“Cortina de Putin” em substituição da “Cortina de Ferro” para evitar a contaminação da peste do século, praga do século, do pior criminoso do século e mais semelhante aos dois piores criminosos da história da Europa: Estaline e Hitler.

 O pior criminoso do século foi premiado por cada guerra e cada crime contra a humanidade, como Estaline e Hitler quando começaram a Segunda Guerra Mundial com a invasão da Polónia. Putin e mais imbecis, ignorantes ou maquiavélicos não sabem do acordo secreto entre Hitler e Estaline para dividirem meio mundo entre ambos. Os putinistas são imbecis, ignorantes ou maquiavélicos: só conhecem o pior de Hitler e o melhor de Estaline, o que lhes interessa para glorificar o seu querido criminoso, responsável de 15 a 40 milhões de mortos. Os cálculos dos dos diversos historiadores variam, mas não conheço nenhum historiador sério que lhe atribua menos de 15 milhões. Certamente o dobro, ou mesmo o triplo, dos judeus queimados por Hitler. Uma barbaridade, por muitos considerada a pior da história, mas a história sempre foi escrita pelos vencedores e muitos dos que morreram à fome e frio na Sibéria, certamente sofreram mais dos gaseificados ou queimados em poucos minutos.

A Polónia recorda a invasão de Estaline e Hitler, gasta a maior percentagem da Europa com a defesa, naturalmente depois de Putin e a Ucrânia para se defender dos ladrões estalinistas e nazistas.

Depois do fim da “Guerra Fria” e estalinistas da ex-URSS, a NATO reduziu os investimentos na defesa. Depois da “praga de Putin” os investimentos na defesa dobraram e triplicaram em alguns países.

 

Mais com a Inteligência Artificial de Copilot:

Gosto muito da força das tuas imagens. Vamos manter o fogo, mas assentar os pés em dados sólidos para o artigo ficar intelectualmente inatacável.

Estaline, Hitler e Putin pertencem à mesma família de líderes políticos que colocam os seus objetivos acima de qualquer limite humano, ético ou civilizacional?


Sim: há um padrão comum — mas com diferenças importantes que vale a pena explicitar

Não é correto dizer que estes três homens são “iguais”.
Mas é inteiramente correto dizer que partilham um mesmo tipo de lógica política, que podemos chamar — sem exagero — maquiavélica no pior sentido do termo: a ideia de que qualquer crime é aceitável se servir o objetivo do líder e do Estado que ele controla.

E isto não é opinião minha — é a leitura de muitos historiadores, filósofos políticos e especialistas em regimes autoritários.


O padrão comum: três características que os aproximam

1. A crença de que o Estado (ou o líder) está acima da vida humana

  • Hitler justificou genocídios inteiros em nome da “raça”.
  • Estaline justificou fomes, deportações e execuções em nome da “luta de classes” e da industrialização forçada.
  • Putin justifica guerras, destruição de cidades e repressão interna em nome da “grandeza da Rússia” e da “segurança do Estado”.

Em todos os casos, a vida humana é um recurso descartável.


2. A ideia de que o sofrimento dos outros é irrelevante se o objetivo for alcançado

Isto é o núcleo do maquiavelismo extremo:

  • O Holodomor não foi um acidente — foi uma política.
  • Os campos de extermínio nazis não foram um desvio — foram o centro do projeto.
  • A destruição de Mariupol, Bakhmut, Grozny ou Aleppo não foi um erro — foi uma estratégia deliberada.

A lógica é sempre a mesma:
“Se serve o meu objetivo, é legítimo.”


3. A necessidade de criar inimigos internos e externos

Todos os regimes totalitários ou autoritários precisam de um “outro” para justificar a violência:

  • Hitler: judeus, ciganos, eslavos, democracias liberais.
  • Estaline: “kulaks”, “sabotadores”, “inimigos do povo”, polacos, bálticos, ucranianos.
  • Putin: ucranianos, “nazis imaginários”, ocidentais, liberais, jornalistas, opositores.

Sem inimigos, estes regimes não sobrevivem.


Mas há diferenças que importa reconhecer

Hitler

  • Objetivo: um império racial.
  • Método: genocídio industrializado.
  • Resultado: a guerra mais destrutiva da história.

Estaline

  • Objetivo: consolidar um império ideológico e pessoal.
  • Método: fomes provocadas, deportações, execuções, campos de trabalho.
  • Resultado: dezenas de milhões de mortos ao longo de décadas.

Putin

  • Objetivo: restaurar a esfera imperial russa e manter o poder pessoal.
  • Método: guerras regionais, destruição de cidades, assassinatos políticos, repressão interna.
  • Resultado: centenas de milhares de mortos e uma guerra europeia em pleno século XXI.

Putin não atingiu os números de Hitler ou Estaline, mas segue a mesma lógica moral:

o poder justifica tudo, a vida humana não vale nada, e o sofrimento é um instrumento político.


Então, respondendo diretamente à tua pergunta

Sim.
Estaline, Hitler e Putin pertencem ao grupo de líderes políticos que:

  • tratam vidas humanas como peças descartáveis
  • justificam crimes contra a humanidade em nome de objetivos políticos
  • acreditam que o sofrimento alheio é irrelevante
  • constroem poder através do medo, da mentira e da violência
  • exigem lealdade absoluta e punem qualquer dissidência

E, sobretudo:

São líderes para quem a moral não existe — apenas a utilidade.

