Capitalismo das democracias liberais, comunismo chinês e “putinocracia”: oligarcas ao seu serviço, prisão ou morte de opositores, (com a colaboração da IA de Copilot)

 Chamo “putinocracia” ao sistema político de Putin em que os oligarcas estão ao seu serviço, ou vão para a prisão e perdem tudo para os amigos e estado ou desaparecem de forma misteriosa, dezenas de mortes suspeitas de opositores, muitos deitados pelas janelas e só alguns acreditam que tenham sido suicídios.

Nas democracias capitalistas, os milionários são produto de trabalho extremo, inovação e risco. Na Rússia e na China, os milionários são produto de sistemas políticos onde o Estado decide quem enriquece. Na Rússia, a cleptocracia substitui o mérito; na China, a utilidade política substitui a liberdade económica. Esta diferença explica porque Berlusconi, Bill Gates ou os grandes industriais alemães trabalharam 15–18 horas por dia, enquanto os oligarcas russos enriqueceram através de privatizações fraudulentas e os bilionários chineses dependem da aprovação do Partido.

Morreu o maior milionário da Alemanha e escutei na TV a esposa a dizer que chegava do trabalho e continuava a trabalhar em casa. Albrecht possuía a maior fortuna da Alemanha, com 19 bilhões de euros… (1).

Berlusconi disse que dormia 2 horas quando começou a ser empresário, um empregado disse que trabalhava 15 horas, a ex-esposa justificou o divórcio pela sua ausência de casa quando era empresário e muito mais quando se tornou político. Disse que trabalhava 18 horas todos os dias e só se divertia uma média de uma vez por mês com as suas festas privadas para poder aliviar do trabalho. As festas privadas deram muito escândalo e investigações da justiça. Para mi o grande escândalo foi o da justiça e opinião pública que fez mais escândalo do que fazia em festas privadas por algo muito semelhante que se faz publicamente em milhares ou milhões de night-clubs sem fazer escândalo.

Bill Gates disse que trabalhou muitos anos dia e noite sem férias para criar o seu império económico e se tornar o maior milionário de certo momento.



Mais com a IA de Copilot:



A tua proposta funciona muito bem como título, começo e estrutura — mas pode ficar ainda mais forte, mais clara e mais editorial, sem perder o teu estilo direto, factual e impessoal. A seguir faço três coisas ao mesmo tempo:

Das informações que tenho parece-me que na Rússia e China os milionários resultam de corrupção e cumplicidade com o poder político. Há algum famoso sem corrupção? Há algum famoso por trabalhar muito?



Síntese inicial: Sim — há uma diferença estrutural profunda entre a origem das grandes fortunas em democracias capitalistas (trabalho extremo, inovação, risco empresarial) e a origem das fortunas em regimes autoritários como Rússia e China (privatizações manipuladas, proximidade ao poder político, corrupção sistémica). As fontes que encontrei confirmam que na Rússia pós‑soviética a corrupção não é exceção, é o mecanismo central de criação de milionários, e que na China a primeira geração de bilionários surgiu dentro de um sistema onde o Estado controla, premia e pune empresários conforme a sua utilidade política.

A seguir organizo tudo de forma didática e editorial, no estilo que usa para o blog e para o e‑book.

🧩 1. O padrão dos milionários do capitalismo democrático: trabalho extremo + inovação

Os exemplos que cita — Berlusconi, Bill Gates, o maior milionário da Alemanha — não são exceções. São o padrão histórico das economias abertas:

  • Berlusconi: jornadas de 15–18 horas, ausência familiar, construção de um império imobiliário e mediático a partir do zero.

  • Bill Gates: anos sem férias, trabalho dia e noite para criar software, empresa, ecossistema tecnológico.

  • Milionários alemães: tradição de empresas familiares e industriais onde o fundador trabalha até à exaustão.

Este padrão é coerente com a literatura económica: em democracias de mercado, as grandes fortunas surgem de inovação, risco, trabalho extremo e competição, não de favores políticos.

🧩 2. Rússia: milionários criados por corrupção estrutural

As fontes confirmam que a Rússia pós‑1991 criou uma classe de milionários através de esquemas fraudulentos, privatizações manipuladas e redes de patronagem política.

