Taiwan, vergonha do comunismo, marxismo, maoismo e chineses mais imbecis, ignorantes, maquiavélicos, imperialistas, militaristas, ladrões, criminosos como Putin e putinistas, Hitler e nazistas
O nível de vida da média em Taiwan é muito, muito superior à média da China.
Isto é a prova mais evidente dos desastres do comunismo, em especial do maoismo na China. Segundo um documentário numa TV alemã estima-se que o maoismo causou a morte de cerca de 40 milhões de opositores, mais cerca de 40 milhões de mortos de fome. Mesmo que estas estimativas sejam exageradas, nenhum historiado sério pode ignorar estes números e a evidência de o maoísmo foi uma catástrofe humanitária e económica. Só quando aproveitaram o melhor do capitalismo e pior do comunismo, (repressão, trabalho em más condições sem greves, escravos da Coreia do Norte), a sua economia cresceu. O caminho seguido por Taiwan, sem milhões de mortos de opositores e mortos de fome, com a sua grande superioridade no nível de vida, liberdade, direitos humanos, etc., é a evidente vergonha do comunismo, marxismo e maoismo.
Se os chineses tivessem a civilidade dos alemães e não fossem imbecis, ignorantes, maquiavélicos, imperialistas, militaristas, sentiriam vergonha do maoismo como os alemães evoluíram na condenação do nazismo. Os crimes contra a humanidade do maoismo, esalinismo e comunismo foram cerca de 10 vezes piores do nazismo. Os chineses mais imbecis e ignorantes da escola oficial chinesa só conhecem a lavagem ao cérebro da grandeza da China. Talvez haja alguns menos imbecis ou ignorantes que até conheçam estes factos. Mas são tão maquiavélicos que até o maior criminoso e os piores crimes da História da Humanidade são bons porque serviram para a grande e miserável China.
À semelhança de Hitler e nazistas, Estaline e estalinistas, Putin e putinistas os mais imperialistas, militaristas maquiavélicos chineses preparam-se para invadir Taiwan.
Se Putin e putinistas resultarem premiados da invasão Ucrânia, os criminosos ladrões, maquiavélicos, imperialistas, militaristas vão seguir o seu exemplo, roubar Taiwan como os ladrões, criminosos Hitler e nazistas, Estaline e estalinistas, Putin e putinistas. Já foi feito um tribunal de 36 nações para condenar Putin e criminosos putinistas ladrões da Ucrânia. Numa Néo-ONU como eu a imagino em 3 minutos era condenado Putin e putinistas que o apoiam. Os cúmplices dos crimes globais na invasão da Ucrânia deviam pagar as consequências não só para Ucrânia, mas para todo o mundo. A poluição e consequências da destruição do ambiente não têm fronteiras e é urgente criar uma Néo-ONU com milhares de tribunais a condenar os criminosos contra a humanidade.
Enquanto essa Néo-ONU nâo existir e a velha ONU só socorre as vítimas, todos podemos dar o nosso contributo boicotando tudo de todos os cúmplices nos crimes na Ucrânia, em particular os 29 representantes dos mais imbecis, ignorantes ou maquiavélicos que estiveram no “Dia da Vitória” de 2025 a apoiar Putin e putinistas na invasão da Ucrânia.
Enquanto não existir uma Néo-ONU que evitaria ou acabaria todas as guerras em poucos minutos, proponho um boicote global dos mais civis contra os mais maquiavélicos, imperialistas, militaristas, criminosos ladrões dos mais fracos e seus cúmplices.
As razões da China para invadir Taiwan são semelhantes às de Hitler e Estaline quando invadiram a Polónia, e Putin quando invadiu a Ucrânia. As razões da China para invadir Taiwan são a evidência da vergonha do comunismo, marxismo e maoismo. e chineses mais imbecis, ignorantes, maquiavélicos. , ou Putin quando invadiu a Ucrânia. Invocar razões históricas para justificarem invasões imperialistas, militaristas, ladrões, criminosos é como se Portugal fosse uma grande potência militar e quisesse ocupar o Brasl, Angola, Moçambique e 12 províncias ultramarinas alegando que lhe pertenceram.
Escrevi anteriormente:
Etiquetas: comunismo copilot Estaline estalinismo Hitler Mao Tzé-Tung maoismo Marx Marxismo nazismo Putin Putinismo Taiwan Ucrânia.
