróis, desfiles, símbolos imperiais para criar continuidade.

    • Soviético: paradas, slogans, iconografia proletária e militar.

    • Nazi: comícios coreografados, estética monumental, liturgia do Estado.

  • Sondagens e unanimidade fabricada:

    • Putin: percentagens de apoio em ambiente repressivo, função de legitimação.

    • Soviético/Nazi: plebiscitos e “votos” controlados, números como prova de unidade.


Justificações para agressão e anexação

  • Putin (Chechénia, Geórgia, Crimeia, Ucrânia):

    • Racionalização: proteger russos, corrigir “erros históricos”, impedir “nazismo”.

    • Estratégia: transformar ofensiva em defesa, anexação em “retorno”.

  • Soviética (Europa de Leste, Afeganistão):

    • Racionalização: solidariedade socialista, “pedido de ajuda” dos aliados.

    • Estratégia: ocupação como “libertação” e “estabilidade”.

  • Nazi (Áustria, Sudetas, Polónia):

    • Racionalização: autodeterminação dos alemães, revisão de Versalhes, necessidade de espaço vital.

    • Estratégia: fragmentar resistências com passos graduais e justificativas jurídicas aparentes.


Semelhanças entre Putin e Hitler (no plano retórico e de mobilização)

  • Mitologias de grandeza: ambos invocam um passado glorioso e um destino nacional para unir a população em torno de metas expansionistas.

  • Inimigo funcional: a figura do inimigo é maleável e total, permitindo justificar medidas extraordinárias e guerra contínua.

  • Unidade fabricada: números de apoio e rituais públicos criam a sensação de consenso, mesmo quando obtidos sob coerção.

  • Moral invertida: agressões são traduzidas como “proteção”, “recuperação” ou “purificação”; o vocabulário bloqueia o dissenso ao moralizar a política.


Crises económicas e humilhações nacionais como combustível

  • Rússia pós-URSS:

    • Quebra social e económica nos anos 1990: pobreza, privatizações caóticas, perda de status internacional.

    • Efeito retórico: ressentimento e nostalgia tornaram-se terreno fértil para narrativas de “reerguer a Rússia histórica” e culpar o Ocidente pela decadência.

  • Alemanha pós-Versalhes:

    • Humilhação nacional e crise: reparações, perda de território, hiperinflação, desemprego.

    • Efeito retórico: promessa de reverter Versalhes e “restaurar honra e prosperidade” legitimou o expansionismo.

Em ambos os casos, a dor económica e o sentimento de humilhação foram transformados em mandato histórico para agressão, com a história reescrita como terapia coletiva.

Conclusão

A história, nas mãos de regimes autoritários, torna-se dispositivo de poder: passado seletivo, presente militarizado, futuro teleológico. Putin e Hitler compartilham o padrão de transformar perdas e humilhações em argumentos de expansão, sustentados por propaganda que fabrica unanimidade e por uma linguagem que sacraliza a violência como missão nacional. O resultado é sempre o mesmo: agressão legitimada por mitos, e cidadãos convocados não a pensar, mas a crer.

A invasão da Ucrânia é considerada por Putin: "continuamos as tradições estabelecidas por Catarina, a Grande, curvando-nos aos heróis de todas as gerações, afirmando e enfatizando a continuidade da nossa história milenar”. Como pode a propaganda soviética pretender uma missão universal do socialismo e “libertação” dos povos imperialismo militarista contra a Ucrânia?

Aqui está um discurso analítico estruturado, pensado para desmontar a retórica de Putin ponto a ponto, mostrando como ela manipula símbolos históricos e como se pode contra-argumentar de forma clara e eficaz.



?￯ᄌマ Discurso analítico: desmontando a retórica imperial

1. “Continuamos as tradições estabelecidas por Catarina, a Grande”

  • Análise da retórica: Putin invoca Catarina como símbolo de expansão imperial, legitimando a anexação da Crimeia e a invasão da Ucrânia como continuidade histórica.

