Carta aberta do povo de Taiwan ao povo da China e chineses, dos mais civis aos mais maquiavélicos de todo o mundo

 Com a colaboração da Inteligência artificial, IA, de Copilot para versão mais diplomática e dados que dão lógica às opiniões.

(Versões em inglês, mandarim, cantonês, hakka, japonês, coreano, … (principais línguas faladas em Taiwan), do original em português: ).

O mundo deixou de ser bipolar para se tornar tripular: os 3 piores ladrões imperialistas maquiavélicos a invadirem e roubarem os mais fracos. Seguem o exemplo de Putin a invadir a Ucrânia, de alguns chineses maoistas-nazistas a querer invadir Taiwan e do mais maquiavélico presidente de USA a mudar o governo da Venezuela como fez Putin e querer invadir Gronelândia, Cuba, etc. A tradição americana da defesa dos invadidos, como fez na Coreia, Vietname, Kouweit, foi agora alterada seguindo o exemplo do seu amigo, admirado e “professor”: aproveitar-se e colaborar com os mais fortes no roubo dos mais fracos.

Os mais civis de todo o mundo, incluindo os chineses e russos que não são maquiavélicos podem reproduzir no todo ou em parte estas informações para evitar a escalada de guerras que estamos a ver. Todos podemos contribuir para um mundo mais civil e menos maquiavélico, nas democracias com o voto, nas ditaduras com protestos online e divulgação de valores pacifistas de convivência global.

Mesmo nas ditaduras de lavagem ao cérebro de ideologias maquiavélicas que proíbem as informações exteriores, há pessoas mais civis que encontrarão meios de divulgar valores de convivência global que podem contribuir mais para a felicidade do que serem mais ricos mas mais odiados do mundo mais civil. Putin e putinistas que o apoiam podem tornar-se mais ricos com o que roubam na Ucrânia, ser admirados por outros imperialistas maquiavélicos, mas mais odiados de todo o mundo.

O comunismo, maoismo e estalinismo foram as piores catástrofes contra a humanidade: mais de 100 milhões de mortos dos chamados “ditadores do proletariado” para criarem as ditaduras dos mais agressivos, imbecis, ignorantes ou ladrões maquiavélicos.

USA, antes de Trump, foi o maior defensor do mundo contra essas tragédias humanitárias de mais de 100 milhões de mortos do comunismo, maoismo e estalinismo para criarem ditaduras ineficientes, sem liberdades individuais, com mais mortos de fome, com misérias evidentes como se podem ver se compararmos o nível de vida de Taiwan com o da China, o da Coreia do Sul com a Coreia do Norte, Japão com Vietname, etc.

Taiwan escapou à pior tragédia humanitária da História Mundial com ajuda de USA: segundo um documentário de uma TV da Alemanha o maoísmo causou a morte com torturas de cerca de 40 milhões opositores à “ditadura do proletariado”, para criarem a grande miserável China com cerca de 40 milhões de mortos de fome, maior evidência da ineficiência maoísta. Até hoje Taiwan manteve a sua independência e superioridade em relação ao maoismo ajudado pelos americanos mais civis da sua história. Mas agora USA está governada pelo mais maquiavélico presidente da sua História: perdeu os ideais de defensor do mundo mais civil contra os ladrões criminosos comunistas, maoistas e estalininistas. Prefere fazer “um bom negócio para nós” negociando com Putin a sua “paz”, roubando a Ucrânia para distribuírem entre ambos os minerais preciosos roubados e outros interesses. Trump prefere fazer bons negócios com Putin e Xi Jinping do que defender Ucrânia e Taiwan, os invadidos das ditaduras e catástrofes de mais de 100 milhões de mortos. A China é o principal financiador de Putin na invasão e roubo da Ucrânia. Imagino que receberá benefícios dos minerais preciosos roubados por Putin na Ucrânia. Os 3 mais maquiavélicos da atualidade preparam-se para colaborar na invasão e roubo de Taiwan? Depois de Ucrânia, segue-se Taiwan, Cuba ou qualquer pequeno país que ainda não é defendido pela NATO?

O ONU seria o melhor meio de defender os pequenos das invasões e roubos dos mais poderosos criminosos ladrões militaristas maquiavélicos. Mas da velha ONU só se salvam os bons mas ineficientes discursos de António Guterres e o socorro às vítimas que se poderiam evitar com uma Néo-ONU.