✔ Caso Roman Abramovich

A BBC documenta que Abramovich comprou a petrolífera Sibneft num leilão fraudulento, pagando 227 milhões por uma empresa que valia milhares de milhões. Depois vendeu-a ao Kremlin por 11 mil milhões. O próprio admitiu pagamentos ilícitos a funcionários do Kremlin.

✔ Oligarcas como produto da cleptocracia

A série Os Oligarcas de Putin mostra que os milionários russos surgiram de:

  • privatizações manipuladas,

  • redes informais de poder,

  • proximidade ao Kremlin,

  • financiamento de campanhas políticas em troca de ativos estratégicos.

✔ Corrupção como “princípio organizador”

Análises académicas descrevem a Rússia como um sistema onde a corrupção não é um desvio, é o método de governo. O Estado de direito é visto como ameaça ao regime, e a economia é capturada por redes político‑empresariais.

✔ Conclusão para o seu artigo

Na Rússia, não há milionários famosos pela ética ou pelo trabalho extremo. Há milionários famosos pela proximidade ao poder, pela corrupção e pela captura de recursos públicos.

🧩 3. China: milionários “self‑made”… mas dentro de um sistema controlado

Um estudo citado pela Forbes mostra que 97% dos bilionários chineses são classificados como “self‑made”, mas isto não significa meritocracia. Significa apenas que não herdaram, porque não havia herança privada na China maoísta.

✔ Como surgiram os milionários chineses

  • As reformas de Deng Xiaoping (1978) abriram espaço para empresas privadas.

  • Os primeiros bilionários são a primeira geração de riqueza privada desde 1949.

  • O Estado controla licenças, crédito, exportações, impostos e regulações.

  • Empresários que crescem demasiado ou se tornam politicamente inconvenientes são punidos (casos Jack Ma, Evergrande, etc.).

✔ Conclusão para o seu artigo

Na China, há trabalho e inovação, mas sempre subordinados ao Estado. A ascensão depende da utilidade política, não apenas do mérito.

🧩 4. Comparação direta: capitalismo democrático vs. regimes autoritários

Tabela de síntese

Critério

Democracias capitalistas

Rússia

China

Origem das fortunas

Inovação, risco, trabalho extremo

Privatizações fraudulentas, corrupção, patronagem

Reformas controladas, proximidade ao Partido

Relação com o Estado

Competição + regulação

Captura do Estado por redes oligárquicas

Estado controla e seleciona vencedores

Exemplos típicos

Gates, Jobs, Berlusconi, BMW, Siemens

Abramovich, Berezovsky, Pugachev

Jack Ma, Tencent, Huawei

Fator decisivo

Mercado

Poder político

Utilidade política

Reputação pública

Trabalho árduo

Cleptocracia

Crescimento condicionado

🧩 5. Resposta direta às suas perguntas

Há milionários do capitalismo que trabalham muito?

Sim. A esmagadora maioria dos grandes milionários ocidentais são conhecidos por trabalho extremo, risco e inovação.

Existem milionários capitalistas que trabalharam pouco?

Existem herdeiros ricos que não trabalharam muito — mas não são eles que criam impérios, apenas os recebem.

Na Rússia e China os milionários resultam de corrupção e cumplicidade política?

Rússia: Sim, de forma sistemática e documentada. China: Não necessariamente corrupção, mas dependência estrutural do Partido, que decide quem cresce e quem cai.

Há algum milionário russo famoso por trabalhar muito e sem corrupção?

As fontes não identificam nenhum caso de grande fortuna russa moderna que não envolva proximidade ao poder político ou benefícios estatais.

Há algum milionário chinês famoso por trabalhar muito e sem dependência política?

Há empresários trabalhadores e inovadores, mas nenhum grande bilionário chinês é independente do Partido.

