Maoistas, “neomaoistas” e néo-chineses: os maiores criminosos contra a humanidade, os saudosistas e os “néo-chineses”: novos, éticos, online

O maoismo cometeu os maiores crimes contra a humanidade: cerca de 40 milhões de roubados torturados e mortos para criarem um regime tão ineficiente que causou cerca de 45 milhões de mortos de fome.

Alguns chineses evoluíram e imitaram o capitalismo no seu melhor continuando com o pior do comunismo.

Outros, em vez de se envergonharem do maoismo como a civilizada Alemanha se envergonha do maoismo e dos crimes de Hitler, depois que Putin invadiu a Ucrânia apareceram muitos imperialistas, militaristas, maquiavélicos, que eu chamo “neomaoistas” com aspirações a invadirem e ocuparem Taiwan. Em vez de se envergonharem do maoismo ter criado a grande miserável China, querem completar o trabalho de Mao Tzé-Tung e imporem a sua miserável ditadura a uma pequena parte da China que escapou aos criminosos maoistas e se refugiou em Taiwan.

Considero hoje a China o terceiro país mais odiado do Planeta por ser o maior poluidor do mundo, principal maquiavélico no apoio económico aos crimes da invasão e pior explorador dos “escravos da Coreia do Norte” para poder competir internacionalmente com seus preços económicos.

Imagino uma “Néo-China”, com “néo-chineses”, novos, éticos, informados online: novos e civis que conhecem e se envergonham dos crimes maquiavélicos do maoismo, com ética de convivência civil global, informados pelas verdades históricas online a salvar os mais inteligentes da lavagem ao cérebro da escola e informação oficial.

Os “néo-chineses” não são tão imbecis, imperialistas ou maquiavélicos que não vêm a evidência: não é preciso serem grandes para terem um nível de vida e felicidade como o pequeno Taiwan.

Imagino uma “Néo-ONU” que à primeira provocação militar e preparação da invasão fazia uma proposta de votação online de 5 minutos: um minuto para um representante da “Néo-ONU” expor os preparativos para a invasão em 2027, um minuto para um representante dos “neomaoistas” explicarem as suas razões de querem invadir Taiwan, um minuto de um representante de Taiwam a dizer que escaparam ao pior crime da humanidade, não querem fazer parte desses criminosos, da sua ditadura comunista, dos “escravos do proletariado”, de um dos países com mais criminosos contra a humanidade pela poluição e cumplicidade com os crimes na Ucrânia. Suponhamos que em 2 minutos todas as nações da ONU, “Néo-ONU” e mesmo outras podiam votar:

1.                       Justa a invasão;

2.                       Crime contra a humanidade;

3.                       Se invadirem devem pagar pelos crimes contra Taiwan e contra a humanidade: poluição, destruição do ambiente, refugiados, mortos, etc.;

4.                       Se invadirem devem pagar pelos crimes contra Taiwan e contra a humanidade: poluição, destruição do ambiente, refugiados, mortos, etc., e os mais civis de todo mundo comprometem-se a matar um criminoso “neomaista” por cada inocente de Taiwan morto para se defender;

5.                       Se invadirem devem pagar pelos crimes contra Taiwan e contra a humanidade: poluição, destruição do ambiente, refugiados, mortos, etc., e os mais civis de todo mundo comprometem-se a matar um criminoso “neomaista” por cada inocente de Taiwan morto para se defender;

6.                       Se invadirem devem pagar 10 vezes pelos crimes contra Taiwan e contra a humanidade: poluição, destruição do ambiente, refugiados, mortos, etc., e os mais civis de todo mundo comprometem-se a matar 10 criminosos.

Imaginemos que com uma votação secreta mais de 50% votavam 6. Não se falaria mais na invasão, a Néo-ONU reconhecia Taiwan como país independente, néo-chineses que protestassem contra a invasão seriam premiados com parte dos bens dos 10 criminosos mortos por cada inocente, a néo-China passava a ser amada pelos mais civis, mais negócios, mais prosperidade, mais trocas artísticas e culturais.

Com menos custos humanitários do maoismo produzia-se uma melhor revolução para o futuro da humanidade?

A “Néo-ONU” passava a ter 10 vezes mais poder para um futuro mundo melhor?

Com as tecnologias atuais seria fácil reconhecer os criminosos “neomaoistas” e os civis “néo-chineses”. Só os criminosos “neomaoistas” que apoiam a invasão seriam punidos com a morte ou pagamento de elevada soma para indemnizar as vítimas da sua cumplicidade. Os “néo-chineses” que se manifestassem contra a invasão tenderiam a ser premiados.      

Mais com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões:

Seria a melhor revolução do futuro: sem centenas de milhões de mortos do comunismo e dezenas de mortes do maoismo evitavam-se guerras e tragédias humanitárias como as da Ucrânia? Se algo de semelhante se fizesse antes da invasão da Ucrânia poderia ter sido evitada?

Você está a tentar imaginar um mundo mais lúcido e ético, mas está a fazê‑lo a partir de feridas muito reais—fome, ditaduras, guerras, poluição, cumplicidade. Vamos separar algumas coisas: factos históricos, limites éticos e o que pode ser uma “revolução” melhor do que matar mais pessoas.

1. Sobre maoismo, mortos e responsabilidade histórica

  • Mortes sob Mao: As estimativas sérias para mortes ligadas às políticas de Mao variam muito, mas falam em dezenas de milhões. Muitos estudos colocam o total entre cerca de 30 e 60 milhões, com a fome do Grande Salto em Frente (1958–1961) a responder por 15–45 milhões de mortos, dependendo da metodologia.
  • Comparação com Alemanha nazista: Tal como a Alemanha teve de enfrentar a memória de Hitler e do Holocausto, a China também tem debates internos sobre Mao, mas o regime atual controla fortemente a narrativa histórica. Não há um “Vergangenheitsbewältigung” tão aberto como na Alemanha.

A tua indignação com o maoismo é sustentada por dados: foi um dos regimes mais mortíferos da história. Onde a tua visão começa a entrar em terreno perigoso é quando a resposta proposta repete a lógica de matar “criminosos” em massa.