A salvação do futuro estará na criação de uma “Néo-ONU”, nova a cada segundo, ética de convivência global, democracia do mundo civil com o voto online, com as novas tecnologias ao serviço de um mundo melhor para todos, em vez de servirem aos mais poderosos e maquiavélicos para matarem e roubarem os mais civis, como está a fazer Putin na Ucrânia, com ajuda dos mais maquiavélicos chineses. Várias vezes Putin afirmou que Taiwan pertence à China, como Ucrânia pertence à Rússia, só porque no passado estiveram unidos ou dominados. É como se Marrocos dissesse que Portugal lhe pertence porque no passado lhe pertenceu. É como se Portugal quisesse as colónias ultramarinas ou mesmo o Brasil que fez parte de Portugal.

Taiwan libertou-se da maior catástrofe humanitária que foi o maoismo, como as colónias se libertaram dos colonizadores. Taiwan seguiu um caminho diferente dos comunistas, estalinistas e maoistas, não quer ser roubado e “civilizado” pela tradição da maior catástrofe humanitária da história da humanidade. É evidente que Putin ajudará Xi Jinping na eventual invasão de Taiwan, pelas suas afirmações, pela amizade com Xi Jinping, para retribuir a ajuda na invasão da Ucrânia, pelos seus ideais da “civilidade superior” de Cirilo, o mais diabólico religioso ortodoxo defensor dos crimes na Ucrânia e da grandeza maquiavélica da pioor tradição russa.

Defender Ucrânia e Taiwan é defender o futuro desta escalada dos mais imperialistas, militaristas maquiavélicos invadirem e roubarem os mais fracos. Contra esses criminosos ladrões maquiavélicos o mundo dos mais civis de Taiwan e de todo o mundo vai unir-se na criação de uma Néo-ONU, a apoiar os melhores ideais de António Guterres e da velha ONU, mas com mais poder de uma democracia global, com votos online, sem vetos e limitações que impedem os grandes ideais para que foi criada.

Nem todos os russos são maquiavélicos, só 70 a 80%. Nem todos os chineses são imbecis, ignorantes, maquiavélicos ou com a lavagem ao cérebro da tradicional educação, escola, informação e cultura maoista, que não sabem ou consideram um bem a morte de cerca de 80 milhões de inocentes para criarem a grande miserável China maoista. A superioridade do nível médio de vida, liberdades e felicidade de Taiwan é a prova mais evidente de que não é preciso ser grande para o povo viver melhor e progredir mais.

Os mais civis de todo o mundo, inclusive os 20 a 30% de russos, chineses que não são imbecis, ignorantes ou maquiavélicos, vão unir-se na defesa de Taiwan, boicote e represálias a quem apoiar a invasão ou boicote e represálias em cascata a quem não colaborar.

Para evitar que a China invada Taiwan e provoque as catástrofes humanitárias como as da invasão da Ucrânia, ditaduras comunistas, maoismo, estalinismo e militaristas imperialistas maquiavélicos, todos os mais civis de todo o mundo comprometem-se a colaborar para a punição de invasores:

Promover a criação de uma “Néo-ONU” que previne os conflitos em vez de se limitar a socorrer as vítimas. Para isso serão votadas democraticamente numa “Néo-ONU” as condenações globais condicionais:

1. Se a China invadir Taiwan todos os povos mais civis comprometem-se a boicotar todos os negócios com chineses e boicotes em cascada para quem não boicotar.

2. Se a China invadir Taiwan todos os povos mais civis comprometem-se ao sequestro de todos os bens de todos os chineses em qualquer parte do mundo e sequestros em cascata para quem não sequestrar.

3. Se a China invadir Taiwan todos os povos mais civis comprometem-se a colaborar numa Néo-NATO de uma Néo-ONU que promove a restituição do que for roubado como se fez quando a Coreia do Norte invadiu a Coreia do Sul e Sadam Husein invadiu Koweit.

4. Se a China invadir Taiwan todos os povos mais civis comprometem-se ao boicote online de tudo dos maquiavélicos chineses e seus cúmplices.

4. Se a China invadir Taiwan todos os povos mais civis comprometem-se ao boicote do “made in China” dos consumidores de tudo o que for chinês, dos seus cúmplices maquiavélicos, com boicote em cascata. O “made in China” será substituído pelos mais civis do “made in …” todos os povos mais civis.

5. Se a China invadir Taiwan todos os povos mais civis comprometem-se a colaborar à sua maneira contra os mais maquiavélicos que promovem a invasão de Taiwan em qualquer parte do mundo.

Esta carta não terá um autor, mas milhões de autores dos mais civis contra os mais maquiavélicos, em diferentes versões online. Podem reproduzir no todo ou na parte que concordam, traduzirem e divulgarem em todas as línguas e por todos os meios.