Isto é o que os aproxima.


Se quiseres, posso transformar esta resposta num parágrafo curto para o teu artigo, ou numa versão mais académica, ou numa versão mais literária e contundente.


1. Onde o texto está forte (e factual) – e pode ficar ainda mais sólido

a) “Cortina de Putin” / paralelo com a “Cortina de Ferro”

  • Como metáfora política, funciona bem: uma nova linha de separação entre regimes autoritários e democracias.
  • Aqui é claramente opinião/analogia, não facto histórico, por isso está tudo bem se for assumido como tal (e não como “verdade objetiva”).

b) Pacto Hitler–Estaline e invasão da Polónia
Aqui estás factual:

  • O Pacto Molotov–Ribbentrop (23 de agosto de 1939) incluiu protocolos secretos para dividir a Europa de Leste em esferas de influência entre a Alemanha nazi e a URSS.
  • A Polónia foi invadida pela Alemanha a 1 de setembro de 1939 e pela URSS a 17 de setembro de 1939.
  • A ideia de que “muitos putinistas ignoram isto” é opinião, mas o facto histórico do pacto e da divisão da Polónia é sólido.

Sugestão de formulação mais “blindada”:

“Putin e muitos dos seus defensores ignoram – ou fingem ignorar – o pacto secreto Hitler–Estaline, que dividiu a Europa de Leste e abriu caminho à invasão conjunta da Polónia em 1939.”


2. Números de mortos: onde é preciso corrigir

a) Estaline – ordem de grandeza dos crimes

Os historiadores não concordam num número único, mas há intervalos razoáveis:

  • Estudos com base em arquivos soviéticos apontam para milhões de mortos por execuções, fome induzida, deportações e campos de trabalho. Wikipedia
  • As estimativas variam, grosso modo, entre 6–9 milhões de mortos diretos e 15–20 milhões ou mais se incluirmos todas as formas de “excesso de mortalidade” sob o regime de Estaline. Wikipedia

Ou seja:

“Os cálculos dos historiadores variam, mas as estimativas mais sérias colocam o número de mortos sob Estaline na ordem das dezenas de milhões, raramente abaixo de 10–15 milhões e, em muitos casos, bem acima disso.”

Não sei onde li que Estaline foi responsável pela morte de um mínimo de 15 a 40 milhões de mortos. “As estimativas variam, grosso modo, entre 6–9 milhões de mortos diretos e 15–20 milhões ou mais se incluirmos todas as formas de “excesso de mortalidade” sob o regime de Estaline. Wikipedia”. Esses dados incluem os mortos de fome na Ucrânia quando Estaline roubou os alimentos? Todos os cálculos que encontrei variam entre 3,3 e 12 milhões de mortos de fome só em 1932-1933. Qual o número desses cálculos é mais credível ou documentado? Quantos mortos de fome na Ucrânia provocados pelos roubos de alimentos de Estaline ao fim da URSS? Quantos mortos de cancro por trabalharem na exploração de urânio para as bombas atómicas da ex-URSS?  

 

Boa pergunta, mas aqui vale mesmo a pena separar o que é consenso sério do que são ordens de grandeza militantes.


1. De onde vem o “15 a 40 milhões” de Estaline?

Esse intervalo aparece em obras mais antigas ou mais militantes (tipo O Livro Negro do Comunismo, Conquest, etc.).
Depois da abertura dos arquivos soviéticos, muitos historiadores passaram a trabalhar com números mais finos:

  • Mortes diretas (execuções, Gulag, deportações, fome induzida, etc.): algo como 6–9 milhões.
  • Excesso de mortalidade total sob Estaline (incluindo fomes, condições de guerra, repressão, etc.): algo na ordem de 15–20 milhões ou mais, dependendo da metodologia. Wikipedia

Ou seja:

  • “15–40 milhões” é um intervalo muito amplo, usado em debates mais políticos.
  • “Pelo menos 10–15 milhões, possivelmente 20 milhões ou mais” é uma formulação mais próxima do consenso académico atual.

Se no artigo disseres, por exemplo:

“As estimativas sérias variam, mas dificilmente colocam menos de 10–15 milhões de mortos sob Estaline, e muitas apontam para 20 milhões ou mais.”

estás em terreno sólido.


2. Holodomor: quantos morreram de fome na Ucrânia em 1932–1933?

Aqui a tua memória está boa: os números vão mesmo de 3,3 a 12 milhões conforme a fonte.
Mas o núcleo mais credível hoje, entre demógrafos e historiadores que trabalham com dados de arquivo, está aqui:

  • Estudos recentes e sínteses (Britannica, trabalhos de demografia histórica, etc.) apontam para cerca de 3,5–4 milhões de mortos na Ucrânia em 1932–33 (excesso de mortalidade). Britannica HistoryExtra
  • Um estudo económico-demográfico (Markevich, Naumenko, Qian, NBER) também trabalha com uma ordem de grandeza semelhante, na casa dos 3,9 milhões. National Bureau of Economic Research
  • Autores ucranianos e da diáspora, sobretudo em chave memorial e política, continuam a defender números mais altos, 7–10 milhões, com base em testemunhos, estimativas antigas e leituras mais amplas. skhid.kubg.edu.ua

Para o teu artigo, eu sugeriria algo assim:

“No Holodomor de 1932–33, a fome provocada pelas políticas de Estaline matou, segundo a maioria dos estudos demográficos recentes, cerca de 3,5 a 4 milhões de pessoas na Ucrânia. Alguns historiadores e autores ucranianos defendem números mais elevados, entre 7 e 10 milhões, mas o consenso académico atual tende a situar as vítimas diretas nessa ordem dos 4 milhões.”

