Defender Taiwan da invasão chinesa – 23: Cartas abertas como alternativa à impotência de António Guterres para criar uma Néo-ONU

  (Com a colaboração de Copilot)

O melhor da ONU atual são os discursos de António Guterres e o seu objetivo de reformar a ONU. Mas que reforma pode fazer condicionado pelo 15 vezes pior criminoso da atualidade e piores criminosos da história da humanidade?

Lavrov teve conversas secretas com o candidato do Senegal, Macky Sall e explicou os requisitos que a Rússia exige para apoiar a sua candidatura a Secretário‑Geral da ONU, por palavras claras para quem não é imbecil ou ignorante: se não se comprometer a apoiar a Rússia terá o seu veto.

É evidente que quem se manifestar ou contra os 15 piores crimes do século na invasão da Ucrânia terá o veto da Rússia e quem mostrar oposição à repetição na invasão de Taiwan pela coligação China-Rússia terá o veto de Xi.

 O pior da atualidade, os discursos e mensagens dos 15 vezes piores criminosos do século para um mundo pior, têm mais difusão dos discurso de António Guterres para um mundo melhor. A divulgação dos melhores para um mundo melhor é inferior à dos piores par um mundo pior. A minha opinião pode juntar-se à de muitos criativos, voluntários e simpatizantes com os objetivos da ONU: paz e colaboração de todos para um mundo melhor. Como a reforma atual e eleição dos sucessores está condicionada pelos piores criminosos da atualidade, “putinistas”, e “neomaoistas” que querem reabilitar os piores crimes do passado da história da humanidade, creio que o melhor será uma estrutura paralela da atual ONU que eu chamo “Néo-ONU”: nova, ética, online”. Por nova quero dizer que pode evoluir a cada segundo com as mudanças das necessidades globais. Tudo pode mudar cada segundo com as mudanças das novas tecnologias, só devem permanecer os valores de ética global para uma melhor convivência universal. Online é símbolo de informação e educação global, com os valores de ética e convivência universal, como cavalos de Troia que furem os muros da lavagem ao cérebro dos piores “putinisas” que invadiram a Ucrânia e “neomaoistas” que se preparam para invadir Taiwan. Putinistas e neomaoistas fazem parte da mesma cambada de criminosos, ladrões, imperialistas, militaristas maquiavélicos. USA sempre foram defensores dos valores de liberdade e democracia contra as mais criminosas ditaduras comunistas: defenderam a Coreia do Sul dos 200.000 soldados chineses, estalinistas e ditadores comunistas do Norte na invasão do Sul. Defenderam Taiwan das ameaças da ditadura comunista imperialista chinesa. Mas o presidente mais comerciante e maquiavélico da história de USA prefere os seus negócios à defesa dos melhores valores tradicionais de USA: queria 50% dos minerais preciosos da Ucrânia, como ele disse, “faremos um bom negócio para nós”. O “bom negócio para nós” é mais importante de defender o mundo de invasores, imperialistas militaristas maquiavélicos. Os negócios com a China são mais importantes de defender Taiwan e defender o mundo da colaboração entre putinistas e neomaoistas. As diferenças entre a superioridade de nível de vida de Taiwan comparados com a China são a prova do resultado dos piores criminosos da humanidade para criarem a grande, mas miserável ditadura comunista da China, (1).

Considero a defesa de Taiwan a maior prioridade da ONU para evitar a repetição dos 15 piores crimes contra a humanidade na invasão da Ucrânia e exemplo para a continuidade das guerras dos mais criminosos, militaristas, imperialistas maquiavélicos contra os mais civis, pacíficos e mais fracos.

Defender Taiwan da invasão chinesa – 22: Com António Guterres para criar a Néo-ONU

setembro 06, 2026

Enviar um comentário

Ler mais

Carta Aberta a António Guterres e a todas as nações que fazem parte da ONU e outras que não fazem parte, mas se comprometem com os mesmos ideais de paz, justiça e convivência global: Vaticano, Taiwan, Islândia, Noruega, Japão, Costa Rica, etc.” (Com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões)

setembro 06, 2026

Enviar um comentário

Ler mais

Todas as ligações

The New Voice of Ukraine

Survey: positive sentiment toward Russia plummets to 3% among Ukrainians / The New Voice of Ukraine

https://english.nv.ua/nation/survey-positive-sentiment-toward-russia-plummets-to-3-among-ukrainians-50464634.html

The Conversation

Russia’s invasion united different parts of Ukraine against a common enemy – 3 years on, that unanimity still holds

https://theconversation.com/russias-invasion-united-different-parts-of-ukraine-against-




Mais com Copilot: entre todas as sociedades do mundo, poucas demonstram de forma tão clara a relação entre liberdade, democracia, economia aberta, educação, inovação e bem‑estar humano como Taiwan. A comparação com grandes potências autoritárias — Rússia, China e Índia — revela um padrão consistente:

1.1. PIB per capita (indicador de prosperidade individual)

  • Taiwan: ~US$ 33.000–36.000

  • Rússia: ~US$ 12.000–14.000

  • China: ~US$ 12.000–13.000

  • Índia: ~US$ 2.500–3.000

Taiwan tem 3 vezes mais prosperidade individual que Rússia e China, e mais de 10 vezes mais que a Índia.

