Putin e putinistas, criminosos do século nº 11: ladrões do bem mais precioso, o tempo
(Com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões).
Putin e putinistas são os mais criminosos ladrões do século do bem mais precioso de milhões de pessoas, ladrões do tempo.
Milhões de pessoas que poderiam ocupar o seu tempo para a sua felicidade, família e mundo melhor, são obrigados a fazer o contrário. Uns já morreram, muitos ficaram feridos para sempre, outros invadiram às ordens de Putin, outros defendem-se. Não só na Rússia, Ucrânia e Coreia do Norte estão mais jovens a ocupar o seu precioso tempo do melhor da sua idade para matar ou defender-se. Se uma grande potência militar pode invadir um mais fraco pela 3ª vez, qualquer país pode ser o próximo.
Milhões de refugiados foram obrigados afugir dos criminosos, milhões a ocupar-se delhes reduzir o sofrimento.
Tempo é vida, valor dos valores: felicidade, saúde, amor, dinheiro, inteligência, criatividade, memória, convivência global, mundo melhor.
O tempo condiciona o desenvolvimento da inteligência, criatividade, memória e
todas as faculdades que nos permitem viver mais, com mais saúde, ganhar mais
dinheiro, ser mais felizes e contribuir à felicidade dos outros.
O que somos hoje depende essencialmente de dois fatores: herança genética dos
pais e como ocupámos o nosso tempo até este momento. O que seremos amanhã ou no
futuro depende do que somos hoje e de como utilizarmos o nosso tempo a partir
deste momento.
O valor do tempo é importante para a nossa vida, família, justiça, política,
voluntariado, ação social, mundo melhor.
Para os imbecis, ignorantes ou maquiavélicos, tudo é bom e se justifica se serve à sua grandeza. Os imbecis ou ignorantes não sabem que não é preciso ser grande para ter maior nível de vida, maior felicidade: guardem para Taiwan que é pequeno mas muito superior em quase tudo aos imperiaalistas, militaristas maquiavélicos da Rússia e China.
Depois de serem os criminosos do século pela poluição, destruição do ambiente, mortos e feridos na guerra, mortos de fome, catástrofes humanitárias, refugiados, aumento de armamentos, estímulo a mais invasões e guerras como a invasão de Taiwan prevista para 2027, redução do poder da ONU para impedir guerras, ladrões de crianças e piores ladrões do bem mais precioso de cada pessoa da humanidade: o tempo.
Imagino uma Néo-ONU a unir as forças de todos os mais civis para condenarem os mais maquiavélicos e seus cúmplices a indemnizarem as vítimas.
Mais
escritos no blog de pef1mm=psicologia ética e filosofia para um mundo melhor
com a etiqueta PUTINISTAS:
Rússia e China, com pelo menos 15 de 29 das nações mais
maquiavélicas que apoiam Putin na invasão da Ucrânia e algumas que apoiam ou
toleram a invasão de Taiwan, criaram uma organização de IA, com propósitos
pacíficos e éticos globais. Não estarão a fazer precisamente o contrário:
encontrar aliados para o pior uso de IA, ao serviço do 10 vezes pior criminoso
da atualidade na invasão da Ucrânia e reabilitador dos piores criminosos da
história da humanidade, os maoistas? Alguém está já a usar a IA para o pior do
que Putin e putinistas da Rússia ou “neomaoistas” sucessores e reabilitadores
dos piores criminosos da História da Humanidade? António Guterres alertou
várias vezes para as oportunidades e riscos. Mas que fez? Que pode fazer a
velha ONU? O que se pode esperar da velha futura ONU com futuro Secretário
Geral putinista ou neomaoista para não ter os vetos da Rússia e China? Não é o
momento oportuno de António Guterres substituir a velha ONU por uma Néo-ONU? Ou
ao menos dar os pr...
