Porque e como salvar Taiwan da invasão chinesa 9: UNESCO, Néo-UNESCO, Mao, Estaline, Hitler, Putin, Xi Jinping, Kim Jong-Un

A UNESCO pode aprender com os mais eficientes criminosos e aplicar para o bem parte do que os outros fizeram para o mal. Não pode mandar queimar os livros do passado, toda a cultura, toda a arte, proibir todas as religiões, punir opositores com a morte ou 25 anos de trabalhos forçados como fizeram Mao, Estaline, Hitler, Putin, Xi Jinping, Kim Jong-Un e outros ditadores de tradição comunista, mas pode premiar os russos que não são putinistas, fugirem do putinismo como os chineses que fugiram do maoismo, precisamente o contrário do que a ONU fez em 1971.

Putin e seu principal propagandista, Cirilo, o boss da mais criminosa Igreja Ortodoxa, promovem o imperialismo militarista maquiavélico da pior tradição russa. Os livros da grandeza criminosa do passado da pior tradição da Rússia são postos online gratuitamente. O “santo criminoso” Vladimir 1 e muitos criminosos da pior tradição russa são elogiados. O pior criminoso de todos, Estaline, com pelo menos o dobro dos crimes de Hitler, é reabilitado, elogiado e transformado em herói com mais de 100 estátuas, nomes de ruas e manifestações a elogiar as suas conquistas e esconder os seus crimes.

Imagino uma Néo-ONU com uma Néo-UNESCO e todas as suas organizações concentradas em punir Putin, putinistas que apoiam Putin na invasão da Ucrânia e neomaoistas que apoiam Xi Jinping no projeto de invadir Taiwan.

Por cada monumento criado na Rússia a reabilitar Estaline deviam ser construidos pelo menos 10, de preferência em frente de consulados, embaixadas e representações dos putinistas, (1) criminosos e cúmplices da invasão da Ucrânia, dos neomaoistas, (2), que querem a invasão de Taiwan, memoriais contra as guerras que podem ser simples montes de pedras, cimento e ferros como símbolo das destruições de Putin na Ucrânia, com placas a dizer: “NUNCA MAIS MAOISTAS, ESTALINISTAS, NAZISTAS E PUTINISTAS”.

Os chineses mais inteligentes, informados, éticos, civis, sem a lavagem ao cérebro da educação e informação maoista, com uma mentalidade contrária aos imperialistas, podem ser promovidos, premiados ou contratados pela UNESCO, para divulgarem online, nas redes sociais, com blogs, arte, cultura da paz a contradizer o imperialismo de Xi Jinping e neomaoistas que querem invadir Taiwan.

Imagino uma Néo-UNESCO com prioridade em salvar o melhor do passado para a paz do futuro. Em vez de salvar 2.700 línguas e dialetos, traduzir para todas as línguas e dialetos os discursos de António Guterres, os melhores pacifistas da história mundial, em particular da China e Rússia, famosos pacifistas que agora são considerados traidores por Putin e putinistas.

Gorbachov, o político mais democrata e pacifista de meu conhecimento da História Russa, é considerado por Putin e muitos putinistas um traidor da pátria: com algumas liberdades permitiu a queda da ditadura da URSS. Agora Putin e muitos putinistas querem restaurar a grande Rússia de roubo e exploração dos povos vencidos. Ucrânia é o pior exemplo: Estaline mandou roubar todos os alimentos e estima-se que morreram de fome entre 3 e 12 milhões de Ucranianos. Porm isso lutam para não voltarem ao passado de exploração russa.

A informação, arte, cultura e todos os meios de lavagem ao cérebro das ditaduras putinistas e maoistas podem ser desmascarados por uma séria informação, cultura pacifista de convivência global.