1.2. Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)

  • Taiwan: muito alto (faixa equivalente a países da OCDE)

  • Rússia: alto

  • China: médio‑alto

  • Índia: médio

Taiwan situa‑se no grupo das sociedades mais desenvolvidas do mundo.

1.3. Liberdade política e civil

  • Taiwan: democracia plena, liberdade de imprensa, eleições competitivas.

  • Rússia: regime autoritário, repressão política, censura.

  • China: ditadura de partido único, vigilância estatal, censura total.

  • Índia: democracia formal, mas com erosão de liberdades civis.

1.4. Felicidade e bem‑estar subjetivo

Os estudos internacionais de felicidade mostram que:

  • sociedades com liberdade, segurança, relações sociais fortes e economia dinâmica têm maior bem‑estar;

  • Taiwan aparece consistentemente acima de Rússia, China e Índia.

1.5. Mortalidade por fome e catástrofes políticas

Taiwan nunca sofreu:

  • fomes em massa,

  • purgas políticas,

  • genocídios,

  • colapsos económicos provocados por ditaduras.

Rússia e China, ao contrário, enfrentaram:

  • milhões de mortos por fome e repressão política,

  • colapsos económicos,

  • guerras internas e externas,

  • sistemas de propaganda que ocultaram crimes históricos.

2. A razão estratégica e psicológica da ameaça à Taiwan

A superioridade de Taiwan — económica, tecnológica, democrática e social — representa um desafio psicológico e político para regimes autoritários que se legitimam através de narrativas de grandeza nacional.

2.1. O problema para o regime russo

A existência de uma pequena democracia asiática com nível de vida superior ao da Rússia desmonta a narrativa de que:

  • “democracias são fracas”,

  • “liberdades causam caos”,

  • “autoritarismo garante prosperidade”.

2.2. O problema para o regime chinês

Taiwan é a prova histórica de que:

  • o maoismo foi uma catástrofe económica e humanitária,

  • a prosperidade chinesa atual só surgiu quando abandonaram o maoismo,

  • a liberdade política não impede crescimento económico.

Para o regime chinês, Taiwan é um espelho que revela:

  • o fracasso histórico do maoismo,

  • a superioridade de modelos democráticos,

  • a existência de “chineses livres” que prosperam sem ditadura.

2.3. A motivação para a invasão

A invasão de Taiwan teria três objetivos estratégicos:

  1. Roubar tecnologia e riqueza (semicondutores, inovação, capital humano).

  2. Eliminar o exemplo democrático que contradiz a narrativa autoritária.

  3. Completar o projeto histórico iniciado pelo maoismo, absorvendo todos os territórios chineses sob um único regime.

3. O risco real: exercícios militares, cerco informacional e ataques cibernéticos

Taiwan enfrenta:

  • exercícios militares constantes,

  • violações de espaço aéreo,

  • cerco naval,

  • campanhas de desinformação,

  • milhões de ataques cibernéticos por dia.

Cada ação é um teste à reação internacional.

A velha ONU, paralisada pelo veto, não consegue responder.

4. Como uma Néo‑ONU pode prevenir a invasão de Taiwan

A Néo‑ONU, ao contrário da velha ONU, não depende de vetos autoritários. Funciona com participação voluntária, votação global, pressão moral, boicotes éticos e mobilização informacional.

4.1. Mecanismo central: votação global de 3 minutos

Sempre que houver:

  • exercícios militares à volta de Taiwan,

  • ataques cibernéticos massivos,

  • ameaças explícitas de invasão,

a Néo‑ONU ativa uma votação global com 3 minutos de duração:

Opção 1 — Concordam com a invasão Regista o apoio explícito a ações militares.

Opção 2 — Sem opinião Neutralidade.

Opção 3 — Boicote total a bens, serviços e empresas do regime agressor Pressão económica imediata.

Opção 4 — Boicote a quem não boicotar Cria incentivos para que empresas e países não apoiem o agressor.

Opção 5 — Sequestro ou destruição de bens do agressor em qualquer parte do mundo Medida extrema, aplicada apenas se houver agressão militar real.

Opção 6 — Boicote ambiental e ético Aplicado quando o agressor:

  • é o maior poluidor do mundo,

  • financia guerras externas,

  • utiliza trabalho forçado (ex.: Coreia do Norte).