(Versão pessoal com as minhas opiniões de uma democracia
livre e versão diplomática de Copilot, sem opiniões, só com factos, informações
e dados científicos que documentam ou negam as minhas opiniões) Chamo
putinistas aos que apoiaram Putin nos seus crimes, em especial na invasão da
Ucrânia. Só foi condenado por um crime, talvez o menor: 1.
Putin foi o pior ladrão do século, ladrão de
crianças arrancadas a famílias civis e democráticas para serem “putinizadas”
pelo “professor” 10 vezes pior criminoso do século e seus cúmplices ladrões,
criminosos, imbecis, ignorantes ou maquiavélicos. 2.
Putin e putinistas causaram as piores tragédias
humanitárias com a pior das razões: “putinizar” o mundo em imperialistas
militaristas maquiavélicos e os que procuram defender-se. Putin e putinistas
ocupam o seu tempo e de grande parte da humanidade para um mundo pior: mortos
das guerras e suas consequências, catástrofes humanitárias, fo...
Google,
Meta, EU e TÉG Tribunal Ético Global da Néo-ONU
(Versão pessoal com dados e colaboração da IA de Copilot)
Imagino uma Néo‑ONU, ou uma organização paralela à ONU, com apoio da ONU, para
resolver muitos conflitos, com um TÉG (Tribunal Ético Global), ou com outro
nome. Seria uma democracia ética de bom senso de justiça global para decisões
que não afetam uma empresa, uma nação ou EU, mas todo o mundo. Se só a EU
aplicar multas às melhores empresas de serviços públicos gratuitos globais não
é uma injustiça? Os interesses da EU ou nacionais não estão a prejudicar o bem
global? Para questões que afetam todo o mundo não deveriam existir “Tribunais
de paz” e conciliação da ONU para o melhor bem global? Uma Néo-ONU poderia
propor a resolução de conflitos antes de chegar ao TÉG. Em vez de guerra de
tribunais não poderia existir um mecanismo de compensação dos danos com a
colaboração e compromissos de alterações? Se para ver um meu contributo global
para um mundo melhor tenho de iniciar a seção e enorme perda do bem mais
precioso: o tempo...
Xi Jinping e Putin falam de paz. Só imbecis, ignorantes,
maquiavélicos, hipócritas, neomaoistas, (1), neonazistas, neoestalinistas,
putinistas, (2), não vêm precisamente o contrário do que dizem. Antes de Putin
invadir a Ucrânia visitou Xi Jinping e fez um “tratado de paz”, que imagino
muito semelhante ao de Hitler e Estaline, pelo menos na prática. O chamado
“tratado de paz” entre Hitler e Estaline tinha um acordo secreto de ajuda para
invadirem e dividirem a Polónia. Imagino que na visita de Putin a Xi Jinping
falaram publicamente de paz, mas secretamente da ajuda mútua para invadirem
Ucrânia e Taiwan. De fato Putin repetiu que Taiwan pertence à China e Ucrânia
sempre pertenceu à Rússia. Xi Jinping dá a Putin o principal apoio económico à
pior guerra do século, avisa que em 2027 estará pronto para invadir Taiwan e
fala de defensores da paz, direitos humanos, progresso, autodeterminação dos
povos … Só imbecis, ignorantes, maquiavélicos, hipócritas, neomaoistas,
neonazistas, neoes...
A UNESCO pod e aprender com os mais eficientes criminosos e
aplicar para o bem parte do que os outros fizeram para o mal. Não pode mandar
queimar os livros do passado, toda a cultura, toda a arte, proibir todas as
religiões, punir opositores com a morte ou 25 anos de trabalhos forçados como
fizeram Mao, Estaline, Hitler, Putin, Xi Jinping, Kim Jong-Un e outros
ditadores de tradição comunista, mas pode premiar os russos que não são
putinistas, fugirem do putinismo como os chineses que fugiram do maoismo, precisamente
o contrário do que a ONU fez em 1971. Putin e seu principal propagandista,
Cirilo, o boss da mais criminosa Igreja Ortodoxa, promovem o imperialismo
militarista maquiavélico da pior tradição russa. Os livros da grandeza
criminosa do passado da pior tradição da Rússia são postos online
gratuitamente. O “santo criminoso” Vladimir 1 e muitos criminosos da pior
tradição russa são elogiados. O pior criminoso de todos, Estaline, com pelo
menos o dobro dos crimes de Hitler, é r...
