Os imbecis, ignorantes ou maquiavélicos do “Dia da Vitória”, a velha ONU e uma Néo-ONU, (China, Xi Jinping, Brasil, Lula, Venezuela, Nicolás Maduro, Cuba, Miguel Díaz‑Canel, Bielorrússia, Lukashenko, Coreia do Norte, Kim Jong Un, ...)
As manifestações do “Dia da Vitória”, depois da invasão da Ucrânia transformaram-se nesta mensagem de Putin: estamos a “desnazificar” a Ucrânia como Estaline desnazificou a Europa. Só os mais imbecis ou ignorantes acreditam nesta fábula. Na verdade Putin é político do século com mais semelhanças e piores criminosos contra a humanidade da história da Europa Ocidental: Estaline, (20 a 40 milhões de vítimas), Hitler, (6 milhões de judeus mais alguns ciganos, homossexuais) e Napoleão (com 3 milhões das suas invasões para deixar a França mais pequena. Muitos atribuem o começo da Segunda Guerra Mundial só a Hitler. Poucos sabem que a responsabilidade é de um acordo secreto entre Hitler e Estaline para invadirem e dividirem a Polónia entre ambos. Putin está a mostrar-se com a invasão da Ucrânia como os 3 piores da história da Europa.
Putin assemelha-se ao pior de Estaline e Hitler:
1. Não respeitaram tratados. Hitler, além de não respeitar o tratado secreto com Estaline de não agressão, não respeitou o Tratado de Versalhes. Putin não respeitou o Tratado de Budapeste em que a Rússia recebeu as armas nucleares da Ucrânia, terceira potência mundial de bombas atómicas daquele tempo, na condição de as suas fronteiras serem respeitadas.
2. Como Napoleão, Estaline e Hitler invadiram povos mais fracos para os roubar. Napoleão justificou as invasões para levar os ideais da Revolução Francesa. Mas os seus métodos estiveram muito longe da fraternidade da Revolução Francesa. Estaline e Putin justificaram as invasões com a proteção dos russos na Polónia e Ucrânia. Hitler justificou a invasão da Polónia para salvar os alemães que ali residiam em paz antes da guerra.
Os participantes no Dia da Vitória depois da invasão da Ucrânia desconhecem estes factos? Acreditam que Putin, o pior nazista do século, está a “desnazificar” a Ucrânia? Não sabem que Putin está a usar estas manifestações para ter apoio na invasão da Ucrânia? Não sabem que a sua presença é um apoio ao 7 vezes pior criminosos do século? Não sabem que na Ucrânia estão a realizar-se os piores crimes do século com piores consequências futuras? São tão imbecis ou ignorantes que não sabem de estar a ser cúmplices do pior criminosos e piores crimes do século? Ou são tão maquiavélicos que esperam receber parte do que Putin roubará na Ucrânia?
Imagino uma Néo-ONU que no primeiro minuto condenava democraticamente Putin e cúmplices na Rússia ou fora que o apoiassem, sequestro de todos os bens de todos os russos em qualquer parte do mundo, no segundo um imposto a todos os que fizessem negócios e num terceiro minuto o sequestro de todos os bens a quem aumentasse os negócios e relações políticas, económicas ou culturais com a Rússia.
Imagino uma Néo-ONU que dava e recebia poder dos mais civis de todo o mundo unidos contra os mais maquiavélicos, criminosos contra a humanidade e seus cúmplices.
Imagino uma Néo-ONU que promovia a colaboração de todos os ucranianos de todo o mundo para:
1. Manifestações em todas as embaixadas, consulados, representações públicas dos presentes no “Dia da Vitória” ou que de qualquer outra forma apoiam Putin na invasão da Ucrânia com o slogan: “NUNCA MAIS HITLER E NAZISTAS, PUTIN E PUTINISTAS”.
2. “MONUMENTOS” de montes de pedras, ferros e cimento de destruições de guerras com o slogan: “NUNCA MAIS HITLER E NAZISTAS, PUTIN E PUTINISTAS”, frente a todos os consulados, embaixadas e representações culturais dos presentes no “Dia da Vitória”.
Mais com a IA de Copilot, factos que dão lógica ou contradizem as minhas opiniões:
Segue
uma reescrita
integral, com
linguagem
diplomática,
impessoal,
prioridade ao
essencial,
estrutura editorial,
e sem ataques
pessoais, mantendo
o sentido crítico e factual do texto original.
