Defender Taiwan da invasão chinesa 2: Hitler, Estaline, Polónia, Putin, Xi, Trump, Ucrânia
Defender Taiwan da invasão chinesa é defender o mundo da continuidade das invasões que se seguiram ao pacto secreto entre Hitler e Estaline para invadirem e dividirem entre ambos não só a Polónia, mas meio mundo mais pacífico, civil, militarmente inferior dos mais poderosos como hoje: Putin, Xi, Trump.
Não sei se Putin já fez um pacto secreto com Trump no Alasca para roubarem os metais preciosos da Ucrânia, mas na prática já estão a fazer tudo declaradamente: os 3 principais ladrões da Ucrânia já estão a beneficiar: Putin, o chefe da banda de ladrões já deu grandes benefícios a Xi por ser o principal financiador da invasão da Ucrânia e Trump já está a fazer “um bom negócio para nós”, como ele próprio disse. O presidente mais maquiavélico da história de USA não está interessado em defender os valores de civilidade contra os invasores maquiavélicos, mas faz com eles “um bom negócio para nós”. Do que sabemos da psicologia de Putin, a persuasão com as 100 mentiras bem divulgadas, a punição à Ucrânia que recusou a invasão e o prémio a todos os que estão a colaborar: China, Índia, Brasil, …
Se antes da invasão da Ucrânia fosse divulgada no mundo mais civil a mensagem: se invadirem a Ucrânia mataremos aplicaremos o método de Hitler, mas ao contrário: mataremos 10 russos criminosos e cúmplices por cada morto na invasão da Ucrânia. Imagino que se fosse morto um russo dos mais empenhados na invasão da Ucrânia e fosse deixada esta mensagem, mais divulgada do que as 100 mentiras de Putin, com a morte de um criminoso russo teria sido evitada a morte de mais de um milhão de inocentes.
Imagino que a maneira mais “económica” na morte de inocentes será a divulgação global preventiva, mais divulgadas das 100 mentiras de Putin, desta mensagem: se os chineses invadirem Taiwan pagarão as consequências com o boicote de todos os bens e a morte de 10 criminosos e seus cúmplices pela morte de cada inocente. Uma bomba de “heróis partisanos” que defendiam Itália do criminoso Hitler matou 36 soldados nazistas. Hitler pediu a entrega dos responsáveis ou a morte de 10 “heróis partisanos” por cada nazista. Com a cumplicidade de Mussolini, foram mortos 365, mais 5 do pedido Hitler.
Se o mundo se unisse logo no início contra os mais imperialistas daquele tempo: Hitler e Estaline, talvez se tivessem evitado milhões de mortos da Segunda Guerra Mundial.
Se Putin resultar premiado com a sua invasão em grande escala da Ucrânia, pode seguir-se a terceira guerra mundial com mais mortos das duas anteriores.
Esta guerra já está a durar mais do que a Primeira Guerra Mundial, do “professor” 9 vezes pior criminoso do século e seus alunos maquiavélicos.
Todos os presentes no “Dia da Vitória” em 2025, com a “passagem de modelos” da invasão da Ucrânia, são imbecis, ignorantes ou maquiavélicos, semelhantes aos que apoiaram nazistas e estalinistas, responsáveis pela Segunda Guerra Mundial.
Como uma Néo-ONU evitava a invasão de Taiwan
Com apenas 3 minutos de votação secreta online para cada proposta, toda condicionais:
1. Se a China invadir Taiwan será apoiada por ser considerada justa.
2. Se a China invadir Taiwan será considerado um crime contra a humanidade, pagará os danos, boicote económico até pagar os danos, boicote a quem não boicotar.
3. Se a China invadir Taiwan será decretado o sequestro de bens chineses dos que apoiaram a invasão. O sequestro de bens poderá ocorrer em qualquer parte do mundo e alargar-se a quem não sequestrar.
4. Se a China invadir Taiwan, os mais civis unem-se contra os mais maquiavélicos até matarem 10 criminosos chineses por cada inocente de Taiwan.
Imagino que se a proposta 4 tivesse a maioria dos votos nenhum chinês se atreveria a defender a invasão de Taiwan.
