Carta Aberta a Lula e eleitores do Brasil: Ucrânia, Taiwan, comunistas, putinistas, neomaoistas, “paz americana” “guerras antiamericanas” e paz para um mundo melhor
O Brasil é uma das maiores nações que mais está a contribuiu à continuação da pior catástrofe atual com piores consequências futuras, cúmplice da atual invasão da Ucrânia e futura invasão de Taiwan.
Só comunistas antiamericanos, imperialistas, militaristas, maquiavélicos da substituição da “paz americana” pelas “guerras antiamericanas” podem apoiar Putin na invasão da Ucrânia e China na invasão de Taiwan como está a fazer Lula apoiado por 33 milhões de brasileiros.
Lula é um dos políticos da atualidade que poderia contribuir para acabar com a pior catástrofe da atualidade na invasão da Ucrânia
e prevenir a próxima catástrofe futura da invasão de Taiwan.
Mas Lula fez precisamente o contrário: cumplicidade com a pior catástrofe atual
e com a preparação da futura.
Lula é um dos piores “putinistas”, “neomaoistas” populistas maquiavélicos cúmplices da substituição da “paz americana” pelas “guerras antiamericanas”. É o pior pelas contradições entre o que diz e faz: O melhor de Karl Marx pode resumir-se nesta teoria verdadeira: o dinheiro condiciona, política, economia, cultura, arte, crenças, religiões, etc. No seu tempo o dinheiro estava concentrado nos aristocratas que possuíam o dinheiro, terras, empresas, negócios. Se o dinheiro fosse distribuído igualmente por todos, seria o melhor dos mundos. Para isso seria necessário passar pela “ditadura do proletariado”. A maioria dos comunistas aplicou esta teoria, sem ter em conta o mais elementar da psicologia dos mais maquiavélicos: mataram os proprietários, distribuíram a sua riqueza pelos mais agressivos “ditadores do proletariado” fiéis aos ditadores e criaram economias ineficientes todas com nível de vida e felicidade muito inferiores às democracias. A “paz americana” foi o melhor contributo a evitar 100.000 de vítimas do comunismo, defender o mundo do imperialismo comunista maoista e estalinista, das ditaduras que criaram grandes, mas miseráveis impérios da Rússia e China. Taiwan, defendido pela “paz americana” é melhor exemplo do grande nível de vida e felicidade, comparado com todos os impérios comunistas da Rússia, China e seus aliados presentes no "Dia da Vitória" a mais repugnante "passagem de modelos" dos crimes na Ucrânia e quem os apoia. O Brasil é país que mais se devia enverhar de fazer parte desse evidente apoio ao invasor da Ucrânia, pela conntradição entre o que diz e faz. O Brasil devia ser o primeiro a defender Taiwan: “ajustando o custo de vida, o habitante médio de Taiwan produz e dispõe de aproximadamente quatro vezes mais riqueza do que o habitante médio do Brasil”, (IA de Copilot em https://pef1mm.blogspot.com/2026/10/votar-lula-e-ser-cumplice-dos-crimes-do.html). A teoria de que Taiwan pertenceu à China é tão ridícula como se Portugal tivesse bombas atómicas e defendesse que devia invadir o Brasil porque no passado lhe pertenceu. Após a “Revolução dos Cravos” de 1974 Portugal descolonizou o seu império colonial. Nesse mesmo ano o Brasil apoiou a colonização de Taiwan pela China.
Os piores na aplicação do pior da teoria marxista foram os
maoistas e estalinistas. Putin com a invasão da Ucrânia e Xi Jinping a
preparar-se para invadir Taiwan são os piores da atualidade, depois do último
grande comunista Kim Jong-Un. Lula,
educado ou com a lavagem ao cérebro típica dos piores comunistas, está do lado
dos piores comunistas contra as melhores democracias. Os mais maquiavélicos não
sabem ou não se importam da cumplicidade com o pior criminoso depois de
Estaline e Hitler, com os piores crimes da atualidade na Ucrânia e preparação
dos piores crimes na invasão de Taiwan desde que tenham mais benefícios das “guerras
antiamericanas” do que da “paz americana”. Desde 1849 os americanos não fizeram
nenhuma guerra de ocupação como Putin está a fazer na Ucrânia: fizeram guerras
a defender invadidos na Coreia, Vietname, Iraque, … e guerras contra terroristas
islâmicos e quem os apoia.
