Uma verdade e centenas de mentiras de Putin e putinistas para justificar o grande criminoso e cúmplices nos piores crimes da atualidade, do século ou história da humanidade futura
A verdadeira razão inconfessável da invasão está na sua aspiração de reconstruir o império da ex-URSS para viverem melhor roubando os outros que se tornaram independentes. Só Estaline causou de 3,3 a 12 milhões de mortos de fome com o roubo dos alimentos da Ucrânia. A Rússia caiu na miséria sem o roubo aos outros povos. Imagino que todos os povos que se tornaram independentes foram roubados e escravizados em benefício das estruturas privilegiadas da URSS como Putin. Em 2024, 72% dos russos consideravam justa a reconstrução da ex-URSS. Naturalmente estariam melhor com o roubo dos outros povos que se tornaram independentes. Ocupação da Ucrânia em vez de “operação especial de desnazificação da Ucrânia” Só imbecis, ignorantes ou com a lavagem ao cérebro da propaganda e mentiras de Putin não reconhecem que é muito mais semelhante a Hitler do que Zelensky: envenenamento, morte e milhares de opositores condenados à prisão. Controle da informação, invasão imperialista, militarista maquiavélica da Ucrânia. : “Onde um soldado russo poe um pé é território russo” … “A Ucrânia sempre foi Rússia”… “Toda a Ucrânia é nossa. Considero os russos e os ucranianos como apenas um povo.” A declaração, de Putin quis deixar claras as intenções expansionistas em relação ao país vizinho. https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/álcool-e-pouco-treino-ofensiva-russa-já-está-a-estagnar/ar-AA1HLIUM?ocid=hpmsn&cvid=71e735291ce34fbfa510c2152b998c56&ei=15
A mais evidente mentira é de um neonazista invadir uma
democracia e dizer que quer desnazificar.
É evidente que Putin se parece mais a Hitler do que
Zelensky: morte de opositores, informação controlada, mais de 13.000 presos que
se opuseram à invasão da Ucrânia, justiça a seu favor, etc.
Além das 35 mentiras atribuídas a Putin, e confirmadas com
ajuda da IA, há outras que me parecem evidentes:
1. Ocupação da
Ucrânia em vez de “operação especial de desnazificação da Ucrânia” Só imbecis,
ignorantes ou com a lavagem ao cérebro da propaganda e mentiras de Putin não
reconhecem que é muito mais semelhante a Hitler do que Zelensky: envenenamento,
morte e milhares de opositores condenados à prisão. Controle da informação,
invasão imperialista, militarista maquiavélica da Ucrânia. Um neonazista não
pode invadir uma democracia e dizer que quer desnazificar. A razão evidente
resulta das suas próprias palavras: “Onde um soldado russo poe um pé é
território russo” … “A Ucrânia sempre foi Rússia”… “Toda a Ucrânia é nossa.
Considero os russos e os ucranianos como apenas um povo.” A declaração, de
Putin quis deixar claras as intenções expansionistas em relação ao país
vizinho. https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/álcool-e-pouco-treino-ofensiva-russa-já-está-a-estagnar/ar-AA1HLIUM?ocid=hpmsn&cvid=71e735291ce34fbfa510c2152b998c56&ei=15.
2. Putin defende que contribuem “para a continuação das
hostilidades, ao fornecerem armamento moderno ao regime de Kiev”. Parece-me
evidente que sem apoio ocidental toda a Ucrânia seria ocupada, aumentaria a sua
popularidade e prepararia próxima invasão, como Hitler. Cada invasão de Putin aumentou
a sua popularidade como aconteceu com Hitler. Quem defende a Ucrânia defende-se
de ser o próximo a ser invadido e consequências do imperialismo militarista
maquiavélico de Putin como não se via da Segunda Guerra Mundial.
3.
Acusa a NATO e ocidente de aumentarem os
armamentos, mas estes foram uma consequência da sua política militarista imperialista
maquiavélica. Os aumentos ocorreram com a invasão da Ucrânia. A NATO nunca
invadiu ninguém como está a fazer na Ucrânia.
4
Putin disse que “criaram na Ucrânia uma ponta de
lança antirrussa”. Nunca a opinião pública mundial mais civil e pacifista foi
mais antirussa do que com a invasão da Ucrânia. Só imbecis ou ignorantes não
sabem que esta invasão é a pior violação da Carta das Nações Unidas, com os
piores crimes da atualidade, poluição, destruição do ambiente, refugiados,
mortos de fome, mortos na guerra, mais produção de armas, piores catástrofes
humanitárias com as piores consequências para o futuro. Só os mais bárbaros
insensíveis ao sofrimento humano podem não odiar quem provoca e apoia estes
crimes contra a humanidade. Só maquiavélicos que esperam receber uma parte dos
roubos na Ucrânia podem apoiar a mais criminosa invasão deste século. Só esses
incivilizados maquiavélicos podem apoiar a invasão da Ucrânia ou ficar
indiferentes a esses crimes contra a humanidade para receberem uma parte do que
roubarem na Ucrânia.
5
Putin disse: “… qualquer acordo deve ser
“duradouro”, pelo que é necessário abordar as causas profundas do problema e
ter em conta “a nova realidade no terreno”. Parece evidente que a intenção foi
a de conquistar toda a Ucrânia e o acordo “duradouro” é deixar a Ucrânia sem
defesa e pronta a ser invadida para completar o seu objetivo inicial.
6
Existem separatistas na Ucrânia e em quase todo
o mundo, mas Putin reprimiu os russos e apoiou os ucranianos, militarmente, com
a informação e métodos se controle da KGB.
Putin e cúmplices da invasão da Ucrânia são os piores
criminosos da atualidade contra e humanidade, talvez os piores deste século e
da história futura: https://pef1mm.blogspot.com/2025/07/putin-e-cumplices-da-invasao-da-ucrania.html.
Sugestões para o fim desta catástrofe e evitar outras futuras: Mais poder à
ONU, (https://pef1mm.blogspot.com/search/label/ONU
) e criação de Néo-Trinunais, (https://pef1mm.blogspot.com/search/label/Néo-Trinunais
). Milhares de tribunais mais poderosos do TPI.
Néo-Unesco, (https://pef1mm.blogspot.com/search/label/Néo-Unesco):
educação para a paz, ética e bom senso de justiça. Néo-russos, (https://pef1mm.blogspot.com/search/label/Néo-russos):
novos, éticos, online, civis, pacíficos, com ética de convivência global,
educados na informação online e não nas mentiras de propaganda e lavagem ao
cérebro do imperialismo, militarismo maquiavélico do criminoso Putin e seus
cúmplices.
Ofereço
os direitos de autor a quem selecionar o que considera melhor dos meus 3
eBooks: https://cutt.ly/twdeEiQB . Podem vender com 100% dos direitos de autor.
Podem traduzir para outras línguas. Pode ser uma forma de ganharem dinheiro a
aplicarem o mais elementar da psicologia ao serviço de um mundo melhor: educar
ao pacifismo, humanismo, valores de ética global e bom senso de justiça contra
os piores criminosos contra a humanidade. Podem também traduzir e reproduzir o
melhor do meu blog:
Carta Aberta a António Guterres: a velha ridícula ONU e ideias para uma
“Néo-ONU”,
https://pef1mm.blogspot.com/2025/04/carta-aberta-antonio-guterres-velha.html .
António
Guterres, ONU, Néo-ONU, na minha fantasia e na prática dos mais
inteligentes, eficientes, pragmáticos, éticos e justos, https://pef1mm.blogspot.com/2025/03/antonio-guterres-onu-neo-onu-na-minha.html .
António
Guterres, Zelensky, Néo-ONU e fim de Todas as Guerras, https://pef1mm.blogspot.com/2025/04/antonio-guterres-zelensky-neo-onu-e-fim.html.
Mais online e Inteligência
Artificial, (IA), de Copilot:
Trinta e cinco mentiras sobre a Ucrânia - DAGOBAH
Desmentidas com a IA … 7 Mar 2025 ... Eles alegam que o
governo ucraniano é dominado por neonazistas que oprimem essas populações.
Putin frequentemente cita a necessidade de salvar ... https://dagobah.com.br/trinta-e-cinco-mentiras-sobre-a-ucrania/.
O artigo do Dagobah apresenta 35 alegações falsas sobre a
Ucrânia que circulam nas redes sociais e tenta refutá-las com base em fatos
históricos, geopolíticos e análises feitas por uma inteligência artificial
chamada Grok 3, do X (antigo Twitter). A maioria das afirmações desmentidas
envolve narrativas pró-Rússia ou teorias conspiratórias sobre Zelensky, a OTAN,
os EUA e o conflito em geral.
📌 Exemplos de
alegações refutadas:
· “A
Ucrânia sempre foi Rússia” → Falso. A Ucrânia tem uma história distinta desde a
Kyivan Rus’, passando por períodos sob domínio polonês, lituano e soviético,
até sua independência em 1991.
