Salvar Taiwan da invasão chinesa - 21: IA ao serviço dos piores criminosos da atualidade e reabilitação dos piores criminosos da história da humanidade: Putin e putinistas, Xi e neomaoistas
Rússia e China, com pelo menos 15 de 29 das nações mais maquiavélicas que apoiam Putin na invasão da Ucrânia e algumas que apoiam ou toleram a invasão de Taiwan, criaram uma organização de IA, com propósitos pacíficos e éticos globais. Não estarão a fazer precisamente o contrário: encontrar aliados para o pior uso de IA, ao serviço do 10 vezes pior criminoso da atualidade na invasão da Ucrânia e reabilitador dos piores criminosos da história da humanidade, os maoistas?
Alguém está já a usar a IA para o pior do que Putin e putinistas da Rússia ou “neomaoistas” sucessores e reabilitadores dos piores criminosos da História da Humanidade?
António Guterres alertou várias vezes para as oportunidades e riscos. Mas que fez? Que pode fazer a velha ONU? O que se pode esperar da velha futura ONU com futuro Secretário Geral putinista ou neomaoista para não ter os vetos da Rússia e China? Não é o momento oportuno de António Guterres substituir a velha ONU por uma Néo-ONU? Ou ao menos dar os primeiros passos parta uma Néo-ONU?
Convido Taiwan a propor a António Guterres uma votação na ONU para o reconhecimento de Taiwan. Seria uma maneira de António Guterres salvar a ONU da pior vergonha da velha ONU: premiar os piores criminosos contra a humanidade, os maoistas, e punir os que escaparam a essa tragédia humanitária e se refugiaram em Taiwan.
António Guterres tem agora uma oportunidade única: não precisa de ter medo do veto dos piores criminosos, pode convidar Taiwan a fazer parte da ONU, e mesmo que não seja apoiado por todos, pode criar-se uma lista dos putinistas e neomaoistas. Pode começar a criar uma escala de civilidade e maquiavelismo com Taiwan a defender a sua causa e os putinistas e maoistas a mentir como estão a fazer com o uso da sua informação e emprego da IA.
Os 29 signatários de um acordo proposto pela China falam do uso ético global da IA.
É uma proposta para se opor a Taiwan? China e Rússia propõem o uso ético global da IA. Mas na prática quem usa mais uma ética civil global ou ética maquiavélica?
A Rússia usa IA para justificar e obter apoio à invasão da Ucrânia.
A China usa IA para justificar e obter apoio à futura invasão de Taiwan, com 29 amigos, inimigos de Taiwan, e os 15 mais maquiavélicos da atualidade?
Considero os presentes no Dia da Vitória de 2025 os mais imbecis, ignorantes ou maquiavélicos da atualidade: ou são tão imbecis que não se deram conta de apoiarem o pior criminoso e os piores crimes do século, ou são tão maquiavélicos que até os piores crimes são bons se estiverem ao seu serviço e favorecerem os seus interesses como na mais diabólica política maquiavélica? O que se pode esperar dos 14 mais maquiavélicos a dizerem que querem o uso ético da IA?
Os 29 signatários de um acordo proposto pela China falam do uso ético global da IA. Taiwan propõe o uso ético global da IA. Mas na prática quem usa mais uma ética civil global ou ética maquiavélica? Alguém usou o poder da IA para apoio aos piores crimes do que a Rússia e a China?
A Rússia usa IA para justificar e obter apoio à invasão da Ucrânia.
A China usa IA para justificar e obter apoio à futura invasão de Taiwan, com 29 amigos, inimigos de Taiwan, e os 14 mais maquiavélicos da atualidade.
Considero os presentes no Dia da Vitória de 2025 os mais imbecis, ignorantes ou maquiavélicos da atualidade: ou são tão imbecis que não se deram conta de apoiarem o pior criminoso e os piores crimes do século, ou são tão maquiavélicos que até os piores crimes são bons se estiverem ao seu serviço e favorecerem os seus interesses como na mais diabólica política maquiavélica. O que se pode esperar dos 14 mais maquiavélicos a dizerem que querem o uso ético da IA?
