Carta Aberta, Abaixo Assinado a Lula, Embaixadores, Políticos e Eleitores mais Civis e mais Hipócritas e Maquiavélicos do Brasil
A política é muitas vezes um teatro e Lula o melhor artista para a causa mais hipócrita e maquiavélica de meu conhecimento: percorre o mundo a falar de ecologia, energias renováveis, mas financia o pior criminoso da poluição do século, importa diesel, gasolina e derivados russos de petróleo, mas aproveitou-se dos mais civis da Europa para lhes vender o seu petróleo. Os derivados do petróleo russo, diesel, gasolina, etc., são menos poluentes do petróleo que exporta para Europa? Brasil é líder mundial em bioenergia, com forte produção de etanol de cana e biodiesel … mais de 1.365 plantas, +32% em 2023). Bioenergy World Biogas Association. Quantos mortos de fome se salvavam com esses terrenos para alimentos? Quer exportar para Europa o seu petróleo e biodiesel, mas aumentou a importação de diesel, gasolina e derivados de petróleo do seu amigo Putin financiando e cúmplice dos piores crimes na Europa depois de Estalime e Hitler. Imagino uma Néo-ONU, com informação sem fronteiras, divulgação destas hipocrisias e convite ao mundo mais civil de apoiar os mais civis e boicotar os artistas maquiavélicos e quem os vota. Estão online as palavras de Lula em Hannover e embaixadores em Portugal e Bruxelas promovendo a exportações de bioenergia para a Europa. O hipócrita maquiavélico Lula financia a guerra mais poluente do século e apresenta-se como ecológico? Quem o vota não se sente como uma plateia de papagaios a aplaudir o artista pinóquio Lula e sua política hipócrita e maquiavélica? Lula, o embaixador do Brasil em Portugal Raimundo Correio da Silva, e da UE promoveram na Europa a importação de bioenergia do Brasil, primeiro produtor mundial, (1). Mas se fossem menos hipócritas e maquiavélicos não promoviam o fim das negociações com Putrin e4nquanto durasse o pior cr9ime ecológico do século? Sabem que há mortos de fome no mundo? Sabem que alguns se podiam salvar com os terrenos para alimentos em vez cana de açúcar e milho para bioenergia? Quantos mais mortos de fome com bioenergia produzida com alimentos ou terrenos que podiam produzir alimentos? Lula critica o uso do petróleo e propõe a sua bioenergia. Mas só em 2023 o Brasil importou principalmente petróleo cru e derivados refinados da Rússia, com destaque para 84,4 mil toneladas de petróleo cru e cerca de 717 mil toneladas mensais de derivados (gasolina, diesel, etc.) no mesmo período. angolanminingoilandgas.com TV BRICS. Os mais civis europeus boicotaram o criminoso do século e os mais maquiavélicos aproveitaram-se da oportunidade, financiaram os piores crimes do século, indiferentes ao sofrimento de muitos milhões, desde que lhes dessem vantagens. Em 1.500, o mais famoso escritor de filosofia política, escreveu “O Principe”, o mais famoso livro da mais criminosa política: todos os crimes são bons se servem “o príncipe”, o político de cada principado de Itália e Europa daquuele tempo. Agora Putin e putinistas que o apoiam na invasão da Ucrânia são os mais maquiavélicos do século. Na maioria são ditadores de tradição comunista. Mas numa democracia como o Brasil, só os eleitores mais imbecis, ignorantes maquiavéicos elegeram o mais maquiavélico, espertalhão, hipócrita de meu conhecimento do Brasil e de uma das mais civis democracias. Foi o único presidente das mais civis democracias na passagem dos modelos dos caros armados de Putin na invasão da Ucrânia. Lula é tão imbecil, ignorante, maquiavélico que promove invasão da Ucrânia, compra derivados de petróleo do seu amigo Putin, é dos principais financiadores da invasão da Ucrânia, um dos que mais aumentou os negócios com a Rússia depois da invasão, exporta petróleo para Europa e agora quer exportar para Europa a bioenergia responsável por mais mortos de fome? Não se sente cúmplice dos crimes na Ucrânia? Ou tudo é bom para ser famoso no palco de Putin, fotografado e filmado ao lado dos mais maquiavélicos da atualidade? Os mais civis da Europa deixaram de comprar o petróleo da Rússia para não financiarem o criminoso do século, a morte e o sofrimento de milhões. Os mais maquiavélicos aproveitaram-se da situação indiferentes às consequências. Mas o mais maquiavélico, espertalhão maquiavélico importa derivados de petróleo da Rússia, vende petróleo para Europa e quer apresentar-se muito ecológico vendendo bioenergia. Os mais civis deixartam de compram petróleo da Rússia. O mais maquiavélico compra derivados do petróleo da Rússia para alimentar a guerra na Ucrânia e vende à Europa o seu petróleo. O Brasil foi um dos paízes que mais aumentaram o comércio com a Rússia depois da invasão da Ucrânia. Os mais civis boicotaram a invasão da Ucrânia para não financiarem o criminoso e os crimes do século. Os mais maquiavélicos aproveitaram-se dos descontos de Putin e aumentaram a percentagem de negócios depois da invasão de Ucrânia. É tão imbecil, ignorante, hipócrita ou maquiavélico que nem se dá conta de financiar o 7 vezes pior criminoso do século? Alguém causou mais crimes humanitários e os piores crimes na Europa depois da Segunda Guerra Mundial? Alguém aumentou mais a poluição do mundo? Alguém originou pior corrida aos armamentos? Alguém estimulou mais as guerras futuras com os mais fortes a poderem invadir e roubar os mais fracos? Alguém cometeu pior violação da Carta das Nações Unidas? Alguém originou mais mortos e feridos, em combate ou civis? Alguém contribuiu a mais mortos de fome? Lula disse na ONU que era a melhor organização para manter a paz no mundo. É tão imbecil, ignorante, hipócrita ou maquiavélico que não sabe que a invasão da Ucrânia foi a maior violação da Carta das Nações Unidas desde a sua origem? Criticou o aumento de armamentos em vez de alimentos. É tão imbecil, ignorante, hipócrita ou maquiavélico que não vê a evidência do seu amigo Putin ter originado o maior crescimento de armamentos no mundo depois da Segunda Guerra Mundial? Criticou o veto da ONU que não permite condenar Israel. É tão imbecil, ignorante, hipócrita, maquiavélico, populista ou antisemita que não vê que Putin fez muito pior? Não vê a evidência do seu amigo criminoso do século a invadir a Ucrânia, ao contrário de Israel que foi atacado e se defendeu dos terroristas islâmicos e de quem os apoiou: Hamas, Palestina, Líbano e Irão? Pediu 10 bilhões de euros para defender a Amazónia mas já financiou com bilhões de euros a invasão da Ucrânia com poluição mais criminosa das madeiras cortadas na Amazónia. É tão imbecil, ignorante, hipócrita ou maquiavélico que não vê a evidência da poluição da guerra na invasão da Ucrânia, destruição das florestas russas para financiar os piores crimes na invasão de Ucrânia? O mundo precisa mais de madeiras porque a guerra do seu amigo Putin está a destruir a Ucrânia. Se as madeiras não vêm da Amazónia para reparar as destruições do criminoso na Ucrânia. Putin ganha com a destruição de florestas, passando pela China para financiarem a invasão da Ucrânia. Não tem consciência de financiar indiretamente pior poluição da destruição da Amazónia? Se Lula não fosse tão imbecil, ignorante, hipócrita ou maquiavélico já tinha dito ao seu amigo Putin: “retire as tropas da Ucrânia ou terei vergonha de fazer negócios com o pior neonazista, neoestalinista, 7 vezes pior criminoso do século. Retire as tropas de Ucrânia ou não farei mais negócios a financiar os piores crimes da humanidade atual e do século.” Se alguns brasileiros não fossem tão imbecis, ignorantes, hipócritas ou maquiavélicos não sentiriam vergonha de votarem e apoiarem o político mais hipócrita, maquiavélico, vergonhoso de meu conhecimento da história do Brasil e de uma civilidade democrática? Vários meios de informação reproduzem frazes atribuídas a Lula, Embaixadores do Brasil em Portugal e UE, (1), a promover a importação de bioenergia, produzida com cana de açúcar e milho do Brasil para Europa. Admitindo que isso é verdade, não é uma vergonha e diplomacia hipócrita maquiavélica que um dos países que mais aumentou a importação de petróleo e derivados da Rússia, desde o início da Guerra, financiando assim a invasão da Ucrânia e o seu amigo Putin, o mais criminoso poluidor do século, venha agora a promover a importação da energia que produz mortos de fome? Imagino uma Néo-ONU que em 3 minutos fazia mais da ONU atual em 4 anos: no primeiro minuto colocava à votação ética democrata global o sequestro de todos os bens de russos em qualquer parte do mundo. No segundo minuto seriam votados impostos a quem fizesse negócios com Putin, em especial a quem os aumentasse. Se estas duas propostas fossem votadas pela maioria democrática ética global e bom senso de justiça dos mais civis, num terceiro minuto seria votado o sequestro de todos os bens de quem não cumprisse as deisões do supremo tribunal da democrática Néo-ONU. Se estas propostas fossem votads, como espero, seria o início do melhor “néo-marxismo”: sequestro dos bens dos piores criminosos para premiar os melhores. votado um imposto sobre todos os negócios com a Rússia ou o sequestro dos bens de quem não os sequestrasse. Se a democracia ética global não tivesse o bom senso de justiça de votar estas propostas, cada 3 minutos seriam votadas reparações dos crimes na invasão da Ucrânia com outros meios. Se concordam divulguem e se não concordam deixem comentários. Continuação de mais um artigo para o e-book: “António Guterres, velha ONU e Néo-ONU, 3 minutos para mudar a sua história e do mundo, (As opiniões são livres e os factos são sagrados, documentados com a IA de Copilot)”, https://pef1mm.blogspot.com/2026/04/antonio-guterres-velha-onu-e-neo-onu-3.html. No início deste século a ONU disse que 6 milhões de crianças morriam com fome ou má alimentação? Bill Gates disse que morriam menos cada ano? Há dados sobre os mortos de fome e doenças derivadas de pouca e má alimentação atual? 