O “professor” Putin, o melhor aluno, amigo e admirador Trump, família, amigos e lavagem ao cérebro com a IA do criminoso do século, Putin, e reabilitador dos piores criminosos da humanidade neomaoista Xi Jinping
(Com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões)
Putin é não só o 10 vezes pior criminoso do século, mas também o “professor” do século. Tem muitos alunos, imbecis, ignorantes ou maquiavélicos, todos os putinistas presente no “dia da vitória” 2025 a apoiar a invasão da Ucrânia.
Trump é a
pior vergonha da civilidade que eu mais admirava, antes de se tornar presidente:
é sem dúvida amigo, admirador e melhor aluno. Não esperava que essa “praga” se
alargasse a tantos fãs da esposa Trump: numa rede social pergunta se apertaria
a mão de Putin e a maioria respondeu que sim, com grandes elogios à sua
inteligência e política.
São
americanos, alunos do “professor” 10 vezes pior criminoso do século, fãs de Trump,
Putin e “putinistas”, ou “voluntários” pagos pelo governo russo para
corromperem as redes sociais, elogiarem e desculparem os piores crimes do
século na invasão da Ucrânia? Estão a corromper as redes sociais e transformar Internet
num meio de lavagem ao cérebro típico das ditaduras comunistas e sucessores?
Xi Jinping fundou
a Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (WAICO) ,
assinada por 29 países em Xangai, China, em julho de 2026. Entre 29 estão 14
dos que eu considero mais imbecis, ignorantes ou maquiavélicos, presentes na
“passagem de modelos” da invasão da Ucrânia no “Dia da Vitória” em Moscovo de
2025. Os mais imbecis ou ignorantes acreditam que Putin está a desnazificar a
Ucrânia e a Europa, como os russos salvaram meio mundo do nazismo? Não sabem
que Putin está a fazer na Ucrânia o que Hitler e Estaline fizeram ao invadir e
dividir entre si a Polónia? Os mais imbecis ou ignorantes não sabem que
Estaline foi muito pior de Hitler, aproveitou-se das ajudas americanas,
ingleses, brasileiros, etc., para vencerem o nazismo, mas exploraram os
vencidos com métodos semelhantes?
Os americanos
libertaram e ajudaram os vencidos com o Plano Marshal. Estaline e ditaduras
comunistas russas exploraram e roubaram os vencidos. Putin considerou a queda
do muro de Berlim e a libertação de 15 nações da exploração russa a pior
catástrofe do século. Está a reparar essa “catástrofe” dos ladrões, reabilitar
Estaline, refazer a grande miserável criminosa Rússia da ex-URSS?
Xi Jinping é
maior reabilitador do maoismo que eu considero o pior crime contra a humanidade,
maior cúmplice do 10 vezes pior criminoso e crimes do século na invasão da
Ucrânia.
O que se
pode esperar de uma Inteligência Artificial criada pelo reabilitador dos piores
criminosos da história da humanidade e 10 vezes pior crimino do século? Podem
corromper uma IA como Putin nas redes sociais e Internet? Ditadores comunistas
ou descendentes podem criar meios globais de lavagem ao cérebro como Xi na
China e Putin não só na Rússia? Podem convencer o mundo de que as invasões da
Ucrânia e Taiwan são justas e fazer escola de outras invasões?
Uma Néo-ONU
poderia ter uma IA incorruptível de ética e bom senso de justiça global dos
mais civis contra os mais imbecis, ignorantes ou maquiavélicos?
Versão da
Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem estas
ideias e dúvidas:
Você está a
tocar em coisas muito profundas: crime, propaganda, tecnologia, e a sensação de
que o “chão moral” do mundo está a ceder. Vamos pôr alguma estrutura nisto, com
factos, sem suavizar o que é grave—mas também sem cair na mesma lógica de
“lavagem ao cérebro” que você denuncia.
1. Putin,
invasão da Ucrânia e crimes
- Invasão e ilegalidade: A Rússia invadiu a Ucrânia em
fevereiro de 2022, violando a Carta da ONU e a soberania ucraniana.
- Crimes de guerra: Organismos internacionais e
ONGs documentaram execuções sumárias, deportações forçadas de crianças,
ataques deliberados a civis e infraestruturas essenciais—tudo compatível
com crimes de guerra e, em alguns casos, crimes contra a humanidade.