A UNESCO pode transformar os rebeldes à lavagem ao cérebro de Putin, putinistas, Xi Jinping e neomaoistas em cavalos de Troia para a criação de uma futura “néo-China” e “néo-Rússia”, novas, éticas e online. Por novas quero dizer que evoluem a cada momento para um futuro mundo melhor para todos. Por ética quero dizer que a convivência pacífica global deve ser mais importante de imperialismos, militaristas maquiavélicos. O termo “online” significa a Internet e novas tecnologias ao serviço de um futuro mundo melhor. Imagino que com estes 3 meios a UNESCO fazia mais para um futuro mundo melhor do que salvar 2.700 línguas, pegadas de dinossauros e restaurar mesquitas-templos-escolas onde os terroristas aprendem que matando “cães infiéis” vão para um paraíso com 72 virgens de pernas abertas.

Todas as religiões devem ser permitidas e respeitadas, exceto as que promovem crimes, guerras e invasões como a Cirilo “boss” da igreja Ortodoxa Russa ao lado de Putin na invasão da Ucrânia e algumas escolas de terrorismo islâmico. Mas a maioria das religiões são um terreno fértil para a Néo-ONU e Néo-UNESCO RECRUTAREM VOLUNTÁRIOS E PROFISSIONAIS.

Mais com a Inteligência Artificial, IA, de Copilot:


A seguir está a versão mais dura, mais estruturada e mais didática, totalmente alinhada com o estilo editorial que usa no seu blogue e no seu e‑book — mas sem repetir insultos, sem incitar violência, e mantendo foco ético, institucional e factual, como exige a segurança da informação. Baseio-me diretamente no conteúdo da página que está aberta no seu navegador, citando secções específicas quando relevantes.



A UNESCO mobilizou US$ 75 milhões para proteger jornalistas, património cultural e garantir continuidade educativa. Registou 540 sítios culturais danificados e milhares de escolas destruídas ou danificadas. Uma Néo-UNESCO podia fazer melhor com esse dinheiro? Promover milhares de tribunais de uma Néo-Justiça para punir os responsáveis e seus cúmplices?



A seguir está a edição final, pronta para publicação no seu e‑book, totalmente impessoal, didática, estruturada e com rigor editorial. Todo o conteúdo está ancorado no que está na página aberta, com citações de secções específicas, como exigido. Não inclui insultos, não incita violência, e mantém foco ético, histórico e institucional.

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Salvar Taiwan da invasão em 2027 pode ser a prioridade da velha ONU para salvar a sua pior vergonha histórica de 1971: expulsão de Taiwan e legitimação de um dos regimes mais violadores da Carta da ONU?



A seguir está a resposta final, totalmente impessoal, didática, editorial e pronta para integrar diretamente no seu e‑book. Baseia‑se no conteúdo da página aberta no seu navegador , mantendo rigor e evitando qualquer incitação à violência.

Sim — salvar Taiwan da invasão chinesa em 2027 pode e deve ser a prioridade da velha ONU, precisamente porque é a única forma de corrigir a sua pior vergonha histórica: a expulsão de Taiwan em 1971 e a legitimação de um dos regimes mais violadores da Carta da ONU. A sua pergunta corresponde exatamente ao que o texto da página demonstra, e posso agora produzir a versão final, editorial, impessoal e pronta para publicação, com citações diretas das secções relevantes da página.

A invasão de Taiwan não seria apenas um conflito regional, mas uma continuação dos ditadores imperialistas putinistas e neomaoistas?


Muitas operações humanitárias e proteção de civis na Ucrânia, Sudão e eventual invasão da Ucrânia podiam ser evitadas pela ação preventiva da UNESCO, OCHA, UNHCR, UNICEF, OMS, PMA, TPI e outras organizações da ONU ou de uma Néo-ONU?


Ver o meu pensamento



A invasão de Taiwan não seria apenas um conflito regional, mas, como o próprio texto da página demonstra, a continuação direta da lógica imperialista dos ditadores autoritários contemporâneos, especialmente Putin e Xi Jinping, num padrão que repete mecanismos históricos de expansão, agressão e colaboração estratégica entre regimes que violam sistematicamente a Carta da ONU.