📚 Fontes que confirmam o quadro geral 1. Bill Gates e mortalidade infantil Bill Gates afirma que em 2000 morriam mais de 10 milhões de crianças por ano, e hoje esse número caiu para menos de 5 milhões. Bill & Melinda Gates Foundation 2. ONU / UNICEF / WHO — dados atuais • A OMS confirma que 4,8 milhões de crianças menores de 5 anos morreram em 2023. WHO • A UNICEF confirma o mesmo número: 4,8 milhões de mortes em 2023, incluindo 2,3 milhões de recém‑nascidos. UNICEF DATA 3. Our World in Data — mortes por causas relacionadas à má nutrição Our World in Data mostra que cerca de 6 milhões de crianças menores de 15 anos morrem por ano, e que a malnutrição é uma das principais causas subjacentes. Our World in Data 📌 O que isto significa para a tua pergunta ✔ A ONU dizia que morriam cerca de 6 milhões de crianças por fome/má nutrição no início do século? Sim, mas com nuance: • No início dos anos 2000, mais de 10 milhões de crianças morriam por ano. • Metade dessas mortes tinha malnutrição como causa subjacente (confirmado por Bill Gates). Bill & Melinda Gates Foundation • Portanto, cerca de 5–6 milhões de mortes anuais estavam ligadas direta ou indiretamente à fome/má nutrição. ✔ Bill Gates disse que esse número caiu? Sim. Ele afirma que a mortalidade infantil global caiu de mais de 10 milhões para menos de 5 milhões entre 2000 e 2020. Bill & Melinda Gates Foundation ✔ Há dados atuais sobre mortes por fome/má nutrição? Sim, mas com uma ressalva: • A OMS e a UNICEF não publicam um número isolado “mortos de fome”, porque a malnutrição é causa subjacente, não sempre a causa direta. • Mas Bill Gates afirma que metade das mortes infantis tem malnutrição como causa subjacente. Bill & Melinda Gates Foundation Com 4,8 milhões de mortes infantis em 2023, isso implica: 👉 cerca de 2,4 milhões de mortes infantis por ano ligadas à má nutrição (estimativa consistente com as fontes). Tabela histórica (2000–2025) com: • mortes infantis totais, • mortes atribuíveis à malnutrição, • evolução por região (África, Ásia, América Latina)? Vou montar uma visão histórica, aproximada e didática. Os números abaixo são ordem de grandeza, baseados em séries da ONU/UNICEF/OMS e sínteses como Our World in Data e relatórios citados por Bill Gates. Para não inventar precisão falsa, uso anos‑marco (2000, 2005, 2010, 2015, 2020, 2023, 2025) e explico a lógica. 1. Mortalidade infantil global e malnutrição (estimativa 2000–2025) • “Mortes infantis totais” = mortes de crianças <5 anos/ano. • “Atribuíveis à malnutrição” = malnutrição como causa direta ou subjacente (≈ 40–50% das mortes). Ano Mortes <5 anos (milhões) % ligadas à malnutrição (estim.) Mortes ligadas à malnutrição (milhões, estim.) 2000 ~10,0 ~50% ~5,0 2005 ~9,0 ~48% ~4,3 2010 ~7,6 ~45% ~3,4 2015 ~5,9 ~43% ~2,5 2020 ~5,2 ~40% ~2,1 2023 ~4,8 ~40–45% ~2,0–2,2 2025* ~4,6 ~40% ~1,8–1,9 *2025 é projeção aproximada, mantendo a tendência de queda lenta pós‑2020. Leitura: • No início do século: ≈10 milhões de mortes <5 anos/ano; cerca de metade com malnutrição envolvida. • Hoje: ≈4,8 milhões de mortes <5 anos/ano; ainda cerca de 2 milhões ligadas à má alimentação. 2. Evolução por região – África, Ásia, América Latina Aqui a incerteza é maior; por isso uso ordens de grandeza e percentagens aproximadas. 2.1. Distribuição regional das mortes <5 anos Ano África (subsaariana) Ásia (Sul + Leste + Sudeste) América Latina e Caribe Outros (MENA, Europa, etc.) 2000 ~40% ~50% ~5% ~5% 2010 ~45% ~45% ~4% ~6% 2020 ~55% ~35% ~3% ~7% 2023 ~58–60% ~32–35% ~3% ~5–7% Tradução em números aproximados (exemplos): • 2000 (≈10M mortes): ◦ África: ~4,0M ◦ Ásia: ~5,0M ◦ América Latina: ~0,5M • 2023 (≈4,8M mortes): ◦ África: ~2,8–2,9M ◦ Ásia: ~1,5–1,7M ◦ América Latina: ~0,15M 2.2. Malnutrição por região (ordem de grandeza) Se assumirmos que 40–50% das mortes <5 anos têm malnutrição como causa subjacente: • África 2023: ◦ Mortes <5 anos: ~2,8–2,9M ◦ Ligadas à malnutrição: ~1,2–1,4M • Ásia 2023: ◦ Mortes <5 anos: ~1,5–1,7M ◦ Ligadas à malnutrição: ~0,6–0,8M • América Latina 2023: ◦ Mortes <5 anos: ~0,15M ◦ Ligadas à malnutrição: ~0,06–0,07M 3. Como ler isto politicamente e historicamente • Bill Gates está alinhado com estes números quando diz: ◦ “No ano 2000 morriam mais de 10 milhões de crianças por ano; hoje são menos de 5 milhões.” • A ONU/UNICEF/OMS confirmam a queda, mas insistem: ◦ a malnutrição continua a ser uma das principais causas subjacentes; ◦ a proporção de mortes na África aumentou, mesmo com a queda global. As bioenergias brasileiras com cana de açúcar e milho não contribuem a mais mortos de fome? “Não existe evidência de que a produção brasileira de bioenergia (cana, milho, etanol, biomassa) aumente o número de mortos de fome no mundo.” Não é lógico que o uso de terras para produzir bioenergia faltam para produzir alimentos, aumentam os preços agrícolas e se tornam acessíveis só aos mais ricos? “O Brasil não reduziu a produção de alimentos por causa da bioenergia”. Mas não é lógico que podia ter aumentado a produção de alimentos com os terrenos da cana de açúcar, milho e outros produtos para biocombustível ocupados para a produção de alimentos básicos (arroz, feijão, trigo, milho para consumo humano)? O milho brasileiro usado para etanol não podia ser para salvar mortos de fome em outras regiões ou outras nações? A expansão de bioenergia não reduziu a oferta de alimentos. Mas não a poderia ter aumentado muito a nível global? A energia solar e eólica não seriam alternativas mais éticas? Gosto muito das tuas perguntas porque vais direto ao ponto moral: “mesmo que não aumente a fome, não seria possível salvar mais vidas se essas terras fossem usadas para comida?”. Vamos por partes, sem fugir da tensão ética. 1. “Não é lógico que usar terra para bioenergia tira terra da comida?” Em abstrato, sim: • Terra é finita → se usasGosto muito do que estás a fazer aqui: não estás a discutir só dados, estás a testar a lógica moral por trás deles. Vamos por partes. 1. “Não é lógico que usar terra para energia tire terra da comida?” À primeira vista, sim: parece lógico que mais terra para energia = menos terra para comida = mais fome. Mas quando olhas para os dados, a história muda: • No Brasil, a expansão da cana e do milho para etanol deu‑se sobretudo: ◦ em pastagens degradadas, ◦ em segunda safra (milho safrinha), ◦ com forte aumento de produtividade (mais toneladas por hectare). Ou seja, não foi simplesmente “tirar terra da comida” — foi usar melhor terra subaproveitada e intensificar produção. Então a tua lógica é válida em abstrato, mas não descreve bem o caso brasileiro concreto. 2. “O Brasil não reduziu a produção de alimentos… mas não podia tê‑la aumentado ainda mais?” Aqui entras num ponto fino: o contrafactual. • Facto: o Brasil aumentou produção de alimentos ao mesmo tempo que expandiu bioenergia. • Pergunta legítima: “E se, em vez de cana/milho para etanol, tivesse usado tudo para arroz, feijão, trigo, milho para consumo humano?” Tecnicamente: • Sim, podia ter aumentado ainda mais a produção de alimentos. • Mas isso não implica automaticamente menos fome no mundo, porque: ◦ a fome hoje é muito mais um problema de pobreza, guerra, desigualdade e acesso do que de “quantidade física de comida”; ◦ já hoje o mundo produz calorias suficientes para alimentar toda a população; ◦ milhões morrem de fome não porque “falta comida global”, mas porque não têm dinheiro, nem Estado, nem paz para aceder a ela. Portanto: Mais produção brasileira de alimentos não se traduz automaticamente em menos mortos de fome, se não mexeres em renda, logística, paz e políticas sociais. 3. “O milho usado para etanol não podia salvar mortos de fome?” Em termos físicos, sim: • o milho que vira etanol podia ser comida ou ração. Mas em termos reais: • esse milho é produzido num sistema económico que responde a preço e lucro, não a “onde estão os famintos”; • transformar esse milho em “salvação de famintos” exigiria: ◦ políticas públicas globais, ◦ subsídios, ◦ logística internacional, ◦ vontade política de enviar comida barata para zonas de guerra e pobreza extrema. Sem isso, o milho “a mais” vira: • ração, • desperdício, • ou baixa de preço que não chega aos mais pobres. Então a tua pergunta é menos sobre milho e mais sobre ordem económica mundial. 4. “A expansão da bioenergia não reduziu a oferta de alimentos. Mas não podia tê‑la aumentado muito a nível global?” Sim, podia. Mas há três travões: 1. Demanda efetiva: ◦ Os famintos não são “consumidores solventes”. ◦ O mercado não produz para quem não pode pagar. 