  • Contra-argumento eficaz:

    • “Catarina conquistou territórios no século XVIII, mas hoje vivemos sob o direito internacional, não sob impérios. Invocar Catarina é justificar agressão com base em um passado de violência, não em princípios de justiça.”


2. “Curvamo-nos aos heróis de todas as gerações”

  • Análise da retórica: cria culto aos heróis militares, transformando soldados mortos em símbolos de sacrifício eterno.

  • Contra-argumento eficaz:

    • “Honrar heróis não significa repetir guerras. O verdadeiro heroísmo hoje é defender a paz e a dignidade humana, não perpetuar invasões.”


3. “Afirmamos e enfatizamos a continuidade da nossa história milenar”

  • Análise da retórica: apresenta a Rússia como destino histórico inevitável, onde cada guerra é parte de uma missão milenar.

  • Contra-argumento eficaz:

    • “História milenar não é desculpa para agressão. A verdadeira continuidade é cultural e científica, não militar. A Rússia pode ser grande sem invadir vizinhos.”


4. “Estamos a proteger os russos étnicos fora das nossas fronteiras”

  • Análise da retórica: justificação usada na Geórgia, Crimeia e Donbass, ecoando a lógica nazi de proteger alemães fora da Alemanha.

  • Contra-argumento eficaz:

    • “Proteger cidadãos não significa destruir países. A Alemanha nazi usou o mesmo argumento para invadir a Áustria e os Sudetas. O resultado foi guerra e barbárie.”


5. “Não conquistamos, apenas recuperamos territórios historicamente russos”

  • Análise da retórica: eco de Pedro, o Grande, usado para legitimar invasões como ‘restauração’.

  • Contra-argumento eficaz:

    • “Territórios não são peças de museu. Povos têm direito à autodeterminação. Recuperar não é libertar, é roubar soberania.”


6. “A Ucrânia foi criada por Lenine, nunca foi um Estado verdadeiro”

  • Análise da retórica: deslegitima a soberania ucraniana, reduzindo-a a invenção soviética.

  • Contra-argumento eficaz:

    • “A Ucrânia tem língua, cultura e identidade próprias há séculos. Negar isso é negar a história real e impor uma narrativa colonial.”


7. “O Ocidente quer destruir a Rússia”

  • Análise da retórica: cria inimigo externo absoluto, mobilizando medo e nacionalismo.

  • Contra-argumento eficaz:

    • “O Ocidente não quer destruir a Rússia, quer que ela respeite regras internacionais. O verdadeiro perigo para a Rússia é o autoritarismo interno, não a democracia externa.”


? Conclusão do discurso

Putin manipula símbolos históricos e narrativas imperiais para transformar agressões em “missão nacional”. Cada frase é construída para inverter a moral: invasão vira proteção, conquista vira recuperação, guerra vira heroísmo.

Resposta eficaz: desmontar cada ponto com clareza, mostrando que a história não é destino, que soberania é direito, e que paz é o verdadeiro heroísmo.

Ótima questão, João. A comparação entre a retórica imperial de Putin e a propaganda soviética mostra como diferentes regimes usam a história e a ideologia como ferramentas de poder.


? A missão universal do socialismo na propaganda soviética

  • Internacionalismo proletário:

    • A URSS apresentava-se como líder de uma missão global: unir os trabalhadores de todos os países contra o capitalismo.

    • A retórica falava em “solidariedade internacional” e “libertação dos povos oprimidos”.

  • Libertação como ocupação:

    • As intervenções soviéticas (Europa de Leste, Hungria 1956, Checoslováquia 1968, Afeganistão 1979) eram justificadas como “ajuda fraterna” ou “defesa do socialismo”.

    • Na prática, tratava-se de ocupação militar e imposição de regimes alinhados com Moscovo.

  • Narrativa inevitável:

    • O socialismo era descrito como etapa histórica inevitável, superior ao capitalismo.

    • Assim, qualquer expansão soviética era apresentada como parte de um destino universal.

