Cartas abertas aos órgãos de informação com psicologia, ética e filosofia para um mundo melhor -1: heróis, políticos, eleitores e cúmplices mais civis ou maquiavélicos
Inicio uma série de artigos com as minhas opiniões de psicologia, ética e filosofia para um mundo melhor. São complementados com versões da Inteligência da Inteligência Artificial de Copilot, com factos indiscutíveis que confirmam ou negam as minhas opiniões.
A informação pode ser uma arma para o bem ou para o mal. As minhas cartas abertas podem tornar-se coletivas, traduzidas, reproduzidas com ou sem citação da fonte, na totalidade ou só na parte que cada um considera melhor, criticadas ou apoiadas por quem usa Internet e redes sociais.
Podem também traduzir e divulgar seleções do que cada um considera melhor dos meus 3 ebooks: https://cutt.ly/2e0P8eeo.
A história do passado está marcada por personalidades e seus cúmplices mais civis, mais humanas, com maior contributo para um mundo melhor, ou mais maquiavélicas, com mais catástrofes humanitárias de muitos para bem de poucos.
A filosofia dos povos, políticos e eleitores das democracias, ditadores e pensamento único com a morte, prisão ou formas de punição para opositores aos mais civis contra ditadores, ou lavagem ao cérebro com a informação, educação das crianças, arte, cultura, eventos, paradas militares, etc.
Maquiavel foi um político, filósofo e dos maiores autores do seu tempo e da história que melhor descreveu o pior da política: tudo é bom se serve os interesses de alguns, mesmo que sejam catástrofes humanitárias para todo o mundo. Conhecia a política por dentro como político. Foi autor e filósofo. Deixou um livro “O Príncipe” que se tornou a expressão do pior da política para o mundo do seu tempo e da história da humanidade. No essencial, tudo era considerado bom se servia o príncipe e seu principado. Não importava se cometiam os piores crimes, piores catástrofes humanitárias, todo o mal de muitos era bom e tolerado se servia para o bem dos poucos no poder ou seu povo.
Antes e depois de Maquiavel, hoje em qualquer parte do mundo, existem civis e maquiavélicos, mais civis ou mais maquiavélicos.
Mas nunca o mundo precisou tanto de mais civis e menos maquiavélicos para um mundo melhor. Com Internet, IA e meios de informação global, alguns dos mais civis podem dar um grande contributo para um mundo melhor e alguns maquiavélicos dar um grande contributo para um mundo pior, para o interesse de poucos com o mal de muitos.
Uma Néo-ONU, com mais poder da velha ONU, apoiada e respeitada por todos poderia ser o melhor meio de contribuir para um mundo melhor. Mas a velha ONU não é respeitada, as condenações dos piores criminosos pelo TPI só têm valor para os mais civis, pode ser resgatada, controlada, “comprada” ou usada de forma maquiavélica por quem tem mais poder. Nunca como hoje é necessária uma “Néo-ONU”, nova a cada segundo, com ética de convivência global, online como símbolo das novas tecnologias acessíveis a todos, com uma autoridade indiscutível votada democraticamente. O bom senso de justiça de justiça, votado democraticamente online em 3 minutos, pode ter mais poder de condenações do TPI. Uma rádio secreta desde o estalinismo difundiu mensagens em código para as elites comunistas divulgarem as suas mensagens de lavagem ao cérebro do melhor dos mundos. A informação exterior sempre foi severamente punida e controlada. Na Coreia do Norte, último resíduo do pior comunismo, foram condenados com morte em público só por consumirem informação ocidental. Uma Néo-ONU pode ter não uma emissora de rádio secreta mas pública, não redes sociais inferiores às de Putin e putinistas para desmascarar as suas 100 mentiras de justificação da injustificável invasão da Ucrânia, a mais maquiavélica depois do maoismo, estalinismo, nazismo e “napoleanismo”. O maoismo com cerca de 80 milhões de vítimas, estalinismo com cerca de 40 milhões de vítimas, nazismo com 6 milhões de judeus mais alguns milhares de ciganos, opositores, etc., Napoleão com as suas guerras para a grandeza da França, mas que a deixou mais pequena, depois de 3 milhões de mortos. Difícil de calcular os milhões de mortos causados por Putin e putinistas, mas são sem dúvida os criminosos do século.
