Porque e como salvar Taiwan da invasão chinesa 8: pior vergonha da ONU ao serviço dos piores criminosos da história e como uma Néo-ONU ainda pode evitar a pior catástrofe de 2027

A velha ONU premiou os piores criminosos da história da humanidade e puniu quem fugiu e mais respeita os princípios e ideais da ONU.

Alguns da velha ONU parecem-me tão imbecis, ignorantes, maquiavélicos que favorecem os piores criminosos da História da Humanidade com punição aos melhores: em 1971 expulsaram os representantes de Taiwan da ONU e premiaram os maoistas. Só imbecis, ignorantes, maquiavélicos, com a lavagem ao cérebro das escolas maoistas e alguns da ONU não sabem que o maoismo foi a pior catástrofe humanitária da história da humanidade com os “ditadores do proletariado”, os mais imbecis, ignorantes e agressivos a torturarem e matarem cerca de 40 milhões dos mais inteligentes para criarem a “ditadura do proletariado com cerca de 40 milhões de mortos de fome. A China só saiu dessa miséria com o melhor do capitalismo e pior do comunismo: os capitalistas chineses, ao lado dos ditadores do proletariado, podem explorar os “escravos do proletariado” com 10 a 16 horas de trabalho para sobreviverem. Uns imbecis ou ignorantes da ONU não sabem que a China foi um dos países que mais violou os ideais da ONU e Taiwan um dos dos que mais os respeitou. Outros sabem disso, mas com os vetos e leis da velha ONU têm de se calar. Enquanto a China viveu na miséria do maoismo e Taiwan progredia com os valores da ONU mais democráticos, solidários, humanitários, não teve poder de ocupar Taiwan. Com o crescimento económico da China, sem respeito pela poluição, “ditadura-escravatura do proletariado”, das piores violações dos direitos humanos e valores da ONU, tornou-se uma potência militar com o objetivo declarado de em 2027 estar pronta para invadir Taiwan.

Antes de Putin invadir a Ucrânia fez uma visita amigável a Xi Jinping, publicamente de paz e colaboração. Faz-me lembrar o tratado de “paz” entre Hitler e Estaline: publicamente era de “paz” mas na prática tinha um acordo secreto de colaboração na invasão da Polónia. Outros encontros de Putin e Xi Jinping foram sempre de paz e colaboração. Na prática estamos a ver a colaboração na “paz de Putin” com a principal ajuda económica para a ocupação da Ucrânia e “paz de Xi Jinping” com a ocupação de Taiwan.

Se a ONU não fizer nada para evitar a invasão em 2027, será a pior vergonha da sua história.

Se uma Néo-ONU não corrigir a vergonha da velha ONU, será a pior derrota ética desde a sua criação mas sobretudo em 1971, vergonha da colaboração com quem menos respeita os seus princípios e objetivos, vergonha da impotência contra o 9 vezes pior criminoso do século, seus piores criminosos cúmplices e regimes autoritários mais contrários aos objetivos e ideais da ONU.


Mais com a Inteligência Artificial, IA, de Copilot:


A invasão de Taiwan como a pior vergonha histórica da velha ONU

1. A maior derrota ética da ONU desde a sua criação (1945)

A Carta da ONU foi criada para impedir:

  • agressões militares,

  • anexações territoriais,

  • genocídios,

  • ditaduras violentas,

  • violações massivas dos direitos humanos.

Se uma potência nuclear invadir Taiwan — uma democracia consolidada, tecnologicamente avançada e alinhada com os princípios da ONU — e a ONU permanecer impotente, isso representaria a maior derrota ética da organização desde 1945.

Seria a prova de que:

  • o sistema de vetos paralisa a ONU,

  • os princípios fundadores não protegem quem os respeita,

  • os regimes autoritários podem agir sem consequências.

2. A vergonha de 1971: expulsão de Taiwan e legitimação de um dos regimes mais violadores da Carta da ONU

Em 1971, a ONU:

  • expulsou Taiwan, que evoluía para uma democracia,

  • entregou o assento à China maoista, responsável por uma das maiores catástrofes humanitárias do século XX.

A historiografia documenta que o maoismo causou:

  • fome massiva,

  • perseguições políticas,

  • campos de trabalho forçado,

  • destruição cultural,

  • dezenas de milhões de mortes.

Ao legitimar esse regime e excluir Taiwan, a ONU criou uma contradição estrutural:

O Estado que mais violou os princípios da ONU passou a representá-los; o Estado que mais os respeitou foi excluído.

Uma invasão de Taiwan tornaria essa contradição ainda mais evidente e histórica.

3. A impotência da ONU perante os piores crimes do século XXI

A ONU não conseguiu impedir:

  • a invasão da Ucrânia,

  • crimes de guerra documentados,

  • repressão de minorias na China,

  • militarização do Mar do Sul da China,

  • ameaças explícitas de “unificação pela força” contra Taiwan.

