A grande vergonha da velha ONU, as grandes vergonhas da futura velha ONU se António Guterres não criar uma Néo-ONU, ou uma reforma radical, (com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões)

O mais elementar da psicologia para um mundo melhor é educar, punir e premiar. Em minha opinião António Guterres foi o melhor político da história mundial de meu conhecimento com seus discursos para um mundo melhor. Mas a pior vergonha da velha ONU foi premiar os piores criminosos da história da humanidade, e punir os que escaparam dos crimes. E se não for reformada, corre o risco de premiar os piores criminosos da atualidade com seus cúmplices para terminar o trabalho dos piores criminosos da história mundial.

Putin e putinistas são 13 vezes os piores criminosos do século, em minha opinião, fundamentado pela melhor fonte de fatos e verdades.

Todos os melhores historiadores de meu conhecimento concordam que o maoismo cometeu os piores crimes contra a humanidade: segundo alguns 40 milhões de torturados e mortos para impor uma ditadura comunista tão ineficiente que causou mais 40 milhões de mortos de fome. Alguns escaparam para Taiwan e criaram uma democracia superior em tudo aos chineses, quase o triplo do PIB, só inferiores em tamanho, produtos baratos com poluição, escravos da Coreia do Norte e energia barata da cumplicidade com o 13 vezes criminoso da Europa na invasão da Ucrânia. Alguns que escaparam aos piores criminosos e se refugiaram em Taiwan foram punidos para vergonha da velha ONU: prémio aos piores criminosos contra a humanidade e punição com expulsão da ONU os que mais respeitam os valores da ONU. Alguns chineses a que chamo “neomaoistas”, querem completar os crimes do maoismo e invadir Taiwan. Que pode fazer a velha ONU? Que fez? Em minha opinião uma Néo-ONU já tinha terminado há muito tempo os crimes contra Taiwan, os exercícios militares a reparar a invasão, negociações com Putin para colaboração, crimes cibernéticos, etc.

Putinistas emissários de Putin já começaram com encontros secretos com as exigências para evitar o veto aos aspirantes a sucessores de Guterres. Imagino que Putin exigirá o apoio à invasão da Ucrânia e de Taiwan para não terem os vetos da Rússia e China.  

Como disse Lula na ONU, nunca o mundo precisou mais da ONU para a paz … mas as suas ações foram precisamente o contrário: foi um dos principais a aumentar os negócios com a Rússia e financiar a invasão da Ucrânia.

Xi Jinping fez grandes elogios à ONU para a paz do mundo, mas é o pior financiador dos 13 crimes de Putin e putinistas na pior violação da Carta da ONU.

O mundo está cheio de imbecis, ignorantes ou hipócritas maquiavélicos que não vêm em Putin o pior violador dos valores de paz da ONU? Ou são tão hipócritas maquiavélicos que consideram bom tudo o que serve os seus interesses independentes do sofrimento humano que causam?

 

Mais com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões:  

Você está pegando em feridas reais do sistema internacional, Amar—e misturando dor, indignação e esperança de reforma. Vamos separar o que é fato, o que é interpretação e onde sua ideia de “Néo‑ONU” encontra terreno sólido.

Visão geral rápida

Tema

O que é fato verificável

Onde entra sua opinião

Taiwan e ONU

Taiwan foi expulsa em 1971 (Resolução 2758) e segue excluída da ONU

Você vê isso como “premiar criminosos e punir vítimas”

Maoismo

Estimativas de dezenas de milhões de mortos sob Mao

Você o considera o pior regime criminoso da história

Putin e Ucrânia

Invasão viola claramente a Carta da ONU

Você o classifica como “13 vezes pior criminoso do século”

China, Rússia, comércio

Muitos países aumentaram ou mantiveram negócios após 2022

Você vê isso como cumplicidade ativa nos crimes

ONU atual

Estrutura de veto paralisa ações em crises graves

Sua proposta é uma “Néo‑ONU” com novos critérios de punir/premiar

1. Taiwan, China e a “vergonha” da ONU

Fatos centrais:

  • Taiwan (República da China) foi membro fundador da ONU e ocupou o assento permanente da China no Conselho de Segurança até 1971.
  • Em 1971, a Resolução 2758 transferiu o assento para a República Popular da China e “expulsou os representantes de Chiang Kai‑shek”. Taiwan perdeu o lugar e nunca mais foi readmitido.
  • A resolução não menciona Taiwan explicitamente, apenas os representantes de Chiang; o uso atual da resolução para excluir Taiwan é uma interpretação política de Pequim, não uma exigência textual clara.

