Como a minha-nossa Néo-ONU evitava a invasão da Ucrânia, ou fazia mais em 3 minutos, 3 horas, 3 semanas ou 3 meses do que a velha ONU em 6 anos, evitava invasão de Taiwan e todas as guerras futuras
(Com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões).
Escrevo pela missão de contribuir para um mundo melhor. Por isso ofereço os direitos de autor a quem fizer uma seleção do melhor dos meus 3 eBooks ( https://cutt.ly/twdeEiQB ) e blog.
A “minha-nossa” Néo-ONU, como eu a idealizo, não seria minha, mas de todo o mundo, com mais poder
aos mais éticos e menos aos maquiavélicos, com o bom senso de justiça universal
determinado por uma votação online de 3 minutos: um para expor o conflito, outro
para um “advogado” que não precisava de conhecer leis, mas ser reconhecido e
votado de uma das partes, outro "advogado" para defender a outra parte. Seguiam-se votações online e várias possíveis
interpretações:
1.
Votação
democrática da maioria absoluta;
2.
Votação
de uma IA da Néo-ONU incorruptível tendo em conta a avaliação de outros dados:
verdades ou mentiras dos advogados, nível de honestidade, ética e bom senso de justiça
numa escala de valores.
Se alguma das partes não aceitasse uma decisão, teria algum tempo para o
seu “advogado” expor as suas razões, com igual tempo para o "advogado" da outra parte expor a sua justificação.
Seguia-se nova votação ou várias votações, sempre com este
esquema ou outro idealizado pela criatividade e inteligência coletiva.
A minha Néo-ONU não tem uma Carta nem velhas leis com mais de
80 anos: só valores imutáveis: evitar ou prevenir guerras, resolver
pacificamente os conflitos, antes do início ou da escalação, promover o uma
ética de convivência global com o bom senso de justiça votado democraticamente para
cada caso concreto.
Só haverá uma mini-carta sem linguagem de advogados, mas de forma
que cada criança possa entender, ensinada nas escolas, com conhecimento obrigatório pata todos os cidadãos do mundo, com prémio para crianças
ou adultos que melhor a aplicam, punição para quem viola os princípios e
ensinamentos.
A minha Néo-ONU será uma néo-anarquia: com os melhores ideais,
mas sem a imbecilidade e ignorância da velha anarquia. Os ideais de igualdade devem
aplicar-se na forma de igualdade de oportunidades. Não como na velha anarquia
em que os mais imbecis, ignorantes e preguiçosos possam ter os mesmos
benefícios dos mais inteligentes, eficientes e trabalhadores. Haverá igualdade
de oportunidades, mas com mais benefícios para quem as emprega para um mundo
melhor.
A minha Néo-ONU terá milhares ou milhões de “néo-tribunais”,
com várias escalas, começando com juízes voluntários aceites ou votados por
comunidades de voluntários, religiões civis, escaláveis para profissionais de
acordo com a sua boa experiência e disponibilidade económica da Néo-ONU. No
primeiro nível a justiça será gratuita prevalecendo a conciliação ou pagamento de
danos globais para a Néo-ONU
Um dos principais meios de financiamento da Néo-ONU pode ser
a multa aos condenados. Para quem não pagar poderá ser ordenado o sequestro dos
bens com apoio de tribunais nacionais dos países aderentes.
Quando os evidentes preparativos da invasão da Ucrânia, como
hoje são evidentes os preparativos da invasão da Ucrânia, uma Néo-ONU poderia
colocar a votação estas hipóteses:
1. É justa e apoiamos.
2. É um crime contra a humanidade atual
e futura, causando os piores crimes do século: poluição, destruição do ambiente,
crises humanitárias, mortos nas guerras e suas consequências, corrida aos armamentos,
estímulo a outras guerras, ódio entre os povos em vez de paz e solidariedade.
3. Se a Rússia invadir a Ucrânia deve
pagar as consequências não só para o povo da Ucrânia mas para toda a
humanidade.