O objetivo é
transformar o conteúdo num capítulo
pronto para integrar o e‑book,
com clareza, rigor e tom institucional.
Os participantes do “Dia da Vitória”, a velha ONU e a necessidade de uma Néo‑ONU
1. O significado político das manifestações após a invasão da Ucrânia
Após a invasão da Ucrânia, as celebrações do “Dia da Vitória” passaram a transmitir uma mensagem política clara: a tentativa de legitimar a agressão militar através da narrativa de “desnazificação”. Esta retórica procura estabelecer um paralelo com a derrota do nazismo na Segunda Guerra Mundial, apesar de não existir fundamento histórico que a sustente.
A utilização deste discurso contrasta com o consenso académico internacional sobre os crimes cometidos por regimes totalitários do século XX. A comparação histórica é inevitável: violações de tratados, invasões de países soberanos e repressão interna são elementos comuns a vários dos piores episódios da história europeia moderna.
2. Paralelos históricos: tratados violados e invasões justificadas por narrativas ideológicas
A análise histórica permite identificar padrões recorrentes:
2.1. Violação de tratados internacionais
O Pacto de Não Agressão Germano‑Soviético (1939) foi quebrado por Hitler.
O Tratado de Versalhes foi repetidamente desrespeitado pelo regime nazi.
O Memorando de Budapeste (1994), que garantia a integridade territorial da Ucrânia em troca da entrega do seu arsenal nuclear, foi violado pela Federação Russa.
2.2. Invasões justificadas por argumentos de proteção de minorias
Napoleão justificou as suas campanhas com a difusão dos ideais da Revolução Francesa, apesar de métodos incompatíveis com esses princípios.
Hitler alegou proteger minorias alemãs na Polónia.
Estaline e, mais recentemente, a liderança russa justificaram intervenções militares com a proteção de populações russófonas.
Estes paralelos não pretendem equiparar regimes, mas evidenciar padrões de comportamento político: expansão territorial, instrumentalização da história e uso de narrativas de proteção para legitimar agressões.
3. A presença internacional no “Dia da Vitória” após 2022
A participação de delegações estrangeiras nas celebrações posteriores à invasão da Ucrânia levanta questões relevantes:
Até que ponto os participantes conhecem o contexto histórico e jurídico da agressão?
Estão conscientes de que a sua presença pode ser interpretada como apoio político?
Avaliam o impacto simbólico de participar num evento utilizado para legitimar uma guerra em curso?
A presença de líderes estrangeiros pode resultar de interesses estratégicos, económicos ou diplomáticos, mas não altera o facto de que o evento tem sido utilizado para reforçar uma narrativa que contraria princípios fundamentais do direito internacional.
4. A velha ONU e os limites estruturais da ordem internacional
A ONU, tal como concebida em 1945, enfrenta limitações profundas:
o poder de veto impede respostas rápidas a agressões;
a dependência dos Estados limita a capacidade de ação;
a assimetria de poder entre membros permanentes do Conselho de Segurança bloqueia decisões essenciais.
A guerra na Ucrânia expôs estas fragilidades de forma particularmente evidente.
5. A proposta conceptual de uma Néo‑ONU
Uma Néo‑ONU, no quadro conceptual deste e‑book, seria uma organização:
democrática, com mecanismos que impedissem o bloqueio por vetos individuais;
capaz de sancionar rapidamente agressões militares, independentemente do agressor;
dotada de instrumentos económicos e jurídicos eficazes, incluindo:
congelamento automático de bens de Estados agressores,
mecanismos de responsabilização internacional,
penalizações económicas proporcionais ao grau de colaboração com agressões.
Esta visão não pretende substituir a ONU, mas propor um modelo alternativo que responda às falhas estruturais da ordem atual.
6. Mobilização cívica global: o papel das sociedades e diásporas
Uma Néo‑ONU orientada para a participação cidadã poderia promover:
6.1. Mobilização pública internacional
Manifestações
pacíficas em frente a embaixadas, consulados e representações
oficiais de Estados que apoiem ou legitimem agressões militares, com
mensagens universais como:
“Nunca
mais totalitarismos. Nunca mais agressões militares.”
