Salvar Taiwan da invasão chinesa 12: Putin-Trump o professor e o aluno, os dois mais maquiavélicos do século

Com a colaboração de Copilot.

Ofereço os direitos de autor a quem desejar selecionar o que considera melhor, traduzir e divulgar, mesmo sem citar a fonte. Mais nos seus 3 eBooks (https://cutt.ly/twdeEiQB) e no seu blog, especialmente sobre Taiwan (https://pef1mm.blogspot.com/search/label/Taiwan).

O “prossor” Putin ligou ao "aluno" Trump e sublinhou a história comum das relações entre a Rússia e os Estados Unidos, e aproveitou para posicionar o seu país como potência mundial, uma vez que ambos são "potências nucleares" e "têm a responsabilidade essencial de garantir a segurança e a estabilidade à escala global".

O 9 vezes pior criminoso do século dá lições ao seu aluno para garantirem a estabilidade global: dividem a Ucrânia entre ambos como fez Hitler e Estaline com a Polónia, com outros meios, mas com os mesmos resultados: Trump prometeu “um bom negócio para nós” nas negociações de paz, queria cerca de 5 vezes o que Joe Bidem tinha oferecido em ajudas humanitárias e defesa da Ucrânia e depois pressionou com o seu poder das armas um negócio que lhe poderia dar 10 ou 100 vezes o investido na defesa da Ucrânia: 50% da exploração futura das terras raras de Ucrânia que podem valer triliões. Como são as duas maiores potências nucleares podem fazer bons negócios com o roubo da Ucrânia e depois com o amigo Xi Jinping, fazerem bons negócios com a divisão dos interesses de Taiwan entre os 3. Putin foi muito claro: “… uma vez que ambos são "potências nucleares" e "têm a responsabilidade essencial de garantir a segurança e a estabilidade à escala global". https://www.msn.com/pt-pt/noticias/ultimas/putin-reitera-em-conversa-com-trump-que-rússia-vai-tomar-todo-o-donbass/ar-AA27dWdP?ocid=msedgntp&pc=U531&cvid=6a4a0d396db74509bd97dc2fbe648dfd&ei=9.”

Só uma Néo-ONU pode salvar o mundo mais civil dos ladrões, criminosos, imperialistas, militaristas maquiavélicos.

A Néo-ONU aproveitará a mais elementar e eficiente psicologia para o bem o que os mais eficientes maquiavélicos usam para o mal: educação, prémio e punição.

O melhor meio de educação poderia ser uma Néo-UNESCO. Muitas atividades da UNESCO parecem-me não só inúteis mas prejudiciais. Interessam para um futuro mundo melhor como o sexo dos anjos. Uma Néo-UNESCO criava uma “Mini Carta” para ser ensinada pelos pais, nas escolas, meios de informação com estas normas: “não faças aos outros o que não queres que te façam, faz o que gostarias que te façam.” A melhor convivência e solidariedade contribuem para a felicidade das crianças e adultos. Esta “Mini-Carta”, discursos de António Guterres, melhores pacifistas da história da humanidade, seriam traduzidos em todas as línguas e divulgados gratuitamente nas redes sociais, com prémios a quem divulgasse mais e melhor, com arte, cultura, IA, etc.

Com o prestígio da ONU e muito maior de uma Néo-ONU poderia criar-se um prémio diário, mesmo só simbólico, a quem fizesse qualquer coisa para um mundo melhor. A IA poderia sugerir e 3 minutos da Néo-ONU confirmar o primeiro, segundo, terceiro, quarto, … mais votados. O prémio simbólico poderia tornar-se prémio económico com a subida profissional, venda das suas obras, promoção das suas atividades.

Cada dia poderia ser votada uma punição. Por exemplo, poderia haver propostas para serem votadas em 3 a 5 minutos da Néo-ONU. O mundo mais civil acusava a China de ser o segundo país mais maquiavélico, depois da Rússia. Razões: é o principal poluidor do globo, é o principal financiador do criminoso do século e piores crimes da atualidade com piores consequências futuras da invasão da Ucrânia, está a preparar-se para invadir Taiwan em 2027, cresce em militarismo imperialista maquiavélico. Este boicote global poderia ser anulado ou reduzido se contribuísse ao fim da Guerra não como quer Putin mas como quer António Guterres e mais civis da Néo-ONU, reduzisse a poluição, terminasse com os preparativos da invasão de Taiwan. Num minuto seria justificada a proposta, noutro dar ao “advogado” da China de se defender e seguia-se a votação:

1. Nenhum boicote.

2. Boicote global e boicote a quem não boicotasse.

3. Sequestro dos bens em todo o mundo e sequestro a quem não sequestrasse.

4. Considerar a invasão de Taiwan um crime contra a humanidade, criminosos quem a promovesse, morte de 10 criminosos chineses por cada inocente a defender Taiwan.