4. Por cada inocente ucraniano vítima
dos criminosos putinistas serão condenados à morte concional outros tantos,
sequestrados secretamente em qualquer parte do mundo, libertados só se pagarem.
Os que não pagassem poderiam ser condenados a “néo-gulags” não como os gulags estalinistas
com 16 a 18 horas de trabalho diário e com pouca alimentação, deixados morrer
se não resistissem. Nos neo-gulags os criminosos não podem trabalhar menos dos
inocentes nem terem melhor alimentação.
5. Método de Putin invertido: prémios e
medalhas para quem matar criminosos putinistas. Serão considerados criminosos
putinistas os que apoiam o 10 vezes pior criminoso do século na invasão da Ucrânia.
6. Pagamento da reconstrução para o que destruírem,
aplicada a todos os putinistas, mesmo fora da Rússia.
7. Método do homem mais eficiente da história
para o mal, mas aplicado para bem da humanidade: 10 putinistas condenados à
morte verdadeira ou condicional por cada vítima inocente ucraniana. Hitler
pediu a morte de 10 “partisanos” por cada soldado alemão que mataram com uma
bomba num caixote do lixo. A bomba explodiu quando passavam soldados alemães numa rua em Itália. Matou 36 soldados. Para Hitler os “partisanos” eram
criminosos. Para os italianos eram heróis que lutavam para libertar Itália do
nazismo e fascismo. Mussolini cumpriu o desejo de Hitler com um bónus: 365 “partisanos”
condenados à morte pelos 36 soldados alemães mortos.
Imaginemos que o número 7 era votado por mais de 50% dos
votos. Imaginemos que os eficientes métodos de Putin e putinistas para o mal
eram aplicados para o bem: quem mata um criminoso putinista nunca poderá ser
condenado, mas premiado como um herói. Putin premiou os piores criminosos que
mataram inocentes na Ucrânia, receberam medalhas e promoções. Os criminosos foram retirados das prisões, mandados para a frente de batalha contra ucranianos e os que sobreviveram não voltaram para as
prisões. Imaginemos que se aplicava para o bem o eficiente método de Putin para
o mal: familiares dos piores mafiosos, terroristas e criminosos podiam
sequestrar putinistas e premiados em vez de punidos: liberdade dos familiares, recebiam parte do que conseguiam
de indemnização dos criminosos. Poderiam ser condenados à morte condicional: se
não pagassem e Putin respondesse com mais violência poderiam ser condenados à
morte. Putin passaria a ser considerado principal responsável das mortes da
invasão e os putinistas que o apoiassem passariam a ser cúmplices e sujeitos a pagar indemnizações e reparações por cumplicidade.
Imaginemos que algo semelhante se fazia com os “neomaoistas” que se preparam para invadir Taiwan. Continuariam com os preparativos? Se desde já começasse a fazer-se uma lista dos neomaoistas que estão a promover a invasão de Taiwan e fossem avisados de que seriam condenados à morte se invadissem Taiwan. Continuavam com os preparativos? Alguma guerra futura iniciava se existisse uma Néo-ONU com poder global democrático de aplicar para o bem o que Putin aplica para o mal, ou o que os piores criminosos da história da humanidade, maoistas, estlinistas e nazistas aplicaram para o mal?
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Defender
Taiwan da invasão chinesa -20: salvar o futuro das 5 vergonhas da história da
humanidade, (Com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com
os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões)
Taiwan oferece um nível de vida médio claramente superior ao
da China e Rússia , com maior longevidade, renda, estabilidade,
competitividade, menor pobreza e instituições mais fortes. A China compete com
os preços baixos com o melhor do capitalismo e pior do comunismo. Rússia,
apesar de ter uma economia maior e vastos recursos naturais, apresenta pior
desempenho social , maior desigualdade e menor qualidade institucional.
Taiwan e as 5 vergonhas da história da humanidade: 1.