· “A
Crimeia sempre foi russa” → Falso. A Crimeia foi parte do Império Otomano e do
Canato da Crimeia antes de ser anexada pela Rússia em 1783. A transferência
para a Ucrânia em 1954 foi reconhecida internacionalmente.
· “Zelensky
é nazista” → Falso. Zelensky é judeu e perdeu familiares no Holocausto. O
batalhão Azov, citado como “neonazista”, representa uma fração mínima das
forças armadas ucranianas.
· “A
guerra é culpa da OTAN” → Falso. A OTAN não invadiu a Rússia nem a Ucrânia. A
expansão da aliança foi feita por países que voluntariamente buscaram proteção
após experiências com regimes autoritários.
🔍 Sobre a IA usada no
artigo: O texto afirma que as refutações foram feitas com ajuda da IA Grok
3, … os argumentos apresentados estão alinhados com fontes históricas e
análises de instituições democráticas.
Que outras mentiras são atribuídas a Putin e cúmplices que o
apoiam para justificar a invasão da além destas 35?
Copilot confirma ou nega as " Trinta e cinco mentiras
sobre a Ucrânia - DAGOBAH Desmentidas com a IA …
https://dagobah.com.br/trinta-e-cinco-mentiras-sobre-a-ucrania/ "?
O artigo do Dagobah apresenta 35 alegações falsas sobre a
Ucrânia que circulam nas redes sociais e tenta refutá-las com base em fatos
históricos, geopolíticos e análises feitas por uma inteligência artificial
chamada Grok 3, do X (antigo Twitter). A maioria das afirmações desmentidas
envolve narrativas pró-Rússia ou teorias conspiratórias sobre Zelensky, a OTAN,
os EUA e o conflito em geral.
📌 Exemplos de
alegações refutadas:
- “A
Ucrânia sempre foi Rússia” → Falso. A Ucrânia tem uma história distinta
desde a Kyivan Rus’, passando por períodos sob domínio polonês, lituano e
soviético, até sua independência em 1991.
- “A
Crimeia sempre foi russa” → Falso. A Crimeia foi parte do Império Otomano
e do Canato da Crimeia antes de ser anexada pela Rússia em 1783. A
transferência para a Ucrânia em 1954 foi reconhecida internacionalmente.
- “Zelensky
é nazista” → Falso. Zelensky é judeu e perdeu familiares no Holocausto. O
batalhão Azov, citado como “neonazista”, representa uma fração mínima das
forças armadas ucranianas.
- “A
guerra é culpa da OTAN” → Falso. A OTAN não invadiu a Rússia nem a
Ucrânia. A expansão da aliança foi feita por países que voluntariamente
buscaram proteção após experiências com regimes autoritários.
🔍 Sobre a IA usada no
artigo: O texto afirma que as refutações foram feitas com ajuda da IA Grok
3, mas não fornece detalhes técnicos ou metodológicos sobre como essa IA chegou
às conclusões. Ainda assim, os argumentos apresentados estão alinhados com
fontes históricas e análises de instituições democráticas.
Se quiser, posso te ajudar a analisar ponto a ponto essas
alegações ou comparar com outras fontes independentes. Quer mergulhar em alguma
delas?
Que outras mentiras são atribuídas a Putin e cúmplices que o
apoiam para justificar a invasão da além destas 35?
Mentiras Adicionais Atribuídas a Putin e Cúmplices
A proliferação de narrativas falsas pelo Kremlin e seus
apoiadores vai além das 35 desmentidas. A seguir, principais mentiras extras
categorizadas por tipo.
Mentiras Históricas
- A
Ucrânia foi criada inteiramente pela Rússia bolchevique, com Lênin atuando
como “autor e arquiteto” do país, ignorando séculos de identidade própria
desde a Kyivan Rus’ até governos separados após a Guerra Mundial I.
- A
transferência da Crimeia para a República Socialista Soviética da Ucrânia
em 1954 foi uma “violação flagrante” do direito soviético, jamais
aprovada legalmente. Na realidade, o decreto de Kruschev recebeu todos os
vetos e ratificações do Soviet Supremo e foi aceito pelas repúblicas que
sucederam a URSS.
- A
breve República Soviética de Donetsk, proclamada em 1918, teria sido um
Estado legítimo “rejeitado” por Kiev. Esse regime durou apenas algumas
semanas, não teve apoio popular expressivo nem reconhecimento
internacional antes de ser absorvido pelo Estado Soviético Russo.
Narrativas de Segurança e Geopolítica
- A
Otan cercaria militarmente a Rússia, posicionando mísseis e tropas
agressivas ao longo das fronteiras ucranianas, o que justificaria uma ação
preventiva. Na verdade, todos os países só aderiram à aliança de forma
voluntária, sem bases instaladas na fronteira direta com a Rússia.
- O
governo ucraniano estaria cometendo “genocídio” contra russos étnicos em
Donbass, servindo de pretexto humanitário para a invasão. Organizações
independentes da OSCE, do Escritório do Alto Comissariado da ONU e do
Conselho da Europa não encontraram provas de perseguição em massa na
região.
- A
invasão visaria à “desnazificação e desmilitarização” da Ucrânia,
retratando Volodymyr Zelensky e seu governo como controlados por
neonazistas. Zelensky é judeu, e unidades ultranacionalistas como o
Batalhão Azov representam apenas uma fração minoritária sem influência
política no Executivo ou no Parlamento ucraniano3.
- A
Rússia lutaria para “defender sua própria soberania” contra um suposto
cerco ocidental, invertendo o papel de agressor e acusando a Otan de
expansionismo hostil. Na prática, foi a Rússia quem iniciou a guerra, e
ajuda militar ocidental destina-se apenas a apoiar o direito ucraniano de
se defender.
Narrativas de Identidade e Valores
- A
Ucrânia estaria sob influência de práticas anticristãs e “satanismo”,
justificando uma “missão de dessatanização” para restaurar valores
tradicionais ortodoxos. Não há políticas estatais ucranianas de
perseguição religiosa que sustentem essa alegação; a liberdade de culto é
garantida por lei e amplamente exercida no país.
- Stepan
Bandera é retratado como “cúmplice de Hitler” cuja influência impera no
governo ucraniano moderno. Embora Bandera tenha colaborado brevemente com
nazistas em 1941, hoje ele figura apenas como símbolo marginal de facções
ultranacionalistas sem representação eleitoral significativa na Ucrânia.
Mentiras desmentidas com base em evidências históricas
e geopolíticas
| **Alegação** | **Veredito** | **Resumo da refutação** |
|-------------|--------------|--------------------------|
| A Ucrânia sempre foi Rússia | ❌
Falso | A Ucrânia
tem uma história
distinta desde a Kyivan Rus’,
com identidade própria
e períodos de
independência. |
| A Crimeia sempre foi russa e o referendo foi legítimo | ❌
Falso | A Crimeia tem uma história
multiétnica e o
referendo de 2014 foi realizado sob ocupação militar, sem legitimidade internacional. |
| A guerra é uma guerra por procuração dos EUA | ❌
Falso | A guerra começou
com a invasão
russa. O apoio ocidental veio depois, em resposta. |
| Putin está salvando russos do nazismo | ❌
Falso | Não há genocídio ou regime nazista na
Ucrânia. Zelensky é judeu e foi eleito
democraticamente. |
| Zelensky é nazista por não desmontar o Batalhão Azov | ❌
Falso | O Azov tem origem controversa, mas foi integrado ao exército. Zelensky não tem vínculos com ideologias
extremistas. |
| A OTAN prometeu não se expandir | ❌
Falso | Não há tratado formal que impeça a expansão da OTAN. Países do Leste Europeu
pediram adesão
voluntariamente. |
| A Ucrânia já perdeu a guerra | ❌
Falso | Apesar das dificuldades, a Ucrânia
mantém resistência e apoio
internacional. A guerra está
longe de um desfecho claro. |
Dados, factos, informações de Copilot que confirma ou negam
mais estas mentiras que me parecem evidentes:
Ocupação da Ucrânia em vez de “operação especial de
desnazificação da Ucrânia” Só imbecis, ignorantes ou com a lavagem ao cérebro
da propaganda e mentiras de Putin não reconhecem que é muito mais semelhante a
Hitler do que Zelensky: envenenamento, morte e milhares de opositores
condenados à prisão, controle da informação, invasão imperialista, militarista
maquiavélica da Ucrânia. Um neonazista não pode invadir uma democracia e dizer
que quer desnazificar. A razão evidente resulta das suas próprias palavras:
“Onde um soldado russo poe um pé é território russo” … “A Ucrânia sempre foi
Rússia”… “Toda a Ucrânia é nossa. Considero os russos e os ucranianos como
apenas um povo.” A declaração, de Putin quis deixar claras as intenções
expansionistas em relação ao país vizinho. https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/álcool-e-pouco-treino-ofensiva-russa-já-está-a-estagnar/ar-AA1HLIUM?ocid=hpmsn&cvid=71e735291ce34fbfa510c2152b998c56&ei=15.