4.2. Estrutura da votação

  • 1 minuto para o representante da Néo‑ONU apresentar o caso.

  • 2 minutos para cada parte expor a sua posição.

  • Votação imediata pelas nações aderentes, oficialmente ou com voluntários que representam a maioria dos civis, pacíficos, com os objetivos da ONU.

4.3. Efeitos práticos

  • Pressão económica global.

  • Isolamento moral do agressor.

  • Mobilização informacional em todas as línguas.

  • Incentivo para empresas e governos evitarem cumplicidade.

  • Redução da probabilidade de invasão por custo reputacional e económico.

5. Por que este mecanismo funciona?

5.1. Porque autoritarismos dependem de legitimidade externa

Regimes autoritários precisam de:

  • comércio internacional,

  • tecnologia estrangeira,

  • reconhecimento diplomático,

  • acesso a mercados.

A Néo‑ONU retira estes pilares.

5.2. Porque a opinião pública global de uma Néo-ONU pode ser mais poderosa do que vetos diplomáticos

A velha ONU depende de governos dos piores imperialistas militaristas maquiavélicos. A Néo‑ONU depende dos mais civis de cada nação.

5.3. Porque boicotes globais são mais rápidos que sanções estatais

Sanções estatais demoram meses. Boicotes voluntários podem ocorrer em minutos.

6. Conclusão: Taiwan como símbolo da nova era

Taiwan representa:

  • a superioridade das sociedades livres,

  • a prova histórica de que democracia gera prosperidade,

  • o modelo que regimes autoritários querem eliminar,

  • o teste decisivo para a credibilidade das instituições internacionais.

A Néo‑ONU surge como resposta à incapacidade da velha ONU e como instrumento para impedir que o século XXI repita os erros do século XX. 

  • a definição de néo‑chineses

  • a definição de néo‑russos

  • a caracterização dos neomaoistas como imperialistas militaristas que desejam impor um sistema inferior a Taiwan

  • a referência ao custo humano do maoismo histórico (≈40 milhões de mortos)

  • a urgência da reforma da ONU e o bloqueio sistemático pelo veto dos mais poderosos

  • a constatação de que qualquer decisão contrária aos interesses dos mais maquiavélicos é vetada

  • a afirmação de que Taiwan está disposto a colaborar com António Guterres para criar uma Néo‑ONU

**Defender Taiwan da invasão chinesa – 22

Com António Guterres para criar a Néo‑ONU Versão longa para o e‑book**

A defesa de Taiwan contra a invasão chinesa‑russa prevista para 2027 tornou‑se uma urgência ética, política e humanitária. As catástrofes da Ucrânia demonstraram que, quando os mais fortes, criminosos, imperialistas e militaristas decidem invadir os mais civis, pacíficos e pequenos, o mundo assiste impotente. A velha ONU, bloqueada pelo veto dos mais poderosos, tornou‑se incapaz de impedir agressões, mesmo quando estas violam os princípios fundamentais da convivência global. A reforma da ONU é urgente, como o próprio António Guterres reconheceu, mas qualquer reforma que dependa dos interesses dos mais maquiavélicos será vetada e anulada antes de nascer .

Por isso, proponho uma alternativa imediata, ética e global: uma Carta Aberta dirigida a António Guterres e às nações que defendem os valores originais da ONU — paz, justiça e convivência global — incluindo Vaticano, Taiwan, Islândia, Noruega, Japão, Costa Rica e outras que, mesmo fora da ONU, praticam esses valores com mais coerência do que muitos dos seus membros.

Esta Carta Aberta não substitui a futura Néo‑ONU, mas prepara o terreno para ela. É uma mobilização civil global que demonstra que existem milhões de cidadãos — russos, chineses, europeus, americanos, latino‑americanos, africanos, asiáticos — que rejeitam o imperialismo militarista e defendem uma ética de convivência global. É uma resposta imediata à impotência institucional da ONU e ao bloqueio sistemático dos que usam o veto como arma para proteger crimes.

1. Néo‑chineses e néo‑russos: a alternativa ética aos imperialistas militaristas

Chamo néo‑chineses aos cidadãos chineses que rejeitam a lavagem ao cérebro dos imperialistas militaristas maquiavélicos maoistas e que defendem uma democracia global online, com novas tecnologias ao serviço de um mundo melhor, sem ódio e sem propaganda estatal .

Chamo néo‑russos aos cidadãos russos que rejeitam o putinismo, o militarismo imperialista e a invasão da Ucrânia, defendendo uma civilização ética de convivência global, livre da propaganda e da manipulação emocional que sustenta a guerra .

Estes grupos existem. São silenciosos porque vivem sob regimes que punem a dissidência, mas são milhões. A Carta Aberta dá‑lhes voz global.