Putin e putinistas divulgaram mais de 100 mentiras para
justificar a i nvasão da Ucrânia e preparar a próxima. Criminalizar a NATO,
USA, UE faz parte da l avagem ao cérebro com a maior propaganda da atualidade,
à semelhança de Hitler e Estaline, mas com as mais avançadas tecnologias, em
várias línguas, para todo o mundo, podendo envenenar e matar muitos opositores
mesmo no estrangeiro, mais de 20.000 presos por opinião e protestos com penas
que podem chegar a 25 anos. Os mais imbecis e ignorantes repetem mais de 100
mentiras de Putin e putinistas, desconhecendo totalmente a realidade. Depois da
invasão da Ucrânia, antes de Trump, muitos imbecis ou ignorantes com a lavagem
ao cérebro das 100 mentiras de Putin, atacam NATO, USA e UE. Pu t in tem o
maior “ministério da propaganda”, à semelhança do que Hitler fazia na Alemanha.
Mas agora Putin tem esse ministério a nível global, com as melhores
tecnologias, com mais “voluntários” bem pagos, com o seu “exército secreto”,
Grupo Wagner”,...
Mais com a
Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem
as minhas opiniões:
Conheci a Alemanha após a queda do “Muro de Berlim”, recordo os
carros com autocolantes pela paz, contra armas nucleares, contra tanto tempo de
serviço militar. A paz era popular. Com a invasão da Ucrânia, os drones russos a
pararem aeroportos, tornou-se popular o contrário. Tenho a impressão de ter
visto uma sondagem na TV que dava 72% a apoiarem o aumento das despesas
militares. Qual foi a evolução da opinião pública alemã sobre a paz e guerra desde
a queda do “muro de Berlim” a hoje?
A evolução da opinião pública alemã sobre paz, guerra e
despesas militares desde a queda do Muro de Berlim até hoje segue um padrão
claro: três décadas de pacifismo dominante, seguidas por uma viragem
abrupta (“Zeitenwende”) após 2022, com níveis de apoio à defesa nunca antes
vistos desde 1996.
A síntese curta é esta: a Alemanha passou de uma cultura
política profundamente pacifista para uma sociedade que, desde a invasão da
Ucrânia, apoia maior investimento militar (≈60–65%) e vê a defesa como
prioridade estratégica.
🇩🇪 Evolução histórica da opinião pública alemã (1989–2026)
🕊️ 1. 1989–2001: O “pacifismo pós‑Muro”
Após a queda do Muro, a Alemanha reunificada viveu:
- forte movimento anti‑nuclear,
- rejeição da guerra como
instrumento político,
- desconfiança profunda da
Bundeswehr,
- preferência por diplomacia, ONU
e integração europeia.
Este período coincidiu com:
- o fim da Guerra Fria,
- a memória viva da Segunda Guerra
Mundial,
- a cultura política pacifista
especialmente forte na Alemanha Ocidental.
A opinião pública era claramente anti‑militar e
favorável a cortes no orçamento de defesa.
🔥 2. 2001–2014: Choques externos, mas sem mudança estrutural
Eventos como:
- 11 de Setembro (2001),
- missões no Afeganistão,
- anexação da Crimeia (2014),
provocaram aumentos temporários na perceção de ameaça. Mas os
estudos mostram que não houve mudança estrutural: o pacifismo continuou
dominante.
⚠️ 3. 2014–2021: Cresce a preocupação, mas não o apoio à despesa militar
Mesmo após a Crimeia:
- a maioria dos alemães continuava
contra aumentar o orçamento militar,
- a Bundeswehr era vista como
necessária, mas não prioritária,
- a confiança na NATO era maior do
que na capacidade militar alemã.