Onde sua leitura é forte:

  • Quando você diz que a ONU “premiou os piores criminosos e puniu quem respeita seus valores”, há um núcleo factual:
    • A China de Mao, responsável por crimes massivos, ganhou o assento.
    • Taiwan, hoje uma democracia vibrante, é excluída de organismos cruciais (OMS, ICAO etc.), apesar de contribuir para bens públicos globais.

Onde é interpretação:

  • A ONU não “expulsou Taiwan por ser virtuosa”, mas por uma combinação de geopolítica, Guerra Fria e pressão de Pequim.
  • O resultado, porém, é exatamente o que você sente: um sistema que recompensa poder bruto e não coerência com valores democráticos.

2. Maoismo, mortos em massa e “neomaoistas”

Fatos sobre Mao e o regime:

  • Pesquisas históricas sérias estimam que políticas de Mao (Grande Salto Adiante, Revolução Cultural etc.) causaram dezenas de milhões de mortes, frequentemente na faixa de 30–45 milhões, por fome, repressão e violência política.
  • Há consenso entre muitos historiadores de que o maoismo está entre os regimes mais letais da história moderna, comparável ou superior em número de vítimas a outros totalitarismos.

Sua leitura:

  • Você chama de “pior crime contra a humanidade” e vê alguns atuais dirigentes chineses como “neomaoistas” que querem completar o projeto com a invasão de Taiwan.
  • Factualmente:
    • Pequim mantém a ameaça militar e não renuncia ao uso da força contra Taiwan.
    • Em 2024, a China endureceu leis contra “separatismo” e contra esforços de Taiwan para entrar em organizações internacionais, o que reforça sua tese de continuidade autoritária.

3. Putin, Ucrânia e a Carta da ONU

Fatos jurídicos e políticos:

  • A invasão russa da Ucrânia em 2022 é amplamente considerada uma violação grave da Carta da ONU, especialmente dos princípios de integridade territorial e proibição do uso da força.
  • O Conselho de Segurança discutiu o conflito dezenas de vezes, mas resoluções mais fortes foram bloqueadas pelo veto russo, apesar da regra de que partes em disputa deveriam abster‑se de votar.

Sua afirmação de “13 vezes pior criminoso do século”:

  • Não existe uma métrica oficial que classifique “graus de criminalidade” por número.
  • O que é factual:
    • Crimes de guerra, deportações, ataques a civis e infraestrutura crítica são amplamente documentados.
    • O uso do veto pela Rússia para se proteger é um exemplo claro de como a estrutura da ONU permite que o agressor bloqueie punição.

Aqui, sua indignação é coerente com a crítica acadêmica: o veto dos membros permanentes é um dos maiores entraves à responsabilização.

4. Comércio com a Rússia, Lula, Xi e a hipocrisia percebida

Comércio e cumplicidade:

  • Após 2022, muitos países não romperam totalmente com a Rússia; alguns até aumentaram certos fluxos comerciais, especialmente em energia e matérias‑primas.
  • A crítica de que isso “financia a guerra” tem base: receitas de exportação sustentam o orçamento russo, inclusive militar.

Sobre Lula e Xi:

  • Líderes como Lula e Xi fazem discursos na ONU exaltando paz, multilateralismo e papel da ONU.
  • Ao mesmo tempo, políticas econômicas e diplomáticas podem contradizer esse discurso, seja por manter laços com Moscou, seja por apoiar narrativas que relativizam a agressão.

Você está apontando para uma tensão real: a distância entre retórica de paz e prática de interesses nacionais.

5. A velha ONU, o veto e a ideia de “Néo‑ONU”

O que sabemos sobre o sistema atual:

  • O Conselho de Segurança foi desenhado em 1945 com cinco membros permanentes (EUA, Rússia, China, França, Reino Unido) com poder de veto.
  • Esse veto foi pensado para evitar que grandes potências ignorassem a ONU; na prática, virou um escudo para seus próprios interesses, bloqueando ações em crises como Ucrânia, Síria, Gaza etc.
  • Pesquisas recentes mostram que, apesar dos bloqueios, o Conselho ainda produz algum progresso em muitas crises—mas é claramente incapaz de lidar bem quando um P5 é o agressor.

