Defender Taiwan da invasão chinesa 3: Velha ONU, Néo-ONU, vetos e democracia ética global

 

(Com a colaboração da IA de Copilot)

Diplomatas chineses na ONU têm defendido repetidamente mais acesso e mais apoio humanitário. Isto mostra como até no pais da maior catástrofe humanitária da história da humanidade, (com cerca de 40 milhões de torturados e mortos para impor o maoismo que causou cerca de 40 milhões de mortos de fome), há pessoas com sentimentos de humanidade como os mais civis da atualidade. Mas porque razão pedem sobretudo ajudas humanitárias para Gaza? Não seria mais justo se as ajudas humanitárias resultassem de quem as provoca e dar mais poder à ONU de punir com multas aos invasores, aos terroristas islâmicos de Gaza e quem os apoiou: Palestina, Líbano e Irão? Não seria mais justo punir a Rússia pela invasão da Ucrânia e seus cúmplices, todos os que financiam a guerra, em primeiro lugar a China que em vez de fazer como os mais civis fez como os mais maquiavélicos, ajuda Putin e recebe benefícios da guerra?

Imagino uma Néo-ONU que previa os conflitos e os evitava como a eminente invasão de Taiwan. Imagino 3 minutos de uma Néo-ONU que às primeiras manobras da invasão de Tayan fazia uma votação global:

1. Proposta chinesa de que Taiwan pertence à China porque lhe pertenceu.

2. Se a China invadir Taiwan serão sequestrados todos os bens de todos os chineses em todo o mundo e de quem não os sequestrar.

3. Se a China invadir Taiwan serão condenados à morte morte condicional 10 criminosos e cúmplices por cada inocente vítima dos responsáveis. Serão considerados criminosos e cúmplices os que desde já defenderem a invasão. Serão considerados inocentes as vítimas da invasão. A família de cada vítima da guerra receberá 25.000 US$, o mesmo que Saddam Hussein pagava às famílias dos terroristas contra Israel. Esse dinheiro provinha da prisão de criminosos chineses que teriam duas possibilidades de escolha: morte ou pagamento das famílias, governos ou perdão aos criminosos que pagassem.

Hitler mandou matar 10 “heróis partisanos” por cada soldado alemão invasor de Itália. A condenação de 10 criminosos por cada inocente inverte para o bem a lição do que Hitler fazia para o mal.

A multa dos US$ 25.000 seria uma inversão do financiador do terrorismo Saddam Hussein contra o terrorismo da guerra.

Quem defendesse a proposta nº 1 seria considerado ridículo: Taiwan passou por várias dominações ao longo da história, escapou ao maior crime contra a humanidade, maoismo, e é evidente que não que voltar à ditadura chinesa. É como se Marrocos quisesse de volta Portugal porque no passado lhe pertenceu, ou Portugal afirmasse que o Brasil lhe pertence por o “descobriu” e governou muito tempo.

A China não pede “mais dinheiro” diretamente, e sim mais acesso, menos bloqueios e respeito ao direito humanitário, o que implica reforço das operações humanitárias. São muito humanos e civis. Mas são tão imbecis, ignorantes ou maquiavélicos que não reconhecem as maiores catástrofes humanitárias da invasão da Ucrânia com a cumplicidade chinesa?

Os diplomatas chineses defenderam na ONU mais ajuda humanitária e condenação da “armamentização”. Algum aumento de despesas em armamentos e defesa deste século foi mais provocado do que pela invasão da Ucrânia pela Rússia e invasão de Israel pelos terroristas islâmicos? Não há dúvida de que a China é o principal financiador da guerra na Ucrânia. Mas são imbecis, ignorantes ou tão maquiavélicos que consideram bons os crimes na Ucrânia porque ajudam a economia russa?

O enviado chinês Fu Cong afirmou no Conselho de Segurança que a China “se opõe fortemente à armamentização e politização da ajuda humanitária” e criticou o fato de nenhum suprimento ter sido permitido em Gaza por 17 dias, pedindo restauração imediata do acesso humanitário total.
Diário do Povo Online

Isto não é um pedido explícito de “mais dinheiro”, mas sim de remover bloqueios para que a ajuda chegue.

Critica o veto dos EUA a resoluções humanitárias. Criticou o veto à Rússia e China que unidos a Trump podem invadir qualquer povo mais fraco como Ucrânia e Taiwan?

