Manifestantes da Europa marionetes de Putin?
(Com versão da IA de Copilot)
Os manifestantes querem mais dinheiro para a educação e
menos para armamentos? Marionetes de Putin?
Não tenho a mínima dúvida de que quem mais beneficia são os
piores criminosos da atualidade, os responsáveis pelos 25 piores criminosos da
atualidade, (1), com piores consequências futuras: vitória dos invasores da
Ucrânia, invasão de Taiwan, da Coreia do Sul e guerras seguintes da união do
mais fortes para roubarem os mais fracos, inclusive parte da Europa que se libertou
dos ladrões da URSS.
Estranhei muito quando vi um milhão de pacifistas contra USA
por defenderem o Vietname do Sul dos piores criminosos da história da
humanidade, com estimativas de milhões de mortos do comunismo de 60 a 110
milhões, do maoismo de 40 a 80, do estalinismo de 20 a 40. Não tive
conhecimento de nenhum pacifista contra os piores criminosos da história da
humanidade. Só em 2005 tive uma informação que explica em parte esta
contradição: segundo Olavo de Carvalho a KGB tinha 500.000 funcionários que
condicionaram a opinião pública mundial cotra os americanos com partidos comunistas,
eventos culturais, manifestações. Muitos dos pacifistas foram marionetes da
KGB?
Putin e putinistas são os mais influentes a nível global
online com mais de 200 mentiras repetidas com os piores crimes cibernéticos da
atualidade. Os manifestantes serão marionetes desta informação?
Muitos manifestantes atuais por um futuro melhor são
marionetes dos objetivos de Putin e putinistas: reconstruir o antigo império
soviético?
Se há menos dinheiro para a defesa europeia, Trump prefere
os bons negócios com Rússia e China acontecerá na Europa o que aconteceu com as
guerras de Putin na Chechénia, Geórgia e Ucrânia, todas com aumento da sua
popularidade? O ex-presidente da Rússia já disse que os países Bálticos sempre
pertenceram à Rússia. Sem USA na NATO, com pacifistas ao serviço de invasores, o
futuro melhor será a reconstrução de URSS?
Se tivesse havido manifestantes pacifistas contra Putin pela
sua guerra na Chechénia teria existido a guerra da Geórgia?
Se tivesse havido manifestantes pacifistas contra Putin pela
sua guerra na Geórgia teria existido a guerra da Ucrânia e todo o aumento de dinheiro
para armamentos que os manifestantes querem para o ensino e futuro melhor? Sem
estas guerras haveria mais dinheiro para o ensino, educação e futuro mundo
melhor.
As opiniões e manifestações pacíficas devem ser livres. Mas
não seria do mais elementar bom senso de justiça se os violentos pagassem os danos?
Se os manifestantes destroem este mundo para um pretenso mundo melhor o futuro
será decidido pelos mais agressivos e violentes como aconteceu com as “ditaduras
do proletariado” e piores crimes da história da humanidade?
Os manifestantes querem mais dinheiro para o ensino,
professores, educação, futuro melhor. Tudo isso seria justo se não fosse ao
serviço dos sucessores dos piores criminosos da história da humanidade, comunistas,
maoistas e comunistas, piores criminosos da atualidade unidos na invasão da Ucrânia,
estímulo a guerras futuras.
Os manifestantes querem mais dinheiro para o ensino,
professores, educação, futuro melhor com menos dinheiro para a defesa,
acolhimento de refugiados? De onde querem que venha o dinheiro? Tudo isso não
teria sido evitado se tivessem manifestado mais contra as guerras de Putin logo
no início sem permitirem o aumento de popularidade com cada guerra? Os impostos
aos mais ricos não contribuem para que emigrem para a China, ou paraísos fiscais
onde pagam menos impostos? As reivindicações ligadas à proteção climática citam
a Ucrânia? Há pior crime climático da invasão da Ucrânia?
(1)
No ebook “António
Guterres, Velha ONU e Néo-ONU”, (gratuito por período limitado), apresento
os 25 crimes da invasão da Ucrânia que em minha opinião são alguns dos piores
na Europa depois da Segunda Guerra Mundial, alguns dos piores do século e
alguns dos piores crimes da atualidade que podem ter as piores consequências
futuras. Alguns são os piores depois da Segunda Guerra Mundial. A IA de Copilot
confirma alguns factos indiscutíveis que apoiam as minhas opiniões. Mas IA de
Copilot não tem opiniões. Só factos.