2. Neomaoistas e putinistas: os novos imperialistas militaristas

Chamo neomaoistas aos que desejam invadir Taiwan para impor um sistema político inferior, comprovado pela diferença abismal entre o nível de vida médio de Taiwan e o da China continental . São continuadores da maior catástrofe humanitária da história: o maoismo, que custou a tortura e morte de cerca de 40 milhões de pessoas segundo vários historiadores .

Chamo putinistas aos que apoiam a invasão da Ucrânia, justificando crimes de guerra, deportações, destruição de cidades e ameaças nucleares. São imperialistas militaristas que desejam expandir poder à custa da liberdade dos outros.

Ambos — neomaoistas e putinistas — convergem numa ética maquiavélica: invadir, dominar, silenciar, punir e reescrever a história para justificar crimes.

3. A invasão da Ucrânia como estímulo para a invasão de Taiwan

A invasão da Ucrânia demonstrou às elites chinesas que:

  • o Ocidente reage, mas não impede invasões;

  • sanções não derrubam regimes autoritários;

  • democracias invadidas dependem de ajuda externa;

  • a propaganda pode justificar qualquer agressão.

Para os neomaoistas, a Ucrânia tornou‑se um “ensaio geral” para Taiwan. A agressão russa reforçou a convicção de que a força militar pode substituir a diplomacia e que o mundo não tem mecanismos eficazes para impedir crimes de potências nucleares.

Em Taiwan, o efeito foi o oposto: a invasão da Ucrânia aumentou o medo, a rejeição e o ódio político aos neomaoistas. A população taiwanesa viu na Ucrânia o espelho do que poderia acontecer à sua democracia. A identidade taiwanesa fortaleceu‑se, o apoio à unificação caiu para mínimos históricos e a confiança no modelo “um país, dois sistemas” tornou‑se zero.

4. A impotência da velha ONU e a necessidade de uma Néo‑ONU

A velha ONU tornou‑se incapaz de impedir agressões porque o veto dos mais poderosos bloqueia qualquer decisão contrária aos seus interesses. O Conselho de Segurança, criado para proteger a paz, tornou‑se refém dos que mais ameaçam essa paz.

António Guterres reconheceu a urgência da reforma, mas também sabe que nenhuma reforma terá efeito se depender da aprovação dos mesmos que usam o veto para proteger crimes. A ONU nunca foi tão necessária como hoje, mas nunca esteve tão limitada.

Taiwan, consciente desta realidade, está disposto a colaborar com António Guterres para criar uma Néo‑ONU — uma estrutura paralela, ética, online, democrática, capaz de reagir em três minutos a ameaças globais, sem veto, sem bloqueio, sem submissão aos mais poderosos .

5. A Carta Aberta como primeiro passo para a Néo‑ONU

Enquanto a Néo‑ONU não pode ser criada, a Carta Aberta é o primeiro passo:

  • mobiliza cidadãos globais;

  • dá voz aos néo‑chineses e néo‑russos;

  • denuncia os imperialistas militaristas;

  • reforça Taiwan e Ucrânia;

  • cria pressão moral sobre António Guterres;

  • demonstra que existe uma maioria ética global que rejeita guerras;

  • prepara o terreno para uma futura democracia global online.

A Carta Aberta é uma ferramenta ética, civil e global. Não depende de Estados, não depende de vetos, não depende de burocracias. Depende apenas da vontade dos cidadãos que desejam um mundo melhor.

6. Conclusão editorial

Defender Taiwan da invasão chinesa não é apenas defender uma ilha. É defender:

  • a democracia contra o autoritarismo;

  • a ética contra o maquiavelismo;

  • a convivência global contra o imperialismo militarista;

  • a humanidade contra a repetição das maiores catástrofes da história.

A Carta Aberta é o primeiro passo. A Néo‑ONU será o segundo. A paz global será o objetivo final.

Se quiser, posso agora escrever a versão curta para redes sociais ou a versão final da Carta Aberta para publicar imediatamente.

Últimos artigos:


setembro 06, 2026

Enviar um comentário

Ler mais

Carta Aberta a António Guterres e a todas as nações que fazem parte da ONU e outras que não fazem parte, mas se comprometem com os mesmos ideais de paz, justiça e convivência global: Vaticano, Taiwan, Islândia, Noruega, Japão, Costa Rica, etc.” (Com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões)

setembro 06, 2026

Enviar um comentário

Ler mais




Comentários

Mensagens populares deste blogue

Carta aberta para COP30 e seguidores online ou outras formas de informação e comunicação com manifesto contra a guerra na Ucrânia, poluição e ambiente

Lettre Ouverte à la COP30: guerre en Ukraine, Manifeste Politique et Environnemental

Open Letter to COP30: war in Ukraine