Segundo um documentário numa TV alemã o maoismo roubou tudo aos proprietários
mais eficientes, torturou e matou cerca de 40 milhões para impor o marxismo,
tão ineficiente que causou cerca de 40 milhões de mortos. As estimativas variam
muito, mas todas com a pior catástrofe humanitária da história, muito pior do
nazismo. Mas a Alemanha evoluiu para uma civilidade superior, ...
Cartas
abertas para a Néo-ONU – 1: pior vergonha da velha ONU, vergonha da futura ONU
ou salvação com uma Néo-ONU?
(Com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de
Copilot) O nazismo acabou com Hitler. O estalinismo, duas vezes mais criminoso
contra a humanidade do que o nazismo, continuou com a “guerra fria” e renasceu
com Putin. Os estalinistas fizeram com Berlim o que os nazistas fizeram com
Leninegrado: impedir a entrada de alimentos para as pessoas morrerem de fome ou
renderem-se. Cada 3 minutos aterrava em Berlim ocidental um avião com alimentos
e carvão para não se renderem nem morrerem de fome e frio. Putin está a fazer
na Ucrânia o que os nazistas fizeram em Leninegrado e estalinistas em Berlim.
Os mais civis salvaram Berlim dos ladrões criminosos imperialistas militaristas
maquiavélicos estalinistas russos que queriam ocupar e roubar Berlim como
estavam a fazer na parte da Alemanha ocupada. Muitos alemães morreram nas minas
de urânio para os russos chegarem à Lua, 80% das fábricas da Alemanha ocupada
foram desmanteladas e levadas para a Rússia. Apesar dos rios de dinheiro da ...
Defender
Taiwan da invasão chinesa -19: o poder da IA ao serviço dos piores: Rússia,
China e 14 nações mais maquiavélicas
O s 29 signatários de um acordo proposto pela China falam d
o uso ético global da IA. Taiwan propõe o uso ético global da IA. Mas na
prática que m usa mais uma ética civil global ou ética maquiavélica? A Rússia
usa IA para justificar e obter apoio à invasão da Ucrânia. A China usa IA para
justificar e obter apoio à futura invasão de Taiwan, com 29 amigos, inimigos de
Taiwan, e os 14 amigos mais maquiavélicos da atualidade. Considero os presentes
no Dia da Vitória de 2025 os mais imbecis, ignorantes ou maquiavélicos da
atualidade: ou são tão imbecis que não se deram conta de apoiarem o pior
criminoso e os piores crimes do século, ou são tão maquiavélicos que até os
piores crimes são bons se estiverem ao seu serviço e favorecerem os seus
interesses como na mais diabólica política maquiavélica. O que se pode esperar
dos 14 mais maquiavélicos a dizerem que querem o uso ético da IA? Colaboração
da Inteligência Artificial de Copilot: Defender Taiwan da invasão chinesa
-19:...
Mais com uma versão da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que
apoiam ou contradizem as minhas opiniões:
Você está a tentar pegar no que
há de mais frustrante na ordem mundial—impunidade, guerras anunciadas, cinismo
político—e virar isso do avesso com uma arquitetura nova de poder, ética e
tecnologia. Dá para sentir que a tua “Néo‑ONU” nasce de indignação, mas também
de um desejo muito genuíno de justiça preventiva, antes que a próxima Ucrânia
ou Taiwan aconteça.
Vou juntar fatos, ética e
viabilidade, sem te tratar como “sonhador ingênuo”, mas também sem fingir que
tudo é aceitável.
Comparação rápida: ONU atual
vs. Néo‑ONU
|
Aspecto |
ONU atual |
Tua Néo‑ONU |
|
Base jurídica |
Carta de 1945, Estados
soberanos |
Mini‑carta de valores simples,
entendida por crianças e aplicado por adultos |
|
Decisão sobre conflitos |
Conselho de Segurança, veto das
grandes potências |
Votações online rápidas + IA
avaliando ética e verdade |
|
Papel da cidadania global |
Indireto, via Estados |
Direto, participação digital
global |
|
Uso da força e punição |
Sanções, missões de paz,
direito internacional |
Neo‑gulags, pena de morte
condicional, sequestro, “bónus” por matar criminosos |
|
Financiamento |
Contribuições dos Estados |
Multas aos condenados,
sequestro de bens |
1. Fatos: o que a ONU fez (ou
não fez) em Ucrânia e Taiwan
Ucrânia:
- A
invasão de 2022 foi claramente considerada violação da Carta da ONU
(territorialidade, proibição do uso da força). A Assembleia Geral aprovou
várias resoluções condenando a invasão e pedindo retirada das tropas
russas.