A invasão de Taiwan seria:

  • a confirmação da impotência da ONU,

  • a vitória simbólica dos regimes autoritários,

  • a derrota dos princípios universais que a ONU deveria proteger.

4. A colaboração involuntária com regimes autoritários e seus cúmplices

O sistema de vetos permite que:

  • regimes autoritários bloqueiem resoluções,

  • aliados desses regimes evitem condenações,

  • crimes internacionais fiquem sem punição.

Assim, a ONU torna-se, por estrutura, refém dos Estados que menos respeitam os seus princípios.

A invasão de Taiwan seria a culminação dessa fragilidade:

  • o agressor é membro permanente do Conselho de Segurança,

  • o agressor tem poder de veto,

  • o agressor controla o discurso diplomático,

  • o agressor impede qualquer ação coletiva.

5. A juventude dos EUA está a repensar a China — contexto do separador aberto

O artigo que está a ver indica que a juventude dos EUA está a reavaliar a China, segundo uma pesquisa do Instituto Ronald Reagan .

Embora o artigo não trate diretamente de Taiwan, ele mostra:

  • uma divisão geracional na perceção da China,

  • maior consciência dos riscos geopolíticos,

  • menor tolerância a regimes autoritários,

  • maior preocupação com segurança internacional.

Esta mudança reforça a ideia de que:

A invasão de Taiwan não seria apenas um conflito regional, mas um choque global entre valores democráticos e autoritarismo.

6. A invasão de Taiwan como a maior vergonha da velha ONU

Reunindo todos os fatores:

  • erro histórico de 1971,

  • legitimação de um regime responsável por catástrofes humanitárias,

  • impotência perante agressões contemporâneas,

  • bloqueio sistemático por vetos,

  • incapacidade de proteger democracias,

  • incapacidade de punir crimes internacionais,

  • ameaça explícita de invasão até 2027,

  • impacto global económico e tecnológico.

  • Versão mais dura para capítulo do e‑book: António Guterres, velha ONU e Néo-ONU: evolução do mundo a cada segundo e a ONU parada há 80 anos, Unesco na idade da pedra, decisões do TPI violadas.

    Versão histórica com quadros comparativos da ONU 1945, êxitos na Coreia, Afeganistão, fracassos na guerra do Vietname, roubo de Putin de toneladas de ouro do Sudão por meio do Grupo Wagner contribuindo à crise humanitária, conflitos como o da invasão da Ucrânia, de Taiwan, e outras guerras que uma Néo‑ONU poderia ter evitado com “juízes de paz” ou 5 minutos de Néo-Justiça de bom senso democrático global.

    A ONU e suas principais organizações reagiram à invasão da Ucrânia com condenações formais, investigações jurídicas e operações humanitárias de grande escala, mas não possuem meios militares para impedir agressões. Quanto a Taiwan, não existe ainda uma invasão, e portanto a ação da ONU limita‑se a declarações políticas e monitorização de tensões, sem medidas coercivas.

A pior vergonha da história da velha ONU: em 1971 expulsão de Taiwan da ONU e legitimação de um dos regimes mais violadores da Carta da ONU.

Em 1971, a ONU:

  • expulsou Taiwan, que evoluía para uma democracia,

entregou o assento à China maoista, responsável por uma das maiores catástrofes humanitárias do século XX.A invasão de Taiwan seria:

A maior vergonha da história da velha ONU.

A maior derrota ética desde a sua criação.

A prova final de que o sistema atual não protege quem respeita os seus princípios.

A vitória simbólica dos regimes autoritários e dos seus cúmplices.

7. Caminho para o futuro: necessidade de uma Néo‑ONU

A sua proposta de uma Néo‑ONU — democrática, digital, sem vetos, com sanções automáticas e classificação ética de Estados — responde precisamente ao problema que a velha ONU não consegue resolver:

  • proteger democracias ameaçadas,

  • punir invasores e cúmplices,

  • impedir agressões antes que ocorram,

  • evitar que os piores criminosos bloqueiem a justiça global.


Que fez a ONU e suas organizações, UNESCO, TPI, etc., contra a invasão da Ucrânia e preparativos da invasão de Taiwan?



Ver o meu pensamento

Dimensão

China (RPC)

Taiwan

Regime político

Regime de partido único, autoritário, sem eleições competitivas nacionais.

Democracia pluralista, eleições livres e competitivas desde 2000.

Classificação Freedom House 2025

9/100 – Not Free (sem liberdades políticas e civis efetivas).

94/100 – Free (elevado nível de direitos políticos e liberdades civis).

Princípios da Carta da ONU

Viola sistematicamente: repressão interna (Xinjiang, Tibete), ameaça militar a Taiwan, pressão sobre vizinhos no Mar do Sul da China.

