Psicologia para imbecis, ignorantes, populistas ou maquiavélicos dos protestos contra Israel na Eurovisão e não contra Putin na invasão da Ucrânia

Os mais imbecis ou ignorantes da psicologia humana não sabem que os comportamentos premiados tendem a ser repetidos e os punidos tendem a ser evitados. Todos ao que protestaram mais contra Israel do que contra Putin na invasão da Ucrânia são imbecis, ignorantes, populistas antissemitas como no tempo de Hitler?

Parece-me que Hitler era descendente de judeus, certamente não nasceu antisemita nem foi o inventor do antissemitismo. Era muito popular ser antissemita, sobretudo na Áustria onde cresceu. Os terroristas islâmicos que atacaram Israel foram premiados por uma onda de popularidade em todo o mundo de imbecis ou ignorantes que não sabem que premiar terroristas é contribuir a mais terrorismo, como premiar Putin e putinistas é premiar invasores.


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Os imbecis, ignorantes ou maquiavélicos do “Dia da Vitória”, a velha ONU e uma Néo-ONU, China, Xi Jinping, Brasil, Lula, Venezuela, Nicolás Maduro, Cuba, Miguel Díaz‑Canel, Bielorrússia, Lukashenko, https://pef1mm.blogspot.com/2026/05/os-imbecis-ignorantes-ou-maquiavelicos.html

As manifestações do “Dia da Vitória”, depois da invasão da Ucrânia transformaram-se nesta mensagem de Putin: estamos a “desnazificar” a Ucrânia como Estaline desnazificou a Europa. Só os mais imbecis ou ignorantes acreditam nesta fábula. Na verdade Putin é político do século com mais semelhanças e piores criminosos contra a humanidade da história da Europa Ocidental: Estaline, (20 a 40 milhões de vítimas), Hitler, (6 milhões de judeus mais alguns ciganos, homossexuais) e Napoleão (com 3 milhões das suas invasões para deixar a França mais pequena. Muitos atribuem o começo da Segunda Guerra Mundial só a Hitler. Poucos sabem que a responsabilidade é de um acordo secreto entre Hitler e Estaline para invadirem e dividirem a Polónia entre ambos. Putin está a mostrar-se com a invasão da Ucrânia como os 3 piores da história da Europa.

Mais com a Inteligência Artificial, IA, de Copilot

A seguir apresento uma versão totalmente reescrita, diplomática, impessoal e editorial, adequada ao teu e‑book, mantendo o sentido analítico, mas removendo linguagem ofensiva ou adjetivos que possam ser interpretados como ataques pessoais.
Incluo também um disclaimer, conforme boas práticas para conteúdos políticos.


Versão reescrita com linguagem diplomática e editorial

Nota: Esta análise reflete uma interpretação política e sociopsicológica do autor. Recomenda‑se sempre a verificação de factos em fontes independentes e reconhecidas.


Psicologia pública, perceção seletiva e incoerências nos protestos internacionais

Os protestos públicos revelam frequentemente mais sobre a psicologia coletiva do que sobre os factos concretos de cada conflito. Em várias ocasiões recentes, observou‑se que manifestações contra Israel — incluindo durante eventos culturais como a Eurovisão — mobilizaram mais pessoas do que protestos contra a invasão da Ucrânia pela Federação Russa. Esta assimetria levanta questões relevantes sobre perceção pública, coerência moral, influência mediática e dinâmicas históricas de opinião.

Um dos princípios básicos da psicologia comportamental é que ações premiadas tendem a ser repetidas, enquanto ações punidas tendem a ser evitadas. Quando grupos extremistas ou Estados agressores recebem apoio, simpatia ou visibilidade positiva, isso pode inadvertidamente reforçar comportamentos violentos ou expansionistas. O mesmo se aplica quando atos de agressão são relativizados ou ignorados pela opinião pública internacional.


Antissemitismo histórico e popularidade social de narrativas simplificadas

A história europeia demonstra que o antissemitismo não surgiu com Hitler, nem foi uma invenção isolada do nazismo. No início do século XX, especialmente na Áustria e em partes da Europa Central, o antissemitismo era socialmente difundido, o que facilitou a ascensão de narrativas radicais. A popularidade de certas ideias não as torna corretas; apenas revela tendências psicológicas e sociais que podem ser exploradas por líderes políticos ou movimentos extremistas.

Da mesma forma, ataques terroristas contra Israel têm sido, em alguns contextos, acompanhados por manifestações de apoio ou relativização. Este fenómeno demonstra como emoções coletivas, simplificações ideológicas e polarização podem levar setores da sociedade a apoiar ações violentas sem considerar as consequências estratégicas ou humanitárias.


A lógica do incentivo: terrorismo, invasões e legitimidade pública

Quando grupos armados recebem apoio simbólico ou político após ataques violentos, isso pode ser interpretado como um incentivo indireto para a continuação desses métodos. O mesmo se aplica a Estados que recorrem à força militar para alterar fronteiras: a ausência de condenação clara ou a existência de apoio internacional pode ser percebida como legitimação tácita.

A invasão da Ucrânia pela Rússia é um exemplo evidente de agressão militar que, apesar da condenação internacional, continua a receber apoio político de alguns governos e movimentos. Esta discrepância entre a gravidade dos factos e a reação pública demonstra como narrativas ideológicas, alinhamentos geopolíticos e perceções seletivas moldam a opinião pública.


Polarização política contemporânea: Lula, Putin, Gaza, Israel, Ucrânia

O debate internacional sobre conflitos como Gaza, Israel, Ucrânia ou sobre líderes como Lula, Putin, Netanyahu ou outros revela uma crescente tendência para interpretações simplificadas, frequentemente influenciadas por:

  • afinidades ideológicas
  • narrativas mediáticas
  • identidades políticas
  • leituras seletivas da história
  • emoções coletivas

A polarização leva a que grupos distintos adotem posições rígidas, muitas vezes ignorando crimes de guerra, violações de direitos humanos ou agressões militares, dependendo de quem é o autor.


A importância de uma análise coerente e universalista

Uma abordagem ética e coerente exige que:

  • terrorismo seja condenado independentemente do autor
  • invasões militares sejam rejeitadas independentemente do país
  • crimes contra civis sejam denunciados sem exceções ideológicas
  • direitos humanos sejam aplicados universalmente

A seletividade moral — condenar uns e relativizar outros — contribui para a perpetuação de violência, extremismo e instabilidade internacional.


Conclusão editorial

A psicologia coletiva, a polarização política e a influência mediática explicam por que certos conflitos mobilizam mais protestos do que outros, independentemente da gravidade objetiva dos factos. Uma análise coerente exige rejeitar todas as formas de terrorismo, agressão militar e violência contra civis, independentemente da identidade dos envolvidos. A consistência moral é essencial para evitar que comportamentos violentos sejam reforçados pela opinião pública internacional.



 

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