Escritos anteriores:
A PAZ no mundo foi para mi sempre aprioridade
absoluta para um futuro mundo melhor. Contribuir para a paz no mundo, acabar
com as guerras atuais e evitar as futuras pode, ou deve, ser a prioridade de
António Guterres, elites da ONU, elites da política mundial, melhores
jornalistas em “guerra” inteligente, ética e com evidente bom senso de justiça
contra imorais, imbecis, ignorantes ou com a pior ética maquiavélica, como
Putin e putinistas, como Estaline e estalinistas, Hitler e nazistas.
A PAZ no mundo foi para mi sempre aprioridade
absoluta para um futuro mundo melhor. Contribuir para a paz no mundo, acabar
com as guerras atuais e evitar as futuras pode, ou deve, ser a prioridade de
António Guterres, elites da ONU, elites da política mundial, melhores
jornalistas em “guerra” inteligente, ética e com evidente bom senso de justiça
contra imorais, imbecis, ignorantes ou com a pior ética maquiavélica, como
Putin e putinistas, como Estaline e estalinistas, Hitler e nazistas. A “paz
americana” e as guerras dos piores criminosos contra a humanidade, https://pef1mm.blogspot.com/2026/10/a-paz-americana-e-as-guerras-dos-piores.html,
António Guterres, Velha ONU e Néo-ONU
A “paz americana” e as guerras dos piores criminosos contra
a humanidade, https://pef1mm.blogspot.com/2026/10/a-paz-americana-e-as-guerras-dos-piores.html,
"Os 25 Piores
Crimes de Putin e Putinistas, na Europa, depois da Segunda Guerra Mundial ou
actuais com piores consequências globais futuras?" https://pef1mm.blogspot.com/2026/10/os-25-piores-crimes-de-putin-e.html
Leituras Relacionadas com a
Etiqueta: PUTINISTAS https://pef1mm.blogspot.com/search/label/PUTINISTAS
Nos 3 ebooks anteriores lutei sobretudo contra os crimes de
Putin e semelhanças com os crimes dos piores criminosos da história da Europa:
Estaline e Hitler, (https://cutt.ly/2e0P8eeo). Agora surge o aumento das ameaças a
Taiwan, Coreia do Sul e Europa.
Versão de Copilot:
A sua reflexão levanta várias questões históricas, políticas
e estratégicas importantes. O que eu sugeriria é separar três perguntas
diferentes:
1. Os manifestantes europeus são "marionetes de
Putin"?
Não se pode afirmar isso de forma geral.
Há vários tipos de manifestantes:
- Alguns
defendem mais investimento em educação, saúde e habitação.
- Outros
protestam contra a imigração.
- Outros
defendem causas ambientais.
- Outros
opõem-se ao aumento das despesas militares.
- Outros
apoiam explicitamente a Ucrânia e, ao mesmo tempo, defendem mais
investimento social.
Seria incorreto concluir que todos os que querem menos
despesa militar são agentes ou marionetes de Vladimir
Putin.
No entanto, também é verdade que os serviços russos e a
máquina de propaganda do Kremlin procuram influenciar opiniões públicas
ocidentais. Investigações de vários governos europeus, da União Europeia e da
NATO têm identificado campanhas de desinformação russas destinadas a explorar
divisões existentes nas sociedades democráticas. Isso não significa que todos
os que repetem determinadas narrativas o façam conscientemente ao serviço da
Rússia.
Uma distinção importante é:
- Agente
ou marionete consciente.
- Pessoa
que, sem intenção, defende posições que beneficiam um determinado ator
geopolítico.
São coisas muito diferentes.
2. Quem beneficia de uma Europa menos armada?
Do ponto de vista estratégico, é difícil negar que uma
Europa militarmente fraca seria mais vantajosa para potências revisionistas.
Se a Europa reduzisse fortemente a sua capacidade de defesa
enquanto:
- a
Rússia aumentasse o armamento;
- a
China aumentasse o armamento;
- a
Coreia do Norte aumentasse o armamento;
o equilíbrio estratégico alterava-se.
