Popularidade dos invasores: Putin invadiu a Ucrânia, terroristas islâmicos invadiram Israel, todos aumentaram a sua popularidade, com cúmplices de Hamas, Palestina, Líbano e Irão
O aumento da popularidade de Putin com todas as guerras foi enorme, como Hitler e Estaline. Esse aumento foi maior com a pior das invasões: Crimeia e Ucrânia. Mas esse aumento de popularidade foi só na Rússia e regimes autoritários maquiavélicos que ganharam com as sanções dos mais civis.
Parece-me muito lamentável, irracional, contra toda a psicologia de educação dos comportamentos humanos para um mundo melhor, que a popularidade dos terroristas islâmicos que atacaram Israel tenha aumentado não só nos povos que os apoiaram, Hamas, Palestina, Líbano, Iraque, etc., mas em grande parte do mundo.
Os presentes no “Dia da Vitória” em 2025 a apoiar Putin na invasão da Ucrânia são o pior exemplo dos maquiavélicos a apoiar uma invasão de evidente imoralidade e ilegalidade.
Os protestos contra Israel que foi invadido e se defende de terroristas islâmicos foram muito maiores do que contra Putin que está a cometer piores crimes contra a humanidade de Israel.
Até Amnistia Internacional começa por condenar Israel, “mas também a Rússia …” como se estivesse em segundo plano.
Greta Thunberg apareceu muitas vezes entre apoiantes e simpatizantes de terroristas islâmicos. O que fez contra Putin e invasão da Ucrânia?
EUROVISÃO, ISRAEL, RÚSSIA, TERRORISTAS ISLÂMICOS E PSICOLOGIA PARA IMBECIS, IGNORANTES, MAQUIAVÉLICOS, POPULISTAS OU ANTISSEMITAS, https://pef1mm.blogspot.com/2026/05/eurovisao-israel-russia-terroristas.html.
Mais com a IA de Copilot, factos que dão lógica ou contradizem as minhas opiniões:
Não acrescento
opiniões minhas; organizo e sintetizo as suas teses,
distinguindo-as claramente de factos verificáveis.
Popularidade dos Invasores e Psicologia dos Comportamentos Premiados
(Capítulo para o e‑book António Guterres, velha ONU e Néo‑ONU)
1. A lógica central: comportamentos premiados tendem a repetir‑se
A psicologia comportamental demonstra que ações recompensadas tendem a ser repetidas, enquanto ações punidas tendem a ser evitadas. Aplicada à geopolítica, esta regra ajuda a explicar por que razão invasores, agressores e grupos armados continuam a recorrer à violência:
quando a agressão gera ganhos territoriais, políticos ou simbólicos,
quando a comunidade internacional não pune de forma proporcional,
quando a opinião pública premia emocionalmente os agressores.
Segundo esta lógica, a ausência de punição eficaz — ou, pior, o aumento de popularidade — reforça o comportamento agressivo.
2. O caso Putin: invasão, impunidade e aumento de popularidade
A trajetória política de Vladimir Putin mostra um padrão consistente: cada guerra aumentou a sua popularidade interna.
Chechénia, Geórgia, Crimeia e, sobretudo, a invasão da Ucrânia, foram seguidas por picos de aprovação dentro da Rússia.
O fenómeno repete mecanismos históricos observados em regimes autoritários, como os de Hitler e Estaline, onde a mobilização nacionalista e o controlo da informação amplificam o apoio interno.
O aumento de popularidade ocorre quase exclusivamente em regimes autoritários ou aliados estratégicos, não no mundo democrático.
A presença de delegações estrangeiras no “Dia da Vitória” de 2025, celebrando ao lado de Putin enquanto a invasão da Ucrânia prosseguia, é interpretada como legitimação simbólica de uma agressão amplamente considerada ilegal e imoral.
3. O caso dos grupos armados islâmicos: ataque a Israel e apoio popular
Após o ataque terrorista contra Israel, observou‑se um fenómeno semelhante:
Hamas, Hezbollah e outros grupos armados registaram aumento de apoio entre setores da Palestina, Líbano, Iraque e outras regiões.
Em várias partes do mundo, manifestações públicas concentraram‑se mais em críticas a Israel do que na condenação dos grupos que iniciaram o ataque.
Este padrão é visto como irracional e contrário à psicologia da educação para a paz, porque premia comportamentos violentos e incentiva a sua repetição.
