Vergonhas da velha ONU, vergonhas da futura velha ONU e glória de António Guterres se criar ou der os primeiros passos para uma Néo-ONU
Até os piores putinistas afirmam a importância da ONU no governo mundial. O pior violador da Carta da ONU afirma defender o papel coordenador da ONU... uma peça de propaganda diplomática, parte de uma estratégia mais ampla de desinformação russa, documentada por múltiplas fontes independentes … típica propaganda diplomática russa, coerente com um padrão documentado de manipulação, distorção e produção de narrativas falsas por Lavrov e pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia. Não é uma “mentira isolada”: insere‑se num ecossistema de desinformação sistemática, amplamente identificado por organizações independentes (1).
Lavrov teve conversas secretas com o candidato do Senegal, Macky Sall e explicou os requisitos que a Rússia exige para apoiar a sua candidatura a Secretário‑Geral da ONU, por palavras claras para quem não é imbecil ou ignorante: se não se comprometer a apoiar a Rússia terá o seu veto.
É evidente que quem se manifestar ou contra os 13 piores crimes do século na invasão da Ucrânia terá o veto da Rússia e quem mostrar oposição à repetição na invasão de Taiwan pela coligação China-Rússia terá o veto de Xi.
Ambos falaram da importância da ONU para o governo mundial, mas Putin faz a pior violação desde a sua criação e Xi dá o principal apoio económico a esses crimes.
Segundo algumas estimativas de historiadores, o maoismo causou cerca de 40 milhões de mortos por tortura, execuções e perseguições políticas de opositores para criar uma ditadura comunista tão ineficiente que causou cerca de mais 40 milhões de mortos de fome. O regime que produziu esta tragédia humanitária foi, paradoxalmente, premiado pela velha ONU com o assento permanente no Conselho de Segurança, enquanto as vítimas que escaparam ao terror maoista foram excluídas da organização criada para proteger os povos contra crimes dessa natureza.
Esta pior vergonha da velha ONU está em condições de as repetir se António Guterres não conseguir transformá-la numa Néo-ONU ou criar uma estrutura paralela de apoio aos objetivos para que foi criada: paz e mundo melhor.
Estão criadas as condições para que essas vergonhas da velha ONU se repitam. A futura velha ONU pode voltar a premiar regimes agressores e punir povos que se defendem, tal como aconteceu com Taiwan. Os “putinistas” e “neomaoistas” juntam os 13 piores crimes do século e a repetição dos piores crimes humanitários da história mundial.
Se a futura velha ONU aceitar esta coligação agressora sem capacidade de resposta, repetirá a pior vergonha da sua história: premiar os agressores e punir os povos que se defendem.
Nenhum candidato ao cargo de Secretário‑Geral que se oponha simultaneamente à invasão da Ucrânia ou à coligação sino‑russa para a invasão de Taiwan, pode ser eleito sem veto automático de Putin ou Xi Jinping.
A ONU, tal como está estruturada, não consegue impedir as guerras dos imperialistas militaristas maquiavélicos contra os mais fracos.
António Guterres disse que o seu objetivo do final de mandato é reformar a ONU. Mas que reforma pode fazer contra os piores criminosos do século e os que querem repetir os piores crimes humanitários da história humana? Poderá criar uma Néo‑ONU, democracia ética global? Ou será possível criar uma estrutura paralela? Uma estrutura paralela de apoio à paz, aos direitos humanos e aos objetivos de um mundo melhor?
Imagino uma Néo‑ONU funcional, mesmo que inicialmente informal, unindo todos os países que se comprometem a respeitar os objetivos da ONU, não agredir ninguém, mas todos unidos na defesa dos agredidos e prevenção de agres
Esta estrutura não substituiria imediatamente a ONU, mas complementaria aquilo que a ONU já não consegue fazer.
A maior glória de António Guterres, para o tornar o melhor político da história da humanidade, pode ser dar os primeiros passos e abrir a porta para essa transformação histórica ao serviço da paz, valores e bom senso de justiça de uma democracia ética global. A defesa da invasão de Taiwan pela China e Rússia não é só uma pequeno guerra local, mas mais um exemplo da união dos piores criminosos como Putin ou Xi Jinping para invadirem, roubarem, imporem a sua ditadura criminosa contra povos mais civis, pacíficos e vulneráveis.
A maior glória histórica de António Guterres não será apenas de ter sido considerado o melhor político da história de Portugal, mas o maior político da história mundial, se transformar a ONU ou criar uma estrutura paralela: Néo-ONU.
Se António Guterres der esse primeiro passo — mesmo que simbólico, mesmo que apenas conceptual — ficará para a história como o político que tentou salvar o mundo de uma nova era de agressões, tal como a Carta da ONU prometeu em 1945 e nunca conseguiu cumprir plenamente.