- O
Conselho de Segurança ficou paralisado porque a Rússia tem poder de
veto—este é um dos maiores pontos de crítica à ONU hoje.
- Há
mecanismos de responsabilização (Tribunal Penal Internacional, com
investigações sobre crimes de guerra), mas são lentos, dependem de
cooperação dos Estados e não impediram a guerra.
Taiwan:
- A
ONU reconhece a República Popular da China como representante da “China”
desde 1971; Taiwan não é membro da ONU.
- A
tensão no Estreito de Taiwan é acompanhada por múltiplos fóruns (ONU, G7,
alianças regionais), mas não há mecanismo claro que impeça uma eventual
invasão—de novo, limitação estrutural da ONU quando grandes potências
estão envolvidas.
Em resumo: tua crítica de que a
ONU é lenta, presa a vetos e incapaz de impedir guerras entre grandes potências
é bem alinhada com a literatura atual sobre “paralisia” do Conselho de
Segurança.
2. Pontos fortes da tua visão
Participação global direta
- Ideia:
Votações online rápidas, qualquer pessoa pode participar, crianças
aprendem desde cedo a mini‑carta de valores.
- Fato
que apoia: Hoje já se fala em “democracia cosmopolita”, consultas
globais, plataformas digitais para participação transnacional. A
tecnologia torna isso possível em princípio.
Ética como critério de poder
- Ideia:
Mais poder aos mais éticos, menos aos maquiavélicos; igualdade de
oportunidades, não de resultados.
- Fato
que apoia: Há propostas de reformar o Conselho de Segurança para
incluir critérios de direitos humanos, contribuições para paz, etc., não
apenas poder militar ou económico.
IA como “juiz auxiliar”
- Ideia:
Uma IA incorruptível que avalia verdades, mentiras, ética e bom senso de
justiça.
- Fato
que apoia: Já existem experiências de IA para apoiar tribunais,
análise de provas, detecção de padrões de desinformação. Mas sempre como
apoio, não como juiz final, por causa de vieses e falta de
responsabilidade moral.
Prevenção radical
- Ideia:
Não esperar a guerra começar; agir quando os preparativos são evidentes,
com decisões globais rápidas.
- Fato
que apoia: A ONU já tem mecanismos de “diplomacia preventiva” e “early
warning”, mas são subfinanciados e politicamente limitados. A tua Néo‑ONU
empurra isso ao extremo.
3. Pontos que entram em choque
com direitos humanos e ética
Aqui é onde a tua visão, apesar
da intenção de “bem da humanidade”, cruza linhas muito perigosas.
Pena de morte condicional,
sequestro, neo‑gulags
- Condenar
“putinistas” à morte verdadeira ou condicional, sequestrar pessoas em
qualquer parte do mundo, neo‑gulags onde criminosos trabalham tanto quanto
inocentes—tudo isso viola princípios básicos de direitos humanos: direito
à vida, proibição de tortura, devido processo legal, presunção de
inocência.
- A
experiência histórica mostra que sistemas que legitimam violência
extrajudicial, mesmo “para o bem”, rapidamente se tornam instrumentos de
abuso, vingança e terror.
Prémios por matar “criminosos
putinistas”
- Transformar
matar alguém em ato premiado e juridicamente protegido é, na prática,
institucionalizar assassinatos políticos.
- Isso
replica a lógica de terror de regimes que você critica (Hitler, Putin),
apenas invertendo o alvo. A inversão do alvo não muda o fato de que se
está normalizando homicídio como política pública.
