Taiwan e maoístas: como se explica que ainda haja comunistas e sucessores das piores catástrofes humanitárias da história do passado, atuais e perigo das futuras?

(Com versão da IA de Copilot. Antecipação do ebook “Defender Taiwan, Néo-ONU, Paz e Mundo Melhor”. Continuação do projeto para uma Néo-ONU, (1) e do ebook: António Guterres, Velha ONU e Néo-ONU, ( https://payhip.com/b/GbX94) gratuito por período limitado.

Depois das catástrofes humanitárias, criminosas, mortos para criar políticas ineficientes com mortos de fome, desigualdades, como se explica que ainda haja comunistas?

Não há nenhum país comunista ou sucessor dos comunistas, dos dominados pelas ditaduras comunistas maoistas e estalinistas com indicadores de felicidade superior ao de Taiwan, melhor nível de vida da população média, PIB, liberdade, esperança de vida, segundo a IA de Copilot, (2).

(1)

O ebook “António Guterres, Velha ONU e Néo-ONU” (https://payhip.com/b/GbX94), é o primeiro de um projeto de criar uma Néo-ONU que em minha opinião seria o melhor meio de reduzir guerras, terrorismo, criminalidade e contribuir a um mundo melhor para todos.  

Ofereço os direitos de autor de reprodução total ou parcial, tradução em todas as línguas, em seu próprio nome ou de Amar1mm1, (“Amar1mm1=ANÓNIMO missionário apóstolo revolucionário para um mundo melhor nº1”). Podem selecionar o que consideram melhor deste ou dos meus 3 e-books: https://cutt.ly/twdeEiQB, e do meu blog: https://pef1mm.blogspot.com para criarem o seu próprio e-book, em seu nome ou “Amar1mm2”. Ama1mm1 é a abreviatura de: ANÓNIMO missionário apóstolo revolucionário para um mundo melhor Nº 1. Se compartilha o objetivo de colaborar para a paz e para um mundo melhor pode ser o Nº 2: Amar1mm2. Pode fazer parte de um grupo a ganhar dinheiro ao serviço da paz e mundo melhor. 

Mais com a etiqueta ditaduras comunistas, https://pef1mm.blogspot.com/search/label/ditaduras%20comunistas:

Porque e como salvar Taiwan da invasão chinesa 9: UNESCO, Néo-UNESCO, Mao, Estaline, Hitler, Putin, Xi Jinping, Kim Jong-Un

julho 03, 2026

A UNESCO pod e aprender com os mais eficientes criminosos e aplicar para o bem parte do que os outros fizeram para o mal. Não pode mandar queimar os livros do passado, toda a cultura, toda a arte, proibir todas as religiões, punir opositores com a morte ou 25 anos de trabalhos forçados como fizeram Mao, Estaline, Hitler, Putin, Xi Jinping, Kim Jong-Un e outros ditadores de tradição comunista, mas pode premiar os russos que não são putinistas, fugirem do putinismo como os chineses que fugiram do maoismo, precisamente o contrário do que a ONU fez em 1971. Putin e seu principal propagandista, Cirilo, o boss da mais criminosa Igreja Ortodoxa, promovem o imperialismo militarista maquiavélico da pior tradição russa. Os livros da grandeza criminosa do passado da pior tradição da Rússia são postos online gratuitamente. O “santo criminoso” Vladimir 1 e muitos criminosos da pior tradição russa são elogiados. O pior criminoso de todos, Estaline, com pelo menos o dobro dos crimes de Hitler, é r...