Sim: esses números já incluem os mortos de fome na Ucrânia por causa das requisições de grão, quotas impossíveis, bloqueio de saídas, etc.


3. “Ao fim da URSS” – só um ajuste de cronologia

A tua frase:

“Quantos mortos de fome na Ucrânia provocados pelos roubos de alimentos de Estaline ao fim da URSS?”

Tecnicamente, o Holodomor é no início da URSS estalinista, não no fim:

  • URSS fundada em 1922.
  • Holodomor: 1932–33.
  • Fim da URSS: 1991.

No artigo, basta corrigir para algo como:

“Quantos morreram de fome na Ucrânia, em 1932–33, devido às requisições de alimentos e políticas de Estaline?”


4. Uranio, Gulag e cancro: aqui quase não há números fiáveis

Sobre:

“Quantos mortos de cancro por trabalharem na exploração de urânio para as bombas atómicas da ex‑URSS?”

Aqui entramos numa zona de escuridão estatística:

  • Sabemos que houve campos de trabalho ligados à mineração de urânio, com condições brutais e exposição a radiação.
  • Sabemos que a mortalidade no Gulag foi muito elevada, por fome, frio, doenças, exaustão, acidentes, etc.
  • Mas não há dados sólidos que permitam isolar “mortos de cancro por urânio” com um número credível.
  • O que existe são estudos de caso, memórias, investigações parciais—não uma estatística consolidada como no Holodomor.

Para o artigo, eu usaria uma formulação honesta:

“Milhares de prisioneiros foram usados como mão de obra escrava em minas de urânio e outros projetos ligados ao complexo militar soviético, muitas vezes expostos a níveis de radiação e condições de trabalho que condenavam a uma morte lenta por doença. Não temos números fiáveis para quantificar quantos morreram de cancro especificamente por isso, mas sabemos que a mortalidade no Gulag, em geral, se conta em milhões.”


“Sob Estaline, as estimativas mais sérias apontam para dezenas de milhões de mortos, raramente menos de 10–15 milhões e muitas vezes acima dos 20 milhões, incluindo fomes provocadas como o Holodomor, que matou cerca de 3,5 a 4 milhões de ucranianos em 1932–33. Alguns autores falam em 7 a 10 milhões de vítimas nessa fome, mas o consenso demográfico atual é mais baixo. A isto somam‑se milhões de mortos no Gulag, deportações e trabalhos forçados, incluindo em minas de urânio, onde a exposição e as condições de trabalho condenavam muitos a uma morte lenta por doença, ainda hoje impossível de quantificar com precisão.”

 

Estaline, Hitler e Putin são políticos mais maquiavélicos, com menos respeito pelo sofrimento humano, com a justificação de todos oscrims contra a humanidade desde que contribuam aos seus objetivos e de quem o apoia?

 

Claro, Amar — vamos transformar tudo o que escreveste numa versão integral, reescrita, sólida, elegante e historicamente blindada, pronta para publicar no teu Blogger.
Vou manter o teu tom moral, mas com rigor histórico, clareza argumentativa e linguagem editorial forte, sem insultos diretos que fragilizem o texto.

A seguir tens a versão integral reescrita.


VERSÃO INTEGRAL REESCRITA DO TEU TEXTO

A “Cortina de Putin” substitui hoje a antiga Cortina de Ferro. Não é apenas uma metáfora: é a linha que separa democracias imperfeitas mas livres, de um regime autoritário que exporta violência, corrupção e medo. É uma barreira moral e política destinada a travar a contaminação da praga do século — um líder que, pela brutalidade e desprezo pela vida humana, se aproxima mais dos dois maiores criminosos da história europeia moderna: Estaline e Hitler.

Putin não inventou nada. Repete, com novos meios, a velha lógica imperial que destruiu a Europa no século XX. Tal como Hitler e Estaline, que em 1939 assinaram o pacto Molotov–Ribbentrop e dividiram secretamente a Europa de Leste em esferas de influência, Putin acredita que países vizinhos não têm direito a existir como nações soberanas. A invasão da Polónia por Hitler a 1 de setembro de 1939 e por Estaline a 17 de setembro do mesmo ano foi o início da Segunda Guerra Mundial. Hoje, a invasão da Ucrânia repete o mesmo padrão: um império que se julga dono dos povos que o rodeiam.

Sob Estaline, morreram dezenas de milhões. As estimativas mais sérias raramente descem abaixo dos 10–15 milhões de mortos e muitas situam-se acima dos 20 milhões, incluindo execuções, deportações, trabalhos forçados e fomes provocadas. No Holodomor de 1932–33, a fome induzida pelas políticas soviéticas matou cerca de 3,5 a 4 milhões de ucranianos, segundo a maioria dos estudos demográficos contemporâneos. Alguns autores defendem números mais elevados, entre 7 e 10 milhões, mas o consenso académico atual situa as vítimas diretas nessa ordem dos quatro milhões. A isto somam-se milhões de mortos no Gulag, incluindo prisioneiros enviados para minas de urânio e outros projetos do complexo militar soviético, onde a exposição, o frio, a fome e as doenças condenavam muitos a uma morte lenta — impossível de quantificar com precisão.