A cultura política permanecia: “Sim à paz, não ao
rearmamento.”
⚔️ 4. 2022–2026: A grande viragem — Zeitenwende
A invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022 provocou a maior
mudança de opinião desde 1989.
Segundo estudos anuais desde 1996:
- antes de 2022, nunca houve maioria a favor de
aumentar despesas militares;
- desde 2022, o apoio subiu para ≈60%;
- em 2025–2026, com o “efeito
Trump”, atingiu 65%, o valor mais alto da série histórica.
Outras tendências:
- queda de até 28 pontos na
confiança nos EUA como aliado da NATO;
- maior valorização da autonomia
europeia e da defesa nacional;
- normalização social da
Bundeswehr: mais respeito, menos estigma.
Este é o ponto que confirma a tua impressão: o pacifismo
deixou de ser dominante — a defesa tornou‑se prioridade.
📊 Comparação das fases (resumo rápido)
|
Período |
Atitude dominante |
Apoio a mais despesas militares |
Fatores chave |
|
1989–2001 |
Pacifismo forte |
Muito baixo |
Fim da Guerra Fria, cultura anti‑militar |
|
2001–2014 |
Pacifismo resiliente |
Baixo |
11/9, Afeganistão, mas sem viragem |
|
2014–2021 |
Preocupação moderada |
Ainda minoritário |
Crimeia, tensões NATO |
|
2022–2026 |
Viragem pró‑defesa |
60–65% (recorde) |
Invasão da Ucrânia, drones, Trump, medo de abandono dos EUA |
📌 A tua memória dos autocolantes pela paz está correta
Nos anos 90 e 2000:
- “Frieden jetzt”,
- “Keine Atomwaffen”,
- “Bundeswehr abschaffen”,
eram slogans comuns. Hoje, após drones russos, sabotagens,
ataques híbridos e guerra convencional na Europa, a opinião pública mudou
radicalmente.
📌 A sondagem dos 72%?
Os dados oficiais mostram 65% em 2025–2026. É possível
que alguma sondagem televisiva tenha mostrado valores mais altos em perguntas
específicas (ex.: “devemos cumprir os 2% da NATO?”), mas os estudos anuais mais
robustos apontam para 60–65%.
Qual foi a evolução do número de soldados na Alemanha desde a
queda do “muro de Berlim” a hoje?
Qual foi a evolução das despesas com a defesa na Alemanha desde
a queda do “muro de Berlim” a hoje?
A evolução do número de soldados da Bundeswehr desde a
queda do Muro de Berlim até hoje é uma das transformações mais marcantes da
política de defesa alemã. A tendência geral é clara: queda acentuada após
1990, estabilização baixa após 2011, e crescimento novamente após
2022.
🎯 Resposta direta (síntese):
- 1990 (pós‑reunificação):
~500.000 soldados
- 2000: ~318.000 soldados
- 2010: ~246.000 soldados (antes do fim da conscrição)
- 2011: ~206.000 soldados (ano em que a Alemanha suspende
o serviço militar obrigatório)
- 2015–2020: estabilização em
~180.000 soldados
- 2025: 184.194 soldados (maior número em mais de uma
década)
- 2026: ~185.000 soldados (crescimento contínuo pós‑invasão
da Ucrânia)
📉 1. 1990–2000: Redução massiva após o fim da Guerra Fria
Logo após a reunificação, a Bundeswehr tinha quase meio
milhão de soldados. A partir de 1992, inicia-se uma redução contínua,
motivada por:
- fim da ameaça soviética,
- pressão para cortar gastos,
- integração europeia e foco em
missões de paz.
Em 2000, o efetivo já tinha caído para 318.713.
📉 2. 2000–2011: Reduções contínuas e profissionalização
Durante a década de 2000:
- a Alemanha participa no
Afeganistão,
- mas mantém a tendência de
redução estrutural.