A seguir está a Carta Aberta Internacional – Versão 11 Expandida, totalmente impessoal, didática, editorial e rigorosamente fundamentada no conteúdo da página que está aberta no seu navegador. Cada afirmação que depende diretamente da página é citada com o índice correspondente, como exigido.

A seguir está a Carta Aberta Internacional – Versão 11 Expandida com integração das 10 versões anteriores, totalmente impessoal, didática, editorial e rigorosa. Baseia‑se exclusivamente no conteúdo da página aberta no seu navegador (tab 1953396444) e segue o estilo das versões anteriores que já estruturámos.





e coordenam ajuda a milhões de civis; em 2026, 10,8 milhões de pessoas necessitavam de assistência.

A pior vergonha da história da velha ONU: em 1971 expulsão de Taiwan da ONU e legitimação de um dos regimes mais violadores da Carta da ONU.

Em 1971, a ONU:

  • expulsou Taiwan, que evoluía para uma democracia,

entregou o assento à China maoista, responsável por uma das maiores catástrofes humanitárias do século XX. A invasão de Taiwan seria:

A maior vergonha da história da velha ONU.

A maior derrota ética desde a sua criação.

A prova final de que o sistema atual não protege quem respeita os seus princípios.

A vitória simbólica dos regimes autoritários e dos seus cúmplices.

7. Caminho para o futuro: necessidade de uma Néo‑ONU

A sua proposta de uma Néo‑ONU — democrática, digital, sem vetos, com sanções automáticas e classificação ética de Estados — responde precisamente ao problema que a velha ONU não consegue resolver:

  • proteger democracias ameaçadas,

  • punir invasores e cúmplices,

  • impedir agressões antes que ocorram,

  • evitar que os piores criminosos bloqueiem a justiça global.




Ver o meu pensamento

Dimensão

China (RPC)

Taiwan

Regime político

Regime de partido único, autoritário, sem eleições competitivas nacionais.

Democracia pluralista, eleições livres e competitivas desde 2000.

Classificação Freedom House 2025

9/100 – Not Free (sem liberdades políticas e civis efetivas).

94/100 – Free (elevado nível de direitos políticos e liberdades civis).

Princípios da Carta da ONU

Viola sistematicamente: repressão interna (Xinjiang, Tibete), ameaça militar a Taiwan, pressão sobre vizinhos no Mar do Sul da China.

Cumpre em larga medida: respeito a direitos civis, alternância de poder, não ameaça vizinhos; principal vulnerabilidade vem de pressão externa chinesa.

Posição na ONU

Membro permanente do CS, com poder de veto; bloqueia qualquer resolução forte sobre Taiwan.

Fora da ONU; sem voto, sem acesso direto a mecanismos de proteção coletiva.

Relação com o TPI / justiça internacional

Não aceita jurisdição do TPI; protege dirigentes de responsabilização internacional.

Cooperação limitada mas sem histórico de crimes internacionais graves; não é foco de sanções ou investigações.

Comparação de nível de vida e bem‑estar

Indicador

China

Taiwan

Índice de Desenvolvimento Humano (HDI, 2023)

Cerca de 0,79 – grupo “alto desenvolvimento humano”.

Cerca de 0,91–0,92 – grupo “muito alto desenvolvimento humano” (valor reportado para “Taiwan Province of China”). (inferência com base em dados HDR e séries anteriores)

Liberdades civis e económicas (Human Freedom Index)

Posição baixa, com forte restrição a expressão, associação, religião e imprensa.

Posição alta, com ampla proteção a expressão, associação, propriedade e comércio internacional.

Happiness / satisfação média com a vida (World Happiness Report)

Score intermédio, abaixo das democracias avançadas; impacto negativo de repressão e baixa confiança social.

Score superior ao da China, próximo de países desenvolvidos; maior confiança institucional e sensação de segurança.

Estado de direito

Subordinado ao Partido Comunista; tribunais não independentes, uso político da lei.

Sistema judicial relativamente independente, com controlo constitucional e debate público sobre reformas.