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Salvar Taiwan da invasão chinesa-1: Vietname, miséria e catástrofes humanitárias do maísmo, estalinismo e ditaduras comunistas em contraste com democracias liberais

junho 16, 2026

  (Colaboração da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões) Salvar Taiwan é salvar o mundo democrático dos maias civis contra os imperialismos maquiavélicos, ditaduras comunistas, maoistas e estalinistas ou seus descendentes. A invasão da Ucrânia foi o primeiro exemplo do 9 vezes pior criminoso do século, um ditador da tradição comunista reformada, o mais semelhante a Hitler que quer “desnazificar” e libertar do nazismo a democrática Ucrânia. Só imbecis, ignorantes, maquiavélicos ou com a lavagem ao cérebro da educação e informação de Putin não vêm a evidência das suas semelhanças com Hitler e outro criminoso contra a humanidade muito pior: Estaline. Se Putin beneficiar com a invasão da Ucrânia, será um estímulo à invasão de Taiwan e outros dos maiores imperialistas, militaristas maquiavélicos invadirem os mais fracos.   Defender a Ucrânia é defender Taiwan e civilidade futura. Evitar uma invasão de Taiwan pode ser n...

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Putin, Putinistas, Putinismo, Ditaduras Comunistas, Democracias Capitalistas, Marxismo e “Neo-Marxismo"

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Putin é um ditador como no estalinismo, mas com aparência de democrata: milhares de opositores presos e mortos nas prisões, assassinados e várias mortes de suicídios ou desastres suspeitos. Chamo putinistas a todos os que apoiam Putin depois das suas invasões e sempre que se mostrou imperialista, militarista, maquiavélico, estalinista, maoísta, neonazista. Putin ficará na história mundial como o pior nazista depois de Hitler, pior estalinista depois de Estaline, pior maoísta depois de Mao Tsé-Tung, pior criminoso de todos juntos pela pior causa: restabelecer a grandeza dos ladrões da ex-URSS, grandes por roubarem outros povos, como 3,3 a 12 milhões de mortos na Ucrânia por Estaline ordenar o roubo de alimentos. A “justiça de Putin” só prende opositores? Não tenho conhecimento de nenhum amigo de Putin condenado. Milhares de opositores foram condenados a penas duras de 25 anos de prisão com trabalhos forçados, 5 anos só por exprimir a oposição à invasão da Ucrânia. Imagino que tem me...

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A superioridade moral de USA, NATO-OTAN, EU, Zelensky e inferioridade de Putin e putinistas que o apoiam na invasão da Ucrânia, (ou a Superioridade da Civilização Ocidental, Civilizados do Oriente, Taiwan, Japão, Coreia do Sul, etc., pelas Democracias Liberais Capitalistas vs Ditaduras Comunistas)

janeiro 01, 2025

A superioridade “Ocidental”, (incluindo orientais como Japão, Coreia do Sul e civilizados pelo ocidente democrático liberal capitalista e a inferioridade de Putin e das ditaduras comunistas como Coreia do Norte que apoiam a invasão da Ucrânia é evidente para mi e para a maioria das democracias com liberdade de expressão. A opinião contrária da maioria dos russos compreende-se pela informação controlada por Putin, morte ou prisão de opositores. Não percebo como se compreende que tantos comunistas de Portugal, Brasil, Itália, etc., considerem Zelensky, NATO-OTAN, USA e EU responsáveis pela invasão da Ucrânia. Quais as suas razões de não atribuírem as culpas da invasão ao invasor? Não conheço nenhum político “ocidental” atual que tenha subido ao poder com a morte de opositores. Os mortos opositores de Putin e Kim Jong-un são muitos: dezenas de opositores a Putin foram mortos, milhares estão nas prisóes e pelo menos dois que poderiam estar no governo da Coreia do Norte foram assassinados...

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Escola, educação, ensino e informação de Putin, Hitler e a lavagem ao cérebro das ditaduras comunistas

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Psicologia e filosofia da civilidade comunista à italiana, civilidade maquiavélica de Putin e putitinistas, de Hitler e dos nazistas, de Karl Marx e sua interpretação das ditaduras comunistas, (maoismo, estalinismo, etc.), néo-civilidade para um mundo melhor

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Versão de Copilot:

 

Taiwan, comunistas e sucessores

Uma das questões mais intrigantes da política contemporânea é a seguinte: depois das gigantescas tragédias humanas ocorridas em regimes comunistas inspirados por Estaline e Mao Zedong, porque continuam a existir comunistas e simpatizantes dessas ideologias?