6.2. Memoriais simbólicos
Criação de estruturas simbólicas — montes de pedras, ferro e cimento provenientes de zonas destruídas pela guerra — colocadas em frente a representações diplomáticas, como forma de recordar:
a destruição causada por agressões militares,
a necessidade de prevenir futuras violações da paz,
a responsabilidade coletiva na defesa dos direitos humanos.
7. Factos que sustentam ou desafiam estas interpretações
A investigação histórica e a análise internacional permitem identificar elementos que:
7.1. Sustentam as preocupações apresentadas
Violação documentada do Memorando de Budapeste.
Invasão militar de um Estado soberano reconhecido internacionalmente.
Utilização de narrativas históricas distorcidas para justificar agressões.
Registo de crimes de guerra investigados por organismos internacionais.
7.2. Introduzem nuances importantes
Alguns países presentes no “Dia da Vitória” adotam neutralidade pragmática, não apoio explícito.
A participação pode refletir dependências económicas, não alinhamento ideológico.
A comparação histórica deve ser usada com rigor para evitar simplificações excessivas.
Conclusão
A análise das celebrações do “Dia da Vitória” após a invasão da Ucrânia revela um uso político da memória histórica para legitimar ações militares contemporâneas. A resposta internacional tem sido limitada pelas estruturas da velha ONU, o que reforça a necessidade de imaginar modelos alternativos — como a Néo‑ONU — capazes de proteger a paz, responsabilizar agressores e mobilizar a sociedade global.
Pergunta a Copilot:
Quais os países que estiveram nas manifestações do “Dia da Vitória”, este ano, (2026), possíveis razões políticas, culturais, económicas, etc.?
Resposta de Copilot:
“
Síntese
factual:
As celebrações do Dia da Vitória
mais recentes com dados verificáveis são as de 2025,
que reuniram 29 líderes estrangeiros — sobretudo
de países do Sul Global, ex‑URSS,
regimes autoritários ou governos que mantêm
neutralidade pragmática perante a guerra da
Ucrânia. Esses dados são consistentes em várias fontes
jornalísticas. VEJA
Diário
de Notícias Exame
Brasil
247
A seguir, apresenta‑se uma lista consolidada dos países presentes e uma análise das razões políticas, culturais e económicas que explicam essa composição.
🇷🇺 1. Países presentes no “Dia da Vitória” (lista consolidada das fontes)
1.1. Chefes de Estado e Governo presentes
Fontes de 2025 confirmam a
presença dos seguintes países:
Diário
de Notícias Exame
Brasil
247
China (Xi Jinping)
Brasil (Lula da Silva)
Venezuela (Nicolás Maduro)
Cuba (Miguel Díaz‑Canel)
Bielorrússia (Alexander Lukashenko)
Sérvia (Aleksandar Vučić)
Eslováquia (Robert Fico)
Bósnia (República Srpska) (Milorad Dodik)
Indonésia
Egito
Vietname
Burkina Faso
Zimbábue
Iraque
Congo
Mianmar
Etiópia
Guiné Equatorial
Guiné‑Bissau
Cazaquistão
Quirguistão
Tajiquistão
Turquemenistão
Uzbequistão
Laos
Mongólia
Abkházia (território separatista pró‑Rússia)
Ossétia do Sul (território separatista pró‑Rússia)
Total: 29 países, segundo o Kremlin. Diário de Notícias
🎯 2. Razões políticas, culturais e económicas para a presença destes países
2.1. Razões políticas
a) Alinhamento estratégico com Moscovo
China, Bielorrússia, Venezuela, Cuba e Mianmar são aliados estratégicos ou parceiros anti‑ocidentais.
A presença reforça a narrativa russa de que não está isolada apesar das sanções. VEJA
b) Neutralidade pragmática / multilateralismo
Brasil, Indonésia, Egito e Vietname mantêm uma política externa de equilíbrio entre Ocidente e Rússia.
A presença é usada para mostrar autonomia diplomática.
c) Desafio à UE e à OTAN
A participação da Eslováquia e da Sérvia é vista como afronta à linha europeia de isolamento de Moscovo.
A UE chegou a advertir que não veria “de ânimo leve” a presença de líderes europeus. Diário de Notícias
d) Regimes autoritários ou híbridos
Muitos dos presentes são governos com baixa pressão interna por alinhamento com o Ocidente.
A Rússia oferece apoio militar, energético ou diplomático.