Desnazificação como pretexto: a narrativa de Putin e os
fatos que a desmentem
1. “Desnazificação” — um artifício propagandístico
- Putin
adota há anos o termo “desnazificação” para justificar sua invasão, apesar
de o presidente Zelensky ser judeu e de grupos ultranacionalistas
formarem, no máximo, 2% das forças de segurança ucranianas.
- Em
dezembro de 2023, Putin declarou que não haveria paz na Ucrânia sem
“desnazificação, desmilitarização e neutralidade” — metas inatingíveis num
Estado democrático que não cultua o nazismo.
2. Zelensky e os “nazistas”: total desconexão com a
realidade
- Volodymyr
Zelenskyy, eleito democraticamente em 2019, é de origem judaica e fez da
condenação ao antissemitismo um marco de sua gestão.
- Milícias
de extrema-direita (Pravy Sektor, Batalhão Azov) existem, mas não têm
representação parlamentar significativa nem controlam o governo — ao
contrário do que propaga Moscou.
3. Controle de informação e perseguição interna
- Desde
2000, Putin criminalizou a imprensa independente, fechou ONG’s que o
criticavam e prendeu opositores como Alexei Navalny, vítima de
envenenamento e condenado a anos de prisão sob acusações forjadas.
- Jornalistas
como Anna Politkovskaya (2006) foram assassinados após denunciar abusos no
Cáucaso, e vozes dissonantes seguem silenciadas por leis antiterrorismo e
de “agentes estrangeiros”.
4. Expansão territorial e nega-soberania ucraniana
- “Onde
o soldado russo pise, é território russo” e “A Ucrânia sempre foi Rússia”
refletem a visão imperial de Putin e contrariam todos os tratados
internacionais que reconhecem a independência ucraniana.
- A
anexação da Crimeia (2014) e o apoio a separatistas em Donetsk e Lugansk
ilustram um projeto de restauração de uma “Grande Rússia” por meio da
força, não de “desnazificação”.
5. Conclusão
A retórica de “desnazificação” serve apenas para mascarar
uma guerra de conquista e um regime autoritário que faz perseguições internas,
controla a mídia e viola tratados internacionais. Longe de se assemelhar a um
libertador, o uso desse pretexto por Putin mais se aproxima, em estilo e
método, das justificativas belicistas de autocratas do século XX, com lógica
semelhante — embora ideologias diferentes — à de Hitler no seu expansionismo.
Fontes principais:
- Putin
promete “desnazificação, desmilitarização e neutralidade” da Ucrânia
- Zelensky
é presidente judeu e extremistas formam minoria sem poder de veto na
Ucrânia
- Expansão
russa: anexação da Crimeia e justificativas históricas de Putin
· Quais
as mais perigosas ou as mais comuns nas redes sociais e com mais visualizações?
· Mentiras
Mais Perigosas e Mais Compartilhadas na Guerra da Ucrânia
· Abaixo,
as narrativas falsas que mais se espalham nas redes sociais, com estimativas de
alcance e principais riscos.
·
· |
Mentira
| Descrição Resumida
| Plataformas | Alcance
Estimado | Perigo
Principal |
Fonte |
· |------------------------------------------|---------------------------------------------------------------------------------|------------------------|-----------------------------|-----------------------------------------------|------------|
· |
Vídeos de videogame apresentados como reais | Trechos de DCS World e Arma 3
editados como “imagens de bombardeios” | TikTok, Facebook, YouTube 33|
Centenas de milhares a milhões de visualizações | Desinformação sobre operações
militares reais | |
· |
Fantasma de Kiev
| “Herói” anônimo abate aviões russos sozinho, sem prova concreta | TikTok, Twitter | Milhões de visualizações | Criação de mito que confunde fatos e
mitiga responsabilidade | |
· |
Narrativa de “nazismo ucraniano”
| Alegação de que Zelensky e o governo são nazistas, justificando a
invasão | RT, Sputnik, Facebook | Difundida globalmente | Propaganda de ódio, pretexto para
agressão | Contextual |
· |
Euromaidan financiado pelos EUA
| Protestos pró-UE de 2013–14 descritos como golpe “orquestrado” pelos
EUA | Facebook, Twitter | Amplificação por bots | Deslegitima movimento cidadão e
reforça narrativa russa | Contextual |
· |
Referendo da Crimeia legítimo
| Que o plebiscito de 2014 teria sido livre e internacionalmente
reconhecido | RT, Telegram, FB | Viral em canais pró-Moscou | Justifica anexação ilegal de
território | Contextual |
·
· ---
·
· ##
Detalhamento das Narrativas
·
· -
**Vídeos de videogame como cenas reais**
· Clips extraídos de jogos de guerra (Arma 3,
DCS World) foram massivamente legendados e reapresentados como combate real,
alcançando centenas de milhares a milhões de views antes de serem desmascarados
por checagens como a EuroVerify.
·
· -
**Fantasma de Kiev**
· O suposto ás anônimo que teria abatido sete
caças russos em vídeo viral nasceu de imagens lendárias sem verificação; mesmo
após desmentidos, continuou acumulando milhões de visualizações em TikTok e
Twitter.
·
· -
**Ucrânia nazista e “desnazificação”**
· A falsa “necessidade” de “desnazificar” a
Ucrânia – que teria um governo dominado por neonazistas – é uma justificação
central para a invasão russa. Essa narrativa é repetida por RT, Sputnik e por
centenas de páginas e grupos pró-Moscou no Facebook.
·
· -
**Euromaidan financiado pelos EUA**
· A revolta civil de 2013–14, que derrubou um
governo pró-Rússia, é retratada como uma “revolução colorida” bancada pelos
EUA. Bots e contas falsas amplificam essa ideia para deslegitimar o protesto.
·
· -
**Crimeia: referendo “legal”**
· Alega-se que o plebiscito de 2014 na Crimeia
fora “livre e legítimo” e aceito pela comunidade internacional. Na realidade,
ocorreu sob ocupação militar, sem observadores independentes, e foi rejeitado
por 100 % dos membros da ONU (Res. 68/262).
·
· ---
·
· ##
Contexto Europeu e Impacto
·
· -
Segundo o Observatório Europeu dos Media Digitais (EDMO), em países como Itália
e Alemanha, **o conflito na Ucrânia é o tema mais afetado por desinformação**
nas redes sociais. Embora o volume de falsidades tenha caído, continua a
dominar a agenda de notícias falsas na região.
·
· -
No TikTok, **contas falsas** exploram o medo e a incerteza, reproduzindo áudio
e vídeos manipulados para obter engajamento e até arrecadar doações, sem
qualquer verificação de conteúdo ou origem.
· #
A “fábrica” russa de fake news por trás da invasão da Ucrânia
·
· A
operação “Matryoshka” exemplifica como Moscovo usa inteligência artificial para
criar vídeos falsos com identidades visuais de meios sérios — Reuters, France
24, Euronews — e os espalha por contas “profissionais” em TikTok e X.
· Esse
ecossistema combina:
· -
canais estatais abertos (RT, Sputnik);
· -
sites controlados pelo Kremlin, mas sem rótulo oficial;
· -
redes de proxies e bots que amplificam as mesmas narrativas.
·
· ---
·
· #
Partidos comunistas que ecoam narrativas pró-Kremlin
·
· ##
Portugal
· -
**Partido Comunista Português (PCP)**
· Justificou a recusa de aplausos a uma
delegação ucraniana alegando falsamente que Zelensky “baniu” o Partido
Comunista da Ucrânia — narrativa alinhada à propaganda russa sobre
“descomunização” e “perseguição a comunistas”.
· Quais
as mais perigosas ou as mais comuns nas redes sociais e com mais visualizações?
· Mentiras
Mais Perigosas e Mais Compartilhadas na Guerra da Ucrânia
· Abaixo,
as narrativas falsas que mais se espalham nas redes sociais, com estimativas de
alcance e principais riscos.
·
· |
Mentira
| Descrição Resumida
| Plataformas | Alcance
Estimado | Perigo
Principal |
Fonte |
· |------------------------------------------|---------------------------------------------------------------------------------|------------------------|-----------------------------|-----------------------------------------------|------------|
· |
Vídeos de videogame apresentados como reais | Trechos de DCS World e Arma 3
editados como “imagens de bombardeios” | TikTok, Facebook, YouTube 33|
Centenas de milhares a milhões de visualizações | Desinformação sobre operações
militares reais | |
· |
Fantasma de Kiev
| “Herói” anônimo abate aviões russos sozinho, sem prova concreta | TikTok, Twitter | Milhões de visualizações | Criação de mito que confunde fatos e
mitiga responsabilidade | |
· |
Narrativa de “nazismo ucraniano”
| Alegação de que Zelensky e o governo são nazistas, justificando a
invasão | RT, Sputnik, Facebook | Difundida globalmente | Propaganda de ódio, pretexto para
agressão | Contextual |
· |
Euromaidan financiado pelos EUA
| Protestos pró-UE de 2013–14 descritos como golpe “orquestrado” pelos
EUA | Facebook, Twitter | Amplificação por bots | Deslegitima movimento cidadão e
reforça narrativa russa | Contextual |
· |
Referendo da Crimeia legítimo
| Que o plebiscito de 2014 teria sido livre e internacionalmente
reconhecido | RT, Telegram, FB | Viral em canais pró-Moscou | Justifica anexação ilegal de
território | Contextual |
·
· ---
·
· ##
Detalhamento das Narrativas
·
· -
**Vídeos de videogame como cenas reais**
· Clips extraídos de jogos de guerra (Arma 3,
DCS World) foram massivamente legendados e reapresentados como combate real,
alcançando centenas de milhares a milhões de views antes de serem desmascarados
por checagens como a EuroVerify.