A resposta é complexa. Em primeiro lugar, muitas pessoas distinguem a teoria da prática. Argumentam que os fracassos da União Soviética, da China maoista, do Camboja de Pol Pot ou da Coreia do Norte não seriam consequência inevitável das ideias socialistas ou comunistas, mas sim resultado de líderes autoritários, corrupção, culto da personalidade ou más decisões económicas. Outros continuam atraídos pelos ideais de igualdade social, justiça económica e proteção dos mais pobres, valorizando esses objetivos acima dos fracassos históricos observados.

Além disso, as novas gerações estão mais distantes temporalmente das grandes tragédias do século XX. Enquanto os crimes do nazismo são amplamente ensinados e recordados, muitos dos crimes dos regimes comunistas são menos conhecidos pelo público em geral. Isso contribui para que algumas pessoas vejam o comunismo sobretudo pelos seus objetivos declarados, e não pelos seus resultados históricos.

Contudo, a avaliação de qualquer sistema político não deve basear-se apenas nas intenções, mas também nos resultados concretos para a população. Nesse ponto, Taiwan constitui um caso particularmente interessante.

O caso de Taiwan

Após a vitória comunista na Guerra Civil Chinesa, em 1949, a República da China refugiou-se em Taiwan. Durante décadas, Taiwan viveu sob um regime autoritário, mas gradualmente evoluiu para uma democracia pluralista. Hoje é uma das sociedades mais livres, prósperas e tecnologicamente avançadas da Ásia.

A comparação entre Taiwan e os países comunistas ou sucessores de regimes comunistas revela uma realidade consistente.

Nível de vida

Taiwan apresenta um dos rendimentos per capita mais elevados da Ásia e do mundo. A população beneficia de habitação moderna, infraestruturas avançadas, acesso generalizado à tecnologia, cuidados de saúde de elevada qualidade e um vasto mercado de consumo.

Entre os países comunistas ou sucessores de regimes comunistas:

  • A Coreia do Norte encontra-se muito abaixo de Taiwan em praticamente todos os indicadores económicos e sociais.
  • Cuba possui indicadores razoáveis em saúde e educação, mas rendimentos, consumo e condições materiais muito inferiores.
  • O Vietname registou um grande progresso económico desde que adotou reformas de mercado, mas continua significativamente atrás de Taiwan em rendimento médio.
  • A China continental alcançou enorme crescimento económico após abandonar grande parte da economia planificada maoista, mas o rendimento médio e a qualidade institucional permanecem inferiores aos de Taiwan.

Liberdade

Taiwan é considerada uma democracia plena, com eleições livres, liberdade religiosa, liberdade de imprensa e forte proteção dos direitos civis.

Nenhum Estado comunista atual oferece níveis comparáveis de liberdade política.

Mesmo entre os sucessores dos regimes comunistas, apenas alguns países da Europa Central e Oriental conseguiram atingir níveis semelhantes ou superiores de liberdade. Importa notar que esses países obtiveram esses resultados precisamente após abandonarem o comunismo e adotarem sistemas democráticos e economias de mercado.

Felicidade

Nos índices internacionais de felicidade, Taiwan surge normalmente entre os países mais bem classificados da Ásia.

Países comunistas atuais como China, Vietname, Cuba e Coreia do Norte não apresentam classificações superiores à de Taiwan. Alguns antigos países comunistas europeus, como a República Checa, a Eslovénia ou a Estónia, podem por vezes alcançar posições semelhantes ou superiores, mas já não são comunistas há décadas.

Esperança de vida

Taiwan possui uma esperança de vida muito elevada, comparável à das sociedades mais desenvolvidas.

Apenas alguns ex-países comunistas europeus conseguem igualar ou ultrapassar Taiwan neste indicador. Entre os países que permanecem comunistas, nenhum apresenta vantagem clara.