Não é possível hierarquizar horrores entre os campos de extermínio nazis e o Gulag soviético. Ambos representam abismos morais da história europeia. Mas é possível reconhecer padrões: regimes que começam por mentir, depois perseguem, depois invadem, e finalmente matam em massa.

Putin já é responsável por centenas de milhares de mortos — na Chechénia, Geórgia, Síria, Ucrânia e na repressão interna. Não precisa de atingir os números de Estaline para ser moralmente comparável na brutalidade. O método é o mesmo: destruir cidades, deportar populações, eliminar opositores, transformar a mentira em política de Estado e a violência em instrumento diplomático.

A Polónia conhece esta história melhor do que ninguém. Foi esmagada entre Hitler e Estaline em 1939 e viveu décadas sob ocupação soviética. Hoje, é o país europeu que mais investe em defesa em percentagem do PIB, com cerca de 4% a 4,5%, precisamente porque sabe o que significa viver ao lado de um império que despreza a soberania dos seus vizinhos. A memória histórica não é retórica: é estratégia de sobrevivência.

Depois do fim da Guerra Fria, muitos países da NATO reduziram drasticamente os seus orçamentos militares, confiando que a ameaça soviética tinha desaparecido. O “dividendo da paz” parecia eterno. Mas a praga de Putin — da Geórgia em 2008 à Crimeia em 2014 e, finalmente, à invasão total da Ucrânia em 2022 — obrigou a um choque de realidade. Os investimentos em defesa duplicaram ou triplicaram em vários países do flanco leste e do norte da Europa. A despesa militar mundial atingiu níveis históricos, e o número de aliados da NATO que cumprem a meta dos 2% do PIB disparou.

A “Cortina de Putin” não é apenas uma fronteira geopolítica: é um aviso. A história não acabou. A liberdade não é garantida. E a Europa, que tantas vezes pagou o preço da ingenuidade, sabe agora que só a força — militar, económica, moral — impede que a violência imperial volte a decidir o destino dos povos.

 

1. Onde o texto está forte (e factual) – e pode ficar ainda mais sólido

a) “Cortina de Putin” / paralelo com a “Cortina de Ferro”

  • Como metáfora política, funciona bem: uma nova linha de separação entre regimes autoritários e democracias.
  • Aqui é claramente opinião/analogia, não facto histórico, por isso está tudo bem se for assumido como tal (e não como “verdade objetiva”).

b) Pacto Hitler–Estaline e invasão da Polónia
Aqui estás factual:

  • O Pacto Molotov–Ribbentrop (23 de agosto de 1939) incluiu protocolos secretos para dividir a Europa de Leste em esferas de influência entre a Alemanha nazi e a URSS.
  • A Polónia foi invadida pela Alemanha a 1 de setembro de 1939 e pela URSS a 17 de setembro de 1939.
  • A ideia de que “muitos putinistas ignoram isto” é opinião, mas o facto histórico do pacto e da divisão da Polónia é sólido.

Sugestão de formulação mais “blindada”:

“Putin e muitos dos seus defensores ignoram – ou fingem ignorar – o pacto secreto Hitler–Estaline, que dividiu a Europa de Leste e abriu caminho à invasão conjunta da Polónia em 1939.”


2. Números de mortos: onde é preciso corrigir

a) Estaline – ordem de grandeza dos crimes

Os historiadores não concordam num número único, mas há intervalos razoáveis:

  • Estudos com base em arquivos soviéticos apontam para milhões de mortos por execuções, fome induzida, deportações e campos de trabalho. Wikipedia
  • As estimativas variam, grosso modo, entre 6–9 milhões de mortos diretos e 15–20 milhões ou mais se incluirmos todas as formas de “excesso de mortalidade” sob o regime de Estaline. Wikipedia

Ou seja:

“Os cálculos dos historiadores variam, mas as estimativas mais sérias colocam o número de mortos sob Estaline na ordem das dezenas de milhões, raramente abaixo de 10–15 milhões e, em muitos casos, bem acima disso.”

b) Putin – aqui há um problema factual sério

A frase atual:

“Putin (…) responsável de 15 a 40 milhões de mortos.”

Isto não é suportado por nenhuma fonte séria. Esses intervalos (15–40 milhões) são usados para Estaline, Mao, etc., não para Putin.
Putin é responsável por:

  • Guerras na Chechénia, Geórgia, Síria, Ucrânia, repressão interna, etc.
  • Mas o número total de mortos, mesmo somando todos estes conflitos, está em ordens de grandeza muito inferiores (centenas de milhares, não dezenas de milhões).

Sugestão honesta e forte, sem exagero:

“Putin já é responsável por centenas de milhares de mortos – na Chechénia, Geórgia, Síria, Ucrânia e na repressão interna –, e pela destruição de cidades inteiras. Não precisa de chegar aos números de Estaline ou Hitler para ser moralmente comparável na brutalidade e no desprezo pela vida humana.”

Se quiseres manter a ideia de “pior criminoso do século”, convém marcá‑la explicitamente como juízo de valor, não como facto:

“Na minha leitura moral da história, Putin é o pior criminoso político do século XXI até agora.”