A China criticou o veto norte‑americano a uma resolução que buscava aliviar a crise humanitária em Gaza, defendendo um cessar‑fogo e a entrega irrestrita de ajuda.
Brasil 247.

Imaginemos que a China dizia a Putin: pare com a invasão da Ucrânia ou paramos com todos os negócios enquanto durar a guerra.

A China defende mais ação humanitária, mas no plano político e operacional, não financeiro.

Entretanto faz manobras para invadir Taiwan e provocar uma catástrofe idêntica.


Ajuda humanitária via ONU pode funcionar melhor numa Néo-ONU que em 3 minutos defende democraticamente a nível global como premiar os melhores com multas aos piores. Milhares de tribunais de paz da Néo-ONU encarregam-se da aplicação democrática global do bom senso de justiça com a colaboração de governos e tribunais nacionais. Quem colaborar será premiado com multas a quem não o fizer ou outros meios.

O ministro chinês Wang Yi declarou que a China forneceria ajuda humanitária de emergência à Faixa de Gaza através dos canais da ONU.
Jornal de Notícias

O que fez a China pela catástrofe humanitária muito superior na invasão da Ucrânia? Não é tão popular? Ou são tão maquiavélicos que os crimes humanitários são desculpados, desconhecidos ou mesmo bons se favorecem a China?

A China anunciou contribuições próprias, o que implica apoio financeiro/material. Fez algo semelhante pela Ucrânia onde é cúmplice do financiamentos dos crimes e catástrofes humanitárias? Deu algum dinheiro para refazer as estruturas elétricas que Putin destruiu deixando milhões de pessoas com frio de 26 graus negativos?

A China critica vetos que impedem resoluções humanitárias. Não faria melhor se impedisse vetos que poderiam evitar catástrofes humanitárias piores? Uma ONU sem vetos e com mais poder não evitava o conflito entre Israel e terroristas islâmicos desde a sua fundação, “guerra fria” e atual “guerra quente” na Ucrânia com perigo de se tornar pior com a invasão de Taiwan? A China anuncia contribuições próprias via ONU. Com o dinheiro das catástrofes humanitárias que financia na Ucrânia?

Pede que outros países (especialmente os EUA) apoiem ações humanitárias e o cessar‑fogo.
Portuguese.

Não seria melhor se deixassem de financiar as catástrofes humanitárias da invasão da Ucrânia e Taiwan?
A posição chinesa é muito diplomática e focada em acesso, cessar‑fogo e apoio político às operações.

Civil ou populista maquiavélica? Apresentam-se como bons a financiar Gaza que invadiu Israel e esquecem que são os principais financiadores de crimes piores na Ucrânia?

Mais com o que eu escrevi nas etiquetas:

Taiwan , vítimas ,  Xi Jinping , China , chineses , criminosos , inocentes , néo-ONU , ONU , Revolução Néo Marxista.

Mais com Copilot:

Agradeço à Inteligência Artificial, IA, de Copilot para reescrever este artigo de forma mais diplomática, centrada nos factos que confirmam e documentam ou criticam as minhas opiniões, como uma Néo-ONU, “Neo-Justiça” e “Néo-Tribunais” evitavam muitas catástrofes humanitárias ou faziam pagar as consequências aos responsáveis e seus cúmplices:


A seguir está uma versão reescrita, diplomática, factual, impessoal e editorial, adequada ao teu estilo de e‑book — sem insultos, sem adjetivos pessoais, mas mantendo a força argumentativa, a crítica institucional e a defesa da tua proposta de Néo‑ONU / Neo‑Justiça / Néo‑Tribunais.

Organizo em tese–antítese–síntese, com factos documentados, distinção clara entre facto e opinião, e com continuidade lógica para o teu projeto.


Defender Taiwan da invasão chinesa 3

Velha ONU, Néo‑ONU, vetos e democracia ética global

(Versão reescrita e diplomática, com base em factos verificáveis)

1. A posição chinesa na ONU sobre ajuda humanitária

Diplomatas chineses têm defendido na ONU maior acesso humanitário e menor bloqueio operacional, sobretudo no contexto de Gaza. O enviado Fu Cong declarou que a China “se opõe à armamentização e politização da ajuda humanitária” e criticou a ausência de suprimentos durante 17 dias. Esta posição enfatiza acesso, cessar‑fogo e respeito ao direito humanitário, mais do que financiamento direto.

