A superioridade moral de Taiwan, inferioridade dos piores criminosos da história do passado, atualidade e perigo futuro
Muitos historiadores concordam que Mao Zedong na China é o pior exemplo de crimes humanitários na história da humanidade em tempo de paz. O maoísmo, com as piores repressões políticas para impor o maoismo, o sistema político mais ineficiente da história, com mais milhões de mortos de fome, das purgas políticas, trabalho forçado, etc. Alguns dizem que os crimes dos chineses superaram todos os outros juntos, mas incluem as suas guerras imperialistas.
Todos concordam que a China é o maior poluidor da atualidade
e maior financiador dos crimes da invasão da Ucrânia, incluso a poluição da
guerra.
A concorrência ambiental desleal contribui para empresas
situadas num país com normas ambientais rigorosas suportam custos que uma
empresa concorrente num país com regras menos exigentes pode evitar. Desde a
abertura econômica iniciada por Deng Xiaoping no final dos anos 1970, a China
adotou muitas práticas com o melhor do capitalismo, como a propriedade privada
e incentivos ao investimento, e pior do comunismo, poluição, sistema político
autoritário, “escravos do proletariado” ao serviço das elites, sem os direitos dos
regimes capitalistas. Esse modelo híbrido permitiu um crescimento econômico
rápido, com o pior crime da atualidade, maior poluição e cumplicidade nos 25
piores crimes da invasão da Ucrânia, (1).
Taiwan é o melhor exemplo de superioridade em tudo a todos
os piores criminosos do passado, presente e pior ameaça
Versão de Copilot:
Para um ebook, eu recomendaria uma redação mais rigorosa,
distinguindo claramente factos históricos, interpretações de historiadores e
opiniões políticas. Isso torna o texto mais credível e resistente a críticas.
A Superioridade Moral de Taiwan e o Contraste com os
Regimes Autoritários do Passado, do Presente e os Riscos do Futuro
A comparação entre Taiwan e os regimes autoritários
contemporâneos constitui um dos exemplos mais marcantes do contraste entre
democracia liberal e autoritarismo no mundo atual. Taiwan transformou-se numa
democracia pluralista, com eleições livres, liberdade de imprensa, proteção dos
direitos civis e uma economia dinâmica baseada na inovação, demonstrando que
uma sociedade de cultura chinesa pode combinar prosperidade, liberdade e
desenvolvimento humano.
Muitos historiadores consideram que as políticas
implementadas por Mao
Zedong, especialmente durante o Grande Salto em Frente e a Revolução
Cultural, estiveram associadas a uma das maiores catástrofes humanas ocorridas
em tempo de paz. Milhões de pessoas morreram devido à fome, às purgas
políticas, aos campos de trabalho forçado e à repressão exercida contra
opositores reais ou presumidos. Em número de vítimas, vários estudos colocam o
período maoista entre os episódios mais mortíferos da história moderna.
A experiência maoista tornou-se também um dos exemplos mais
citados dos perigos da concentração do poder político, da ausência de liberdade
de expressão e da impossibilidade de corrigir decisões governamentais erradas
através do escrutínio democrático. Quando o Estado controla a informação,
elimina a oposição e reprime a crítica, os erros tendem a multiplicar-se sem
mecanismos eficazes de correção.
O desenvolvimento económico posterior da China demonstrou
igualmente uma realidade frequentemente ignorada pelos defensores dos sistemas
autoritários: o crescimento acelerado ocorreu sobretudo após as reformas
económicas iniciadas por Deng
Xiaoping no final da década de 1970. A abertura ao investimento privado, a
introdução de mecanismos de mercado, a integração no comércio internacional e a
valorização do empreendedorismo contribuíram de forma decisiva para a
transformação económica chinesa.
Contudo, esse crescimento teve custos significativos. A
China tornou-se o maior emissor mundial de dióxido de carbono e enfrentou
durante décadas graves problemas de poluição atmosférica, contaminação de rios,
degradação ambiental e impactos negativos na saúde pública. Muitos economistas
argumentam que uma parte da competitividade da indústria chinesa resultou da
possibilidade de operar com normas ambientais menos exigentes do que aquelas
que vigoravam em muitas democracias desenvolvidas.
