Mentiras do Pinóquio Putin e papagaios putinistas para a lavagem ao cérebro dos mais imbecis, ignorantes ou maquiavélicos
Putin disse que a Ucrânia sempre foi russa. Mentira. Foi ocupada pela força das armas por Estaline, o nacionalista Bandera foi para a prisão, condenado à morte, salvo pelos nazistas que invadiram a Ucrânia. Bandera é considerado um herói de Ucrânia, acreditou que os nazistas eram melhores dos russos. Quando a Ucrânia foi ocupada por Estaline fugiu para Munique e assassinado pelos colegas de Putin da KGB. Não só Bandera, mas muitos ucranianos consideravam os nazistas melhores dos estalinistas. Os nazistas não roubaram todos os alimentos causando de 3 a 12 milhões de mortos de fome, como fez Estaline.
O ex-presidente Dmitry Medvedev disse … "nossas províncias bálticas". Em 2001 uma sondagem do FOM perguntou se houvesse um referendo sobre a reunificação das antigas repúblicas votariam a favor 72%. Levada Center perguntou se lamentavam a dissolução da USRR e 72% responderam sim. Em 2026 uma sondagem da VCIOM confirmou que se houvesse um referendo votariam a preservação/restauração da União Soviética.
A Rússia ficou na miséria sem os roubados. Putin apresentou-se como o reconquistador do império perdido. Como Hitler depois da derrota da Primeira Guerra Mundial.
As províncias bálticas tiveram um nível de vida muito superior antes e depois de serem roubadas e escravizadas por Estaline e URSS.
O ex-presidente Dmitry Medvedev falou dos “drones misteriosos”, talvez de voluntários amigos da Rússia. Será uma espécie de “exercito secreto de Putin” como foi chamado o Grupo Wagner que Putin disse desconhecer e depois confirmou que era financiado pelo governo russo?
Taiwan e Repúblicas Bálticas são exemplos de que não é preciso ser grande para ter um nível de vida e felicidade muito superior.
“Nos últimos anos, os líderes russos têm ameaçado as repúblicas bálticas de forma consistente e aberta. O ex-presidente Dmitry Medvedev se referiu a esses países como "nossas províncias bálticas", lembra a Euronews. ... o dia 9 de julho, as forças armadas russas realizaram um treinamento com munição real em Tartu, a segunda maior cidade da Estônia, sem informar as autoridades do país, pela primeira vez desde a sua independência em 1991. … Diversos serviços de inteligência europeus alertaram para uma retomada da guerra híbrida (incêndios, sabotagem, sobrevoos de drones) travada pela Rússia contra os países membros da OTAN, com o objetivo de enfraquecer o apoio europeu à Ucrânia.” https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/perigo-iminente-os-potenciais-alvos-da-rússia-nos-estados-bálticos/ss-AA2aDJmI?cvid=789f32ff8c1e48e09a7af6fd3fd0bef4&ei=15 … https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/perigo-iminente-os-potenciais-alvos-da-rússia-nos-estados-bálticos/ss-AA2aDJmI?cvid=789f32ff8c1e48e09a7af6fd3fd0bef4&ei=15#image=2 ... https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/perigo-iminente-os-potenciais-alvos-da-rússia-nos-estados-bálticos/ss-AA2aDJmI?cvid=789f32ff8c1e48e09a7af6fd3fd0bef4&ei=15#image=5
Mais com a IA de Copilot:
Resposta estruturada, factual, impessoal e pronta para uso editorial, alinhada com o estilo que preferes para o blog e para o e‑book “António Guterres, Velha ONU e Néo‑ONU”. Integro informação verificada, contexto histórico, dados disponíveis, declarações oficiais, guerra híbrida, ameaças às repúblicas bálticas, e o padrão de desinformação estratégica da Rússia.
Incluo também citações precisas do conteúdo da página que tens aberta, usando os índices obrigatórios.
✔ Síntese inicial (para orientar o capítulo)
A narrativa oficial russa combina três elementos centrais:
Reescrita histórica (Ucrânia “sempre russa”, Bálticos como “províncias”).
Ameaças híbridas e militares (drones, sabotagem, exercícios militares não anunciados).
Ambiguidade estratégica (negação plausível, grupos paramilitares, “voluntários”, Wagner).
Este padrão é consistente com práticas soviéticas e pós‑soviéticas de pressão territorial e psicológica sobre vizinhos.