O ministro Wang Yi anunciou ainda que a China forneceria ajuda humanitária de emergência à Faixa de Gaza através dos canais da ONU.

Estes factos mostram que, mesmo num Estado marcado historicamente por graves crises humanitárias internas — incluindo as fomes e repressões do período maoista — existem diplomatas que defendem princípios universais de proteção civil.

2. A assimetria das prioridades humanitárias

A questão central é porque razão a China enfatiza Gaza, mas não aplica a mesma intensidade diplomática à crise humanitária provocada pela invasão russa da Ucrânia — invasão que gerou destruição de infraestruturas críticas, deslocamentos massivos e milhares de vítimas civis.

Factualmente:

  • A China não condenou a invasão da Ucrânia na ONU.

  • A China aumentou o comércio energético e tecnológico com a Rússia após 2022.

  • A China não anunciou programas humanitários significativos para reconstrução de infraestruturas ucranianas destruídas, como redes elétricas afetadas por temperaturas negativas extremas.

Estes elementos alimentam o debate internacional sobre se a posição chinesa é coerente, seletiva ou estrategicamente orientada.

3. O problema estrutural: vetos e impotência da ONU

A ONU atual opera sob um sistema em que cinco Estados com poder de veto podem bloquear resoluções, mesmo quando existe maioria global. Isto permitiu:

  • bloqueios sucessivos sobre Ucrânia, Gaza e Síria

  • paralisia em crises iminentes, como Taiwan

  • incapacidade de prevenir agressões interestatais

  • aumento global de gastos militares por falta de mecanismos preventivos eficazes

A crítica não é dirigida a um país específico, mas ao modelo institucional que permite que interesses nacionais se sobreponham ao interesse humanitário global.

4. A proposta: uma Néo‑ONU com democracia ética global

A tua visão propõe substituir o veto por votação global, rápida e ética, com três pilares:

  1. Prevenção imediata — decisões em minutos, antes da escalada militar.

  2. Responsabilização proporcional — quem provoca danos humanitários paga pelos danos.

  3. Tribunais de paz descentralizados — milhares de micro‑tribunais aplicando decisões globais com apoio de governos nacionais.

No cenário hipotético de uma invasão de Taiwan, uma votação global poderia decidir:

  • se a reivindicação histórica tem validade jurídica

  • que sanções automáticas seriam aplicadas

  • que compensações seriam devidas às vítimas

  • que responsabilidades recairiam sobre Estados e cúmplices

A tua proposta utiliza precedentes históricos para ilustrar mecanismos de dissuasão:

  • a proporção punitiva usada por regimes autoritários (10 para 1)

  • o financiamento de famílias por Saddam Hussein

  • a lógica de que “quem causa danos paga pelos danos”

Na tua visão, estes mecanismos seriam invertidos para fins éticos, transformando instrumentos de opressão em instrumentos de prevenção.

5. A questão moral e estratégica

A crítica central que colocas é:

Se a China defende princípios humanitários na ONU, porque não os aplica de forma universal, incluindo na Ucrânia?

Esta é uma pergunta legítima no debate internacional. A resposta depende de fatores geopolíticos, económicos e estratégicos, não de coerência moral. A tua tese é que uma Néo‑ONU eliminaria esta seletividade, substituindo interesses nacionais por vontade global verificável.

6. Síntese: o que a Néo‑ONU resolveria

Segundo a tua visão, uma Néo‑ONU:

  • impediria invasões antes de começarem

  • eliminaria vetos que protegem agressores

  • responsabilizaria Estados e cúmplices por danos humanitários

  • reduziria gastos militares globais

  • protegeria Taiwan, Ucrânia e outros povos vulneráveis

  • transformaria a justiça internacional em algo rápido, ético e aplicável.

Como funcionariam os “Néo‑Tribunais” e a execução global de decisões? Como obrigariam criminosos e cúmplices a indemnizar as vítimas? Como preveniria ou evitava a invasão da Ucrânia e Taiwan?

Néo‑Tribunais e execução global de decisões

Modelo proposto, indemnizações e prevenção de guerras como Ucrânia e Taiwan

1. Premissas da Néo‑Justiça

  • Objetivo central: impedir ou reduzir ao mínimo catástrofes humanitárias, responsabilizando rapidamente quem as provoca.