5. Considerar heroísmo os crimes contra criminosos, prémios e medalhas aos heróis contra criminosos, o contrário do que Putin faz que dá prémios aos que matam inocentes.

6. Responder à violência se os criminosos não indemnizassem as vítimas.

7. Os mais civis italianos indemnizaram a Etiópia pela invasão cerca de 80 anos depois. Os civis alemães indemnizaram as vítimas do nazismo. O mundo mais civil futuro exigirá a indemnização das vítimas dos neonazistas-putinistas e dos neomaoistas-chineses.

Uma votação secreta, conhecida só por elites da Néo-ONU de confiança, poderia ter um efeito dissuasor dos maquiavélicos chineses do apoio a Putin e prevenção da invasão de Taiwan?

Mais com a IA de Copilot:

A síntese central é esta: a sua pergunta não é sobre a notícia da tab aberta, mas sobre se uma votação secreta e ultrarrápida da Néo‑ONU poderia ter efeito dissuasor sobre elites chinesas — especialmente no contexto de uma coordenação tácita entre Putin, Trump e Xi. Eu respondo diretamente a isso, com profundidade, estrutura e rigor factual, mantendo o estilo impessoal e didático que prefere para publicação.

✔️ Síntese inicial

Uma votação secreta da Néo‑ONU poderia ter efeito dissuasor, mas não pela ameaça física, e sim por três mecanismos reais:

  1. Risco económico imediato percebido pelas elites chinesas.

  2. Risco reputacional global e perda de legitimidade interna.

  3. Risco de isolamento tecnológico e financeiro, que a China teme mais do que sanções militares.

Contudo, a ameaça de punições físicas (morte de criminosos) não teria efeito dissuasor real — e seria contraproducente — porque regimes autoritários respondem a ameaças existenciais com mais repressão, não com recuo.

A força da Néo‑ONU estaria na previsibilidade, velocidade e automatização das consequências, não na violência.

🧭 1. O que realmente assusta elites chinesas

A psicologia política das elites do PCC é conhecida por três vulnerabilidades:

  • Perder crescimento económico (base da legitimidade interna).

  • Perder acesso a tecnologia avançada (chips, IA, semicondutores).

  • Perder mercados externos (UE, EUA, ASEAN).

Uma votação secreta da Néo‑ONU que, em 3 minutos, pudesse acionar automaticamente:

  • boicote global,

  • congelamento de ativos,

  • exclusão financeira,

  • suspensão de exportações tecnológicas,

teria muito mais impacto real do que qualquer ameaça militar.

🧭 2. Por que a ameaça física não funciona contra regimes autoritários

A história mostra que ameaças de violência contra elites não produzem dissuasão:

  • Hitler acelerou a repressão quando ameaçado.

  • Estaline intensificou purgas.

  • Mao respondeu a pressões externas com radicalização.

  • Putin endureceu o regime após sanções.

  • Xi Jinping reforçou o controlo interno após críticas internacionais.

Regimes autoritários não recuam perante ameaças existenciais; eles fecham-se, reprimem e aceleram planos militares.

Portanto, a proposta 4 (“morte de 10 criminosos por cada inocente”) não teria efeito dissuasor — e seria rejeitada por qualquer sistema internacional real.

🧭 3. O que poderia funcionar: dissuasão psicológica e económica

A Néo‑ONU teria poder dissuasor se funcionasse como um sistema automático de consequências, baseado em três pilares:

1. Votação secreta e rápida

Evita pressões diplomáticas e permite decisões honestas.

2. Consequências automáticas e graduais

  • Nível 1: advertência pública.

  • Nível 2: suspensão de acordos comerciais.

  • Nível 3: congelamento de ativos.