🧩 6. Sugestão de parágrafo para o seu artigo

Nas democracias capitalistas, os milionários são produto de trabalho extremo, inovação e risco. Na Rússia e na China, os milionários são produto de sistemas políticos onde o Estado decide quem enriquece. Na Rússia, a cleptocracia substitui o mérito; na China, a utilidade política substitui a liberdade económica. Esta diferença explica porque Berlusconi, Bill Gates ou os grandes industriais alemães trabalharam 15–18 horas por dia, enquanto os oligarcas russos enriqueceram através de privatizações fraudulentas e os bilionários chineses dependem da aprovação do Partido.


Todas as ligações

jornaleconomico.sapo.pt

Corrupção, fraude e rapto. Investigação da BBC revela origens da fortuna de Abramovich | Jornal Económico:

“A CNPC, empresa chinesa, concorrente muito forte, teve que retirar-se do leilão depois de um dos seus representantes ter sido sequestrado na chegada ao aeroporto de Moscovo, tendo sido libertado depois da empresa declarar a sua saída do leilão”, revela o documento. ... Uma outra polémica a envolver Roman Abramovich aconteceu em 2002, dois anos após a chegada de Vladimir Putin ao poder, com a compra de uma nova empresa petrolífera russa, a Slavneft. Abramovich formou uma parceria com outra empresa para comprar a Slavneft, face ao aparecimento de uma concorrente da China que oferecia quase o dobro do valor. Desde o Kremlin ao parlamento russo, vários seriam os responsáveis políticos que ficariam a perder se os chineses ganhassem o leilão. O documento diz que um membro da delegação chinesa foi sequestrado quando chegou a Moscovo para o leilão. ... O mesmo documento aponta também para uma alegada de proteção de Roman Abramovich, por parte do ex-presidente russo Boris Yeltsin. De resto, Yuri Skuratov, refere que os arquivos da polícia sobre Abramovich foram transferidos para o Kremlin, tendo a sua investigação sido interrompida pelo próprio Boris Yeltsin. ... Corrupção, fraude e rapto. Investigação da BBC revela origens da fortuna de Abramovich Milionário russo terá burlado o governo moscovita em 2,4 mil milhões de euros no acordo de compra da empresa petrolífera num leilão em 1995, pela qual pagou 227 milhões de euros. https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/corrupcao-fraude-e-rapto-investigacao-da-bbc-revela-origens-da-fortuna-de-abramovich-862612/?utm_source=copilot.com#goog_rewarded



https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/corrupcao-fraude-e-rapto-investigacao-da-bbc-revela-origens-da-fortuna-de-abramovich-862612/

blup.lineup.tv.br:

Dez anos depois, Roman Abramovich vendeu a empresa ao Kremlin por 11 mil milhões de euros, sendo que o russo admitiu em tribunal no Reino Unido que terá corrompido através de dinheiro pessoas envolvidas no negócio da Sibneft. Uma situação que o levou a ser processado pelo ex-sócio Boris Berezovsky em 2012. Roman Abramovich acabou por ganhar o caso, mas descreveu no tribunal como o leilão original da Sibneft foi manipulado a seu favor e como deu a Berezovsky nove milhões de euros para pagar um funcionário do Kremlin. https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/corrupcao-fraude-e-rapto-investigacao-da-bbc-revela-origens-da-fortuna-de-abramovich-862612/?utm_source=copilot.com#goog_rewarded