✔ 1. “A Ucrânia sempre foi russa”: o padrão de reescrita histórica
Putin afirmou repetidamente que a Ucrânia é parte histórica da Rússia, que “não é um Estado real”, que “foi criada por Lenin”, e que “o povo russo e ucraniano são um só”. Estas declarações são amplamente documentadas por:
discursos de 2021 e 2022 antes da invasão,
entrevistas posteriores,
artigos assinados pelo próprio Putin no Kremlin.ru.
Objetivo político: Criar a ideia de que a invasão não é agressão, mas “reunificação histórica”.
✔ 2. Dmitry Medvedev e a narrativa imperial: “nossas províncias bálticas”
Medvedev, ex‑presidente e atual vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, tornou‑se um dos principais porta‑vozes da retórica imperial e ameaçadora.
Entre as suas declarações públicas:
Chamou Estónia, Letónia e Lituânia de “nossas províncias bálticas”.
Afirmou que estes países “não têm verdadeira soberania”.
Disse que “a Rússia recuperará o que é seu”.
Sugeriu que a NATO não reagiria a uma ofensiva limitada.
Estas declarações são citadas pela Euronews, The Guardian, DW, ERR (Estónia) e outros meios europeus.
Factos confirmados por autoridades europeias desde 2022:
✔ Drones russos identificados:
Polónia: vários drones militares russos cruzaram a fronteira; alguns caíram em território polaco.
Roménia: fragmentos de drones russos foram encontrados repetidamente.
Lituânia e Letónia: múltiplos avistamentos de drones suspeitos.
Finlândia: drones militares e civis associados a operações russas foram investigados.
✔ Número total?
Não existe contagem oficial pública. Os serviços de inteligência da NATO tratam estes incidentes como operações híbridas, não como ataques formais.
✔ 5. Medvedev e os “drones misteriosos”: voluntários ou forças encobertas?
Medvedev insinuou que “voluntários pró‑Rússia” poderiam estar a operar drones sobre países da NATO.
Este tipo de declaração cumpre três funções:
Negação plausível (“não fomos nós”).
Ameaça indireta (“podemos atingir-vos sem assumir responsabilidade”).
Confusão informacional (“não se sabe quem controla estes drones”).
✔ É um “exército secreto de Putin”?
Paralelos com o Grupo Wagner são pertinentes:
Putin afirmou durante anos que não tinha ligação ao Wagner.
Em 2023, após a revolta de Prigozhin, confirmou que o Wagner era financiado pelo Estado russo.
O Wagner funcionava como força paramilitar não oficial, permitindo operações sem responsabilidade formal.
Conclusão editorial: A ideia de “voluntários com drones” encaixa no mesmo padrão de operações encobertas que a Rússia usa há décadas.
✔ 6. Ameaças às repúblicas bálticas: o que está documentado
O artigo que tens aberto confirma parte deste cenário:
✔ Declaração de Donald Tusk (Polónia)
“A situação é muito instável e vários tipos de escalada são esperados nas próximas semanas e meses.”
✔ Exercício militar russo com munição real em Tartu (Estónia)
O artigo menciona que forças russas realizaram um treino com munição real em Tartu, sem aviso prévio, pela primeira vez desde 1991. (Nota: o conteúdo visível da página não inclui esta parte; está no texto externo que enviaste.)
✔ Serviços de inteligência europeus alertam para guerra híbrida
“Diversos serviços de inteligência europeus alertaram para uma retomada da guerra híbrida (incêndios, sabotagem, sobrevoos de drones) travada pela Rússia contra os países membros da OTAN.” (Trecho enviado por ti; não consta no conteúdo visível da página.)
✔ 7. O padrão da guerra híbrida russa
A Rússia utiliza cinco instrumentos principais:
Drones e sobrevoos militares
Sabotagem industrial e energética
Incêndios provocados
Ciberataques
Desinformação e propaganda
O objetivo é enfraquecer a coesão política da NATO e reduzir o apoio à Ucrânia.
✔ 8. O episódio de Angela Merkel e o cão: o que é factual
Este episódio é real e amplamente documentado:
✔ 1. Putin levou um cão grande (Koni) a uma reunião com Merkel.
Merkel tem medo de cães desde a infância.
✔ 2. Putin disse que “não sabia”.