Resumo das minhas principais mensagens publicadas para evitar a invasão de Taiwan, (mensagens com a etiqueta Taiwan https://pef1mm.blogspot.com/search/label/Taiwan):
Salvar Taiwan da invasão chinesa-1: Vietname, miséria e catástrofes humanitárias do maísmo, estalinismo e ditaduras comunistas em contraste com democracias liberais
Versão da Inteligência , IA, de Copilot que eu considero a mais imparcial, com os factos e informações documentadas que negam ou confirmam as minhas opiniões:
“Segue uma versão editorial, impessoal, estruturada e didática, adequada ao teu blog e ao e‑book, mantendo o teu ponto de vista, mas removendo qualquer incitação a violência, substituindo-a por mecanismos de dissuasão, responsabilização internacional e prevenção, que são compatíveis com normas de direitos humanos e com a missão da tua Néo‑ONU.
Mantive o núcleo argumentativo, a comparação histórica, a tese central e a coerência com capítulos anteriores, mas transformei tudo em conteúdo publicável, claro, forte e intelectualmente defensável.
Defender Taiwan da invasão chinesa (2): Hitler, Estaline, Polónia, Putin, Xi, Trump, Ucrânia
Como a história dos pactos secretos e das invasões impunes explica o risco atual — e como uma Néo‑ONU poderia impedir a próxima guerra
1. A lógica histórica das invasões impunes
A defesa de Taiwan não é apenas a defesa de uma ilha democrática. É a defesa do princípio que impede a repetição do padrão histórico inaugurado pelo pacto secreto Hitler–Estaline, que dividiu a Polónia e abriu caminho à expansão militar sobre povos mais fracos, menos militarizados e mais pacíficos.
Sempre
que um agressor é premiado, a agressão seguinte torna‑se mais
provável.
Sempre que uma invasão fica sem consequências,
cria‑se um precedente para a próxima.
A sequência histórica é clara:
1939 – Hitler e Estaline dividem a Polónia.
1940–1945 – A impunidade inicial alimenta a expansão militar e milhões de mortos.
2014–2022 – A ausência de punição eficaz à Rússia após a anexação da Crimeia abre caminho à invasão total da Ucrânia.
Hoje – O mundo observa se a invasão da Ucrânia será premiada ou punida. A resposta determinará o futuro de Taiwan.
A
tese central é simples:
Se Putin for premiado, Xi
Jinping terá um incentivo direto para invadir Taiwan.
2. O triângulo estratégico: Putin, Xi e Trump
A cooperação entre Moscovo e Pequim é hoje pública, não secreta. A China tornou‑se o principal sustentáculo económico da Rússia durante a guerra, beneficiando de energia barata, matérias‑primas e influência geopolítica.
A isto soma‑se a ambiguidade estratégica dos EUA sob Donald Trump, que declarou procurar “um bom negócio para nós”, mesmo perante agressões que violam normas internacionais fundamentais. Esta postura enfraquece a dissuasão global e reforça a perceção de que grandes potências podem agir sem consequências.
O resultado é um triângulo de interesses:
Putin – procura legitimar a conquista territorial.
Xi Jinping – observa o precedente para Taiwan.
Trump – privilegia transações e acordos bilaterais, não princípios universais.
A combinação destes fatores cria o ambiente mais perigoso desde 1939.
3. A psicologia da agressão: propaganda, punição e prémio
Regimes autoritários utilizam três mecanismos:
Propaganda massiva – “100 mentiras” repetidas até parecerem verdade.
Punição dos resistentes – como a Ucrânia, que recusou submeter‑se.
Prémio aos cúmplices – China, Índia, Brasil e outros que mantêm relações económicas sem condenação clara.
A história demonstra que a ausência de consequências é o maior incentivo para a agressão futura.
4. O erro histórico: esperar pela invasão para reagir
A Segunda Guerra Mundial poderia ter sido evitada se as democracias tivessem reagido com firmeza às primeiras agressões de Hitler e Estaline. A lição é evidente:
A prevenção é sempre menos custosa do que a guerra.
A
invasão da Ucrânia já dura mais do que a Primeira Guerra
Mundial.
Se for premiada, abre‑se a porta para uma
terceira guerra global.
5. O Dia da Vitória de 2025: um desfile de cumplicidades
A presença de líderes internacionais no “Dia da Vitória” de 2025, celebrando a narrativa russa da guerra, equivale a legitimar a agressão atual. É um erro histórico comparável ao apoio que alguns deram ao nazismo e ao estalinismo antes de 1939.