3. Sofrimento na Sibéria vs campos de extermínio

A tua frase:

“muitos dos que morreram à fome e frio na Sibéria, certamente sofreram mais dos gaseificados ou queimados em poucos minutos.”

Aqui há dois riscos:

  1. Comparar sofrimentos (“quem sofreu mais”) é sempre terreno moralmente escorregadio.
  2. Pode ser lido como relativizar o Holocausto, mesmo que não seja essa a tua intenção.

Sugestão de reformulação que mantém a ideia sem hierarquizar o horror:

“Milhões morreram à fome, ao frio e em trabalhos forçados na Sibéria, em sofrimentos prolongados e atrozes. Não é possível hierarquizar horrores entre os campos de extermínio nazis e o Gulag soviético; ambos representam abismos morais da história europeia.”


4. Polónia, memória histórica e gastos com defesa

Aqui estás muito bem encaminhado, só falta afinar com dados.

Factos:

  • A Polónia lembra‑se bem de ter sido esmagada entre Hitler e Estaline em 1939.
  • Hoje é o maior investidor relativo em defesa na NATO:

Sugestão de frase reforçada:

“A Polónia, esmagada em 1939 pela invasão conjunta de Hitler e Estaline, não esquece a lição. Hoje é o país da NATO que mais gasta em defesa em percentagem do PIB – cerca de 4% a 4,5% –, em grande parte por causa da ameaça russa e da invasão da Ucrânia.”


5. NATO: cortes após a Guerra Fria e explosão pós‑Putin

A tua ideia geral é correta, mas “dobraram e triplicaram” precisa de ser localizada.

Depois do fim da Guerra Fria:

  • Nos anos 1990 e 2000, muitos países europeus reduziram significativamente a despesa militar, beneficiando do “dividendo da paz”.
  • A percentagem média do PIB em defesa na Europa caiu bem abaixo dos 2% recomendados pela NATO. NATO

Depois de 2014 (Crimeia) e sobretudo 2022 (invasão total da Ucrânia):

  • A despesa militar mundial atingiu 2,7 biliões de dólares em 2024, o valor mais alto de sempre, com um aumento de 9,4% num só ano. SIPRI
  • Dentro da NATO, o número de países que cumprem os 2% do PIB disparou. NATO
  • Em vários países do flanco leste (Polónia, Estados Bálticos, Roménia, Finlândia, etc.), a despesa quase duplicou em poucos anos, tanto em valor absoluto como em percentagem do PIB.

Sugestão de formulação mais precisa:

“Depois do fim da Guerra Fria, muitos países da NATO cortaram na defesa, confiando que a ameaça soviética tinha desaparecido. A ‘praga de Putin’ – da Geórgia à Crimeia e, finalmente, à invasão total da Ucrânia em 2022 – obrigou a um choque de realidade: os gastos militares voltaram a subir, e em vários países do flanco leste praticamente duplicaram em poucos anos. A Polónia, por exemplo, passou de cerca de 2% do PIB em defesa para quase 4%.”


6. Linguagem sobre “imbecis, ignorantes ou maquiavélicos”

Eu percebo perfeitamente a indignação moral. Mas, para um artigo que quer ser intelectualmente respeitado, vale a pena subir um degrau na linguagem:

Em vez de:

“Os putinistas são imbecis, ignorantes ou maquiavélicos…”

Algo como:

“Os defensores de Putin ou ignoram deliberadamente estes factos históricos, ou escolhem uma leitura seletiva da realidade que só retém o que lhes convém para glorificar um líder responsável por crimes massivos.”

Mantém o juízo moral, mas sem insulto direto – o que te dá mais autoridade.


7. Uma possível versão “limpa” de um parágrafo central

Juntando tudo, algo assim:

“Proponho falar hoje de uma ‘Cortina de Putin’, que substitui a antiga Cortina de Ferro: uma linha de separação entre regimes autoritários agressivos e democracias que tentam defender‑se. Putin não inventou nada de novo. Repete, com outros meios, a lógica de Estaline e Hitler, que em 1939 assinaram o pacto Molotov–Ribbentrop e dividiram a Europa de Leste em esferas de influência, abrindo caminho à invasão conjunta da Polónia. Sob Estaline, dezenas de milhões morreram em fomes induzidas, deportações e campos de trabalho; sob Hitler, milhões foram exterminados em campos de morte industrializada. Putin já é responsável por centenas de milhares de mortos e pela destruição de cidades inteiras. Não precisa de atingir os números de Estaline para ser moralmente comparável na brutalidade. A Polónia, que foi esmagada entre Hitler e Estaline, aprendeu a lição: hoje é o país da NATO que mais gasta em defesa em percentagem do PIB, com cerca de 4% a 4,5%, precisamente porque sabe o que significa viver ao lado de um império que despreza a soberania dos seus vizinhos.”


Se quiseres, no próximo passo posso:

  • pegar no teu texto original e devolver‑te uma versão integral reescrita, mantendo o teu tom mas com todos os factos blindados,
  • ou construir contigo um esqueleto de artigo (títulos, secções, dados‑chave) para depois escreveres com a tua voz.


Putin é responsável por:

  • Guerras na Chechénia, Geórgia, Síria, Ucrânia, repressão interna, etc.
  • Mas o número total de mortos, mesmo somando todos estes conflitos, está em ordens de grandeza muito inferiores (centenas de milhares, não dezenas de milhões).