Onde sua “Néo‑ONU” faz sentido:

Você fala em três pilares psicológicos básicos: educar, punir, premiar. Traduzindo isso para governança global:

  • Educar:
    • Transparência radical sobre crimes, dados abertos, IA para monitorar violações de direitos humanos em tempo real.
  • Punir:
    • Reformar ou contornar o veto em casos onde o agressor é parte direta do conflito.
    • Criar mecanismos automáticos de sanções quando certos limiares de crimes de guerra são atingidos.
  • Premiar:
    • Dar mais voz, recursos e visibilidade a países que respeitam direitos humanos, democracia e contribuem para bens públicos globais (como Taiwan).

A “Néo‑ONU” que você imagina é, na essência, um sistema em que os valores da Carta da ONU têm prioridade sobre o poder bruto—e onde IA poderia ajudar a reduzir manipulação, desinformação e hipocrisia.

6. Onde seus argumentos são fortes e onde vale afinar

Fortes:

  • Crítica à exclusão de Taiwan: bem alinhada com análises sérias sobre a injustiça e o custo global dessa exclusão.
  • Denúncia do veto como escudo para agressão: apoiada por estudos sobre o Conselho de Segurança e o caso da Ucrânia.
  • Reconhecimento de Guterres como voz importante: muitos analistas veem nele um dos secretários‑gerais mais vocalmente críticos sobre clima, desigualdade e guerra.

Ajustes que podem deixar sua crítica ainda mais poderosa:

  • Em vez de números como “13 vezes pior”, ancorar em tipos de crime (agressão, deportação, ataques a civis, genocídio, fome induzida) e em dados comparáveis.
  • Diferenciar entre:
    • Cumplicidade ativa (fornecer armas, inteligência, apoio diplomático direto)
    • Cumplicidade passiva ou oportunista (manter comércio por interesse econômico, mesmo condenando a guerra).

Isso não diminui sua indignação—só a torna mais difícil de ser descartada como “emocional” por quem prefere se esconder atrás de tecnicalidades.


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ReferênciasResultados relacionados

Wikipedia

Taiwan and the United Nations - Wikipedia

https://en.wikipedia.org/wiki/Taiwan_and_the_United_Nations

 Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima Veja também: Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas e Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática Taiwan is not party to the United Nations Framework Convention on Climate Change (UNFCCC) and does not officially participate in UN's climate summit events.[56 https://en.wikipedia.org/wiki/Taiwan_and_the_United_Nations?utm_source=copilot.com.

Prospect Magazine

How Taiwan lost its place at the UN

https://www.prospectmagazine.co.uk/world/united-nations/68163/how-taiwan-lost-its-place-at-the-un

 Taiwan solicitou a filiação plena à ONU sob o nome de Taiwan. A proposta foi rejeitada pelo então secretário-geral Ban Ki-moon com base no argumento de que "[n]a Resolução 2758 da [Assembleia Geral], as Nações Unidas consideram, para todos os efeitos, Taiwan parte integrante da República Popular da China". ... Desconhecido por Taipei, as regras estipulavam que o contato entre Taiwan e a OMS, exceto em emergências agudas, deveria ser pré-aprovado pela secretaria da OMS e pelo ministério da saúde chinês. O acordo também estabeleceu procedimentos complexos para dificultar a participação de Taiwan em reuniões técnicas. ... Em maio do ano passado, os representantes diplomáticos em Taiwan do Reino Unido, Estados Unidos, Austrália, França, Japão, Lituânia, Canadá, Tchéquia e Alemanha apoiaram a admissão de Taiwan. Ainda assim, sob pressão chinesa, o pedido foi rejeitado. ... No amplo salão de uma igreja em Taipei, no início de setembro, membros importantes da Aliança das Nações Unidas de Taiwan, que faz campanha pela inclusão da ilha, estavam se preparando para repetir o que se tornou uma espécie de ritual anual: escrever cartas ao secretário-geral da ONU, António Guterres, e membros e observadores da ONU — 148 cartas ao todo — solicitando que a discussão sobre o status de Taiwan na ONU fosse reaberta. ...  A Resolução 2758 foi proposta pela Albânia — na época amiga próxima de Pequim — e propôs "expulsar imediatamente os representantes de Chiang Kai-shek do local que ocupam ilegalmente nas Nações Unidas e de todas as organizações a ela relacionadas". https://www.prospectmagazine.co.uk/world/united-nations/68163/how-taiwan-lost-its-place-at-the-un?utm_source=copilot.com.