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Versão reescrita de Copilot, mais factual, forte, universal, impessoal, editorial e rigorosa:



Carta aberta do povo de Taiwan ao povo da China e aos cidadãos do mundo

O século XX deixou marcas profundas na humanidade. Entre elas, as tragédias provocadas pelos regimes totalitários que, em nome do “povo”, criaram sistemas de repressão, fome e morte. O maoismo e o estalinismo resultaram em dezenas de milhões de vítimas — números que a historiografia situa entre 20 e 60 milhões na China e entre 6 e 20 milhões na União Soviética. A promessa de libertação transformou-se em ditaduras ineficientes, sem liberdades individuais e com níveis de miséria que contrastam com o progresso de sociedades abertas.

Taiwan seguiu outro caminho. Enquanto a China continental atravessava fome, perseguições e colapsos económicos, Taiwan desenvolveu uma economia dinâmica, uma sociedade plural e, mais tarde, uma democracia vibrante. Hoje, o seu nível de vida, liberdade e inovação tecnológica demonstram que não é necessário ser grande para oferecer prosperidade ao seu povo.

Durante décadas, os Estados Unidos desempenharam um papel central na defesa de Taiwan e de outras democracias ameaçadas por regimes autoritários. Contudo, a política internacional tornou‑se mais instável. A invasão da Ucrânia pela Rússia quebrou um tabu histórico e abriu espaço para que potências militaristas testem os limites da comunidade internacional. A intensificação das manobras militares chinesas ao redor de Taiwan após 2022 é vista por muitos analistas como parte desta nova dinâmica global.

A China afirma que Taiwan “faz parte” do seu território. A Rússia repete essa narrativa. Mas a história, a política e a vontade do povo de Taiwan mostram o contrário: Taiwan construiu a sua própria identidade, o seu próprio sistema político e o seu próprio modelo de desenvolvimento. Não quer ser absorvida por um regime autoritário nem perder as liberdades que conquistou.

A velha ONU, apesar dos discursos lúcidos de António Guterres, está limitada por vetos e estruturas que impedem respostas rápidas e eficazes. Por isso cresce a ideia de uma Néo‑ONU: uma instituição global, democrática, digital, sem vetos, capaz de defender povos pequenos contra agressões de potências militaristas e de promover uma ética de convivência global baseada em direitos humanos, ciência e cooperação.

Esta carta não é de um autor, mas de milhões de cidadãos do mundo que acreditam que a liberdade, a dignidade humana e a autodeterminação não são negociáveis. Não é uma carta contra povos — russos, chineses ou outros — mas contra regimes que usam o poder para oprimir, invadir e destruir.

Defender Taiwan é defender o princípio de que nenhum país, grande ou pequeno, deve ser subjugado pela força. É defender o futuro contra a repetição das tragédias do passado. É afirmar que a humanidade pode unir‑se para criar instituições mais justas, mais rápidas e mais eficazes do que aquelas que herdámos.

Que esta carta seja traduzida, partilhada e discutida em todas as línguas. Que seja um apelo global à razão, à justiça e à paz.



Perguntas e respostas de Copilot:



Perguntei a Copilot:



Como foi a vida em Taiwan enquanto o maoismo matava cerca de 40 milhões de opositores e cerca de 40 milhões de mortos de fome? Quantos mortos?

Só depois da invasão da Ucrânia tive conhecimento de tantas manobras militares com se a China se preparasse para uma invasão semelhante à de Putin na Ucrânia. É impressão minha ou a invasão da Ucrânia serviu de exemplo para a grande China roubar o pequeno Taiwan como a grande Rússia está a roubar a Ucrânia?

Trump queria 50% da futura exploração dos recursos minerais da Ucrânia. Zelensky recusou. Trump retirou todo o apoio militar, bloqueou armamentos que já estavam a caminho da Ucrânia para pressionar Trump a assinar o contrato dos 50% da exploração futura dos minerais preciosos. Trump teve um encontro público e outro secreto com Putin no Alasca. Corre online a suspeita de que Putin ofereceu a Trump 100% da exploração dos terrenos roubados por Putin à Ucrânia. Putin está a fazer com Trump sobre a Ucrânia o que Hitler e Estaline fizeram ao invadir a Polónia?

Porque a China está agora tão interessada em ocupar Taiwan?

Além dos mortos das piores tragédias humanitárias das revoluções do maoísmo e estalinismo, quais as estimativas de outras revoluções marxistas e comunistas que terminaram em ditaduras miseráveis?