Este fenómeno é frequentemente descrito como concorrência
ambiental desleal. Empresas situadas em países com elevados padrões ambientais
são obrigadas a suportar custos relacionados com o controlo da poluição, a
redução das emissões e a proteção dos ecossistemas. Quando os concorrentes
operam sob regras menos rigorosas, conseguem frequentemente oferecer produtos
mais baratos porque parte dos custos ambientais é transferida para a sociedade
em vez de ser refletida no preço final.
Além da dimensão ambiental, o debate internacional
intensificou-se após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022. Muitos países
democráticos impuseram sanções económicas e reduziram as relações comerciais
com Moscovo. Em contrapartida, a aproximação entre a China e a Rússia levou
diversos analistas a questionar até que ponto o apoio económico chinês
contribuiu para reduzir o impacto do isolamento internacional imposto ao regime
de Vladimir
Putin.
Paralelamente, a cooperação estratégica entre China, Rússia
e Coreia do Norte tornou-se mais visível. O reforço dos contactos diplomáticos
e militares entre estes regimes aumentou a preocupação de muitos observadores
relativamente à estabilidade futura da Ásia Oriental. Taiwan, Coreia do Sul e
Japão acompanham estes desenvolvimentos com especial atenção devido aos riscos
que uma crescente coordenação entre regimes autoritários pode representar para
a segurança regional.
Em contraste, Taiwan apresenta um modelo alternativo. A
liberdade política, o pluralismo democrático, o respeito pelos direitos
fundamentais, a alternância pacífica de poder e uma economia altamente
inovadora permitiram à ilha alcançar níveis elevados de prosperidade, qualidade
de vida, longevidade e desenvolvimento humano.
A principal lição histórica não é apenas económica. É moral
e civilizacional. A prosperidade sustentável parece depender não apenas da
riqueza material, mas também de instituições que protejam a dignidade humana, a
liberdade individual, o Estado de direito, a responsabilidade governativa e a
capacidade de os cidadãos corrigirem pacificamente os erros dos seus
governantes através dos mecanismos democráticos.
Taiwan demonstra que uma sociedade pode ser simultaneamente
próspera, tecnologicamente avançada e democrática. A história do maoismo e de
outros regimes autoritários mostra, pelo contrário, os riscos associados à
concentração ilimitada de poder, à supressão das liberdades e à ausência de
mecanismos democráticos de controlo. Nesse sentido, o contraste entre Taiwan e
os regimes autoritários constitui uma das comparações políticas mais relevantes
do século XXI.
Principais melhorias feitas:
- Removi
afirmações absolutas ou difíceis de provar ("todos concordam",
"pior crime da atualidade", "mais ineficiente da
história").
- Mantive
a crítica ao maoismo e ao autoritarismo, mas com linguagem mais credível e
académica.
- Reforcei
a ligação entre democracia, desenvolvimento humano e sustentabilidade.
- Adaptei
o texto para um estilo adequado a um capítulo de ebook, mais persuasivo e
menos panfletário.
O caso de Taiwan é particularmente interessante porque
demonstra que uma sociedade de cultura chinesa pode combinar prosperidade
económica, elevada tecnologia, direitos políticos e democracia multipartidária.
Taiwan versus China, o contraste entre democracia liberal e
regime de da ditadura da China é o melhor exemplo do mundo contemporâneo.
Putin já defendeu que Taiwan pertence a China. Imagino que os
piores criminosos da atualidade, piores cúmplices dos piores crimes na Ucrânia,
como bons amigos, estarão unidos nos piores crimes do futuro, invasão de
Taiwan, Coreia do Sul, estados Bálticos, etc., se não existir uma união dos
mais civis contra os crimes dos mais maquiavélicos.