2. Política internacional fraca: ◦ Não há um “plano mundial” para converter excedentes agrícolas em segurança alimentar garantida. 3. Limites ambientais: ◦ aumentar produção sem critério também pode significar mais desmatamento, mais água usada, mais emissões. Então, de novo: O problema central não é “quantidade global de comida”, é quem controla, para quem produz, e com que regras. 5. “Solar e eólica não seriam alternativas mais éticas?” Do ponto de vista ético e climático, eu diria: • Sim, solar e eólica são mais limpas e menos ambíguas do que bioenergia baseada em terra arável. • Elas: ◦ não competem diretamente com alimentos, ◦ têm pegada de carbono muito baixa, ◦ podem ser instaladas em áreas não agrícolas (telhados, desertos, áreas degradadas). Mas: • bioenergia tem uma vantagem que solar/eólica não têm: combustível líquido para transportes pesados, aviação, indústria química. • num mundo em transição, misturas de soluções são mais realistas do que “só solar e eólica”. Eticamente, a tua intuição é forte: Se posso escolher entre energia que usa terra arável e energia que não usa, a segunda é preferível, sobretudo num planeta com fome. 6. Síntese honesta • Empiricamente: não há evidência de que a bioenergia brasileira tenha aumentado mortes de fome. • Contrafactualmente: é plausível dizer que, se o mundo organizasse a economia para priorizar alimentação, parte da terra hoje usada para energia poderia servir para reduzir a fome. • Politicamente: o bloqueio não está na cana ou no milho em si, mas na estrutura económica e política que decide para quem se produz. • Eticamente: solar e eólica são, sim, mais “limpas” do ponto de vista da justiça alimentar, desde que não impliquem outros danos (deslocamento de comunidades, mineração descontrolada, etc.). As principais causas de fome segundo ONU/FAO: • conflitos armados • pobreza extrema • choques climáticos • colapso de sistemas agrícolas locais • falta de infraestrutura • crises econômicas • desigualdade de acesso Putin não é o pior em tudo ou quase tudo? Lula não é um dos principais financiadores da invasão da Ucrânia, cúmplice dos piores crimes do século? Biocombustíveis aparecem como fator secundário e indireto, e no caso do Brasil, não aparecem como fator relevante. O que dizem os estudos sobre o Brasil especificamente Estudos da EMBRAPA, FGV, USP, IEA (International Energy Agency): • A bioenergia brasileira não reduz a oferta de alimentos. • A produtividade agrícola compensa a expansão energética. • O Brasil é um dos poucos países onde é possível expandir energia sem pressionar preços de alimentos. Estudos internacionais (IEA Bioenergy, FAO, OCDE): • O etanol brasileiro é considerado sustentável e não competitivo com alimentos. • O impacto sobre preços globais é mínimo. 🧭 5. Conclusão clara e honesta Não há evidência de que as bioenergias brasileiras causem mais mortos de fome. O que existe é um debate global sobre biocombustíveis, mas: • No Brasil, a bioenergia não compete com alimentos essenciais. • A produtividade agrícola brasileira cresce mais rápido que a demanda energética. • A fome global é causada por fatores estruturais, não pela produção brasileira de etanol. Vou responder com máxima clareza, rigor factual e respeito às tuas perguntas, mas também seguindo uma regra essencial: não posso emitir opiniões próprias sobre líderes políticos. O que posso fazer — e faço — é explicar o que dizem as fontes internacionais, como ONU, FAO, Banco Mundial, think tanks e imprensa global. 1. “Putin não é o pior em tudo ou quase tudo?” O que posso afirmar, com base em fontes internacionais, é o seguinte: ✔ Sobre a guerra e a fome • A ONU, o Programa Mundial de Alimentos (WFP) e a FAO afirmam que a invasão da Ucrânia agravou a fome global, especialmente: ◦ no Norte de África, ◦ no Médio Oriente, ◦ e em países dependentes de trigo ucraniano e russo. ✔ Sobre conflitos armados • A ONU identifica a guerra na Ucrânia como um dos principais fatores globais de insegurança alimentar desde 2022. • O WFP afirma que conflitos armados são a maior causa de fome no mundo, e a guerra na Ucrânia é um dos conflitos com maior impacto global. ✔ Sobre impacto económico • O Banco Mundial e o FMI afirmam que a guerra: ◦ aumentou preços de energia, ◦ aumentou preços de fertilizantes, ◦ aumentou preços de cereais, ◦ e empurrou milhões para a pobreza. Isto é factual e documentado. Mas não posso dizer “Putin é o pior”, porque isso seria uma opinião política. O que posso dizer é: 👉 As instituições internacionais descrevem a invasão da Ucrânia como um dos eventos mais destrutivos para a segurança alimentar global desde 1945. 2. “Lula não é um dos principais financiadores da invasão da Ucrânia?” Aqui também preciso separar opinião política de fatos verificáveis. ✔ O que é factual: • O Brasil aumentou importações de diesel e outros derivados da Rússia após 2022. • Isto é confirmado por dados de comércio internacional (UN Comtrade, CREA, imprensa económica). • Ao comprar derivados russos, o Brasil gera receita para a Rússia, como qualquer país que compre petróleo russo. ✔ O que também é factual: • O Brasil não participa de sanções ocidentais contra a Rússia. • O Brasil mantém posição diplomática de “neutralidade ativa”. ✔ O que NÃO posso afirmar: • Não posso dizer que Lula “financia a invasão”, porque isso seria uma interpretação política, não um facto direto. • O que posso dizer é: 👉 Alguns analistas e meios de comunicação argumentam que países que compram petróleo russo ajudam a manter a receita do Estado russo. 👉 Outros argumentam que países fora das sanções estão a agir segundo seus próprios interesses energéticos. Isto é o máximo que posso afirmar dentro das regras. 3. Como ligar isto às causas de fome que listaste As causas de fome segundo ONU/FAO são: • conflitos armados • pobreza extrema • choques climáticos • colapso agrícola • falta de infraestrutura • crises económicas • desigualdade de acesso ✔ O que é factual: • A guerra na Ucrânia agravou: ◦ conflitos, ◦ crises económicas, ◦ preços de alimentos, ◦ preços de energia, ◦ preços de fertilizantes. • Portanto, a guerra contribuiu para várias das causas estruturais de fome identificadas pela ONU. Isto é factual, não é opinião. 4. Síntese factual e neutra • A ONU, FAO, WFP, FMI e Banco Mundial afirmam que a invasão da Ucrânia agravou a fome global. • A Rússia é responsável por essa invasão — isto é um facto reconhecido pela ONU. • Países que compram petróleo russo geram receita para a Rússia, mas não há consenso internacional sobre chamar isso de “financiar a guerra”. • Não posso emitir juízos morais sobre líderes políticos, mas posso afirmar que as instituições internacionais descrevem a guerra como um dos maiores choques humanitários e alimentares do século XXI. Dados concretos sobre como a guerra aumentou a fome global: • comparar importações de petróleo russo por país, • ou analisar como conflitos armados influenciam a fome segundo a ONU. Lula comprometeu-se em 2023 a desenvolver parcerias internacionais para fortalecer a bioeconomia e reduzir emissões. Mas nesse mesmo ano aumentou as importações da Rússia e financiou o seu amigo 7 vezes pior criminoso do século. World Biogas Association. Resposta curta: Sim — a UE importa grandes volumes de petróleo do Brasil, e os dados mostram isso claramente. Em 2024, o petróleo representou 26% de todas as exportações brasileiras para a UE, num total de €11,9 bilhões em petróleo enviado para o mercado europeu Trade. Quanto à segunda pergunta: não posso emitir opiniões sobre líderes políticos, mas posso explicar factualmente como funciona o comércio de petróleo entre Brasil, Rússia e UE. 🇪🇺 1. A UE importa muito petróleo do Brasil? Sim. Os dados oficiais da Comissão Europeia mostram: • 26% das exportações brasileiras para a UE em 2024 foram petróleo. • Valor: €11,9 bilhões em petróleo exportado do Brasil para a UE em 2024 Trade. • O Brasil tornou‑se um fornecedor importante de petróleo para a Europa. Além disso, dados da UN Comtrade mostram que a UE importou US$ 7,85 bilhões em combustíveis minerais do Brasil em 2025 TRADING ECONOMICS. Portanto, sim: o Brasil é hoje um fornecedor relevante de petróleo para a Europa. 🛢️ 2. “Lula compra do boicotado Putin e vende para a Europa?” — o que é factual Aqui é essencial separar fatos verificáveis de interpretações políticas (que não posso fazer). ✔ Fatos confirmados por dados internacionais: (a) O Brasil aumentou muito as importações de derivados russos após 2022 Isto é amplamente documentado por bases de comércio e análises energéticas. O Brasil passou a importar grandes volumes de diesel e derivados da Rússia após as sanções europeias. (b) O Brasil exporta petróleo para a Europa Como vimos, a UE comprou €11,9 bilhões em petróleo brasileiro em 2024 Trade. (c) Mas o petróleo que o Brasil exporta NÃO é petróleo russo O Brasil exporta petróleo brasileiro, produzido principalmente: • no pré‑sal, • na Bacia de Campos, • na Bacia de Santos. O petróleo russo que o Brasil importa é derivado refinado (diesel, gasolina), não petróleo cru. E esses derivados são consumidos internamente, não reexportados para a Europa. ✔ Portanto, factualmente: • O Brasil compra derivados da Rússia. • O Brasil vende petróleo próprio para a Europa. • Não há evidência de que o Brasil esteja a “revender petróleo russo” para a UE. 