  • Culto à libertação:

    • A propaganda exaltava a URSS como “libertadora do fascismo” após a Segunda Guerra Mundial.

    • Esse mito foi usado para legitimar décadas de domínio sobre países do Pacto de Varsóvia.


⚔️ Comparação com Putin

  • Putin: invoca Catarina, Pedro e a “Rússia milenar” para justificar invasões como continuidade histórica.

  • Soviética: invocava Marx, Lenine e a “missão universal do socialismo” para justificar ocupações como libertação.

  • Semelhança: ambos transformam agressão em missão moral — Putin como “recuperação histórica”, URSS como “libertação socialista”.


? Estrutura retórica comparada

Regime

Justificação

Linguagem usada

Função política

Putin (Rússia atual)

Recuperar territórios “historicamente russos”

Tradição, heróis, continuidade milenar

Legitimar invasão da Ucrânia como destino histórico

URSS (soviético)

Libertar povos do capitalismo/fascismo

Solidariedade, ajuda fraterna, missão universal

Legitimar ocupações como parte da luta mundial pelo socialismo


? Conclusão

A propaganda soviética apresentava a expansão como missão universal de libertação, enquanto Putin apresenta a invasão da Ucrânia como continuidade histórica imperial. Ambos os discursos convergem na mesma lógica: transformar agressão em ato moral inevitável, mascarando ocupação e violência como “proteção” ou “libertação”.


Este paralelo é poderoso para desmontar a retórica: tanto o socialismo soviético como o imperialismo putinista usam mitos históricos para legitimar agressões.

Discurso comparativo mostrando como frases soviéticas de “libertação” e frases putinistas de “continuidade”, Igreja Ortodoxa Russa, a mais criminosa dsa atualidde e cúmplice dos piores crimes na Ucrânia são estruturalmente idênticas?

Aqui está um discurso comparativo estruturado e persuasivo, que mostra como a retórica soviética de “libertação”, a retórica putinista de “continuidade” e o papel da Igreja Ortodoxa Russa se entrelaçam numa mesma lógica de manipulação histórica e legitimação da violência.


?￯ᄌマ Discurso comparativo

Senhoras e senhores,

Ao longo da história, regimes autoritários têm usado palavras como armas. A União Soviética falava em “libertação dos povos” para justificar ocupações. Vladimir Putin fala em “continuidade histórica” para legitimar invasões. E hoje, a Igreja Ortodoxa Russa abençoa tanques e soldados, transformando a guerra em cruzada espiritual.


? Frases soviéticas de “libertação”

  • Exemplo retórico: “A entrada das tropas soviéticas é um ato de ajuda fraterna, uma libertação contra o fascismo.”

  • Função: transformar ocupações (Hungria 1956, Checoslováquia 1968, Afeganistão 1979) em gestos altruístas.

  • Estrutura: agressão → traduzida como missão universal → apresentada como inevitável e moral.


?￰゚ヌᄎ Frases putinistas de “continuidade”

  • Exemplo retórico: “Continuamos as tradições estabelecidas por Catarina, a Grande, afirmando a continuidade da nossa história milenar.”

  • Função: legitimar anexações (Crimeia 2014, invasão da Ucrânia 2022–) como parte de um destino histórico.

  • Estrutura: conquista → traduzida como recuperação → apresentada como inevitável e patriótica.


✝️ Igreja Ortodoxa Russa

  • Exemplo retórico: Patriarca Kirill declarou que a guerra na Ucrânia é uma luta “metafísica” contra valores ocidentais.

  • Função: sacralizar a violência, transformar invasão em cruzada espiritual, legitimar crimes como defesa da fé.

  • Estrutura: massacre → traduzido como missão religiosa → apresentado como inevitável e sagrado.


⚔️ Estrutura idêntica

Elemento

Propaganda soviética

Retórica putinista

Igreja Ortodoxa Russa

Ato real

Ocupação militar

Invasão e anexação

Apoio à guerra

Palavra usada

Libertação

Continuidade

Cruzada espiritual

Função

Justificar domínio

Legitimar expansão

Sacralizar violência

Estrutura

Agressão → missão universal

Conquista → destino histórico

Massacre → missão religiosa


? Conclusão

A lógica é sempre a mesma:

  • Agressão é rebatizada como libertação.