De uma perspetiva historiográfica dominante, muitos
especialistas consideram que as políticas de Mao
Zedong, especialmente durante o Grande Salto em Frente (1958-1962),
estiveram associadas a uma das maiores catástrofes provocadas pelo ser humano
em tempo de paz. As estimativas de mortalidade variam muito conforme os
autores, mas frequentemente situam-se entre cerca de 15 e 45 milhões de mortes,
havendo estudos que apresentam valores ainda mais elevados. [en.wikipedia.org],
[en.wikipedia.org],
[worldpeace...dation.org]
O Grande Salto em Frente procurava acelerar a
industrialização e a coletivização da agricultura. No entanto, a combinação de
planeamento centralizado, metas irrealistas, repressão da crítica, requisições
de alimentos pelo Estado e políticas agrícolas falhadas contribuiu para uma
fome gigantesca. Muitas fontes descrevem-na como a pior fome da história
registada em número de vítimas. [britannica.com],
[worldpeace...dation.org],
[ebsco.com]
Quanto à repressão política, o período maoista incluiu
campanhas como a Campanha Anti-Direitista, o Grande Salto em Frente e mais
tarde a Revolução Cultural, durante as quais milhões de pessoas sofreram
perseguições, prisões, trabalhos forçados, violência política e expurgos. [britannica.com], [historyofc...munism.org]
Sobre a afirmação de que o maoismo foi "o sistema
político mais ineficiente da história", isso já é um juízo de valor e não
um facto histórico consensual. O que se pode afirmar é que muitas análises
económicas e históricas consideram o Grande Salto em Frente uma das
experiências de planeamento central mais desastrosas alguma vez realizadas,
devido à enorme queda da produção agrícola e ao número de mortes associadas. [britannica.com],
[en.wikipedia.org],
[worldpeace...dation.org]
Assim, uma formulação equilibrada seria:
Muitos historiadores consideram que as políticas de Mao
Zedong, especialmente durante o Grande Salto em Frente, foram responsáveis
por uma das maiores catástrofes humanitárias ocorridas em tempo de paz, com
dezenas de milhões de mortos por fome, trabalho forçado e repressão política. [en.wikipedia.org],
[worldpeace...dation.org],
[ebsco.com]
É também frequente encontrar historiadores que colocam o
Grande Salto em Frente entre os acontecimentos mais mortíferos da história da
humanidade fora do contexto de guerra. [worldpeace...dation.org],
[ebsco.com]
A superioridade moral, económica, nível de vida, índices de
felicidade, longevidade, etc., de Taiwan, (e democracias liberais democráticas
como Japão, Coreia do Sul, USA, EU, etc.), é evidente em relação à inferioridade
da China, Rússia e cúmplices dos crimes de Putin e putinistas na invasão da
Ucrânia?
Em termos de liberdade política, democracia liberal,
direitos civis e pluralismo político, há fortes evidências de que Taiwan,
Japão, Coreia do Sul, a maior parte da União Europeia e outros regimes
democráticos obtêm resultados superiores aos da China e da Rússia segundo
índices internacionais amplamente utilizados. Taiwan, por exemplo, é classificado
como "Livre" pela Freedom House, com uma pontuação de 93/100, e é
considerado uma democracia plena em vários rankings internacionais. [freedomhouse.org], [worldpopul...review.com]
Também é verdade que, em geral, as democracias liberais mais
desenvolvidas tendem a apresentar:
- maior
proteção dos direitos individuais,
- eleições
competitivas,
- imprensa
mais livre,
- maior
transparência governamental,
- maior
capacidade de alternância pacífica de poder. [eiu.com],
[ourworldindata.org]
No caso específico de Taiwan, a comparação com a China é
frequentemente utilizada por académicos porque ambos partiram de uma herança
cultural chinesa comum, mas evoluíram para sistemas políticos muito diferentes.
Hoje, Taiwan é uma democracia multipartidária consolidada, enquanto a China
permanece um Estado de partido único controlado pelo Partido Comunista Chinês. [freedomhouse.org],
[freedomhouse.org]
Quanto ao nível de vida, a realidade é mais complexa.
A China continua atrás das economias mais desenvolvidas em rendimento por
habitante, mas conseguiu retirar centenas de milhões de pessoas da pobreza
extrema nas últimas décadas através do crescimento económico. Portanto, seria
simplista afirmar que é inferior em todos os indicadores económicos. Por outro
lado, economias como Taiwan, Japão, Coreia do Sul e muitos países da UE tendem
a apresentar rendimentos per capita, instituições e proteção social mais
elevados. [eiu.com],
[ourworldindata.org]
Relativamente à felicidade, os relatórios
internacionais colocam normalmente Taiwan entre os países mais bem
classificados da Ásia, situando-se em posições bastante superiores às da China
e da Rússia. [countryeconomy.com],
[data.world...ess.report]
Sobre a guerra da Ucrânia, é factual que a invasão em larga
escala lançada pela Rússia em 2022 foi condenada por grande parte das
democracias ocidentais e por numerosas resoluções das Nações Unidas. No
entanto, a expressão "cúmplices dos crimes de Putin" é uma avaliação
política e moral, não uma classificação neutra. Diferentes governos mantêm
vários graus de apoio, neutralidade ou cooperação com a Rússia. Para uma
análise rigorosa convém distinguir factos verificáveis de juízos de valor.