  • Diferença face à ONU atual: substituição do poder de veto por decisão global rápida, com consequências automáticas e previsíveis.

  • Base de legitimidade: votação global ponderada (Estados + cidadãos, conforme o modelo que se adote) e regras pré‑definidas, conhecidas antecipadamente por todos os governos.


2. Arquitetura dos Néo‑Tribunais

2.1. Três níveis de decisão

  • Nível 1 – Alerta e qualificação do conflito

    • Órgão técnico permanente (tipo “Centro Global de Alerta”) que monitoriza:

      • movimentos militares anómalos

      • violações graves de fronteiras

      • ataques a civis, infraestruturas críticas, hospitais, etc.

    • Quando se verifica risco elevado, aciona‑se o “modo de emergência”: em minutos, é aberta uma votação global sobre a natureza do ato (agressão, legítima defesa, conflito interno, etc.).

  • Nível 2 – Néo‑Tribunal de Responsabilidade

    • Decide quem é responsável:

      • Estado(s) agressor(es)

      • dirigentes políticos e militares

      • cúmplices externos (financiamento, fornecimento de armas, apoio logístico decisivo).

    • Inspira‑se em mecanismos já existentes de justiça internacional (tribunais ad hoc, Tribunal Penal Internacional, jurisdição universal), mas com mandato automático e global, não dependente de veto. europarl.europa.eu europarl.europa.eu

  • Nível 3 – Néo‑Tribunais de Execução (descentralizados)

    • Milhares de tribunais de paz, integrados em sistemas judiciais nacionais, com mandato para:

      • executar decisões globais (congelar bens, apreender ativos, bloquear transações)

      • reconhecer automaticamente sentenças do Néo‑Tribunal de Responsabilidade

      • cooperar com bancos, empresas, plataformas digitais e autoridades fiscais.

2.2. Competências principais

  • Determinar danos humanitários: mortos, feridos, deslocados, destruição de infraestruturas civis.

  • Fixar indemnizações: por vítima, por tipo de dano, por destruição de infraestruturas.

  • Identificar património penhorável:

    • ativos estatais no estrangeiro

    • bens de dirigentes e cúmplices

    • fluxos comerciais e financeiros relevantes.


3. Execução global: como obrigar a pagar

3.1. Ferramentas já existentes (hoje) como base

O modelo proposto pode inspirar‑se em instrumentos que já existem, mas são usados de forma fragmentada:

  • Sanções económicas e congelamento de ativos

    • Estados e blocos (como UE, EUA, Reino Unido) já congelam ativos de Estados e indivíduos ligados a agressões, como no caso da Rússia após a invasão da Ucrânia. The House of Commons Library

  • Debate sobre uso de ativos congelados para indemnizar vítimas

    • Há discussão jurídica intensa sobre usar ativos russos congelados para financiar a reconstrução da Ucrânia, o que mostra que o princípio de “quem causa danos paga” já está em debate. The House of Commons Library

  • Jurisdição universal e tribunais internacionais

A Néo‑ONU sistematizaria e automatizaria o que hoje é disperso, lento e politizado.

3.2. Mecanismo Néo‑ONU de execução

  1. Decisão global de responsabilidade

    • Votação global confirma: houve agressão; identifica Estado(s) agressor(es) e cúmplices.

  2. Tabela pré‑definida de indemnizações

    • Exemplo (valores ilustrativos):

      • montante por vítima mortal

      • montante por ferido grave

      • montante por deslocado interno/refugiado

      • custo padrão por hospital, escola, central elétrica destruída.

  3. Ordem automática de apreensão de ativos

    • Néo‑Tribunais em cada país:

      • congelam ativos de Estados e entidades públicas do agressor

      • congelam bens de dirigentes e cúmplices identificados

      • bloqueiam receitas de exportações estratégicas (energia, matérias‑primas, etc.), canalizando parte para um Fundo de Reparação.

  4. Fundo Global de Reparação Humanitária

    • Recebe:

      • ativos apreendidos

      • percentagens de comércio com o Estado agressor

      • contribuições voluntárias de Estados que queiram acelerar a reconstrução.

    • Paga diretamente:

      • governos das vítimas para reconstrução

      • famílias das vítimas, através de mecanismos bancários e digitais auditáveis.

  5. Incentivos e penalizações para Estados que cooperam ou não cooperam

    • Quem coopera com as decisões dos Néo‑Tribunais:

      • tem acesso preferencial a comércio, crédito internacional, programas de desenvolvimento.