Comunismo, marxismo, maoismo. estalinismo, nazismo e putinismo: piores catástrofes contra a humanidade, (com a colaboração da IA de Copilot sempre imparcial, só com factos que apoiam ou contestam as minhas opiniões)
António Guterres, ONU, Néo-ONU, Putin, Ucrânia, Xi Jinping, China, Taiwan
Conversa imaginária satírica de Trump com Xi Jinping sobre Taiwan, Ucrânia, poluição, ambiente, ONU, Néo-ONU, Putin, Kim Jong Un, criminosos, crimes e cúmplices, Mao e maoísmo, (com IA de Copilot)
Os mais imbecis, ignorantes ou maquiavélicos maoistas, néo-chineses, velha ONU, Néo-ONU e revolução Néo-Marxista,
Mais com IA de Copilot, (sem os meus insultos):
Crítica política dura, comparações históricas, avaliações de sistemas totalitários, análise de regimes, crimes contra a humanidade, falhas do comunismo, maoismo, estalinismo, nazismo e putinismo, e a defesa de Taiwan e Ucrânia — tudo isso com rigor histórico e linguagem editorial sólida, sem ataques a grupos étnicos, com:
prioridade ao essencial,
linguagem impessoal,
crítica política forte,
rigor histórico,
ligação à tua tese da Néo‑ONU,
comparação entre Taiwan e China,
e enquadramento ético global.
📘 CAPÍTULO —
Taiwan, a falência histórica do comunismo autoritário e a urgência de uma Néo‑ONU ética e digital
(Confirma sempre informação política com fontes fiáveis.)
1. Introdução
A história contemporânea oferece um contraste
evidente entre sistemas políticos que promovem liberdade,
prosperidade e inovação, e sistemas autoritários que produziram
repressão, fome, estagnação e agressões externas.
Poucos
casos ilustram este contraste de forma tão clara como Taiwan
e a República Popular da China.
Ao mesmo tempo, a incapacidade da ONU de impedir agressões — da invasão da Ucrânia à ameaça sobre Taiwan — demonstra a necessidade de uma Néo‑ONU ética, digital e global, capaz de agir em minutos e não em décadas.
2. Taiwan: um caso exemplar de liberdade, prosperidade e democracia
Taiwan é hoje:
uma das economias mais avançadas do mundo,
líder global em semicondutores,
uma democracia consolidada,
uma sociedade com elevados níveis de liberdade, direitos humanos e qualidade de vida.
O rendimento médio em Taiwan é múltiplas vezes superior ao rendimento médio da China continental.
O PIB mais do dobro.
A liberdade de
expressão, a alternância democrática e a inovação tecnológica
são pilares do seu sucesso.
Taiwan demonstra que:
o desenvolvimento económico e humano floresce quando existe liberdade, pluralismo e Estado de direito.
3. O contraste histórico: comunismo, maoismo e estalinismo
A história do comunismo autoritário — especialmente sob Estaline e Mao — está marcada por:
fome política,
repressão massiva,
purgas,
campos de trabalho,
colapso económico,
destruição cultural.
3.1. Maoismo: uma das maiores catástrofes humanas da história
Estudos académicos e documentários internacionais estimam:
30 a 45 milhões de mortos no Grande Salto em Frente (1958–1962),
milhões de vítimas na Revolução Cultural (1966–1976),
destruição económica e social profunda.
Mesmo que os números variem entre historiadores, existe consenso académico de que o maoismo foi uma das maiores tragédias humanas do século XX.
3.2. Estalinismo
O regime de Estaline provocou:
20 a 30 milhões de mortos,
deportações em massa,
fome induzida (Holodomor),
repressão sistemática de opositores.
3.3. Nazismo
O nazismo provocou:
genocídio de 6 milhões de judeus,
perseguição de minorias,
guerra total com dezenas de milhões de mortos.
3.4. Putinismo
A agressão à Ucrânia desde 2014 e especialmente desde 2022:
viola o direito internacional,
provoca destruição massiva,
gera milhões de refugiados,
envolve deportação de crianças,
ameaça a estabilidade global.
4. Taiwan como evidência histórica
O contraste entre Taiwan e a China continental demonstra:
que o maoismo falhou economicamente,
que o comunismo autoritário reprime liberdades essenciais,
que a prosperidade exige abertura, inovação e pluralismo,
que sociedades livres produzem melhores resultados humanos.
Taiwan é, de facto, uma demonstração viva de que:
liberdade, democracia e economia aberta superam sistemas autoritários em todos os indicadores de bem‑estar humano.
5. A ameaça contemporânea: Taiwan como próxima vítima de agressão
A pressão militar da China sobre Taiwan segue padrões históricos semelhantes aos de:
Hitler na Polónia,
Estaline nos Bálticos,
Putin na Ucrânia.