Respostas de Copilot, síntese rigorosa, com estimativas documentadas das principais revoluções e regimes marxistas‑leninistas além de Mao e Stalin, com citações diretas das fontes encontradas:

As estimativas de mortos em regimes marxistas, comunistas ou inspirados no marxismo‑leninismo além de Mao e Stalin incluem:

🇰🇭 Camboja – Khmer Vermelho (Pol Pot)

Estimativa: cerca de 2 a 2,2 milhões de mortos
Fonte: O jornal russo citado em Codó Notícias indica 2,2 milhões de vítimas sob o Khmer Vermelho Codó Notícias.
Outra fonte (Terra) confirma 2 milhões Terra.


🇰🇵 Coreia do Norte – dinastia Kim

Estimativa: cerca de 1,6 a 2 milhões de mortos
Fonte: Codó Notícias indica 1,6 milhões de vítimas Codó Notícias.
O site Global Museum on Communism estima 2 milhões Terra.


🇻🇳 Vietname (Norte e pós‑1975)

Estimativa: cerca de 1 milhão de mortos
Fonte: Terra indica 1 milhão de vítimas no Vietname comunista Terra.


🇪🇹 Etiópia – regime Derg (Mengistu)

Estimativa: cerca de 725 mil mortos
Fonte: Codó Notícias indica 725 mil vítimas Codó Notícias.


🇷🇴 Roménia – regime de Ceaușescu

Estimativa: cerca de 435 mil mortos
Fonte: Codó Notícias indica 435 mil vítimas Codó Notícias.


🇲🇿 Moçambique – FRELIMO marxista (guerra civil e repressão)

Estimativa: cerca de 198 mil mortos
Fonte: Codó Notícias indica 198 mil vítimas Codó Notícias.


🇦🇫 Afeganistão – regime comunista (1978–1992)

Estimativa: cerca de 1,5 milhão de mortos
Fonte: Terra indica 1,5 milhão de vítimas Terra.


🇪🇺 Europa de Leste (vários regimes comunistas)

Estimativa: cerca de 1 milhão de mortos
Fonte: Terra indica 1 milhão de vítimas nos países comunistas do Leste Europeu Terra.


🇨🇺 Cuba – regime de Fidel Castro

Estimativa: dezenas de milhares a 150 mil mortos (dependendo da metodologia)
Fonte: Terra indica 150 mil vítimas na América Latina sob regimes comunistas, incluindo Cuba Terra.


📌 Síntese geral das estimativas globais

As fontes convergem para um total entre 100 e 110 milhões de mortos sob regimes comunistas no século XX:

  • Wikipédia (síntese de estudos): 100 milhões de mortos estimados em Estados comunistas Wikipédia.

  • Codó Notícias (baseado em estudos suecos e americanos): 110 milhões de mortos Codó Notícias.

  • Terra (Global Museum on Communism): mais de 100 milhões de mortos Terra.

  • O Livro Negro do Comunismo: cerca de 100 milhões de mortos documentados SlideShare.


📊 Tabela comparativa das principais tragédias (exceto Mao e Stalin)

País / Regime

Estimativa de mortos

Fonte

Camboja (Khmer Vermelho)

2–2,2 milhões

Codó Notícias

Coreia do Norte

1,6–2 milhões

Codó Notícias

Vietname

~1 milhão

Terra

Etiópia (Derg)

725 mil

Codó Notícias

Roménia

435 mil

Codó Notícias

Moçambique

198 mil

Codó Notícias

Afeganistão comunista

1,5 milhão

Terra

Leste Europeu (vários)

1 milhão

Terra

América Latina (incl. Cuba)

150 mil

Terra


📌 Conclusão

Além das tragédias gigantescas do maoismo e do estalinismo, outras revoluções e regimes marxistas‑leninistas produziram:

  • Camboja: genocídio de 2 milhões

  • Coreia do Norte: fome e repressão com 1,6–2 milhões

  • Vietname, Etiópia, Afeganistão, Cuba, Moçambique, Roménia: centenas de milhares a milhões

  • Europa de Leste: cerca de 1 milhão

Somando tudo, as estimativas globais variam entre 100 e 110 milhões de mortos, dependendo da metodologia.

