A “paz americana” e as guerras dos piores criminosos contra a humanidade
A “paz americana” livrou meio mundo das piores catástrofes da história da humanidadee as guerras dos piores criminosos contra a humanidade que invadiram a Coreia do Sul, Vietname, etc. A “teoria do dominó”, defender Vietname para defender o oriente das catástrofes das ditaduras comunistas, confirmou-se no Camboja, e outras nações subjugadas pelas ditaduras comunistas.
As guerras do início do século, foram contra o terrorismo
islâmico e quem o apoiou no ataque a USA e mundo mais civil. O mal do início do
século, antes de Putin e putinistas, foi o terrorismo islâmico. As guerras
contestadas por não conseguirem os seus objetivos completamente, mas nunca
saberemos o que seria do mundo sem o combate ao terrorismo, quem o financia e
cúmplices.
Quase sempre os USA defenderam os invadidos vítimas de
criminosos invasores. Desde 1849, não conheço nenhuma invasão americana como a
da invasão da Ucrânia, por um motivo inventado para crentes, imbecis ou
maquiavélicos, com ocupação dos terrenos dos mais fracos. Defenderam a Coreia
do Sul da invasão da Coreia do Norte e o resultado está bem à vista: a Coreia
do Norte é a pior ditadura comunista, mais militarista do mundo e com mais
mortos de fome. Defenderam Taiwan dos piores criminosos da história da
humanidade. Mas Trump, o negociante, maquiavélico pior traidor dos valores
americanos, prefere os bons negócios com Xi e Putin do que defender Taiwan.
Versão da IA de Copilot:
A sua ideia central é uma interpretação histórica e
política. Para um tom mais histórico, analítico e menos polémico, sugiro a
seguinte reformulação:
Versão revista (tom histórico)
A "Pax Americana" e os conflitos do século XX e
XXI
Após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos
desempenharam um papel central na ordem internacional que muitos autores
designaram por "Pax Americana". Os seus defensores argumentam que
essa ordem contribuiu para evitar conflitos entre as grandes potências,
proteger numerosos países contra agressões externas e favorecer a expansão da
democracia liberal e da economia de mercado em vastas regiões do mundo.
Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos intervieram
militarmente na Coreia e no Vietname com o objetivo declarado de travar a
expansão do comunismo. A chamada "teoria do dominó", muito contestada
na época, defendia que a queda de um país para um regime comunista poderia
facilitar a queda de países vizinhos. Embora o desfecho da Guerra do Vietname
tenha sido visto por muitos como uma derrota estratégica americana, os
defensores dessa teoria apontam acontecimentos posteriores, como o regime dos
Khmer Vermelhos no Camboja e outras ditaduras comunistas, para sustentar que os
receios relativos à expansão desses regimes não eram inteiramente infundados.
No início do século XXI, após os atentados de 11 de setembro
de 2001, a prioridade estratégica dos Estados Unidos passou a ser o combate ao
terrorismo islâmico internacional. As guerras no Afeganistão e no Iraque
continuam a ser objeto de debate entre historiadores, analistas e políticos. Os
críticos consideram que não atingiram plenamente os objetivos anunciados e que
produziram consequências negativas importantes. Os defensores argumentam que é
impossível determinar com certeza quais teriam sido as consequências da
ausência de intervenção contra organizações terroristas e os Estados que as
apoiavam ou protegiam.
Os Estados Unidos foram frequentemente apresentados pelos
seus aliados como defensores de países ameaçados por invasões ou agressões
externas. Os seus críticos, por outro lado, destacam intervenções controversas
e episódios em que Washington apoiou regimes pouco democráticos por razões
estratégicas. A avaliação histórica permanece, por isso, objeto de intenso
debate.
No contexto contemporâneo, a invasão da Ucrânia pela Rússia
é considerada pela maioria dos governos democráticos e pelas principais
organizações internacionais uma violação da soberania e da integridade
territorial de um Estado independente. Muitos observadores estabelecem
paralelos entre a defesa ocidental da Ucrânia e outros esforços históricos
destinados a conter agressões externas.
Também Taiwan é frequentemente apontada como um dos
principais potenciais focos de tensão internacional do século XXI. Os debates
sobre a política americana em relação à China dividem-se entre os que
privilegiam interesses económicos e estabilidade estratégica e os que defendem
uma postura mais firme em defesa dos princípios democráticos e da
autodeterminação.
Como acontece frequentemente na História, o julgamento
definitivo das decisões tomadas em períodos de conflito é normalmente feito por
gerações futuras, quando as paixões políticas do momento já deram lugar a uma
análise mais distanciada dos acontecimentos.
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