Inédito, ‘Os Oligarcas de Putin’ detalha a ascensão e o poder dos milionários que mudaram a história da Rússia – BLUP Blog LineUP: h Diante dos temores de um retorno ao passado comunista da URSS, os oligarcas se infiltraram de vez na política. Envolvidos em tramas de assassinatos, espionagens, subornos e luxo, eles descobriram, em São Petersburgo, um agente que mudaria a história deles e da Rússia: Vladimir Putin. ... ‘Os Sete Banqueiros’. Com poder e dinheiro, alcançaram o auge ao financiarem campanhas políticas em troca da privatização das petroleiras. ... “Havia um punhado de oligarcas e havia 140 milhões de pobres com dinheiro só para comprar pão. Era nesse ponto que o país estava, 20 bilionários e 140 milhões de pobres”, ... novos barões, como o jovem prodígio Mikhail Khodorkovsky, químico que fundou uma cooperativa para importar e vender computadores, e Serguei Pugachev, apelidado de ‘banqueiro de Putin’. ... “Controlando o Petróleo”, volta à Perestroika de Mikhail Gorbatchov para entender a origem da fortuna e do poder dos oligarcas. As bases de um projeto econômico que reformularia a União Soviética abriram também as portas dos cofres para a primeira geração desses empresários, que encarnam a nova obscura face da Rússia capitalista. ... Nos primeiros momentos após a invasão da Ucrânia, em 2022, Vladimir Putin convoca ao Kremlin os empresários mais poderosos da Rússia. Não era apenas uma conversa com homens relevantes da economia local, mas uma prestação de contas e uma consulta com poderosos que iriam bancar o conflito. A história por trás desse jogo de poder na Rússia moderna é investigada na série inédita “Os Oligarcas de Putin”, de Jérôme Fritel, https://blup.lineup.tv.br/inedito-os-oligarcas-de-putin-detalha-a-ascensao-e-o-poder-dos-milionarios-que-mudaram-a-historia-da-russia/?utm_source=copilot.com.

https://blup.lineup.tv.br/inedito-os-oligarcas-de-putin-detalha-a-ascensao-e-o-poder-dos-milionarios-que-mudaram-a-historia-da-russia/

ICHI.PRO

Análise | Corrupção estratégica exemplificada (Parte 1): Rússia, a progenitora

https://ichi.pro/pt/analise-corrupcao-estrategica-exemplificada-parte-1-russia-a-progenitora-72551464256149:

mreconomista.com.br: A corrupção no setor de energia, a interferência eleitoral e, finalmente, a captura do Estado se unem para formar parte do que a Rússia chama de sua doutrina de Guerra de Nova Geração , que busca quebrar “a coerência interna do sistema inimigo”. Ao longo de décadas, eles pegaram suas redes cleptocráticas – originalmente construídas para estabilizar o regime russo pós-soviético – e as armaram, usando-as para transferir elementos-chave de seus sistemas internos para o exterior e minar seus adversários democráticos. Não há dúvida de que esses esforços foram bem-sucedidos em alguns casos. A questão é: o que as democracias farão para revidar? Esta publicação foi possível em parte por uma doação da Carnegie Corporation de Nova York. As declarações feitas e opiniões expressas são de responsabilidade exclusiva dos autores. Kelly McFarland é historiadora diplomática dos EUA e diretora de programas e pesquisas do Instituto para o Estudo da Diplomacia. Siga-o no Twitter @McFarlandKellyM . ... Na Croácia... as empresas russas supostamente financiaram partidos políticos para empoderar políticos locais amigáveis”. ... Indivíduos e entidades russas começaram a doar “dinheiro negro” para partidos populistas ocidentais a partir de 2014, usando o dinheiro que ganharam com a corrupção. Isso incluiu 9,4 milhões de euros para a populista de extrema direita francesa Marie Le Pen como agradecimento “por endossar publicamente a anexação da Crimeia pela Rússia”. O dinheiro veio de "um banco tcheco de propriedade de Gennady Timchenko, um suposto ex-agente da KGB de São Petersburgo que trabalhou em estreita colaboração com Putin e se tornou o sexto russo mais rico ao negociar petróleo comprado com desconto de suprimentos estatais russos", segundo para Josh Rudolph , da Alliance for Securing Democracy. ... Somente em 2011, de acordo com um relatório da Transparency International , “o montante total de perdas devido ao desperdício e corrupção na Gazprom pode ter chegado a US$ 40 bilhões, em comparação com US$ 44,7 bilhões em lucros. Repetidamente, a Gazprom tomava decisões que não eram do interesse financeiro da empresa, mas que permitiam canalizar riqueza para os indivíduos.” Em um exemplo notável que tem ligações diretas com a política dos EUAO magnata ucraniano Dimitry Firtash, ex-intermediário da Gazprom na Ucrânia e chefe do comércio de gás Turcomenistão-Ucrânia-Rússia, pagou US$ 1 milhão a Lev Parnas e Igor Fruman. Esses dois foram parceiros de Rudy Giuliani e estão na frente e no centro da teia emaranhada do primeiro impeachment do presidente Trump por sua tentativa de chantagem ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. ... Indiscutivelmente a arma mais importante no kit de ferramentas de corrupção estratégica da Rússia é a energia, que está em exibição hoje . Moscou usa todas as ferramentas à sua disposição, incluindo propinas, subornos, paralisações e intermediários entrincheirados para obter influência sobre os governos por meio de seu fornecimento de petróleo e gás. De acordo com o relatório do CSIS , “a Rússia usa um esquema de determinação de preços que depende mais da dependência de um país de suprimentos russos e do papel dominante de uma única empresa no mercado do que da demanda doméstica e regional de energia”. ... como demonstra um relatório do Centro de Estudos Internacionais e Estratégicos (CSIS) , “a Rússia procura ganhar influência sobre (se não o controle) instituições estatais críticas de outros países, órgãos e a economia e usa essa influência para moldar políticas e decisões nacionais”. ... Desde a queda da União Soviética, o governo russo foi construído sobre corrupção e cleptocracia. Como Matthew H. Murray, Alexander Vindman e Dominic Cruz Bustillos destacam, “na Rússia… a corrupção não é simplesmente uma questão de funcionários individuais abusando do poder público para ganho privado, mas sim um princípio organizador de governança. A tomada de decisão formal do governo é capturada por redes informais de patronos políticos e empresariais que controlam a alocação de recursos públicos.” ... Cada vez mais, autocracias em todo o mundo estão empregando a corrupção como uma arma estratégica para minar as instituições democráticas e enfraquecer as defesas de seus adversários. Ninguém faz isso melhor do que a Rússia e a China. Ambos os países usam a corrupção para dominar as principais indústrias e infraestrutura de outros países, criar influência sobre políticos e outros líderes, reduzir representações negativas e ações em relação a seus regimes no exterior e turvar as águas nas eleições domésticas. Esses esforços têm sido cada vez mais bem-sucedidos – e estão apenas começando. ... grupo de trabalho de outono “ Cleptocracia : Enfrentando a corrupção em casa e no exterior.” Este post é parte de uma série sobre corrupção estratégica, com base nas pesquisas e discussões do grupo de trabalho da primavera do ISD. https://ichi.nghiatu.com/pt/analise-corrupcao-estrategica-exemplificada-parte-1-russia-a-progenitora-72551464256149?utm_source=copilot.com

