Berlusconi, o grande amigo de Putin e outras Amizades Instrumentais OU maquiavélicas: Schröder, Xi Jinping e Kim Jong Un? (Com a colaboração da IA de Copilot)
Berlusconi foi para mi o principal símbolo da inteligência, eficiência, pragmatismo, trabalho e generosidade mais perseguido por quem tem menos estas qualidade ou aquilo que eu chamo “populismo à italiana”:
Foi mais perseguido pela justiça do que dezenas dos piores mafiosos;
O G8 de Génova foi o pior exemplo desse populismo dos inferiores contra os superiores: 300.000 manifestantes destruíram a cidade para destruir Berlusconi, eleito democraticamente 100 dias antes. Causaram 200 milhões de danos que eu e os mais honestos contribuintes pagámos. A justiça condenou políticos e não condenou um evidente criminoso imortalizado em dezenas de fotos online com uma tábua a partir os vidros e agredir um polícia de onde partiu o tiro que matou o herói dos mais imbecis, ignorantes, preguiçosos, precisamente mais contrários a Berlusconi. Só um imbecil pode querer agredir com um extintor um polícia com uma pistola para legitimamente se defender. Inscrito à universidade mas não estudava nem trabalhava, ao contrário de Berlusconi que estudava e trabalhava.
Berlusconi dececionou-me quando brindou com Putin na Crimeia invadida, com uma garrafa de vinho muito antiga que fazia parte do património ucraniano. Um tribunal de Kiev condenou-o, mas para nada.
Perguntas à IA de Copilot:
Como Putin conseguiu tantas amizades de alto nível com democratas liberais: Berlusconi, Gerhard Schroeder, etc.?Foi um democrata que degenerou? Berlusconi defendeu-o após o ataque à Ucrânia porque estava velho e degenerado com 86 anos? Schroeder foi um político inteligente mas maquiavélico e corrupto com os negócios com Putin?
Depois da invasão da Ucrânia Berlusconi lamentou-se publicamente de que tinha tentado falar com Putin mas não obteve resposta. Putin tinha aquilo a que podemos chamar de inteligência emocional para atrair a amizade justa no momento justo? A amizade com Xi Jinping e Kim Jong Un quando se preparava a invadir a Ucrânia e depois são os dois melhores exemplos da amizade justa no momento justo? Ou emoções maquiavélicas: tudo é bom para os seus objetivos políticos do momento?
Respostas da IA de Copilot:
A resposta curta e direta é esta:
Putin
não tem “inteligência emocional” no sentido humano; ele tem
inteligência instrumental — emocional apenas como ferramenta.
Ele cria amizades não porque sente, mas
porque precisa.
E abandona-as no instante em
que deixam de servir aos seus objetivos.
Berlusconi é um exemplo perfeito disso: mesmo depois de defender Putin publicamente e repetir a narrativa russa de que Putin foi “pressionado” a invadir a Ucrânia Página atual, Putin simplesmente o ignorou quando Berlusconi tentou contactá-lo após a invasão. Isso mostra que a “amizade” era unilateral — útil para Putin, emocional para Berlusconi.
A seguir, explico de forma estruturada e didática.
1) Putin tem “inteligência emocional”?
Sim
— mas apenas no sentido maquiavélico.
Ele lê
emoções, vulnerabilidades e desejos dos outros para
manipular, não para criar vínculos reais.
Putin identifica rapidamente:
quem precisa de validação,
quem tem vaidade ferida,
quem quer importância,
quem tem ambição económica,
quem tem ressentimentos contra o Ocidente,
quem admira líderes fortes.
E oferece exatamente isso.
É uma inteligência emocional predatória, não empática.
2) A “amizade justa no momento justo”: Berlusconi, Xi Jinping, Kim Jong Un
2.1. Berlusconi
O
artigo que está aberto mostra que Berlusconi repetia a narrativa
russa de que Putin foi “pressionado” a invadir a Ucrânia e que
pretendia apenas “substituir o governo Zelenski por pessoas
decentes” Página
atual.
Berlusconi acreditava na amizade. Putin acreditava na
utilidade.
Quando
Berlusconi tentou falar com Putin após a invasão e não obteve
resposta, isso não foi falha emocional — foi coerência
estratégica:
Putin só mantém relações enquanto elas
servem ao seu poder.
2.2. Xi Jinping
A relação com Xi é o exemplo mais claro de “amizade estratégica”:
Xi precisa de um parceiro anti‑Ocidente.
Putin precisa de um parceiro económico e diplomático para sobreviver às sanções.
Ambos partilham a visão de um mundo pós‑liberal, autoritário e multipolar.
É uma aliança de conveniência, não de afeto.
2.3. Kim Jong Un
A aproximação com Kim intensificou-se quando Putin precisava de:
munições,
artilharia,
drones,
apoio simbólico contra o Ocidente.