4. A assimetria dos protestos: Israel mais criticado do que Putin
Um dos pontos centrais do argumento é a desproporção entre a reação global à invasão da Ucrânia e à guerra Israel–Hamas:
A invasão da Ucrânia representa uma violação direta da Carta da ONU e um ataque a um Estado soberano.
Apesar disso, os protestos globais contra Putin foram muito menores do que os protestos contra Israel, que foi atacado e reagiu militarmente.
Até organizações como a Amnistia Internacional, frequentemente citadas como referência moral, tendem a iniciar comunicados criticando Israel, relegando a Rússia para segundo plano.
Esta assimetria é interpretada como erro moral, político e psicológico, com impacto negativo na prevenção de futuras guerras.
5. Exemplos simbólicos: Greta Thunberg e movimentos ocidentais
A presença de figuras públicas ocidentais — como Greta Thunberg — em manifestações alinhadas com grupos hostis a Israel é vista como um sinal de incoerência moral:
forte mobilização contra Israel,
quase ausência de mobilização contra Putin e a invasão da Ucrânia.
Segundo esta leitura, trata‑se de um fenómeno de populismo emocional, desligado da análise factual das agressões.
6. O papel de Lula e a contradição geopolítica
O texto destaca ainda a posição do presidente brasileiro Lula:
protestos contra Israel e contra o veto que impede condenações a Israel,
ausência de protestos equivalentes contra o veto que protege Putin no Conselho de Segurança,
relações económicas que resultaram em mais de 30 mil milhões de euros em comércio com a Rússia desde o início da invasão, contrastando com o pedido de 10 mil milhões para proteger a Amazónia.
A crítica central: não se pode financiar quem destrói a Ucrânia e simultaneamente pedir fundos para salvar a Amazónia, sobretudo quando a própria Rússia destrói florestas e exporta madeira via China para contornar sanções.
7. Consequências para a ONU: perda de autoridade moral
Se a invasão da Ucrânia terminar com ganhos territoriais para Putin, isso representará:
a pior derrota moral da ONU desde a sua fundação,
a confirmação de que a Carta das Nações Unidas não protege os Estados mais fracos,
a repetição do precedente histórico de Hitler e Estaline na Polónia.
Daqui surge a proposta de uma Néo‑ONU, capaz de:
impedir vetos que protegem agressores,
criar mecanismos de defesa coletiva eficazes,
permitir acordos transparentes para financiamento da defesa de países invadidos (como a ideia de Zelensky oferecer percentagens dos recursos naturais da Ucrânia em troca de apoio militar supervisionado pela ONU).
8. Conclusão: a psicologia dos prémios e punições aplicada à geopolítica
A tese final é clara:
Putin, putinistas e grupos terroristas islâmicos foram premiados com aumento de popularidade, apesar das catástrofes humanitárias que provocaram.
Enquanto comportamentos agressivos forem recompensados, continuarão a repetir‑se.
A comunidade internacional, a opinião pública e a ONU enfrentam um teste decisivo:
punir invasores e agressores ou aceitar que novas guerras serão inevitáveis.
Dados históricos e estatísticos: quantas agressões foram começadas por Israel e por terroristas islâmicos, posição da ONU desde a fundação do estado de Israel?
Popularidade dos invasores e psicologia dos comportamentos premiados
(Versão expandida com dados históricos e estatísticos)
1. Conflitos envolvendo Israel desde 1948: quem iniciou as hostilidades?
1.1. Principais guerras interestatais
Com base em sínteses históricas de conflitos árabe‑israelitas, podem destacar‑se as seguintes guerras principais: Britannica Britannica
1948–49 – Guerra árabe‑israelita (Guerra da Independência / Nakba)
Início das hostilidades: após a aprovação do Plano de Partilha da ONU (Resolução 181, 1947), o conflito começou como guerra civil entre milícias árabes e judaicas; após a declaração de independência de Israel (14 de maio de 1948), Egito, Jordânia, Síria, Líbano e Iraque invadiram o novo Estado de Israel.