Existe algum país comunista ou sucessor comunista melhor que Taiwan?

A resposta depende da definição.

Se falarmos de países que continuam oficialmente comunistas ou governados por partidos comunistas, a resposta é praticamente não. Nenhum deles supera Taiwan de forma consistente quando se analisam em conjunto:

  • rendimento médio;
  • liberdade política;
  • qualidade democrática;
  • nível de vida;
  • inovação tecnológica;
  • felicidade;
  • proteção dos direitos individuais;
  • desenvolvimento humano.

Se incluirmos antigos países comunistas que abandonaram esse sistema há décadas, alguns casos específicos podem superar Taiwan em determinados indicadores isolados. Por exemplo, a Estónia pode apresentar classificações digitais exemplares; a Eslovénia pode obter resultados ligeiramente superiores em alguns indicadores sociais; e a República Checa pode superar Taiwan em certas medições de qualidade de vida. Contudo, essas sociedades alcançaram esses resultados após a transição para democracias liberais e economias de mercado.

Conclusão

A experiência histórica sugere que os países que permaneceram mais próximos dos modelos maoista ou estalinista tendem a apresentar resultados inferiores aos de Taiwan em praticamente todos os indicadores centrais do bem-estar humano.

Ao analisar liberdade, prosperidade, felicidade, inovação, qualidade institucional e oportunidades para o cidadão comum, Taiwan surge como um dos exemplos mais bem-sucedidos entre as sociedades de cultura chinesa e um forte contraponto à experiência dos regimes comunistas clássicos do século XX.

A questão que muitos historiadores e economistas colocam não é porque Taiwan teve sucesso, mas sim porque tantos regimes comunistas necessitaram de abandonar grande parte das suas políticas económicas originais para alcançar os níveis de prosperidade que hoje apresentam. Essa pergunta continua a estar no centro do debate sobre o legado do comunismo no século XXI.

 

Só antigos países comunistas que abandonaram esse sistema há décadas, alguns casos específicos podem superar Taiwan em determinados indicadores isolados. O ex-Presidente da Rússia disse que as regiões Bálticas pertencem à Rússia. Pertenceram por conquistas militares russas de Estaline e anteriores? Estónia, Eslovénia e outros conquistados por Estaline pertenceram voluntariamente à Rússia? Acolheram os nazistas como libertadores da ditadura comunista? Qual foi a evolução do seu nível de vida antes e depois da conquista de Estaline e domínio da URSS?

 

República Checa pode superar Taiwan em certas medições de qualidade de vida. Contudo, essas sociedades alcançaram esses resultados após a transição para democracia liberais e economias de mercado.

As regiões bálticas pertenciam à Rússia?

Historicamente, não no sentido de uma união voluntária e permanente.

A Estónia, a Letónia e a Lituânia foram Estados independentes entre 1918 e 1940, reconhecidos internacionalmente. Em 1940, na sequência do pacto entre a Alemanha nazi e a União Soviética (Pacto Molotov-Ribbentrop), a URSS impôs ultimatos militares, ocupou os três países e incorporou-os na União Soviética. Segundo a interpretação atualmente adotada pelos próprios países bálticos e por grande parte do mundo ocidental, tratou-se de uma ocupação e anexação forçada, não de uma adesão voluntária. [cyber-lenin.com], [brill.com], [brill.com]

Quando alguns dirigentes russos afirmam que os países bálticos "pertencem" historicamente à Rússia, normalmente baseiam-se no facto de essas regiões terem integrado o Império Russo durante parte dos séculos XVIII, XIX e início do XX. Contudo, os bálticos enfatizam que recuperaram a independência em 1918 e que a anexação soviética de 1940 foi ilegal. [britannica.com], [en.wikipedia.org]

 

Estaline conquistou-os militarmente?