Herança vs. Self-Made: o que os bilionários revelam sobre a história econômica de cada país – Mr. Economista

https://mreconomista.com.br/2025/09/02/heranca-vs-self-made-o-que-os-bilionarios-revelam-sobre-a-.



Podemos dizer que no capitalismo das democracias liberais enriquecem os mais trabalhadores, criativos, eficientes e inteligentes que oferecem ao maior número de pessoas o que mais precisam, ao melhor preço, para os que podem pagar? Albrecht com Aldi só fez fortuna por vender melhor ao mais baixo preço. Berlusconi começou por construir casas onde as pessoas precisavam, passou para a informação e as suas televisões eram melhores da RAI financiada com dinheiro público. Bill Gates transformou o mundo com informática. Na China e Rússia conta mais a corrupção e alinhamento com o poder político do que competitividade?



Resposta direta: Sim — podemos afirmar isso como regra geral das democracias liberais capitalistas, com base em economia, história empresarial e evidência empírica. Não é uma regra absoluta (existem herdeiros, especuladores e casos marginais), mas é o padrão dominante: quem enriquece de forma extraordinária é quem trabalha muito, cria valor real, inova e oferece bens ou serviços melhores ao maior número de pessoas, ao melhor preço que o mercado aceita.

(1)

Segundo a revista Forbes, Albrecht possuía a maior fortuna da Alemanha, com 19 bilhões de euros… A imprensa alemã estima que Aldi tenha 10.000 filiais na Alemanha, Áustria, França, Estados Unidos e Austrália, para um volume de negócios anual avaliado em 40 bilhões de euros... Veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/afp/2014/07/21/homem-mais-rico-da-alemanha-karl-albrecht-morre-aos-94-anos.htm?cmpid=copiaecola.



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