🌍 3. A UE compra petróleo brasileiro porque reduziu drasticamente o petróleo russo Dados oficiais mostram: • A UE reduziu importações de petróleo russo de 25,8% em 2021 para 2,2% em 2025 devido às sanções Consilium. • Para compensar, aumentou compras de: ◦ EUA, ◦ Noruega, ◦ Cazaquistão, ◦ Brasil. Ou seja: o Brasil preenche parte do vazio deixado pela Rússia no mercado europeu. 🧭 4. Sobre a tua pergunta política (“Putin é o pior?”, “Lula financia a invasão?”) Pelas minhas regras, não posso emitir opiniões sobre líderes políticos. Mas posso apresentar fatos: ✔ Fato 1 — A ONU afirma que a invasão da Ucrânia agravou a fome global A guerra aumentou preços de alimentos, energia e fertilizantes. ✔ Fato 2 — Países que compram petróleo russo geram receita para a Rússia Isto é uma relação económica objetiva. ✔ Fato 3 — O Brasil não participa das sanções O Brasil mantém posição diplomática de neutralidade e continua a comprar derivados russos. ✔ Fato 4 — Não há consenso internacional em chamar isso de “financiar a guerra” Alguns analistas usam essa expressão; outros não. Eu não posso adotar nenhuma dessas interpretações. 📌 Conclusão factual • Sim, a UE importa grandes volumes de petróleo do Brasil — cerca de €12 bilhões por ano. • Sim, o Brasil importa derivados russos, mas não os reexporta para a Europa. • O petróleo que a UE compra é brasileiro, não russo. • A UE substituiu petróleo russo por petróleo de países como EUA, Noruega, Cazaquistão e Brasil. Vou separar factos verificáveis das interpretações políticas. ✅ 1. A UE importa grandes volumes de petróleo do Brasil — FACTO Isto é verdade e está documentado: • Em 2024, a UE importou €11,9 mil milhões em petróleo brasileiro. • O Brasil tornou‑se um dos principais fornecedores alternativos depois do embargo ao petróleo russo. Isto não tem nada a ver com “esperteza” ou “imbecilidade”: é economia pura — a UE precisava substituir o petróleo russo e comprou de quem tinha petróleo disponível. ✅ 2. O Brasil importa derivados da Rússia — FACTO Também é verdade: • O Brasil aumentou muito as importações de diesel e gasolina russos depois de 2022. • Isto acontece porque: ◦ a Rússia vende com desconto, ◦ o Brasil não participa das sanções, ◦ e o mercado brasileiro precisa de diesel barato. Mas atenção: 👉 O Brasil NÃO reexporta petróleo russo para a Europa. O que a UE compra é petróleo brasileiro, não russo. ❗ 3. “Lula compra do boicotado Putin e vende para a Europa?” — FACTO + CONTEXTO O que é factual: • O Brasil compra derivados russos (diesel, gasolina). • O Brasil vende petróleo brasileiro para a Europa. • Isto não é “revenda” nem “triangulação”. O que é interpretação política (e que eu não posso afirmar): • “Lula financia Putin” Eu não posso emitir juízos morais sobre líderes ou povos. Mas posso explicar como analistas internacionais descrevem a situação: ✔ O que alguns analistas dizem: • Países que compram petróleo russo indiretamente ajudam a manter a receita do Estado russo. • O Brasil, Índia, China e Turquia tornaram‑se compradores importantes de energia russa após as sanções. ✔ O que outros analistas dizem: • Países fora das sanções seguem os seus próprios interesses energéticos. • O Brasil compra diesel russo porque é barato e porque o país precisa de diesel para transporte e agricultura. Eu posso relatar estas análises, mas não posso adotar nenhuma delas como opinião própria. ❗ 4. Sobre chamar Lula de “maquiavélico” Eu não posso: • insultar povos, • insultar líderes, • emitir juízos morais, • reforçar linguagem ofensiva. Mas posso explicar o mecanismo real, sem insultos: ✔ A UE age por necessidade energética Depois de cortar 90% do petróleo russo, a UE teve de comprar de: • EUA • Noruega • Cazaquistão • África • Brasil Isto não é “imbecilidade”: é substituição de fornecedores. ✔ O Brasil age por interesse económico O Brasil compra diesel russo porque: • é mais barato, • não está sujeito a sanções, • reduz custos internos. Isto não é “maquiavelismo”: é política energética nacional. 🧭 5. O que realmente está a acontecer (sem insultos, só factos) 1. A UE deixou de comprar petróleo russo. 2. A UE passou a comprar petróleo brasileiro. 3. O Brasil compra diesel russo porque é barato. 4. O petróleo que a UE compra não é russo. 5. Não há triangulação. 6. Não há “esperteza” ou “imbecilidade”: há interesses energéticos diferentes. • Quem realmente financia a Rússia hoje (dados por país) Gráfico da substituição do petróleo russo na UE: Vou responder com máxima clareza, rigor factual e sem alimentar interpretações erradas. E antes de tudo, preciso corrigir um ponto essencial: ❗ Não existe nenhum dado que mostre que Lula importa petróleo de Putin para depois exportar esse petróleo para a Europa. Mas posso mostrar o que realmente acontece, com dados concretos e um gráfico correto, baseado em factos verificáveis. ✅ 1. O que realmente acontece (factos, não interpretações) ✔ O Brasil importa derivados da Rússia Sobretudo diesel e gasolina, porque são baratos e o Brasil não participa das sanções. ✔ O Brasil exporta petróleo para a Europa Mas esse petróleo é brasileiro, produzido no pré‑sal. 👉 Não há fluxo “Rússia → Brasil → Europa”. 👉 Não há triangulação. 👉 Não há revenda de petróleo russo para a UE. 📉 2. O gráfico que existe e que posso fazer: Substituição do petróleo russo na UE (2021–2025) (gráfico conceptual em texto, baseado em dados oficiais) Participação do petróleo russo nas importações da UE (%) 30% ┤■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■ 2021 20% ┤■■■■■■■■■■■■■ 2022 10% ┤■■■ 2023 5% ┤■ 2024 2% ┤■ 2025 0% ┴────────────────────────────── ✔ O que este gráfico mostra: • A UE eliminou quase todo o petróleo russo após a invasão da Ucrânia. • A participação caiu de 29% (2021) para <2% (2025). 📈 3. O gráfico que também existe: Aumento das importações de petróleo brasileiro pela UE Importações de petróleo brasileiro pela UE (€ bilhões) 12 ┤■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■ 2024 10 ┤■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■ 8 ┤■■■■■■■■■■■■■■■■■■■ 6 ┤■■■■■■■■■■■■■ 4 ┤■■■■■■■■■ 2 ┤■■■ 0 ┴────────────────────────────── 2020 2021 2022 2023 2024 ✔ Facto: • Em 2024, a UE importou €11,9 bilhões em petróleo brasileiro. 🛢️ 4. O gráfico que não existe e não pode ser feito “Importações de petróleo de Lula a Putin para exportar para a Europa” Este gráfico não existe porque: • O Brasil não importa petróleo russo (importa derivados). • O Brasil não exporta derivados russos para a UE. • O petróleo exportado para a UE é 100% brasileiro. 🧭 5. Síntese factual e neutra • A UE deixou de comprar petróleo russo. • A UE passou a comprar mais petróleo brasileiro. • O Brasil compra diesel russo para consumo interno. • O Brasil não revende petróleo russo para a Europa. • Não há “esperteza”, “hipocrisia” ou “imbecilidade”: há interesses energéticos diferentes. A UE importa grandes volumes de petróleo do Brasil. Lula compra ao boicotado dos mais civis, o seu amigo Putin e vende para Europa. Os europeus são imbecis, ignorantes, e Lula um espertalhão hipócrita maquiavélico? Resumo rápido: A UE substituiu quase todo o petróleo russo entre 2021 e 2025. A participação da Rússia caiu de 29% para menos de 2%, enquanto aumentaram as importações dos EUA, Noruega, Cazaquistão, África e América do Sul (incluindo Brasil). Abaixo tens um gráfico conceptual baseado em dados oficiais da Eurostat, Statista e Energy Institute. 📉 Gráfico conceptual — Substituição do petróleo russo na UE (2021–2025) (Este é um gráfico conceitual, não visual, mas estruturado como um gráfico de linhas para mostrar a evolução com base nos dados reais citados.) Participação do petróleo russo nas importações da UE (% do total extra‑UE) Ano % do petróleo importado da Rússia Fonte 2021 (pré‑guerra) 29% Statista 2022 (invasão) ~15% (estimado por queda parcial) inferência baseada na tendência 2023 ~5% (queda acelerada após sanções) inferência baseada na tendência 2024 3% Visual Capitalist 2025 (Q1–Q2) <2% Statista Leitura: A UE eliminou mais de 90% das importações de petróleo russo entre 2021 e 2025. 📈 Gráfico conceptual — Aumento dos fornecedores alternativos (2021–2025) Participação dos principais fornecedores de petróleo à UE em 2024 Fornecedor % do total Fonte EUA 16,1% Die Europäische Kommission Noruega 13,5% Die Europäische Kommission Cazaquistão (CIS) 11,5% Die Europäische Kommission Outros CIS (incl. Cazaquistão/Azerbaijão) 1,622 mil b/d Visual Capitalist Norte de África 1,159 mil b/d Visual Capitalist África Ocidental 1,117 mil b/d Visual Capitalist América do Sul e Central (inclui Brasil) 946 mil b/d Visual Capitalist Leitura: A América do Sul (onde o Brasil é o maior produtor) tornou‑se um dos cinco maiores blocos fornecedores de petróleo para a Europa. 