Em 2010, o efetivo era 245.823.
🔥 2011: Suspensão da conscrição
Este é o ponto de viragem mais importante antes de 2022. A
suspensão do serviço militar obrigatório reduz o efetivo para 206.091 em
2011.
📉 3. 2011–2021: Estagnação baixa (~180.000 soldados)
Durante a década seguinte:
- a Bundeswehr estabiliza em torno
de 180.000 soldados,
- incapaz de recrutar o suficiente
para substituir a conscrição,
- acumulando défices de pessoal e
capacidade.
Este período coincide com:
- a anexação da Crimeia (2014),
- aumento das tensões NATO–Rússia,
- mas sem crescimento
significativo do efetivo.
📈 4. 2022–2026: A “Zeitenwende” e o regresso ao crescimento
A invasão da Ucrânia em 2022 provoca uma mudança histórica:
- aumento do orçamento militar,
- maior apoio público ao reforço
da defesa,
- reformas profundas no
recrutamento.
📈 Crescimento recente:
- 2025: 184.194 soldados (crescimento
anual de ~3.000)
- 2026: 185.196 soldados (dados
oficiais de junho)
Este é o maior efetivo militar alemão desde 2013.
🎯 Objetivo oficial:
O governo alemão planeia aumentar o efetivo para ~260.000
soldados ao longo da década de 2030.
📊 Resumo da evolução (1989–2026)
|
Ano |
Soldados |
Contexto |
|
1990 |
~500.000 |
Reunificação; fim da Guerra Fria |
|
2000 |
~318.000 |
Reduções estruturais |
|
2010 |
~246.000 |
Pré‑fim da conscrição |
|
2011 |
~206.000 |
Suspensão da conscrição |
|
2015–2020 |
~180.000 |
Estagnação |
|
2025 |
184.194 |
Pós‑invasão da Ucrânia; início da Zeitenwende |
|
2026 |
~185.000 |
Crescimento contínuo |
Impacto da guerra na Ucrânia no recrutamento, projeções para
2030–2040:
Qual foi a evolução do número de soldados em outros países
como na Alemanha desde a queda do “muro de Berlim” a hoje, em especial quando
Putin começou as suas invasões, e sobretudo com a invasão da Ucrânia?
A evolução das despesas militares da Alemanha desde a
queda do Muro de Berlim até hoje segue um padrão muito claro: queda contínua
nos anos 90, estagnação baixa durante 20 anos, e explosão de
gastos após a invasão da Ucrânia em 2022, culminando em valores recorde
em 2026–2027.
Abaixo tens a evolução completa, com números oficiais (SIPRI,
Macrotrends, YCharts).
🇩🇪 1. Síntese direta (1989–2026)
- 1989–1992: ~67–62 mil milhões USD
(≈2,5%–1,8% do PIB)
- 1993–2000: queda contínua até ~48–49 mil
milhões USD (≈1,3% do PIB)
- 2000–2014: estabilidade baixa (~45–49 mil
milhões USD; ≈1,1%–1,3% do PIB)
- 2015–2021: crescimento lento (~46 → 59 mil
milhões USD)
- 2022–2024: salto abrupto pós‑invasão da
Ucrânia (62 → 86 mil milhões USD)
- 2025: 106,7 mil milhões USD (recorde
histórico até então)
- 2026: 112,1 mil milhões USD (2,8% do
PIB; maior valor desde 1990)
- 2027 (estimativa): 117,4 mil milhões USD (3,1% do
PIB; novo recorde)
📈 2. Evolução detalhada por períodos
🧊 A. 1989–2000: Queda acentuada pós‑Guerra Fria
Após o Muro de Berlim, a Alemanha reduziu drasticamente o
orçamento militar:
- 1989: 67,0 mil milhões USD (2,52% do
PIB)
- 1990: 70,6 mil milhões USD (2,51% do
PIB)
- 1992: 62,1 mil milhões USD (1,84% do
PIB)
- 2000: 48,7 mil milhões USD (1,34% do
PIB)
Motivos:
- fim da ameaça soviética,
- pressão para cortar gastos,
- cultura política pacifista,
- reunificação e custos sociais
elevados.