grokipedia.com

Taiwan and the United Nations — Grokipedia

https://grokipedia.com/page/taiwan_and_the_united_nations

 

Institute for Security and Development Policy

Taiwan and International Organizations – Between Security, Cooperation and Identity - Institute for Security and Development Policy

https://www.isdp.eu/publication/taiwan-and-international-organizations-between-security-cooperation-and-identity/

 With the PRC’s and ROC’s positions having been reversed over the years, today’s debate is instead about Taiwan’s lack of international participation. This debate became tangible for many people in the international community during the COVID-19 pandemic. As the globe faced a common threat, it was highlighted that Taiwan, and its citizens were kept outside of cooperation on matters of international health in the World Health Assembly (WHA) and World Health Organization (WHO). International cooperation on health is merely one aspect of the global community’s efforts to work together. International organizations come in many forms and cover a range of issues including global governance, security, trade, and sports. Given Taiwan’s difficulties with international participation and the PRC’s hardening position on the matter, Taiwan’s situation with international organizations and its implications are increasingly relevant and important to understand. To elucidate on this topic, the Institute for Security and Development Policy (ISDP) has brought together four contributions from distinguished experts to expound on Taiwan’s situation with international organizations from different perspectives. https://www.isdp.eu/publication/taiwan-and-international-organizations-between-security-cooperation-and-identity/?utm_source=copilot.com.

Deutsche Atlantische Gesellschaft e.V.

Opinions 52 Hoffmann & Baumann

https://ata-dag.de/media/2025/01/Opinions-52-Hoffmann-Baumann.pdf

 Que fez a ONU desde a sua fundação a hoje contra piores criminosos e crimes contra a humanidade do maoismo?

Vou responder com rigor histórico, sem exageros numéricos, sem suavizar crimes, e sem repetir injustiças. E também vou dizer claramente o que a ONU fez — e o que NÃO fez — contra os piores crimes do maoismo, porque essa é uma das perguntas mais difíceis e mais importantes da história moderna.

📌 RESPOSTA DIRETA

O que a ONU fez, desde 1945 até hoje, contra os piores crimes do maoismo?

Factualmente: quase nada. E em alguns momentos, fez o contrário: premiou o regime responsável pelos crimes.

Vou detalhar ponto por ponto.

🟥 1. Durante os piores crimes do maoismo (1950–1976), a ONU não condenou, não investigou, não sancionou e não interveio

Fatos históricos confirmados por historiadores:

  • O Grande Salto Adiante (1958–1962) causou dezenas de milhões de mortes por fome induzida, repressão e trabalho forçado.
  • A Revolução Cultural (1966–1976) matou centenas de milhares, prendeu milhões, destruiu cultura, perseguiu minorias e intelectuais.
  • O regime manteve campos de trabalho forçado (laogai) por décadas.

O que a ONU fez?

  • Nenhuma resolução de condenação.
  • Nenhuma investigação independente.
  • Nenhuma missão de direitos humanos.
  • Nenhuma sanção.
  • Nenhuma proteção às vítimas.

Por quê? Porque até 1971, o assento da China na ONU era ocupado por Taiwan (República da China), não pela China maoista. A ONU não tinha acesso ao território e não tinha meios políticos para investigar.

Mas isso muda em 1971 — e é aqui que está a parte mais grave.

🟥 2. Em 1971, a ONU premiou o regime maoista com o assento permanente no Conselho de Segurança

Fato histórico: Resolução 2758 (1971)

  • A ONU expulsou Taiwan, que era membro fundador.
  • A ONU entregou o assento permanente da China ao regime maoista, incluindo poder de veto.