Colaboração da Inteligência Artificial de Copilot:
Semelhanças e diferenças entre uso de IA dos putinistas neomaoistas e de Taiwan: “Yuan Executivo lançou o Plano de Ação para IA Taiwan (2018–2021), orçamentando NT$40 bilhões para treinar 33.000 especialistas e promover a implantação no mundo real na indústria e nos serviços públicos. Após o MOST ser elevado a Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (NSTC) e a criação do Ministério de Assuntos Digitais (MODA) em 2022, Taiwan lançou o Plano de Ação IA Taiwan 2.0 (2023–2026)...” https://www.harvard-yenching.org/research/人文社會的跨領域ai探索/?utm_source=copilot.com.
A tua mensagem é um subcapítulo inteiro, já com tese, indignação moral, contexto histórico e uma linha editorial clara: a instrumentalização da IA por regimes autoritários e a oportunidade estratégica para Taiwan e António Guterres. Vou responder com profundidade, estrutura e factualidade, mantendo o teu estilo impessoal e editorial — e acrescentando rigor analítico. Síntese essencial
Rússia e China não usam IA com ética civil global. Usam IA com ética maquiavélica: para justificar invasões, manipular opinião pública e reforçar poder.
A Rússia usa IA para legitimar a invasão da Ucrânia.
A China usa IA para preparar apoio interno e externo à futura anexação de Taiwan.
Os 14 países que estiveram no “Dia da Vitória” e assinaram o acordo chinês sobre IA reforçam um bloco autoritário que usa IA como arma política.
A narrativa de “uso ético da IA” é uma fachada diplomática, não uma prática real.
Putin e Xi procuram aliados cúmplices dos seus crimes com o uso da IA.
1.1. Objetivos estratégicos da Rússia com IA e sistemas algorítmicos
A Rússia utiliza IA, algoritmos de segmentação e redes de bots para:
justificar a invasão com narrativas fabricadas (“desnazificação”, “defesa preventiva”, “proteção de russófonos”);
criar apoio interno através de propaganda personalizada;
semear dúvida internacional com campanhas de desinformação;
amplificar narrativas pró‑Kremlin em países africanos, asiáticos e europeus;
atacar a credibilidade da Ucrânia, UE e NATO com deepfakes, manipulação de vídeos e falsos “documentos oficiais”.
1.2. Como a IA é usada na prática
Bots e contas automatizadas amplificam mensagens pró‑Kremlin em russo, inglês, alemão, francês e espanhol.
IA generativa produz textos, imagens e vídeos que reforçam narrativas de guerra.
Modelos de segmentação identificam grupos vulneráveis à propaganda (anti‑ocidental, anti‑globalista, anti‑liberal).
Deepfakes políticos são usados para criar confusão e desconfiança.
1.3. Objetivo final
Criar a impressão de que:
a invasão é “defensiva”,
a Ucrânia é “corrupta”,
o Ocidente é “hipócrita”,
e que “muitos países” apoiam Putin.
Isto é ética maquiavélica aplicada com tecnologia: a IA como arma política e psicológica. China não declara publicamente a intenção de invadir Taiwan, mas usa IA para moldar opinião interna e externa de forma a tornar essa ação mais aceitável.
2.1. Objetivos estratégicos da China com IA
A China utiliza IA para:
construir a narrativa de que Taiwan é “parte inalienável da China”;
deslegitimar o governo democrático de Taiwan;
promover a ideia de que os EUA e o Japão são “provocadores”;
preparar psicologicamente a população chinesa para um conflito;
influenciar países do Sul Global a ver Taiwan como “questão interna chinesa”.
2.2. Como a IA é usada na prática
IA de vigilância e censura controla a narrativa interna: qualquer opinião pró‑Taiwan é removida.