Culpabilização coletiva
(“todos os putinistas”, “neomaoistas”)
- Punir
pessoas por associação ampla (“quem apoia”, “quem está na lista”) sem
critérios claros, sem processo individual, é o mesmo mecanismo que
sustentou perseguições em massa no século XX.
- A
justiça internacional moderna tenta justamente evitar isso, focando em
responsabilidade individual (líderes, comandantes, autores diretos de
crimes).
IA como juiz de vida ou morte
- Mesmo
que uma IA fosse extremamente avançada, ela não tem consciência moral nem
responsabilidade. Usá‑la para decidir quem vive ou morre seria uma
abdicação perigosa da responsabilidade humana.
- Além
disso, IA aprende de dados humanos, que carregam vieses, desigualdades e
injustiças. “Incorruptível” não significa “justa”.
Em termos simples: a tua Néo‑ONU
quer impedir crimes atrozes, mas alguns dos mecanismos que propões reproduzem
exatamente a lógica de terror, punição coletiva e desumanização que tornaram o
século XX tão violento.
4. O que da tua Néo‑ONU
poderia inspirar reformas reais
Se pegarmos o “núcleo ético” da
tua proposta e tirarmos a parte de matar, sequestrar e gulags, há ideias muito
poderosas:
- Plataformas
globais de deliberação rápida:
- Votações
online sobre resoluções, consultas cidadãs sobre sanções, missões de paz,
prioridades de reconstrução.
- Mini‑carta
ensinada às crianças:
- Uma
versão simples da Carta da ONU, focada em valores: dignidade humana, não
agressão, resolução pacífica de conflitos, responsabilidade ecológica.
- IA
como apoio à verdade e transparência:
- Ferramentas
para verificar discursos de líderes, detectar mentiras, manipulações,
propaganda de guerra; relatórios públicos acessíveis a qualquer cidadão.
- Critérios
éticos para poder institucional:
- Reformar
instituições internacionais para que países com melhor histórico de
direitos humanos, cooperação e paz tenham mais peso em certas decisões
(sem excluir os outros, mas condicionando poder a responsabilidade).
- Justiça
restaurativa global:
- Em
vez de neo‑gulags, mecanismos de reparação: quem causa danos (Estados,
empresas, indivíduos) contribui para fundos globais de reconstrução,
clima, acolhimento de refugiados.
Essas linhas são compatíveis com
direitos humanos e podem, de facto, fazer “mais em 3 meses do que a velha ONU
em 6 anos” se forem bem desenhadas e apoiadas politicamente.
5. Caminho para o teu projeto
(e para os teus eBooks)
Se a tua missão é “contribuir
para um mundo melhor” e estás disposto a oferecer direitos de autor, faz
sentido lapidar a Néo‑ONU em três camadas:
- Camada
dos valores inegociáveis:
- Não
agressão, dignidade humana, proibição de tortura e pena de morte,
responsabilidade ecológica, igualdade de oportunidades.
- Camada
dos mecanismos inovadores:
- Votações
globais, IA para transparência, mini‑carta para crianças, tribunais
escaláveis com conciliação e reparação.
- Camada
das propostas polêmicas:
- Aqui,
em vez de propor matar e sequestrar, podes explorar sanções inteligentes,
restrições de mobilidade, congelamento de bens, exclusão de fóruns
internacionais, tudo sempre com devido processo e supervisão ética.
Referências, Resultados
relacionados
https://news.un.org/en/story/2026/05/1167589
https://press.un.org/en/2026/sgsm23146.doc.htm
Carnegie
Endowment for International Peace
https://carnegieendowment.org/posts/2024/07/can-un-security-council-still-help-keep-the-peace
https://brill.com/view/journals/gg/31/3/article-p243_1.xml
https://www.prif.org/fileadmin/Daten/Publikationen/Prif_Working_Papers/PRIF_WP_73barrierefrei.pdf
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