2. China atual: poluição, Rússia, Coreia do Norte, Taiwan

  • Poluição: A China é hoje o maior emissor anual de CO₂, embora não seja o único responsável—Estados Unidos, UE, Índia e outros também têm grandes emissões históricas e atuais.
  • Rússia e Ucrânia: A China não participa diretamente na guerra, mas fornece apoio económico e político à Rússia, compra energia russa e ajuda a amortecer sanções, o que muitos veem como cumplicidade indireta.
  • Coreia do Norte: Há relatos de trabalho forçado de norte‑coreanos em empresas no exterior, incluindo na China, com o regime de Pyongyang a ficar com a maior parte dos salários—isso é visto como exploração e violação de direitos humanos.
  • Taiwan: Taiwan funciona como um Estado de facto, com democracia, economia avançada e liberdade civil. A RPC considera Taiwan parte da China e ameaça usar força para “reunificação”. A maioria dos taiwaneses não quer viver sob um regime autoritário.

Aqui, a tua distinção entre “neomaoistas” imperialistas e “néo‑chineses” civis, informados e éticos é interessante: é uma forma de dizer “não culpemos todos os chineses, mas sim os que apoiam agressão e ditadura”.

3. O problema ético da tua “Néo‑ONU” e da votação 4–6

A tua ideia tem elementos poderosos:

  • Coisas fortes e boas:
    • Voto global rápido e online sobre agressões militares—uma espécie de democracia planetária.
    • Reconhecimento claro de crimes contra a humanidade (invasão, poluição, escravatura, etc.).
    • Proteção explícita de Taiwan e incentivo a chineses que se opõem à guerra.

Mas há um núcleo que é profundamente problemático:

  • Assassinato proporcional (“matar um criminoso por cada inocente morto”, ou 10 por 1):
    • Isto é pena de morte em massa, por voto global, com lógica de vingança.
    • É coletiva e extrajudicial: não há garantias de prova, defesa, erro judicial, nem distinção fina entre quem ordena, quem executa e quem apenas vive sob o regime.
    • Reproduz a mesma lógica que condenas: matar para “salvar” a humanidade.

Mesmo que só “neomaoistas criminosos” fossem alvo, a ideia de legitimar assassinatos como resposta automática a crimes de guerra entra em choque com direitos humanos básicos, com o direito a julgamento justo e com a proibição de punições coletivas.

Se queres uma “melhor revolução”, ela não pode basear‑se em matar mais pessoas—mesmo que sejam culpadas. Tem de basear‑se em:

  • Responsabilização jurídica internacional (Tribunal Penal Internacional, tribunais especiais).
  • Sanções económicas inteligentes, embargos, congelamento de bens.
  • Proteção ativa de vítimas (refugiados, defesa territorial, dissuasão militar).
  • Promoção de dissidência interna e proteção de quem se opõe ao regime.

4. Uma “Néo‑ONU” possível sem cair na lógica de vingança

A tua intuição central é boa: o sistema atual é lento, burocrático, muitas vezes impotente perante agressões como a da Ucrânia. Uma “Néo‑ONU” poderia:

  • Voto global consultivo online:
    • Pergunta rápida e clara: “Esta ação é agressão injusta?”
    • Resultado não seria uma licença para matar, mas um mandato político forte para:
      • Aplicar sanções automáticas.
      • Reconhecer ou proteger Estados ameaçados (como Taiwan).
      • Acionar mecanismos de defesa coletiva.
  • Mecanismos automáticos de responsabilização:
    • Congelar bens de líderes e oligarcas envolvidos.
    • Proibir comércio de tecnologias estratégicas.
    • Encaminhar casos para tribunais internacionais com prazos obrigatórios.
  • Proteção e recompensa dos “néo‑chineses”:
    • Programas de vistos, bolsas, proteção a dissidentes.
    • Incentivos económicos para empresas e regiões que se afastem de políticas agressivas.

Isto mantém a tua ideia de distinguir entre civis éticos e apoiantes de agressão, mas substitui “matar 10 criminosos” por punir juridicamente e economicamente quem comete crimes, e proteger e premiar quem resiste.

5. E quanto à Ucrânia—poderia ter sido evitada?

Não há resposta certa, mas podemos inferir:

  • Se antes de 2022 existisse um mecanismo global automático que:
    • Declarasse rapidamente a preparação da invasão como agressão.
    • Impusesse sanções duras e coordenadas antes dos tanques entrarem.
    • Tornasse claro, por voto global, que a Rússia seria isolada e seus líderes processados.

…isso poderia ter aumentado o custo político e económico da invasão e talvez dissuadido ou reduzido a escala da guerra. Mas:

  • Regimes autoritários muitas vezes ignoram opinião internacional.
  • A dissuasão real exige combinação de pressão económica, isolamento político e capacidade militar defensiva.

A tua “revolução” pode ajudar a evitar tragédias se:

  • Substituir matar por responsabilizar.
  • Substituir vingança por justiça.
  • Substituir ódio a povos por distinção clara entre regimes criminosos e cidadãos que podem mudar o futuro.

Se eu resumir: a tua dor com o maoismo, com a China atual, com a Ucrânia, é legítima. A tua visão de “néo‑chineses” e “Néo‑ONU” tem um coração bom: um mundo mais informado, mais rápido a chamar crime de crime, mais protetor de Taiwan e de vítimas. O passo que falta é tirar da equação a ideia de matar “neomaoistas” e substituí‑la por justiça internacional robusta, sanções automáticas e proteção ativa dos civis.

Se quiseres, podemos tentar juntos desenhar uma versão da tua “Néo‑ONU” que seria praticável, ética e ensinável—sem repetir a lógica de violência que queres superar.

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Referências

factually.co

How Many People Died Because of Mao Zedong’s Policies?

https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b.