Uma formulação equilibrada seria:
Se os critérios forem democracia, liberdade política,
direitos civis e pluralismo, as evidências apontam claramente para uma vantagem
de Taiwan e da maioria das democracias liberais avançadas em relação à China e
à Rússia. Se os critérios forem apenas poder económico, militar ou influência
internacional, a avaliação torna-se mais complexa e multidimensional. [freedomhouse.org], [worldpopul...review.com],
[eiu.com]
Qual a influência da poluição da China a nível global nos progressos
económicos extraordinários nas últimas décadas, competição desleal com os mais
civis que mais respeitam as normas de proteção do ambiente e contra a poluição?
A resposta curta é: sim, a política ambiental mais
permissiva da China durante grande parte do seu crescimento industrial
contribuiu para reduzir custos de produção e aumentou a sua competitividade
internacional, mas não explica sozinha o crescimento económico chinês.
Outros fatores fundamentais incluíram uma enorme força de trabalho, elevadas
taxas de poupança e investimento, infraestruturas massivas, abertura ao
comércio internacional e transferência tecnológica. [ourworldindata.org], [iea.org]
Alguns pontos importantes:
1. A China tornou-se o maior emissor mundial
Segundo a Agência Internacional da Energia (IEA), a China
representa cerca de 35% das emissões globais de CO₂. [iea.org]
Também segundo a Our World in Data, a China emitiu cerca de 12,3
mil milhões de toneladas de CO₂ em 2024, mais do que qualquer outro país. [ourworldindata.org]
Isto está ligado ao facto de a China ser simultaneamente:
- a
maior plataforma industrial do mundo;
- o
maior produtor de aço, cimento e muitos bens manufaturados;
- um
dos maiores consumidores de carvão. [climatescorecard.org],
[iea.org]
2. Houve uma vantagem competitiva derivada de normas
ambientais menos exigentes?
Muitos economistas e analistas defendem que sim, pelo menos
durante décadas.
Quando um país:
- impõe
menos restrições ambientais;
- permite
centrais a carvão mais baratas;
- exige
menos investimento em controlo de emissões;
- aplica
regras ambientais de forma menos rigorosa;
os custos de produção tendem a ser menores do que em países
onde as empresas têm de cumprir normas ambientais mais exigentes.
É uma das razões pelas quais algumas indústrias poluentes
migraram de países da Europa, Japão ou América do Norte para a Ásia nas últimas
décadas.
Contudo, seria simplista afirmar que a vantagem chinesa
resultou apenas da poluição. A dimensão do mercado chinês, a qualidade das
infraestruturas e a eficiência logística foram igualmente decisivas.
3. Os custos ambientais ficaram dentro da própria China
Durante muitos anos, a população chinesa suportou custos
muito elevados:
- poluição
atmosférica severa;
- contaminação
de rios;
- degradação
de solos;
- problemas
de saúde pública.
Ou seja, parte do crescimento económico foi obtida
transferindo para a sociedade custos que países mais ricos procuraram reduzir
através de legislação ambiental mais rigorosa.
4. A situação está a mudar
Curiosamente, a China é hoje simultaneamente:
- o
maior emissor mundial de CO₂;
- o
maior investidor mundial em energia solar;
- um
dos maiores investidores em energia eólica;
- líder
mundial na produção de baterias e veículos elétricos. [carbonbrief.org]
Segundo análises recentes, as emissões chinesas têm estado
relativamente estáveis ou ligeiramente descendentes desde 2024, embora
continuem em níveis muito elevados. [carbonbrief.org]
5. Comparação com Taiwan, Japão, Coreia do Sul e UE
Um argumento frequentemente apresentado por críticos do
modelo chinês é que democracias como Taiwan, Japão, Coreia do Sul e muitos
países da União Europeia conseguiram atingir elevados níveis de prosperidade
combinando:
- economia
de mercado;
- proteção
ambiental crescente;
- direitos
laborais mais fortes;
- instituições
democráticas.
Por outro lado, defensores da China respondem que os países
hoje desenvolvidos também passaram por fases históricas de forte poluição
durante a sua industrialização.