Se o Brasil continuar a apoiar Putin na invasão da Ucrânia e
China na invasão de Taiwan é evidente que a teoria de Maquiavel continua a
prevalecer na política atualizada com outras formas: não importa as catástrofes
humanitárias que causamos desde que tiremos resultados económicos.
Eleitores, meios de informação, opinião pública, partidos
políticos e diplomáticos podiam contribuir a evitar estas catástrofes
humanitárias com esta mensagem para Lula: “Diga ao seu amigo Putin que ou para
a guerra ou interrompe os negócios para não ser cúmplice dos seus crimes. Diga
a Xi Jinping que se invadir Taiwan todos os negócios serão cancelados”.
Mais:
“Votar Lula é ser cúmplice dos crimes do pior criminoso
depois de Estaline e Hitler”, https://pef1mm.blogspot.com/2026/10/votar-lula-e-ser-cumplice-dos-crimes-do.html.
Carta aberta aos imbecis, ignorantes ou maquiavélicos 33
milhões da "guerrilha digital" para apoiar Lula, https://pef1mm.blogspot.com/2026/10/carta-aberta-aos-imbecis-ignorantes-ou.html.
Os mais civis e os imbecis, ignorantes ou maquiavélicos das
eleições do Brasil, https://pef1mm.blogspot.com/2026/10/os-mais-civis-e-os-imbecis-ignorantes.html.
Os mais civis recusam ser cúmplices dos piores crimes depois
da Segunda Guerra Mundial, do pior criminoso depois de Estaline e Hitler, do
pior cúmplice da História do Brasil.
Os mais imbecis ou ignorantes nem sabem que são cúmplices.
Outros sabem, mas são tão maquiavélicos que consideram bom tudo o que pode
trazer benefícios para o Brasil, mesmo com cumplicidade com os piores crimes da
atualidade com piores consequências futuras.
Se quer saber mais para ser um civil brasileiro, e não um
imbecil, ignorante ou maquiavélico, leia:
Carta aberta aos imbecis, ignorantes ou maquiavélicos 33
milhões da "guerrilha digital" para apoiar Lula, https://pef1mm.blogspot.com/2026/10/carta-aberta-aos-imbecis-ignorantes-ou.html.
“Votar Lula é ser cúmplice dos crimes do pior criminoso
depois de Estaline e Hitler”, https://pef1mm.blogspot.com/2026/10/votar-lula-e-ser-cumplice-dos-crimes-do.html.
Versão de Copilot com dados que confirmam ou negam as minhas opiniões:
Opinião e análise crítica com verificação factual
Introdução
A guerra na Ucrânia e a crescente tensão em torno de Taiwan
representam dois dos maiores riscos para a estabilidade internacional do século
XXI. Na minha opinião, o Brasil poderia desempenhar um papel mais firme na
defesa das democracias ameaçadas por potências autoritárias. Considero que o
Presidente Lula tem seguido uma política externa que beneficia diplomaticamente
Rússia e China, contribuindo para enfraquecer aquilo a que chamo a "paz
americana", substituindo-a por um mundo mais instável e sujeito a conflitos
entre grandes potências.
Contudo, importa distinguir opiniões de factos.