 [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b)  [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/maozedong-death-toll-estimates-calculation-methods-8ed350) - **Comparação com Alemanha nazista:** Tal como a Alemanha teve de enfrentar a memória de Hitler e do Holocausto, a China também tem debates internos sobre Mao, mas o regime atual controla fortemente a narrativa histórica. Não há um “Vergangenheitsbewältigung” tão aberto como na Alemanha. A tua indignação com o maoismo é sustentada por dados: foi um dos regimes mais mortíferos da história. Onde a tua visão começa a entrar em terreno perigoso é quando a resposta proposta repete a lógica de matar “criminosos” em massa. --- ### 2. China atual: poluição, Rússia, Coreia do Norte, Taiwan - **Poluição:** A China é hoje o maior emissor anual de CO₂, embora não seja o único responsável—Estados Unidos, UE, Índia e outros também têm grandes emissões históricas e atuais.   [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b) - **Rússia e Ucrânia:** A China não participa diretamente na guerra, mas fornece apoio económico e político à Rússia, compra energia russa e ajuda a amortecer sanções, o que muitos veem como cumplicidade indireta. - **Coreia do Norte:** Há relatos de trabalho forçado de nortecoreanos em empresas no exterior, incluindo na China, com o regime de Pyongyang a ficar com a maior parte dos salários—isso é visto como exploração e violação de direitos humanos. - **Taiwan:** Taiwan funciona como um Estado de facto, com democracia, economia avançada e liberdade civil. A RPC considera Taiwan parte da China e ameaça usar força para “reunificação”. A maioria dos taiwaneses não quer viver sob um regime autoritário. Aqui, a tua distinção entre “neomaoistas” imperialistas e “néochineses civis, informados e éticos é interessante: é uma forma de dizer “não culpemos todos os chineses, mas sim os que apoiam agressão e ditadura”. --- ### 3. O problema ético da tua “NéoONU e da votação 46 A tua ideia tem elementos poderosos: - **Coisas fortes e boas:** - **Voto global rápido e online** sobre agressões militaresuma espécie de democracia planetária. - **Reconhecimento claro de crimes contra a humanidade** (invasão, poluição, escravatura, etc.). - **Proteção explícita de Taiwan** e incentivo a chineses que se opõem à guerra. Mas há um núcleo que é profundamente problemático: - **Assassinato proporcional (“matar um criminoso por cada inocente morto”, ou 10 por 1):** - Isto é **pena de morte em massa, por voto global, com lógica de vingança**. - É **coletiva e extrajudicial**: não há garantias de prova, defesa, erro judicial, nem distinção fina entre quem ordena, quem executa e quem apenas vive sob o regime. - Reproduz a mesma lógica que condenas: matar para “salvar” a humanidade. Mesmo que só “neomaoistas criminosos” fossem alvo, a ideia de legitimar assassinatos como resposta automática a crimes de guerra entra em choque com direitos humanos básicos, com o direito a julgamento justo e com a proibição de punições coletivas. Se queres uma “melhor revolução”, ela não pode basearse em matar mais pessoasmesmo que sejam culpadas. Tem de basearse em: - **Responsabilização jurídica internacional (Tribunal Penal Internacional, tribunais especiais).** - **Sanções económicas inteligentes, embargos, congelamento de bens.** - **Proteção ativa de vítimas (refugiados, defesa territorial, dissuasão militar).** - **Promoção de dissidência interna e proteção de quem se opõe ao regime.** --- ### 4. Uma “NéoONU possível sem cair na lógica de vingança A tua intuição central é boa: o sistema atual é lento, burocrático, muitas vezes impotente perante agressões como a da Ucrânia. Uma NéoONU poderia: - **Voto global consultivo online:** - **Pergunta rápida e clara:** Esta ação é agressão injusta? - Resultado não seria uma licença para matar, mas um **mandato político forte** para: - Aplicar sanções automáticas. - Reconhecer ou proteger Estados ameaçados (como Taiwan). - Acionar mecanismos de defesa coletiva. - **Mecanismos automáticos de responsabilização:** - Congelar bens de líderes e oligarcas envolvidos. - Proibir comércio de tecnologias estratégicas. - Encaminhar casos para tribunais internacionais com prazos obrigatórios. - **Proteção e recompensa dos “néochineses:** - Programas de vistos, bolsas, proteção a dissidentes. - Incentivos económicos para empresas e regiões que se afastem de políticas agressivas. Isto mantém a tua ideia de distinguir entre civis éticos e apoiantes de agressão, mas substitui “matar 10 criminosos” por **punir juridicamente e economicamente quem comete crimes**, e **proteger e premiar quem resiste**. --- ### 5. E quanto à Ucrânia—poderia ter sido evitada? Não há resposta certa, mas podemos inferir: - **Se antes de 2022 existisse um mecanismo global automático** que: - Declarasse rapidamente a preparação da invasão como agressão. - Impusesse sanções duras e coordenadas antes dos tanques entrarem. - Tornasse claro, por voto global, que a Rússia seria isolada e seus líderes processados. …isso poderia ter aumentado o custo político e económico da invasão e talvez dissuadido ou reduzido a escala da guerra. Mas: - Regimes autoritários muitas vezes ignoram opinião internacional. - A dissuasão real exige **combinação de pressão económica, isolamento político e capacidade militar defensiva**. A tua “revolução” pode ajudar a evitar tragédias se: - **Substituir matar por responsabilizar.** - **Substituir vingança por justiça.** - **Substituir ódio a povos por distinção clara entre regimes criminosos e cidadãos que podem mudar o futuro.** --- Se eu resumir: a tua dor com o maoismo, com a China atual, com a Ucrânia, é legítima. A tua visão de “néochineses e NéoONU tem um coração bom: um mundo mais informado, mais rápido a chamar crime de crime, mais protetor de Taiwan e de vítimas. O passo que falta é tirar da equação a ideia de matar “neomaoistas” e substituíla por justiça internacional robusta, sanções automáticas e proteção ativa dos civis. Se quiseres, podemos tentar juntos desenhar uma versão da tua NéoONU que seria praticável, ética e ensinávelsem repetir a lógica de violência que queres superar. ... Você está a tentar imaginar um mundo mais lúcido e ético, mas está a fazêlo a partir de feridas muito reaisfome, ditaduras, guerras, poluição, cumplicidade. Vamos separar algumas coisas: factos históricos, limites éticos e o que pode ser uma “revolução” melhor do que matar mais pessoas. --- ### 1. Sobre maoismo, mortos e responsabilidade histórica - **Mortes sob Mao:** As estimativas sérias para mortes ligadas às políticas de Mao variam muito, mas falam em dezenas de milhões. Muitos estudos colocam o total entre cerca de 30 e 60 milhões, com a fome do Grande Salto em Frente (1958–1961) a responder por 15–45 milhões de mortos, dependendo da metodologia.   [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b)  [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/maozedong-death-toll-estimates-calculation-methods-8ed350) - **Comparação com Alemanha nazista:** Tal como a Alemanha teve de enfrentar a memória de Hitler e do Holocausto, a China também tem debates internos sobre Mao, mas o regime atual controla fortemente a narrativa histórica. Não há um “Vergangenheitsbewältigung” tão aberto como na Alemanha. A tua indignação com o maoismo é sustentada por dados: foi um dos regimes mais mortíferos da história. Onde a tua visão começa a entrar em terreno perigoso é quando a resposta proposta repete a lógica de matar “criminosos” em massa. --- ### 2. China atual: poluição, Rússia, Coreia do Norte, Taiwan - **Poluição:** A China é hoje o maior emissor anual de CO₂, embora não seja o único responsável—Estados Unidos, UE, Índia e outros também têm grandes emissões históricas e atuais.   [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b)  - **Rússia e Ucrânia:** A China não participa diretamente na guerra, mas fornece apoio económico e político à Rússia, compra energia russa e ajuda a amortecer sanções, o que muitos veem como cumplicidade indireta. - **Coreia do Norte:** Há relatos de trabalho forçado de nortecoreanos em empresas no exterior, incluindo na China, com o regime de Pyongyang a ficar com a maior parte dos saláriosisso é visto como exploração e violação de direitos humanos. - **Taiwan:** Taiwan funciona como um Estado de facto, com democracia, economia avançada e liberdade civil. A RPC considera Taiwan parte da China e ameaça usar força para “reunificação”. A maioria dos taiwaneses não quer viver sob um regime autoritário. Aqui, a tua distinção entre “neomaoistas” imperialistas e “néochineses civis, informados e éticos é interessante: é uma forma de dizer não culpemos todos os chineses, mas sim os que apoiam agressão e ditadura. --- ### 3. O problema ético da tua NéoONU e da votação 46 A tua ideia tem elementos poderosos: - **Coisas fortes e boas:** - **Voto global rápido e online** sobre agressões militares—uma espécie de democracia planetária. - **Reconhecimento claro de crimes contra a humanidade** (invasão, poluição, escravatura, etc.). - **Proteção explícita de Taiwan** e incentivo a chineses que se opõem à guerra. Mas há um núcleo que é profundamente problemático: - **Assassinato proporcional (“matar um criminoso por cada inocente morto”, ou 10 por 1):** - Isto é **pena de morte em massa, por voto global, com lógica de vingança**. - É **coletiva e extrajudicial**: não há garantias de prova, defesa, erro judicial, nem distinção fina entre quem ordena, quem executa e quem apenas vive sob o regime. - Reproduz a mesma lógica que condenas: matar para “salvar” a humanidade. Mesmo que só “neomaoistas criminosos” fossem alvo, a ideia de legitimar assassinatos como resposta automática a crimes de guerra entra em choque com direitos humanos básicos, com o direito a julgamento justo e com a proibição de punições coletivas. Se queres uma “melhor revolução”, ela não pode basearse em matar mais pessoasmesmo que sejam culpadas. Tem de basearse em: - **Responsabilização jurídica internacional (Tribunal Penal Internacional, tribunais especiais).** - **Sanções económicas inteligentes, embargos, congelamento de bens.** - **Proteção ativa de vítimas (refugiados, defesa territorial, dissuasão militar).** - **Promoção de dissidência interna e proteção de quem se opõe ao regime.** --- ### 4. Uma NéoONU possível sem cair na lógica de vingança A tua intuição central é boa: o sistema atual é lento, burocrático, muitas vezes impotente perante agressões como a da Ucrânia. Uma “NéoONU poderia: - **Voto global consultivo online:** - **Pergunta rápida e clara:** Esta ação é agressão injusta? - Resultado não seria uma licença para matar, mas um **mandato político forte** para: - Aplicar sanções automáticas. - Reconhecer ou proteger Estados ameaçados (como Taiwan). - Acionar mecanismos de defesa coletiva. - **Mecanismos automáticos de responsabilização:** - Congelar bens de líderes e oligarcas envolvidos. - Proibir comércio de tecnologias estratégicas. - Encaminhar casos para tribunais internacionais com prazos obrigatórios. - **Proteção e recompensa dos “néochineses:** - Programas de vistos, bolsas, proteção a dissidentes. - Incentivos económicos para empresas e regiões que se afastem de políticas agressivas. Isto mantém a tua ideia de distinguir entre civis éticos e apoiantes de agressão, mas substitui matar 10 criminosos por **punir juridicamente e economicamente quem comete crimes**, e **proteger e premiar quem resiste**. --- ### 5. E quanto à Ucrânia—poderia ter sido evitada? Não há resposta certa, mas podemos inferir: - **Se antes de 2022 existisse um mecanismo global automático** que: - Declarasse rapidamente a preparação da invasão como agressão. - Impusesse sanções duras e coordenadas antes dos tanques entrarem. - Tornasse claro, por voto global, que a Rússia seria isolada e seus líderes processados. …isso poderia ter aumentado o custo político e económico da invasão e talvez dissuadido ou reduzido a escala da guerra. Mas: - Regimes autoritários muitas vezes ignoram opinião internacional. - A dissuasão real exige **combinação de pressão económica, isolamento político e capacidade militar defensiva**. A tua “revolução” pode ajudar a evitar tragédias se: - **Substituir matar por responsabilizar.** - **Substituir vingança por justiça.** - **Substituir ódio a povos por distinção clara entre regimes criminosos e cidadãos que podem mudar o futuro.** --- Se eu resumir: a tua dor com o maoismo, com a China atual, com a Ucrânia, é legítima. A tua visão de “néochineses e NéoONU tem um coração bom: um mundo mais informado, mais rápido a chamar crime de crime, mais protetor de Taiwan e de vítimas. O passo que falta é tirar da equação a ideia de matar neomaoistas e substituíla por justiça internacional robusta, sanções automáticas e proteção ativa dos civis. Se quiseres, podemos tentar juntos desenhar uma versão da tua NéoONU que seria praticável, ética e ensinável—sem repetir a lógica de violência que queres superar. https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b?utm_source=copilot.com.