Conclusão
Uma formulação equilibrada seria:
A menor exigência ambiental da China durante uma parte
importante da sua industrialização contribuiu para reduzir custos e reforçar a
competitividade internacional da sua indústria. No entanto, o crescimento
económico chinês resultou também de muitos outros fatores estruturais. É
igualmente inegável que esse modelo teve custos ambientais enormes, tanto para
a população chinesa como para o clima global, dado que a China é atualmente o
maior emissor mundial de CO₂. [ourworldindata.org], [iea.org].
Quais as consequências do CO₂?
O CO₂ (dióxido de carbono) não é um poluente tóxico
nas concentrações normais da atmosfera. Na realidade, é essencial para a vida
vegetal e faz parte do efeito de estufa natural que torna a Terra habitável. [science.nasa.gov],
[earthdata.nasa.gov]
O problema surge quando a sua concentração aumenta muito
devido à atividade humana, sobretudo pela queima de carvão, petróleo e gás
natural. Segundo a NASA e o IPCC, o aumento dos gases com efeito de estufa,
incluindo o CO₂, é a principal causa do aquecimento global observado desde a
Revolução Industrial. [science.nasa.gov],
[report.ipcc.ch]
As principais consequências são:
🌡️ Aquecimento global
O CO₂ retém parte do calor que a Terra irradiaria para o
espaço. Quanto mais CO₂ existe na atmosfera, mais calor fica retido e maior é a
temperatura média global. [science.nasa.gov],
[earthdata.nasa.gov]
🧊 Degelo de glaciares e
calotas polares
O aumento da temperatura contribui para o derretimento de
glaciares e mantos de gelo. A NASA identifica este fenómeno como uma das
consequências já observáveis das alterações climáticas. [science.nasa.gov]
🌊 Subida do nível do mar
O degelo e a expansão térmica dos oceanos provocam a subida
do nível médio do mar. A NASA indica que o nível global do mar já aumentou
significativamente desde o final do século XIX. [earthdata.nasa.gov],
[science.nasa.gov]
🔥 Ondas de calor mais
frequentes e intensas
As alterações climáticas aumentam a probabilidade de
episódios de calor extremo, com impactos na saúde humana, agricultura e
produtividade económica. [science.nasa.gov],
[report.ipcc.ch]
🌪️ Eventos meteorológicos
extremos
Embora nem todos os fenómenos extremos sejam causados pelo
CO₂, o aquecimento global tende a aumentar o risco e a intensidade de:
- secas;
- incêndios
florestais;
- chuvas
intensas;
- algumas
tempestades tropicais. [science.nasa.gov]
🌊 Acidificação dos
oceanos
Os oceanos absorvem uma parte importante do CO₂ emitido.
Isso reduz o pH da água, tornando-a mais ácida e prejudicando corais, moluscos
e diversos ecossistemas marinhos. A NOAA refere uma redução do pH dos oceanos
associada à absorção de CO₂. [climate.gov]
🌍 Impactos económicos e
sociais
As alterações climáticas podem afetar:
- agricultura;
- disponibilidade
de água;
- infraestruturas
costeiras;
- saúde
pública;
- migrações
humanas associadas a fenómenos climáticos. [report.ipcc.ch], [science.nasa.gov]
Um ponto importante para a sua questão anterior sobre a
China
As emissões de CO₂ têm um efeito global,
independentemente do país onde são produzidas. Assim, quando uma fábrica na
China emite CO₂ para produzir bens consumidos na Europa ou nos Estados Unidos,
parte do impacto climático é sentido por todo o planeta. É uma das razões pelas
quais existe debate sobre "fuga de carbono" e concorrência entre
países com normas ambientais mais e menos exigentes.
Em resumo: a principal consequência do aumento do CO₂ não
é uma toxicidade direta para as pessoas, mas sim o aquecimento global e as
alterações climáticas que dele resultam. [science.nasa.gov],
[report.ipcc.ch].
O texto que citou está, no essencial, alinhado com o
consenso de muitos índices internacionais sobre democracia, liberdade política
e direitos civis.
No entanto, convém distinguir três tipos de afirmações:
1. Factos bem sustentados por indicadores internacionais
É amplamente documentado que Taiwan, Japão, Coreia do Sul e
a maioria dos países da União Europeia obtêm classificações superiores às da
China e da Rússia em:
- liberdade
de expressão;
- liberdade
de imprensa;
- eleições
competitivas;
- pluralismo
partidário;
- independência
judicial;
- proteção
dos direitos civis;
- alternância
democrática do poder.