Foi precisamente após a invasão da Ucrânia que muitos
governos europeus concluíram que a defesa não podia continuar a ser tratada
como uma prioridade secundária.
Por isso, atualmente, mesmo muitos partidos tradicionalmente
pacifistas aceitam reforçar o apoio à Ucrânia e aumentar os investimentos
militares.
3. Se tivesse havido grandes manifestações contra Putin
na Chechénia ou na Geórgia, a guerra da Ucrânia teria sido evitada?
Ninguém pode responder com certeza.
Mas existe um argumento frequentemente apresentado por
historiadores e especialistas em relações internacionais:
- Guerra
da Chechénia.
- Guerra
da Geórgia.
- Anexação
da Crimeia.
- Invasão
em larga escala da Ucrânia.
Segundo esta interpretação, cada sucesso sem consequências
suficientemente severas pode ter aumentado a confiança do Kremlin na utilização
da força.
É uma hipótese plausível, embora impossível de provar.
4. O dinheiro para educação deve vir de onde?
Aqui encontra-se o verdadeiro problema.
Praticamente toda a gente quer:
- melhores
escolas;
- melhores
professores;
- melhores
hospitais;
- melhores
salários;
- mais
segurança;
- menos
guerra.
O problema é que os recursos são finitos.
As propostas mais comuns são:
- aumentar
impostos sobre rendimentos elevados;
- aumentar
impostos sobre grandes empresas;
- reduzir
alguns subsídios;
- reduzir
certas despesas públicas;
- aumentar
a dívida pública.
Os críticos respondem que:
- impostos
demasiado elevados podem levar empresas e investidores a mudar-se para
outras jurisdições;
- dívida
excessiva gera problemas futuros;
- cortes
na defesa podem criar riscos estratégicos.
Não existe uma solução sem custos.
5. Há pior crime climático do que a guerra?
A guerra causa enormes danos ambientais.
No caso da Ucrânia verificou-se:
- destruição
de barragens;
- incêndios;
- contaminação
de solos;
- destruição
de infraestruturas energéticas;
- enormes
emissões associadas à atividade militar.
Por isso, muitos especialistas consideram que grandes
guerras modernas têm impactos ambientais extremamente graves.
Pode argumentar-se que evitar guerras é uma das melhores
políticas ambientais possíveis.
6. Os violentos devem pagar os danos?
Num Estado de direito, sim.
Existe uma distinção fundamental entre:
- manifestação
pacífica;
- vandalismo;
- motim;
- agressão.
A maioria das democracias reconhece o direito à manifestação
pacífica, mas também prevê responsabilidade civil e criminal para quem destrói
propriedade ou agride pessoas.
Portanto, uma pessoa pode defender uma causa legítima e, ao
mesmo tempo, ser responsabilizada se praticar atos violentos.
Uma observação histórica
A sua preocupação central parece ser esta:
"Se as democracias reduzirem a capacidade de defesa
enquanto regimes autoritários se armam, não estarão a criar as condições para
futuras agressões?"
Essa é uma preocupação legítima e hoje é partilhada por
muitos analistas de segurança.
Por outro lado, os defensores de maiores despesas sociais
respondem que uma sociedade com educação forte, crescimento económico, coesão
social e inovação tecnológica também se torna mais resiliente e mais capaz de
sustentar uma defesa forte a longo prazo.
O verdadeiro debate raramente é "educação ou
defesa". O desafio é encontrar um equilíbrio que permita ter ambas sem
comprometer a sustentabilidade económica nem a segurança do país.
Essa é precisamente uma das grandes questões políticas em
França, Alemanha e noutros países europeus: a maioria dos manifestantes não
apresenta uma única fonte consensual de financiamento. Diferentes grupos
defendem soluções diferentes.
As propostas mais comuns são:
- Aumentar
impostos sobre os rendimentos mais elevados e grandes fortunas.
- Aumentar
impostos sobre grandes empresas e multinacionais.
- Reduzir
algumas despesas militares.
- Reduzir
subsídios considerados ineficientes.
- Combater
a evasão e fraude fiscais.
- Aumentar
o défice público e a dívida para financiar investimentos sociais.
Por outro lado, os governos e muitos economistas respondem
que os recursos são limitados e que existem várias prioridades concorrentes:
- Defesa
e rearmamento, especialmente após a invasão da Ucrânia.