2.2. Razões económicas
a) Dependência energética e militar
Países da Ásia Central (Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Uzbequistão, Turcomenistão) dependem da Rússia para:
energia,
remessas de trabalhadores,
segurança regional.
b) Cooperação militar
Mianmar, Vietname, Argélia (não presente em 2025, mas tradicional cliente) e vários países africanos compram armamento russo.
A presença reforça contratos e apoio técnico.
c) Investimentos e acordos agrícolas/minerais
Zimbábue, Burkina Faso, Etiópia e Guiné Equatorial procuram financiamento russo e acesso a fertilizantes, cereais e tecnologia militar.
2.3. Razões culturais e históricas
a) Ex‑repúblicas soviéticas
Para países como Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Uzbequistão, Arménia, a data tem forte carga simbólica ligada à memória soviética.
b) Narrativa antifascista
Regimes autoritários usam o discurso russo de “luta contra o nazismo” para legitimar o seu próprio poder interno.
🧭 3. Interpretação geral
A composição dos participantes mostra:
quase ausência de democracias consolidadas ocidentais;
forte presença de regimes autoritários, híbridos ou alinhados com Moscovo;
países do Sul Global que procuram equilibrar relações com EUA/UE e Rússia;
ex‑repúblicas soviéticas que dependem estruturalmente da Rússia.
A Rússia utiliza o evento para projetar força, continuidade histórica e apoio internacional, apesar da guerra na Ucrânia e das sanções.
Pergunta a Copilot:
Posição sobre a guerra da Ucrânia dos presentes no “Dia da Vitória”?
Resposta de Copilot:
“A posição dos países presentes no “Dia da Vitória” de 2025 sobre a guerra da Ucrânia pode ser sintetizada em quatro grupos:
Apoiadores diretos da Rússia,
Apoiadores tácitos / alinhamento anti‑ocidental,
Neutros pragmáticos,
Neutros formais com críticas pontuais.
As fontes disponíveis não fornecem declarações específicas de cada país durante o evento, mas permitem inferir a posição oficial com base no comportamento diplomático, votações na ONU e alinhamentos estratégicos.
A seguir, a classificação mais rigorosa possível com base em dados públicos.
🟥 1. Apoiadores diretos da Rússia
Países que apoiam explicitamente a narrativa russa, justificam a invasão ou colaboram militarmente.
Bielorrússia
Aliado militar direto.
Permitiu uso do território para a invasão de 2022.
Adota integralmente a narrativa russa.
Venezuela
Apoio político explícito a Moscovo.
Repetiu narrativas russas sobre “provocações da OTAN”.
Cuba
Condena sanções contra a Rússia.
Atribui a guerra à “expansão da OTAN”.
Mianmar
Junta militar apoiada por Moscovo.
Cooperação militar intensa; apoio diplomático à Rússia.
Coreia do Norte (participou militarmente no desfile de 2025)
Forneceu munições e apoio militar à Rússia.
Apoio total à narrativa russa. VEJA
Síria (não esteve em 2025, mas é relevante historicamente)
Apoio total à Rússia desde 2015.
🟧 2. Apoiadores tácitos / alinhamento anti‑ocidental
Países que não reconhecem a invasão como legítima, mas culpam o Ocidente e mantêm forte cooperação com Moscovo.
China
Não condena a invasão.
Culpa a OTAN pela escalada.
Cooperação estratégica e militar crescente.
Presença de Xi Jinping em 2025 reforça o alinhamento. SIC Notícias
Irão (não esteve em 2025, mas alinhado)
Fornece drones e apoio militar.
Burkina Faso, Mali, Níger (apenas Burkina Faso esteve em 2025)
Governos militares apoiados por mercenários russos.
Narrativa anti‑ocidental forte.
Zimbábue
Relações históricas com Moscovo.
Discurso anti‑sanções e anti‑ocidental.
Egito
Relação militar com Moscovo.
Evita condenar a Rússia; discurso de “equilíbrio”.
🟨 3. Neutros pragmáticos
Países que não apoiam a invasão, mas não querem romper com Moscovo por razões económicas, energéticas ou geopolíticas.
Brasil
Condena a invasão em votações da ONU.
Critica sanções unilaterais.
Defende “negociação” e “cessar‑fogo”.
Lula evita culpar exclusivamente a Rússia.
A presença em 2025 foi interpretada como gesto de autonomia diplomática.
Indonésia
Condenou a invasão na ONU.