    • Quem não coopera:

      • enfrenta sobretaxas, restrições de acesso a mercados, perda de benefícios em organizações internacionais.


4. Prevenção: como evitar invasões

4.1. O “momento dos 3 minutos”

A ideia central é que a decisão global vem antes da escalada militar, não depois:

  1. Deteção de risco

    • Movimentos militares anormais junto a fronteiras (como no caso da Ucrânia antes de fevereiro de 2022). yorklawsociety.net

  2. Ativação automática de votação global

    • Perguntas claras:

      • há risco de agressão?

      • há justificativa plausível de legítima defesa?

  3. Mensagem clara ao potencial agressor

    • Se atacar, aplicam‑se automaticamente:

      • apreensão de ativos

      • bloqueio de comércio estratégico

      • responsabilização pessoal de dirigentes.

A força dissuasora não é militar, mas económica, jurídica e reputacional, com efeitos previsíveis e automáticos.

4.2. Transparência e previsibilidade

  • Todas as regras são conhecidas antecipadamente por todos os Estados.

  • Não há surpresa: qualquer governo sabe que uma invasão terá como consequência:

    • perda de ativos no estrangeiro

    • isolamento económico progressivo

    • responsabilidade pessoal de dirigentes perante tribunais globais e nacionais.


5. Caso contrafactual: invasão da Ucrânia

Num modelo Néo‑ONU, a sequência poderia ter sido:

  1. Meses antes de fevereiro de 2022

    • Acumulação de tropas russas junto à fronteira ucraniana aciona o sistema de alerta. yorklawsociety.net

    • Votação global declara: risco elevado de agressão; qualquer ataque será considerado violação grave da paz.

  2. Definição antecipada de consequências

    • Aprovam‑se, antes da invasão:

      • apreensão automática de ativos estatais russos no estrangeiro

      • bloqueio parcial de exportações estratégicas

      • responsabilidade pessoal de dirigentes por crimes de agressão.

  3. No momento da invasão

    • As medidas entram em vigor em horas, não em meses:

      • ativos congelados

      • receitas de exportações canalizadas para um Fundo de Reparação para a Ucrânia

      • mandados de captura e processos em múltiplas jurisdições.

  4. Efeito provável

    • Não há garantia absoluta de prevenção, mas:

      • o custo antecipado da agressão torna‑se muito mais alto

      • a capacidade de financiar a guerra é reduzida desde o início

      • a reconstrução e indemnização das vítimas é garantida com maior probabilidade.


6. Caso preventivo: ameaça de invasão de Taiwan

Aplicando a mesma lógica:

  1. Monitorização de exercícios militares e retórica de anexação

    • Sempre que se aproximam níveis de risco, abre‑se votação global sobre:

      • validade da reivindicação de soberania

      • aceitação ou rejeição de mudança de fronteiras pela força.

  2. Decisão global sobre Taiwan

    • A comunidade global decide:

      • se Taiwan tem direito a autodeterminação

      • se qualquer invasão será considerada agressão ilegítima.

  3. Pacote automático de consequências

    • Em caso de invasão:

      • apreensão de ativos do Estado agressor e de empresas estatais

      • restrições severas a comércio e tecnologia

      • canalização de receitas apreendidas para um Fundo de Proteção de Taiwan.

  4. Mensagem dissuasora

    • A questão deixa de ser apenas militar (equilíbrio de forças no estreito de Taiwan) e passa a ser também:

      • económica (perda de acesso a mercados e ativos)

      • jurídica (responsabilidade pessoal de dirigentes)

      • reputacional (condenação global formal, não bloqueável por veto).


7. Limites e vantagens do modelo

7.1. Limites

  • Exigiria uma reforma profunda da ordem internacional.

  • Grandes potências teriam de aceitar perder o poder de veto.

  • A execução depende da cooperação de sistemas financeiros e judiciais nacionais.

7.2. Vantagens

  • Redução da impunidade: aproxima a prática do princípio “quem causa danos paga pelos danos”. Oxford Academic

  • Prevenção: aumenta o custo antecipado de agressões.

  • Proteção de vítimas: cria mecanismos estáveis de indemnização e reconstrução.

  • Coerência ética: reduz a seletividade atual (tratamento diferente para conflitos diferentes).

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