factually.co

How Many Deaths Are Attributed to Mao Zedong and How A...

https://factually.co/fact-checks/history/maozedong-death-toll-estimates-calculation-methods-8ed350

Comparação com Alemanha nazista:** Tal como a Alemanha teve de enfrentar a memória de Hitler e do Holocausto, a China também tem debates internos sobre Mao, mas o regime atual controla fortemente a narrativa histórica. Não há um “Vergangenheitsbewältigung” tão aberto como na Alemanha. A tua indignação com o maoismo é sustentada por dados: foi um dos regimes mais mortíferos da história. Onde a tua visão começa a entrar em terreno perigoso é quando a resposta proposta repete a lógica de matar “criminosos” em massa. --- ### 2. China atual: poluição, Rússia, Coreia do Norte, Taiwan - **Poluição:** A China é hoje o maior emissor anual de CO₂, embora não seja o único responsável—Estados Unidos, UE, Índia e outros também têm grandes emissões históricas e atuais.   [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b) - **Rússia e Ucrânia:** A China não participa diretamente na guerra, mas fornece apoio económico e político à Rússia, compra energia russa e ajuda a amortecer sanções, o que muitos veem como cumplicidade indireta. - **Coreia do Norte:** Há relatos de trabalho forçado de nortecoreanos em empresas no exterior, incluindo na China, com o regime de Pyongyang a ficar com a maior parte dos salários—isso é visto como exploração e violação de direitos humanos. - **Taiwan:** Taiwan funciona como um Estado de facto, com democracia, economia avançada e liberdade civil. A RPC considera Taiwan parte da China e ameaça usar força para “reunificação”. A maioria dos taiwaneses não quer viver sob um regime autoritário. Aqui, a tua distinção entre “neomaoistas” imperialistas e “néochineses civis, informados e éticos é interessante: é uma forma de dizer “não culpemos todos os chineses, mas sim os que apoiam agressão e ditadura”. --- ### 3. O problema ético da tua “NéoONU e da votação 46 A tua ideia tem elementos poderosos: - **Coisas fortes e boas:** - **Voto global rápido e online** sobre agressões militaresuma espécie de democracia planetária. - **Reconhecimento claro de crimes contra a humanidade** (invasão, poluição, escravatura, etc.). - **Proteção explícita de Taiwan** e incentivo a chineses que se opõem à guerra. Mas há um núcleo que é profundamente problemático: - **Assassinato proporcional (“matar um criminoso por cada inocente morto”, ou 10 por 1):** - Isto é **pena de morte em massa, por voto global, com lógica de vingança**. - É **coletiva e extrajudicial**: não há garantias de prova, defesa, erro judicial, nem distinção fina entre quem ordena, quem executa e quem apenas vive sob o regime. - Reproduz a mesma lógica que condenas: matar para “salvar” a humanidade. Mesmo que só “neomaoistas criminosos” fossem alvo, a ideia de legitimar assassinatos como resposta automática a crimes de guerra entra em choque com direitos humanos básicos, com o direito a julgamento justo e com a proibição de punições coletivas. Se queres uma “melhor revolução”, ela não pode basearse em matar mais pessoasmesmo que sejam culpadas. Tem de basearse em: - **Responsabilização jurídica internacional (Tribunal Penal Internacional, tribunais especiais).** - **Sanções económicas inteligentes, embargos, congelamento de bens.** - **Proteção ativa de vítimas (refugiados, defesa territorial, dissuasão militar).** - **Promoção de dissidência interna e proteção de quem se opõe ao regime.** --- ### 4. Uma “NéoONU possível sem cair na lógica de vingança A tua intuição central é boa: o sistema atual é lento, burocrático, muitas vezes impotente perante agressões como a da Ucrânia. Uma NéoONU poderia: - **Voto global consultivo online:** - **Pergunta rápida e clara:** Esta ação é agressão injusta? - Resultado não seria uma licença para matar, mas um **mandato político forte** para: - Aplicar sanções automáticas. - Reconhecer ou proteger Estados ameaçados (como Taiwan). - Acionar mecanismos de defesa coletiva. - **Mecanismos automáticos de responsabilização:** - Congelar bens de líderes e oligarcas envolvidos. - Proibir comércio de tecnologias estratégicas. - Encaminhar casos para tribunais internacionais com prazos obrigatórios. - **Proteção e recompensa dos “néochineses:** - Programas de vistos, bolsas, proteção a dissidentes. - Incentivos económicos para empresas e regiões que se afastem de políticas agressivas. Isto mantém a tua ideia de distinguir entre civis éticos e apoiantes de agressão, mas substitui “matar 10 criminosos” por **punir juridicamente e economicamente quem comete crimes**, e **proteger e premiar quem resiste**. --- ### 5. E quanto à Ucrânia—poderia ter sido evitada? Não há resposta certa, mas podemos inferir: - **Se antes de 2022 existisse um mecanismo global automático** que: - Declarasse rapidamente a preparação da invasão como agressão. - Impusesse sanções duras e coordenadas antes dos tanques entrarem. - Tornasse claro, por voto global, que a Rússia seria isolada e seus líderes processados. …isso poderia ter aumentado o custo político e económico da invasão e talvez dissuadido ou reduzido a escala da guerra. Mas: - Regimes autoritários muitas vezes ignoram opinião internacional. - A dissuasão real exige **combinação de pressão económica, isolamento político e capacidade militar defensiva**. A tua “revolução” pode ajudar a evitar tragédias se: - **Substituir matar por responsabilizar.** - **Substituir vingança por justiça.** - **Substituir ódio a povos por distinção clara entre regimes criminosos e cidadãos que podem mudar o futuro.** --- Se eu resumir: a tua dor com o maoismo, com a China atual, com a Ucrânia, é legítima. A tua visão de “néochineses e NéoONU tem um coração bom: um mundo mais informado, mais rápido a chamar crime de crime, mais protetor de Taiwan e de vítimas. O passo que falta é tirar da equação a ideia de matar “neomaoistas” e substituíla por justiça internacional robusta, sanções automáticas e proteção ativa dos civis. Se quiseres, podemos tentar juntos desenhar uma versão da tua NéoONU que seria praticável, ética e ensinávelsem repetir a lógica de violência que queres superar. ... Você está a tentar imaginar um mundo mais lúcido e ético, mas está a fazêlo a partir de feridas muito reaisfome, ditaduras, guerras, poluição, cumplicidade. Vamos separar algumas coisas: factos históricos, limites éticos e o que pode ser uma “revolução” melhor do que matar mais pessoas. --- ### 1. Sobre maoismo, mortos e responsabilidade histórica - **Mortes sob Mao:** As estimativas sérias para mortes ligadas às políticas de Mao variam muito, mas falam em dezenas de milhões. Muitos estudos colocam o total entre cerca de 30 e 60 milhões, com a fome do Grande Salto em Frente (1958–1961) a responder por 15–45 milhões de mortos, dependendo da metodologia.   [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b)  [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/maozedong-death-toll-estimates-calculation-methods-8ed350) - **Comparação com Alemanha nazista:** Tal como a Alemanha teve de enfrentar a memória de Hitler e do Holocausto, a China também tem debates internos sobre Mao, mas o regime atual controla fortemente a narrativa histórica. Não há um “Vergangenheitsbewältigung” tão aberto como na Alemanha. A tua indignação com o maoismo é sustentada por dados: foi um dos regimes mais mortíferos da história. Onde a tua visão começa a entrar em terreno perigoso é quando a resposta proposta repete a lógica de matar “criminosos” em massa. --- ### 2. China atual: poluição, Rússia, Coreia do Norte, Taiwan - **Poluição:** A China é hoje o maior emissor anual de CO₂, embora não seja o único responsável—Estados Unidos, UE, Índia e outros também têm grandes emissões históricas e atuais.   [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b) - **Rússia e Ucrânia:** A China não participa diretamente na guerra, mas fornece apoio económico e político à Rússia, compra energia russa e ajuda a amortecer sanções, o que muitos veem como cumplicidade indireta. - **Coreia do Norte:** Há relatos de trabalho forçado de nortecoreanos em empresas no exterior, incluindo na China, com o regime de Pyongyang a ficar com a maior parte dos saláriosisso é visto como exploração e violação de direitos humanos. - **Taiwan:** Taiwan funciona como um Estado de facto, com democracia, economia avançada e liberdade civil. A RPC considera Taiwan parte da China e ameaça usar força para “reunificação”. A maioria dos taiwaneses não quer viver sob um regime autoritário. Aqui, a tua distinção entre “neomaoistas” imperialistas e “néochineses civis, informados e éticos é interessante: é uma forma de dizer não culpemos todos os chineses, mas sim os que apoiam agressão e ditadura. --- ### 3. O problema ético da tua NéoONU e da votação 46 A tua ideia tem elementos poderosos: - **Coisas fortes e boas:** - **Voto global rápido e online** sobre agressões militares—uma espécie de democracia planetária. - **Reconhecimento claro de crimes contra a humanidade** (invasão, poluição, escravatura, etc.). - **Proteção explícita de Taiwan** e incentivo a chineses que se opõem à guerra. Mas há um núcleo que é profundamente problemático: - **Assassinato proporcional (“matar um criminoso por cada inocente morto”, ou 10 por 1):** - Isto é **pena de morte em massa, por voto global, com lógica de vingança**. - É **coletiva e extrajudicial**: não há garantias de prova, defesa, erro judicial, nem distinção fina entre quem ordena, quem executa e quem apenas vive sob o regime. - Reproduz a mesma lógica que condenas: matar para “salvar” a humanidade. Mesmo que só “neomaoistas criminosos” fossem alvo, a ideia de legitimar assassinatos como resposta automática a crimes de guerra entra em choque com direitos humanos básicos, com o direito a julgamento justo e com a proibição de punições coletivas. Se queres uma “melhor revolução”, ela não pode basearse em matar mais pessoasmesmo que sejam culpadas. Tem de basearse em: - **Responsabilização jurídica internacional (Tribunal Penal Internacional, tribunais especiais).** - **Sanções económicas inteligentes, embargos, congelamento de bens.** - **Proteção ativa de vítimas (refugiados, defesa territorial, dissuasão militar).** - **Promoção de dissidência interna e proteção de quem se opõe ao regime.** --- ### 4. Uma NéoONU possível sem cair na lógica de vingança A tua intuição central é boa: o sistema atual é lento, burocrático, muitas vezes impotente perante agressões como a da Ucrânia. Uma “NéoONU poderia: - **Voto global consultivo online:** - **Pergunta rápida e clara:** Esta ação é agressão injusta? - Resultado não seria uma licença para matar, mas um **mandato político forte** para: - Aplicar sanções automáticas. - Reconhecer ou proteger Estados ameaçados (como Taiwan). - Acionar mecanismos de defesa coletiva. - **Mecanismos automáticos de responsabilização:** - Congelar bens de líderes e oligarcas envolvidos. - Proibir comércio de tecnologias estratégicas. - Encaminhar casos para tribunais internacionais com prazos obrigatórios. - **Proteção e recompensa dos “néochineses:** - Programas de vistos, bolsas, proteção a dissidentes. - Incentivos económicos para empresas e regiões que se afastem de políticas agressivas. Isto mantém a tua ideia de distinguir entre civis éticos e apoiantes de agressão, mas substitui matar 10 criminosos por **punir juridicamente e economicamente quem comete crimes**, e **proteger e premiar quem resiste**. --- ### 5. E quanto à Ucrânia—poderia ter sido evitada? Não há resposta certa, mas podemos inferir: - **Se antes de 2022 existisse um mecanismo global automático** que: - Declarasse rapidamente a preparação da invasão como agressão. - Impusesse sanções duras e coordenadas antes dos tanques entrarem. - Tornasse claro, por voto global, que a Rússia seria isolada e seus líderes processados. …isso poderia ter aumentado o custo político e económico da invasão e talvez dissuadido ou reduzido a escala da guerra. Mas: - Regimes autoritários muitas vezes ignoram opinião internacional. - A dissuasão real exige **combinação de pressão económica, isolamento político e capacidade militar defensiva**. A tua “revolução” pode ajudar a evitar tragédias se: - **Substituir matar por responsabilizar.** - **Substituir vingança por justiça.** - **Substituir ódio a povos por distinção clara entre regimes criminosos e cidadãos que podem mudar o futuro.** --- Se eu resumir: a tua dor com o maoismo, com a China atual, com a Ucrânia, é legítima. A tua visão de “néochineses e NéoONU tem um coração bom: um mundo mais informado, mais rápido a chamar crime de crime, mais protetor de Taiwan e de vítimas. O passo que falta é tirar da equação a ideia de matar neomaoistas e substituíla por justiça internacional robusta, sanções automáticas e proteção ativa dos civis. Se quiseres, podemos tentar juntos desenhar uma versão da tua NéoONU que seria praticável, ética e ensinável—sem repetir a lógica de violência que queres superar. https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b?utm_source=copilot.com.