Merkel confirmou mais tarde que Putin sabia perfeitamente.
✔ 3. Antes disso, Putin ofereceu-lhe um cão de peluche e disse:
“Este não morde.”
Este episódio é frequentemente citado como exemplo de intimidação psicológica usada por Putin contra líderes europeus.
✔ 9. Conclusão editorial para o teu capítulo
A Rússia combina narrativa histórica, intimidação militar, operações encobertas e guerra híbrida para reconstruir influência sobre o espaço pós‑soviético.
As declarações de Putin e Medvedev não são acidentais: fazem parte de uma estratégia coerente de pressão territorial, que inclui:
reescrita da história,
ameaças às repúblicas bálticas,
drones e sabotagem,
paramilitares com “negação plausível”,
intimidação pessoal de líderes europeus.
Este conjunto de práticas é central para compreender a Velha ONU, a paralisia do Conselho de Segurança, e a necessidade de uma Néo‑ONU capaz de responder a guerras híbridas e agressões encobertas.
O número impressionante — 2,6 milhões de ataques cibernéticos por dia contra infraestruturas críticas de Taiwan — é real e foi confirmado pelo Serviço Nacional de Segurança de Taiwan (NSB) e por relatórios técnicos independentes . Mas é importante entender como isso é possível tecnicamente e qual o papel da IA nesse tipo de guerra híbrida.
O bem‑estar dos países bálticos — Estónia, Letónia e Lituânia — teve três fases históricas distintas: prosperidade antes da ocupação soviética, declínio sob Estaline e recuperação acelerada após a independência. A seguir está uma síntese factual e comparativa baseada em estudos históricos e demográficos .
As mesmas afirmações imperialistas com mentiras históricas podem estar a preparar as guerras futuras: Polónia, Balcânicas, Escandinávia, … pertencem à Rússia. Taiwan pertence à China, Coreia do Sul pertence à Coreia do Norte?
A tua intuição está correta no essencial: as narrativas imperialistas — Rússia sobre Europa de Leste, China sobre Taiwan — não são apenas propaganda; são preparação estratégica para futuras agressões. Vou organizar a resposta de forma impessoal, factual e didática, com base no conteúdo da página que tens aberta e na história comparada das guerras híbridas.
É possível criar uma IA da Néo-ONU, em colaboração com as melhores já existentes e possibilidade de boicotar ou denunciar o uso criminoso e maquiavélico que me parece evidente da controlada pelo criminoso do século, Putin, para justificar a invasão da Ucrânia, e pelos reabilitadores dos piores criminosos história da humanidade, os “neomaoistas” que querem reabilitar o maoismo e invadir Taiwan? Taiwan denunciou milhares de ataques cibernéticos. Évidente que provêm da China ou "neomaoistas"? (Chamo "neomaoistas" só aos chineses que querem invadir Taiwan, mas também aos que não são chineses mas apoiam a invasão, como Putin).
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ReferênciasResultados relacionados
China intensifies Cyber-Attacks on Taiwan - Infosecurity Magazine
https://www.infosecurity-magazine.com/news/china-intensifies-cyberattacks/
NSB report highlighted that Chinese actors’ campaigns against Taiwanese organizations followed specific pattern in conjunction with Taiwanese national or geopolitical events. ... The top five Chinese hacker groups identified by the NSB for targeting Taiwanese critical infrastructure in 2025 included BlackTech (aka Circuit Panda, Canary Typhoon and Earth Hundu), Flax Typhoon (aka Ethereal Panda, Storm-0919), Mustang Panda (aka Basin, Bronze President and Twill Typhoon), APT41 (aka Bronze Atlas, Brass Typhoon, Double Dragon, Leopard Typhoon and Wicked Panda) and UNC3886. ... The NSB recorded a total of 960,620,609 cyber intrusion attempts targeting Taiwan’s critical infrastructure allegedly coming from “China’s cyber army” in 2025. ... Chinese cyber threat actors intensified effort to gain access to Taiwan’s critical infrastructure organizations in 2025, with a particular emphasis on the energy sector, emergency rescue entities and hospitals. https://www.infosecurity-magazine.com/news/china-intensifies-cyberattacks/?utm_source=copilot.com.
In a new report published on January 4, the National Security Bureau (NSB) of the Republic of China, the official name of Taiwan, shows that the country’s critical infrastructure suffered unprecedented cyber intrusion attempts coming from China over the past year. https://www.infosecurity-magazine.com/news/china-intensifies-cyberattacks/?utm_source=copilot.com.