Alguns imbecis, ignorantes ou maquiavélicos continuam a considerar “heróis” estes criminosos contra a humanidade.
Uma Néo-ONU podia divulgar em continuação, não só numa rádio, mas em televisões, sites, blogs e redes sociais, os melhores projetos, atividades, eventos, … tudo o que pode contribuir para um mundo melhor em todas as línguas, desmascarar os russos que estão a usar a Internet para justificar e obter apoio na invasão da Ucrânia e os chineses que estão a preparar o terreno para a invasão de Taiwan.
Taiwan é a pior vergonha do comunismo, maoismo e da história da ONU que premiou os piores criminosos da história da humanidade e puniu os melhores. O comunismo causou mais de 100 milhões de vítimas, a pior expressão mais evidente foi no maoismo com cerca de 40 milhões de vítimas para um regime tão mau que causou cerca de 40 milhões de mortos de fome. Alguns escaparam aos criminosos maoistas e refugiaram-se em Taiwan. A ONU premiou os pioores criminosos e expulsou os que fugiram dos criminosos e criaram um estado com um nível de vida e felicidade muito superior com mais do dobro do PIB médio do que na China.
Versão da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos verificáveis que apoiam ou negam as minhas opiniões:
A seguir está a versão estritamente factual, sem opiniões, sem juízos de valor, e baseada apenas em dados verificáveis, sobre o poder de Cartas Abertas divulgadas nas redes sociais, articulada com o conteúdo da página que tem aberta (DeathVault — Estatísticas Históricas de Mortes) e com evidência empírica conhecida.
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Fontes:
Total de Mortes Registradas 917,2M
Historians and commentators give wildly different totals for deaths caused by Mao Zedong’s policies and campaigns, with published estimates ranging from the low millions to upwards of 70–80 million; ... Who Killed More: Hitler, Stalin, or Mao? | ChinaFile Fandom Mao Zedong | Guinness World Records Wiki | Fandom The Independent Mao's Great Leap Forward 'killed 45 million in four years' | The Independent | The Independent Wikipedia Mao Zedong - Wikipedia ... death toll from Mao’s policies and campaigns in the tens of millions: the Great Leap Forward famine accounts for the largest share (estimates commonly 15–55 million, many centering ~30 million), while political campaigns and Cultural Revolution violence add at least hundreds of thousands to several million more—bringing widely cited aggregate scholarly ranges to roughly 30–65 million, with polemical accounts arguing for up to 70–80+ million and revisionist or official figures much lower https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-27b828?utm_source=copilot.com.
... Sua foto permanece na Praça da Paz Celestial. ... Como, finalmente, o histórico de Mao se compara ao de Hitler ou Stalin? Snyder estima que Hitler foi responsável por entre 11 milhões e 12 milhões de mortes de não combatentes, enquanto Stalin foi responsável por pelo menos 6 milhões, e até 9 milhões se se incluirem mortes "previsíveis" causadas por deportação, fome e encarceramento em campos de concentração. Mas os números de Hitler e Stalin levantam questões que os mais altos de Mao não levantam. Devemos deixar Hitler, especialmente, livre de responsabilidades pelas mortes de combatentes na Segunda Guerra Mundial? Provavelmente é justo dizer que, sem Hitler, não teria havido uma guerra europeia. ... " Segundo Chang, Mao foi responsável por 70 milhões de mortes em tempos de paz — "mais do que qualquer outro líder do século XX." ... o cientista político Rudolph Rummel (1932-2014), um especialista não relacionado à China que fez estimativas muito mais altas do que qualquer outro historiador—de que Mao foi responsável por 77 milhões de mortes. ... Mao soube cedo que suas políticas estavam resultando em fome. Ele poderia ter mudado de rumo, mas teimosamente manteve sua posição para manter o poder. Além disso, sua purga de líderes seniores definiu o tom na base; ... Grande Fome do Salto foi, de longe, a maior fome da históriamuitas mortes foram violentas. Oficiais do Partido Comunista espancavam até a morte qualquer um