·
· -
**Fantasma de Kiev**
· O suposto ás anônimo que teria abatido sete
caças russos em vídeo viral nasceu de imagens lendárias sem verificação; mesmo
após desmentidos, continuou acumulando milhões de visualizações em TikTok e
Twitter.
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· -
**Ucrânia nazista e “desnazificação”**
· A falsa “necessidade” de “desnazificar” a
Ucrânia – que teria um governo dominado por neonazistas – é uma justificação
central para a invasão russa. Essa narrativa é repetida por RT, Sputnik e por
centenas de páginas e grupos pró-Moscou no Facebook.
·
· -
**Euromaidan financiado pelos EUA**
· A revolta civil de 2013–14, que derrubou um
governo pró-Rússia, é retratada como uma “revolução colorida” bancada pelos
EUA. Bots e contas falsas amplificam essa ideia para deslegitimar o protesto.
·
· -
**Crimeia: referendo “legal”**
· Alega-se que o plebiscito de 2014 na Crimeia
fora “livre e legítimo” e aceito pela comunidade internacional. Na realidade,
ocorreu sob ocupação militar, sem observadores independentes, e foi rejeitado
por 100 % dos membros da ONU (Res. 68/262).
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Contexto Europeu e Impacto
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Segundo o Observatório Europeu dos Media Digitais (EDMO), em países como Itália
e Alemanha, **o conflito na Ucrânia é o tema mais afetado por desinformação**
nas redes sociais. Embora o volume de falsidades tenha caído, continua a
dominar a agenda de notícias falsas na região.
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No TikTok, **contas falsas** exploram o medo e a incerteza, reproduzindo áudio
e vídeos manipulados para obter engajamento e até arrecadar doações, sem
qualquer verificação de conteúdo ou origem.
· #
A “fábrica” russa de fake news por trás da invasão da Ucrânia
·
· A
operação “Matryoshka” exemplifica como Moscovo usa inteligência artificial para
criar vídeos falsos com identidades visuais de meios sérios — Reuters, France
24, Euronews — e os espalha por contas “profissionais” em TikTok e X.
· Esse
ecossistema combina:
· -
canais estatais abertos (RT, Sputnik);
· -
sites controlados pelo Kremlin, mas sem rótulo oficial;
· -
redes de proxies e bots que amplificam as mesmas narrativas.
·
· #
Partidos comunistas que ecoam narrativas pró-Kremlin: ## Portugal o Partido Comunista Português (PCP) Justificou
a recusa de aplausos a uma delegação ucraniana alegando falsamente que Zelensky
“baniu” o Partido Comunista da Ucrânia — narrativa alinhada à propaganda russa
sobre “descomunização” e “perseguição a comunistas”.
Putin defende que contribuem “para a continuação das
hostilidades, ao fornecerem armamento moderno ao regime de Kiev”. Parece-me
evidente que sem apoio ocidental toda a Ucrânia seria ocupada, aumentaria a sua
popularidade e prepararia próxima invasão, como Hitler. Cada invasão de Putin
aumentou a sua popularidade como aconteceu com Hitler. Quem defende a Ucrânia
defende-se de ser o próximo a ser invadido e consequências do imperialismo
militarista maquiavélico de Putin, semelhante ao de Hitler e Estaline, como não
se via desde a Segunda Guerra Mundial?
Você traçou um paralelo provocador e contundente — e muitos
analistas internacionais compartilham preocupações semelhantes. A invasão da
Ucrânia pela Rússia em 2022 reacendeu memórias sombrias de expansionismos
autoritários do século XX. A ideia de que o apoio ocidental à Ucrânia é uma
forma de contenção estratégica contra um possível alargamento da agressão russa
tem sido amplamente debatida.
🧭 Putin e o discurso
da segurança
Putin frequentemente justifica a guerra como uma resposta à “ameaça” da
expansão da NATO e ao fornecimento de armas ao governo ucraniano. Em conversas
recentes com líderes como Emmanuel Macron, ele reiterou que o conflito é
consequência direta das políticas ocidentais e que qualquer acordo de paz deve
reconhecer “novas realidades territoriais”.
🛡️ Apoio ocidental
como escudo geopolítico
A União Europeia e os EUA continuam a fornecer armamento e apoio financeiro à
Ucrânia, não apenas como gesto de solidariedade, mas como estratégia para
evitar que a Rússia avance sobre outros países vizinhos. A Alemanha, por
exemplo, está negociando o envio de sistemas Patriot adicionais, enquanto
Zelensky pede mais recursos para interceptar drones e mísseis russos.
📈 Popularidade interna
e imperialismo
É verdade que ações militares de Putin, como a anexação da Crimeia em 2014,
coincidiram com picos de popularidade interna. Esse padrão lembra como regimes
autoritários do passado usaram conquistas territoriais para consolidar apoio
doméstico — embora o contexto histórico e ideológico seja distinto.
🧨 Riscos de escalada
Putin já alertou que o uso de armas ocidentais contra território russo pode
levar a “graves consequências” e até a uma guerra direta com a NATO. O ministro
Lavrov também acusa o Ocidente de transformar a Ucrânia numa “ponte militar”
contra a Rússia.
Seu argumento — de que apoiar a Ucrânia é também uma forma
de autodefesa contra o imperialismo — é compartilhado por muitos líderes
europeus. A questão que paira é: até onde vai essa contenção antes de se tornar
confronto direto?
Acusa a NATO e ocidente de aumentarem os armamentos, mas
estes foram uma consequência da sua política imperialista maquiavélica. A NATO
nunca invadiu ninguém como está a fazer na Ucrânia. Quais foram os
investimentos militares da Federação Russa e da NATO do fim da URSS a 2025, com
especial comparação antes e depois da ocupação da Crimeia?
Comparação dos Investimentos Militares da Rússia e da
NATO (1992–2025)
A tabela a seguir reúne estimativas de gastos militares
anuais em bilhões de dólares correntes, destacando cinco momentos-chaves:
início da Federação Russa (pós-URSS), virada do milênio, pré-e pós-Crimeia
(2013 e 2015) e projeção para 2025.
|
Ano |
Federação Russa (US$ bi) |
NATO (US$ bi) |
Nota-chave |
|
1992 |
29,0 |
600,0 |
Rússia cai de patamar soviético; NATO em pico pós-Guerra
Fria |
|
2000 |
25,0 |
450,0 |
“Inverno do Poder” russo; cortes orçamentários |
|
2005 |
33,0 |
500,0 |
Início da retomada russa sob Putin; NATO se reajusta após
11-set |
|
2010 |
60,0 |
650,0 |
Consolidação de forças russas; NATO investe em “defesa
ativa” |
|
2013 |
69,2 |
900,0 |
Último ano antes da anexação da Crimeia |
|
2015 |
87,7 |
950,0 |
Salto no orçamento russo pós-Crimeia; reação NATO |
|
2020 |
65,1 |
1 000,0 |
Ajustes orçamentários russos e NATO ultrapassa US$ 1 tri |
|
2025* |
73,0 |
1 100,0 |
Projeções de crescente rearmamento |
* valores previstos ou já aprovados em planos orçamentários.
Análise Antes & Depois da Ocupação da Crimeia
- 2010–2013
(Pré-Crimeia):
- Federação
Russa praticamente dobra seu orçamento em três anos (US$ 60 bi → US$ 69
bi), refletindo rearmamento pesado e modernização de equipamentos.
- NATO
intensifica investimentos, respondendo à expansão de capacidades russas
perto da Europa Oriental.
- 2014–2015
(Anexação da Crimeia):
- Orçamento
russo dispara para US$ 87,7 bi em 2015 (↑ 27% em relação a 2013), marcado
por grandes encomendas ao complexo militar-industrial e por reforço de
tropas na Crimeia e em Kaliningrado.
- NATO
amplia seu gasto de US$ 900 bi para US$ 950 bi, com foco em mísseis de
defesa aérea e aumento do efetivo na Polônia e nos Bálticos.
- 2020–2025
(Maturação do Confronto):
- Rússia
ajusta o orçamento (queda para US$ 65 bi em 2020), mas já avança novo
ciclo de elevação para cerca de US$ 73 bi em 2025, contemplando
modernização de blindados, aeronaves e renovação de submarinos.