 

Na prática, sim. A URSS apresentou ultimatos, exigiu novos governos sob controlo soviético, introduziu grandes contingentes militares e organizou eleições sem concorrência real antes da incorporação na URSS. Os Estados bálticos não tinham capacidade militar para resistir ao Exército Vermelho. [cyber-lenin.com], [britannica.com]

Receberam os nazis como libertadores?

A resposta curta é: muitos sim, mas não porque fossem nazis.

Em 1940-1941, a população báltica já tinha sofrido deportações, prisões políticas, nacionalizações e repressão soviética. Quando a Alemanha invadiu a URSS em 1941, uma parte significativa dos estónios, letões e lituanos viu inicialmente os alemães como libertadores do domínio soviético. [en.wikipedia.org], [military-h...fandom.com], [everything...ined.today]

Mas isso não significava apoio ao projeto nazi.

Grande parte da população esperava recuperar a independência nacional. Quando se tornou claro que a Alemanha não pretendia restaurar a independência da Estónia, Letónia e Lituânia, o entusiasmo inicial diminuiu rapidamente. [en.wikipedia.org], [everything...ined.today]

Os bálticos acabaram por sofrer duas ocupações sucessivas:

  1. Soviética (1940-1941);
  2. Nazi (1941-1944);
  3. Nova ocupação soviética (1944-1991). [brill.com], [en.wikipedia.org]

O nível de vida melhorou ou piorou sob a URSS?

Aqui a resposta exige nuances.

Antes da anexação soviética

Os países bálticos não eram ricos ao nível da Suécia ou Dinamarca, mas encontravam-se entre as regiões relativamente desenvolvidas da Europa de Leste. A Estónia, por exemplo, apresentava indicadores económicos comparáveis ou superiores aos da Finlândia em alguns períodos antes da Segunda Guerra Mundial. [nordicestonia.com]

Durante a URSS

Houve industrialização, urbanização, eletrificação e expansão da educação.

Por outro lado:

  • desapareceram as liberdades políticas;
  • ocorreram deportações em massa;
  • houve repressão cultural;
  • as decisões económicas passaram a ser tomadas em Moscovo;
  • a produtividade ficou muito abaixo dos países ocidentais. [britannica.com], [brill.com]

Em termos absolutos, um trabalhador estónio de 1980 vivia melhor do que um camponês estónio de 1930 em muitos aspetos materiais. Mas a questão relevante é outra: como se comparava com os países livres vizinhos?

Aí a diferença tornou-se enorme.

Enquanto a Finlândia, que escapou ao domínio soviético, se transformou numa economia desenvolvida de padrão nórdico, a Estónia permaneceu presa a uma economia planificada muito menos eficiente.

O que aconteceu depois de 1991?

Após a recuperação da independência, a Estónia tornou-se talvez o exemplo mais impressionante do antigo bloco soviético.

Em poucas décadas:

  • aderiu à União Europeia;
  • aderiu à NATO;
  • tornou-se uma referência mundial em governo digital;
  • alcançou uma das economias mais livres da Europa;
  • passou para o grupo dos países de elevado rendimento. [freiheit.org], [en.wikipedia.org]

Atualmente, a Estónia apresenta rendimento per capita superior ao da Rússia e indicadores institucionais, democráticos e de liberdade bastante mais elevados. [en.wikipedia.org], [freiheit.org]

Uma reflexão para o ebook

Um argumento frequentemente utilizado nos países bálticos é a comparação entre a Estónia e a Finlândia.

Até à Segunda Guerra Mundial, ambas eram pequenas nações do norte da Europa, com culturas próximas e níveis de desenvolvimento relativamente semelhantes. Após 1945, seguiram caminhos radicalmente diferentes:

  • a Finlândia manteve uma economia de mercado e uma democracia parlamentar;
  • a Estónia ficou integrada numa economia centralizada soviética.

Quando a Estónia recuperou a independência em 1991, o fosso económico entre os dois países era enorme. Grande parte da estratégia estónia desde então consistiu precisamente em tentar recuperar o atraso acumulado durante meio século de domínio soviético.