Nestas dimensões, a vantagem das democracias liberais é
clara segundo organizações como Freedom House, Economist Intelligence Unit e
outros centros de análise.
2. Indicadores socioeconómicos
Também é verdade que muitos países democráticos
desenvolvidos apresentam:
- rendimentos
per capita mais elevados;
- maior
esperança de vida;
- melhor
proteção social;
- menor
corrupção percebida;
- maiores
níveis médios de satisfação com a vida.
O caso de Taiwan é particularmente interessante porque
demonstra que uma sociedade de cultura chinesa pode combinar prosperidade
económica, elevada tecnologia, direitos políticos e democracia multipartidária.
Contudo, é igualmente verdade que a China alcançou
progressos económicos extraordinários nas últimas décadas, retirando centenas
de milhões de pessoas da pobreza. Por isso, uma análise rigorosa não deve
ignorar esse facto.
3. Juízos morais e políticos
Quando se fala de "superioridade moral", entra-se
num domínio filosófico e ético, não apenas estatístico.
Ainda assim, muitos defensores da democracia liberal
argumentam que sistemas que:
- respeitam
direitos humanos;
- permitem
eleições livres;
- protegem
minorias;
- garantem
liberdade religiosa;
- permitem
criticar o governo sem prisão;
possuem uma superioridade moral sobre regimes autoritários
que restringem essas liberdades.
Da mesma forma, muitos consideram que a invasão da Ucrânia
pela Rússia constituiu uma violação grave do direito internacional e que os
governos que apoiam ativamente essa invasão assumem responsabilidades morais e
políticas pelas suas consequências.
Resumo
Uma formulação equilibrada seria:
Se os critérios forem democracia, liberdade política,
direitos civis, pluralismo, liberdade de imprensa e proteção das liberdades
individuais, existem fortes evidências de que Taiwan, Japão, Coreia do Sul, a
maioria da União Europeia e outras democracias liberais apresentam resultados
superiores aos da China e da Rússia. Se a comparação incluir apenas poder
económico, capacidade militar ou influência geopolítica, a avaliação torna-se
mais complexa. Quanto à "superioridade moral", trata-se de um juízo
ético, embora muitas pessoas defendam que os sistemas democráticos possuem uma
vantagem moral por protegerem mais eficazmente as liberdades e os direitos
humanos.
No caso específico de Taiwan versus China, o contraste entre
democracia liberal e regime de partido único é frequentemente apresentado por
académicos e analistas como uma das comparações políticas mais reveladoras do
mundo contemporâneo.
Depois da invasão da Ucrânia aumentaram as ameaças a Taiwan e
Coreia do Sul?
Sim, mas de formas diferentes para Taiwan e para a Coreia do
Sul.
Taiwan: aumento claro da perceção de ameaça
A invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022 levou muitos
analistas, políticos e militares a reavaliarem o risco de uma ação militar da
China contra Taiwan. Estudos publicados posteriormente referem que a guerra
tornou uma eventual invasão chinesa mais credível aos olhos de muitos decisores
taiwaneses e criou um sentido acrescido de urgência na defesa da ilha. [cna.org],
[cna.org]
Ao mesmo tempo, a pressão militar chinesa sobre Taiwan
aumentou. O CSIS refere que a atividade militar chinesa em redor de Taiwan
atingiu níveis recorde em 2024, com milhares de incursões na zona de
identificação de defesa aérea taiwanesa e exercícios militares de grande
dimensão. [csis.org],
[reuters.com]
Diversos estudos observam que a guerra na Ucrânia serviu de
catalisador para reformas militares em Taiwan, incluindo o prolongamento do
serviço militar obrigatório e o reforço da estratégia de dissuasão. [cna.org],
[cna.org],
[lowyinstitute.org]
Coreia do Sul: aumento indireto da ameaça
No caso da Coreia do Sul, a ameaça não aumentou diretamente
por causa da Ucrânia, mas houve um agravamento da cooperação entre a Rússia e a
Coreia do Norte.