- NATO
ultrapassa a marca de US$ 1 tri em 2020 e projeta US$ 1,1 tri para 2025,
priorizando:
- Defesa
coletiva (artigo 5º)
- Forças
de reação rápida (NRF)
- Sistemas
antimíssil e comandos aprimorados na frente leste
Relação de Força e Implicações Geopolíticas
- Razão
NATO × Rússia:
- Em
1992, NATO gastava 20× mais que a Rússia.
- Em
2013, essa razão caiu para ~13×.
- Projetado
para 2025, NATO manterá cerca de 15× o volume russo, mas com foco
deslocado para áreas estratégicas no flanco leste.
- Estratégia
Russa:
- Após
anexar a Crimeia, Moscou consolidou bases aéreas (Belbek, Gvardiyskoye),
quartéis e sistemas de mísseis antinavio “Bastion” e “Calibr” na
península.
- A
Crimeia tornou-se pivô da “doutrina Asymmetric Warfare” russa no Mar
Negro.
- Resposta
NATO:
- Forças
de alta prontidão (NRF) e incremento das brigadas em países bálticos
- Estações
de radar/e-apelho Aegis Ashore no Báltico
- Aumento
de exercícios multinacionais, reforçando conceito de dissuasão
Conclusão
O contraste antes e depois de 2014 mostra que a anexação da
Crimeia acelerou a corrida de armamentos. A Rússia elevou seu orçamento militar
à custa de gastos sociais, enquanto a NATO redirecionou investimentos para o
flanco oriental europe. Essa dinâmica molda o atual equilíbrio de poder na
Eurásia e define os contornos de uma nova Guerra Fria.
Como o Copilot vê as “dez mentiras de Putin” do
Departamento de Estado dos EUA
1. Contexto da publicação
- Em
6 de março de 2014, o Departamento de Estado norte-americano divulgou um
dossiê intitulado “President Putin Fiction: 10 False Claims about
Ukraine”.
- O
texto contrapõe, ponto a ponto, as afirmações de Vladimir Putin com dados
e testemunhos que, segundo Washington, comprovam a falsidade dessas
argumentações.
- A
manchete em Português — “As ‘10 mentiras de Putin’ são um crime e merecem
castigo” — reforça o caráter não só político, mas ético e jurídico, que os
EUA atribuem à propagação dessas falsidades.
2. Mentiras como componente de crime internacional
- propaganda
enganosa usada para justificar uma invasão pode configurar crime contra a
paz ou contra a humanidade, pois alimenta um processo de agressão e
violação de soberania.
- a
responsabilização por desinformação em ambientes de conflito costuma
passar por tribunais ad hoc (como os Tribunais de Crimes de Guerra) ou
pelo Tribunal Penal Internacional, quando se prova ligação direta entre o
discurso e atos ilegais.
- no
entanto, provar o nexo de causalidade entre cada “mentira” e ordens de
ataque ou violações de direitos humanos costuma ser um desafio jurídico
complexo.
3. Mecanismos de punição e resposta
- sanções
individuais contra propagandistas ou autoridades políticas que disseminam
mentiras para financiar ou ordenar crimes de guerra
- comissões
de inquérito internacionais que documentam narrativas oficiais e as
comparam com evidências de campo
- fortalecimento
de organismos independentes de checagem de fatos, financiados por
coalizões internacionais, para neutralizar o impacto das falsidades antes
que se institucionalizem
4. Impacto geopolítico da narrativa russa
- dentro
da Rússia, o discurso “oficial” reforça coesão nacional e dá suporte à
popularidade do governo, replicando padrões vistos em regimes
expansionistas históricos
- no
exterior, cria confusão diplomática: países terceiros hesitam em condenar
publicamente por receio de “política de duas versões”
- o
dossier de 2014 estimulou reação europeia e norte-americana, acelerou a
entrega de ajuda militar à Ucrânia e impulsionou debates sobre a expansão
da NATO
5. A visão do Copilot
- reconhecer
a importância de expor mentiras como passo fundamental para conter crimes
de agressão
- questionar
a real eficácia de punições jurídicas, já que Estados-parte podem
simplesmente negar jurisdição ou se retirar de tratados
- defender
estratégia combinada: robustecer a checagem de fatos, investir em
diplomacia pública e criar guardiões internacionais de narrativa, capazes
de agir imediatamente quando um líder recorre à “ficção estatal”
Casos históricos em que mentiras oficiais foram julgadas
como crimes de guerra, tribunais e legislações que condenam os mentirosos como
cúmplices das consequências e pagar indemnizações?
Resumo das Leis e Tribunais que Julgaram Mentiras
Oficiais como Crimes de Guerra
Tribunais Internacionais
- Tribunal
Militar Internacional de Nuremberg (1945–1946)
• Legislação: Estatuto de Nuremberg, Artigos 6(a)–(c)
• Crimes julgados: guerra de agressão (crimes contra a paz), crimes contra a humanidade e perfídia
• Responsabilidade individual de chefes de Estado e propagandistas - Tribunal
Militar Internacional para o Extremo Oriente (Tóquio, 1946–1948)
• Legislação: Estatuto do Tribunal de Tóquio, Artigo 5
• Crimes julgados: planejamento e preparação de agressão por meio de falsos pretextos - Tribunal
Penal Internacional para a ex-Iugoslávia (ICTY, 1993–2017)
• Legislação: Estatuto do ICTY, Artigos 2 (crimes contra a humanidade), 5 (genocídio) e 7 (responsabilidade de comando)
• Enquadramento de mentiras oficiais e propaganda como preparação psicológica para limpeza étnica - Tribunal
Penal Internacional para Ruanda (ICTR, 1994–2012)
• Legislação: Convenção de Genocídio (1948), Artigo III(e) e Estatuto do ICTR, Artigo 2(3)(e)
• Crime: incitação direta e pública ao genocídio por meio de rádio e imprensa estatais - Corte
Penal Internacional (CPI, desde 2002)
• Legislação: Estatuto de Roma, Artigo 25(3)(d) – cumplicidade; Artigo 8(2)(b)(xxvii) – perfídia
• Abrange omissão ou falsificação de informações que contribuam para crimes de guerra e contra a humanidade
Normas e Tratados de Reparação
- Convenção
de Haia (1907) e Convenções de Genebra (1949)
Proíbem o uso de perfídia e garantem direito a reparação por violações ao direito humanitário - Princípios
Básicos da ONU sobre o Direito à Reparação (2005)
Definem modalidades de reparação: restituição, indenização, reabilitação, satisfação e garantias de não‐repetição - Tratado
de Versalhes (1919) e Pacto de Londres (1953)
Estabeleceram a obrigação de reparações financeiras após a Primeira Guerra Mundial, ilustrando desafios na aplicação e renegociação de sanções
A verdadeira razão inconfessável da invasão está na sua
aspiração de reconstruir o império da ex-URSS para viverem melhor roubando os
outros que se tornaram independentes. Só Estaline causou de 3,3 a 12 milhões de
mortos de fome com o roubo dos alimentos da Ucrânia. A Rússia caiu na miséria
sem o roubo aos outros povos. Em 2024, 72% dos russos consideravam justa a
reconstrução da ex-URSS. Naturalmente estariam melhor com o roubo dos outros
povos que se tornaram independentes. Como os povos independentes da ex-URSS e
separatistas foram roubados pela URSS?
A relação entre a União Soviética e as repúblicas que a
compunham foi marcada por uma série de práticas que muitos consideram formas de
exploração ou “roubo” institucionalizado. Aqui estão algumas maneiras pelas
quais os povos independentes da ex-URSS foram prejudicados durante o período
soviético:
🏛️ Centralização e
Controle Econômico
- Recursos
naturais e agrícolas eram frequentemente extraídos das repúblicas
periféricas e enviados para Moscou ou outras regiões centrais, sem retorno
proporcional em investimentos locais.
- A produção
agrícola da Ucrânia, por exemplo, foi severamente afetada pela
política de coletivização de Stalin, culminando no Holodomor (1932–33),
uma fome que matou milhões.
🚫 Supressão Cultural e
Linguística
- Muitas
repúblicas sofreram russificação, com a imposição da língua russa e
censura de expressões culturais locais.
- Escolas,
mídia e instituições públicas eram obrigadas a seguir diretrizes
ideológicas soviéticas, apagando identidades nacionais.
🛑 Repressão Política e
Deportações
- Minorias
étnicas e grupos considerados “infiéis” ao regime eram deportados em
massa, como os tártaros da Crimeia, os chechenos e os inguches.
- Movimentos
separatistas ou nacionalistas eram tratados como ameaças e reprimidos com
violência.
⚙️ Exploração Industrial
- Algumas
repúblicas foram transformadas em zonas industriais ou militares,
com pouca consideração pelo impacto ambiental ou pela saúde da população
local.
- O
caso de Chernobyl, na Ucrânia, é emblemático: a gestão soviética da crise
foi marcada por negligência e ocultação de informações.