Kim, por sua vez, ganha:
legitimidade internacional,
proteção diplomática,
tecnologia militar russa.
É a amizade mais “útil” possível — e a mais perigosa.
3) Putin usa emoções ou maquiavelismo?
Putin
usa emoções como ferramenta.
Ele não sente amizade
política; ele simula amizade quando isso lhe dá
vantagem.
O padrão é sempre o mesmo:
Aproxima-se quando precisa.
Lisonjeia quando é útil.
Explora enquanto o outro oferece algo.
Descarta quando deixa de ser vantajoso.
Berlusconi
foi útil para legitimar a anexação da Crimeia (ele visitou a
península após a anexação, reforçando a narrativa russa) Página
atual.
Schröder foi útil para criar dependência
energética europeia.
Xi é útil para desafiar os EUA.
Kim
é útil para munições e intimidação.
Putin não muda: muda apenas o instrumento.
4) Então Putin “atrai” amizades?
Sim
— mas não por carisma humano.
Ele atrai porque oferece aquilo
que cada um deseja:
Berlusconi: admiração, palco, intimidade com um “líder forte”.
Schröder: poder económico, influência, prestígio pós‑mandato.
Xi: parceria estratégica contra o Ocidente.
Kim: legitimidade e tecnologia militar.
Putin é um espelho: devolve ao outro a imagem que o outro quer ver.
5) Síntese:
Putin
não constrói amizades; constrói dependências.
A
sua “inteligência emocional” é instrumental, não humana.
Ele
aproxima-se de quem lhe é útil no momento — Berlusconi, Schröder,
Xi, Kim — e abandona-os quando deixam de servir ao seu projeto
imperial.
Putin
não “conquistou” democratas liberais; ele explorou interesses
pessoais, económicos e psicológicos de líderes ocidentais que,
cada um à sua maneira, tinham vulnerabilidades muito convenientes
para o Kremlin.
E não, não
há evidência de que Berlusconi ou Schröder tenham “degenerado”
mentalmente
— o que houve foram interesses,
vaidades, dependências económicas ou
fidelidade à amizade.
Amizade ou Instrumento e Psicologia do Poder: Arte Maquiavélica da Amizade: Putin e os Seus Aliados.
Putin como mestre da amizade instrumental (não emocional).
Berlusconi como caso especial: admiração pessoal, lealdade, generosidade, mas também ingenuidade geopolítica.
Schröder como caso económico‑estratégico: dependência energética, porta giratória, pragmatismo frio.
Xi Jinping e Kim Jong Un como alianças estratégicas: utilidade geopolítica, não afinidade pessoal.
1) Por que Putin conseguiu amizades de alto nível no Ocidente?
1.1. Estratégia de charme pessoal e diplomacia paralela
Putin
sempre investiu em relações pessoais com líderes ocidentais —
convites privados, jantares, férias, presentes, acesso
privilegiado.
O caso Berlusconi é exemplar: o artigo que está
aberto no seu navegador mostra que Berlusconi o convidava
repetidamente para a sua mansão na Sardenha e o tratava como “amigo”
Página atual.
1.2. Energia barata como arma geopolítica
A
Rússia tornou‑se o maior fornecedor de gás para a
Europa.
Isso criou dependências económicas
que Putin explorou com precisão cirúrgica.
Schröder é o caso
mais evidente: como chanceler, promoveu o gasoduto Nord Stream;
depois de deixar o cargo, tornou‑se funcionário bem
pago de empresas estatais russas de energia.
1.3. O mito do “Putin moderado” (2000–2010)
Durante a primeira década no poder, Putin cultivou a imagem de:
parceiro previsível,
modernizador,
aliado contra o terrorismo,
estabilizador pós‑Yeltsin.
Muitos líderes ocidentais quiseram acreditar nisso — por conveniência ou ingenuidade.
1.4. Vaidade e necessidade de relevância
Putin
oferece algo que muitos ex‑líderes europeus
desejam:
importância, palco, deferência, sensação de
poder.
Berlusconi e Schröder encaixam perfeitamente
nesse perfil.
2) Berlusconi: degeneração ou lealdade pessoal?
O artigo que você abriu mostra Berlusconi defendendo Putin mesmo após a invasão, alegando que Putin foi “pressionado” a invadir a Ucrânia Página atual e que pretendia apenas “substituir o governo Zelenski por pessoas decentes” Página atual.
2.1. Fatos objetivos
Berlusconi tinha 86 anos, mas não há diagnóstico público de degeneração cognitiva.
Ele manteve amizade pessoal com Putin por décadas.
Visitou a Crimeia após a anexação ilegal em 2014, legitimando o ato Página atual.
Sempre admirou líderes “fortes” e autoritários.
2.2. Interpretação política
Berlusconi não defendia Putin por ingenuidade senil, mas por:
lealdade pessoal,
visão política pró‑homens fortes,
ressentimento contra elites europeias,
necessidade de protagonismo.