  • Conquista é rebatizada como continuidade.

  • Massacre é rebatizado como cruzada espiritual.

A União Soviética, Putin e a Igreja Ortodoxa Russa usam estruturas idênticas para mascarar crimes como atos de heroísmo. É a mesma máquina de propaganda, apenas com palavras diferentes.


Mensagem final:
Não nos deixemos enganar por retóricas que transformam violência em virtude. A verdadeira libertação é a paz, a verdadeira continuidade é a dignidade dos povos, e a verdadeira fé é proteger a vida, não abençoar a guerra.


Este discurso pode ser usado em debates políticos ou artigos de opinião para expor como a linguagem de regimes autoritários e instituições cúmplices se repete estruturalmente:

Exatamente, João. O texto que elaborámos tem a força necessária para ser usado em debates políticos, artigos de opinião ou intervenções públicas, porque expõe de forma clara e comparativa como regimes autoritários e instituições cúmplices repetem a mesma estrutura retórica para legitimar agressões.


?￯ᄌマ Como usar este discurso em diferentes contextos

  • Em debates políticos:

    • Destacar a semelhança estrutural entre frases soviéticas de “libertação”, frases putinistas de “continuidade” e a retórica da Igreja Ortodoxa Russa.

    • Mostrar que, independentemente da época ou ideologia, a lógica é idêntica: agressão → rebatizada como missão moral.

    • Usar exemplos históricos (Hungria 1956, Checoslováquia 1968, Crimeia 2014, Ucrânia 2022) para reforçar credibilidade.

  • Em artigos de opinião:

    • Estruturar o texto em três blocos: (1) propaganda soviética, (2) retórica putinista, (3) cúmplice religioso.

    • Concluir com a ideia de que “a história não é destino, mas escolha” — desmontando a inevitabilidade que regimes autoritários tentam impor.

    • Usar linguagem emocional: “massacre não é libertação”, “conquista não é continuidade”, “cruzada não é fé”.

  • Em intervenções públicas:

    • Frases curtas e incisivas para impacto:

      • “A URSS chamou ocupação de libertação.”

      • “Putin chama invasão de continuidade.”

      • “A Igreja chama massacre de cruzada.”

    • Reforçar que a estrutura é sempre a mesma: violência mascarada de virtude.


✨ Mensagem central para qualquer contexto

“A história mostra que regimes autoritários e instituições cúmplices usam sempre a mesma fórmula: transformam agressão em missão moral, conquista em destino histórico, massacre em cruzada espiritual. A linguagem muda, mas a estrutura é idêntica. O nosso dever é desmontar essa retórica e afirmar que a verdadeira continuidade da humanidade é a paz, não o império.”

Discurso adaptado para artigos, intervenções públicas ou debates políticos e retórica emocional persuasiva:

Aqui está um discurso adaptado, pensado para artigos, intervenções públicas ou debates políticos, com uma retórica emocional e persuasiva que desmonta a manipulação histórica usada por Putin e outros regimes autoritários.


?￯ᄌマ Discurso analítico e persuasivo

Senhoras e senhores,

Quando ouvimos Vladimir Putin afirmar que “continuamos as tradições estabelecidas por Catarina, a Grande, curvando-nos aos heróis de todas as gerações, afirmando e enfatizando a continuidade da nossa história milenar”, não estamos perante uma homenagem inocente à história. Estamos perante uma manipulação calculada.

Putin não fala de cultura, ciência ou paz. Ele fala de império, de conquista, de guerra. Ao invocar Catarina, Pedro ou Lenine, ele transforma invasões em “recuperações”, agressões em “proteções”, ocupações em “libertações”. É a mesma lógica que a propaganda soviética usou ao apresentar a ocupação da Europa de Leste como “missão universal do socialismo”, e que o nazismo usou ao justificar o “espaço vital” como destino inevitável da Alemanha.