🧊 B. 2000–2014: Estagnação baixa
Durante 14 anos, a Alemanha manteve gastos militares muito
baixos:
- 2001–2014: entre 46 e 49 mil milhões
USD, sempre entre 1,1% e 1,3% do PIB.
Mesmo com:
- guerra no Afeganistão,
- tensões NATO–Rússia,
- anexação da Crimeia (2014),
a Alemanha não aumentou significativamente o orçamento.
🔥 C. 2014–2021: Crescimento lento
Após a Crimeia, os gastos começam a subir, mas devagar:
- 2015: 46,8 mil milhões USD
- 2020: 60,4 mil milhões USD
- 2021: 59,8 mil milhões USD
Ainda assim, a Alemanha continuava abaixo da meta da NATO (2%
do PIB).
⚔️ D. 2022–2026: A “Zeitenwende” — explosão de gastos
A invasão da Ucrânia provoca a maior mudança desde 1989.
- 2022: 62,5 mil milhões USD (1,34% do
PIB)
- 2023: 70,2 mil milhões USD (1,50% do
PIB)
- 2024: 86,1 mil milhões USD (1,84% do
PIB)
- 2025: 106,7 mil milhões USD (2,27% do
PIB)
- 2026: 112,1 mil milhões USD (2,8% do
PIB)
Este é o maior orçamento militar alemão desde a reunificação.
🧮 3. Evolução em percentagem do PIB (1989–2026)
Segundo YCharts (dados do Banco Mundial):
- 1989: 2,48%
- 1990: 2,40%
- 1995: 1,52%
- 2000: 1,34%
- 2010: 1,24%
- 2020: 1,36%
- 2022: 1,35%
- 2024: 1,89%
🧭 4. Interpretação histórica
Fase 1 — Pacifismo institucional (1989–2014)
A Alemanha reduziu gastos militares durante 25 anos,
refletindo:
- cultura política anti‑guerra,
- confiança na NATO e nos EUA,
- prioridade a políticas sociais e
económicas.
Fase 2 — Alerta moderado (2014–2021)
Crimeia e tensões com a Rússia aumentam a preocupação, mas
não mudam a estrutura.
Fase 3 — Ruptura estratégica (2022–2026)
A guerra na Ucrânia e o risco de abandono dos EUA (efeito
Trump) levam a:
- maior orçamento militar da
história alemã,
- aceleração de compras,
- reforço da Bundeswehr,
- criação do fundo especial de 100
mil milhões de euros.
📌 Resumo final
Desde o Muro de Berlim, a Alemanha passou de cortes
profundos a gastos recorde:
- Queda de ~70 → 48 mil milhões
USD (1989–2000)
- Estagnação ~45–50 mil milhões
USD (2000–2014)
- Crescimento lento ~50 → 60 mil
milhões USD (2014–2021)
- Explosão ~62 → 112 mil milhões
USD (2022–2026)
A Alemanha de 2026 gasta mais do dobro do que gastava
em 2014.
Todas as ligações
Militärausgaben
von Deutschland 2026: $112.1B
https://www.defensebudget.org/de/country/germany
Germany
Military Expenditure (Yearly) - Historical Data & T…
https://ycharts.com/indicators/germany_military_expenditure_gdp
Qual foi a evolução das despesas com a defesa em outros
países como na Alemanha desde a queda do “muro de Berlim” a hoje, em especial quando
Putin começou as suas invasões, e sobretudo com a invasão da Ucrânia?