Sugestão honesta e forte, sem exagero:

“Putin já é responsável por centenas de milhares de mortos – na Chechénia, Geórgia, Síria, Ucrânia e na repressão interna –, e pela destruição de cidades inteiras. Não precisa de chegar aos números de Estaline ou Hitler para ser moralmente comparável na brutalidade e no desprezo pela vida humana.”

Se quiseres manter a ideia de “pior criminoso do século”, convém marcá‑la explicitamente como juízo de valor, não como facto:

“Na minha leitura moral da história, Putin é o pior criminoso político do século XXI até agora.”


3. Sofrimento na Sibéria vs campos de extermínio

A tua frase:

“muitos dos que morreram à fome e frio na Sibéria, certamente sofreram mais dos gaseificados ou queimados em poucos minutos.”

Aqui há dois riscos:

  1. Comparar sofrimentos (“quem sofreu mais”) é sempre terreno moralmente escorregadio.
  2. Pode ser lido como relativizar o Holocausto, mesmo que não seja essa a tua intenção.

Sugestão de reformulação que mantém a ideia sem hierarquizar o horror:

“Milhões morreram à fome, ao frio e em trabalhos forçados na Sibéria, em sofrimentos prolongados e atrozes. Não é possível hierarquizar horrores entre os campos de extermínio nazis e o Gulag soviético; ambos representam abismos morais da história europeia.”


4. Polónia, memória histórica e gastos com defesa

Aqui estás muito bem encaminhado, só falta afinar com dados.

Factos:

  • A Polónia lembra‑se bem de ter sido esmagada entre Hitler e Estaline em 1939.
  • Hoje é o maior investidor relativo em defesa na NATO:

Sugestão de frase reforçada:

“A Polónia, esmagada em 1939 pela invasão conjunta de Hitler e Estaline, não esquece a lição. Hoje é o país da NATO que mais gasta em defesa em percentagem do PIB – cerca de 4% a 4,5% –, em grande parte por causa da ameaça russa e da invasão da Ucrânia.”


5. NATO: cortes após a Guerra Fria e explosão pós‑Putin

A tua ideia geral é correta, mas “dobraram e triplicaram” precisa de ser localizada.

Depois do fim da Guerra Fria:

  • Nos anos 1990 e 2000, muitos países europeus reduziram significativamente a despesa militar, beneficiando do “dividendo da paz”.
  • A percentagem média do PIB em defesa na Europa caiu bem abaixo dos 2% recomendados pela NATO. NATO

Depois de 2014 (Crimeia) e sobretudo 2022 (invasão total da Ucrânia):

  • A despesa militar mundial atingiu 2,7 biliões de dólares em 2024, o valor mais alto de sempre, com um aumento de 9,4% num só ano. SIPRI
  • Dentro da NATO, o número de países que cumprem os 2% do PIB disparou. NATO
  • Em vários países do flanco leste (Polónia, Estados Bálticos, Roménia, Finlândia, etc.), a despesa quase duplicou em poucos anos, tanto em valor absoluto como em percentagem do PIB.

Sugestão de formulação mais precisa:

“Depois do fim da Guerra Fria, muitos países da NATO cortaram na defesa, confiando que a ameaça soviética tinha desaparecido. A ‘praga de Putin’ – da Geórgia à Crimeia e, finalmente, à invasão total da Ucrânia em 2022 – obrigou a um choque de realidade: os gastos militares voltaram a subir, e em vários países do flanco leste praticamente duplicaram em poucos anos. A Polónia, por exemplo, passou de cerca de 2% do PIB em defesa para quase 4%.”


6. Linguagem sobre “imbecis, ignorantes ou maquiavélicos”

Eu percebo perfeitamente a indignação moral. Mas, para um artigo que quer ser intelectualmente respeitado, vale a pena subir um degrau na linguagem:

Em vez de:

“Os putinistas são imbecis, ignorantes ou maquiavélicos…”

Algo como:

“Os defensores de Putin ou ignoram deliberadamente estes factos históricos, ou escolhem uma leitura seletiva da realidade que só retém o que lhes convém para glorificar um líder responsável por crimes massivos.”

Mantém o juízo moral, mas sem insulto direto – o que te dá mais autoridade.


7. Uma possível versão “limpa” de um parágrafo central

Juntando tudo, algo assim:

“Proponho falar hoje de uma ‘Cortina de Putin’, que substitui a antiga Cortina de Ferro: uma linha de separação entre regimes autoritários agressivos e democracias que tentam defender‑se. Putin não inventou nada de novo. Repete, com outros meios, a lógica de Estaline e Hitler, que em 1939 assinaram o pacto Molotov–Ribbentrop e dividiram a Europa de Leste em esferas de influência, abrindo caminho à invasão conjunta da Polónia. Sob Estaline, dezenas de milhões morreram em fomes induzidas, deportações e campos de trabalho; sob Hitler, milhões foram exterminados em campos de morte industrializada. Putin já é responsável por centenas de milhares de mortos e pela destruição de cidades inteiras. Não precisa de atingir os números de Estaline para ser moralmente comparável na brutalidade. A Polónia, que foi esmagada entre Hitler e Estaline, aprendeu a lição: hoje é o país da NATO que mais gasta em defesa em percentagem do PIB, com cerca de 4% a 4,5%, precisamente porque sabe o que significa viver ao lado de um império que despreza a soberania dos seus vizinhos.”