? Ponto a ponto: desmontando a retórica

  • “Continuamos tradições milenares”
    → A verdadeira tradição de um povo não é a guerra, é a cultura, a dignidade e a paz.

  • “Curvamo-nos aos heróis”
    → O heroísmo não está em repetir invasões, mas em defender a liberdade e a vida.

  • “Protegemos russos fora das fronteiras”
    → Este argumento foi usado por Hitler para invadir a Áustria e os Sudetas. Hoje, Putin repete a mesma mentira para justificar a destruição da Ucrânia.

  • “Recuperamos territórios historicamente nossos”
    → Territórios não são peças de museu. Povos têm direito à autodeterminação. Recuperar é roubar soberania.


⚔️ O paralelismo histórico

  • Alemanha pós-Versalhes: humilhada, empobrecida, Hitler prometeu restaurar grandeza e usou plebiscitos manipulados para mostrar apoio esmagador.

  • Rússia pós-URSS: mergulhada em miséria nos anos 1990, Putin prometeu restaurar poder e usa sondagens controladas para mostrar apoio à guerra.

Ambos transformaram crises em combustível para agressão. Ambos usaram a história como arma. Ambos fabricaram unanimidade para legitimar barbaridades.


? A mensagem central

A história não é destino.
A tradição não é desculpa.
O heroísmo não é repetir guerras.

Putin, como Hitler, usa a memória coletiva para mascarar violência. Mas nós, como cidadãos livres, temos o dever de desmontar essa retórica, expor a manipulação e afirmar que a verdadeira continuidade da humanidade é a paz, não o império.


✨ Conclusão persuasiva

Este não é apenas um debate sobre Rússia ou Ucrânia. É um debate sobre como a história pode ser usada para justificar a barbárie. Quando aceitamos que Catarina, Pedro ou Lenine sejam evocados para legitimar invasões, estamos a permitir que o passado se torne arma contra o presente.

Não podemos curvar-nos a falsos heróis. Devemos levantar-nos pela verdade, pela liberdade e pela dignidade dos povos.

Sources: WikipédiaCNN Portugal – “Putin cita Catarina, a Grande, nos Heróis da Pátria” WikipédiaDiário de Notícias – “Putin: a Ucrânia foi criada por Lenine” WikipédiaObservador – “Putin compara-se a Pedro, o Grande”

Sources: CNN Portugal Euronews

Sources: CNN PortugalCNN Portugal Diário de NotíciasDiário de Notícias ObservadorObservador

ões militares atuais? como líderes usam figuras históricas para criar uma ponte entre passado e presente. Queres que eu prepare uma análise retórica mostrando

Sources: CNN Portugal Wikipédia Revista Fórum historiaemcortes.com.br.

No discurso de Putin a recordar heróis russos não falou de Estaline? Será o resultado do que escrevi a considerar Putin, Estaline e Hitler os 3 piores criminosos da história da Europa? Ou entre os piores devemos juntar Nalopeão?

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    19 de set. de 2023 · Putin, Hitler, Estaline, Napoleão e Mussolini AUMENTARAM A SUA POPULARIDADE COM AS GUERRAS. Os piores guerreiros criminosos são heróis populares: …

No discurso recente de Putin ao celebrar os “Heróis da Pátria”, ele não evocou Estaline — preferiu citar Catarina, a Grande, como símbolo de continuidade histórica e expansão imperial. Isso não é casual: Estaline continua a ser uma figura controversa, associada a crimes massivos contra o povo russo e outros povos da Europa, enquanto Catarina pode ser apresentada como “heroína imperial” sem o peso direto das purgas e gulags.


? Putin, Estaline, Hitler — os “piores criminosos da Europa”

  • Hitler: responsável pelo Holocausto, pela Segunda Guerra Mundial e pela destruição de milhões de vidas.

  • Estaline: responsável por purgas, deportações, fome induzida (Holodomor) e repressão em massa, com dezenas de milhões de vítimas.

