Carta aberta a “néo-chineses”, "néo-russos", “neomaoistas” e putinistas: da simpatia ao ódio se invadirem Taiwan
Chamo “néo-chineses” aos novos, éticos, fazendo parte de uma democracia global online, com as novas tecnologias ao serviço de um mundo melhor, convivência entre todos os povos, sem a lavagem ao cérebro da educação e informação de imperialistas militaristas maquiavélicos maoistas.
Chamo "néo-russos" aos novos, éticos, educados online a uma civilização de convivência global, opostos aos "putinistas", opostos aos militaristas imperialistas maquiavélicos que apoiam Putin na invasão da Ucrânia.
Chamo “neomaoistas” aos que querem invadir Taiwan para imporem um sistema político com evidência inferioridade: o nível de vida da media das pessoas de Taiwan é muito, mas muito superior à média da China. Só imperialistas, militaristas, maquiavélicos que não só odeio mas detesto, podem querer impor a uma feliz democracia a continuidade da maior catástrofe humanitária da história: alguns historiadores calculam que a imposição do maoismo custou a tortura e morte de 40 milhões de chineses para um regime tão ineficiente que causou mais 40 milhões de mortos de fome, apesar de a China ter já menos 40 milhões de mortos para a imposição da ditadura comunista.
A minha simpatia pela China começou quando deixou de ser uma ditadura comunista e aproveitou o melhor do capitalismo para me oferecer produtos mais baratos, por vezes melhores de outros das democracias.
Essa simpatia começou a tornar-se antipatia quando soube que esses produtos baratos eram fruto da maior poluição do mundo e escravos da Coreia do Norte. Aumentou por serem os principais financiadores dos crimes do século: em minha opinião os “putinistas”, os que apoiam Putin na invasão da Ucrânia, são 13 vezes os piores criminosos do século. A minha antipatia transformou-se em ódio aos “neomaoistas” que querem completar os crimes imperialistas militaristas maquiavélicos do maoismo. Os crimes contra a humanidade do maoismo foram certamente muito superiores aos do nazismo. Mas os civis alemães envergonham-se do nazismo, criam museus e memoriais contra o nazismo para que nunca mais aconteçam. Os “neomaoistas” querem invadir Taiwan para continuar e repetir os piores crimes contra a humanidade, com a colaboação dos "putinistas", para retribuirem a ajuda na invasão da Ucrânia.
Escrevo esta carta aberta para dizer aos “neomaoistas” que querem invadir Taiwan que se o fizerem serão odiados por muitos dos mais civis e pacíficos do mundo, por todos os que odeiam putinistas, imperialistas, militaristas, maquiavélicos. Os mais civis de todo o mundo deixarão de comprar os seus produtos dos mais maquiavélicos e boicotarão tudo o que for chinês ou russo.
Espero uma futura China sem “neomaoistas”, com “néo-chineses”: novos, éticos, online: com Internet e novas tecnologias atuais e futuras ao serviço de um mundo melhor, colaboração em vez dos maiores crimes contra a humanidade para imporem a catástrofe económica que foi o maoismo. Só imbecis, ignorantes, maquiavélicos ou com a lavagem ao cérebro da educação e informação maoista podem continuar a orgulhar-se da maior catástrofe humanitária da história mundial. Quando deixarem de ser imbecis, ignorantes ou maquiavélicos, quando forem informados e civis como os alemães, sentirão vergonha do o maoismo como os civis almães têm vergonha do nazismo.
Espero uma futura Rússia com "néo-russos", novos, éticos, informados das verdades online, sem a lavagem ao cérebro das 100 mentiras de Putin e "putinistas".
-
Versão da IA de Copilot:
A seguir está uma versão editorial, impessoal, estruturada, adequada para ebook e publicação imediata no blog, mantendo o conteúdo essencial da sua mensagem, mas com maior clareza, rigor didático e força argumentativa — sem linguagem dirigida a indivíduos concretos, apenas a comportamentos e ideologias. Mantive o tom firme, mas retirei elementos que poderiam ser interpretados como ataque a grupos protegidos, focando sempre em ideologias e ações, nunca em identidades étnicas.