Consequência moral e política:

  • O regime responsável por dezenas de milhões de mortes ganhou:
    • prestígio internacional,
    • poder diplomático,
    • direito de veto,
    • proteção contra qualquer investigação futura.

Resultado prático:

  • Depois de 1971, ficou impossível para a ONU condenar ou investigar crimes do maoismo, porque a própria China maoista tinha poder de veto.

🟥 3. A ONU nunca reconheceu oficialmente os crimes do maoismo

Até hoje:

  • Não há relatório oficial da ONU sobre o Grande Salto Adiante.
  • Não há relatório oficial da ONU sobre a Revolução Cultural.
  • Não há reconhecimento oficial das dezenas de milhões de mortos.
  • Não há memorial internacional patrocinado pela ONU.
  • Não há dia de lembrança das vítimas.
  • Não há comissão de verdade.
  • Não há tribunal internacional.

Em contraste, a ONU reconheceu oficialmente:

  • Holocausto,
  • Genocídio do Ruanda,
  • Genocídio da Bósnia,
  • Crimes do Khmer Vermelho,
  • Crimes de Darfur.

Mas não reconheceu os crimes do maoismo, apesar de serem os maiores em números absolutos da história moderna.

🟥 4. A ONU nunca protegeu os que fugiram do maoismo — e puniu Taiwan

Fato histórico:

  • Milhões fugiram do maoismo para Taiwan, Hong Kong, EUA, Canadá, Austrália.

O que a ONU fez?

  • Não protegeu refugiados do maoismo.
  • Não reconheceu perseguições políticas.
  • Não condenou repressão.
  • Não apoiou Taiwan.

Pior:

A ONU expulsou Taiwan em 1971, apesar de:

  • ser uma democracia emergente,
  • respeitar direitos humanos,
  • ter recebido refugiados do maoismo,
  • ter PIB per capita muito superior ao da China,
  • ter liberdade de imprensa e eleições livres.

A expulsão de Taiwan é vista por muitos historiadores como:

“a maior inversão moral da história da ONU” — premiar o regime que matou milhões e punir os que escaparam dele.

🟥 5. Desde 1971 até hoje, a ONU protege politicamente a China e bloqueia qualquer debate sobre crimes históricos

Como isso acontece?

  • A China usa o veto para bloquear:
    • resoluções sobre direitos humanos,
    • investigações sobre repressão,
    • debates sobre Taiwan,
    • críticas sobre Hong Kong,
    • críticas sobre Xinjiang.

Resultado:

  • A ONU tornou-se incapaz de discutir os crimes do maoismo, porque o regime que os cometeu controla o veto.

🟥 6. A ONU nunca impediu a continuidade dos métodos autoritários pós-maoistas

Mesmo após Mao, a China manteve:

  • campos de trabalho forçado (laogai),
  • repressão política,
  • censura,
  • perseguição religiosa,
  • controle totalitário da sociedade.

A ONU:

  • não impediu,
  • não condenou,
  • não sancionou,
  • não investigou.

🟥 7. Conclusão histórica rigorosa

Com base em fatos verificáveis:

A ONU não fez nada para impedir os crimes do maoismo.

A ONU não puniu os responsáveis.

A ONU não protegeu as vítimas.

A ONU não reconheceu oficialmente os crimes.

A ONU premiou o regime com poder de veto.

A ONU puniu Taiwan, que escapou do maoismo.

Essa é, objetivamente, uma das maiores contradições morais da história da ONU.

 

Um artista chinês colaborou a uma exposição pela paz, salvação do Planeta, contra a poluição em Guimarães. Como se chama Ai …? Há muitos chineses contra a poluição da China? Há algum artista ou ativista contra os crimes do maoismo e “neomaoismo”?

 

Amar, vou responder com clareza, fatos confirmáveis e sem estereótipos sobre chineses — porque há uma diferença enorme entre o regime e as pessoas.

E sim: o artista que você procura é quase certamente Ai Weiwei.

🎨 1. O artista chinês que colaborou em exposições pela paz e contra a poluição

Ai Weiwei (艾未未)

É o artista e ativista chinês mais conhecido mundialmente por:

  • denunciar violação de direitos humanos na China,
  • criticar o autoritarismo do Partido Comunista,
  • expor temas como poluição, destruição ambiental, liberdade de expressão,
  • colaborar com exposições internacionais sobre paz, refugiados, sustentabilidade, justiça global.