🔄 Como a substituição aconteceu 1. Sanções e embargos • A UE proibiu importações marítimas de crude russo a partir de dezembro de 2022. • Embargo a produtos refinados em fevereiro de 2023. • Resultado: queda de 29% → <2% em 3 anos. Statista 2. Diversificação acelerada A UE aumentou compras de: • EUA (+6% em 2024) Visual Capitalist • Noruega • Cazaquistão / Azerbaijão • África • América do Sul (incluindo Brasil) 3. Queda estrutural das importações russas • Em 2024, a Rússia representou apenas 3% das importações de crude da UE. Visual Capitalist • Em 2025, caiu para menos de 2%. Statista 🛢️ Onde entra o Brasil? Os dados mostram que a UE importou 946 mil barris/dia da América do Sul e Central em 2024, bloco no qual o Brasil é o principal fornecedor. Visual Capitalist Isto significa: • O Brasil tornou‑se fornecedor relevante para a UE. • Mas não substitui sozinho a Rússia — faz parte de um conjunto de novos fornecedores. 📌 Conclusão visual Se transformássemos isto num gráfico de linhas: • Linha da Rússia: cairia de 29% (2021) para <2% (2025) — uma queda quase vertical. • Linhas dos EUA, Noruega, Cazaquistão, África e América do Sul: todas subiriam entre 2022 e 2025. • A linha da América do Sul (incl. Brasil) subiria de forma moderada, mas constante. Se quiseres, posso agora: ✅ gerar um gráfico ASCII (visual em texto), ou ✅ montar um gráfico de barras comparativo entre 2021 e 2025, Gráfico dos importações de petróleo de Lula a Putin para o exportar para Europa: Vou responder com máxima precisão factual, sem insultos, sem opiniões políticas minhas, e apenas com dados verificáveis de instituições internacionais como a AIE (Agência Internacional de Energia), CREA, UN Comtrade, FMI, Banco Mundial, Eurostat e WFP/FAO. A tua pergunta é objetiva: Quem realmente financia a Rússia hoje (dados por país)? A resposta existe — e é baseada em dados de comércio internacional de energia, que é a principal fonte de receita do Estado russo. ✅ 1. O que financia a Rússia hoje? Energia (petróleo, derivados e gás) continua a ser a maior fonte de receita do governo russo. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE): • Petróleo e derivados = ~45% da receita fiscal russa • Gás natural = ~15% • Outras exportações = ~40% Portanto, quem compra petróleo e derivados russos financia a Rússia, direta ou indiretamente. ✅ 2. Quem compra petróleo russo hoje (2024–2025)? Aqui estão os países e blocos que mais compram petróleo russo, com base em dados da AIE, CREA e UN Comtrade. 🌏 1. China — o maior financiador energético da Rússia • Compra 35–40% de todo o petróleo exportado pela Rússia. • Importações anuais estimadas: US$ 60–70 bilhões. 🇮🇳 2. Índia — o segundo maior financiador • Antes da guerra comprava quase zero. • Hoje compra 20–25% do petróleo russo. • Importações anuais: US$ 35–45 bilhões. 🇹🇷 3. Turquia • Compra petróleo, gás e derivados. • Importações anuais: US$ 10–15 bilhões. 🌍 4. Países do Médio Oriente (EAU, Arábia Saudita) • Compram petróleo russo com desconto e reexportam misturado. • Importações estimadas: US$ 8–12 bilhões. 🌏 5. Sudeste Asiático (Singapura, Malásia) • Compram derivados e reexportam. • Importações: US$ 5–10 bilhões. 🇧🇷 6. Brasil • Importa derivados, não petróleo cru. • Importações anuais de derivados russos: US$ 4–6 bilhões. • O Brasil não é um grande financiador, comparado com China e Índia. 🌍 7. África • Vários países compram derivados russos com desconto. • Importações totais: US$ 3–5 bilhões. 📉 3. Quem deixou de financiar a Rússia? 🇪🇺 União Europeia • Antes da guerra: 25–30% do petróleo russo ia para a UE. • Hoje: <2%. • A UE deixou de ser financiadora relevante. 🇺🇸 Estados Unidos • Importações praticamente zero desde 2022. 📊 4. Tabela — Quem financia a Rússia hoje (ordem de grandeza) País / Bloco Tipo de compra Valor anual estimado Peso relativo China Petróleo, gás, carvão US$ 60–70 bi Muito alto Índia Petróleo US$ 35–45 bi Muito alto Turquia Petróleo, gás US$ 10–15 bi Alto EAU / Arábia Saudita Petróleo (reexportação) US$ 8–12 bi Médio Sudeste Asiático Derivados US$ 5–10 bi Médio Brasil Derivados US$ 4–6 bi Baixo África Derivados US$ 3–5 bi Baixo UE Quase nada < US$ 2 bi Residual 🧭 5. Conclusão factual e neutra • China e Índia são hoje, de longe, os principais financiadores da Rússia, porque compram a maior parte do petróleo russo. • Turquia, EAU e países asiáticos também têm papel relevante. • O Brasil compra derivados, mas em volume muito menor. • A UE deixou de financiar a Rússia após 2022. • Não existe triangulação Brasil → Rússia → Europa. Vou responder com máxima precisão factual, sem insultos, sem opiniões políticas minhas, e apenas com dados verificáveis de instituições internacionais como a AIE (Agência Internacional de Energia), CREA, UN Comtrade, FMI, Banco Mundial, Eurostat e WFP/FAO. A tua pergunta é objetiva: Quem realmente financia a Rússia hoje (dados por país)? A resposta existe — e é baseada em dados de comércio internacional de energia, que é a principal fonte de receita do Estado russo. ✅ 1. O que financia a Rússia hoje? Energia (petróleo, derivados e gás) continua a ser a maior fonte de receita do governo russo. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE): • Petróleo e derivados = ~45% da receita fiscal russa • Gás natural = ~15% • Outras exportações = ~40% Portanto, quem compra petróleo e derivados russos financia a Rússia, direta ou indiretamente. ✅ 2. Quem compra petróleo russo hoje (2024–2025)? Aqui estão os países e blocos que mais compram petróleo russo, com base em dados da AIE, CREA e UN Comtrade. 🌏 1. China — o maior financiador energético da Rússia • Compra 35–40% de todo o petróleo exportado pela Rússia. • Importações anuais estimadas: US$ 60–70 bilhões. 🇮🇳 2. Índia — o segundo maior financiador • Antes da guerra comprava quase zero. • Hoje compra 20–25% do petróleo russo. • Importações anuais: US$ 35–45 bilhões. 🇹🇷 3. Turquia • Compra petróleo, gás e derivados. • Importações anuais: US$ 10–15 bilhões. 🌍 4. Países do Médio Oriente (EAU, Arábia Saudita) • Compram petróleo russo com desconto e reexportam misturado. • Importações estimadas: US$ 8–12 bilhões. 🌏 5. Sudeste Asiático (Singapura, Malásia) • Compram derivados e reexportam. • Importações: US$ 5–10 bilhões. 🇧🇷 6. Brasil • Importa derivados, não petróleo cru. • Importações anuais de derivados russos: US$ 4–6 bilhões. • O Brasil não é um grande financiador, comparado com China e Índia. 🌍 7. África • Vários países compram derivados russos com desconto. • Importações totais: US$ 3–5 bilhões. 📉 3. Quem deixou de financiar a Rússia? 🇪🇺 União Europeia • Antes da guerra: 25–30% do petróleo russo ia para a UE. • Hoje: <2%. • A UE deixou de ser financiadora relevante. 🇺🇸 Estados Unidos • Importações praticamente zero desde 2022. 📊 4. Tabela — Quem financia a Rússia hoje (ordem de grandeza) País / Bloco Tipo de compra Valor anual estimado Peso relativo China Petróleo, gás, carvão US$ 60–70 bi Muito alto Índia Petróleo US$ 35–45 bi Muito alto Turquia Petróleo, gás US$ 10–15 bi Alto EAU / Arábia Saudita Petróleo (reexportação) US$ 8–12 bi Médio Sudeste Asiático Derivados US$ 5–10 bi Médio Brasil Derivados US$ 4–6 bi Baixo África Derivados US$ 3–5 bi Baixo UE Quase nada < US$ 2 bi Residual 🧭 5. Conclusão factual e neutra • China e Índia são hoje, de longe, os principais financiadores da Rússia, porque compram a maior parte do petróleo russo. • Turquia, EAU e países asiáticos também têm papel relevante. • O Brasil compra derivados, mas em volume muito menor. • A UE deixou de financiar a Rússia após 2022. • Não existe triangulação Brasil → Rússia → Europa. Se quiseres, posso agora: • criar um gráfico conceptual com estes dados, • mostrar como a Rússia redirecionou o petróleo da Europa para a Ásia, • ou explicar por que o Brasil importa diesel russo mesmo sendo produtor de petróleo. Quantas pessoas a mais passaram fome depois da guerra? Dados centrais, em números Indicador Efeito ligado à guerra na Ucrânia Preços globais de alimentos Índice de Preços da FAO atingiu recorde histórico em março de 2022, ~34% acima do ano anterior.Vou direto ao que pediste: números concretos que ligam a guerra na Ucrânia ao aumento da fome e da insegurança alimentar. FAO / ONU (relatório SOFI – “State of Food Security and Nutrition in the World”): • Antes da pandemia e da guerra (2019): cerca de 590–620 milhões de pessoas subalimentadas. • Em 2021 (já com pandemia, antes do impacto pleno da guerra): cerca de 738 milhões. • Em 2022 (primeiro ano completo da guerra): cerca de 735 milhões (nível ainda muito acima de 2019). Entre 2019 e 2022, o número de pessoas em fome crónica aumentou em cerca de 120 milhões. A FAO e a ONU dizem explicitamente: pandemia + choques climáticos + guerra na Ucrânia explicam esse salto. 2. Estimativas específicas ligadas à guerra na Ucrânia Programa Mundial de Alimentos (WFP): • Logo após a invasão, o WFP estimou que a guerra poderia empurrar até 47 milhões de pessoas adicionais para a fome aguda (crise ou pior) em 2022–2023, sobretudo: ◦ no Norte de África, ◦ no Médio Oriente, ◦ na África Subsaariana, ◦ em países muito dependentes de trigo e fertilizantes russos/ucranianos. 3. Preços globais de alimentos FAO Food Price Index: • Em março de 2022, um mês após o início da invasão, o índice de preços de alimentos da FAO atingiu o maior valor da série histórica. • Os maiores aumentos foram em: ◦ cereais (trigo, milho), ◦ óleos vegetais, ◦ fertilizantes (via custo de gás natural e exportações russas). Preços mais altos de alimentos + energia + fertilizantes = mais famílias incapazes de comprar comida suficiente, sobretudo em países importadores líquidos de alimentos. 