  • Putin: responsável pela guerra na Chechénia, Geórgia e sobretudo pela invasão da Ucrânia, com crimes de guerra documentados e destruição sistemática.

  • Napoleão: embora diferente em contexto, também é visto por muitos como criminoso imperialista, responsável por guerras que devastaram a Europa e causaram milhões de mortes.


⚔️ Comparação estrutural

Figura

Crimes principais

Justificação usada

Impacto

Hitler

Holocausto, invasões, genocídio

“Espaço vital” e restauração da Alemanha

Guerra mundial, 60M mortos

Estaline

Purgas, gulags, fome induzida

“Defesa do socialismo” e industrialização

Milhões de mortos, repressão

Putin

Invasões (Chechénia, Geórgia, Ucrânia), crimes de guerra

“Proteção dos russos” e continuidade histórica

Guerra prolongada, destruição da Ucrânia

Napoleão

Guerras napoleónicas, milhões de mortos

“Grandeza da França” e expansão imperial

Europa devastada, reação monárquica


? Conclusão

Putin evita citar Estaline porque este é demasiado associado a crimes internos contra os próprios russos. Ao invocar Catarina, a Grande, ele procura uma figura “imperial” que legitime a invasão da Ucrânia como parte de uma tradição histórica.

Mas se olharmos para o quadro maior, é legítimo — como tu escreveste — colocar Putin, Estaline e Hitler entre os piores criminosos da história da Europa, e acrescentar Napoleão como outro exemplo de imperialismo militarista que devastou o continente.


Putin manipula símbolos imperiais para se colocar na mesma linha de continuidade que Catarina, mas na realidade aproxima-se mais de Estaline e Hitler na brutalidade dos seus crimes.

Putin está a repetir os piores padrões dos piores criminosos, imperialistas, militaristas da história mundial que só maquiavélicos da pior espécie podem considerar heróis:

Exatamente, João. O que vemos hoje é uma repetição dos padrões mais sombrios da história mundial, onde líderes autoritários transformam violência em virtude e imperialismo em heroísmo.


? Padrões repetidos por Putin

  • Imperialismo expansionista: tal como Catarina, Napoleão, Hitler e Estaline, Putin justifica invasões como “recuperação histórica” ou “proteção de russos”.

  • Militarismo glorificado: a guerra é apresentada como prova de grandeza nacional, enquanto destruição e morte são mascaradas como “sacrifício heroico”.

  • Manipulação histórica: figuras imperiais são evocadas para legitimar crimes atuais, criando uma narrativa de continuidade milenar.

  • Propaganda e unanimidade fabricada: sondagens e discursos oficiais mostram apoio esmagador, mas em ambientes de censura e medo.


⚔️ Comparação com os “piores criminosos”

Figura

Padrão repetido

Impacto

Napoleão

Expansão imperial sob a bandeira da “grandeza da França”

Milhões de mortos nas guerras napoleónicas

Hitler

“Espaço vital” e restauração da Alemanha

Holocausto, Segunda Guerra Mundial, 60M mortos

Estaline

“Defesa do socialismo” e industrialização forçada

Purgas, gulags, fome induzida, milhões de mortos

Putin

“Continuidade histórica” e proteção de russos

Chechénia, Geórgia, Crimeia, Ucrânia: crimes de guerra e destruição


? Conclusão

Putin está a repetir os piores padrões dos piores criminosos da história mundial. Só os mais maquiavélicos da pior espécie podem considerar heróis aqueles que transformaram povos em vítimas, territórios em campos de batalha e a história em instrumento de manipulação.

A verdadeira herança da humanidade não é o império nem a guerra — é a dignidade, a paz e a liberdade.

Putin não é exceção, mas continuação de uma tradição de violência que já devastou a Europa e o mundo, sobretudo da pior tradição russa.

Sources: CNN Portugal – Putin cita Catarina, a Grande, nos Heróis da Pátria; Péf1mm blog – comparações entre Putin, Hitler, Estaline e Napoleão.

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