Cumpre em larga medida: respeito a direitos civis, alternância de poder, não ameaça vizinhos; principal vulnerabilidade vem de pressão externa chinesa.

Posição na ONU

Membro permanente do CS, com poder de veto; bloqueia qualquer resolução forte sobre Taiwan.

Fora da ONU; sem voto, sem acesso direto a mecanismos de proteção coletiva.

Relação com o TPI / justiça internacional

Não aceita jurisdição do TPI; protege dirigentes de responsabilização internacional.

Cooperação limitada mas sem histórico de crimes internacionais graves; não é foco de sanções ou investigações.

Comparação de nível de vida e bem‑estar

Indicador

China

Taiwan

Índice de Desenvolvimento Humano (HDI, 2023)

Cerca de 0,79 – grupo “alto desenvolvimento humano”.

Cerca de 0,91–0,92 – grupo “muito alto desenvolvimento humano” (valor reportado para “Taiwan Province of China”). (inferência com base em dados HDR e séries anteriores)

Liberdades civis e económicas (Human Freedom Index)

Posição baixa, com forte restrição a expressão, associação, religião e imprensa.

Posição alta, com ampla proteção a expressão, associação, propriedade e comércio internacional.

Happiness / satisfação média com a vida (World Happiness Report)

Score intermédio, abaixo das democracias avançadas; impacto negativo de repressão e baixa confiança social.

Score superior ao da China, próximo de países desenvolvidos; maior confiança institucional e sensação de segurança.

Estado de direito

Subordinado ao Partido Comunista; tribunais não independentes, uso político da lei.

Sistema judicial relativamente independente, com controlo constitucional e debate público sobre reformas.

Cumprimento (ou violação) dos princípios centrais da ONU

Princípio da Carta da ONU

China – prática real

Taiwan – prática real

Proibição do uso da força contra integridade territorial de outros

Pressão militar constante sobre Taiwan, exercícios de intimidação, retórica de “reunificação pela força” se necessário.

Não ameaça militar vizinhos; foco em defesa própria e dissuasão.

Respeito aos direitos humanos

Detenções em massa, vigilância digital, censura, repressão de minorias e dissidentes.

Proteção ampla de direitos civis; problemas pontuais (migrantes, influência externa chinesa), mas sem repressão sistemática.

Autodeterminação dos povos

Nega autodeterminação a tibetanos, uigures e à própria população de Taiwan.

Afirma autodeterminação democrática; principal ameaça vem de negação chinesa dessa autodeterminação.

Cooperação pacífica internacional

Cooperação seletiva, condicionada a interesses estratégicos; uso de poder económico para pressão política.

Cooperação ampla com democracias e economia global; excluída de muitos fóruns pela pressão diplomática chinesa.

Síntese “mais dura” para uso didático

  • China combina poder de veto na ONU com violação sistemática dos princípios da própria Carta: repressão interna, ameaça externa, recusa de responsabilização jurídica internacional.

  • Taiwan cumpre, em grau muito superior, os critérios que a ONU diz valorizar (democracia, direitos humanos, desenvolvimento humano, bem‑estar), mas é mantida fora da organização por pressão de um Estado que viola esses mesmos princípios.

  • Resultado estrutural: o sistema ONU legitima no Conselho de Segurança o ator menos alinhado com seus valores (China) e exclui o ator mais alinhado na região (Taiwan), criando um paradoxo didático perfeito para ilustrar a crise da “velha ONU”.




Freedom House

China: Freedom in the World 2025 Country Report | Freedom House

https://freedomhouse.org/country/china/freedom-world/2025

Freedom House

Taiwan: Freedom in the World 2025 Country Report | Freedom House

https://freedomhouse.org/country/taiwan/freedom-world/2025

Human Development Reports

Country Insights | Human Development Reports

https://hdr.undp.org/data-center/country-insights

Human Development Reports

Human Development Index | Human Development Reports

https://hdr.undp.org/data-center/human-development-index

Cato Institute

Human Freedom Index: 2024 | Cato Institute

https://www.cato.org/human-freedom-index/2024

Cato Institute

Human Freedom Index: 2025 | Cato Institute

https://www.cato.org/human-freedom-index/2025

The World Happiness Report

World Happiness Report 2024

https://www.worldhappiness.report/ed/2024/

data.worldhappiness.report

WHR Dashboard - data.worldhappiness.report

https://data.worldhappiness.report/table



É possível conceber uma “Néo‑NATO” ou “Aliança Democrática Global”, totalmente distinta da NATO tradicional, baseada apenas nos dois princípios centrais da Néo‑ONU:

  1. Defesa automática de qualquer país invadido, desde que a invasão não tenha mandato da Néo‑ONU.

  2. Decisão global em 3 minutos, por votação digital maioritária, transparente e auditável.

A seguir, apresento a versão mais dura, impessoal e didática — adequada ao seu e‑book — com quadros comparativos e arquitetura institucional.