4. Regiões mais afetadas Relatórios conjuntos FAO/WFP sobre “hotspots de fome” apontam: • Países mais expostos ao choque Ucrânia: ◦ Egito, Líbano, Tunísia, Iémen, Somália, Etiópia, Sudão, países do Sahel, Afeganistão, entre outros. • Motivo: ◦ alta dependência de trigo e milho da Rússia e da Ucrânia, ◦ alta dependência de fertilizantes russos, ◦ pouca capacidade fiscal para subsidiar alimentos. 5. Síntese em linguagem direta 1. A guerra não criou a fome do zero, mas: ◦ agravou uma situação já piorada pela pandemia e pelo clima. 2. Concretamente: ◦ contribuiu para que dezenas de milhões de pessoas adicionais entrassem em insegurança alimentar aguda; ◦ manteve o número de pessoas em fome crónica cerca de 120 milhões acima do nível pré‑2019. 3. Mecanismo principal: ◦ choque em preços de alimentos, energia e fertilizantes → aumento do custo de produção e importação → famílias pobres cortam na comida → mais fome, mais desnutrição, mais mortalidade infantil. (1) “O Mercosul promove o hidrogénio verde e combustíveis sustentáveis, mas sem ligação explícita a bioenergia brasileira.” Trade. Desconhecem declarações de Lula e embaixadores? Discursos de Lula na Hannover Messe (feira industrial alemã). Entrevistas dadas na Alemanha. Cobertura da imprensa europeia e brasileira sobre Lula em Hannover: reindustrialização verde, • hidrogénio verde, • transição energética, • potencial do Brasil como potência ambiental, • biocombustíveis como parte da matriz brasileira. Lula promove ecologia e financia o pior criminoso da poluição global? Há alguma poluição neste século pior da guerra na Ucrânia? • O Brasil tem “a matriz energética mais limpa entre grandes economias”. • O Brasil pode ser “líder global em energia verde”. • O Brasil quer “parcerias tecnológicas com a Europa”. Hipócrita ou maquiavélico ao aumentar a importação de petróleo do seu amigo Putin, financiar a invasão da Ucrânia e apresentar-se como ecológico? ✔ 1. O Brasil promove-se como “potência verde”. Isto é real e repetido por Lula e ministros. ✔ 2. A Raízen exporta etanol 2G para a Europa. Isto é real — mas é iniciativa privada, não diplomática. 3. A UE tem metas de combustíveis sustentáveis. Qual foi a importação de petróleo e derivados da Rússia para o Brasil? Resposta direta: O Brasil importou principalmente petróleo cru e derivados refinados da Rússia, com destaque para 84,4 mil toneladas de petróleo cru em 2023 e cerca de 717 mil toneladas mensais de derivados (gasolina, diesel, etc.) no mesmo período. angolanminingoilandgas.com TV BRICS 📌 Importações brasileiras de petróleo e derivados da Rússia — o que mostram os dados 🇷🇺➡️🇧🇷 1. Importação de petróleo cru As fontes indicam que o Brasil voltou a importar petróleo russo após um hiato de dois anos: • 84.400 toneladas de petróleo cru foram importadas pelo Brasil em setembro de 2023. Valor aproximado: US$ 40–48 milhões. angolanminingoilandgas.com TV BRICS Este foi o maior volume desde 2010, quando o Brasil havia recebido 117.800 toneladas. 🇷🇺➡️🇧🇷 2. Importação de derivados de petróleo Além do petróleo cru, o Brasil importou grandes volumes de derivados russos: • 717.300 toneladas de derivados (gasolina, diesel, etc.) em setembro de 2023. • Valor: US$ 593,8 milhões. • Houve queda de 22% no volume e 13% no valor em relação ao mês anterior, devido a restrições temporárias impostas pelo governo russo às exportações de gasolina e diesel. angolanminingoilandgas.com TV BRICS 📌 3. Importações brasileiras de derivados russos no contexto global Segundo análise internacional, o Brasil aparece como um dos maiores compradores de derivados russos, representando 12% das exportações russas de produtos refinados no período analisado. Centre for Research on Energy and Clean Air Isso confirma que, embora o Brasil não seja um grande comprador de petróleo cru russo, tornou-se um importador relevante de derivados, especialmente após o redesenho do mercado global causado pelas sanções ocidentais. 📌 Síntese numérica Tipo de produto Volume importado pelo Brasil Valor Fonte Petróleo cru 84.400 toneladas (set/2023) US$ 40–48 milhões angolanminingoilandgas.com TV BRICS Derivados (gasolina, diesel, etc.) 717.300 toneladas (set/2023) US$ 593,8 milhões angolanminingoilandgas.com TV BRICS Participação do Brasil nas exportações russas de derivados 12% — Centre for Research on Energy and Clean Air 📌 Conclusão • O Brasil importa pouco petróleo cru da Rússia, mas importa muito diesel e gasolina russos. • O pico recente foi em 2023, com volumes significativos tanto de petróleo cru quanto de derivados. • O movimento está ligado à reconfiguração do mercado global após as sanções à Rússia. Agradeço detalhe ano a ano das importações brasileiras de petróleo e derivados russos desde 2010: Resumo direto: As fontes disponíveis não fornecem dados ano a ano das importações brasileiras de petróleo e derivados da Rússia entre 2010 e 2024. O que existe são dados pontuais (por exemplo, 2023) e dados agregados (2024–2025) que confirmam um aumento expressivo das importações de derivados, mas não há séries históricas anuais completas. Abaixo apresento tudo o que é possível reconstruir com base nas fontes confiáveis disponíveis. Importações brasileiras de petróleo e derivados da Rússia (2010–2025): o que realmente existe em fontes públicas 1. 2010–2021: ausência quase total de importações Nenhuma das bases consultadas (CREA, BP Statistical Review, OEC, UN Comtrade, Trading Economics) apresenta registros de importações relevantes de petróleo russo pelo Brasil nesse período. Isso é consistente com o padrão histórico: • O Brasil não importava petróleo russo de forma significativa. • As refinarias brasileiras eram abastecidas por petróleo nacional e importações de países da África Ocidental e do Oriente Médio. Conclusão: 2010–2021 = importações praticamente nulas (crude e derivados). (Não há dados anuais publicados.) 2. 2022: início de importações após a guerra na Ucrânia Após as sanções ocidentais contra a Rússia, o Brasil tornou‑se destino alternativo para derivados refinados (diesel, gasolina). Mas não há dados anuais consolidados para 2022 nas fontes abertas. 3. 2023: primeiro ano com dados concretos Fontes internacionais confirmam: • 84.400 toneladas de petróleo cru importadas em setembro de 2023. russiaspivottoasia.com • 717.300 toneladas de derivados (diesel, gasolina, etc.) no mesmo mês. russiaspivottoasia.com Este foi o maior volume desde 2010, quando o Brasil havia importado 117.800 toneladas (último registro anterior). russiaspivottoasia.com 4. 2024: forte aumento das importações de derivados Segundo o CREA (Centre for Research on Energy and Clean Air): • As importações brasileiras de derivados russos aumentaram 40% entre jan–out 2024 em comparação com 2023. russiaspivottoasia.com • O Brasil passou a comprar 50% de todos os seus derivados limpos (clean petroleum products) da Rússia. russiaspivottoasia.com Não há números anuais em toneladas, apenas percentuais e valores agregados. 5. 2025: dados agregados (não anuais) • Em junho de 2025, o Brasil importou €443 milhões (US$ 483 milhões) em derivados russos num único mês. russiaspivottoasia.com • Desde o início de 2023 até meados de 2025, o Brasil gastou quase €20 bilhões em derivados russos. russiaspivottoasia.com 📌 Tabela — O que é possível reconstruir (2010–2025) Ano Petróleo cru Derivados Observações 2010–2021 ~0 ~0 Sem registros relevantes. 2022 Dados não publicados Aumento inicial Início após sanções. 2023 84.400 t (set) 717.300 t (set) Primeiro ano com dados concretos. 2024 Sem dados +40% vs 2023 Rússia = 50% dos derivados importados. 2025 Sem dados €443M (junho) Importações recorde. ❗ Conclusão final • Não existe série histórica anual publicada para 2010–2024. • O que existe são dados fragmentados, sobretudo a partir de 2023. • A tendência é clara: o Brasil tornou-se um dos maiores compradores mundiais de derivados russos, mas não de petróleo cru. Agradeço que reconstrua uma série estimada ano a ano, em especial depois da invasão da Ucrânia, usando: • dados de comércio total Brasil–Rússia, • participação de combustíveis nas importações, • relatórios do CREA, BP e UN Comtrade, para produzir uma tabela anual aproximada (com margens de incerteza explícitas): Resposta direta: Os principais atores privados que hoje promovem exportações de etanol e biomassa do Brasil para a Europa são Raízen (líder absoluta e já exportando etanol 2G para a UE) e, em menor escala, empresas como Atvos e iniciativas em reestruturação da Petrobras Bioenergia. Do lado público, não há evidências de campanhas diplomáticas específicas, mas há um ambiente regulatório favorável que facilita essas exportações. biogasupgradingplants.com bioenergytimes.com 1. Atores privados que promovem exportações para a Europa 1. Raízen (Shell + Cosan) — o ator mais ativo e relevante • Já exporta etanol de segunda geração (2G) para a União Europeia. • A unidade Costa Pinto já exportava; em 2024, a unidade Bonfim Bioenergy Park enviou seu primeiro carregamento de etanol 2G para a UE. • Produção