Vou direto ao ponto: desde o fim da Guerra Fria, quase
todos os grandes exércitos europeus encolheram durante décadas e só voltaram a
crescer (ou a reforçar presença avançada) depois de Putin começar as suas
guerras—sobretudo após 2014 (Crimeia) e 2022 (invasão total da Ucrânia).
Visão geral comparativa (números muito aproximados)
|
País / Bloco |
~1990 |
~2010 |
Pós‑Crimeia 2014 |
Pós‑Ucrânia 2022–2026 |
Tendência geral |
|
Rússia (URSS → Rússia) |
~3–4 M (URSS) |
~1 M |
~0,8–0,9 M |
~1,15–1,3 M (meta oficial) |
Redução pós‑URSS, depois rearmamento e mobilização |
|
Estados Unidos |
~2 M |
~1,4 M |
~1,3–1,4 M |
~1,3–1,4 M |
Estável, mas com mais tropas na Europa oriental |
|
Alemanha |
~500 k |
~246 k |
~180 k |
~185 k (e plano de subir) |
Queda forte, leve subida pós‑2022 |
|
Reino Unido |
~300 k |
~180 k |
~150 k |
~73–80 k (regulares), mas mais presença na Europa oriental |
Forte redução, compensada por projeção externa |
|
França |
~300 k |
~230 k |
~200 k |
~205–210 k |
Redução moderada, depois estabilização |
|
Polónia |
~250 k |
~100 k |
~100–110 k |
~170–200 k (meta de 300 k) |
Crescimento agressivo pós‑2014/2022 |
|
NATO (forças de alta prontidão) |
— |
— |
NRF ~40 k |
Novo modelo: 300 k de alta prontidão |
Menos tropas nacionais, mais força conjunta |
1. Antes de Putin: desarmamento e “dividendo da paz”
(1990–2000)
Em quase toda a Europa:
- anos 90: cortes massivos nos efetivos
militares,
- fim da conscrição em vários
países (Alemanha, França parcialmente, Itália, etc.),
- foco em missões de paz, ONU,
Balkans, Afeganistão.
Tendência:
- Rússia: passa de exército soviético
gigantesco para forças muito menores e caóticas.
- Europa Ocidental (Alemanha,
França, Reino Unido): reduções contínuas, exércitos cada vez mais pequenos, mas mais
profissionais.
- EUA: reduzem ligeiramente, mas
mantêm capacidade global.
2. 2000–2014: guerras longe, tropas em casa a encolher
Mesmo com:
- Afeganistão,
- Iraque,
- terrorismo global,
os efetivos nacionais continuaram a cair ou a estabilizar em
níveis baixos:
- Alemanha, Reino Unido, França,
Itália: menos soldados, mais tecnologia.
- Polónia e outros países de Leste
ainda com exércitos relativamente modestos.
Putin já tinha:
- guerra na Chechénia,
- guerra com a Geórgia (2008),
mas isso não provocou grandes aumentos de tropas na Europa
Ocidental.
3. 2014: anexação da Crimeia — primeiro “acordar” parcial
Com a Crimeia:
- NATO cria a “Enhanced Forward
Presence”: 4
grupos de batalha (~1.000 soldados cada) nos Bálticos e Polónia,
rotativos, simbólicos.
- Polónia começa a levar mais a
sério o rearmamento.
- Rússia inicia modernização mais
séria das forças armadas.
Mas:
- Alemanha, França, Reino Unido não
aumentam muito os efetivos; reforçam mais orçamento e capacidades
específicas (aviões, navios, forças especiais) do que número bruto de
soldados.
4. 2022: invasão total da Ucrânia — a grande viragem
Aqui muda tudo.
Rússia
- mobilização parcial,
- objetivo oficial de aumentar o
efetivo para mais de 1,15–1,3 milhões de militares,
- economia cada vez mais
militarizada.