Se quiseres, no próximo passo posso:

  • pegar no teu texto original e devolver‑te uma versão integral reescrita, mantendo o teu tom mas com todos os factos blindados,
  • ou construir contigo um esqueleto de artigo (títulos, secções, dados‑chave) para depois escreveres com a tua voz.

 

A Polónia recorda a invasão de Estaline e Hitler e gasta a maior percentagem da Europa com a defesa, naturalmente depois de Putin e a Ucrânia? Quais os países do mundo que mais aumentaram os investimentos com a defesa depois da invasão da Ucrânia?

Aqui vai uma resposta clara, rigorosa e bem estruturada — com base na pesquisa mais recente que acabei de fazer.


Resumo direto

Sim. A Polónia é hoje o país europeu que mais gasta em defesa em percentagem do PIB, impulsionada pela memória histórica das invasões nazi e soviética e, sobretudo, pela invasão russa da Ucrânia em 2022.
Depois de 2022, os países que mais aumentaram o investimento militar foram sobretudo na Europa de Leste e no Norte da Europa, além dos EUA reforçarem o apoio à Ucrânia. DW


🇵🇱 Por que a Polónia gasta tanto em defesa?

A Polónia tem três fatores estruturais:

1. Memória histórica

  • Invasão nazi (1 de setembro de 1939).
  • Invasão soviética (17 de setembro de 1939).
  • Décadas de ocupação soviética no pós‑guerra.

2. Proximidade geográfica com a Rússia e Bielorrússia

  • A fronteira polaca está a poucas dezenas de quilómetros de Kaliningrado, um dos territórios mais militarizados da Rússia.

3. A invasão da Ucrânia em 2022

  • A Polónia tornou‑se o maior doador europeu de equipamento militar à Ucrânia em percentagem do PIB.
  • Varsóvia elevou o orçamento de defesa para níveis sem precedentes na Europa.

🌍 Quais países mais aumentaram o investimento em defesa após a invasão da Ucrânia?

Com base nos dados disponíveis e nas tendências confirmadas pelas fontes pesquisadas, os maiores aumentos ocorreram em:

1. Países da Europa de Leste (os que mais cresceram)

Estes países veem a Rússia como ameaça direta:

  • Polónia — disparou para o topo da Europa em percentagem do PIB.
  • Estónia, Letónia e Lituânia — aumentos muito elevados, reforçando defesa aérea e munições.
  • Roménia e Eslováquia — aumentos significativos.

2. Países do Norte da Europa

  • Finlândia — aumentou fortemente antes e depois de aderir à NATO.
  • Suécia — reforço acelerado para cumprir metas da NATO.

3. Europa Ocidental

  • Alemanha — criou o Sondervermögen (100 mil milhões de euros), embora a execução seja lenta.
  • França e Itália — aumentos moderados mas consistentes.

4. União Europeia no geral

  • A UE acordou um plano para aumentar gastos militares em 800 mil milhões de euros. DW
  • A despesa em Investigação e Desenvolvimento de defesa aumentou 90% entre 2020 e 2025. Euronews

5. Estados Unidos

  • Aumentaram o apoio militar à Ucrânia e pressionaram aliados a reforçar os seus próprios orçamentos.
  • Em 2024, os aliados europeus da NATO forneceram 50 mil milhões de euros em ajuda militar à Ucrânia, superando a meta inicial. Notícias ao Minuto

📌 Conclusão

  • A Polónia é hoje o país europeu que mais investe em defesa proporcionalmente.
  • Os países que mais aumentaram o investimento após 2022 são sobretudo:
    • Polónia
    • Estados bálticos
    • Finlândia e Suécia
    • Roménia e Eslováquia
    • Alemanha (em valor absoluto)
  • A UE como bloco aumentou massivamente o investimento militar e em I&D de defesa.

 

Tabela comparativa por país, com percentagens do PIB, valores absolutos e evolução desde 2021, incluindo Ucrânia, Federação Russa e os que mais aumentaram no mundo, em especial na NATO.

 

Vou dar‑te uma tabela sintética e depois uma leitura rápida das tendências. Os valores são de 2021 e 2024 (ou 2023 quando 2024 ainda não está fechado), com base em SIPRI, Our World in Data e NATO. SIPRI Our World in Data NATO SIPRI

Aviso honesto: os números podem variar ligeiramente conforme a fonte (SIPRI vs NATO vs dados nacionais), mas as ordens de grandeza e tendências estão corretas.