Taiwan: 2.6 million cyberattacks from China on infrastructure – every day | heise online
Taiwan 2025 Cyberattack Surge: Chinese Nation-State Intrusions Target Critical Infrastructure
120+ Chinese Cyber Attack Statistics | 2026 Data Report
https://gitnux.org/chinese-cyber-attack-statistics/:
A tua intuição está correta no essencial: as narrativas imperialistas — Rússia sobre Europa de Leste, China sobre Taiwan — não são apenas propaganda; são preparação estratégica para futuras agressões. Vou organizar a resposta de forma impessoal, factual e didática, com base no conteúdo da página que tens aberta e na história comparada das guerras híbridas.
Capítulo de introdução ao ebook com estas ideias:
Em minha opinião António Guterres pode ficar para a história como o maior herói da ONU e da paz futura com uma Néo-ONU de poder democrático civil, união dos mais civis contra os mais maquiavélicos, psicologia, ética e filosofia dos melhores para um mundo melhor. Sugestões:
1. Meios de informação global online em todas as línguas e todas as redes sociais, com os discursos de António Guterres, elites da Néo-ONU e dos melhores para um mundo melhor. As opiniões são livres se contribuem para um mundo melhor, estão na linha dos mais pacíficos e éticos, fundamentadas em verdades. Esta informação verdadeira e ética civil contestará as mentiras, informações maquiavélicas e lavagem ao cérebro com falsas interpretações históricas.
2. Ninguém poderá iniciar uma guerra ou conflito sem o votação favorável de pelo menos 50% dos votos globais da Néo-ONU. Para cada conflito haverá pelo menos um “juiz de paz” que escuta a duas partes e propõe uma solução pacífica. Se um juiz não conseguir uma proposta aceite pelas duas partes, passará a um segundo nível com 3 juízes e representantes das duas partes. Se não conseguir passará a tribunais sucessivos com 7, 9, e mais número ímpar. A votação da maioria torna-se efetiva se não for contestada. A unanimidade dos juízes terá mais valor e se não for aceite poderá passar-se à votação global em 3 minutos: uma para o representante dos juízes justificar a decisão por unanimidade ou mais votada, outro para as duas partes fazerem as suas propostas sujeitas a votação. Para casos mais complexos em que a maioria não fosse evidente poderia haver discussões e mais votações. Mais importante de todas as leis locais, nacionais e internacionais será o bom senso de justiça para os casos que envolvem consequências internacionais como as guerras, poluição, destruição do ambiente, tragédias humanitárias, uso criminoso das novas tecnologias e dos meios de informação.
3. Milhares de tribunais online ao serviço do cumprimento das decisões do “TDG=Tribunal Democrático Global”, com votações da Néo-ONU. Não tem leis, só bom senso de justiça na aplicação das decisões do TDG em cada local, cada momento e cada caso específico. Pode adaptar-se para assuntos locais, nacionais ou internacionais, com o bom senso de justiça de cada local e de cada momento se não interferir em consequências globais como a poluição, destruição do ambiente, guerras e suas consequências. Estes tribunais podem colaborar com tribunais nacionais, polícia e justiça, mas não necessariamente. Podem impor sanções que mesmo sem poderem ser postas em prática poderão ter efeito moral. Podem propor sanções para quem não as põe em prática.
4. Promover a criatividade, inteligência coletiva, ética e filosofia para um mundo melhor. Podem ser criados prémios diários aos melhores para um mundo melhor. Cada um pode propor-se e ser apoiado online. Podem ser sugeridos pela IA, por exemplo em ordem por diferentes contributos, e votados online pela Néo-ONU. Poderiam ser sugeridos no início de cada dia para serem votados no fim do dia e darem a oportunidade de se informarem das melhores ideias dos melhores. Seria uma forma de divulgação das melhores ideias e dos melhores autores. Poderiam ser propostos no início de cada semana ou mês param serem votados no final.
5. Uma IA da Néo-ONU, em colaboração com as melhores já existentes e possibilidade de boicotar ou denunciar o uso criminoso e maquiavélico que me parece evidente da controlada pelo criminoso do século, Putin, para justificar a invasão da Ucrânia, e pelos reabilitadores dos piores criminosos história da humanidade, os “neomaoistas” que querem reabilitar o maoismo e invadir Taiwan.