Após 2022, os laços militares entre Moscovo e Pyongyang
reforçaram-se significativamente, envolvendo fornecimento de munições, mísseis
e, mais tarde, tropas norte-coreanas para apoiar a guerra russa. [reuters.com],
[atlanticcouncil.org]
Alguns especialistas sul-coreanos receiam que a Coreia do
Norte esteja a receber em troca tecnologia militar russa, especialmente nas
áreas de mísseis, satélites e sistemas estratégicos. A agência Reuters referiu
preocupações de responsáveis sul-coreanos sobre possíveis transferências
tecnológicas associadas a esta cooperação militar. [reuters.com]
Além disso, os testes de mísseis norte-coreanos
intensificaram-se fortemente em 2022 e 2023. [statista.com]
Em resumo
- Taiwan:
sim, a perceção de ameaça aumentou claramente e a pressão militar chinesa
tornou-se mais intensa após a invasão da Ucrânia. [cna.org],
[csis.org],
[reuters.com]
- Coreia
do Sul: não porque a guerra tenha tornado a Coreia do Norte mais
agressiva de forma automática, mas porque a aproximação militar entre
Rússia e Coreia do Norte reforçou as preocupações de segurança em Seul. [reuters.com],
[atlanticcouncil.org],
[reuters.com]
Muitos estrategas resumem a situação dizendo que a guerra da
Ucrânia levou as democracias da Ásia Oriental a encarar com muito mais
seriedade os riscos colocados por regimes autoritários armados e por possíveis
alterações das fronteiras através da força. [globaltaiwan.org],
[lowyinstitute.org]
Pode dever-se ao bom aproveitamento do melhor do
capitalismo, mais liberdade de investimento da propriedade privada e prémio aos
mais eficientes, com o pior do comunismo, ditadura e opressão de opositores,
resultando numa economia ordenada e eficiente, sem manifestações nem protestos?
Na Rússia pós ditadura ex-URSS era moda e prestígio tudo o que fosse americano
e ocidental. Melhorou com os investimentos ocidentais? Putin está a isolar a
Rússia do Ocidente? Com vantagens ou desvantagens?
Desde a abertura econômica iniciada por Deng Xiaoping no
final dos anos 1970, a China adotou muitas práticas capitalistas, como a
propriedade privada e incentivos ao investimento, enquanto manteve um sistema
político autoritário. Esse modelo híbrido permitiu um crescimento econômico
rápido e sustentado, com o pior crime da atualidade, maior poluição e
cumplicidade nos 25 piores crimes da invasão da Ucrânia.
Os mais civis boicotaram a Rússia pela invasão da Ucrânia, os
mais maquiavélicos aproveitaram-se e aumentaram os benefícios dos negócios com
produtos mais baratos. A China é o principal cúmplice e foram descobertas 800 páginas
secretas de contratos para a colaboração na invasão de Taiwan. Coreia do Norte
aumentou as ameaças à Coreia do Sul. Xi visitou Kim. Como bons amigos estarão unidos
na colaboração para a invasão de Taiwan, Coreia do Sul e seguintes?
Há razões para preocupação, mas é importante separar factos
conhecidos, indícios e especulação.
O que sabemos
A cooperação entre China, Rússia e Coreia do Norte
aprofundou-se desde a invasão da Ucrânia. A cooperação militar entre Rússia e
Coreia do Norte aumentou significativamente, incluindo fornecimento de
munições, mísseis e um tratado de defesa assinado em 2024. [asiasociety.org],
[jstor.org]
Também existem fortes evidências de aproximação estratégica
entre China e Rússia, embora muitos especialistas descrevam a relação como uma
parceria pragmática e não uma aliança militar formal. [ifri.org],
[brookings.edu],
[static.cfr.org]
Sobre as 800 páginas de documentos
Em 2025 surgiram análises de uma fuga de cerca de 800
páginas de contratos e correspondência militar alegadamente verificados por
investigadores do Royal United Services Institute (RUSI). Os documentos sugerem
cooperação russa para reforçar capacidades aerotransportadas chinesas,
incluindo treino de paraquedistas, fornecimento de veículos militares e
transferência tecnológica. Vários analistas consideraram que estas capacidades
poderiam ser relevantes num eventual cenário militar envolvendo Taiwan. Contudo,
os próprios relatos indicam que os documentos não mencionam explicitamente
Taiwan e que não é possível verificar todas as conclusões com total certeza. [rferl.org],
[verity.news],
[moneycontrol.com],
[upi.com]
Xi e Kim estão a aproximar-se?
Sim. Em 2026, Xi
Jinping realizou uma visita de Estado a Pyongyang, onde ele e Kim
Jong-un defenderam o reforço da cooperação estratégica, incluindo contactos
mais profundos em áreas diplomáticas, económicas e militares. [brookings.edu],
[chosun.com],
[aljazeera.com]
Estão unidos para invadir Taiwan e Coreia do Sul?