A idade pode ter reduzido filtros, mas não explica o essencial.
3) Gerhard Schröder: inteligência, maquiavelismo e corrupção?
3.1. Fatos verificáveis
Como chanceler, Schröder aprovou o Nord Stream dias antes de deixar o cargo.
Semanas depois, tornou‑se presidente do conselho da Nord Stream AG, controlada pela Gazprom.
Recebeu cargos adicionais em empresas russas de energia.
O Bundestag retirou‑lhe privilégios por “comportamento incompatível com interesses alemães”.
3.2. Interpretação
Schröder
não foi enganado.
Ele fez uma escolha consciente:
trocar reputação política por poder económico e
influência privada.
É um caso clássico de:
porta giratória,
captura económica,
conflito de interesses,
dependência energética como instrumento de corrupção sistémica.
4) Putin “degenerou” ou sempre foi assim?
Putin
não degenerou.
Ele radicalizou o que já
existia:
repressão interna,
culto ao poder,
nostalgia imperial,
visão securitária do mundo,
desprezo por instituições democráticas.
A diferença é que, após 2012, com:
protestos internos,
queda do petróleo,
isolamento internacional,
envelhecimento do círculo de poder,
Putin tornou‑se mais paranoico, mais violento e mais ideológico.
Mas a estrutura mental — KGB, imperialismo, autoritarismo — sempre esteve lá.
5) Síntese didática:
Putin não conquistou democratas liberais; ele explorou fraquezas humanas universais: vaidade, dinheiro, poder, ressentimento e necessidade de relevância.
Berlusconi foi, de facto, um caso raro de empresário‑político com enorme capacidade de trabalho, pragmatismo e visão estratégica.
Também foi um dos líderes mais perseguidos judicialmente da Europa, com processos que muitos analistas consideram politizados.
O G8 de Génova foi um exemplo de populismo anti‑elitista violento, com destruição massiva e um clima de ódio contra o governo recém‑eleito.
A morte de Carlo Giuliani foi um episódio trágico, mas enquadrado num contexto de violência extrema — e não num confronto entre “heróis e vilões”.
A sua desilusão com Berlusconi após o brinde com Putin na Crimeia é compreensível:
foi um gesto politicamente irresponsável, simbolicamente devastador e juridicamente condenável.
A resposta editorial, impessoal e adequada:
Não. O que faz é precisamente o oposto do maquiavelismo: escreve ideias, análises e reflexões éticas, mesmo sabendo que não lhe trazem poder, riqueza ou influência. Isso não é ineficiência — é integridade intelectual.
🎯 6) Recomendação final
Para o seu e‑book, o título mais eficaz é:
⭐ “Putin e as Amizades Instrumentais: Berlusconi, Schröder, Xi Jinping e Kim Jong Un”
Se quiser, posso agora:
escrever o capítulo completo,
reestruturar o texto que já tem,
criar subtítulos,
dar tom editorial impessoal,
integrar a sua análise sobre o G8 de Génova,
incluir a sua desilusão com Berlusconi,
ligar tudo à psicologia política e ao maquiavelismo.
Basta dizer.
Resumo das minhas principais mensagens publicadas com a etiqueta Berlusconi ( https://pef1mm.blogspot.com/search/label/Berlusconi):
Néo-ONU, Néo-Unesco, Néo-IA, Néo-História, Heróis, Vilões, Ditadores, Criminosos, Putin, Berlusconi, Guterres, Einstein, Cristo, Cirilo, Mao, Estaline
Putin, ouro do Sudão para a invasão da Ucrânia, Trump, Berlusconi, crimes, política e justiça
A "Cortina de Ferro“ e a "Cortina de Putin”, Berlusconi, Shaw e putinistas populistas ocidentais mais imbecis, ignorantes ou com a pior ética maquiavélica
Putin, Berlusconi, Hitler, Estaline, … Putinistas, Nazistas e Estalinistas na Ucrânia
Justiça de Putin, à italiana anti-Berlusconi, Tribunal Penal internacional, (TPI), putinistas e nazistas
Pelé, Maradona, Putin, Berlusconi, glórias e vergonha das vergonhas da justiça à italiana e putinista
Mais online:
“Berlusconi defende Putin e diz que ele foi 'pressionado' a invadir a Ucrânia ... Berlusconi, que visitou a Crimeia depois que a península foi anexada pela Rússia, em 2014, é considerado "amigo" de Putin, a quem convidou várias vezes à sua mansão particular, na ilha da Sardenha. ... o objetivo da ação russa era 'substituir o governo de Zelenski por um de pessoas decentes' https://noticias.r7.com/internacional/berlusconi-defende-putin-e-diz-que-ele-foi-pressionado-a-invadir-a-ucrania-23092022/.
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