Mantém neutralidade ativa e relações com ambos os lados.
Vietname
Relação militar histórica com Moscovo.
Evita condenar a Rússia, mas não apoia a invasão.
Guiné‑Bissau, Guiné Equatorial, Congo, Etiópia
Neutros em votações da ONU.
Dependência económica e militar da Rússia.
Autoridade Palestina
Relação histórica com Moscovo.
Evita condenar a Rússia; foco no conflito interno.
🟦 4. Neutros formais (ex‑URSS) com dependência estrutural
Países que não apoiam a guerra, mas não podem confrontar Moscovo.
Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Uzbequistão, Turcomenistão
Não reconhecem anexações russas.
Evitam condenar Moscovo.
Dependência económica, energética e migratória da Rússia.
Participação no desfile é mais simbólica do que política.
Sérvia
Não apoia a invasão.
Não adere a sanções.
Mantém equilíbrio entre UE e Rússia.
Eslováquia (Robert Fico)
Condena a invasão oficialmente (posição da UE).
Fico, porém, adota discurso pró‑Rússia e anti‑Ucrânia.
Foi o único líder da UE presente em 2025. SIC Notícias
🟫 5. Territórios separatistas pró‑Rússia
Reconhecem totalmente a narrativa russa.
Abkházia
Ossétia do Sul
Ambos dependem militarmente da Rússia e apoiam a guerra.
🧭 Síntese final
A posição dos países presentes no “Dia da Vitória” de 2025 sobre a guerra da Ucrânia pode ser resumida assim:
Apoio explícito à Rússia: Bielorrússia, Venezuela, Cuba, Mianmar, Coreia do Norte.
Apoio tácito / anti‑ocidental: China, Burkina Faso, Zimbábue, Egito.
Neutralidade pragmática: Brasil, Indonésia, Vietname, vários países africanos.
Neutralidade forçada (ex‑URSS): Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Uzbequistão, Turcomenistão, Sérvia.
Reconhecimento total da narrativa russa: Abkházia, Ossétia do Sul.
”
Pergunta a Copilot:
Benefícios esperados pela presença no evento?
“A presença no
“Dia da Vitória” de 2025 não foi apenas simbólica:
para cada país presente, havia benefícios concretos,
imediatos ou estratégicos, que explicam por que aceitaram
aparecer ao lado de Putin num momento de guerra e sanções.
A
seguir, apresento uma síntese estruturada,
organizada por tipo de benefício — adequada para uso editorial e
comparações posteriores.
🎯 1. Benefícios políticos
1.1. Reforço de alianças estratégicas
Para aliados tradicionais ou regimes dependentes da Rússia, a presença serviu para:
garantir apoio político contínuo (Bielorrússia, Sérvia, Mianmar)
reforçar pactos de segurança (Ásia Central)
mostrar lealdade ao principal protetor internacional (Abkházia, Ossétia do Sul)
1.2. Sinalização anti‑ocidental
Para países com tensões com EUA/UE:
mostrar autonomia diplomática (Brasil, Egito, Indonésia)
enviar mensagem de resistência ao Ocidente (Venezuela, Cuba, Zimbábue, Burkina Faso)
ganhar margem de negociação com Washington e Bruxelas ao demonstrar que têm alternativas.
1.3. Ganho de visibilidade internacional
Em fóruns multilaterais,
muitos destes países têm pouca projeção.
Estar ao lado de
Putin e Xi Jinping num evento globalmente mediático:
aumenta a visibilidade,
reforça a imagem de “atores relevantes”,
abre portas para negociações bilaterais.
💰 2. Benefícios económicos
2.1. Acesso a energia, combustíveis e fertilizantes
A Rússia é um dos maiores fornecedores mundiais de:
petróleo,
gás,
fertilizantes,
cereais.
Países como Egito, Etiópia, Congo, Guiné‑Bissau, Indonésia dependem destes produtos e esperam:
descontos,
contratos preferenciais,
garantias de fornecimento em tempos de crise.
2.2. Investimentos e projetos de infraestrutura
A Rússia tem aumentado investimentos em:
mineração (Zimbábue, Burkina Faso),
energia (Egito, Vietname),
transportes e logística (Ásia Central).
A presença no evento facilita:
assinatura de novos acordos,
renegociação de dívidas,
acesso a financiamento estatal russo.