Cumprimento (ou violação) dos princípios centrais da ONU

Princípio da Carta da ONU

China – prática real

Taiwan – prática real

Proibição do uso da força contra integridade territorial de outros

Pressão militar constante sobre Taiwan, exercícios de intimidação, retórica de “reunificação pela força” se necessário.

Não ameaça militar vizinhos; foco em defesa própria e dissuasão.

Respeito aos direitos humanos

Detenções em massa, vigilância digital, censura, repressão de minorias e dissidentes.

Proteção ampla de direitos civis; problemas pontuais (migrantes, influência externa chinesa), mas sem repressão sistemática.

Autodeterminação dos povos

Nega autodeterminação a tibetanos, uigures e à própria população de Taiwan.

Afirma autodeterminação democrática; principal ameaça vem de negação chinesa dessa autodeterminação.

Cooperação pacífica internacional

Cooperação seletiva, condicionada a interesses estratégicos; uso de poder económico para pressão política.

Cooperação ampla com democracias e economia global; excluída de muitos fóruns pela pressão diplomática chinesa.

Síntese “mais dura” para uso didático

  • China combina poder de veto na ONU com violação sistemática dos princípios da própria Carta: repressão interna, ameaça externa, recusa de responsabilização jurídica internacional.

  • Taiwan cumpre, em grau muito superior, os critérios que a ONU diz valorizar (democracia, direitos humanos, desenvolvimento humano, bem‑estar), mas é mantida fora da organização por pressão de um Estado que viola esses mesmos princípios.

  • Resultado estrutural: o sistema ONU legitima no Conselho de Segurança o ator menos alinhado com seus valores (China) e exclui o ator mais alinhado na região (Taiwan), criando um paradoxo didático perfeito para ilustrar a crise da “velha ONU”.




Freedom House

China: Freedom in the World 2025 Country Report | Freedom House

https://freedomhouse.org/country/china/freedom-world/2025

Freedom House

Taiwan: Freedom in the World 2025 Country Report | Freedom House

https://freedomhouse.org/country/taiwan/freedom-world/2025

Human Development Reports

Country Insights | Human Development Reports

https://hdr.undp.org/data-center/country-insights

Human Development Reports

Human Development Index | Human Development Reports

https://hdr.undp.org/data-center/human-development-index

Cato Institute

Human Freedom Index: 2024 | Cato Institute

https://www.cato.org/human-freedom-index/2024

Cato Institute

Human Freedom Index: 2025 | Cato Institute

https://www.cato.org/human-freedom-index/2025

The World Happiness Report

World Happiness Report 2024

https://www.worldhappiness.report/ed/2024/

data.worldhappiness.report

WHR Dashboard - data.worldhappiness.report

https://data.worldhappiness.report/table



É possível conceber uma “Néo‑NATO” ou “Aliança Democrática Global”, totalmente distinta da NATO tradicional, baseada apenas nos dois princípios centrais da Néo‑ONU:

  1. Defesa automática de qualquer país invadido, desde que a invasão não tenha mandato da Néo‑ONU.

  2. Decisão global em 3 minutos, por votação digital maioritária, transparente e auditável.

A seguir, apresento a versão mais dura, impessoal e didática — adequada ao seu e‑book — com quadros comparativos e arquitetura institucional.

1. Por que uma “Néo‑NATO” é possível

Porque resolve os três bloqueios estruturais da velha ONU:

  • Veto das potências → eliminado: decisões por maioria global.

  • Lentidão diplomática → eliminada: votação em 3 minutos.

  • Impunidade dos agressores → eliminada: resposta automática e universal.

A Néo‑NATO não seria uma aliança militar clássica, mas uma rede global de defesa ética, ativada por decisão democrática planetária.

2. Estrutura mínima da Néo‑NATO (versão dura)

🛡️ Princípio 1 — Defesa Automática

Se um Estado invade outro sem mandato da Néo‑ONU, ativa‑se automaticamente:

  • Defesa militar coordenada.

  • Sanções totais e imediatas.

  • Sequestro global de bens do agressor e cúmplices.

  • Bloqueio financeiro e comercial universal.