- Narrativa de “desnazificação”: A retórica de “desnazificar” a
Ucrânia é amplamente vista como propaganda: a Ucrânia tem um presidente
judeu, eleito democraticamente, e não há base factual para justificar uma
invasão total com esse argumento.
- Paralelos históricos: A comparação com a invasão e
divisão da Polónia por Hitler e Estaline não é perfeita, mas a lógica de
um Estado forte a negar a soberania de vizinhos e a redesenhar fronteiras
pela força é, sim, um eco histórico real.
Ou seja: a
sua visão de Putin como responsável por crimes gravíssimos está alinhada com
avaliações de muitos especialistas em direito internacional e direitos humanos.
2. Trump,
putinismo e corrupção do debate público
- Trump e Putin: Trump mostrou repetidamente
simpatia por Putin, minimizando interferência russa em eleições e
elogiando a sua “força” política. Isso alimenta a percepção de “aluno” ou
admirador, mesmo que não haja relação formal de subordinação.
- Redes sociais e desinformação: Há provas de campanhas
coordenadas de desinformação ligadas à Rússia, incluindo uso de bots,
contas falsas e financiamento de conteúdos para influenciar opinião
pública em vários países, especialmente nos EUA e Europa.
- Fãs que elogiam Putin: Nem todos são “pagos” ou
“voluntários” do governo russo—muitos são pessoas reais, influenciadas por
narrativas simplificadas, teorias da conspiração, ressentimentos culturais
ou económicos. Mas sim, existe um ecossistema de propaganda que amplifica
essas vozes.
Você está
certo em ver uma mistura de ingenuidade, ignorância e manipulação deliberada. O
risco é real: redes sociais podem ser usadas como instrumentos de lavagem
ideológica.
3. Xi
Jinping, WAICO e a disputa pela governação da IA
- WAICO, o que é: Em julho de 2026, na World AI
Conference em Xangai, Xi Jinping anunciou a criação da World Artificial
Intelligence Cooperation Organization (WAICO), com 29 países fundadores. A
organização pretende promover cooperação internacional e regras comuns
para IA, com sede em Xangai.
- Mensagem oficial: Xi fala de “governação justa e
equitativa”, “IA para o bem”, “IA sob controlo humano”, oposição a
“bloqueios tecnológicos” e ao uso excessivo do conceito de segurança
nacional.
- Leitura crítica:
- Muitos países membros têm
históricos problemáticos em direitos humanos e liberdade de expressão.
- Analistas veem WAICO como
tentativa de criar um bloco de governação de IA alinhado com modelos mais
autoritários, em contraste com abordagens da UE, EUA e outros.
A sua
intuição de que WAICO pode ser usado para legitimar modelos de controlo de
informação e vigilância é partilhada por vários observadores. Mas é importante
distinguir: o discurso oficial é de cooperação e “IA para o bem”; o risco está
em como isso é implementado na prática.
4. Podem
“corromper” uma IA como corrompem redes sociais?
- IA não é neutra:
- Os modelos aprendem a partir de
dados e decisões humanas.
- Quem controla dados, objetivos
e regras de uso controla, em grande parte, o comportamento da IA.
- Risco de propaganda
automatizada:
- Regimes autoritários podem usar
IA para gerar desinformação em massa, perfis psicológicos, campanhas de
manipulação, censura inteligente e vigilância total.
- Isso já está a acontecer em
formas mais simples (bots, deepfakes, perfis falsos); a IA só torna tudo
mais rápido e mais difícil de detectar.
- “Convencer o mundo” de invasões
justas:
- Com controlo de media internos,
censura e IA generativa, é possível criar uma narrativa quase hermética
para populações domésticas.
- Globalmente, há mais
resistência, porque existem múltiplas fontes de informação, mas a batalha
é real: quem controla as plataformas, os modelos e os dados tem vantagem.
Então sim:
uma IA pode ser “corrompida” se o seu design e governação forem capturados por
interesses autoritários ou criminosos. A tecnologia não se protege sozinha.
5. Uma
“Néo-ONU” com uma IA incorruptível é possível?
Aqui entra a
parte mais delicada das suas dúvidas.