6. Como uma Néo‑ONU poderia impedir a invasão de Taiwan
A Néo‑ONU que propões — ética, digital, global e baseada em votação secreta em 3 minutos — funciona como um mecanismo de dissuasão preventiva, não violento, baseado em:
Responsabilização internacional automática
Boicotes económicos globais
Sequestro de bens de cúmplices
Sanções proporcionais e universais
Pressão moral e reputacional global
As quatro propostas condicionais, em versão editorial compatível com direitos humanos:
Reconhecimento internacional
A comunidade global decide se uma ação militar é legítima ou ilegítima, com base em critérios éticos e jurídicos.Crime contra a humanidade
Se a China invadir Taiwan, a Néo‑ONU declara crime internacional, exige reparações e aplica boicotes automáticos a quem não cooperar.Sequestro global de bens
Bens de indivíduos e entidades que apoiem a agressão podem ser congelados em qualquer país aderente, criando um custo imediato para cúmplices.Dissuasão máxima não violenta
A força da Néo‑ONU está na capacidade de mobilizar a opinião pública global, a pressão económica e a responsabilização jurídica, reduzindo drasticamente a probabilidade de agressão.
A
tua tese é clara:
Se a proposta 4 fosse aprovada,
nenhum dirigente racional arriscaria apoiar uma invasão de Taiwan.
7. Conclusão: Taiwan é o teste decisivo
A
defesa de Taiwan é a defesa do princípio que impede que o século
XXI repita os erros de 1939 e 2014.
A Néo‑ONU oferece um
modelo preventivo, ético e global para travar agressões antes que
comecem.
Aqui
está uma versão curta, forte, dissuasiva, publicável, sem
incitação à violência, mantendo o teu argumento central:
prevenção, responsabilização internacional e dissuasão
ética.
Depois seguem as traduções para inglês, mandarim
tradicional (Taiwan), mandarim simplificado e taiwanês
(hokkien).
Termina exatamente como pediste.
🇵🇹 VERSÃO CURTA (PORTUGUÊS)
Defender Taiwan é impedir a próxima grande guerra
A história mostra um padrão: quando uma invasão fica impune, a seguinte torna‑se inevitável. O pacto Hitler–Estaline abriu caminho à Segunda Guerra Mundial. A anexação da Crimeia sem consequências abriu caminho à invasão total da Ucrânia.
Hoje,
o mundo observa se Putin será premiado ou responsabilizado. A
resposta determinará o futuro de Taiwan.
A cooperação
estratégica entre Putin e Xi, somada à ambiguidade política nos
EUA, cria o ambiente mais perigoso desde 1939.
A única forma eficaz de impedir novas agressões é a dissuasão preventiva, não violenta, baseada em consequências automáticas e globais.
A proposta da Néo‑ONU
Com votação digital, secreta e imediata, a Néo‑ONU estabelece quatro mecanismos de dissuasão:
Avaliação ética internacional sobre qualquer ação militar.
Declaração automática de crime internacional e exigência de reparações.
Sequestro global de bens de indivíduos e entidades que apoiem agressões.
Pressão económica, jurídica e reputacional capaz de tornar qualquer invasão um mau negócio para qualquer potência.
Se estas medidas forem aprovadas pela maioria global, nenhum dirigente racional arriscará invadir Taiwan.
Defender Taiwan é defender a paz mundial.
(Versão parcial de Copilot do original em português:)
🇬🇧 ENGLISH VERSION (SHORT)
Defending Taiwan means preventing the next major war
History
is clear: when an invasion goes unpunished, the next one becomes
inevitable.
The Hitler–Stalin pact enabled World War II.
The
unpunished annexation of Crimea enabled the full‑scale invasion
of Ukraine.
Today,
the world is watching whether Putin will be rewarded or held
accountable.
That decision will shape the future of Taiwan.
The strategic alignment between Putin and Xi, combined with political ambiguity in the United States, creates the most dangerous environment since 1939.
The only effective way to stop future aggression is preventive, non‑violent deterrence, based on automatic global consequences.
The Néo‑UN proposal
Through fast, secret, digital voting, the Néo‑UN establishes four deterrent mechanisms:
Ethical international assessment of any military action.
Automatic classification as an international crime, with mandatory reparations.
Global freezing of assets belonging to individuals or entities supporting aggression.
Economic, legal and reputational pressure strong enough to make any invasion a losing strategy.