2.3. Comércio agrícola e segurança alimentar
Países africanos e asiáticos enfrentam:
inflação alimentar,
dependência de importações,
instabilidade climática.
A Rússia oferece:
cereais a preços reduzidos,
fertilizantes subsidiados,
parcerias agrícolas.
🔫 3. Benefícios militares e de segurança
3.1. Compra de armas e tecnologia militar
A Rússia é fornecedor chave para:
Vietname,
Mianmar,
Egito,
vários países africanos.
A presença no desfile:
facilita contratos,
garante manutenção e peças,
abre acesso a novos sistemas de defesa.
3.2. Apoio militar direto
Para regimes sob ameaça interna (Burkina Faso, Mianmar):
presença = garantia de apoio russo (armas, instrutores, mercenários).
3.3. Segurança regional (Ásia Central)
Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Uzbequistão e Turcomenistão dependem da Rússia para:
controlo de fronteiras,
gestão de conflitos no Afeganistão,
cooperação antiterrorista.
🧭 4. Benefícios diplomáticos e simbólicos
4.1. Barganha com o Ocidente
Países como Brasil, Egito, Sérvia usam a presença para:
mostrar independência,
aumentar o seu valor negocial,
obter concessões de EUA/UE (comércio, vistos, investimentos).
4.2. Legitimidade interna
Para regimes autoritários:
aparecer ao lado de Putin reforça a narrativa de força,
legitima o poder interno,
cria imagem de parceiros globais importantes.
4.3. Continuidade histórica (ex‑URSS)
Para países da Ásia Central:
o 9 de Maio é parte da memória soviética,
a presença evita tensões com Moscovo,
mantém a narrativa de “amizade histórica”.
🧩 5. Benefícios específicos por grupo de países
A) Regimes autoritários africanos (Burkina Faso, Zimbábue, Guiné Equatorial, Congo)
armas,
proteção diplomática,
apoio contra sanções,
investimentos em mineração.
B) Ex‑URSS (Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Uzbequistão, Turcomenistão)
segurança regional,
remessas de trabalhadores migrantes,
energia barata.
C) Países com neutralidade pragmática (Brasil, Indonésia, Vietname)
reforço da autonomia diplomática,
acesso a fertilizantes e energia,
equilíbrio entre Ocidente e Rússia.
D) Aliados ideológicos (Cuba, Venezuela, Mianmar)
apoio político,
cooperação militar,
proteção contra sanções.
🧭 Síntese final em 5 linhas
Os países presentes no “Dia da Vitória” de 2025 esperavam:
benefícios económicos diretos (energia, cereais, fertilizantes, investimentos),
acesso a armas e apoio militar,
proteção diplomática em fóruns internacionais,
reforço de alianças estratégicas com Moscovo e Pequim,
ganhos simbólicos e políticos internos.
A presença foi, portanto, uma troca de interesses, não um gesto ideológico.
”
Porque não apareceu Kim Jong Un?
A ausência de Kim Jong Un no “Dia da Vitória” de 2025 — apesar de a Coreia do Norte ter enviado militares para desfilar na Praça Vermelha — é explicável por cinco fatores estruturais, combinando cálculo estratégico, segurança pessoal e gestão de imagem internacional.
A seguir, a explicação organizada de forma didática e editorial.
🎯 1. Segurança pessoal extrema (fator decisivo)
Kim Jong Un quase
nunca viaja ao estrangeiro.
Quando o faz:
desloca‑se apenas de comboio blindado,
evita voos internacionais,
exige protocolos de segurança extraordinários,
escolhe países onde controla totalmente o ambiente (China, Rússia em 2019, Vietname para a cimeira com Trump).
O Dia da Vitória é um evento:
ao ar livre,
com centenas de milhares de pessoas,
alvo potencial de drones,
em plena guerra.
Para Kim, o risco é inaceitável.
🔥 2. A guerra da Ucrânia aumentou o risco de ataques em Moscovo
Em 2025, Moscovo enfrentava:
ataques com drones ucranianos,
alertas de segurança elevados,
reforço militar em torno da Praça Vermelha.
Nenhum líder com preocupações extremas de segurança — como Kim — aceitaria expor‑se num evento desse tipo.
🧭 3. Kim prefere encontros bilaterais discretos, não eventos multilaterais
A diplomacia norte‑coreana funciona assim:
máxima visibilidade quando Kim encontra um líder importante (Putin, Xi, Trump),
mínima exposição em eventos com muitos chefes de Estado.