O que os factos confirmam
1. O Brasil condenou a invasão da Ucrânia, mas recusou
sanções contra a Rússia
É factual que o Brasil condenou a invasão russa da Ucrânia
nas Nações Unidas. Porém, tanto durante o governo Bolsonaro como durante o
governo Lula, o país recusou aderir às sanções económicas ocidentais contra a
Rússia e tem defendido negociações de paz em vez de isolamento diplomático de
Moscovo. [eulas.network],
[gov.br]
2. O governo Lula procura manter relações próximas com a
China
O Brasil aprofundou as relações económicas e diplomáticas
com a China durante o actual governo. Diversas declarações oficiais reafirmaram
o apoio brasileiro ao princípio de "Uma Só China", segundo o qual
Taiwan é considerada parte do território chinês. [reuters.com],
[g1.globo.com]
3. O Brasil apoia oficialmente a política chinesa sobre
Taiwan
O Ministério dos Negócios Estrangeiros brasileiro reafirmou
repetidamente o apoio ao princípio de "Uma Só China". Em declarações
públicas e documentos conjuntos com Pequim, o governo brasileiro reconheceu a
República Popular da China como o único governo legítimo da China e considerou
Taiwan parte inseparável do território chinês. [reuters.com],
[g1.globo.com]
4. Taiwan é significativamente mais rica do que o Brasil
Os dados económicos mostram que Taiwan possui um rendimento
por habitante muito superior ao brasileiro. Em várias estimativas
internacionais recentes, o PIB per capita taiwanês é aproximadamente três a
quatro vezes superior ao do Brasil, dependendo do método utilizado. [georank.org], [countryeconomy.com]
O que os factos não permitem concluir
Embora os factos anteriores sejam verificáveis, existem
afirmações que permanecem opiniões políticas e não conclusões demonstradas:
- Não
existe prova de que Lula seja "cúmplice" da invasão da Ucrânia.
- Não
existe prova de que o Brasil esteja a participar na preparação de uma
eventual invasão de Taiwan.
- Não
existe prova de que os eleitores de Lula apoiem invasões militares.
- Não
existe prova de que Lula deseje uma guerra entre China e Taiwan.
Estas interpretações pertencem ao domínio da análise
política e da opinião.
A minha interpretação
Na minha opinião, ao recusar aumentar a pressão económica
sobre a Rússia e ao apoiar diplomaticamente a política chinesa relativamente a
Taiwan, o governo Lula favorece indirectamente os interesses estratégicos de
Moscovo e Pequim.
Considero que o Brasil deveria adoptar uma posição
semelhante à das democracias ocidentais que defendem:
- a
soberania da Ucrânia;
- a
autodeterminação de Taiwan;
- a
condenação inequívoca de invasões militares;
- a
utilização do comércio internacional como instrumento de pressão contra
agressores.
Entendo também que a história recente mostra que a
prosperidade económica, a liberdade individual e a qualidade de vida atingiram
níveis particularmente elevados em democracias liberais protegidas por alianças
internacionais lideradas pelos Estados Unidos, incluindo países como Taiwan.
Uma mensagem ao governo brasileiro
Se o Brasil pretende contribuir para uma paz duradoura,
deveria transmitir simultaneamente duas mensagens simples:
"A Rússia deve pôr fim à guerra contra a Ucrânia e
respeitar a soberania do país."
e
"Qualquer tentativa de invasão de Taiwan teria
consequências económicas e diplomáticas graves."
Uma posição clara deste tipo fortaleceria o princípio de que
alterações de fronteiras pela força não devem ser aceites em nenhuma região do
mundo.
Conclusão
A guerra na Ucrânia e a possibilidade de um conflito em
Taiwan constituem desafios decisivos para o futuro da ordem internacional. A
discussão legítima não é apenas sobre Lula, Putin, Xi Jinping ou os Estados
Unidos. A verdadeira questão é saber que tipo de mundo queremos construir: um
mundo baseado na força militar das grandes potências ou um mundo baseado na
soberania dos povos, na democracia e na resolução pacífica dos conflitos.
Independentemente das diferenças ideológicas, todos os
países têm a responsabilidade de contribuir para a paz, para a liberdade e para
a redução do sofrimento humano.
Nota editorial
Este texto distingue deliberadamente entre:
- Factos
verificáveis, apoiados por fontes públicas;
- Opiniões
e interpretações do autor, que representam uma análise política
subjectiva.
Essa separação aumenta a credibilidade do artigo e torna-o mais adequado para publicação em blog, eBook ou debate público.
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