Por isso, quando hoje os bálticos rejeitam a ideia de que "pertencem" à Rússia, não se trata apenas de uma questão histórica. Para muitos estónios, letões e lituanos, trata-se também de uma conclusão baseada na experiência do século XX: a convicção de que os seus países prosperaram mais enquanto Estados independentes do que durante o período em que estiveram integrados na União Soviética. [en.wikipedia.org], [en.wikipedia.org], [freiheit.org]

 

Muitos da Estónia, Lituânia e Letónia temem ataque russo? Foram os mais atacados por drones russos depois da invasão da Ucrânia? Sem USA na NATO ou defesa muito superior da Europa podem ser os próximos invadidos depois da Ucrânia?  

 

Sim, o receio existe e é bastante visível nos países bálticos. A Estónia, a Letónia e a Lituânia foram dos apoiantes mais firmes da Ucrânia precisamente porque muitos dos seus cidadãos e dirigentes veem paralelos entre a situação ucraniana e a sua própria experiência sob domínio soviético. [hudson.org], [atlanticcouncil.org]

Os bálticos são os que mais temem uma invasão russa?

Provavelmente estão entre os países europeus mais preocupados com essa possibilidade.

As razões são fáceis de compreender:

  • Partilham fronteiras diretas com a Rússia ou com a Bielorrússia, principal aliada de Moscovo. [defence24.com], [atlanticcouncil.org]
  • Foram ocupados e incorporados na URSS durante décadas.
  • Têm populações pequenas e territórios relativamente reduzidos.
  • Sabem que foram frequentemente mencionados por estrategas russos como áreas de interesse histórico. [atlanticcouncil.org], [hudson.org]

Por isso investem percentagens muito elevadas do PIB em defesa e estão a construir linhas defensivas ao longo das fronteiras orientais. [defence24.com], [hudson.org]

Foram os países mais atacados por drones russos?

Não.

Se falarmos de ataques diretos russos, a Ucrânia continua, naturalmente, a ser de longe o principal alvo.

Entre os países da NATO, os incidentes mais frequentes relacionados com drones e mísseis associados à guerra ocorreram sobretudo na Roménia e na Polónia, devido à proximidade das zonas de combate. [aol.co.uk], [nato.int]

Nos países bálticos ocorreram várias incursões aéreas e incidentes com drones. Contudo, uma parte significativa dos casos recentes envolveu drones ucranianos desviados pela guerra eletrónica russa ou aeronaves que entraram acidentalmente no espaço aéreo báltico durante operações relacionadas com a guerra. [atlanticcouncil.org], [osw.waw.pl], [aljazeera.com]

Também houve violações do espaço aéreo por aeronaves russas, o que levou a protestos diplomáticos e respostas da NATO. [nato.int], [independent.co.uk]

Podem ser os próximos depois da Ucrânia?

Ninguém sabe.

É importante distinguir entre:

  • possibilidade teórica;
  • probabilidade real.

Muitos especialistas consideram que a Estónia, a Letónia e a Lituânia são os membros da NATO mais expostos geograficamente a uma eventual pressão militar russa. [belfercenter.org], [atlanticcouncil.org]

Contudo, ao contrário da Ucrânia, estes países pertencem à NATO.

E se os EUA abandonassem a NATO?

Esse é atualmente um dos maiores debates estratégicos da Europa.

A garantia central da NATO é o Artigo 5, segundo o qual um ataque contra um aliado é considerado um ataque contra todos. [nato.int], [nato.int]

Sem os EUA, a capacidade de dissuasão da NATO seria claramente mais fraca, porque os Estados Unidos continuam a ser a maior potência militar da Aliança. Muitos estudos apontam que a incerteza sobre o compromisso americano poderia aumentar o risco de Moscovo testar a determinação europeia. [belfercenter.org], [atlanticcouncil.org]

Por outro lado, mesmo sem os EUA, a Europa combinada possui:

  • população muito superior à da Rússia;
  • economia muito maior;
  • tecnologia avançada;
  • forças armadas significativas.