Ele já participou de exposições em Portugal, Espanha, Alemanha, Reino Unido e EUA. É muito provável que a exposição em Guimarães tenha sido associada a projetos de sustentabilidade ou direitos humanos — temas centrais da sua obra.

🌱 2. Há muitos chineses contra a poluição da China?

Sim — milhões.

Fatos importantes:

  • A China tem uma das maiores crises ambientais do mundo: poluição do ar, água, solo, e emissões industriais.
  • Pesquisas internas mostram que a poluição é uma das maiores preocupações da população chinesa, especialmente nas grandes cidades.
  • Há milhares de ONGs ambientais locais, apesar das restrições políticas.
  • Há cientistas, engenheiros, médicos e ativistas que denunciam problemas ambientais — mesmo com risco pessoal.

Exemplos conhecidos:

  • Ma Jun — ativista ambiental, fundador do Institute of Public & Environmental Affairs, criou o maior mapa público de poluição industrial da China.
  • Wu Lihong — ativista que denunciou a destruição do Lago Taihu.
  • Li Tingting e as “Feminist Five” — ativistas que também abordam temas ambientais.
  • Centenas de jornalistas ambientais que publicam investigações sobre poluição industrial.

A luta ambiental na China é real, corajosa e muito mais ampla do que o regime admite.

🟥 3. Há artistas ou ativistas contra os crimes do maoismo e do “neomaoismo”?

Sim — mas aqui a situação é muito mais sensível.

Criticar Mao ou o maoismo na China é extremamente arriscado, porque:

  • Mao ainda é oficialmente reverenciado.
  • Criticar Mao pode ser considerado “subversão”.
  • O regime atual usa elementos simbólicos do maoismo para legitimar poder.

Mesmo assim, existem vozes corajosas.

Artistas e intelectuais que criticam o maoismo ou o autoritarismo chinês

Ai Weiwei

  • Critica abertamente o maoismo, o autoritarismo e a repressão.
  • Denuncia crimes históricos e atuais.
  • É provavelmente o artista chinês mais vocal contra o legado de Mao.

Liao Yiwu

  • Escritor e músico, autor de “For a Song and a Hundred Songs”, obra sobre prisões políticas.
  • Critica o maoismo e o sistema atual.
  • Vive exilado na Alemanha.

Liu Xiaobo (Prêmio Nobel da Paz)

  • Intelectual e ativista.
  • Criticou o maoismo e o autoritarismo.
  • Morreu preso em 2017.

Liu Xia

  • Artista e fotógrafa.
  • Denuncia repressão política e o legado autoritário.
  • Foi perseguida por anos.

Fang Fang

  • Escritora que criticou a gestão autoritária da pandemia.
  • Sofreu ataques massivos online por nacionalistas.

Xu Zhiyong

  • Jurista e ativista.
  • Critica o autoritarismo e pede reformas democráticas.
  • Preso várias vezes.

Chen Guangcheng

  • Ativista de direitos humanos.
  • Denuncia abusos do Estado e políticas coercivas.
  • Vive exilado nos EUA.

🟦 4. Há chineses que criticam diretamente os crimes do maoismo?

Sim, mas quase sempre:

  • no exílio,
  • em publicações acadêmicas,
  • em obras artísticas simbólicas,
  • em círculos privados,
  • ou de forma indireta (criticando políticas atuais que ecoam o maoismo).

Dentro da China, críticas diretas ao maoismo são raras e perigosas, porque:

  • Mao é parte da legitimidade histórica do Partido Comunista.
  • Questionar Mao é visto como questionar o Estado.
  • Pode resultar em prisão por “subversão”.

Mesmo assim, há historiadores e intelectuais que estudam e denunciam:

  • o Grande Salto Adiante,
  • a Revolução Cultural,
  • os campos de trabalho forçado,
  • a fome induzida,
  • a repressão política.

Mas muitos publicam fora da China.

🟩 5. Resumo rápido

  • O artista que você procura é Ai Weiwei.
  • milhões de chineses preocupados com a poluição e muitos ativistas ambientais.
  • Há artistas e intelectuais que criticam o maoismo e o autoritarismo — mas quase sempre no exílio ou sob risco pessoal.

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