- Pensões,
devido ao envelhecimento da população.
- Saúde.
- Educação.
- Transição
energética.
- Apoio
social.
- Integração
de refugiados e migrantes.
É importante notar que a despesa com refugiados, embora
politicamente muito debatida, representa normalmente apenas uma parte do
orçamento total. Na maioria dos países europeus, as maiores rubricas são
pensões, saúde e proteção social.
O debate atual na Europa pode ser resumido assim:
Manifestantes de esquerda e sindicatos
- Mais
dinheiro para educação, saúde e apoios sociais.
- Menos
austeridade.
- Impostos
mais elevados sobre os mais ricos.
- Em
alguns casos, menor crescimento da despesa militar.
Manifestantes conservadores ou populistas
- Menos
imigração.
- Menos
gastos com acolhimento e integração.
- Mais
investimento nos cidadãos nacionais.
- Menos
burocracia e impostos.
Governos
- Tentam
equilibrar todas estas despesas sem fazer explodir a dívida pública.
Há também uma mudança importante desde 2022. Antes da guerra
da Ucrânia, muitos europeus acreditavam que podiam manter despesas militares
relativamente baixas. Após a invasão russa, vários governos passaram a
considerar que aumentar a defesa deixou de ser opcional e se tornou uma
necessidade estratégica. A Alemanha, por exemplo, lançou um grande programa de
rearmamento e procura atingir a meta da NATO de investir uma percentagem mais
elevada do PIB em defesa. Isso cria uma competição direta pelos mesmos recursos
orçamentais.
Em termos simples, o conflito político atual não é tanto
sobre "queremos mais educação", pois quase todos concordam com
isso. A divergência é sobre quem deve pagar a conta: contribuintes mais
ricos, empresas, redução de outras despesas, mais dívida pública ou cortes
noutras áreas do Estado. É aí que se concentra o verdadeiro debate.
Quais os objetivos das manifestações atuais em França,
Alemanha, etc.?
As manifestações que atualmente têm ocorrido em vários
países europeus, como França e Alemanha, procuram pressionar os
governos a mudar políticas internas. [pt.wikipedia.org]
França
As reivindicações mais frequentes têm sido:
- Melhores
condições de ensino (falta de professores, turmas sobrelotadas e
infraestruturas degradadas). [pt.wikipedia.org],
[visitworld.today]
- Redução
do custo de vida e dos preços dos combustíveis. [g1.globo.com],
[g1.globo.com]
- Maior
investimento nos serviços públicos. [g1.globo.com],
[g1.globo.com]
- Contestação
de medidas orçamentais e de austeridade discutidas pelo governo. [g1.globo.com]
Alemanha
Os protestos recentes têm-se centrado em:
- Aumento
do custo de vida. [g1.globo.com],
[valor.globo.com]
- Mais
investimento na educação. [g1.globo.com],
[valor.globo.com],
[expresso.pt]
- Críticas
aos cortes orçamentais. [g1.globo.com]
- Oposição
ao possível regresso do serviço militar obrigatório e críticas ao aumento
das despesas militares. [g1.globo.com],
[valor.globo.com],
[expresso.pt]
- Em
alguns grupos, também há reivindicações ligadas à proteção climática e à
segurança social. [expresso.pt]
A diferença fundamental para a Chechénia
Na Chechénia dos anos 1990, o objetivo central do
movimento dominante era criar um Estado independente da Rússia.
Tratava-se de uma questão de soberania nacional.
Na França, Alemanha e na maioria dos atuais protestos
europeus, os manifestantes geralmente não pretendem abandonar o Estado nem
dissolver a União Europeia. O objetivo é influenciar políticas públicas:
salários, habitação, educação, impostos, imigração, ambiente, custo de vida ou
despesas militares. [pt.wikipedia.org],
[g1.globo.com],
[g1.globo.com]
Em termos simples:
- Chechénia
(1991-1999): independência nacional.
- França
e Alemanha (2026): reforma de políticas governamentais dentro do
sistema existente. [pt.wikipedia.org],
[g1.globo.com]
Aliás, historicamente, os protestos em França costumam visar
mudanças sociais e económicas e raramente têm objetivos separatistas, ao
contrário do que aconteceu na Chechénia ou, em menor grau, em movimentos
independentistas como os da Catalunha ou da Escócia.
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