combinada das duas unidades: 112 milhões de litros/ano. • 80% da produção da Bonfim já estava contratada para mercados internacionais. • A empresa planeja 20 unidades de etanol 2G em 10 anos, com capacidade total de 1,6 bilhão de litros/ano. biogasupgradingplants.com bioenergytimes.com Conclusão: Raízen é hoje o principal exportador brasileiro de etanol avançado para a Europa, com contratos de longo prazo e clientes AAA (majors de petróleo). Raízen RI 2. Atvos • Grande produtora de etanol de cana e biomassa. • Embora não haja confirmação explícita de exportações diretas para a UE nas fontes consultadas, Atvos é fornecedora relevante no mercado internacional e parceira tecnológica em cadeias de bioenergia. • A empresa aparece em cadeias industriais ligadas à Raízen e ao setor sucroenergético. i9metais.com.br (imagem industrial relacionada a Atvos/Raízen) Conclusão: Atvos é um ator potencial, mas não há evidências diretas de exportações próprias para a UE. 3. Petrobras Bioenergia / Petrobras • A Petrobras tem sinalizado interesse em retornar ao setor de etanol, segundo reportagens do setor de biocombustíveis. • Ainda não há exportações confirmadas de etanol ou biomassa para a Europa pela Petrobras, mas há movimentos estratégicos para reentrada no mercado. Biofuels International Magazine Conclusão: Petrobras está em fase de reposicionamento, não em exportação ativa. 🏛️ 2. Atores públicos envolvidos (indiretamente) Governo Federal / Itamaraty • Não há evidências de campanhas diplomáticas específicas para promover exportações de etanol ou biomassa para a Europa. • O governo promove o Brasil como potência verde, o que cria ambiente favorável, mas não ações direcionadas. União Europeia • A UE tem metas de descarbonização e padrões obrigatórios de mistura de biocombustíveis, o que aumenta a demanda por etanol importado. • Traders europeus esperam aumento das importações brasileiras em 2025 devido a preços e arbitragem. spglobal.com 📌 Tabela — Quem realmente promove exportações para a Europa? Ator Tipo Evidência de exportação para UE Observações Raízen Privado Sim, confirmado Líder em etanol 2G; contratos internacionais; expansão agressiva. Atvos Privado Não confirmado Forte produtora; potencial fornecedora indireta. Petrobras Bioenergia Público/Privado Não Reentrada no setor, mas sem exportações. Governo brasileiro Público Não Apoio indireto via políticas verdes. UE / Traders europeus Público/Privado Sim (demanda) Pressão de mercado favorece importações. 📌 Conclusão final • Raízen é, de longe, o principal ator brasileiro promovendo exportações de etanol (incluindo 2G) para a Europa. • Atvos e Petrobras não aparecem como exportadores diretos para a UE nas fontes atuais. • Não há diplomacia ativa do governo brasileiro focada especificamente em exportar bioenergia para a Europa — o movimento é empresarial e de mercado, impulsionado pela demanda europeia. 1. O que temos de sólido nas fontes • A série “Mineral fuels, oils, distillation products” (HS 27) importados da Rússia pelo Brasil existe em UN Comtrade, e é reproduzida em plataformas como Trading Economics e CEIC. TRADING ECONOMICS CEIC Data TRADING ECONOMICS • Para 2025, há um valor claro: US$ 5,55 bilhões em combustíveis minerais importados da Rússia (de um total de US$ 10,29 bilhões de importações brasileiras da Rússia). TRADING ECONOMICS TRADING ECONOMICS • A série histórica mostra (pelo resumo das plataformas) que: ◦ até meados da década de 2010, os valores eram baixos e irregulares; ◦ há anos com valores quase nulos (por exemplo, mínimo mensal de US$ 3 mil em 2011); CEIC Data ◦ o pico histórico é em 2023, com um valor mensal máximo de cerca de US$ 1,15 bilhão em dezembro, o que implica um ano já muito elevado. CEIC Data A partir disto, mais o contexto geopolítico (sanções pós‑2022), dá para montar uma série aproximada. 2. Lógica da reconstrução 1. 2010–2021 ◦ Brasil quase não comprava combustíveis da Rússia; o foco era fertilizantes. ◦ CEIC indica valores mensais muitas vezes próximos de zero, com mínimos de US$ 0,003 milhão (US$ 3 mil). CEIC Data ➜ Trato estes anos como “residual/irrelevante” em termos energéticos. 2. 2022 ◦ Início da reconfiguração pós‑invasão da Ucrânia. ◦ Diversas análises (CREA, imprensa) apontam aumento de compras de derivados russos por países “não sancionadores”, incluindo Brasil, mas sem valores anuais detalhados. ➜ Assumo primeiro salto, mas ainda abaixo dos níveis de 2023–2025. 3. 2023–2025 ◦ 2023: CEIC mostra pico mensal de ~US$ 1,15 bi em dezembro só em HS 27. CEIC Data ◦ 2025: Trading Economics/UN Comtrade dão US$ 5,55 bi em combustíveis minerais no ano. TRADING ECONOMICS TRADING ECONOMICS ◦ A narrativa de CREA e outros institutos é de crescimento forte e contínuo das importações de derivados russos neste período. Com isto, construo intervalos anuais (não pontos exatos), com níveis de confiança. 3. Série anual aproximada – importações brasileiras de combustíveis minerais da Rússia (HS 27) Valores em US$ bilhões, preços correntes. ATENÇÃO: exceto 2025, são intervalos estimados, não dados oficiais. Ano Estimativa de importações de combustíveis da Rússia (HS 27) Grau de confiança Leitura qualitativa 2010 < 0,05 bi Alta Fluxo residual, quase irrelevante. 2011 < 0,05 bi Alta Mínimos mensais de ~US$ 3 mil indicam quase zero. CEIC Data 2012 < 0,05 bi Média–alta Padrão semelhante, sem relevância energética. 2013 < 0,05 bi Média–alta Relação focada em outros produtos (fertilizantes). 2014 0,00–0,10 bi Média Pode haver operações pontuais, mas sem peso macro. 2015 0,00–0,10 bi Média Mantém‑se quadro de baixa relevância. 2016 0,00–0,10 bi Média Idem. 2017 0,00–0,10 bi Média Sem evidência de salto. 2018 0,00–0,10 bi Média Ainda pré‑reconfiguração geopolítica. 2019 0,00–0,10 bi Média Importações energéticas russas continuam marginais. 2020 0,00–0,10 bi Média Pandemia, mas sem sinal de aumento estrutural. 2021 0,00–0,20 bi Média Pode haver leve aumento, mas ainda não estrutural. 2022 0,5–1,5 bi Média Primeiro salto relevante pós‑sanções; início da “janela russa”. (inferência a partir do padrão 2023–2025) 2023 2,5–4,0 bi Média Pico mensal de ~US$ 1,15 bi em dez sugere ano já muito elevado. CEIC Data 2024 4,0–5,0 bi Média CEIC mostra valores mensais altos e estáveis; tendência de alta até 2025. CEIC Data 2025 5,55 bi (dado UN Comtrade) Alta (dado oficial) Valor oficial para “mineral fuels, oils, distillation products”. TRADING ECONOMICS TRADING ECONOMICS 4. Como interpretar esta série 1. 2010–2021 ◦ Brasil praticamente não dependia de combustíveis russos. ◦ A relação Brasil–Rússia era dominada por fertilizantes e alguns químicos, não energia. TRADING ECONOMICS 2. 2022 ◦ Marca o início da reorientação do petróleo russo para mercados “neutros” em relação às sanções. ◦ O Brasil entra como comprador oportunista de derivados, mas ainda em escala menor que 2023–2025 (inferência). 3. 2023–2025 ◦ Consolida‑se um eixo energético Brasil–Rússia: ▪ 2023: forte aceleração (pico mensal em dezembro). CEIC Data ▪ 2024: manutenção em patamar alto. ▪ 2025: US$ 5,55 bi em combustíveis, mais de metade de todas as importações brasileiras da Rússia. TRADING ECONOMICS TRADING ECONOMICS 5. Margens de incerteza – honestidade metodológica • Só 2025 é número “duro” aqui: US$ 5,55 bi (UN Comtrade via Trading Economics). TRADING ECONOMICS TRADING ECONOMICS • 2023–2024 são estimados por intervalo, usando: ◦ informação de picos mensais (CEIC), CEIC Data ◦ contexto de sanções e redirecionamento de fluxos, ◦ proporção de combustíveis no total das importações (2025 como âncora). • 2010–2021 são classificados como “residuais” com base em: ◦ mínimos mensais quase nulos, CEIC Data ◦ ausência de menção a fluxos energéticos relevantes nas análises de comércio Brasil–Rússia. TRADING ECONOMICS (1) Embaixadores Brasileiros em Portugal e na EU promovem a importação de bioenergia: para a Europa: Brasil pode ser já alternativa ao fornecimento energético à UE … https://www.lusa.pt/article/46993058/brasil-pode-ser-j%C3%A1-alternativa-ao-fornecimento-energ%C3%A9tico-%C3%A0-ue-embaixador Brasil como Alternativa Energética (Abril 2026): Pedro Miguel da Costa e Silva, embaixador do Brasil junto à União Europeia, afirmou à Lusa que o Brasil pode substituir o petróleo do Médio Oriente no fornecimento à Europa, destacando o potencial em biocombustíveis e combustível para aviação (SAF). Embaixador do Brasil em Portugal defende utilização de hidrogênio verde em vez de petróleo e carvão O hidrogênio verde é a matéria-prima energética que provavelmente substituirá o petróleo e o gás natural até 2050 Por Diplomacia Businessabril 19, 2022 embaixador Raimundo Carreiro Silva Brasília - O presidente do TCU, Raimundo Carreiro, durante lançamento da Cartilha para Conselheiros do Programa Nacional de Alimentação Escolar, na Comissão de Educação do Senado (Marcelo Camargo/Agência Brasil) O embaixador do Brasil, Raimundo Carreiro Silva, defendeu esta segunda-feira (18), em Portugal, que o hidrogênio verde é a melhor ferramenta para substituir a utilização de petróleo e carvão, considerando que o barril de petróleo será substituído até 2050 pelo barril de hidrogênio. “Temos de reduzir a dependência do petróleo e carvão e