O Dia da Vitória não lhe daria:
protagonismo exclusivo,
controlo da narrativa,
tempo de antena individual.
Para Kim, isso não compensa.
🔄 4. A relação Rússia–Coreia do Norte já estava consolidada sem necessidade de presença pessoal
Em 2023–2024, Moscovo e Pyongyang:
assinaram acordos militares,
trocaram munições e tecnologia,
reforçaram a cooperação estratégica.
A presença de militares norte‑coreanos no desfile já era:
um sinal político forte,
suficiente para mostrar alinhamento,
sem exigir a presença física de Kim.
🌍 5. Evitar desgaste diplomático com a China
A China é o principal protetor da Coreia do Norte.
Se Kim aparecesse ao lado de Putin num evento militar:
poderia ser interpretado como alinhamento excessivo com Moscovo,
diminuindo a margem de manobra de Pequim,
e criando tensões desnecessárias.
A China prefere que Pyongyang:
apoie a Rússia,
mas sem eclipsar a sua própria posição de “mediador”.
🧩 Síntese final (em 5 linhas)
Kim Jong Un não apareceu no Dia da Vitória porque:
evita viagens internacionais por razões de segurança extrema,
Moscovo estava sob alto risco de ataques,
eventos multilaterais não lhe dão protagonismo,
o apoio à Rússia já estava garantido sem a sua presença,
a China prefere que Pyongyang mantenha perfil controlado.
”
Pergunta a Copilot:
Quais os países participantes no “Dia da Vitória”, cada ano, depois da anexação da Crimeia?
Resposta de Copilot:
“Resposta
direta:
A participação estrangeira no Dia da
Vitória reduziu fortemente após a
anexação da Crimeia (2014) e só voltou a aumentar de forma
excecional em 2025.
Ou seja:
2014–2024: queda acentuada e prolongada.
2025: aumento abrupto (29 líderes estrangeiros).
2026: novamente baixa (até agora, sem líderes estrangeiros confirmados).
A seguir, apresento a evolução ano a ano, de forma estruturada e comparável — adequada para uso editorial.
📉📈 Evolução da participação estrangeira (antes e depois da Crimeia)
🟥 Antes da anexação da Crimeia (até 2013)
O Dia da Vitória era um evento multilateral, com presença de:
líderes da UE,
EUA,
Japão,
Canadá,
Austrália,
países da Ásia Central,
países dos BRICS,
aliados tradicionais.
Participação típica: 20–30 líderes estrangeiros em anos comemorativos (ex.: 2005, 2010).
🟥➡️🟨 Depois da anexação da Crimeia (2014–2021): queda drástica
2014
Boicote ocidental.
Apenas alguns líderes da CEI (ex‑URSS).
Participação: baixa.
2015 (70.º aniversário)
Boicote de EUA, UE, Canadá, Japão, Austrália.
Presentes: China, Índia, África do Sul, Cuba, Vietname, Egito, Ásia Central.
Participação: média, mas sem Ocidente.
2016–2021
Quase nenhum chefe de Estado estrangeiro.
Apenas embaixadores e delegações técnicas.
Participação: muito baixa.
Tendência geral
2014–2021:
👉 Redução contínua
em relação ao período pré‑Crimeia.
🟥➡️🟦 Após a invasão da Ucrânia (2022–2024): isolamento quase total
2022
Zero líderes estrangeiros.
Vários países proibiram seus diplomatas de participar.
Participação: zero.
2023
Zero líderes estrangeiros.
Desfiles reduzidos por segurança.
Participação: zero.
2024
Apenas representantes de países aliados menores.
Nenhum chefe de Estado.
Participação: quase zero.
Tendência
2022–2024:
👉 Redução ao nível mais
baixo desde 1991.
🟩 2025 – A exceção histórica: aumento abrupto
2025
29 líderes estrangeiros presentes.
Maior participação desde 2010.
Predomínio de:
regimes autoritários,
países do Sul Global,
ex‑repúblicas soviéticas,
países com neutralidade pragmática.
Participação: muito alta (excecional).
🟦 2026 – Retorno ao padrão de isolamento
Até 11/05/2026:
Nenhum líder estrangeiro confirmado.
Foco mediático apenas em segurança e drones.
Participação: baixa/zero.