A velha ONU falhou ao premiar os piores criminosos da história da humanidade e punir vítimas. Uma Néo‑ONU — mesmo que paralela, gradual ou conceptual — pode ser a única forma de evitar novas guerras e proteger povos ameaçados.
A maior glória de António Guterres será abrir a porta para uma Néo-ONU que começa por punir Putin e “putinistas” que o apoiam na invasão da Ucrânia, punir “neomaoistas” se invadirem Taiwan como exemplo contra agressores, criminosos, ladrões, imperialistas, maquiavélicos que querem impor as suas ditaduras.
Dados de apoio ou contestação da IA de Copilot sobre as minhas opiniões:
As fontes públicas confirmam que Lavrov explicou a Macky Sall “as exigências da Rússia aos candidatos ao mais alto cargo da ONU”, mas nenhuma fonte afirma que Lavrov exigiu explicitamente apoio à Rússia na guerra da Ucrânia ou que prometeu vetar qualquer candidato que critique a invasão. O que existe é interpretação política plausível, mas não há prova documental das condições específicas que mencionas.
A seguir tens a síntese factual, seguida da análise crítica que podes usar no teu texto.
🧩 1. O que está confirmado pelas fontes (factos verificáveis)
✔️ Lavrov reuniu‑se com Macky Sall
Todas as fontes confirmam o encontro em Moscovo, no âmbito da campanha de Macky Sall para suceder a António Guterres.
✔️ Lavrov “explicou as exigências da Rússia aos candidatos ao cargo de Secretário‑Geral da ONU”
Esta frase aparece literalmente em vários comunicados oficiais citados pela imprensa:
“O ministro explicou a Sall os requisitos que a Rússia exige aos candidatos ao mais alto cargo da ONU.”
“O ministro explicou a Macky Sall as exigências da Rússia a respeito dos candidatos ao mais alto posto da ONU.”
“Lavrov expôs ao candidato as exigências da Rússia aos candidatos ao posto supremo da ONU.”
✔️ A Rússia reafirmou o seu interesse no “papel central de coordenação da ONU”
Todas as fontes repetem esta linha diplomática.
✔️ A Rússia é membro permanente do Conselho de Segurança e tem poder de veto
Facto institucional incontestável.
🧩 2. O que não está confirmado pelas fontes (não há evidência pública)
❌ Não há prova de que Lavrov tenha dito a Macky Sall:
“Se não apoiares a Rússia, terás o veto.”
“Tens de apoiar a Rússia na guerra da Ucrânia.”
“Quem condenou a invasão da Ucrânia será vetado.”
Nenhuma das fontes citadas menciona Ucrânia, invasão, apoio à Rússia, neutralidade, compromissos políticos, ou ameaça de veto.
O conteúdo divulgado é genérico, diplomático e deliberadamente vago — típico de comunicados oficiais russos.
🧩 3. O que pode ser inferido (interpretação política plausível, mas não documentada)
🔎 3.1. A Rússia usa o veto como instrumento político
Isto é factual e histórico:
A Rússia já vetou resoluções sobre a Ucrânia.
Já bloqueou nomeações e decisões que contrariavam os seus interesses.
É previsível que tente influenciar a escolha do próximo Secretário‑Geral.
🔎 3.2. É plausível que a Rússia prefira um SG que:
Não condene a invasão da Ucrânia;
Defenda “multilateralismo” num sentido favorável à Rússia;
Evite linguagem crítica sobre violações russas do direito internacional.
Mas isto é análise geopolítica, não informação confirmada pelas fontes.
🔎 3.3. É plausível que candidatos que condenaram a invasão da Ucrânia enfrentem resistência da Rússia
Sim, é plausível — mas não está documentado que Lavrov tenha dito isso a Sall.
🧩 4. Como transformar isto em texto editorial rigoroso (para blog e ebook)
Secção: O que é facto
Lavrov reuniu‑se com Macky Sall.
Lavrov explicou “as exigências da Rússia aos candidatos”.
O comunicado oficial não detalha essas exigências.
A Rússia reafirmou o papel central da ONU.
A Rússia tem poder de veto.
Secção: O que é interpretação política
É provável que a Rússia queira um SG que não a critique.
É provável que candidatos críticos da invasão da Ucrânia enfrentem veto.
É possível que Lavrov tenha transmitido isso de forma implícita.
Secção: O que não está provado
Não há prova de que Lavrov tenha exigido apoio à Rússia.
Não há prova de que tenha ameaçado veto a quem condenou a invasão.
Não há prova de conversas secretas com esse conteúdo.