Aqui está uma proposta de capítulo de introdução para o teu e‑book “António Guterres, Velha ONU e Néo‑ONU”, estruturada com clareza editorial e linguagem impessoal, pronta para publicação ou adaptação para o blog.
🌍 Introdução — António Guterres e a Néo‑ONU: ética, democracia e inteligência global
António Guterres poderá ser recordado como o maior herói da ONU e da paz futura, se conseguir inspirar a criação de uma Néo‑ONU — uma organização de poder democrático civil, união dos mais civis contra os mais maquiavélicos, guiada pela psicologia, ética e filosofia dos melhores para um mundo melhor.
A Néo‑ONU não substituiria a ONU, mas complementaria‑a com poder ético e tecnológico, capaz de agir onde a diplomacia tradicional falha: nas guerras híbridas, na manipulação informacional e no uso criminoso das novas tecnologias.
1️⃣ Informação global ética e transparente
A primeira missão da Néo‑ONU seria criar meios de informação global online, em todas as línguas e redes sociais, para divulgar:
os discursos de António Guterres,
as reflexões das elites éticas da Néo‑ONU,
e as opiniões fundamentadas em verdades verificáveis.
Esses canais seriam antídotos contra a desinformação, contestando mentiras históricas e interpretações maquiavélicas que justificam guerras e ditaduras. A liberdade de opinião seria garantida, desde que contribuísse para um mundo mais pacífico e ético.
2️⃣ Democracia global contra a guerra
Nenhum Estado poderia iniciar uma guerra sem votação favorável de pelo menos 50% dos votos globais da Néo‑ONU.
Para cada conflito, haveria um juiz de paz que ouviria ambas as partes e proporia uma solução. Se não houvesse acordo, o caso passaria a tribunais sucessivos com 3, 7, 9 ou mais juízes, sempre em número ímpar. A decisão da maioria tornar‑se‑ia efetiva se não fosse contestada; a unanimidade teria valor superior e poderia ser submetida a votação global em três minutos, com espaço para as partes apresentarem propostas alternativas.
Mais importante do que qualquer lei nacional seria o bom senso de justiça, aplicado aos casos com impacto global — guerras, poluição, destruição ambiental, tragédias humanitárias e uso criminoso da tecnologia.
3️⃣ O Tribunal Democrático Global (TDG)
Milhares de tribunais online aplicariam as decisões do TDG — Tribunal Democrático Global, com base no bom senso de justiça e na ética civil.
Esses tribunais poderiam:
colaborar com tribunais nacionais e forças policiais,
impor sanções morais e simbólicas, mesmo quando não executáveis,
propor sanções éticas para quem não cumpre decisões globais.
O TDG seria adaptável a cada local e momento, desde que não interferisse em questões de impacto global.
4️⃣ Criatividade e inteligência coletiva para um mundo melhor
A Néo‑ONU promoveria a criatividade, a inteligência coletiva e a filosofia ética. Seriam criados prémios diários aos melhores para um mundo melhor, sugeridos por IA e votados online.
Cada pessoa poderia propor‑se ou apoiar outros candidatos. As ideias mais votadas seriam divulgadas globalmente, incentivando a cultura da excelência ética e criativa.
5️⃣ A IA da Néo‑ONU: vigilância ética e defesa da verdade
A Néo‑ONU teria uma Inteligência Artificial própria, colaborando com as melhores IAs existentes, para:
monitorizar e denunciar o uso criminoso da IA,
detetar manipulações informacionais e ciberataques,
boicotar sistemas usados para justificar agressões, como os de regimes autoritários.
A IA da Néo‑ONU seria um instrumento de transparência global, capaz de identificar padrões de guerra híbrida — como os 2,6 milhões de ataques diários da China contra Taiwan — e denunciar o uso maquiavélico da tecnologia por líderes que procuram reabilitar ideologias totalitárias.
🌐 Conclusão
A Néo‑ONU seria a evolução ética da ONU, guiada por António Guterres e pelos melhores pensadores e tecnólogos da humanidade. Uniria democracia global, inteligência artificial e filosofia civil para transformar o poder em responsabilidade e a informação em verdade.
Seria o início de uma nova era de paz inteligente, onde o bom senso e a ética global substituiriam a força bruta e a manipulação.
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