📊 Resumo comparativo (tendência geral)
Período |
Participação estrangeira |
Tendência |
|---|---|---|
Antes de 2014 |
Alta |
Estável |
2014–2021 |
Baixa |
Queda contínua |
2022–2024 |
Zero ou quase zero |
Isolamento total |
2025 |
Muito alta (29 líderes) |
Exceção |
2026 |
Baixa/zero |
Retorno ao isolamento |
🎯 Conclusão objetiva
A participação estrangeira no Dia da Vitória reduziu drasticamente após a anexação da Crimeia, atingiu o mínimo histórico após a invasão da Ucrânia, e só aumentou uma única vez — em 2025 — por razões políticas específicas (diplomacia com o Sul Global, tentativa de mostrar que a Rússia não está isolada).
”
Pergunta a Copilot:
Como se explica o aumento em 2025?
Resposta de Copilot:
“O
aumento abrupto da participação estrangeira no Dia da
Vitória em 2025 — depois de uma década de queda contínua
— não foi um fenómeno espontâneo, mas o
resultado de cinco movimentos estratégicos do Kremlin,
combinados com mudanças no sistema internacional.
A seguir,
apresento a explicação estruturada, factual e comparável, adequada
para uso editorial.
🎯 1. Estratégia diplomática deliberada de Moscovo para quebrar o isolamento
Entre 2014 e 2024, a Rússia esteve:
sob sanções ocidentais crescentes,
com queda de prestígio internacional,
e com participação estrangeira quase nula no 9 de Maio.
Em 2025, o Kremlin decidiu reverter essa imagem, convidando agressivamente:
países do Sul Global,
regimes autoritários ou híbridos,
parceiros anti‑ocidentais,
e Estados que mantêm neutralidade pragmática.
O objetivo era mostrar ao público interno e externo que a Rússia “não está isolada”.
🌍 2. Reconfiguração global: ascensão do Sul Global e multipolaridade
O ano de 2025 coincide com:
maior assertividade diplomática da China,
expansão da influência russa em África,
crescimento de alianças alternativas (BRICS+, OPEP+, SCO),
desgaste da imagem ocidental em partes do Sul Global.
Muitos países viram vantagem em:
equilibrar relações entre Ocidente e Rússia,
negociar acordos energéticos, militares ou agrícolas,
mostrar autonomia estratégica.
🔥 3. A guerra da Ucrânia entrou numa fase de “normalização” para vários países
Em 2022–2024, a guerra era vista como:
imprevisível,
arriscada,
com forte pressão diplomática ocidental.
Em 2025, vários governos do Sul Global passaram a:
considerar o conflito como estabilizado,
reduzir o custo reputacional de aparecer ao lado de Putin,
priorizar interesses económicos sobre alinhamentos ideológicos.
💰 4. Incentivos económicos e militares oferecidos pela Rússia
A Rússia intensificou:
vendas de armas a África e Ásia,
acordos de cereais e fertilizantes,
investimentos em mineração e energia,
apoio militar a regimes isolados (Mianmar, Burkina Faso, Mali, etc.).
Para muitos desses países, participar no desfile:
não tem custo político interno,
e abre portas a benefícios materiais imediatos.
🧱 5. Forte presença de ex‑repúblicas soviéticas (dependência estrutural)
Os países da Ásia Central (Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Uzbequistão, Turcomenistão):
dependem da Rússia para segurança regional,
têm milhões de trabalhadores migrantes na Rússia,
mantêm laços culturais e históricos com o 9 de Maio.
A presença deles é quase obrigatória para manter equilíbrio com Moscovo.
🧩 Síntese explicativa (em 5 linhas)
O aumento em 2025 explica‑se por:
Esforço diplomático russo para mostrar que não está isolada.
Apoio da China e alinhamento de regimes autoritários.
Interesses económicos de países africanos e asiáticos.
Neutralidade pragmática de Estados que querem equilibrar relações com Ocidente e Rússia.
Dependência estrutural das ex‑repúblicas soviéticas.
📌 Conclusão editorial
O pico de 2025 não
representa uma tendência, mas uma exceção
estratégica:
um momento em que Moscovo conseguiu
mobilizar aliados e parceiros pragmáticos para projetar
força simbólica, apesar da guerra e das sanções.
Em
2026, a participação voltou a níveis baixos, confirmando que o
aumento de 2025 foi circunstancial e politicamente orquestrado.
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