🧩 5. Versão pronta para publicação (impessoal, factual, didática)
Factos confirmados: Lavrov reuniu‑se com Macky Sall e explicou “as exigências da Rússia aos candidatos ao cargo de Secretário‑Geral da ONU”, segundo comunicados oficiais citados pela imprensa internacional. As fontes não especificam essas exigências, limitando‑se a mencionar o compromisso russo com o “papel central de coordenação da ONU”. Não há referência explícita à guerra da Ucrânia, à invasão, a compromissos políticos ou a ameaças de veto.
Interpretação plausível: Dado o histórico de vetos russos e a importância estratégica da escolha do Secretário‑Geral, é plausível que a Rússia prefira um candidato que não critique a invasão da Ucrânia. É igualmente plausível que candidatos que se manifestaram contra a agressão russa enfrentem resistência diplomática. No entanto, esta interpretação não é confirmada pelas fontes citadas.
Conclusão editorial: As fontes confirmam o encontro e a existência de “exigências” russas, mas não confirmam o conteúdo político que circula em análises informais. Assim, qualquer afirmação sobre vetos condicionados ao apoio à Rússia deve ser apresentada como opinião ou inferência, não como facto documentado.
Todas as ligações
Macky Sall à Moscou : Sergueï Lavrov dévoile les attentes de la Russie pour le prochain patron de l’ONUhttps://www.leral.net/Macky-Sall-a-Moscou-Serguei-Lavrov-devoile-les-attentes-de-la-Russie-pour-le-prochain-patron-de-l-ONU_a402708.html
Candidato a suceder a Guterres reúne-se com Lavrov em Moscovo - Notícias ao Minuto
O antigo presidente é acusado pelas atuais autoridades senegalesas, no poder desde abril de 2024, de ter reprimido de forma severa as manifestações da oposição entre 2021 e 2024, das quais resultaram dezenas de mortos no país. ... O ministro explicou a Sall os requisitos que a Rússia exige aos candidatos ao mais alto cargo da ONU" https://www.noticiasaominuto.com/mundo/3024519/candidato-a-suceder-a-guterres-reune-se-com-lavrov-em-moscovo?utm_source=copilot.com.
(1)
Esta é mais uma das 100 mentiras que circulam online de Putin e putinistas? O pior violador da Carta das Nações Unidas afirma: tele24.tv
ONU : Ce que la Russie a exigé à Macky Sall … Les deux responsables ont également réaffirmé leur attachement au rôle de coordination des Nations unies dans les affaires internationales, dans un contexte marqué par la multiplication des crises géopolitiques. Publié le 21/07/2026 à 07:02 Mis à jour le 21/07/2026 à 07:02 Ajouter Senenews à vos sources préférées Partager Écouter cet article Copier le lien Alertes WhatsApp Par Thierno Gueye Suivre S'abonner La campagne de Macky Sall pour le poste de Secrétaire général des Nations unies l’a conduit à Moscou, où il a été reçu lundi par le ministre russe des Affaires étrangères, Sergueï Lavrov. Au-delà de la présentation de son programme, l’ancien président sénégalais a surtout pris connaissance des attentes de la diplomatie russe à l’égard des prétendants à la plus haute fonction de l’ONU. Selon un communiqué du ministère russe des Affaires étrangères, Sergueï Lavrov a exposé au candidat sénégalais la position de Moscou sur le profil attendu du futur Secrétaire général. … Les deux responsables ont également réaffirmé leur attachement au rôle de coordination des Nations unies dans les affaires internationales, dans un contexte marqué par la multiplication des crises géopolitiques.
Resposta direta: Sim — a frase citada (“réaffirmé leur attachement au rôle de coordination des Nations unies…”) é típica propaganda diplomática russa, coerente com um padrão documentado de manipulação, distorção e produção de narrativas falsas por Lavrov e pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia. Não é uma “mentira isolada”: insere‑se num ecossistema de desinformação sistemática, amplamente identificado por organizações independentes.
Capítulo — A Velha ONU, a Futura Velha ONU e a Necessidade Histórica de uma Néo‑ONU
1. A pior vergonha da velha ONU: premiar os piores criminosos contra a humanidade e punir as vítimas
A história da velha ONU contém um dos episódios mais contraditórios da diplomacia internacional: os sobreviventes do maoismo, que fugiram para Taiwan, foram expulsos da ONU, enquanto o regime responsável por uma das maiores catástrofes humanas do século XX foi reconhecido como representante legítimo da China.