📉 Pós-independência e
Dependência Econômica
- Após
a dissolução da URSS, muitos desses países herdaram infraestruturas
obsoletas, dívidas e dependência energética da Rússia.
- A
Rússia manteve influência por meio da Comunidade dos Estados
Independentes (CEI), pressionando politicamente e economicamente os
países membros.
O artigo de Vicente Ferraro, publicado como preprint na
SciELO, oferece uma análise crítica e detalhada sobre os argumentos usados por
Vladimir Putin para justificar a invasão da Ucrânia. Ele desmonta três pilares
principais da narrativa oficial russa:
🧭 1. Contenção da OTAN
- Embora
elites russas tenham preocupações legítimas com a expansão da OTAN,
Ferraro argumenta que não há evidências de que essa tenha sido a
motivação real da invasão.
- Paradoxalmente,
a guerra fortaleceu a OTAN, ampliando sua presença militar e coesão
política na Europa Oriental.
🛡️ 2. Proteção de
minorias russófonas
- A
alegação de proteger comunidades de língua russa no Donbass resultou no
oposto: essas populações foram as mais afetadas pela guerra.
- Em
dez meses de conflito, houve mais mortes civis do que nos oito anos
anteriores de guerra na região.
🚫 3. Desnazificação da
Ucrânia
- Embora
existam grupos ultranacionalistas na Ucrânia, não há evidências de que
tenham influência política significativa.
- Ferraro
destaca que a própria Rússia mantém laços com grupos semelhantes,
tornando o argumento contraditório.
- A
narrativa da desnazificação é vista como uma estratégia de demonização
para justificar a destruição da Ucrânia como Estado.
O artigo com DOI 10.1590/SciELOPreprints.5486,
intitulado "As Contradições na 'Guerra Justa' de Vladimir Putin contra
a Ucrânia", escrito por Vicente Ferraro, analisa criticamente os
principais argumentos usados pelo Kremlin para justificar a invasão da Ucrânia.
O autor desmonta três narrativas centrais:
🧨 1. A contenção da OTAN
- Mentira:
Putin afirma que a expansão da OTAN ameaçava a segurança da Rússia.
- Contradição:
A invasão russa fortaleceu ainda mais a OTAN, legitimando sua presença
militar próxima às fronteiras russas.
- Resultado:
O equilíbrio de poder europeu tornou-se mais favorável à OTAN após o
conflito.
🛡️ 2. Proteção das
minorias russas
- Mentira:
O Kremlin alegou estar defendendo os russos étnicos e russófonos no leste
da Ucrânia.
- Contradição:
A guerra causou mais mortes civis em dez meses do que os oito anos
anteriores de conflito em Donbas.
- Resultado:
A população de língua russa foi uma das mais afetadas pela invasão.
🚫 3. Desnazificação da
Ucrânia
- Mentira:
Putin justificou a guerra como uma luta contra o nazismo.
- Contradição:
Embora existam grupos ultranacionalistas na Ucrânia, eles não têm
influência política significativa. Além disso, autoridades russas mantêm
vínculos com grupos semelhantes.
- Resultado:
A narrativa de “desnazificação” é usada para demonizar o inimigo e
justificar a destruição da Ucrânia como Estado.
A reportagem da Revista Piauí, publicada em fevereiro
de 2024, revela como o Kremlin tem operado uma rede de desinformação no Brasil
e em outros países ocidentais para promover narrativas favoráveis a Vladimir
Putin e justificar a invasão da Ucrânia.
🧠 Principais pontos
abordados:
- O
uso de influenciadores, acadêmicos e organizações brasileiras para
disseminar ideias alinhadas ao pensamento de Aleksandr Dugin, ideólogo
russo próximo a Putin.
- A
atuação do Centro de Estudos da Multipolaridade (CEM), fundado em São
Paulo, como um dos braços dessa rede, com suposta participação de até 2
mil pessoas.
- Traduções
e entrevistas com Dugin feitas por brasileiros, que ajudaram a popularizar
suas ideias no país.
- A
estratégia de desinformação inclui negar massacres como o de Bucha,
justificar a guerra com alegações de “desnazificação” da Ucrânia e
promover teorias conspiratórias sobre genocídio em Donbass.
🌍 Contexto
internacional:
- O
Atlantic Council e outras instituições vêm alertando sobre como a Rússia
adapta sua 🌐 As democracias ao
redor do mundo estão enfrentando a desinformação russa com estratégias
cada vez mais sofisticadas — e algumas bem criativas.
- 🛡️
Medidas adotadas por países europeus
- Proibição
de veículos estatais russos: A União Europeia baniu canais como RT e
Sputnik, considerados instrumentos de propaganda do Kremlin.
- Monitoramento
digital: Agências como a francesa Viginum identificaram redes
como a Pravda Network, que espalham fake news em línguas locais
para parecerem confiáveis.
- Educação
midiática: Países como Estônia e Letônia investem em programas
escolares para ensinar jovens a identificar desinformação.
- Verificação
de fatos: Plataformas como Maldita na Espanha e EuroVerify
na Europa Oriental rastreiam campanhas como a Matryoshka, que usa
IA para criar vídeos falsos com marcas de veículos legítimos como Reuters
e France 24.
- 🔍
Narrativas mais comuns
- Justificativas
para a invasão da Ucrânia, alegando que o país é um “fantoche da OTAN”.
- Teorias
conspiratórias sobre vacinas, imigração e até apagões energéticos, como o
que afetou a Península Ibérica em abril de 2025.
- Amplificação
de discursos extremistas e separatistas para dividir populações e
enfraquecer a União Europeia.
- 🧠
Recomendações de especialistas
- Abordagem
de toda a sociedade: Combater a desinformação exige ação conjunta
entre governos, mídia, escolas e sociedade civil.
- Alfabetização
digital e de IA: Ensinar cidadãos a reconhecer manipulações digitais é
essencial para imunizar democracias contra interferências externas.
- Se
quiser, posso te mostrar como o Brasil está se posicionando nesse cenário
ou explorar como a inteligência artificial está sendo usada tanto para
combater quanto para espalhar desinformação. Quer seguir por aí?
- propaganda
para diferentes públicos, explorando temas locais e polarizações
políticas.
- A
desinformação russa também se espalha por canais no Telegram e veículos
como Sputnik Brasil, que reproduzem versões oficiais do Kremlin sobre o
conflito.
Mais sobre: "A fábrica de fake news de Putin: como a
Rússia inventa ... Estadão
https://www.estadao.com.br › Internacional ... À medida que a guerra na Ucrânia se arrasta,
o Kremlin tem criado fabricações on-line cada vez mais complexas para
desacreditar o líder ... ?
A reportagem do Estadão que você mencionou trata da sofisticação
crescente das campanhas de desinformação russas, especialmente durante a
guerra na Ucrânia. Embora o conteúdo completo esteja protegido por direitos
autorais, posso te contar os principais pontos com base em fontes confiáveis
que investigaram esse fenômeno:
🏭 O que é a “fábrica de
fake news” da Rússia?
- Refere-se
a operações coordenadas de desinformação digital, como a Agência
de Pesquisa da Internet (IRA), ligada ao empresário Yevgeny Prigozhin,
aliado de Putin.
- Essas
fábricas produzem conteúdo falso, manipulam redes sociais e criam
perfis fictícios para influenciar debates políticos e sociais em
diversos países.
🎯 Objetivos principais
- Justificar
a invasão da Ucrânia, apresentando-a como uma ação defensiva contra
“nazistas” ou “genocidas” — narrativas já desmentidas por organizações
internacionais.
- Desacreditar
líderes ocidentais e ucranianos, como Zelensky, usando vídeos
manipulados, memes e teorias conspiratórias.
- Interferir
em eleições e debates públicos em países como EUA, França, Brasil e
até na África.
🧠 Estratégias e táticas
- Uso
de deepfakes, bots e astroturfing (falsas campanhas populares).
- Criação
de sites falsos e perfis em redes sociais que simulam fontes
confiáveis.
- Manipulação
de dados para treinar modelos de IA com narrativas falsas, como
alertaram especialistas em 2025.
📌 Casos emblemáticos
- A
reportagem do El País Brasil revelou que centenas de pessoas
trabalharam em escritórios em São Petersburgo para espalhar boatos
favoráveis ao Kremlin.
- O
governo dos EUA oferece recompensas milionárias por informações
sobre Prigozhin e outros envolvidos.
- A
plataforma europeia EUvsDisinfo alertou que Putin usa datas
simbólicas, como o Dia da Vitória, para reescrever a história e
justificar a guerra.
As 10 fake news mais absurdas que a Rússia espalhou
sobre a guerra:
Aqui estão 10 das fake news mais absurdas que a
Rússia espalhou sobre a guerra na Ucrânia, segundo investigações da plataforma
NewsGuard e outras fontes confiáveis:
🧨 1. Genocídio em Donbas
Alegação: A Ucrânia estaria cometendo genocídio contra
russos étnicos na região. 🔍 Fato: A Organização
para a Segurança e Cooperação na Europa não encontrou nenhuma evidência disso.