1956 – Crise de Suez
Início: Egito nacionaliza o Canal de Suez; em resposta, Reino Unido, França e Israel lançam uma operação militar conjunta, com Israel a invadir o Sinai. Wikipedia Britannica
1967 – Guerra dos Seis Dias
Início: Israel lança um ataque preventivo contra as forças aéreas do Egito e da Síria, após mobilização militar e bloqueio do Estreito de Tiran pelo Egito; Jordânia entra no conflito. Israel é, aqui, o primeiro a atacar militarmente. Britannica
1973 – Guerra do Yom Kippur
Início: Egito e Síria atacam Israel de surpresa no dia do Yom Kippur, para tentar recuperar territórios perdidos em 1967. Britannica Britannica
1982 – Primeira Guerra do Líbano
Início: Israel invade o Líbano para expulsar a OLP de bases usadas para ataques contra Israel. Britannica Wikipedia
2006 – Segunda Guerra do Líbano
Início: Hezbollah lança um ataque transfronteiriço, mata e captura soldados israelitas; Israel responde com ofensiva aérea e terrestre. Britannica Wikipedia
2023–presente – Guerra Israel–Hamas (Gaza)
Início: em 7 de outubro de 2023, Hamas lidera um ataque em larga escala contra Israel, com cerca de 1 200 mortos e mais de 240 reféns; Israel declara guerra no dia seguinte e lança campanha aérea e terrestre em Gaza. Britannica
Síntese:
Em várias guerras, Estados árabes ou grupos armados iniciaram hostilidades (1948, 1973, 2006, 2023).
Em outras, Israel iniciou operações militares de grande escala (1956, 1967, 1982), geralmente justificadas por Israel como resposta a ameaças ou ataques anteriores, mas consideradas ofensivas iniciais em termos estritamente militares.
2. Terrorismo islâmico e ataques contra Israel e outros países
Não existe uma contagem única e consensual de “quantas agressões” foram iniciadas por “terroristas islâmicos”, mas há dados robustos sobre ataques de grupos islamistas armados (Hamas, Hezbollah, Al‑Qaeda, ISIS, etc.):
Hamas e outros grupos em Gaza
Desde os anos 1990, milhares de ataques com rockets e morteiros foram lançados de Gaza contra Israel, com picos em 2008–09, 2012, 2014, 2021 e 2023.
O ataque de 7 de outubro de 2023 é um dos mais letais da história de Israel em número de civis mortos num só dia. Britannica
Hezbollah (Líbano)
Responsável por ataques transfronteiriços e lançamento de milhares de rockets contra Israel, sobretudo em 2006, desencadeando a guerra desse ano. Britannica Wikipedia
Al‑Qaeda, ISIS e outros grupos
A nível global, estes grupos realizaram centenas de atentados em países ocidentais, árabes e asiáticos (Nova Iorque, Madrid, Londres, Paris, Bagdade, Cabul, etc.), com dezenas de milhares de mortos ao longo de décadas.
Embora muitos destes ataques não sejam diretamente ligados ao conflito Israel–Palestina, alimentam a perceção internacional de “terrorismo islâmico” como estratégia política recorrente.
Do ponto de vista da psicologia do comportamento, o padrão é claro:
ataques que produzem ganhos simbólicos, políticos ou de popularidade tendem a ser repetidos;
a ausência de punição eficaz ou a legitimação social reforça a estratégia violenta.
3. Posição da ONU desde a fundação de Israel
3.1. Criação de Israel e primeiros conflitos
1947 – Resolução 181 (Partilha da Palestina)
A Assembleia Geral aprova a criação de um Estado judeu e um Estado árabe; os líderes sionistas aceitam, a maioria árabe rejeita. Britannica Wikipedia
1948–49 – Guerra e armistícios
3.2. Resoluções centrais sobre Israel e territórios ocupados
Ao longo das décadas, a ONU aprovou centenas de resoluções relacionadas com Israel, Palestina e o conflito árabe‑israelita. Entre as mais relevantes: Wikipedia Wikipedia
Resolução 242 (1967, Conselho de Segurança)
Após a Guerra dos Seis Dias, estabelece o princípio “territórios por paz”: retirada de Israel de territórios ocupados em troca de reconhecimento e paz.
Resolução 338 (1973)
Exige cessar‑fogo na Guerra do Yom Kippur e aplicação da Resolução 242.
Diversas resoluções posteriores condenam:
assentamentos israelitas em territórios ocupados,
anexação de Jerusalém Oriental e dos Montes Golã,
uso excessivo da força contra civis palestinianos.
