Carta aberta a chineses, néo-chineses, e imbecis, ignorantes ou maquiavélicos neomaoistas
Todos os chineses são descendentes dos piores criminosos contra a humanidade: segundo um documentário numa TV alemã o maoismo torturou e matou 40 milhões de chineses para impor o maoismo, a pior ditadura comunista da história da humanidade, tão ineficiente que causou mais 40 milhões de mortos de fome. Os historiadores divergem na estimativa dos números, uns calculam mais e outros menos, mas todos concordam com que foi a pior catástrofe humanitária da história da humanidade, excluindo as guerras. Alguns imbecis ou ignorantes consideram o nazismo a pior catástrofe humanitária de todos os tempos. Não sabem que maoismo e estalinismo foram 5 a 10 vezes piores do nazismo. Mas com as mentiras da educação e lavagem ao cérebro da sua informação só exaltaram o que consideram positiva e escondem o negativo.
A China é hoje uma grande economia competitiva, maquiavélica na pior tradição comunista, com o melhor do capitalismo e pior do comunismo: financiamento aos piores 15 crimes de toda a humanidade desde 1945, piores do século, piores da atualidade e com piores consequências futuras. Os mais criminosos e maquiavélicos fazem concorrência desleal aos mais civis.
Todos os mais civis que desejam um mundo melhor têm obrigação moral de boicotar os mais maquiavélicos. Mas nem todos os chineses são maquiavélicos, nem todos podem evitar de ser cúmplices dos 15 piores crimes do século. Mas todos podem contribuir ao que eu chamo “Néo-China”: nova, ética online. Por nova quero dizer que se torna mais civil e menos maquiavélica, em honesta e leal concorrência com os mais civis que boicotam os 15 piores crimes e os cúmplices maquiavélicos que os apoiam. Por ética quero dizer com os melhores valores de convivência global, sem imperialismos militaristas maquiavélicos para serem miseravelmente grandes, invasores da Ucrânia . Devem ver o exemplo de Taiwan que sendo mais pequeno tem um nível de vida e felicidade duplo ou triplo da China, Rússia e grandes nações comunistas ou de tradição comunista.
Por online quero dizer que aproveitam Internet e novas tecnologias para a paz, para um mundo melhor, e nâo para mandarem milhões de crimes cibernéticos por dia contra Taiwan.
Chamo imbecis ignorantes ou maquiavélicos “neomaoistas” aos chineses e cúmplices de todo o mundo que querem completar os crimes do maoismo com a invasão e imposição da ditadura comunista criminosa a Taiwan. Macao e Hong Kong demitiram o seu nível e felicidade com a subjugação à ditadura comunista chinesa. Para evitar que os “neomaoistas” tentem invadir Taiwan e repetirem os crimes do maoismo, da invasão da Ucrânia e das invasões que seguirão o seu exemplo é um dever moral do mundo mais civil de boicotar desde já os chineses que apoiam a invasão da Ucrânia e se tornam cúmplices dos 15 piores crimes da atualidade e com piores consequências futuras. Quanto maiores forem os boicotes, represálias e ameaças a todos os que apoiam a invasão de Taiwan maior será a possibilidade de contribuir a evitar a repetição da catástrofe humanitária da invasão da Ucrânia. As represálias, ameaças e boicotes devem estender-se aos maquiavélicos que não boicotarem e se aproveitarem dos boicotes. Esta é uma das maneiras de os mais civis contribuirmos para a paz e para um mundo melhor. Se mais civis de todo o mundo se comprometem a boicotar, represálias e ameaças contra os “neomaoistas” chineses ou cúmplices de qualquer parte do mundo pode ser uma forma de impedir a invasão de Taiwan e seguintes.