  • Nível 4: exclusão tecnológica.

  • Nível 5: embargo total.

A China teme sobretudo níveis 3 a 5.

3. Comunicação estratégica

A Néo‑ONU não ameaça; informa antecipadamente: “Se invadir Taiwan, estas consequências serão ativadas automaticamente.”

Isso cria previsibilidade, que é o maior fator de dissuasão.

🧭 4. A Néo‑UNESCO e a “Mini‑Carta”

A ideia de uma “Mini‑Carta” baseada em:

  • não faças aos outros o que não queres que te façam”,

  • faz o que gostarias que te façam”,

é psicologicamente sólida. Funciona porque:

  • é universal,

  • é simples,

  • é ensinável,

  • é replicável em redes sociais,

  • cria identidade moral global.

A Néo‑UNESCO teria impacto real se:

  • fosse global,

  • usasse IA para difusão,

  • premiasse diariamente ações positivas,

  • criasse cultura de responsabilidade moral.

Isto é coerente com o que funciona em psicologia social: reforço positivo + normas claras + repetição massiva.

🧭 5. A pergunta central:

Uma votação secreta poderia dissuadir elites chinesas?

✔️ Sim, se o sistema fosse percebido como:

  • inevitável,

  • automático,

  • global,

  • económico,

  • tecnológico,

  • rápido,

  • imparável.

Não, se dependesse de:

  • violência,

  • retaliação física,

  • ameaças militares,

  • moralismo abstrato,

  • discursos sem consequências.

A China recua perante custos económicos previsíveis, não perante ameaças existenciais.

🧭 6. Conclusão para publicação

Uma Néo‑ONU com votações secretas e automáticas teria poder dissuasor real sobre regimes autoritários, incluindo a China, não pela violência, mas pela capacidade de:

  • prever consequências,

  • aplicar sanções automáticas,

  • mobilizar opinião global,

  • isolar economicamente,

  • cortar acesso tecnológico,

  • reforçar normas éticas universais.

A dissuasão eficaz não vem da ameaça de morte, mas da certeza de perda.

🔍 Pergunta de seguimento (essencial para o próximo capítulo)

Versão editorial impessoal de Copilot na continuidade dos meus escritos sobre a defesa de Taiwan da invasão chinesa:



Segue uma versão editorial impessoal, totalmente alinhada com o estilo dos seus capítulos anteriores sobre a defesa de Taiwan, mantendo continuidade temática, coerência conceptual e estrutura didática. Não utilizo nem dependo do conteúdo da aba aberta, pois o seu pedido não tem relação com ela.

Defender Taiwan da invasão chinesa — Capítulo 12

Putin–Trump: o “professor” e o aluno, os dois mais maquiavélicos do século

Versão editorial impessoal de Copilot

A coordenação tácita entre Moscovo, Pequim e determinados atores políticos norte‑americanos revela um padrão histórico conhecido: a instrumentalização da “estabilidade global” como pretexto para a divisão de territórios soberanos e a apropriação de recursos estratégicos. A recente comunicação entre Vladimir Putin e Donald Trump, na qual o líder russo sublinhou que ambos são “potências nucleares” com “responsabilidade essencial na segurança global”, insere‑se precisamente nesse padrão. A retórica da responsabilidade serve, na prática, para legitimar a expansão territorial e a captura económica de regiões vulneráveis.

A lógica é antiga. Hitler e Estaline dividiram a Polónia sob o argumento de “estabilidade”. Hoje, a proposta de dividir a Ucrânia — apresentada como “bom negócio” — reproduz o mesmo mecanismo com instrumentos diferentes: pressão militar, chantagem energética, manipulação diplomática e exploração futura de recursos estratégicos, incluindo terras raras avaliadas em triliões. A narrativa é sempre a mesma: transformar agressão em pragmatismo, roubo em negociação, destruição em oportunidade.

A extensão natural desta lógica é Taiwan. Se Moscovo e Washington, sob determinadas lideranças, consideram legítimo negociar o futuro da Ucrânia como se fosse propriedade partilhada, Pequim interpreta esse precedente como autorização tácita para avançar sobre Taiwan. A coordenação entre Putin, Trump e Xi não é formal, mas é funcional: cada um beneficia da erosão das normas internacionais e da substituição da legalidade por acordos entre potências nucleares.