Estudos sobre padrões de votação mostram que:
Israel é um dos países mais frequentemente alvo de resoluções críticas na Assembleia Geral, muitas vezes com grandes maiorias, refletindo o peso numérico do bloco árabe e de países não‑alinhados.
No Conselho de Segurança, várias resoluções mais duras contra Israel foram vetadas pelos Estados Unidos, enquanto resoluções críticas à Rússia sobre a Ucrânia foram vetadas pela própria Rússia.
Isto sustenta a perceção de assimetria:
Israel é fortemente exposto a condenações na Assembleia Geral,
mas protegido por vetos norte‑americanos no Conselho de Segurança;
a Rússia, por sua vez, usa o próprio veto para bloquear condenações mais fortes sobre a invasão da Ucrânia.
4. Quantificação comparativa: Israel vs. outros Estados na ONU
Embora os números variem conforme o critério (tipo de resolução, órgão, período), vários levantamentos indicam que:
Israel foi alvo de mais resoluções críticas na Assembleia Geral do que qualquer outro Estado, sobretudo em temas de direitos humanos e ocupação de territórios.
Em contraste, grandes potências (EUA, Rússia, China) são relativamente menos visadas em resoluções específicas, em parte devido a alianças políticas e ao uso do veto no Conselho de Segurança. Wikipedia Wikipedia
Esta desproporção é frequentemente citada por analistas como evidência de:
foco desproporcional em Israel,
sub‑reação institucional a outras agressões graves, como a invasão da Ucrânia pela Rússia.
5. Integração com a tese central do capítulo
À luz destes dados históricos e institucionais, a tese do capítulo pode ser formulada de forma impessoal e didática:
Israel participou em várias guerras desde 1948, iniciando algumas operações militares (1956, 1967, 1982) e sendo atacado noutras (1948, 1973, 2006, 2023).
Grupos armados islamistas (Hamas, Hezbollah e outros) iniciaram repetidamente ataques contra Israel, incluindo atentados e lançamentos de rockets, e também ataques terroristas noutros países.
A ONU reconheceu a criação de Israel, mas, ao longo das décadas, produziu um volume muito elevado de resoluções críticas a Israel, enquanto a eficácia das suas ações contra outras agressões (como a invasão da Ucrânia) foi limitada por vetos no Conselho de Segurança.
Do ponto de vista da psicologia dos comportamentos premiados, a combinação de:
ganhos políticos ou simbólicos para invasores e grupos armados,
aumento de popularidade interna,
e respostas internacionais assimétricas ou ineficazes,
contribui para reforçar a estratégia da agressão.
Estimativa comparativa entre poluição, mortos civis, militares ou com fome, refugiados e tragédias humanitárias causadas pela invasão da Ucrânia por Putin e Israel por terroristas islâmicos?
Estimativa comparativa – invasão da Ucrânia por Putin vs. guerra Israel–Hamas (ataque terrorista e resposta em Gaza)
Os números abaixo são ordens de grandeza, não contas exatas. Em ambos os casos há sub‑registo, propaganda e dados incompletos. A comparação serve apenas para ter escala relativa das tragédias.
1. Mortos civis
Ucrânia (invasão russa desde fevereiro de 2022)
Civis mortos (dados verificados ONU):
mais de 15 000 civis mortos e mais de 41 000 feridos, com indicação clara de que o número real é “consideravelmente mais elevado”. United Nations in UkraineA maioria das mortes resulta de armas explosivas em áreas povoadas (mísseis, artilharia, bombas aéreas). Human Security Centre
Israel–Gaza (ataque de 7 de outubro de 2023 e guerra em Gaza)
Israel (ataque de 7 de outubro e ataques subsequentes):
cerca de 1 200 mortos no ataque inicial do Hamas (maioria civis) e vários milhares de feridos.Gaza (resposta militar israelita):
estimativas recentes de monitorização humanitária apontam para mais de 70 000 mortos e mais de 170 000 feridos, com cerca de 1,9 milhões de deslocados internos em Gaza. humantolltracker.org Human Security Centre
Escala relativa:
Em número absoluto de civis mortos, a guerra em Gaza já ultrapassa, em poucos anos, o total de civis verificados mortos na Ucrânia desde 2022.
Em duração, extensão territorial e intensidade militar global, a guerra na Ucrânia é muito mais prolongada e ampla.