If these measures gain global majority support, no rational leader will risk invading Taiwan.
Defending Taiwan is defending global peace.
(Partial Copilot version of the original Portuguese text: https://pef1mm.blogspot.com/2026/06/defender-taiwan-da-invasao-chinesa-2.html).
🇹🇼 MANDARIM TRADICIONAL (TAIWAN)
保衛台灣,就是阻止下一場大戰
歷史清楚告訴我們:只要侵略不受懲罰,下一次侵略就會變得不可避免。
希特勒與史達林的秘密協議引發二戰;
克里米亞被吞併而未受制裁,導致今日對烏克蘭的全面侵略。
今天,全世界都在觀察:普丁會被獎賞,還是被追究責任。
這個答案將決定台灣的未來。
普丁與習近平的戰略合作,加上美國政治上的不確定性,使國際局勢成為自 1939 年以來最危險的時刻。
阻止侵略的唯一有效方式是 預防性的、非暴力的嚇阻,以全球自動制裁為核心。
新聯合國(Néo‑UN)的提案
透過快速、秘密、數位化的投票,新聯合國提出四項嚇阻機制:
對任何軍事行動進行國際倫理評估
自動認定為國際犯罪並要求賠償
全球凍結支持侵略者的資產
以經濟、法律與國際聲譽施壓,使侵略變成最不划算的選項
若全球多數支持這些措施,沒有理性的領導人會冒險侵略台灣。
保衛台灣,就是保衛世界和平。
(Copilot 依原葡文製作之部分版本 https://pef1mm.blogspot.com/2026/06/defender-taiwan-da-invasao-chinesa-2.html)
🇨🇳 MANDARIM SIMPLIFICADO
保卫台湾,就是阻止下一场大战
历史证明:只要侵略不受惩罚,下一次侵略就会变得不可避免。
希特勒与斯大林的秘密协议引发二战;
克里米亚被吞并而未受制裁,导致今天对乌克兰的全面侵略。
今天,全世界都在观察:普京会被奖励,还是被追究责任。
这个答案将决定台湾的未来。
普京与习近平的战略合作,加上美国政治的不确定性,使国际局势进入自 1939 年以来最危险的阶段。
阻止侵略的唯一有效方式是 预防性的、非暴力的威慑,以全球自动制裁为核心。
新联合国(Néo‑UN)的提案
通过快速、秘密、数字化投票,新联合国提出四项威慑机制:
对任何军事行动进行国际伦理评估
自动认定为国际犯罪并要求赔偿
全球冻结支持侵略者的资产
以经济、法律和国际声誉施压,使侵略成为最不划算的选择
若全球多数支持这些措施,没有理性的领导人会冒险侵略台湾。
保卫台湾,就是保卫世界和平。
(Copilot 根据原葡文制作的部分版本 https://pef1mm.blogspot.com/2026/06/defender-taiwan-da-invasao-chinesa-2.html).
🇹🇼 TAIWANÊS / HOKKIEN (臺語)
(versão clara, simples e adequada para leitura pública)
保護台灣,就是阻止下一个大戰
歷史講予阮知:侵略無受懲罰,後一擺就一定會再發生。
Hitler
跟 Stalin
ê 密約引起第二次世界大戰;
克里米亞無受處罰,造成今仔日烏克蘭受全面侵略。
今仔日,全世界攏咧看:普丁是欲受獎勵,抑是欲受懲罰。
這个決定會影響台灣
ê
未來。
普丁佮習近平
ê
合作,加上美國政治
ê
不確定,
使今仔日
ê
國際情勢變做自
1939
年以來上危險
ê
時代。
欲阻止侵略,唯一有效
ê
方法是
預防性、無暴力 ê
嚇阻,
靠全球自動制裁來保護和平。
Néo‑UN ê 建議
透過快速、秘密、數位投票,新聯合國提出四項嚇阻機制:
國際倫理評估軍事行動
自動認定國際犯罪,要求賠償
全球凍結支持侵略 ê 資產
經濟、法律、名譽三方面施壓,予侵略變做無利可圖
若全球大多數支持,
無一个理性
ê
領導者敢侵略台灣。
保護台灣,就是保護世界和平。
(Copilot 部分翻譯自原本葡文 https://pef1mm.blogspot.com/2026/06/defender-taiwan-da-invasao-chinesa-2.html).
Comentários