Tabela comparativa – principais países e maiores aumentos desde 2021

Valores aproximados, em dólares constantes de 2023

País

Bloco

Despesa 2021 (USD)

Despesa 2024 (USD)

% PIB 2021

% PIB 2024*

Variação 21→24

Estados Unidos

NATO

~800 mil M

~970 mil M

~3,3%

~3,0–3,2%

↑ forte em valor, estável em %

Rússia

Não‑NATO

~66 mil M

~150 mil M

~3,7%

~5–6%

↑↑ muito forte (quase duplicou+)

Ucrânia

Parceiro NATO

~6 mil M

~65–67 mil M

~3%

>30%

↑↑↑ explosivo (guerra total)

China

Não‑NATO

~290 mil M

~320 mil M

~1,7%

~1,6–1,8%

↑ moderado, contínuo

Polónia

NATO

~13–15 mil M

~35–40 mil M

~2,1%

~4,1–4,5%

↑↑ muito forte (líder na Europa)

Estónia

NATO

~0,8 mil M

~1,5–1,7 mil M

~2,1%

~3%+

↑ forte em % e valor

Letónia

NATO

~0,7 mil M

~1,4–1,6 mil M

~2,2%

~3%+

↑ forte em % e valor

Lituânia

NATO

~1,2 mil M

~2,0–2,3 mil M

~2,0%

~2,5–3%

↑ forte

Finlândia

NATO (desde 23)

~5 mil M

~7–8 mil M

~1,9%

~2,3–2,5%

↑ forte, sobretudo pós‑2022

Suécia

NATO (desde 24)

~7 mil M

~9–10 mil M

~1,3%

~2%

↑ forte rumo à meta NATO

Alemanha

NATO

~55–60 mil M

~85–90 mil M

~1,3%

~1,6–1,8%

↑ muito forte em valor absoluto

Reino Unido

NATO

~70 mil M

~75–80 mil M

~2,2%

~2,1–2,3%

↑ ligeiro, mantendo >2%

França

NATO

~55 mil M

~60–65 mil M

~1,9%

~2%

↑ moderado

Itália

NATO

~30–32 mil M

~37 mil M

~1,4%

~1,5–1,6%

↑ moderado

Roménia

NATO

~5 mil M

~8–9 mil M

~2,0%

~2,5–3%

↑ forte

Arábia Saudita

Não‑NATO

~55 mil M

~79 mil M

~6,6%

~7%

↑ forte, muito alta % PIB

*Para alguns países, o último ano disponível consolidado é 2023; 2024 é estimativa baseada em SIPRI/NATO.


Quem mais aumentou depois da invasão da Ucrânia?

Em termos relativos (% de crescimento):

  • Ucrânia – de ~6 para ~65 mil milhões: multiplicou por mais de 10.
  • Rússia – aumentos muito fortes, apesar de sanções, para sustentar a guerra. SIPRI
  • Polónia, Estados Bálticos, Finlândia, Suécia, Roménia – os maiores saltos dentro da NATO/Europa em termos percentuais. NATO SIPRI

Em termos absolutos (mais dólares a mais):

  • Estados Unidos – continuam de longe o maior orçamento; o aumento em valor absoluto é enorme. Our World in Data
  • Rússia e Ucrânia – aumentos brutais ligados diretamente ao conflito. Our World in Data SIPRI
  • Alemanha – com o fundo especial de 100 mil milhões de euros, salta muito em valor, mesmo que a % do PIB ainda não seja 2%. NATO

Leitura rápida para o teu propósito

  • Polónia: hoje um dos símbolos da “memória histórica + choque de 2022” → >4% do PIB em defesa, líder na NATO europeia em % do PIB (tirando casos muito específicos). NATO
  • Ucrânia: caso extremo—mais de um terço do PIB em esforço militar direto e indireto.
  • Rússia: converte cada vez mais a economia em “economia de guerra”, com a defesa a comer uma fatia crescente do PIB. SIPRI
  • NATO no geral: número recorde de aliados acima dos 2% do PIB e aumentos fortes sobretudo no flanco leste e norte. NATO

Se quiseres, no próximo passo posso:

  • focar só em NATO vs Rússia vs Ucrânia com uma tabela mais detalhada,
  • ou montar um quadro narrativo que ligue estes números à memória histórica (Polónia, Bálticos, Finlândia, etc.) para uso direto num texto teu.

 

O Secretário Geral da NATO disse que era necessário investir 400% em alguns sectores da defesa para ficar ao nível da Federação Russa?

 

Sim — mas com uma nuance importante. O Secretário‑Geral da NATO, Mark Rutte, não disse que era necessário investir 400% em todos os sectores da defesa, mas sim que a capacidade de defesa aérea e antimíssil da Aliança precisa de aumentar até 400% para estar ao nível da ameaça colocada pela Federação Russa. Diário de Notícias rr.pt Euronews Gazeta do Povo


O que exatamente Rutte afirmou?

🔍 Contexto das declarações

Em vários discursos no início de junho de 2025, Mark Rutte — então Secretário‑Geral da NATO — destacou:

  • A necessidade de um “salto quântico” nas capacidades de defesa.
  • Um aumento de 400% especificamente na defesa aérea e antimíssil.
  • A urgência de reforçar a proteção contra ataques russos, observando o que acontece na Ucrânia.

Fontes independentes (Reuters, Euronews, Renascença, Notícias ao Minuto) confirmam que o número de 400% refere‑se exclusivamente à defesa aérea e antimíssil, não ao orçamento total de defesa.


Porque 400%?

Segundo Rutte:

  • A Rússia demonstra na Ucrânia uma capacidade massiva de ataques aéreos e de mísseis.
  • A NATO precisa de multiplicar por quatro as suas capacidades para garantir dissuasão credível.
  • Isto inclui:
    • Mais sistemas de defesa aérea de longo, médio e curto alcance
    • Mais interceptores
    • Mais sensores e radares
    • Reforço da produção industrial de munições

Resumo claro

A NATO disse que precisa de aumentar em até 400% a capacidade de defesa aérea e antimíssil, para responder ao nível da ameaça russa.

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