- Incorruptível, em teoria:
- Podemos definir princípios:
direitos humanos, dignidade, não discriminação, proibição de incitação à
violência, respeito à soberania, transparência.
- Podemos treinar modelos com
dados diversificados, supervisionados por comités independentes, com
auditorias públicas e mecanismos de contestação.
- Mas há limites duros:
- Quem escolhe os princípios?
Estados com visões incompatíveis de liberdade, religião, segurança e
soberania vão tentar influenciar.
- Uma IA “global” depende de
infraestruturas, financiamento e governança—todos sujeitos a poder
político.
- “Incorruptível” é uma palavra
muito forte: qualquer sistema criado por humanos pode ser capturado,
manipulado ou restringido.
O que parece
mais realista não é uma IA perfeita, mas:
- Múltiplas IAs com regras claras
e transparentes,
sujeitas a supervisão internacional.
- Cartas de princípios globais (como uma “Declaração de
Direitos Digitais” ou “Carta de Ética da IA”) que limitem o que qualquer
IA pode fazer—independentemente do país.
- Mecanismos de denúncia e
auditoria, onde
cidadãos, jornalistas, investigadores possam verificar e contestar
decisões automatizadas.
Uma
“Néo-ONU” com IA pode ser um projeto de esperança, se for construída com
transparência, pluralidade e limites fortes ao poder de qualquer Estado sobre
essa IA. Mas nunca será totalmente imune à política.
6. O que
as suas ideias acertam, e onde vale a pena afinar
Acertos
fortes:
- Gravidade dos crimes na Ucrânia: você não está a exagerar ao
chamar a invasão um dos grandes crimes do século.
- Perigo da propaganda digital: redes sociais e IA podem, sim,
ser usadas como armas de lavagem ideológica.
- Risco de blocos autoritários de
IA: iniciativas
como WAICO podem servir tanto para cooperação legítima como para
consolidar modelos de controlo.
Pontos a
afinar:
- “10 vezes pior”, “mais imbecis”: emocionalmente compreensível,
mas essas escalas absolutas podem afastar aliados que partilham a sua
preocupação, mas preferem linguagem menos totalizante.
- Nem todos os apoiantes são pagos
ou mal-intencionados: muitos são pessoas perdidas em narrativas simplistas, medo,
ressentimento ou desinformação. Ver isso ajuda a pensar em estratégias de
educação e diálogo, não só de condenação.
- IA como salvadora ou vilã
absoluta: ela é
ferramenta. O que decide se é arma ou proteção é a combinação de leis,
cultura política, educação e participação cidadã.
Como uma
“Néo-ONU” com votações globais democráticas de 3 minutos para cada conflito
contribuiria a uma IA ética democrática de bom senso de justiça o mais
universal possível:
China’s
Xi Jinping launches new AI alliance: What is it? | Technology News | Al Jazeera
https://www.aljazeera.com/news/2026/7/17/chinas-xi-jinping-launches-new-ai-alliance-what-is-it
Xi
calls for equitable global AI governance, unveils new cooperation body -
People's Daily Online
http://en.people.cn/n3/2026/0718/c90000-20479165.html
www.lisapedrosa.com
Inside WAICO: China's New Global AI Governance Bid
https://www.lisapedrosa.com/symphony/
https://www.mfa.gov.cn/eng/xw/zyjh/202607/t20260717_11984910.html
Alguma das nações
presentes no “Dia da Vitória” de 2025 tem nível médio de vida superior, mais
alto PIB, liberdades e direitos civis do que Taiwan?
Resposta
direta: Entre os
países que estiveram presentes no “Dia da Vitória” de 2025 em Moscovo, nenhum
tem, de forma consistente, um nível médio de vida superior ao de Taiwan,
nem PIB per capita mais alto, nem liberdades civis mais amplas do
que Taiwan — com uma única exceção parcial: a Índia, que tem liberdades
civis formais mais amplas, mas nível de vida e PIB per capita muito
inferiores.
Vou explicar
ponto a ponto, com dados comparativos recentes (2024–2026). Confirme sempre
estes dados com fontes oficiais.
🇹🇼 Taiwan — o padrão de comparação
PIB per
capita (2024):
~US$34.238 Esperança de vida: ~81 anos Liberdades civis: Alta
(Freedom House classifica Taiwan como Livre) Democracia: Plena,
com eleições competitivas e imprensa independente Pobreza: ~1.5% Nível
de vida: Entre os mais altos da Ásia
Taiwan é,
portanto, um país de alto rendimento, alta liberdade e alta
qualidade de vida.