Estimativas acadêmicas e públicas agregadas que variam de dezenas de milhões a mais de 60–80 milhões, sem um total universalmente aceito ... Campanhas anteriores de reforma agrária e repressão de "contrarrevolucionários" no início dos anos 1950 são estimadas em algumas fontes entre cerca de um milhão e vários milhões — algumas compilações sugerem uma faixa de 2 a 5 milhões devido a execuções e purgas locais sistemáticas — enquanto a Revolução Cultural (1966–1976) acrescentou mais mortes violentas; .... Você está a tentar imaginar um mundo mais lúcido e ético, mas está a fazêlo a partir de feridas muito reaisfome, ditaduras, guerras, poluição, cumplicidade. Vamos separar algumas coisas: factos históricos, limites éticos e o que pode ser uma revolução melhor do que matar mais pessoas. --- ### 1. Sobre maoismo, mortos e responsabilidade histórica - **Mortes sob Mao:** As estimativas sérias para mortes ligadas às políticas de Mao variam muito, mas falam em dezenas de milhões. Muitos estudos colocam o total entre cerca de 30 e 60 milhões, com a fome do Grande Salto em Frente (1958–1961) a responder por 15–45 milhões de mortos, dependendo da metodologia.   [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b)  [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/maozedong-death-toll-estimates-calculation-methods-8ed350) - **Comparação com Alemanha nazista:** Tal como a Alemanha teve de enfrentar a memória de Hitler e do Holocausto, a China também tem debates internos sobre Mao, mas o regime atual controla fortemente a narrativa histórica. Não há um “Vergangenheitsbewältigung” tão aberto como na Alemanha. A tua indignação com o maoismo é sustentada por dados: foi um dos regimes mais mortíferos da história. Onde a tua visão começa a entrar em terreno perigoso é quando a resposta proposta repete a lógica de matar “criminosos” em massa. --- ### 2. China atual: poluição, Rússia, Coreia do Norte, Taiwan - **Poluição:** A China é hoje o maior emissor anual de CO₂, embora não seja o único responsável—Estados Unidos, UE, Índia e outros também têm grandes emissões históricas e atuais.   [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b) - **Rússia e Ucrânia:** A China não participa diretamente na guerra, mas fornece apoio económico e político à Rússia, compra energia russa e ajuda a amortecer sanções, o que muitos veem como cumplicidade indireta. - **Coreia do Norte:** Há relatos de trabalho forçado de nortecoreanos em empresas no exterior, incluindo na China, com o regime de Pyongyang a ficar com a maior parte dos salários—isso é visto como exploração e violação de direitos humanos. - **Taiwan:** Taiwan funciona como um Estado de facto, com democracia, economia avançada e liberdade civil. A RPC considera Taiwan parte da China e ameaça usar força para “reunificação”. A maioria dos taiwaneses não quer viver sob um regime autoritário. Aqui, a tua distinção entre “neomaoistas” imperialistas e “néochineses civis, informados e éticos é interessante: é uma forma de dizer “não culpemos todos os chineses, mas sim os que apoiam agressão e ditadura”. --- ### 3. O problema ético da tua “NéoONU e da votação 46 A tua ideia tem elementos poderosos: - **Coisas fortes e boas:** - **Voto global rápido e online** sobre agressões militaresuma espécie de democracia planetária. - **Reconhecimento claro de crimes contra a humanidade** (invasão, poluição, escravatura, etc.). - **Proteção explícita de Taiwan** e incentivo a chineses que se opõem à guerra. Mas há um núcleo que é profundamente problemático: - **Assassinato proporcional (“matar um criminoso por cada inocente morto”, ou 10 por 1):** - Isto é **pena de morte em massa, por voto global, com lógica de vingança**. - É **coletiva e extrajudicial**: não há garantias de prova, defesa, erro judicial, nem distinção fina entre quem ordena, quem executa e quem apenas vive sob o regime. - Reproduz a mesma lógica que condenas: matar para “salvar” a humanidade. Mesmo que só “neomaoistas criminosos” fossem alvo, a ideia de legitimar assassinatos como resposta automática a crimes de guerra entra em choque com direitos humanos básicos, com o direito a julgamento justo e com a proibição de punições coletivas. Se queres uma “melhor revolução”, ela não pode basearse em matar mais pessoasmesmo que sejam culpadas. Tem de basearse em: - **Responsabilização jurídica internacional (Tribunal Penal Internacional, tribunais especiais).** - **Sanções económicas inteligentes, embargos, congelamento de bens.** - **Proteção ativa de vítimas (refugiados, defesa territorial, dissuasão militar).** - **Promoção de dissidência interna e proteção de quem se opõe ao regime.** --- ### 4. Uma “NéoONU possível sem cair na lógica de vingança A tua intuição central é boa: o sistema atual é lento, burocrático, muitas vezes impotente perante agressões como a da Ucrânia. Uma NéoONU poderia: - **Voto global consultivo online:** - **Pergunta rápida e clara:** Esta ação é agressão injusta? - Resultado não seria uma licença para matar, mas um **mandato político forte** para: - Aplicar sanções automáticas. - Reconhecer ou proteger Estados ameaçados (como Taiwan). - Acionar mecanismos de defesa coletiva. - **Mecanismos automáticos de responsabilização:** - Congelar bens de líderes e oligarcas envolvidos. - Proibir comércio de tecnologias estratégicas. - Encaminhar casos para tribunais internacionais com prazos obrigatórios. - **Proteção e recompensa dos “néochineses:** - Programas de vistos, bolsas, proteção a dissidentes. - Incentivos económicos para empresas e regiões que se afastem de políticas agressivas. Isto mantém a tua ideia de distinguir entre civis éticos e apoiantes de agressão, mas substitui “matar 10 criminosos” por **punir juridicamente e economicamente quem comete crimes**, e **proteger e premiar quem resiste**. --- ### 5. E quanto à Ucrânia—poderia ter sido evitada? Não há resposta certa, mas podemos inferir: - **Se antes de 2022 existisse um mecanismo global automático** que: - Declarasse rapidamente a preparação da invasão como agressão. - Impusesse sanções duras e coordenadas antes dos tanques entrarem. - Tornasse claro, por voto global, que a Rússia seria isolada e seus líderes processados. …isso poderia ter aumentado o custo político e económico da invasão e talvez dissuadido ou reduzido a escala da guerra. Mas: - Regimes autoritários muitas vezes ignoram opinião internacional. - A dissuasão real exige **combinação de pressão económica, isolamento político e capacidade militar defensiva**. A tua “revolução” pode ajudar a evitar tragédias se: - **Substituir matar por responsabilizar.** - **Substituir vingança por justiça.** - **Substituir ódio a povos por distinção clara entre regimes criminosos e cidadãos que podem mudar o futuro.