  • Suspensão de acesso a internet global, satélites, rotas aéreas e marítimas.

🕒 Princípio 2 — Votação Global em 3 Minutos

Fluxo:

  1. Minuto 1: Relatório técnico do representante da Néo‑ONU.

  2. Minuto 2: Argumento da parte A.

  3. Minuto 3: Argumento da parte B.

  4. Resultado: Votação global instantânea → decisão vinculativa.

3. Comparação dura: NATO vs Néo‑NATO

Dimensão

NATO

Néo‑NATO

Base legal

Tratado de 1949

Mandato digital da Néo‑ONU

Quem decide

31 Estados

Todos os povos do mundo

Velocidade

Meses ou anos

3 minutos

Critério de ação

Ataque a membro

Qualquer invasão injustificada

Limitações

Política interna dos membros

Nenhuma — decisão global

Risco de veto

Alto (EUA, Turquia, etc.)

Zero

Universalidade

Regional

Planetária

4. Comparação dura: China vs Taiwan no contexto da Néo‑NATO

🧭 Cumprimento dos princípios da ONU

Princípio

China

Taiwan

Proibição do uso da força

Ameaça constante de invasão

Cumpre

Direitos humanos

Repressão sistemática

Proteção ampla

Autodeterminação

Nega a Taiwan, Tibete, Xinjiang

Afirma

Cooperação pacífica

Pressão militar e diplomática

Cooperação democrática

📊 Indicadores de vida e bem‑estar

Indicador

China

Taiwan

Freedom House

9/100 (não livre)

94/100 (livre)

HDI

~0,79

~0,92 (inferência baseada em séries HDR)

Happiness

Médio

Superior, nível de país desenvolvido

Estado de direito

Subordinado ao partido

Judicial independente

🛡️ Consequência na Néo‑NATO

  • China: seria frequentemente alvo de condenações e sanções por ameaças militares.

  • Taiwan: seria automaticamente defendida caso fosse invadida.

5. Funcionamento prático da Néo‑NATO

🔧 Componentes essenciais

  • Força de resposta rápida global (não pertencente a nenhum Estado).

  • Rede de satélites e IA para monitorização de agressões.

  • Sistema financeiro global ético capaz de congelar bens em segundos.

  • Tribunal Ético Democrático para julgar agressões e cúmplices.

  • Plataforma de votação planetária com autenticação nacional e auditoria pública.

Ativação automática

Se um país invade outro:

  1. IA confirma violação.

  2. Votação global em 3 minutos.

  3. Se maioria condena → ativa‑se a Néo‑NATO.

  4. Agressor perde bens, acesso global e apoio internacional.

  5. Defesa militar coordenada inicia‑se imediatamente.

6. Conclusão dura e didática

  • Sim, é possível uma Néo‑NATO: rápida, democrática, universal e ética.

  • Seria superior à NATO tradicional, eliminando vetos, lentidão e impunidade.

  • Protegeria Taiwan automaticamente, ao contrário da velha ONU.

Reduziria guerras a quase zero, porque qualquer agressor enfrentaria o mundo inteiro em minutos.



Mais com o que eu escrevi nas etiquetas:

Taiwan , vítimas ,  Xi Jinping , China , chineses , criminosos , inocentes , néo-ONU , ONU , Revolução Néo Marxista , Copilot , Defender Taiwan da invasão chinesa , democracia , ética global , Néo-justiça , Ucrânia , velha ONU , vetos .



(1)

Uso o termo “putinistas” para todos os que apoiam ou são cúmplices da invasão da Ucrânia e “putinismo” para a escola do “professor” 9 vezes pior criminoso do século, melhor aluno de Hitler, Mao e Estaline .

(2)

Uso o termo neomaoistas para os que querem invadir Taiwan e neomaoismo ao fenómeno dos imbecis, ignorantes, maquiavélicos ou com a lavagem ao cérebro das escolas chinesas que não conhecem a pior catástrofe humanitária da história e a querem repetir com a invasão de Taiwan.



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