A necessidade de uma Néo‑ONU: dissuasão moral, económica e tecnológica

Face a esta dinâmica, apenas uma instituição global renovada — uma Néo‑ONU — poderia restaurar a capacidade de dissuasão do mundo mais civil. A ONU atual, limitada por vetos e dependências políticas, não consegue impedir agressões nem responsabilizar os seus autores. A Néo‑ONU teria de operar com três princípios fundamentais:

  1. Educação moral universal

  2. Prémio diário ao comportamento civilizacional

  3. Punição automática e graduada ao comportamento maquiavélico

A psicologia usada pelos mais maquiavélicos para manipular e dominar — medo, opacidade, chantagem — deve ser substituída por psicologia para o bem: clareza, previsibilidade, reforço positivo e responsabilização.

A Néo‑UNESCO e a Mini‑Carta para um mundo civil

A educação global é o primeiro pilar. Muitas atividades da UNESCO atual são irrelevantes para a prevenção de conflitos e para a formação moral das sociedades. Uma Néo‑UNESCO teria de ser radicalmente pragmática: criar e difundir uma Mini‑Carta universal, ensinada por pais, escolas e meios de informação, baseada em duas normas simples e milenares:

  • Não faças aos outros o que não queres que te façam.

  • Faz aos outros o que gostarias que te fizessem.

Esta Mini‑Carta, acompanhada de discursos de António Guterres e dos maiores pacifistas da história, seria traduzida em todas as línguas e difundida gratuitamente nas redes sociais. A IA amplificaria a mensagem, e a Néo‑ONU atribuiria prémios simbólicos — e potencialmente económicos — às melhores contribuições artísticas, educativas e culturais.

Prémio diário ao comportamento civilizacional

A cada dia, a Néo‑ONU poderia identificar e premiar ações individuais ou coletivas que contribuam para um mundo melhor. A IA sugeriria candidatos; a votação global, em três minutos, confirmaria os mais votados. O prestígio acumulado transformaria o prémio simbólico em reconhecimento profissional, oportunidades económicas e valorização social.

A cultura global mudaria: o heroísmo deixaria de ser associado à violência e passaria a ser associado à construção, à solidariedade e à defesa dos inocentes.

Punição diária ao comportamento maquiavélico

O terceiro pilar é a responsabilização. A Néo‑ONU poderia votar diariamente medidas graduadas contra Estados ou elites que violem normas fundamentais:

  1. Nenhum boicote.

  2. Boicote global e boicote a quem não boicotasse.

  3. Sequestro de bens e sequestro a quem não sequestrasse.

  4. Classificação de agressões como crimes contra a humanidade.

  5. Reconhecimento de heroísmo na defesa de inocentes.

  6. Indemnização obrigatória das vítimas.

  7. Responsabilização histórica, como ocorreu com Itália e Alemanha.

A China, hoje considerada o segundo país mais maquiavélico — pelo apoio financeiro à guerra de Putin, pela poluição global, pelo militarismo crescente e pelos preparativos para invadir Taiwan — seria avaliada diariamente. O boicote global poderia ser reduzido ou anulado se Pequim:

  • contribuísse para o fim da guerra na Ucrânia,

  • reduzisse a poluição,

  • terminasse os preparativos da invasão de Taiwan.

A questão central: a votação secreta teria efeito dissuasor?

Sim, se a votação secreta da Néo‑ONU fosse percebida pelas elites chinesas como:

  • inevitável,

  • automática,

  • global,

  • económica,

  • tecnológica,

  • rápida,

  • imparável.

Regimes autoritários não recuam perante ameaças físicas; recuam perante perdas económicas previsíveis, isolamento tecnológico e erosão de legitimidade interna.

A dissuasão eficaz não vem da violência, mas da certeza de perda.

Conclusão editorial

A coordenação entre Putin, Trump e Xi representa a maior ameaça à ordem internacional desde 1945. A defesa de Taiwan não é apenas defesa de uma ilha: é defesa da legalidade global, da soberania dos povos e da própria ideia de civilização. Uma Néo‑ONU — com educação moral universal, prémio diário ao comportamento civil e punição automática ao comportamento maquiavélico — é o único instrumento capaz de impedir que o século XXI repita os erros mais trágicos do século XX.

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