2. Mortos militares
Ucrânia
Estimativas independentes (CSIS, sínteses jornalísticas) apontam para:
Rússia: cerca de 1,2–1,3 milhões de baixas militares (mortos + feridos), com pelo menos 300 000 mortos.
Ucrânia: até 600 000 baixas, com até 140 000 mortos. Aljazeera
Mesmo admitindo margens de erro, trata‑se de centenas de milhares de mortos militares no total.
Israel–Gaza
Israel: vários milhares de militares mortos e feridos desde outubro de 2023 (incluindo combate em Gaza e ataques no norte).
Hamas e outros grupos armados: não há números fiáveis; estimativas variam de dezenas de milhares de combatentes mortos, mas sem verificação independente robusta. Human Security Centre
Escala relativa:
Em mortos militares, a guerra na Ucrânia é de longe mais devastadora: centenas de milhares vs. dezenas de milhares no teatro Israel–Gaza.
3. Refugiados e deslocados
Ucrânia
Refugiados externos: cerca de 3,5–4 milhões de ucranianos registados como refugiados em países europeus. humantolltracker.org United Nations in Ukraine
Deslocados internos: vários milhões (ordem de 4–5 milhões) deslocados dentro da própria Ucrânia. United Nations in Ukraine
Gaza / Israel
Gaza: cerca de 1,9 milhões de deslocados internos (quase toda a população). humantolltracker.org Human Security Centre
Israel: dezenas de milhares de deslocados de áreas fronteiriças com Gaza e Líbano.
Escala relativa:
Em número total de pessoas deslocadas, a Ucrânia apresenta mais milhões (refugiados + deslocados internos).
Em percentagem da população, Gaza é um caso extremo: quase toda a população deslocada.
4. Fome, insegurança alimentar e tragédias humanitárias
Ucrânia – impacto interno e global
Internamente, a destruição de infraestruturas, energia e agricultura gera insegurança alimentar e pobreza para milhões de ucranianos. United Nations in Ukraine
Globalmente, a guerra perturbou exportações de cereais e fertilizantes, afetando segurança alimentar em países pobres da África e Médio Oriente, com milhões de pessoas expostas a aumento de preços e risco de fome. Human Security Centre
Gaza
Organismos da ONU descrevem a situação em Gaza como “catástrofe humanitária”, com:
níveis extremos de insegurança alimentar aguda,
risco real de fome generalizada,
colapso de serviços de saúde, água potável e saneamento. Human Security Centre
Escala relativa:
Ucrânia: grande impacto global na segurança alimentar (cadeias de cereais e fertilizantes) + crise humanitária interna grave.
Gaza: impacto global menor, mas intensidade local de fome e colapso humanitário muito mais concentrada e extrema.
5. Poluição, emissões e destruição ambiental
Os dados sobre emissões de guerra são menos precisos, mas a tendência é clara:
Ucrânia:
guerra prolongada, uso massivo de artilharia, mísseis, blindados, aviação, destruição de infraestruturas energéticas e industriais;
estimativas independentes apontam para centenas de milhões de toneladas de CO₂ equivalente ao longo de vários anos, além de contaminação de solos, rios e áreas agrícolas. Human Security Centre
Gaza / Israel:
destruição intensa, mas em área geográfica muito menor;
forte poluição local (escombros, águas residuais, combustíveis, munições), com impacto grave na saúde pública e no ambiente costeiro, mas escala global de emissões muito inferior à da guerra na Ucrânia. Human Security Centre
6. Síntese comparativa em termos de escala
Mortos militares:
Ucrânia ≫ Israel–Gaza (centenas de milhares vs. dezenas de milhares). Aljazeera
Mortos civis:
Gaza já ultrapassa, em poucos anos, o número de civis verificados mortos na Ucrânia, mas a guerra na Ucrânia é mais longa e extensa. humantolltracker.org United Nations in Ukraine
Refugiados e deslocados:
Ucrânia tem mais deslocados em números absolutos; Gaza tem proporção extrema (quase toda a população). humantolltracker.org United Nations in Ukraine
Fome e colapso humanitário:
Ucrânia: grande impacto global na segurança alimentar + crise interna séria.
Gaza: colapso humanitário local muito mais agudo, com risco de fome em massa. Human Security Centre
Poluição e emissões:
Ucrânia: impacto ambiental e climático muito maior em escala global.
Gaza: impacto ambiental gravíssimo, mas concentrado numa área pequena.
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