Padrões comuns:
invocação de “razões históricas”,
alegações de “unidade nacional”,
propaganda sobre “território perdido”,
pressão militar crescente,
tentativa de alterar fronteiras pela força.
A história mostra que quando agressões não são travadas, repetem‑se.
6. A impotência da velha ONU
A ONU nasceu para impedir novas Polónias.
Mas
tornou‑se incapaz de impedir:
a anexação da Crimeia (2014),
a invasão da Ucrânia (2022),
a repressão de minorias em vários países,
ameaças militares sobre Taiwan.
O veto no Conselho de Segurança paralisa a ação
internacional.
A ONU socorre vítimas, mas não impede
agressões.
7. A necessidade de uma Néo‑ONU ética, digital e global
A tua proposta central — uma Néo‑ONU — responde a esta falha estrutural.
7.1. Princípios da Néo‑ONU
Nova: adaptada ao século XXI.
Ética: baseada em princípios universais de justiça.
Online: decisões rápidas, transparentes e globais.
Democrática: cada país vota; cada voto conta.
Preventiva: condenações antes da agressão, não depois.
7.2. Como funcionaria
Uma Néo‑ONU poderia:
votar em 3 minutos,
emitir condenações preventivas,
aplicar sanções automáticas,
bloquear transações financeiras globais,
responsabilizar juridicamente agressores,
impedir que grandes potências usem o veto para proteger crimes.
7.3. O caso de Taiwan
Uma resolução preventiva poderia declarar:
“Qualquer invasão de Taiwan resultará automaticamente em sanções globais e isolamento diplomático.”
A dissuasão seria imediata.
8. O papel dos cidadãos enquanto a Néo‑ONU não existe
Enquanto a velha ONU permanece limitada, cidadãos e sociedades podem:
apoiar vítimas de agressões,
defender a democracia,
promover informação rigorosa,
rejeitar propaganda autoritária,
exercer pressão económica e social contra regimes agressivos.
A responsabilidade ética é global.
9. Conclusão
Taiwan demonstra o sucesso da liberdade.
A
história do comunismo autoritário demonstra os custos humanos da
repressão.
A agressão à Ucrânia demonstra a fragilidade da
ordem internacional.
A ameaça sobre Taiwan demonstra que a
história pode repetir‑se.
A ONU continua necessária, mas já não é
suficiente.
O mundo precisa de uma Néo‑ONU
ética, digital e global, capaz de agir em minutos, unir os
melhores contra os piores e impedir que novas tragédias se repitam.
Como uma Néo‑ONU evitava em Taiwan as catástrofes semelhantes às da invasão da Ucrânia?
Com votação online no “Supremo Tribunal Democrático de Ética e Bom Senso de Justiça”, no primeiro minuto podia resultar a condenação condicional da China se invadir Taiwan: sequestro de todos os bens de chineses em qualquer parte do mundo. No segundo votava-se o sequestro dos bens de quem não sequestrasse. No terceiro minuto votava-se a violência contra chineses se usassem qualquer tipo de violência. Os crimes contra criminosos não seriam considerados crimes mas heroísmo. Ninguém poderia ser condenado por crimes contra criminosos. Em vez de serem condenados receberiam medalhas como as de Putin aos criminosos na Ucrânia. Milhares de tribunais da Néo-ONU velariam pelo cumprimento das decisões éticas democráticas da Néo-ONU.
Copilot: posso transformar as tuas ideias
centrais num capítulo forte, rigoroso, impessoal e
editorial — mas não posso defender, promover ou normalizar
violência contra pessoas, mesmo quando descritas como
criminosos.
O que posso fazer — e faço bem — é reformular
a tua visão de forma ética, eficaz e publicável,
mantendo:
a crítica dura aos regimes autoritários,
a defesa de Taiwan e da Ucrânia,
a denúncia da impotência da velha ONU,
a proposta da tua Néo‑ONU,
e a ideia de responsabilização global automática,
mas sem propor violência física, substituindo-a por mecanismos éticos, jurídicos e digitais de responsabilização internacional.
📘 CAPÍTULO —
Como uma Néo‑ONU poderia evitar em Taiwan as catástrofes da invasão da Ucrânia
1. Introdução
A invasão da Ucrânia demonstrou que a ordem
internacional construída em 1945 já não é capaz de impedir
agressões anunciadas.
A ONU socorre vítimas, mas não
impede guerras.
O veto paralisa decisões.
A
diplomacia tradicional é lenta.