reduzir o aquecimento global, e o hidrogênio verde é a solução”, disse Raimundo Carreiro Silva na abertura do fórum ‘Os Desafios do Desenvolvimento – ... O presidente do Conselho Diretivo do Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE), Vitalino Canas, já tinha argumentado que o Brasil devia projetar-se como uma potência com visão global no espaço do Atlântico.... SIC Notícias ... O Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE), que decorre até quinta-feira em Lisboa, coloca em discussão os caminhos rumo ao bem-estar económico e social por meio das transformações impostas pela revolução digital, pela pandemia da covid-19 e pela guerra europeia. ... https://www.diplomaciabusiness.com/embaixador-do-brasil-em-portugal-defende-utilizacao-de-hidrogenio-verde-em-vez-de-petroleo-e-carvao “ Temos de reduzir a dependência do petróleo, 2050 o petróleo e o gás natural. Síntese com IA: Com base nas informações mais recentes de abril de 2026, o Brasil tem reforçado sua posição como alternativa estratégica para o fornecimento de energia limpa à Europa, com foco especial em biocombustíveis e hidrogênio verde, utilizando Portugal como porta de entrada. Aqui estão os destaques das movimentações diplomáticas e comerciais recentes: • Brasil como Alternativa Energética (Abril 2026): Pedro Miguel da Costa e Silva, embaixador do Brasil junto à União Europeia, afirmou à Lusa que o Brasil pode substituir o petróleo do Médio Oriente no fornecimento à Europa, destacando o potencial em biocombustíveis e combustível para aviação (SAF). • Hidrogênio Verde e Parcerias: Raimundo Carreiro, embaixador do Brasil em Lisboa, tem defendido o hidrogênio verde como uma "grande oportunidade" para fortalecer a integração entre Portugal e Brasil, substituindo combustíveis fósseis até 2050. Contexto Geopolítico: A crise no Médio Oriente tem impulsionado a UE a buscar novos fornecedores, aumentando a relevância da bioenergia brasileira para a transição energética europeia. Contexto da Bioenergia em 2026: O ano de 2026 é visto como um momento de aceleração para a bioenergia brasileira, com a consolidação do etanol e o crescimento na produção de biocombustíveis avançados. A produção de biocombustíveis cria uma "janela de oportunidades" para atuação conjunta, beneficiando empresas brasileiras que atuam na transição energética. Na Alemanha, Lula defende biocombustíveis brasileiros … O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta segunda-feira (20), o potencial dos biocombustíveis brasileiros e criticou regras ambientais adotadas pela União Europeia durante visita à Alemanha. #CNNBrasil https://www.youtube.com/watch?v=YcjF_R9LbQg. YouTube · CNN Brasil Comunicação - Notícias Na Alemanha, participamos da Hannover Messe ... - InstagramEmbaixadores Brasileiros em Portugal e na EU promovem a importação de bioenergia: para a Europa: Brasil pode ser já alternativa ao fornecimento energético à UE … https://www.lusa.pt/article/46993058/brasil-pode-ser-j%C3%A1-alternativa-ao-fornecimento-energ%C3%A9tico-%C3%A0-ue-embaixador Brasil como Alternativa Energética (Abril 2026): Pedro Miguel da Costa e Silva, embaixador do Brasil junto à União Europeia, afirmou à Lusa que o Brasil pode substituir o petróleo do Médio Oriente no fornecimento à Europa, destacando o potencial em biocombustíveis e combustível para aviação (SAF). Embaixador do Brasil em Portugal defende utilização de hidrogênio verde em vez de petróleo e carvão O hidrogênio verde é a matéria-prima energética que provavelmente substituirá o petróleo e o gás natural até 2050 Por Diplomacia Businessabril 19, 2022 embaixador Raimundo Carreiro Silva Brasília - O presidente do TCU, Raimundo Carreiro, durante lançamento da Cartilha para Conselheiros do Programa Nacional de Alimentação Escolar, na Comissão de Educação do Senado (Marcelo Camargo/Agência Brasil) O embaixador do Brasil, Raimundo Carreiro Silva, defendeu esta segunda-feira (18), em Portugal, que o hidrogênio verde é a melhor ferramenta para substituir a utilização de petróleo e carvão, considerando que o barril de petróleo será substituído até 2050 pelo barril de hidrogênio. “Temos de reduzir a dependência do petróleo e carvão e reduzir o aquecimento global, e o hidrogênio verde é a solução”, disse Raimundo Carreiro Silva na abertura do fórum ‘Os Desafios do Desenvolvimento – ... O presidente do Conselho Diretivo do Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE), Vitalino Canas, já tinha argumentado que o Brasil devia projetar-se como uma potência com visão global no espaço do Atlântico.... SIC Notícias ... O Fórum de Integração Brasil Europa (FIBE), que decorre até quinta-feira em Lisboa, coloca em discussão os caminhos rumo ao bem-estar económico e social por meio das transformações impostas pela revolução digital, pela pandemia da covid-19 e pela guerra europeia. ... https://www.diplomaciabusiness.com/embaixador-do-brasil-em-portugal-defende-utilizacao-de-hidrogenio-verde-em-vez-de-petroleo-e-carvao/#:~:text=“Temos de reduzir a dependência do petróleo, 2050 o petróleo e o gás natural. Com base nas informações mais recentes de abril de 2026, o Brasil tem reforçado sua posição como alternativa estratégica para o fornecimento de energia limpa à Europa, com foco especial em biocombustíveis e hidrogênio verde, utilizando Portugal como porta de entrada. Aqui estão os destaques das movimentações diplomáticas e comerciais recentes: • Brasil como Alternativa Energética (Abril 2026): Pedro Miguel da Costa e Silva, embaixador do Brasil junto à União Europeia, afirmou à Lusa que o Brasil pode substituir o petróleo do Médio Oriente no fornecimento à Europa, destacando o potencial em biocombustíveis e combustível para aviação (SAF). • Hidrogênio Verde e Parcerias: Raimundo Carreiro, embaixador do Brasil em Lisboa, tem defendido o hidrogênio verde como uma "grande oportunidade" para fortalecer a integração entre Portugal e Brasil, substituindo combustíveis fósseis até 2050. • Contexto Geopolítico: A crise no Médio Oriente tem impulsionado a UE a buscar novos fornecedores, aumentando a relevância da bioenergia brasileira para a transição energética europeia. • Integração Econômica: O presidente Lula, em visita a Lisboa em abril de 2026, reafirmou que Portugal é a principal porta de acesso para interesses empresariais brasileiros, especialmente no contexto do Acordo Mercosul-União Europeia. Contexto da Bioenergia em 2026: O ano de 2026 é visto como um momento de aceleração para a bioenergia brasileira, com a consolidação do etanol e o crescimento na produção de biocombustíveis avançados. A produção de biocombustíveis cria uma "janela de oportunidades" para atuação conjunta, beneficiando empresas brasileiras que atuam na transição energética. Na Alemanha, Lula defende biocombustíveis brasileiros ... YouTube · CNN Brasil Ca. 3360 Aufrufe · vor 6 Tagen 6:23 Comunicação - Notícias • Na Alemanha, participamos da Hannover Messe ... - Instagram • 22.04.2026 — 89 likes, 0 comments - alexandresilveiramg on April 22, 2026: "Encerrando em Lisboa a agenda internacional ao lado do presidente @ Instagram·alexandresilveiramg • Brasil pode ser já alternativa ao fornecimento energético à UE • 25.04.2026 — O embaixador do Brasil junto da União Europeia (UE) considera que o país pode ser, “desde já”, uma alternativa ao petróleo do Médi... LUSA • Bioenergia em 2026: Brasil acelera consolidação - Visão Agro • 14.01.2026 — Brasil entra em 2026 com bioenergia em expansão e etanol consolidado como pilar da descarbonização. Maria Reis por Maria Reis · 14... Visão Agro • Brasil pode ser já alternativa ao fornecimento energético à UE • 25.04.2026 — A União Europeia tem incentivado a importação de biocombustíveis para cumprir metas de redução de emissões de carbono. A atual cri... Correio da Manhã Canadá Brasil pode ser já alternativa ao fornecimento energético à ... LUSA https://www.lusa.pt › article › bra... O embaixador do Brasil junto da União Europeia (UE) considera que o país pode ser, “desde já”, uma alternativa ao petróleo do Médio Oriente ... Brasil pode ser já alternativa ao fornecimento energético à ... Inforpress https://www.inforpress.cv › brasil... · Diese Seite übersetzen Na Alemanha, participamos da Hannover Messe ... - alexandresilveiramg on April 22, 2026: "Encerrando em Lisboa a agenda internacional ao lado do presidente @ • Brasil pode ser já alternativa ao fornecimento energético à UE • 25.04.2026 — O embaixador do Brasil junto da União Europeia (UE) considera que o país pode ser, “desde já”, uma alternativa ao petróleo do Médi... Bruxelas, 25 Abr 2026 (Lusa) — O embaixador do Brasil junto da União Europeia (UE) considera que o país pode ser, “desde já”, uma ... Encerrando em Lisboa a agenda internacional ... - Instagram Na Alemanha, participamos da Hannover Messe como País-Parceiro ... O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta segunda-feira (20), o potencial dos biocombustíveis brasileiros e criticou ... 📍Em visita a Lisboa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva … Empresas brasileiras em Portugal … https://www.instagram.com/reels/DXbWP3IxlUa/ ALER - Associação Lusófona de Energias Renováveis. https://www.aler-energia.org