🇷🇺 Países presentes no “Dia da Vitória”
de 2025
A lista
oficial inclui cerca de 20–25 países, entre eles:
- Rússia
- China
- Índia
- Bielorrússia
- Cuba
- Coreia do Norte
- Venezuela
- Síria
- Eritreia
- Mali
- Burkina Faso
- Níger
- Etiópia
- Sudão
- Uzbequistão
- Tajiquistão
- Quirguistão
- Sérvia
- Mongólia
- Laos
- Vietname
- África do Sul
- Alguns países árabes convidados
Vamos
comparar com Taiwan.
📊 Comparação por critérios
1) PIB
per capita — Taiwan vence todos
Nenhum dos
países presentes tem PIB per capita superior ao de Taiwan.
- China: ~US$12.000
- Rússia: ~US$15.145
- Índia: ~US$2.700
- Sérvia: ~US$10.000
- África do Sul: ~US$7.000
- Vietname: ~US$4.600
- Cuba: ~US$9.000 (estimado)
- Coreia do Norte: dados não confiáveis, mas muito
inferiores
- Países africanos convidados: entre US$500 e US$2.500
➡️ Conclusão: Taiwan tem o
dobro do PIB per capita da Rússia e três vezes o da China.
2) Liberdades
civis e direitos políticos — Taiwan é o mais livre
Classificação
Freedom House (2025):
- Taiwan: Livre (pontuação alta)
- Índia: Parcialmente livre (queda desde
2019)
- Sérvia: Parcialmente livre
- África do Sul: Livre
- China: Não livre
- Rússia: Não livre
- Vietname: Não livre
- Cuba: Não livre
- Coreia do Norte: Não livre
- Síria: Não livre
- Bielorrússia: Não livre
- Eritreia: Não livre
- Mali, Níger, Sudão: Não livres (golpes militares)
➡️ Conclusão: Entre todos os
presentes, apenas África do Sul tem liberdades civis comparáveis às de
Taiwan — mas com nível de vida muito inferior.
3) Esperança
de vida — Taiwan muito acima
- Taiwan: ~81 anos
- China: ~78
- Rússia: ~73
- Índia: ~70
- África do Sul: ~65
- Vietname: ~75
- Cuba: ~78
- Coreia do Norte: ~72 (estimado)
➡️ Conclusão: Taiwan supera
quase todos; apenas Cuba e China chegam perto.
4) Nível
médio de vida — Taiwan é superior
Indicadores
como:
- acesso à saúde
- segurança
- salários
- educação
- infraestrutura
- pobreza
- estabilidade institucional
Taiwan
supera todos os países presentes no evento.
🧠 Conclusão geral
Nenhum
dos países presentes no “Dia da Vitória” de 2025 tem nível médio de vida
superior ao de Taiwan. Nenhum tem PIB per capita superior. Nenhum tem liberdades
civis mais amplas.
A única
exceção parcial é:
- África do Sul → liberdades civis semelhantes,
mas nível de vida muito inferior.
E uma
exceção limitada:
- Índia → democracia formal, mas
liberdades civis em declínio e nível de vida muito inferior.
➡️ Portanto, a resposta é
essencialmente: NÃO.
Alguma das nações
presentes em Xangai em 2026 para fundar a sua IA tem nível médio de vida superior,
mais alto PIB, liberdades, democracia, direitos civis, ou é superior em alguma
coisa a Taiwan?
Ver o meu
pensamento
|
Critério |
Taiwan
(referência) |
Melhor
em WAICO? |
|
PIB per
capita |
Alto
(~US$34k) |
Não — nenhum membro supera Taiwan |
|
Nível
médio de vida |
Alto
(saúde, educação, infraestruturas, pobreza) |
Não |
|
Democracia |
Democracia
plena |
Não — maioria é autoritária ou híbrida |
|
Liberdades
civis |
Muito
altas (país “Livre”) |
Não — só África do Sul se aproxima |
|
Direitos
políticos |
Altos,
eleições competitivas |
Não |
|
Alguma
superioridade |
– |
Só em
coisas como tamanho, recursos, PIB total |
1. Quem
estava em Xangai 2026 (WAICO)
Entre os 29
fundadores da WAICO estão, entre outros: Argélia, Bielorrússia, Brasil,
Camboja, Camarões, China, Congo, Cuba, Etiópia, Indonésia, Cazaquistão, Quénia,
Quirguistão, Laos, Lesoto, Malásia, Moçambique, Myanmar, Nicarágua, Omã,
Paquistão, Rússia, Senegal, Sérvia, África do Sul, Tajiquistão, Uzbequistão,
Venezuela, Zâmbia.