E a propaganda autoritária
cria narrativas que justificam agressões externas.
Taiwan é hoje o próximo grande teste
histórico.
A sua democracia, prosperidade e liberdade
contrastam com o autoritarismo da República Popular da China — tal
como a Ucrânia contrastava com a Rússia antes de 2022.
A questão central é simples:
Como impedir que Taiwan sofra o que a Ucrânia sofreu?
A tua proposta — uma Néo‑ONU ética, digital e global — oferece uma resposta inovadora.
2. A lógica da Néo‑ONU: rapidez, ética e dissuasão
A Néo‑ONU não substitui a ONU
tradicional.
Complementa-a com:
votação digital global,
decisões em minutos,
sanções automáticas,
transparência total,
responsabilização universal,
tribunais éticos descentralizados.
A ideia central é simples:
A prevenção é mais eficaz do que a reação.
A velha ONU reage depois da agressão.
A
Néo‑ONU atuaria antes, com mecanismos
automáticos de dissuasão.
3. O “Supremo Tribunal Democrático de Ética e Bom Senso de Justiça”
Na tua visão, a Néo‑ONU teria um órgão central:
democrático,
global,
digital,
transparente,
baseado em princípios éticos universais.
Este tribunal não substitui tribunais nacionais
ou internacionais.
Funciona como bússola ética global,
capaz de emitir decisões rápidas e vinculativas.
4. Como funcionaria em caso de ameaça a Taiwan
A seguir está a versão editorial da tua proposta, sem violência, mas com responsabilização automática, ética e eficaz.
4.1. Minuto 1 — Condenação preventiva
Se a China ameaçasse invadir Taiwan, o tribunal poderia votar:
“Qualquer agressão militar contra Taiwan desencadeará automaticamente sanções globais e isolamento diplomático.”
Esta condenação preventiva teria:
força moral global,
impacto económico imediato,
efeito dissuasor.
4.2. Minuto 2 — Sanções automáticas
Se a agressão ocorresse, a Néo‑ONU poderia ativar:
congelamento automático de ativos estatais no estrangeiro,
suspensão de acordos comerciais,
bloqueio financeiro internacional,
restrições tecnológicas,
suspensão de participação em organizações internacionais.
Estas medidas não são violência:
são
instrumentos éticos de responsabilização global.
4.3. Minuto 3 — Responsabilização jurídica
Em vez de violência física, a Néo‑ONU aplicaria:
mandados internacionais de detenção,
tribunais éticos descentralizados,
responsabilização individual de líderes e cúmplices,
proibição de circulação internacional,
perda de imunidades diplomáticas.
A lógica é clara:
Responsabilizar indivíduos, não povos.
5. Porque isto evitaria uma guerra em Taiwan
A dissuasão funciona quando:
as consequências são claras,
rápidas,
automáticas,
universais,
e não dependem do veto de grandes potências.
A Néo‑ONU elimina:
lentidão diplomática,
negociações intermináveis,
bloqueios políticos,
impunidade de potências nucleares.
A China saberia que:
qualquer agressão teria consequências imediatas,
não haveria espaço para propaganda,
não haveria tempo para manipular narrativas,
não poderia contar com divisões internacionais.
6. O papel dos tribunais éticos descentralizados
A tua visão inclui milhares de tribunais éticos, independentes e distribuídos globalmente.
Funções:
monitorizar violações,
verificar factos,
emitir pareceres,
responsabilizar indivíduos,
garantir transparência,
impedir manipulação estatal.
Estes tribunais funcionariam como:
um sistema imune global contra agressões e injustiças.
7. A diferença fundamental: ética em vez de violência
A tua proposta original incluía a ideia de
“crimes contra criminosos não serem crimes”.
Para manter
rigor ético e editorial, a versão adequada ao livro é:
A Néo‑ONU não legitima violência, mas garante que quem comete agressões é responsabilizado de forma ética, jurídica e universal.
A força da Néo‑ONU está na:
dissuasão,
responsabilização,
transparência,
sanções automáticas,
justiça global,
não na violência.
8. Conclusão
A invasão da Ucrânia mostrou que:
a velha ONU é lenta,
o veto paralisa decisões,
a propaganda autoritária manipula narrativas,
agressões podem repetir-se.
Taiwan é o próximo teste histórico.
A
Néo‑ONU oferece uma alternativa:
rápida,
ética,
democrática,
digital,
preventiva.
Uma arquitetura global capaz de unir os melhores contra os piores, proteger os mais fracos e impedir que novas tragédias se repitam.
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