A questão principal seria a velocidade de mobilização e coordenação, não a falta absoluta de recursos.

São realmente os candidatos mais prováveis?

Se alguém perguntasse hoje qual o território da NATO que mais frequentemente aparece nas análises de cenários de crise com a Rússia, a resposta seria normalmente:

  1. Estónia;
  2. Letónia;
  3. Lituânia;
  4. corredor de Suwałki entre a Polónia e a Lituânia.

Isto deve-se à geografia e à proximidade com a Rússia e a Bielorrússia. [hudson.org], [belfercenter.org], [atlanticcouncil.org]

Para o ebook

Uma observação interessante é que os países bálticos constituem talvez o exemplo mais forte de uma conclusão histórica tirada da sua própria experiência:

Durante cinquenta anos viveram sob domínio soviético. Depois de recuperarem a independência, aderiram à União Europeia e à NATO, construíram democracias liberais e alcançaram níveis de prosperidade, liberdade e desenvolvimento que ultrapassam largamente os da Rússia atual. Por isso, para muitos estónios, letões e lituanos, a independência não é apenas uma questão de identidade nacional. É também uma questão de segurança, liberdade e nível de vida.

Essa perceção ajuda a explicar porque razão o apoio popular à Ucrânia tem sido tão forte nesses países desde 2022.

 

Podemos dizer que a China evoluiu economicamente com o melhor do capitalismo, estímulo da propriedade privada e concorrência desleal com pior do comunismo:

1.      Poluição na tradição comunista sem respeito pelas normas das nações mais civis? A Alemanha Oriental Comunista tinha o rio mais poluído da Europa. Alguma nação comunista respeitou mais o ambiente das democracias liberais capitalistas?

2.      Trabalho barato relativamente aos mais civis, sem poderem manifestar, “escravos do proletariado” marionetes das elites “ditadores do proletariado?

3.      Escravos da Coreia do Norte a trabalharem 14 a 16 horas, viverem nas fábricas sem poderem sair, com salários de sobrevivência?

 

A China prosperou graças ao comunismo ou graças ao afastamento parcial dele?

Muitos economistas defendem que o extraordinário crescimento chinês desde 1978 resultou sobretudo da introdução de elementos típicos das economias de mercado:

  • propriedade privada limitada;
  • possibilidade de criação de empresas;
  • concorrência;
  • investimento estrangeiro;
  • integração no comércio mundial;
  • zonas económicas especiais;
  • incentivos ao lucro. [britannica.com], [economics.town], [imf.org]

Ao mesmo tempo, a China manteve características fundamentais do sistema político comunista:

  • partido único;
  • ausência de eleições livres nacionais;
  • forte controlo estatal sobre sectores estratégicos;
  • limitações à liberdade de expressão;
  • amplo poder do Estado sobre a economia. [rbr.busine...utgers.edu], [foreignaffairs.com]

Por isso, alguns autores descrevem a China não como uma economia comunista clássica, mas como uma forma de "capitalismo de Estado" ou "economia de mercado sob controlo político comunista". [rbr.busine...utgers.edu], [foreignaffairs.com]


1. Poluição e ambiente

É difícil sustentar que os regimes comunistas tenham demonstrado, em média, melhor desempenho ambiental do que as democracias liberais desenvolvidas.

A antiga Alemanha Oriental (RDA) tornou-se conhecida pelos seus graves problemas ambientais. Estudos históricos referem que, no final da década de 1980, algumas regiões enfrentavam condições consideradas catastróficas, com poluição do ar e da água extremamente elevada. [cnsjournal.org], [academia.edu], [cambridge.org]

Diversos investigadores apontam que muitas economias soviéticas privilegiavam metas de produção industrial, frequentemente com pouca transparência pública e reduzida capacidade de contestação por parte dos cidadãos. [academia.edu], [jstor.org]

Também a China sofreu durante décadas níveis muito elevados de poluição associados ao crescimento industrial acelerado.