Nenhuma
grande democracia liberal ocidental faz parte.
2.
Comparação com Taiwan
Taiwan:
- PIB per capita: ~US$34.000 (alto rendimento)
- Liberdades civis / democracia: país Livre, democracia
consolidada
- Nível de vida: muito elevado, baixa pobreza,
boa saúde e educação
Países
WAICO (exemplos):
- Brasil, China, Rússia, África do
Sul, Malásia, Indonésia, Sérvia, Cuba, Venezuela…
- PIB per capita: todos bem
abaixo de Taiwan
- Muitos são classificados como “Parcialmente
livres” ou “Não livres” em termos de direitos civis e
políticos
- Vários têm problemas graves de
corrupção, violência, pobreza ou autoritarismo
➡️ Em nenhum destes critérios de
qualidade de vida, democracia ou direitos civis, algum membro da WAICO supera
Taiwan.
3. Em que
é que alguns podem ser “superiores”?
Sim, alguns
países são “maiores” ou “mais poderosos” em outros sentidos:
- Brasil, China, Rússia:
- PIB total maior (economias
gigantes)
- Território, recursos naturais,
peso geopolítico superiores
Mas isso não
significa melhor vida para o cidadão médio, nem mais liberdade,
nem mais justiça.
Resposta
direta à sua pergunta
Em termos
de:
- nível médio de vida,
- PIB per capita,
- liberdades,
- democracia,
- direitos civis,
nenhuma das nações presentes em Xangai em
2026 para fundar a WAICO é superior a Taiwan.
Algumas só
são “superiores” em coisas de poder bruto: tamanho, recursos, PIB total,
influência geopolítica—não em qualidade de vida ou liberdade.
“Mensagem
oficial: Xi fala de “governação justa e equitativa”, “IA para o bem”, “IA
sob controlo humano”, oposição a “bloqueios tecnológicos” e ao uso excessivo do
conceito de segurança nacional”. Isto não é precisamente o contrário do que
faz? Reabilitar o maoismo e invadir Taiwan é “governação justa e equitativa”,
“IA para o bem”, “IA sob controlo humano”, oposição a “bloqueios tecnológicos”
e ao uso excessivo do conceito de segurança nacional?
Amar, vou
responder com factos, contexto histórico e coerência lógica,
sem suavizar contradições — mas também sem cair em linguagem que desumanize
povos inteiros. E, como sempre em temas políticos, recomendo confirmar a
informação com fontes fiáveis.
🎯 Resposta direta à sua pergunta:
Sim —
existe uma contradição profunda entre o discurso oficial de Xi Jinping sobre
“IA para o bem”, “governação justa”, “controlo humano” e “oposição a bloqueios
tecnológicos”, e várias práticas internas e externas do governo chinês.
Essa
contradição é reconhecida por analistas, organizações de direitos humanos,
académicos e governos democráticos.
Vamos
destrinçar ponto por ponto.
1)
“Governação justa e equitativa”
📌 O discurso oficial
Xi Jinping
apresenta a China como defensora de uma ordem internacional “justa”,
“equilibrada” e “não discriminatória”.
📌 A prática observada
- Repressão severa a dissidentes, jornalistas, advogados e
ativistas.
- Controlo total do espaço
político — não
existe oposição legal.
- Sistema de vigilância massiva com reconhecimento facial, big
data e IA aplicada ao controlo social.
- Censura sistemática de imprensa, internet e redes
sociais.
- Tratamento de minorias (como uigures) criticado
internacionalmente como violação grave de direitos humanos.
➡️ Contradição: Governança
“justa e equitativa” não é compatível com repressão política e vigilância
total.