Nem todos os chineses são cúmplices, nem todos devem pagar e sofrer as consequências dos criminosos e dos cúmplices que financiam os 15 piores crimes desde 1945, do século, da atualidade e piores consequências futuras. Cada “néo-chinês”, cada civil chinês ou civil cidadão do mundo pode dar desde já o seu contributo para evitar a invasão de Taiwan, para a paz e para um mundo melhor. Sugiro a todos os negócios chineses e negócios que querem atrir os cidadãos mais civis do mundo de colocarem placas na entrada do seus negócios ou casas: “PAZ, NÃO APOIAMOS A INVASÃO DA UCRÂNIA E DE TAIWAN”, ou simplesmente: “PAZ”, ou “PAZ MUNDO MELHOR MELHOR”, ou “PAZ, NUNCA MAIS ESTALINISMO, NAZISMO, PUTINISMO ou NEOESTALINISMO”.
Uma forma de financiar a criação de órgãos de informação, redes sociais e “Neo-ONU” para a paz e para um mundo melhor em todas as nações e todas as línguas pode ser a venda de placas com estas mensagens em todas as línguasbuir
Os “néo-chineses”, novos, éticos e online, podem contribuir a uma “Néo-China”, amada pelos mais civis do mundo, com preferência aos seus produtos sempre que forem em leal concorrência com os mais civis. Os “néo-chineses” reconhecem a vergonha de terem sido os piores criminosos da história da humanidade e protestam contra os que querem impor a sua ditadura. Os mais civis alemães proibiram toda a propaganda ao nazismo. Os mais imbecis, ignorantes ou maquiavélicos chineses meteram a economia maoista na gaveta, aproveitaram o melhor do capitalismo e pior do comunismo, mas a fotografia de Mao continua nas escolas, nas praças e cultura imperialista, militarista maquiavélica com a lavagem ao cérebro típica das ditaduras comunistas.
Os “néo-chineses” podem ter grande importância na criação de uma “Néo-ONU” com a mini-carta: paz, mundo melhor.
É evidente que a imperialista, militarista maquiavélica China atual não fará parte oficialmente da “Néo-ONU”. Mas a Néo-ONU pode ter participação de opositores aos 15 crimes da cumplicidade da China atual, desertores, fugidos. Por exemplo Ai Weiwei, artista chinês exilado, atualmente residente em Portugal podem ser semente da “Néo-China” e representar desde já os mais civis na Néo-ONU. A Néo‑ONU não precisa esperar que governos autoritários participem. Ela pode integrar cidadãos e exilados que rejeitam agressões militaristas e defendem ética global. Entre eles estão artistas como Ai Weiwei, hoje em Portugal, símbolo da China civil e crítica ao autoritarismo.
Esses Néo‑Chineses representam a “Néo‑China”: ética, moderna, online e comprometida com a paz. São aliados naturais da Néo‑ONU e mostram que o povo chinês não se confunde com ideologias autoritárias.
📌 VERSÃO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, IA, DE COPILOT
Carta aberta sobre China, “néo‑China” e ideologias neomaoistas
A história moderna da China contém uma das maiores tragédias humanitárias do século XX: políticas maoistas que, segundo historiadores, causaram dezenas de milhões de mortes por repressão e fome. Essa herança ideológica ainda influencia correntes que defendem a imposição de modelos autoritários sobre sociedades livres, como Taiwan.
A China contemporânea combina grande dinamismo económico com práticas que suscitam críticas globais: apoio a regimes agressivos, uso de trabalho forçado, poluição extrema e pressão militar sobre vizinhos. Esses comportamentos não representam todos os chineses, mas sim uma linha ideológica que chamo neomaoista — autoritária, expansionista e contrária aos valores de convivência global.
Em contraste, proponho a ideia de “néo‑China”: cidadãos e empresas que rejeitam imperialismos, defendem a paz, valorizam ética global e concorrem de forma leal com o resto do mundo. Uma China aberta, ética e online pode ser admirada e preferida pelos consumidores mais civis.
A defesa de Taiwan — uma democracia próspera, pacífica e tecnologicamente avançada — é hoje um teste moral para todos os que rejeitam agressões militaristas. Boicotes civis e posicionamentos públicos podem ajudar a evitar novas catástrofes humanitárias.
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