Contudo, seria exagerado afirmar que nenhum país comunista teve políticas ambientais. Alguns criaram legislação ambiental relativamente cedo. O problema apontado por muitos historiadores foi sobretudo a distância entre a legislação oficial e os resultados efetivos. [cnsjournal.org]

Uma formulação mais segura seria:

Em geral, os regimes comunistas do século XX não demonstraram desempenho ambiental superior ao das democracias liberais desenvolvidas e, em vários casos, produziram alguns dos exemplos mais graves de degradação ambiental na Europa e na Ásia. [cnsjournal.org], [academia.edu], [cambridge.org]


2. Trabalho barato e ausência de direitos políticos

Muitos críticos afirmam que o modelo chinês combinou as vantagens económicas do mercado com custos laborais reduzidos e forte controlo político.

Há alguma verdade nesta observação.

Durante décadas, a China apresentou:

  • salários inferiores aos dos países desenvolvidos;
  • sindicatos independentes muito limitados;
  • restrições significativas à contestação política;
  • menor capacidade dos trabalhadores influenciarem decisões governamentais. [rbr.busine...utgers.edu], [foreignaffairs.com]

Por outro lado, os defensores do modelo chinês argumentam que centenas de milhões de pessoas saíram da pobreza extrema graças ao crescimento económico. [imf.org], [economics.town]

Assim, uma formulação mais académica seria:

A China combinou mecanismos de mercado e propriedade privada com um sistema político autoritário que limita significativamente a capacidade dos trabalhadores influenciarem o poder político através de eleições livres ou sindicatos independentes. [rbr.busine...utgers.edu], [foreignaffairs.com]


3. Coreia do Norte: "escravos" do Estado?

A situação norte-coreana é muito mais extrema.

Em 2024, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos concluiu que o trabalho forçado está profundamente institucionalizado na Coreia do Norte. O relatório descreve pessoas obrigadas a trabalhar sem liberdade de escolha, frequentemente sob vigilância, violência física, falta de remuneração adequada e impossibilidade de abandonar o trabalho. [ohchr.org], [news.un.org], [ohchr.org]

A ONU refere ainda:

  • mobilizações laborais obrigatórias;
  • trabalhos em condições perigosas;
  • longos períodos de serviço militar obrigatório;
  • trabalhadores enviados para o estrangeiro com grande parte do salário confiscada pelo Estado. [ohchr.org], [news.un.org]

Quanto à afirmação específica de que trabalham "14 a 16 horas por dia e vivem nas fábricas sem poder sair", existem testemunhos individuais e relatos de desertores nesse sentido, mas eu não apresentaria esse número como um facto universal para todos os trabalhadores norte-coreanos sem uma fonte específica que o demonstre. As fontes da ONU confirmam condições extremamente severas e trabalho forçado, mas não estabelecem uma duração única de jornada válida para todos os casos. [ohchr.org], [news.un.org]


Formulação final para o ebook

A ascensão económica da China é frequentemente apresentada como uma combinação singular de mecanismos capitalistas e controlo político comunista. O país introduziu propriedade privada, incentivos ao lucro, investimento estrangeiro e concorrência, mas manteve o monopólio político do Partido Comunista. Os críticos argumentam que este modelo beneficiou simultaneamente das vantagens do mercado e das limitações impostas aos direitos políticos e laborais. Já a Coreia do Norte representa um caso muito mais extremo, descrito pelas Nações Unidas como um sistema onde o trabalho forçado se encontra institucionalizado. No plano ambiental, a experiência histórica das economias comunistas do século XX não demonstra superioridade face às democracias liberais, sendo a antiga Alemanha Oriental e outras regiões do bloco soviético frequentemente citadas como exemplos de grave degradação ecológica. [cnsjournal.org], [academia.edu], [ohchr.org], [news.un.org].

 

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