Segundo estimativas de vários historiadores, o maoismo causou cerca de 40 milhões de mortos por tortura, execuções, perseguições políticas e fome. O regime que produziu esta tragédia humanitária foi, paradoxalmente, premiado com o assento permanente no Conselho de Segurança, enquanto as vítimas que escaparam ao terror maoista foram excluídas da organização criada para proteger os povos contra crimes dessa natureza.
Este episódio tornou‑se a pior vergonha da velha ONU:
premiar os piores criminosos contra a humanidade,
punir as vítimas,
e legitimar um regime que violou sistematicamente os princípios fundamentais da Carta das Nações Unidas.
2. A futura velha ONU corre o risco de repetir a mesma vergonha
O risco histórico repete‑se. A futura velha ONU pode voltar a premiar regimes agressores e punir povos que se defendem, tal como aconteceu com Taiwan.
Hoje, dois grupos de atores políticos ameaçam reproduzir a mesma lógica:
2.1. Os “putinistas”
Apoiam a invasão da Ucrânia, justificam crimes de guerra, promovem desinformação e procuram transformar a ONU num instrumento de bloqueio diplomático. A invasão da Ucrânia já produziu:
anexação ilegal de territórios,
deportação de crianças,
destruição de cidades,
ataques sistemáticos a civis,
veto repetido a resoluções que tentam proteger vítimas.
2.2. Os “neomaoistas”
Pretendem completar em Taiwan os crimes do maoismo, agora com apoio estratégico da Rússia. A coligação sino‑russa para a futura invasão de Taiwan representa:
a continuação histórica do imperialismo maoista,
a tentativa de destruir um dos países mais livres e prósperos da Ásia,
a repetição da lógica que expulsou Taiwan da ONU,
a ameaça de uma guerra que poderá ultrapassar em escala a invasão da Ucrânia.
Se a futura velha ONU aceitar esta coligação agressora sem capacidade de resposta, repetirá a pior vergonha da sua história: premiar os agressores e punir os povos que se defendem.
3. A impossibilidade estrutural de reformar a ONU por dentro
A estrutura atual da ONU impede que o seu líder condene os crimes dos seus próprios membros permanentes. O poder de veto da Rússia e da China torna impossível:
reconhecer Taiwan,
condenar a invasão da Ucrânia,
impedir agressões futuras,
proteger povos ameaçados por regimes militaristas.
Nenhum candidato ao cargo de Secretário‑Geral que se oponha simultaneamente:
à invasão da Ucrânia,
e à coligação sino‑russa para a invasão de Taiwan,
pode ser eleito sem veto automático de Putin ou Xi Jinping.
A ONU, tal como está estruturada, não consegue impedir as guerras dos imperialistas militaristas maquiavélicos contra os mais fracos.
4. A pergunta decisiva: se não é possível transformar a ONU numa Néo‑ONU, será possível criar uma estrutura paralela?
Se a reforma interna é impossível, surge a questão estratégica: pode ser criada uma estrutura paralela de apoio à paz, aos direitos humanos e aos objetivos de um mundo melhor?
Uma estrutura paralela — uma Néo‑ONU funcional, mesmo que inicialmente informal — poderia:
unir países que respeitam a Carta das Nações Unidas,
proteger povos ameaçados por agressões,
impedir guerras anunciadas,
criar mecanismos de prevenção que a velha ONU não consegue implementar,
apoiar a autodeterminação de Taiwan,
defender a Ucrânia e outros países vulneráveis,
promover um sistema internacional baseado em valores e não em vetos.
Esta estrutura não substituiria imediatamente a ONU, mas complementaria aquilo que a ONU já não consegue fazer.
5. A maior glória de António Guterres
A maior glória histórica de António Guterres não será apenas o seu legado como Secretário‑Geral da ONU. Será a possibilidade de:
evitar a invasão de Taiwan,
evitar futuras guerras da coligação sino‑russa,
impedir que os imperialistas militaristas maquiavélicos destruam povos mais fracos,
iniciar o primeiro passo para uma Néo‑ONU,
criar um sistema internacional capaz de prevenir catástrofes e não apenas reagir a elas.
Se António Guterres der esse primeiro passo — mesmo que simbólico, mesmo que apenas conceptual — ficará para a história como o político que tentou salvar o mundo de uma nova era de agressões, tal como a Carta da ONU prometeu em 1945 e nunca conseguiu cumprir plenamente.
Conclusão do capítulo
A velha ONU falhou ao premiar regimes criminosos e punir vítimas. A futura velha ONU corre o risco de repetir a mesma vergonha. A estrutura atual impede qualquer reforma interna significativa. A criação de uma Néo‑ONU — mesmo que paralela, gradual ou conceptual — pode ser a única forma de evitar novas guerras e proteger povos ameaçados.
A maior glória de António Guterres será abrir a porta para essa transformação histórica.
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