Carta aberta a “néo‑chineses” e “neomaoistas”: da simpatia ao repúdio se Taiwan for invadida
1. Quem são os “néo‑chineses”
Chamo “néo‑chineses” aos cidadãos da China continental que, não sendo maoistas, participam de uma democracia global online, valorizam ética, convivência pacífica entre povos e utilizam as novas tecnologias para construir um mundo melhor. São pessoas que reconhecem que a prosperidade moderna da China nasceu da abertura económica, da meritocracia e da integração global — não da repressão política.
2. Quem são os “neomaoistas”
Chamo “neomaoistas” aos que defendem a invasão de Taiwan para impor um sistema político cuja inferioridade está demonstrada por dados objetivos:
O nível de vida médio em Taiwan é muito superior ao da China continental.
Taiwan alcançou prosperidade, liberdade e bem‑estar sem ditadura, sem repressão, sem fome em massa.
O maoismo, segundo diversos historiadores, custou dezenas de milhões de vidas entre torturas, execuções e mortes por fome — uma das maiores catástrofes humanitárias da história.
A tentativa de impor novamente esse modelo a uma democracia pacífica e próspera é, para mim, uma forma de imperialismo militarista e maquiavélico.
3. Da simpatia à antipatia: a evolução
A minha simpatia pela China cresceu quando o país abandonou a rigidez comunista e adotou o melhor do capitalismo, oferecendo ao mundo produtos acessíveis e competitivos.
Essa simpatia começou a transformar‑se em antipatia quando se tornou evidente que parte desses produtos baratos resultava de:
poluição massiva, a maior do planeta;
trabalho forçado e exploração extrema, incluindo mão de obra oriunda da Coreia do Norte;
apoio económico aos crimes cometidos na invasão da Ucrânia, que considero um dos maiores atentados contra a humanidade neste século.
4. Da antipatia ao repúdio: a linha vermelha
O meu repúdio dirige‑se aos “neomaoistas” que desejam completar o ciclo histórico de violência iniciado pelo maoismo, agora tentando submeter Taiwan — uma democracia que demonstra, com factos, que a liberdade produz mais prosperidade do que qualquer ditadura.
A comparação histórica é inevitável:
A Alemanha democrática reconhece os horrores do nazismo, preserva memoriais e educa para que nunca mais aconteçam.
Os defensores da invasão de Taiwan, pelo contrário, procuram repetir os maiores crimes contra a humanidade da história mundial.
5. Um aviso claro aos defensores da invasão
Escrevo esta carta aberta para afirmar que, se Taiwan for invadida, muitos dos cidadãos mais civis e pacíficos do mundo — aqueles que rejeitam imperialismos maquiavélicos — passarão a ver os “neomaoistas” como cúmplices de crimes contra a humanidade.
As consequências serão inevitáveis:
boicotes globais a produtos chineses;
ruptura de confiança com empresas e instituições alinhadas com a agressão;
isolamento moral e económico dos que apoiam a violência.
Não é uma ameaça: é uma previsão baseada na reação mundial à invasão da Ucrânia. Os povos que valorizam a liberdade não permanecem neutros perante agressões imperialistas.
6. Um apelo aos “néo‑chineses”
Aos “néo‑chineses”, que desejam uma China moderna, ética e integrada no mundo, deixo um apelo: defendam a paz, defendam Taiwan, defendam o futuro. A grandeza de um país não se mede pela extensão do território, mas pela qualidade de vida, pela liberdade e pela dignidade que oferece ao seu povo, como se pode ver na evidente superioridade do pequeno Taiwan se o compararmos com a grande China ou Rússia.
Segundo um documentário numa TV na Alemanha, o maoismo causou 40 milhões de torturados e mortos para impor uma ditadura comunista tão ineficiente que causou mais 40 milhões de mortos de fome. Quais historiadores calculam mais ou menos e quais são as estimativas mais credíveis?
A síntese mais curta e direta é: as estimativas mais credíveis para o total de mortos sob Mao Zedong variam entre ~15 milhões e ~45 milhões, dependendo do método de contagem. Os números de ~70–80 milhões aparecem em obras de “democídio” com critérios muito amplos, mas não são o consenso historiográfico.
Segundo alguns historiadores o comunismo causou entre 100 e 110 milhões de mortos criando ditaduras ineficientes com muitos mortos de fome. O pior exemplo é o do maoismo.
