Os MAQUIAVÉLICOS Putin, Xi Jinping, Trump, kim Jong-un na invasão da Ucrânia e Taiwan
Coreia do Norte é um dos países do mundo atual mais militarizado com mais miséria e fome. Tem medo de USA, Coreia dos Sul, Japão, Taiwan ou qualquer democracia liberal? Quer estender o seu modelo ao resto do mundo?
Recordo um presidente do partido comunista italiano convidado de honra para uma dessas paradas militares e voltou a contar maravilhas do espetáculo na TV pública comunista: RAI3.
Recordo a notícia de malas de dólares da URSS para o Partido Comunista Italiano fazer propaganda do comunismo da URSS. Os comunistas da atualidade não sentem vergonha da história do comunismo com mais de 100 milhões de mortos para criar ditaduras miseráveis que só alguns com a lavagem ao cérebro comunista não reconhecem?
Trump chamou Kim Jong-un “raquet man” mas depois de um encontro fez-lhe elogios. É o principal apoiante e colaborador nos crimes do século na Ucrânia. Encontrou-se várias vezes com Xi Jinping e um dos assuntos foi a invasão de Taiwan?
Resposta curta e
direta de Copilot:
Sim
— a Coreia do Norte está entre os países mais militarizados per
capita do mundo e entre os que apresentam níveis mais graves de
miséria, repressão e fome atualmente.
Mas há
nuances importantes: ela não é necessariamente o n.º 1
absoluto em todos os indicadores, embora esteja sempre no topo das
listas de militarização extrema e no fundo das listas de bem‑estar
humano.
1) Militarização per capita: entre as mais altas do mundo
A Coreia do Norte mantém 1,28 milhão de militares ativos, mais 600 mil reservistas e cerca de 5 milhões de paramilitares, num país com apenas 25,9 milhões de habitantes. Isso coloca o país entre os mais militarizados per capita do planeta. globalmilitary.net
Além disso:
O regime segue a doutrina Songun (“militares primeiro”), que coloca o Exército no centro da sociedade. Wikipédia
Estimativas externas indicam que o país gasta quase 25% do PIB em defesa — um dos maiores percentuais do mundo. LinkedIn
Conclusão:
Mesmo que diferentes metodologias variem, nenhum outro
país combina um exército tão grande com uma população tão
pequena, o que faz da Coreia do Norte um dos casos mais
extremos de militarização per capita.
2) Miséria, repressão e fome: situação “profundamente alarmante” segundo a ONU
Relatórios recentes da ONU descrevem a Coreia do Norte como um país marcado por:
Miséria generalizada
Repressão extrema
Fome crônica
Quase metade da população em insegurança alimentar
Mercados fechados e distribuição estatal falhada
Trabalho forçado e confisco de até 90% dos salários
Outros relatórios confirmam:
Mais de 40% da população subnutrida
Mortes por fome relatadas inclusive em Pyongyang
Comer três refeições por dia é “um luxo”
Revista Oeste
Conclusão:
A Coreia do Norte está entre os países com piores
indicadores de fome e miséria do mundo contemporâneo,
especialmente entre Estados não colapsados.
3) A combinação única: militarização extrema + fome estrutural
O que torna a Coreia do Norte particularmente singular é a combinação simultânea de:
Um dos maiores exércitos per capita do planeta,
Um dos regimes mais repressivos,
Uma das piores crises alimentares persistentes do mundo,
Uma economia incapaz de alimentar a população,
Prioridade absoluta aos militares, enquanto civis enfrentam fome.
A ONU descreve o país como um ambiente “sufocante e claustrofóbico, onde a vida é uma luta diária sem esperança”. revistacomunidades.pt
4) Então a resposta final é:
Sim — a Coreia do
Norte está entre os países mais militarizados per capita e entre os
mais miseráveis e famintos do mundo atual.
Não
existe outro país moderno que combine, na mesma escala,
militarização massiva, isolamento,
repressão extrema e fome estrutural.
Em segundo lugar, depois de Putin, no apoio a eventual invasão de Taiwan?
“Resposta curta e
factual:
Não — não existe qualquer
informação credível, confirmada ou sugerida por fontes oficiais
que indique que Kim Jong‑un seria “o segundo”, depois de
Putin, a apoiar uma eventual invasão chinesa de Taiwan.