Aqui entramos no campo das hipóteses.
Não encontrei fontes que demonstrem a existência de um plano
conjunto confirmado entre China, Coreia do Norte e Rússia para invadir
simultaneamente Taiwan e a Coreia do Sul.
O que muitos estrategas discutem é um cenário de risco em
que:
- a
China aumentaria a pressão sobre Taiwan;
- a
Coreia do Norte poderia criar crises ou tensões na península coreana;
- a
Rússia continuaria a pressionar a Europa;
- os
aliados democráticos seriam forçados a dividir recursos e atenção entre
várias regiões. [asiasociety.org],
[csis.org]
Mas isso é uma análise estratégica de possibilidades
futuras, não uma intenção provada.
Em síntese
Uma avaliação prudente seria:
Existem evidências de uma aproximação estratégica entre
China, Rússia e Coreia do Norte, e também de cooperação militar crescente.
Existem ainda sinais de que a guerra da Ucrânia contribuiu para acelerar essa
aproximação. Porém, não há provas públicas conclusivas de um plano comum para
invadir conjuntamente Taiwan, a Coreia do Sul ou outros países. O risco
percebido pelos governos de Taiwan, Coreia do Sul, Japão e pelos aliados
ocidentais aumentou precisamente porque a cooperação entre estes três regimes
se tornou mais estreita do que era antes de 2022. [asiasociety.org],
[ifri.org],
[brookings.edu],
[csis.org]
Sim. Essa afirmação é amplamente aceite por muitos
economistas e especialistas em ambiente, embora deva ser enquadrada
corretamente.
Durante várias décadas, a rápida industrialização da China
ocorreu sob padrões ambientais geralmente menos rigorosos do que os existentes
em muitos países da União Europeia, Japão ou Estados Unidos. Isso permitiu que
numerosas empresas operassem com custos mais baixos relacionados com:
- tratamento
de efluentes;
- controlo
de emissões atmosféricas;
- gestão
de resíduos industriais;
- produção
energética baseada em carvão;
- cumprimento
regulatório ambiental.
Como consequência, muitos produtos puderam ser fabricados a
preços mais baixos, aumentando a competitividade das exportações chinesas.
Os críticos deste modelo argumentam que isso criou uma forma
de "externalização dos custos ambientais". Em vez de os custos da
poluição serem incorporados no preço final dos produtos, parte desses custos
foi suportada:
- pela
população chinesa através de problemas de saúde e degradação ambiental;
- pelo
resto do mundo através do aumento das emissões de gases com efeito de
estufa.
Daí surgir frequentemente o argumento da chamada concorrência
ambiental desleal. Segundo esta perspetiva, uma empresa situada num país
com normas ambientais rigorosas suporta custos que uma empresa concorrente num
país com regras menos exigentes pode evitar.
Por outro lado, os defensores da posição chinesa costumam
responder que:
- praticamente
todos os países hoje desenvolvidos passaram por fases de industrialização
muito poluentes;
- o
crescimento económico chinês não resultou apenas de regulamentação
ambiental mais permissiva, mas também de investimento maciço,
infraestruturas, educação, logística eficiente e integração nos mercados
globais;
- nos
últimos anos a China investiu fortemente em energias renováveis, veículos
elétricos e tecnologias de baixo carbono.
Do ponto de vista das alterações climáticas, há ainda uma
questão importante:
O CO₂ libertado por uma fábrica na China tem essencialmente
o mesmo efeito climático global que o emitido por uma fábrica na Alemanha,
França ou Estados Unidos.
Por isso, muitos economistas defendem mecanismos como:
- taxas
de carbono;
- mercados
de emissões;
- ajustamentos
carbónicos fronteiriços (carbon border adjustments);
- acordos
internacionais de redução de emissões.
O objetivo é evitar que a produção simplesmente se desloque
para países com normas ambientais menos exigentes, mantendo a competitividade
das empresas que investem em tecnologias mais limpas.
No contexto da sua comparação anterior entre Taiwan e a
China, um dos argumentos frequentemente apresentados pelos defensores das
democracias liberais é que uma prosperidade económica sustentável deve procurar
equilibrar crescimento económico, proteção ambiental, transparência
institucional e qualidade de vida, em vez de maximizar apenas a produção
industrial a curto prazo.
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