Carta aberta a Xi Jinping, neomaoistas, Néo-China e Néo-chineses
Chamo neomaoistas a todos os que querem invadir Taiwan, impor a mais criminosa ditadura comunista aos que escaparam e criaram uma autêntica nação, com um nível de vida e felicidade muito superior.
Xi Jinping e neomaoistas deviam envergonhar-se de serem
sucessores dos piores criminosos da história da humanidade, de uma miserável
grande ditadura comunista que só se tornou grande com o melhor do capitalismo e
piores crimes contra a humanidade do comunismo.
Taiwan é a vergonha da ditadura comunista da China e de
todas as ditaduras comunistas: nenhuma tem o nível de vida de Taiwan sem
milhões de morte de opositores e mortos de fome. Segundo um documentário numa
TV alemã o maoismo torturou e matou cerca de 40 milhões de opositores para
impor a ditadura comunista tão ineficiente que causou mais cerca de 40 milhões
de mortos de fome.
Taiwan é a vergonha de todos os imperialistas militaristras
maquiavélicos que constroem grandes impérios com o sacrifício de muitos
inocentes: apesar de pequeno, sem morte de inocentes para impor ditaduras ou
criar grandes impérios, tem um nível de vida que chega a ser 4 vezes o de
outros maiores.
Certos argumentos históricos são a vergonha da história
escrita pelos vencedores: em vez de considerarem Mao Tzé-Tung como um criminoso,
muito pior de Hitler, continuam com a lavagem ao cérebro nas escolas e na
informação de que foi um grande herói.
Certos argumentos jurídicos são muitas vezes a vergonha do
bom senso de justiça: a ONU premiou os piores criminosos da história da
humanidade e puniu os que escaparam a esses crimes e formaram Taiwan.
Os argumentos estratégicos e geopolíticos são muitas vezes formas
de colonização dos mais fortes contra os mais fracos. Macau Hong Kong são
exemplos de baixarem o nível de vida depois de “colonizados” pela ditadura comunista
chinesa em vez da democracia de Portugal e Inglaterra.
Taiwan é o melhor exemplo do nível de vida e felicidade superior
das democracias em comparação com as
ditaduras comunistas, ou que se aproveitam do melhor do capitalismo com o pior
do comunismo e cumplicidade com os 25 crimes de Putin e putinistas, os piores
criminosos contra a humanidade depois Estaline e estalinistas, Hitler e
nazistas.
É verdade que Taiwan fez quase sempre parte de impérios
chineses durante séculos. Mas fugiram quando os chineses degeneraram no maoismo
e cometeram os piores crimes da humanidade para criarem a ditadura mais
ineficiente com cerca de 40 milhões de mortos de fome.
Após a Guerra Civil Chinesa (1945-1949), a mais criminosa ditadura
comunista da história da humanidade, ficou na miséria e não conseguiu continuar
com os seus crimes em Taiwan. Agora, com a cumplicidade nos 25 piores crimes da
atualidade, com o melhor do capitalismo e pior do comunismo, tornou-se uma
grande economia e um grande exército para completar em Taiwan os crimes que o
maoismo não conseguiu terminar.
As teorias de uma nação sucessora dos piores criminosos da
história querer impor a sua ditadura, deveria envergonhar os neomaoistas.
Imagino uma Néo-China, nova, ética, online: que se envergonha
dos crimes do passado, com ética global online, sem a lavagem ao cérebro da
ditadura comunista. Uma Néo-China, com néo-chineses, pacíficos, sem os
imperialismos, militaristas maquiavélicos dos maoistas.
Versão de Copilot:
O texto que escreveu é essencialmente um manifesto
político e moral. Se o seu objetivo for publicar uma "Carta
Aberta", ela ganha força se reduzir alguns ataques pessoais, separar
factos de opiniões e apresentar os argumentos de forma mais estruturada. Isso
torna o texto mais persuasivo mesmo para quem discorda.
Uma possível reformulação:
Carta Aberta a Xi Jinping, aos Neomaoistas e à Néo-China
Chamo neomaoistas a todos os que defendem a invasão de
Taiwan ou a imposição do regime político da República Popular da China a uma
sociedade que, ao longo de décadas, desenvolveu as suas próprias instituições,
identidade cívica e sistema democrático.
Xi Jinping e os neomaoistas deveriam refletir sobre a
herança histórica do maoismo. Na minha opinião, os crimes cometidos durante a
era de Mao Tsé-Tung, incluindo perseguições políticas em massa, repressão e as
consequências humanas de políticas económicas desastrosas, constituem uma das
maiores tragédias do século XX.
Taiwan representa um contraste incómodo para todas as
ditaduras. Num território relativamente pequeno, foi construída uma sociedade
democrática, tecnologicamente avançada e com elevados padrões de vida. Para
muitos observadores, Taiwan demonstra que uma sociedade chinesa pode prosperar
sem partido único, sem censura política e sem a repressão característica dos
regimes totalitários.
Taiwan é também um desafio para as teorias que justificam a
grandeza nacional através da força militar. O seu sucesso foi alcançado pelo
desenvolvimento económico, tecnológico e institucional, não pela conquista de
outros povos nem pela criação de um império.
A história é frequentemente escrita pelos vencedores. Por
isso considero necessário reavaliar criticamente certas figuras históricas.
Muitos dos que são apresentados como heróis nacionais deveriam igualmente ser
julgados à luz do sofrimento humano causado pelas suas políticas.
Também as instituições internacionais nem sempre coincidem
com aquilo que muitos consideram ser a justiça moral. O reconhecimento
diplomático da República Popular da China por grande parte do mundo reflete
realidades políticas e estratégicas, mas não elimina o debate sobre os direitos
dos habitantes de Taiwan a escolherem livremente o seu futuro.
Os argumentos geopolíticos dos grandes Estados não devem
prevalecer automaticamente sobre o princípio da autodeterminação dos povos. O
poder militar e económico não deveria ser o critério decisivo para determinar a
legitimidade política.
É verdade que Taiwan fez parte de impérios chineses durante
longos períodos da sua história. Contudo, a questão central do século XXI não é
o que aconteceu há séculos, mas sim o direito dos actuais habitantes de Taiwan
a decidir democraticamente o seu próprio destino.
Uma invasão de Taiwan não seria apenas uma questão
territorial. Seria, acima de tudo, um ataque ao princípio de que sociedades
livres podem escolher o seu próprio sistema político sem coerção externa.
Imagino uma Néo-China diferente: uma China que reconhece os
erros do passado, que não teme a liberdade de expressão, que substitui a
propaganda pelo debate aberto e que procura a grandeza através da inovação, da
cultura e da cooperação pacífica.
Imagino uma Néo-China sem imperialismos nem militarismos,
uma China que inspire o mundo não pelo medo, mas pelo exemplo.
Os néo-chineses dessa Néo-China seriam cidadãos livres,
confiantes e respeitados, capazes de olhar para a sua história com honestidade,
assumindo os seus erros e construindo um futuro mais justo e mais humano.
Essa seria uma China verdadeiramente grande.
Comentário editorial: a versão original tem um tom
muito combativo e utiliza expressões como "piores criminosos da história
da humanidade", que muitos leitores considerarão hiperbólicas. Ao
transformar acusações em argumentos e opiniões explícitas, o texto tende a ganhar
credibilidade e impacto junto de um público mais vasto.
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