A afirmação de que o comunismo causou entre 100 e 110 milhões de mortos é uma estimativa possível, mas não é o consenso académico. Ela resulta da soma das estimativas máximas de mortalidade em todos os regimes comunistas do século XX — sobretudo Mao Zedong, Estaline, Khmer Vermelho, Coreia do Norte, Etiópia marxista, Vietname, Europa de Leste, Cuba, etc.
Se compararmos as ditaduras comunistas com as democracias liberais nas mesmas regiões, (China e Taiwan, Coreia do Norte e Coreia do Sul, Japão e ditaduras comunistas mais próximas, Cuba e outras ilhas caraíbas), alguma ditadura comunista deu à média do seu povo um nível de vida superior e maior felicidade das democracias?
Alguma das repúblicas da ex-URSS que se separaram teve melhor nível de vida médio da população e índice de felicidade durante o período da ocupação russa do que antes e depois?
A resposta factual, baseada tanto na historiografia é não: nenhuma das repúblicas da ex‑URSS teve um nível de vida médio ou índice de felicidade superiores durante a ocupação soviética do que antes ou depois da ocupação.
E mais: todas as repúblicas soviéticas seguiram o mesmo padrão histórico — melhoras iniciais em alfabetização e saúde básica, seguidas por estagnação econômica, queda da esperança de vida e forte desejo de emigração.
Abaixo está a síntese comparativa, com citações diretas das secções relevantes do documento que você tem aberto.
🟥 1. Melhoras iniciais sob a URSS (décadas de 1950–1960)
As repúblicas soviéticas tiveram ganhos reais em indicadores básicos:
Queda acentuada da mortalidade infantil: de 81 para 27 por mil entre 1950 e 1965
Expansão da saúde universal, educação e moradia: o Estado “mitigou riscos sociais tradicionais”
Esses ganhos ocorreram em todas as repúblicas — Ucrânia, Bielorrússia, Rússia, Bálticos, Cáucaso e Ásia Central.
Mas isso não significa nível de vida superior ao período pós‑independência. Significa apenas que o socialismo soviético conseguiu, no início, universalizar serviços básicos.
🟥 2. A estagnação e o declínio (1970–1980)
A partir de 1970, todas as repúblicas soviéticas sofreram:
Queda da esperança de vida: de 68 para 64 anos nos anos 1970 — “um recuo demográfico sem precedentes em tempos de paz”
Epidemia de alcoolismo e doenças cardiovasculares: afetando sobretudo homens adultos
Estagnação econômica profunda: crescimento do PNB caiu de 5% para 1–2%
Ineficiências burocráticas e manipulação de dados: bloqueando inovação e produtividade
Esse declínio afetou todas as repúblicas — não há exceção.
🟥 3. Indicador decisivo: migração e fuga populacional
O documento destaca que a mobilidade populacional é o indicador mais claro de bem‑estar:
“Economias rígidas e estados socialistas autoritários geraram consistentemente migração em massa para fora”
Quando proibida, surgiram “rotas subterrâneas significativas de deserção” (ex.: RDA)
Exemplo emblemático:
Alemanha Oriental: 3,45 a 3,6 milhões fugiram antes do Muro de Berlim
Mesmo com risco de morte, fugas continuaram por décadas
Esse padrão se repetiu em todas as repúblicas soviéticas: ninguém fugia para dentro da URSS — todos fugiam para fora.
🟥 4. Após a independência: melhora generalizada
Depois de 1991, as repúblicas ex‑soviéticas:
Recuperaram esperança de vida (ex.: Alemanha Oriental convergiu rapidamente após reunificação)
Melhoraram indicadores de saúde (ex.: ex‑Iugoslávia após estabilização)
Aumentaram liberdade, mobilidade e renda
Subiram nos índices de felicidade, pois estes dependem de liberdade de escolha, apoio social e ausência de corrupção — variáveis em que o socialismo soviético era estruturalmente fraco
🟦 5. Conclusão direta e factual
Não existe nenhuma república da ex‑URSS cuja população tenha tido maior nível de vida ou felicidade durante a ocupação soviética do que antes ou depois.
O padrão é universal:
Melhoras iniciais (saúde básica, alfabetização).
Estagnação e declínio (anos 1970–1980).
Fuga populacional como indicador de insatisfação.
Melhora pós‑independência em liberdade, renda, saúde e felicidade.
Comentários