Fontes:

Codó Notícias

Comunismo matou 110 milhões - Codó Notícias

https://www.codonoticias.com.br/comunismo-matou-110-milhoes/

Terra

Site estima que comunismo matou mais de 100 milhões no mundo - Terra

https://www.terra.com.br/noticias/mundo/estados-unidos/site-estima-que-comunismo-matou-mais-de-100-milhoes-no-mundo,5a9cfa2aa9aea310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html

Wikipédia

Mortes em massa em Estados comunistas – Wikipédia, a enciclopédia livre

https://pt.wikipedia.org/wiki/Mortes_em_massa_em_Estados_comunistas

SlideShare

Livro Negro do Comunismo por Stéphane Courtois

https://pt.slideshare.net/slideshow/livro-negro-do-comunismo-por-stphane-courtois/2


1. Fatos que confirmam, nuançam ou contradizem elementos do seu texto

🟥 Sobre números de mortos no maoismo e estalinismo

Confirmado parcialmente.
As estimativas mais aceites por historiadores variam:

  • Grande Fome Chinesa (1959–1961): entre 15 e 45 milhões de mortos, dependendo da fonte.

  • Campanhas políticas de Mao (1949–1976): entre 5 e 20 milhões de mortos adicionais.

  • Total estimado: 20 a 60 milhões.
    O número “80 milhões” aparece em autores como Jung Chang, mas não é consenso académico.

Conclusão: a ordem de grandeza é correta (dezenas de milhões), mas o número exato é debatido.


🟥 Sobre Taiwan “escapar ao maoismo”

Correto.
Taiwan ficou sob o governo da República da China (Kuomintang) após 1949 e não passou pelas políticas maoistas.
Durante os anos 1950–1980, Taiwan viveu:

  • autoritarismo do KMT,

  • forte industrialização,

  • apoio económico e militar dos EUA,

  • crescimento acelerado (o “Milagre de Taiwan”).


🟥 Sobre nível de vida: Taiwan vs. China

Correto.
Indicadores atuais:

  • PIB per capita (PPP): Taiwan ~US$ 73.000; China ~US$ 23.000.

  • Índice de Liberdade: Taiwan é classificado como “livre”; China como “não livre”.

  • Democracia: Taiwan é uma das democracias mais consolidadas da Ásia.


🟥 Sobre manobras militares chinesas após a invasão da Ucrânia

Confirmado parcialmente.

  • Desde 2022, a China aumentou exercícios militares ao redor de Taiwan.

  • Analistas internacionais discutem se a guerra da Ucrânia influenciou a estratégia chinesa, mas não há prova direta de coordenação.

  • O governo chinês afirma que são “operações de rotina”, mas fontes ocidentais veem pressão militar crescente.


🟥 Sobre Trump, Ucrânia e minerais

Aqui é necessária cautela.

  • Existem relatos jornalísticos sobre pressões políticas e negociações controversas envolvendo ajuda militar.

  • Não existe confirmação independente de que Trump exigiu “50% dos minerais” ou que Putin ofereceu “100% dos recursos roubados”.

  • Tais alegações circulam online, mas não foram verificadas por fontes oficiais ou investigações públicas.

Conclusão: pode ser apresentado como suspeita que circula, mas não como facto.


🟥 Sobre Putin afirmar que “Taiwan pertence à China”

Correto.
Putin declarou repetidamente que:

  • Taiwan é parte inalienável da China”

  • A Rússia apoia a política de Uma Só China”

Estas declarações constam de conferências de imprensa e encontros com Xi Jinping.


🟥 Sobre a China querer ocupar Taiwan

Factual.

Motivos principais:

  1. Ideológico-histórico: reunificação é vista como missão histórica do PCC.

  2. Geopolítico: Taiwan é peça-chave no “Primeiro Anel de Ilhas” que limita a projeção naval chinesa.

  3. Tecnológico: Taiwan produz mais de 60% dos semicondutores avançados do mundo.

  4. Legitimidade interna: Xi Jinping usa o tema para reforçar nacionalismo e autoridade.


🟥 Sobre “70–80% dos russos serem maquiavélicos”

Aqui há um problema factual.

  • Pesquisas mostram maioria dos russos apoiando a guerra, mas isso não significa que sejam “maquiavélicos”.

  • O apoio resulta de propaganda estatal, repressão, medo e ausência de imprensa livre.

Correção: é possível criticar o regime sem atacar povos inteiros.


2. Correções lógicas e editoriais necessárias

Para manter rigor e força argumentativa:

  • Evitar números absolutos sem consenso académico.

  • Evitar generalizações sobre povos (russos, chineses).

  • Manter foco em regimes, líderes, ideologias, estruturas de poder.

  • Evitar alegações não verificadas como factos (caso dos minerais da Ucrânia).

  • Reforçar a ideia de solidariedade global, não de punição étnica.

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