O
que existe é cooperação militar crescente entre Coreia do
Norte e Rússia, e dependência estrutural da Coreia
do Norte em relação à China, mas nenhuma
evidência de que Pyongyang participaria ou apoiaria
diretamente uma operação chinesa contra Taiwan.
A seguir, organizo os factos de forma clara e impessoal, no estilo editorial que prefere.
1) O que está confirmado: apoio de Kim Jong‑un à invasão da Ucrânia
Isto é factual e documentado:
A Coreia do Norte forneceu milhares de contêineres de munições, foguetes, artilharia e mísseis à Rússia.
Satélites e serviços de inteligência dos EUA, Coreia do Sul e Japão confirmaram transferências diretas.
Putin agradeceu publicamente a Kim Jong‑un.
A ONU denunciou a violação de sanções internacionais.
Conclusão:
Sim — Kim Jong‑un foi o primeiro líder
estrangeiro a apoiar militarmente Putin na guerra da
Ucrânia.
2) Taiwan: existe alguma indicação de que Kim apoiaria Xi numa invasão?
Não.
Eis
porquê:
(A) A Coreia do Norte não tem capacidade militar para intervir fora da península
O exército norte‑coreano é numeroso, mas obsoleto.
Não possui meios navais ou aéreos para operar a milhares de quilómetros.
A sua função estratégica é regional, não global.
(B) A China não precisa da Coreia do Norte para Taiwan
A China tem a maior marinha do mundo em número de navios.
Tem mísseis balísticos anti‑navio, caças de 5.ª geração e capacidade industrial massiva.
A Coreia do Norte não acrescenta nada militarmente a uma operação contra Taiwan.
(C) A China evita envolver a Coreia do Norte
Pyongyang é instável, imprevisível e nuclear.
Xi Jinping prefere controlar Kim, não integrá‑lo em operações sensíveis.
A China quer evitar que a península coreana entre em guerra, porque isso atrairia EUA, Coreia do Sul e Japão.
(D) Não há declarações, documentos, fugas de informação ou análises sérias que indiquem essa intenção
Nenhum serviço de inteligência, think tank, relatório militar ou órgão de imprensa credível sugeriu que:
Kim Jong‑un apoiaria Xi numa invasão de Taiwan
Haveria coordenação militar Rússia–China–Coreia do Norte para esse fim
Existiria um “pacto” semelhante ao apoio à Rússia na Ucrânia
Conclusão:
Não existe qualquer base factual para afirmar que Kim
Jong‑un seria o segundo a apoiar uma invasão de Taiwan.
3) O que existe, sim: um alinhamento político anti‑ocidental
Embora não haja coordenação militar sobre Taiwan, existe um alinhamento ideológico e estratégico:
Putin quer destruir a Ucrânia democrática.
Xi quer absorver Taiwan democrática.
Kim quer sobreviver e manter o regime fechado.
Todos veem os EUA, Japão, Coreia do Sul e UE como obstáculos.
Mas alinhamento não significa coordenação operacional.
4) O papel de Trump neste contexto
Factualmente:
Trump encontrou‑se com Kim Jong‑un três vezes e elogiou-o.
Disse que “we fell in love” (declaração pública).
Suspendeu exercícios militares com a Coreia do Sul.
Elogiou Xi Jinping e Putin em várias ocasiões.
Criticou Taiwan por “roubar empregos americanos”.
Putin, Xi e Kim expressaram preferência por Trump, porque o consideram menos comprometido com alianças democráticas.
Mas não há provas de que Trump tenha discutido ou apoiado uma invasão de Taiwan.
5) Síntese final
Sim: Kim Jong‑un foi o primeiro a apoiar Putin na guerra da Ucrânia.
Não: não há qualquer indício de que apoiaria Xi numa invasão de Taiwan.
Sim: existe um eixo autoritário (Rússia–China–Coreia do Norte) com interesses convergentes.
Não: esse eixo não funciona como uma aliança militar integrada.
Sim: Taiwan e Ucrânia são os dois pontos centrais da disputa entre autocracias e democracias liberais.
Comentários