🧪 2. Laboratórios de
armas biológicas dos EUA
Alegação: Os EUA teriam laboratórios secretos de armas
biológicas na Ucrânia. 🔍 Fato: Trata-se de uma
distorção do programa de cooperação sanitária entre EUA e países parceiros.
🎭 3. Massacre em Bucha
foi encenação
Alegação: As mortes em Bucha foram forjadas por atores. 🔍
Fato: Investigações independentes confirmaram os assassinatos cometidos por
tropas russas.
🧒 4. Jardim de infância
bombardeado por ucranianos
Alegação: Forças ucranianas atacaram uma escola infantil em
Luhansk. 🔍 Fato: Evidências mostram que o ataque veio
de áreas controladas por separatistas pró-Rússia.
🧟 5. Soldados ucranianos
praticam rituais satânicos
Alegação: Tropas da Ucrânia realizam cultos ocultistas. 🔍
Fato: Não há qualquer base factual — é uma tentativa grotesca de demonização.
🧥 6. Zelensky fugiu e se
rendeu
Alegação: O presidente ucraniano teria abandonado o país e
anunciado rendição. 🔍 Fato: Um vídeo falso
foi criado com deepfake; Zelensky permaneceu em Kiev.
🗺️ 7. A Crimeia se juntou
legalmente à Rússia
Alegação: O referendo de 2014 foi legítimo. 🔍
Fato: A ONU declarou o referendo ilegal e não reconhece a anexação.
🏛️ 8. A OTAN tem base
militar em Odesa
Alegação: A aliança ocidental mantém instalações militares
na Ucrânia. 🔍 Fato: A Constituição ucraniana proíbe bases
estrangeiras; não há nenhuma da OTAN.
🧬 9. Soldados ucranianos
são cobaias dos EUA
Alegação: Militares recebem drogas experimentais e têm
biomaterial coletado. 🔍 Fato: Não há qualquer
evidência — é uma teoria conspiratória sem fundamento.
🌾 10. A Ucrânia está
provocando uma crise alimentar global
Alegação: O país destrói seus próprios campos e bloqueia
exportações. 🔍 Fato: A Rússia é quem bloqueou portos e
atacou infraestrutura agrícola.
Essas narrativas foram amplificadas por mídia estatal
russa, sites anônimos e perfis falsos em redes sociais. Se quiser, posso te
mostrar como identificar esse tipo de desinformação com dicas práticas. Quer?
📰 O presidente russo
Vladimir Putin acusou a OTAN de fabricar uma falsa “ameaça russa” como
justificativa para aumentar os gastos militares dos países-membros da aliança.
Em um encontro com líderes de agências internacionais de notícias em São
Petersburgo, ele afirmou que essa narrativa ocidental serve para manipular os
contribuintes e encobrir falhas econômicas internas.
Putin comparou essa estratégia à propaganda nazista, dizendo
que “quanto mais absurda a mentira, mais rápido acreditam”. Ele também destacou
que os países da OTAN gastam cerca de US$ 1,4 trilhão em armamentos, mais do
que todos os outros países juntos, incluindo Rússia e China.
🔄 Já do lado da OTAN e
seus aliados, a justificativa para o aumento dos gastos e da presença militar é
a preocupação com a segurança diante das ações da Rússia, especialmente após a
invasão da Ucrânia. A aliança argumenta que precisa reforçar sua defesa coletiva
frente a possíveis ameaças vindas do leste europeu.
A NATO e Ocidente apoiam com Ucrânia com armamentos, mas
Putin recebe mais ajudas militares da Coreia do Norte: mais seis mil homens
para ajudar a Rússia depois de 6.000? https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/kim-jong-un-chorou-o-motivo-a-morte-dos-soldados-que-o-próprio-enviou-para-ajudar-putin/ar-AA1HMaKD?ocid=hpmsn&cvid=fd634a607ae043af983463482f1c8777&ei=21,
Irão e...
Existem hoje separatistas da Rússia? Existem protestos?
Sim: existem movimentos separatistas e protestos na
Rússia atualmente, embora sejam fortemente reprimidos pelo governo. Aqui
está um panorama atualizado:
🧭 Movimentos Separatistas
Ativos
Embora o Kremlin mantenha rígido controle sobre o território
russo, algumas regiões abrigam sentimentos separatistas históricos ou
latentes:
- Chechênia:
Já travou duas guerras separatistas nos anos 1990 e início dos 2000. Hoje,
é governada por Ramzan Kadyrov, aliado de Putin, mas há ainda grupos
clandestinos que defendem a independência.
- Tartaristão
e Bashkortostão: Regiões com identidade étnica e linguística própria.
Embora não haja movimentos armados, há tensões culturais e políticas
por maior autonomia.
- Sibéria
e Extremo Oriente Russo: Alguns grupos defendem maior
descentralização ou até independência, mas são minoritários e sem
força política real.
- Kaliningrado:
Enclave russo entre a Polônia e a Lituânia. Já houve petições simbólicas
por independência ou integração à UE, mas sem apoio popular significativo.
📢 Protestos na Rússia
Apesar da repressão, protestos continuam a ocorrer,
especialmente ligados à guerra na Ucrânia e à mobilização militar:
- Mulheres
de soldados mobilizados têm organizado manifestações pedindo o retorno
de seus maridos do front. Em fevereiro de 2024, jornalistas foram detidos
em Moscou enquanto cobriam um desses protestos.
- Jornalistas
e ativistas continuam sendo presos por se manifestarem contra a guerra
ou por cobrirem protestos. A repressão é intensa, com detenções
frequentes.
- Protestos
espontâneos também surgem após eventos como inundações, corrupção ou
escassez de recursos, mas são rapidamente dispersos pelas autoridades.
Se quiser, posso te mostrar como esses movimentos se
comparam com outros separatismos no mundo — ou até te ajudar a montar um mapa
interativo com essas regiões. Quer explorar isso? 🌍📌
Como se comparam os separatistas da Rússia com os
separatistas de Ucânia de 1991 a 2014?
A comparação entre os movimentos separatistas na Rússia
atual e os separatistas na Ucrânia entre 1991 e 2014 revela
diferenças marcantes em contexto, apoio externo, motivações e impacto
geopolítico. Vamos destrinchar:
🧭 Contexto Histórico e
Político
|
Aspecto |
Separatistas na Rússia (atualmente) |
Separatistas na Ucrânia (1991–2014) |
|
Origem |
Regiões étnicas ou distantes do centro (ex: Chechênia,
Tartaristão) |
Regiões de maioria russófona no leste e sul da Ucrânia |
|
Motivação principal |
Identidade étnica, autonomia cultural, resistência ao
centralismo de Moscou |
Rejeição ao governo pró-Ocidente em Kiev, desejo de
aproximação com a Rússia |
|
Apoio externo |
Pouco ou nenhum apoio internacional |
Apoio direto da Rússia (militar, político e logístico) |
|
Resposta do governo |
Repressão severa, censura, prisões |
Governo ucraniano tentou conter militarmente após 2014 |
|
Impacto internacional |
Pouca repercussão fora da Rússia |
Gatilho para a guerra no Donbass e a anexação da Crimeia
pela Rússia |
🔥 Separatismo na Ucrânia
(1991–2014)
- Após
a independência da Ucrânia em 1991, a Crimeia e o leste da Ucrânia
mantiveram laços fortes com a Rússia.
- Em
2014, após a Revolução de Maidan e a queda do presidente pró-Rússia Viktor
Yanukovych, rebeldes separatistas em Donetsk e Luhansk proclamaram
repúblicas independentes.
- A
Rússia anexou a Crimeia e apoiou militarmente os separatistas no Donbass,
o que levou à guerra civil e à crise internacional.
🧨 Separatismo na Rússia
(hoje)
- Regiões
como Chechênia, Tartaristão, Bashkortostão e Sibéria têm
identidades culturais distintas, mas movimentos separatistas são
marginalizados e fortemente reprimidos.
- A
guerra na Ucrânia reacendeu sentimentos de insatisfação em algumas
regiões, mas não há movimentos armados com apoio externo
significativo.
- O
Kremlin mantém controle rígido sobre a mídia e a política regional, o que
dificulta a organização de movimentos separatistas.
🧩 Conclusão
Enquanto os separatistas ucranianos de 2014 foram
catalisadores de uma guerra internacional, os separatistas russos atuais
operam em silêncio, sob vigilância e repressão. A diferença crucial está no
apoio estatal russo aos separatistas ucranianos, contrastando com a negação
total de separatismo dentro da própria Rússia.
Análise das Narrativas de Putin sobre “Um Só Povo” e a
Ocupação da Ucrânia
1. Laços Históricos e Culturais Verdadeiros+
- Russos,
ucranianos e bielorrussos descendem da Rus’ de Kiev, Estado
medieval que floresceu do século IX ao XIII, unindo essas populações por
língua vernácula, fé ortodoxa e intercâmbio econômico.