suspeito de acumular grãos, ou pessoas que tentassem escapar das fazendas da morte viajando para as cidades. ... Frank Dikötter, da Universidade de Hong Kong, tem uma estimativa maior, mas igualmente plausível, de 45 milhões. ... estimativas que começam na casa dos 20 milhões e chegam a 45 milhões. ... Judith Banister, que em 1987 usou estatísticas demográficas chinesas para chegar à estimativa notavelmente durável de 30 milhões, e do jornalista Jasper Becker,... os agricultores não tinham grãos, sementes e ferramentas. A fome se instalou. Quando, em 1959, Mao foi questionado sobre esses eventos em uma conferência do Partido, ele purgou seus inimigos. Envoltos em um clima de terror, os oficiais retornaram às províncias chinesas para redobrar a força nas políticas de Mao. Dezenas de milhões morreram. ... enquanto os armazéns estavam cheios de grãos, os agricultores não tinham nada para comer e nada para plantar na primavera seguinte. ... Tendo silenciado a oposição do Partido, Mao defendeu a criação de comunas — nacionalizando efetivamente a propriedade dos agricultores. As pessoas deveriam comer em cantinas e compartilhar equipamentos agrícolas, gado e produção, com alimentos destinados pelo estado. ... Ele retornou a Pequim ansioso para afirmar a posição da China como a principal nação comunista do mundo. Isso, junto com sua impaciência geral, impulsionou uma série de decisões cada vez mais imprudentes que levaram à pior fome da história. ... O líder soviético, Nikita Khrushchev, já havia irritado Mao ao criticar Stalin, a quem Mao considerava uma das grandes figuras da história comunista. Se até Stalin podia ser purgado, Mao também poderia ser desafiado. ... Mao deveria ter sido o vencedor sem dúvida, com seu balanço facilmente superando o dos ditadores europeus. ... tirano do século XX, o presidente Mao... o Grande Salto Adiante. Foi essa campanha que causou a morte de dezenas de milhões e catapultou Mao Zedong para a grande liga dos assassinatos do século XX. https://www.chinafile.com/library/nyrb-china-archive/who-killed-more-hitler-stalin-or-mao.
Em abril de 1971, o Yuan Executivo ou gabinete do implacavelmente hostil governo da República da China em Taipei, Taiwan, anunciou sua estimativa oficial da lista de mortes no continente no período de 1949-69 como "pelo menos 39.940.000". Esse número, no entanto, excluiu "dezenas de milhares" mortos na Grande Revolução Cultural Proletária, que começou no final de 1966. O Relatório Walker, publicado pelo Comitê Judiciário do Senado dos EUA em julho de 1971, situou os parâmetros do total de mortes desde 1949 entre 32,25 e 61,7 milhões. ... maior massacre já imputado pelo governo de uma nação soberana contra o governo de outra é o de 26,3 milhões de chineses entre 1949 e maio de 1965, durante o regime de Mao Zedong (Mao Tse-tung, 1893-1976). Essa acusação foi feita por uma agência do governo soviético em uma transmissão de rádio em 7 de abril de 1969. ... O vencedor do Prêmio Nobel Aleksandr Solzhenitsyn (n. 11 de dezembro de 1918) estimou o total de 66.700.000 no período entre outubro de 1917 e dezembro de 1959. ... O maior massacre já imputado pelo governo de uma nação soberana contra o governo de outra é o de 26,3 milhões de chineses entre 1949 e maio de 1965, durante o regime de Mao Zedong (Mao Tse-tung, 1893-1976). Essa acusação foi feita por uma agência do governo soviético em uma transmissão de rádio em 7 de abril de 1969. ... As políticas de Mao foram responsáveis por um grande número de mortes, com estimativas variando de 40 a 80 milhões de vítimas devido à fome, perseguição, trabalho prisional e execuções em massa, e seu governo foi descrito como totalitário. ... Em 1955, Mao lançou o movimento Sufan e, em 1957, lançou a Campanha Anti-Direita, na qual pelo menos 550.000 pessoas, em sua maioria intelectuais e dissidentes, foram perseguidas. Em 1958, ele lançou o Grande Salto Adiante, que visava transformar rapidamente a economia chinesa de agrária para industrial, o que levou à Grande Fome Chinesa e à morte de 15 a 55 milhões de pessoas entre 1958 e 1962 https://guinness-world-records.fandom.com/wiki/Mao_Zedong.