1. Por que uma “Néo‑NATO” é possível

Porque resolve os três bloqueios estruturais da velha ONU:

  • Veto das potências → eliminado: decisões por maioria global.

  • Lentidão diplomática → eliminada: votação em 3 minutos.

  • Impunidade dos agressores → eliminada: resposta automática e universal.

A Néo‑NATO não seria uma aliança militar clássica, mas uma rede global de defesa ética, ativada por decisão democrática planetária.

2. Estrutura mínima da Néo‑NATO (versão dura)

🛡️ Princípio 1 — Defesa Automática

Se um Estado invade outro sem mandato da Néo‑ONU, ativa‑se automaticamente:

  • Defesa militar coordenada.

  • Sanções totais e imediatas.

  • Sequestro global de bens do agressor e cúmplices.

  • Bloqueio financeiro e comercial universal.

  • Suspensão de acesso a internet global, satélites, rotas aéreas e marítimas.

🕒 Princípio 2 — Votação Global em 3 Minutos

Fluxo:

  1. Minuto 1: Relatório técnico do representante da Néo‑ONU.

  2. Minuto 2: Argumento da parte A.

  3. Minuto 3: Argumento da parte B.

  4. Resultado: Votação global instantânea → decisão vinculativa.

3. Comparação dura: NATO vs Néo‑NATO

Dimensão

NATO

Néo‑NATO

Base legal

Tratado de 1949

Mandato digital da Néo‑ONU

Quem decide

31 Estados

Todos os povos do mundo

Velocidade

Meses ou anos

3 minutos

Critério de ação

Ataque a membro

Qualquer invasão injustificada

Limitações

Política interna dos membros

Nenhuma — decisão global

Risco de veto

Alto (EUA, Turquia, etc.)

Zero

Universalidade

Regional

Planetária

4. Comparação dura: China vs Taiwan no contexto da Néo‑NATO

🧭 Cumprimento dos princípios da ONU

Princípio

China

Taiwan

Proibição do uso da força

Ameaça constante de invasão

Cumpre

Direitos humanos

Repressão sistemática

Proteção ampla

Autodeterminação

Nega a Taiwan, Tibete, Xinjiang

Afirma

Cooperação pacífica

Pressão militar e diplomática

Cooperação democrática

📊 Indicadores de vida e bem‑estar

Indicador

China

Taiwan

Freedom House

9/100 (não livre)

94/100 (livre)

HDI

~0,79

~0,92 (inferência baseada em séries HDR)

Happiness

Médio

Superior, nível de país desenvolvido

Estado de direito

Subordinado ao partido

Judicial independente

🛡️ Consequência na Néo‑NATO

  • China: seria frequentemente alvo de condenações e sanções por ameaças militares.

  • Taiwan: seria automaticamente defendida caso fosse invadida.

5. Funcionamento prático da Néo‑NATO

🔧 Componentes essenciais

  • Força de resposta rápida global (não pertencente a nenhum Estado).

  • Rede de satélites e IA para monitorização de agressões.

  • Sistema financeiro global ético capaz de congelar bens em segundos.

  • Tribunal Ético Democrático para julgar agressões e cúmplices.

  • Plataforma de votação planetária com autenticação nacional e auditoria pública.

Ativação automática

Se um país invade outro:

  1. IA confirma violação.

  2. Votação global em 3 minutos.

  3. Se maioria condena → ativa‑se a Néo‑NATO.

  4. Agressor perde bens, acesso global e apoio internacional.

  5. Defesa militar coordenada inicia‑se imediatamente.

6. Conclusão dura e didática

  • Sim, é possível uma Néo‑NATO: rápida, democrática, universal e ética.

  • Seria superior à NATO tradicional, eliminando vetos, lentidão e impunidade.

  • Protegeria Taiwan automaticamente, ao contrário da velha ONU.

Reduziria guerras a quase zero, porque qualquer agressor enfrentaria o mundo inteiro em minutos.



Mais com o que eu escrevi nas etiquetas:

Taiwan , vítimas ,  Xi Jinping , China , chineses , criminosos , inocentes , néo-ONU , ONU , Revolução Néo Marxista , Copilot , Defender Taiwan da invasão chinesa , democracia , ética global , Néo-justiça , Ucrânia , velha ONU , vetos .


Comentários

Mensagens populares deste blogue

Carta aberta para COP30 e seguidores online ou outras formas de informação e comunicação com manifesto contra a guerra na Ucrânia, poluição e ambiente

Open Letter to COP30: war in Ukraine

Lettre Ouverte à la COP30: guerre en Ukraine, Manifeste Politique et Environnemental