- Essa
origem comum sustenta que, em meados do século 17, o Tratado de Pereiaslav
ligou o principado ucraniano ao Estado emergente de Moscou, reforçando
vínculos políticos e religiosos que perduraram até a dissolução da URSS em
1991.
2. Principais Distorções e Mentiras Usadas como Pretexto
- “Desnazificar
a Ucrânia”: não há evidência de que o governo de Volodymyr Zelensky seja
controlado por grupos neonazistas, muito menos que haja um plano de
limpeza étnica contra falantes de russo. Putin apela a memórias da
Segunda Guerra para legitimar agressão contemporânea.
- “Proteger
minorias russas”: a maioria das regiões com populações de língua russa
exerce direitos linguísticos garantidos por lei ucraniana, sem conflitos
de escala que justifiquem intervenção militar externa.
- “Prevenir
alargamento da OTAN”: embora Putin afirme que a adesão da Ucrânia à Otan
ameaçaria a segurança russa, não há tratamento de bases militares da OTAN
em solo ucraniano antes de 2022 nem compromisso formal de Kiev para
ingressar na aliança.
3. A Doutrina Imperial de Ocupação
- A
frase “Onde um soldado russo pisa, aquilo é nosso” revela de forma
cristalina a intenção de anexar qualquer território onde as tropas
avançassem – muito além de “zonas de segurança” ou “donbas historicamente
russos”.
- Essa
lógica rompe princípios de direito internacional e soberania, pois
confunde avanço militar com legitimidade territorial.
4. Rejeição e Consequências Internacionais
- Em
2014, a Assembleia Geral da ONU aprovou a Resolução 68/262, que
considera ilegal a anexação da Crimeia e reafirma a integridade
territorial da Ucrânia.
- Desde
então, a União Europeia, o G7 e a Otan aplicam sanções contínuas à Rússia,
rejeitando qualquer pretexto de “proteção” ou “referendo” conduzido sob
ocupação militar.
5. Opiniões de Especialistas
- Historiadores
e cientistas políticos destacam que a narrativa putinista se apoia em revisionismo
histórico e em manipulação de símbolos de guerra (nazismo, Holodomor)
para criar pretexto ideológico à expansão imperialista.
- Pesquisas
de opinião na Ucrânia mostram que, após 30 anos de independência, mais de
70 % dos ucranianos se reconhecem como uma nação distinta, reforçando que
“um só povo” não traduz a autodeterminação contemporânea.
Em suma, embora exista uma camada de verdade histórica
sobre origens comuns, as múltiplas mentiras de Putin — “um só povo”,
“zona de ocupação”, “desnazificação” — servem somente como pretexto para justificar
uma ofensiva cujo real objetivo é anexar territórios não reivindicados
internacionalmente e subverter a soberania ucraniana.
Existem hoje separatistas da Rússia? Existem protestos?
Sim: existem movimentos separatistas e protestos na
Rússia atualmente, embora sejam fortemente reprimidos pelo governo. Aqui
está um panorama atualizado:
🧭 Movimentos Separatistas
Ativos
Embora o Kremlin mantenha rígido controle sobre o território
russo, algumas regiões abrigam sentimentos separatistas históricos ou
latentes:
- Chechênia:
Já travou duas guerras separatistas nos anos 1990 e início dos 2000. Hoje,
é governada por Ramzan Kadyrov, aliado de Putin, mas há ainda grupos
clandestinos que defendem a independência.
- Tartaristão
e Bashkortostão: Regiões com identidade étnica e linguística própria.
Embora não haja movimentos armados, há tensões culturais e políticas
por maior autonomia.
- Sibéria
e Extremo Oriente Russo: Alguns grupos defendem maior
descentralização ou até independência, mas são minoritários e sem
força política real.
- Kaliningrado:
Enclave russo entre a Polônia e a Lituânia. Já houve petições simbólicas
por independência ou integração à UE, mas sem apoio popular significativo.
📢 Protestos na Rússia
Apesar da repressão, protestos continuam a ocorrer,
especialmente ligados à guerra na Ucrânia e à mobilização militar:
- Mulheres
de soldados mobilizados têm organizado manifestações pedindo o retorno
de seus maridos do front. Em fevereiro de 2024, jornalistas foram detidos
em Moscou enquanto cobriam um desses protestos.
- Jornalistas
e ativistas continuam sendo presos por se manifestarem contra a guerra
ou por cobrirem protestos. A repressão é intensa, com detenções
frequentes.
- Protestos
espontâneos também surgem após eventos como inundações, corrupção ou
escassez de recursos, mas são rapidamente dispersos pelas autoridades.
Se quiser, posso te mostrar como esses movimentos se
comparam com outros separatismos no mundo — ou até te ajudar a montar um mapa
interativo com essas regiões. Quer explorar isso? 🌍📌
Como se comparam os separatistas da Rússia com os
separatistas de Ucânia de 1991 a 2014?
A comparação entre os movimentos separatistas na Rússia
atual e os separatistas na Ucrânia entre 1991 e 2014 revela
diferenças marcantes em contexto, apoio externo, motivações e impacto
geopolítico. Vamos destrinchar:
🧭 Contexto Histórico e
Político
|
Aspecto |
Separatistas na Rússia (atualmente) |
Separatistas na Ucrânia (1991–2014) |
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Origem |
Regiões étnicas ou distantes do centro (ex: Chechênia,
Tartaristão) |
Regiões de maioria russófona no leste e sul da Ucrânia |
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Motivação principal |
Identidade étnica, autonomia cultural, resistência ao
centralismo de Moscou |
Rejeição ao governo pró-Ocidente em Kiev, desejo de
aproximação com a Rússia |
|
Apoio externo |
Pouco ou nenhum apoio internacional |
Apoio direto da Rússia (militar, político e logístico) |
|
Resposta do governo |
Repressão severa, censura, prisões |
Governo ucraniano tentou conter militarmente após 2014 |
|
Impacto internacional |
Pouca repercussão fora da Rússia |
Gatilho para a guerra no Donbass e a anexação da Crimeia
pela Rússia |
🔥 Separatismo na Ucrânia
(1991–2014)
- Após
a independência da Ucrânia em 1991, a Crimeia e o leste da Ucrânia
mantiveram laços fortes com a Rússia.
- Em
2014, após a Revolução de Maidan e a queda do presidente pró-Rússia Viktor
Yanukovych, rebeldes separatistas em Donetsk e Luhansk proclamaram
repúblicas independentes.
- A
Rússia anexou a Crimeia e apoiou militarmente os separatistas no Donbass,
o que levou à guerra civil e à crise internacional.
🧨 Separatismo na Rússia
(hoje)
- Regiões
como Chechênia, Tartaristão, Bashkortostão e Sibéria têm
identidades culturais distintas, mas movimentos separatistas são
marginalizados e fortemente reprimidos.
- A
guerra na Ucrânia reacendeu sentimentos de insatisfação em algumas
regiões, mas não há movimentos armados com apoio externo
significativo.
- O
Kremlin mantém controle rígido sobre a mídia e a política regional, o que
dificulta a organização de movimentos separatistas.
🧩 Conclusão
Enquanto os separatistas ucranianos de 2014 foram
catalisadores de uma guerra internacional, os separatistas russos atuais
operam em silêncio, sob vigilância e repressão. A diferença crucial está no
apoio estatal russo aos separatistas ucranianos, contrastando com a negação
total de separatismo dentro da própria Rússia.
Essa é uma pergunta provocadora — e a resposta depende de
como definimos “separatistas” e o contexto político de cada país antes de 2014.
🇺🇦 Na Ucrânia,
especialmente nas regiões de Donbas e Crimeia, havia movimentos separatistas
latentes antes da invasão russa. Esses grupos eram compostos majoritariamente
por russófonos e simpatizantes da Rússia, que se opunham ao governo central de
Kiev e à aproximação com a União Europeia. Embora fossem minoritários em termos
de mobilização popular antes do Euromaidan, eles ganharam força rapidamente com
o apoio russo após a queda de Yanukovych. A Crimeia, por exemplo, já tinha
histórico de tensões separatistas desde os anos 1990.
🇷🇺 Na Rússia,
por outro lado, o cenário era diferente. O país enfrentava movimentos
separatistas em regiões como Chechênia, Daguestão e outras repúblicas do
Cáucaso Norte — mas esses eram movimentos de independência étnica e religiosa,
não pró-Ocidente. O Kremlin combateu esses grupos com força militar e repressão
intensa, especialmente nas guerras da Chechênia nos anos 1990 e início dos anos
2000. No entanto, esses movimentos estavam em declínio em 2014, e o governo
russo mantinha controle rígido sobre qualquer tentativa de secessão.
🔍 Comparando os dois:
antes da invasão da Crimeia, havia mais separatismo ativo e reprimido na Rússia
(em termos de diversidade e número de regiões com aspirações separatistas), mas
os movimentos separatistas na Ucrânia estavam prestes a se tornar
geopoliticamente explosivos — especialmente com o apoio russo e o contexto
pós-Euromaidan.
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