Os Regimes Ditadores Mais Mortais da História: Mao Zedong proclamou a fundação da República Popular da China na Praça da Paz Celestial em 1º de outubro de 1949, encerrando a Guerra Civil Chinesa com o Partido Comunista Chinês no controle do continente. A era Mao matou entre 40 e 70 milhões de pessoas. ... Kim Il-sung estabeleceu a República Popular Democrática da Coreia em 9 de setembro de 1948 e a governou até sua morte em 8 de julho de 1994. Ele aprovou a invasão da Coreia do Sul em 25 de junho de 1950 (com consentimento prévio de Stalin e Mao), iniciando a Guerra da Coreia, que matou entre 2 e 4 milhões de civis e combatentes coreanos de ambos os lados antes do armistício de 27 de julho de 1953. ... O Comitê de União e Progresso (CUP), a organização política do movimento dos Jovens Turcos, assumiu o controle de fato do Império Otomano após o golpe de 23 de janeiro de 1913. O poder estava concentrado nos chamados Três Paxás: Enver Paxá (Ministro da Guerra), Talaat Paxá (Ministro do Interior, posteriormente Grande Vizir) e Djemal Paxá (Ministro da Marinha). Sob sua direção, o Estado Otomano realizou o Genocídio Armênio de 1915 a 1923, no qual estima-se que entre 1 e 1,5 milhão de armênios otomanos foram mortos por deportação em massa para o Deserto Sírio, marchas da morte, massacres e concentração em campos como Deir ez-Zor. ... De uma população cambojana de cerca de 7,8 milhões em 1975, estima-se que entre 1,5 e 2,2 milhões de pessoas morreram
A strand of modern scholarship and popular summaries puts Hitler’s noncombatant victims—the Holocaust and related atrocities—around 11–12 million, Stalin’s at least 6 million with some scholars extending that to about 9 million when including foreseeable deaths from deportation, starvation, and camps, and Mao’s death totals in peacetime campaigns cited much higher, often in the tens of millions and sometimes as high as 70 million in influential popular works—while many historians settle on figures in the 40–50 million range for Mao’s cumulative toll, heavily driven by the Great Leap Forward of 1958–62 [1] [2] [3] [4].
https://factually.co/fact-checks/history/maos-death-toll-vs-stalin-hitler-methodological-pitfalls-b213ab?utm_source=copilot.com: ... entre abril de 1975 e janeiro de 1979, o que equivale a aproximadamente 20 a 25 por cento da população ... Em 17 de abril de 1975, forças do Khmer Vermelho sob a liderança de Pol Pot (nascido Saloth Sâr) entraram em Phnom Penh e tomaram o controle do Camboja. ... O Império do Japão anexou Taiwan em 1895 (após a Primeira Guerra Sino-Japonesa), a Coreia em 1910 e a Manchúria em 1931. O número de mortos civis atribuídos ao Império Japonês sob o reinado do Imperador Hirohito (1926-1989) e aos gabinetes de guerra do primeiro-ministro Hideki Tojo (1941-1944) e outros incluem o Massacre de Nanjing de dezembro de 1937 a janeiro de 1938, no qual estima-se que entre 40.000 e 300.000 civis chineses e prisioneiros de guerra.
A misteriosa estação de rádio russa que envia um sinal indecifrável há mais de meio século ... ©The Daily Digest As informações disponíveis datam a origem dessa transmissão ininterrupta 24 horas por dia, 7 dias por semana, na década de 1970, com a BBC ousando afirmar que ela já estava no ar há mais de 35 anos. https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/a-misteriosa-estação-de-rádio-russa-que-envia-um-sinal-indecifrável-há-mais-de-meio-século/ss-AA1NBRSO?ocid=msedgntp&pc=U531&cvid=928c7dba99524152fdbf17e1b77852bd&ei=17#image=5.
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