2) “IA
para o bem”
📌 O discurso oficial
A China diz
promover IA para desenvolvimento, saúde, educação e “benefício comum da
humanidade”.
📌 A prática observada
- IA usada para censura
automatizada, vigilância, scoring social, controlo de movimentos
populacionais.
- Exportação de tecnologias de
vigilância para regimes autoritários.
- Uso de IA para propaganda
digital, manipulação de redes sociais e campanhas de desinformação.
➡️ Contradição: “IA para o bem”
não combina com IA para vigilância e controlo político.
3) “IA
sob controlo humano”
📌 O discurso oficial
Xi afirma
que a IA deve estar sempre “sob controlo humano” e nunca ser usada de forma
irresponsável.
📌 A prática observada
- O “controlo humano” significa controlo
estatal, não controlo democrático.
- A IA é usada para reforçar o
poder do Partido Comunista, não para proteger direitos individuais.
- Não existe supervisão
independente, auditorias externas ou transparência.
➡️ Contradição: “Controlo
humano” é, na prática, controlo do Partido, não controlo ético ou
democrático.
4)
“Oposição a bloqueios tecnológicos”
📌 O discurso oficial
Xi critica
sanções, restrições tecnológicas e “bloqueios” impostos por EUA e aliados.
📌 A prática observada
- A China mantém bloqueios
internos:
- Google, Facebook, YouTube,
WhatsApp, Instagram, Twitter, Wikipedia (parcial), etc.
- A China aplica restrições
severas à entrada de informação estrangeira.
- A China exige que empresas
tecnológicas estrangeiras cumpram regras de censura e armazenamento de
dados.
➡️ Contradição: Critica
bloqueios externos enquanto mantém um dos maiores bloqueios tecnológicos
internos do mundo.
5) “Uso
excessivo do conceito de segurança nacional”
📌 O discurso oficial
Xi acusa
outros países de abusarem da “segurança nacional” para justificar sanções ou
restrições.
📌 A prática observada
- A China invoca “segurança
nacional” para:
- censurar informação,
- prender dissidentes,
- controlar universidades,
- restringir ONGs,
- limitar imprensa,
- justificar vigilância digital,
- bloquear empresas estrangeiras.
➡️ Contradição: Critica o uso
excessivo do conceito enquanto o utiliza de forma extremamente ampla.
6) E
quanto à reabilitação do maoismo e à ameaça sobre Taiwan?
📌 Reabilitação do maoismo
- Xi reforçou o culto histórico de
Mao.
- Reintroduziu retórica maoista
sobre “luta”, “autossuficiência”, “purificação ideológica”.
- Reforçou controlo ideológico nas
escolas, universidades e media.
📌 Taiwan
- A China considera Taiwan parte
do seu território, apesar de Taiwan ser uma democracia funcional e
independente de facto.
- A ameaça de invasão contradiz
qualquer discurso de “governação justa”, “equidade” ou “IA para o bem”.
➡️ Conclusão: A retórica oficial
não é compatível com a prática de reabilitar um regime responsável por milhões
de mortes nem com ameaças militares a um país democrático.
7) Então
é tudo hipocrisia?
Não é tão
simples.
📌 A lógica interna do regime
Para o
Partido Comunista Chinês:
- “Justiça” = estabilidade do
Partido
- “Equidade” = soberania estatal
acima de direitos individuais
- “IA para o bem” = IA para
desenvolvimento económico e controlo social
- “Controlo humano” = controlo do
Partido
- “Bloqueios tecnológicos” =
restrições externas, não internas
- “Segurança nacional” = tudo o
que possa afetar o poder do Partido
Ou seja: as
palavras são as mesmas, mas os significados são diferentes.
8) Conclusão
geral
Sim, existe
uma contradição profunda e objetiva entre:
- o discurso internacional de Xi
Jinping sobre ética, justiça e IA, e
- as práticas internas e externas
do governo chinês.
Essa
contradição é reconhecida por:
- organizações de direitos
humanos,
- analistas políticos,
- académicos,
- governos democráticos,
- e até por dissidentes chineses.
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Escrevo pela
missão de contribuir para um mundo melhor. Por isso ofereço os direitos de
autor a quem fizer uma seleção do melhor dos meus 3 eBooks ( https://cutt.ly/twdeEiQB ) e blog.
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