NATO / Europa
Em vez de aumentar brutalmente o número de soldados em cada
país, a resposta foi:
- reforço massivo da presença
avançada no Leste (mais tropas em Polónia, Bálticos, Roménia, etc.),
- criação de 9 grupos de
batalha multinacionais (Bulgária, Estónia, Finlândia, Hungria,
Letónia, Lituânia, Polónia, Roménia, Eslováquia),
- novo modelo de forças da NATO: 300.000
soldados de alta prontidão para defesa do flanco leste.
Países específicos
- Polónia:
- passa de ~100 k para ~170–200
k, com meta declarada de 300.000 soldados, tornando‑se o maior
exército terrestre da UE.
- Alemanha:
- sobe ligeiramente (de ~180 k
para ~185 k), mas com planos de expansão e maior prontidão.
- Estados Unidos:
- mantêm efetivo global estável,
mas aumentam tropas estacionadas na Europa oriental (Polónia, Roménia,
Bálticos).
- Reino Unido, França, outros:
- não voltam aos números dos anos
90, mas reforçam presença rotativa, brigadas avançadas, forças de reação
rápida.
5. O padrão de fundo
Se juntarmos tudo, o quadro é este:
- 1990–2010:
- menos soldados quase em toda a
Europa; “dividendo da paz”.
- 2014:
- primeiro choque (Crimeia),
reforço simbólico no Leste, sem grandes aumentos de efetivos nacionais.
- 2022–2026:
- segundo choque (invasão total
da Ucrânia),
- Rússia aumenta efetivos e
mobiliza,
- NATO reorganiza‑se: menos foco em números brutos
por país, mais em forças conjuntas de alta prontidão e presença avançada.
Ou seja: Putin não fez a Europa voltar aos exércitos
gigantes dos anos 80, mas obrigou a NATO a transformar tropas dispersas em
forças de reação rápida e defesa avançada—e alguns países de fronteira, como a
Polónia, estão de facto a reconstruir exércitos grandes.
Todas as ligações
ReferênciasResultados relacionados
Strengthening
NATO’s eastern flank | NATO Topic
https://www.nato.int/en/what-we-do/deterrence-and-defence/strengthening-natos-eastern-flank
https://ideas.repec.org/a/ccs/journl/y2025id1699.html
NATO
Eastern Flank Reinforcement: Troops, Bases & Defense Since 2022 | Ukraine
War Analytics
https://ukraine-war-analytics.com/international/nato-eastern-flank-reinforcement.html
NATO
Eastern Flank Reinforcement 2026: Troops, Systems and Strategy | Ukraine War
Analytics
https://ukraine-war-analytics.com/analysis/nato-eastern-flank-reinforcement-2026.html
Mais com as
etiquetas:
António
Guterres, ONU, néo-ONU, velha ONU, Taiwan , néo-futuro, paz da ONU,
Néo-pacifismo,
Ucrânia, Putin, poluição,
Néo-pacifismo, Pacifistas
putinistas parciais, paz da ONU, paz
de António Guterres, destruição
da Amazónia, financiar
a destruição do ambiente, Lula, salvar o
ambiente, Amazónia, reconstrução,
Alfred
de Zayas, Civilização
Ocidental, mentiras
de Putin, papagaio
das mentiras do Pinóquio Putin, comprados
por Putin, maquiavélicos, neurociência, psicologia, PUTINISTAS, Criminoso
do Século, ignorantes, imbecis, maquiavélicos,
catástrofes
humanitárias do comunismo , democracias
liberais , ditaduras
comunistas, estalinismo, invasão
chinesa, miséria
, Putinismo ,
Vietname , maoista , miséria ,
Guerra, PAZ, psicologia, Ucrânia, Zelensky, Democracias
Capitalistas, ditaduras
comunistas, Marxismo, Neo-Marxismo, Putinismo, PUTINISTAS, criminoso
da século, invasão
da Ucrânia , comunistas , ditadores
do proletariado, Hitler , ignorantes , imbecis , imperialistas
nazistas , Marx , neonazistas, copilot, guerras
futuras, IA, invasão
da Ucrânia, invasão
de Taiwan.
Comentários