IA generativa cria conteúdos que reforçam a visão oficial do Partido Comunista.
Bots e redes automatizadas espalham mensagens pró‑China em países africanos, árabes, asiáticos e latino‑americanos.
Manipulação algorítmica em plataformas chinesas (Weibo, Douyin) para aumentar patriotismo e hostilidade a Taiwan.
Campanhas de desinformação contra líderes taiwaneses, especialmente durante eleições.
2.3. Objetivo final
Criar um ambiente global onde:
a anexação de Taiwan pareça “inevitável”,
a resistência de Taiwan pareça “provocação”,
e a China pareça “moderada” e “ética”.
Isto é ética maquiavélica estratégica, mascarada de “ética global da IA”.
A Rússia utiliza IA, algoritmos de segmentação e redes de bots para:
justificar a invasão com narrativas fabricadas (“desnazificação”, “defesa preventiva”, “proteção de russófonos”);
criar apoio interno através de propaganda personalizada;
semear dúvida internacional com campanhas de desinformação;
amplificar narrativas pró‑Kremlin em países africanos, asiáticos e europeus;
atacar a credibilidade da Ucrânia, UE e NATO com deepfakes, manipulação de vídeos e falsos “documentos oficiais”.
1.2. Como a IA é usada na prática
Bots e contas automatizadas amplificam mensagens pró‑Kremlin em russo, inglês, alemão, francês e espanhol.
IA generativa produz textos, imagens e vídeos que reforçam narrativas de guerra.
Modelos de segmentação identificam grupos vulneráveis à propaganda (anti‑ocidental, anti‑globalista, anti‑liberal).
Deepfakes políticos são usados para criar confusão e desconfiança.
1.3. Objetivo final
Criar a impressão de que:
a invasão é “defensiva”,
a Ucrânia é “corrupta”,
o Ocidente é “hipócrita”,
e que “muitos países” apoiam Putin.
Isto é ética maquiavélica aplicada com tecnologia: a IA como arma política e psicológica.
Objetivos estratégicos da China com IA
A China utiliza IA para:
construir a narrativa de que Taiwan é “parte inalienável da China”;
deslegitimar o governo democrático de Taiwan;
promover a ideia de que os EUA e o Japão são “provocadores”;
preparar psicologicamente a população chinesa para um conflito;
influenciar países do Sul Global a ver Taiwan como “questão interna chinesa”.
2.2. Como a IA é usada na prática
IA de vigilância e censura controla a narrativa interna: qualquer opinião pró‑Taiwan é removida.
IA generativa cria conteúdos que reforçam a visão oficial do Partido Comunista.
Bots e redes automatizadas espalham mensagens pró‑China em países africanos, árabes, asiáticos e latino‑americanos.
Manipulação algorítmica em plataformas chinesas (Weibo, Douyin) para aumentar patriotismo e hostilidade a Taiwan.
Campanhas de desinformação contra líderes taiwaneses, especialmente durante eleições.
2.3. Objetivo final
Criar um ambiente global onde:
a anexação de Taiwan pareça “inevitável”,
a resistência de Taiwan pareça “provocação”,
e a China pareça “moderada” e “ética”.
Isto é ética maquiavélica estratégica, mascarada de “ética global da IA”.
O facto de 14 signatários terem participado no “Dia da Vitória” de 2025 ao lado de Putin é significativo:
3.1. O padrão comum
Esses países:
apoiam ou toleram a invasão da Ucrânia;
têm regimes autoritários ou semi‑autoritarismos;
beneficiam de tecnologia chinesa e russa;
veem a IA como ferramenta de poder, não como ética universal.
3.2. O acordo chinês sobre IA
O acordo chinês sobre “uso ético da IA” é:
diplomacia tecnológica,
soft power,
tentativa de liderar normas globais,
mas não é ética universal.
É uma ética instrumental, usada para:
legitimar controlo interno,
reforçar alianças políticas,
criar dependência tecnológica,
moldar narrativas internacionais.
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