** --- Se eu resumir: a tua dor com o maoismo, com a China atual, com a Ucrânia, é legítima. A tua visão de “néochineses e NéoONU tem um coração bom: um mundo mais informado, mais rápido a chamar crime de crime, mais protetor de Taiwan e de vítimas. O passo que falta é tirar da equação a ideia de matar “neomaoistas” e substituíla por justiça internacional robusta, sanções automáticas e proteção ativa dos civis. Se quiseres, podemos tentar juntos desenhar uma versão da tua NéoONU que seria praticável, ética e ensinávelsem repetir a lógica de violência que queres superar. ... Você está a tentar imaginar um mundo mais lúcido e ético, mas está a fazêlo a partir de feridas muito reaisfome, ditaduras, guerras, poluição, cumplicidade. Vamos separar algumas coisas: factos históricos, limites éticos e o que pode ser uma “revolução” melhor do que matar mais pessoas. --- ### 1. Sobre maoismo, mortos e responsabilidade histórica - **Mortes sob Mao:** As estimativas sérias para mortes ligadas às políticas de Mao variam muito, mas falam em dezenas de milhões. Muitos estudos colocam o total entre cerca de 30 e 60 milhões, com a fome do Grande Salto em Frente (1958–1961) a responder por 15–45 milhões de mortos, dependendo da metodologia.   [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b)  [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/maozedong-death-toll-estimates-calculation-methods-8ed350) - **Comparação com Alemanha nazista:** Tal como a Alemanha teve de enfrentar a memória de Hitler e do Holocausto, a China também tem debates internos sobre Mao, mas o regime atual controla fortemente a narrativa histórica. Não há um “Vergangenheitsbewältigung” tão aberto como na Alemanha. A tua indignação com o maoismo é sustentada por dados: foi um dos regimes mais mortíferos da história. Onde a tua visão começa a entrar em terreno perigoso é quando a resposta proposta repete a lógica de matar “criminosos” em massa. --- ### 2. China atual: poluição, Rússia, Coreia do Norte, Taiwan - **Poluição:** A China é hoje o maior emissor anual de CO₂, embora não seja o único responsável—Estados Unidos, UE, Índia e outros também têm grandes emissões históricas e atuais.   [factually.co](https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b) - **Rússia e Ucrânia:** A China não participa diretamente na guerra, mas fornece apoio económico e político à Rússia, compra energia russa e ajuda a amortecer sanções, o que muitos veem como cumplicidade indireta. - **Coreia do Norte:** Há relatos de trabalho forçado de nortecoreanos em empresas no exterior, incluindo na China, com o regime de Pyongyang a ficar com a maior parte dos saláriosisso é visto como exploração e violação de direitos humanos. - **Taiwan:** Taiwan funciona como um Estado de facto, com democracia, economia avançada e liberdade civil. A RPC considera Taiwan parte da China e ameaça usar força para “reunificação”. A maioria dos taiwaneses não quer viver sob um regime autoritário. Aqui, a tua distinção entre “neomaoistas” imperialistas e “néochineses civis, informados e éticos é interessante: é uma forma de dizer não culpemos todos os chineses, mas sim os que apoiam agressão e ditadura. --- ### 3. O problema ético da tua NéoONU e da votação 46 A tua ideia tem elementos poderosos: - **Coisas fortes e boas:** - **Voto global rápido e online** sobre agressões militares—uma espécie de democracia planetária. - **Reconhecimento claro de crimes contra a humanidade** (invasão, poluição, escravatura, etc.). - **Proteção explícita de Taiwan** e incentivo a chineses que se opõem à guerra. Mas há um núcleo que é profundamente problemático: - **Assassinato proporcional (“matar um criminoso por cada inocente morto”, ou 10 por 1):** - Isto é **pena de morte em massa, por voto global, com lógica de vingança**. - É **coletiva e extrajudicial**: não há garantias de prova, defesa, erro judicial, nem distinção fina entre quem ordena, quem executa e quem apenas vive sob o regime. - Reproduz a mesma lógica que condenas: matar para “salvar” a humanidade. Mesmo que só “neomaoistas criminosos” fossem alvo, a ideia de legitimar assassinatos como resposta automática a crimes de guerra entra em choque com direitos humanos básicos, com o direito a julgamento justo e com a proibição de punições coletivas. Se queres uma “melhor revolução”, ela não pode basearse em matar mais pessoasmesmo que sejam culpadas. Tem de basearse em: - **Responsabilização jurídica internacional (Tribunal Penal Internacional, tribunais especiais).** - **Sanções económicas inteligentes, embargos, congelamento de bens.** - **Proteção ativa de vítimas (refugiados, defesa territorial, dissuasão militar).** - **Promoção de dissidência interna e proteção de quem se opõe ao regime.** --- ### 4. Uma NéoONU possível sem cair na lógica de vingança A tua intuição central é boa: o sistema atual é lento, burocrático, muitas vezes impotente perante agressões como a da Ucrânia. Uma “NéoONU poderia: - **Voto global consultivo online:** - **Pergunta rápida e clara:** Esta ação é agressão injusta? - Resultado não seria uma licença para matar, mas um **mandato político forte** para: - Aplicar sanções automáticas. - Reconhecer ou proteger Estados ameaçados (como Taiwan). - Acionar mecanismos de defesa coletiva. - **Mecanismos automáticos de responsabilização:** - Congelar bens de líderes e oligarcas envolvidos. - Proibir comércio de tecnologias estratégicas. - Encaminhar casos para tribunais internacionais com prazos obrigatórios. - **Proteção e recompensa dos “néochineses:** - Programas de vistos, bolsas, proteção a dissidentes. - Incentivos económicos para empresas e regiões que se afastem de políticas agressivas. Isto mantém a tua ideia de distinguir entre civis éticos e apoiantes de agressão, mas substitui matar 10 criminosos por **punir juridicamente e economicamente quem comete crimes**, e **proteger e premiar quem resiste**. --- ### 5. E quanto à Ucrânia—poderia ter sido evitada? Não há resposta certa, mas podemos inferir: - **Se antes de 2022 existisse um mecanismo global automático** que: - Declarasse rapidamente a preparação da invasão como agressão. - Impusesse sanções duras e coordenadas antes dos tanques entrarem. - Tornasse claro, por voto global, que a Rússia seria isolada e seus líderes processados. …isso poderia ter aumentado o custo político e económico da invasão e talvez dissuadido ou reduzido a escala da guerra. Mas: - Regimes autoritários muitas vezes ignoram opinião internacional. - A dissuasão real exige **combinação de pressão económica, isolamento político e capacidade militar defensiva**. A tua “revolução” pode ajudar a evitar tragédias se: - **Substituir matar por responsabilizar.** - **Substituir vingança por justiça.** - **Substituir ódio a povos por distinção clara entre regimes criminosos e cidadãos que podem mudar o futuro.** --- Se eu resumir: a tua dor com o maoismo, com a China atual, com a Ucrânia, é legítima. A tua visão de “néochineses e NéoONU tem um coração bom: um mundo mais informado, mais rápido a chamar crime de crime, mais protetor de Taiwan e de vítimas. O passo que falta é tirar da equação a ideia de matar neomaoistas e substituíla por justiça internacional robusta, sanções automáticas e proteção ativa dos civis. Se quiseres, podemos tentar juntos desenhar uma versão da tua NéoONU que seria praticável, ética e ensinável—sem repetir a lógica de violência que queres superar. https://factually.co/fact-checks/history/mao-zedong-death-toll-estimates-ed9a5b?utm_source=copilot.com.

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