Taiwan e maoístas: como se explica que ainda haja comunistas e sucessores das piores catástrofes humanitárias da história do passado, atuais e perigo das futuras?
(Com versão da IA de Copilot. Antecipação do ebook “Defender Taiwan, Néo-ONU, Paz e Mundo Melhor”. Continuação do projeto para uma Néo-ONU, (1) e do ebook: António Guterres, Velha ONU e Néo-ONU, ( https://payhip.com/b/GbX94) gratuito por período limitado.
Depois das catástrofes humanitárias, criminosas, mortos para
criar políticas ineficientes com mortos de fome, desigualdades, como se explica
que ainda haja comunistas?
Não há nenhum país comunista ou sucessor dos comunistas, dos
dominados pelas ditaduras comunistas maoistas e estalinistas com indicadores de
felicidade superior ao de Taiwan, melhor nível de vida da população média, PIB,
liberdade, esperança de vida, segundo a IA de Copilot, (2).
(1)
O ebook “António Guterres, Velha ONU
e Néo-ONU” (https://payhip.com/b/GbX94),
é o primeiro de um projeto de criar uma Néo-ONU que em minha opinião seria o
melhor meio de reduzir guerras, terrorismo, criminalidade e contribuir a um
mundo melhor para todos.
Ofereço os direitos de autor de reprodução total ou
parcial, tradução em todas as línguas, em seu próprio nome ou de Amar1mm1, (“Amar1mm1=ANÓNIMO missionário apóstolo revolucionário para um mundo melhor nº1”).
Podem selecionar o que consideram melhor deste ou dos meus 3 e-books: https://cutt.ly/twdeEiQB, e do meu blog: https://pef1mm.blogspot.com para criarem o seu próprio e-book, em seu
nome ou “Amar1mm2”. Ama1mm1 é a abreviatura de: ANÓNIMO missionário apóstolo
revolucionário para um mundo melhor Nº 1. Se compartilha o objetivo de
colaborar para a paz e para um mundo melhor pode ser o Nº 2: Amar1mm2. Pode
fazer parte de um grupo a ganhar dinheiro ao serviço da paz e mundo
melhor.
Mais com a etiqueta ditaduras
comunistas, https://pef1mm.blogspot.com/search/label/ditaduras%20comunistas:
A UNESCO pod e aprender com os mais eficientes criminosos e
aplicar para o bem parte do que os outros fizeram para o mal. Não pode mandar
queimar os livros do passado, toda a cultura, toda a arte, proibir todas as
religiões, punir opositores com a morte ou 25 anos de trabalhos forçados como
fizeram Mao, Estaline, Hitler, Putin, Xi Jinping, Kim Jong-Un e outros
ditadores de tradição comunista, mas pode premiar os russos que não são
putinistas, fugirem do putinismo como os chineses que fugiram do maoismo, precisamente
o contrário do que a ONU fez em 1971. Putin e seu principal propagandista,
Cirilo, o boss da mais criminosa Igreja Ortodoxa, promovem o imperialismo
militarista maquiavélico da pior tradição russa. Os livros da grandeza
criminosa do passado da pior tradição da Rússia são postos online
gratuitamente. O “santo criminoso” Vladimir 1 e muitos criminosos da pior
tradição russa são elogiados. O pior criminoso de todos, Estaline, com pelo
menos o dobro dos crimes de Hitler, é r...
Salvar
Taiwan da invasão chinesa-1: Vietname, miséria e catástrofes humanitárias do
maísmo, estalinismo e ditaduras comunistas em contraste com democracias
liberais
(Colaboração da Inteligência Artificial, IA, de
Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões) Salvar
Taiwan é salvar o mundo democrático dos maias civis contra os imperialismos
maquiavélicos, ditaduras comunistas, maoistas e estalinistas ou seus
descendentes. A invasão da Ucrânia foi o primeiro exemplo do 9 vezes pior
criminoso do século, um ditador da tradição comunista reformada, o mais
semelhante a Hitler que quer “desnazificar” e libertar do nazismo a democrática
Ucrânia. Só imbecis, ignorantes, maquiavélicos ou com a lavagem ao cérebro da
educação e informação de Putin não vêm a evidência das suas semelhanças com
Hitler e outro criminoso contra a humanidade muito pior: Estaline. Se Putin
beneficiar com a invasão da Ucrânia, será um estímulo à invasão de Taiwan e
outros dos maiores imperialistas, militaristas maquiavélicos invadirem os mais
fracos. Defender a Ucrânia é defender Taiwan e civilidade futura. Evitar
uma invasão de Taiwan pode ser n...
Putin é um ditador como no estalinismo, mas com aparência de
democrata: milhares de opositores presos e mortos nas prisões, assassinados e
várias mortes de suicídios ou desastres suspeitos. Chamo putinistas a todos os
que apoiam Putin depois das suas invasões e sempre que se mostrou imperialista,
militarista, maquiavélico, estalinista, maoísta, neonazista. Putin ficará na
história mundial como o pior nazista depois de Hitler, pior estalinista depois
de Estaline, pior maoísta depois de Mao Tsé-Tung, pior criminoso de todos
juntos pela pior causa: restabelecer a grandeza dos ladrões da ex-URSS, grandes
por roubarem outros povos, como 3,3 a 12 milhões de mortos na Ucrânia por
Estaline ordenar o roubo de alimentos. A “justiça de Putin” só prende
opositores? Não tenho conhecimento de nenhum amigo de Putin condenado. Milhares
de opositores foram condenados a penas duras de 25 anos de prisão com trabalhos
forçados, 5 anos só por exprimir a oposição à invasão da Ucrânia. Imagino que
tem me...
A
superioridade moral de USA, NATO-OTAN, EU, Zelensky e inferioridade de Putin e
putinistas que o apoiam na invasão da Ucrânia, (ou a Superioridade da
Civilização Ocidental, Civilizados do Oriente, Taiwan, Japão, Coreia do Sul,
etc., pelas Democracias Liberais Capitalistas vs Ditaduras Comunistas)
A superioridade “Ocidental”, (incluindo orientais como
Japão, Coreia do Sul e civilizados pelo ocidente democrático liberal
capitalista e a inferioridade de Putin e das ditaduras comunistas como Coreia
do Norte que apoiam a invasão da Ucrânia é evidente para mi e para a maioria
das democracias com liberdade de expressão. A opinião contrária da maioria dos
russos compreende-se pela informação controlada por Putin, morte ou prisão de
opositores. Não percebo como se compreende que tantos comunistas de Portugal,
Brasil, Itália, etc., considerem Zelensky, NATO-OTAN, USA e EU responsáveis
pela invasão da Ucrânia. Quais as suas razões de não atribuírem as culpas da
invasão ao invasor? Não conheço nenhum político “ocidental” atual que tenha
subido ao poder com a morte de opositores. Os mortos opositores de Putin e Kim
Jong-un são muitos: dezenas de opositores a Putin foram mortos, milhares estão
nas prisóes e pelo menos dois que poderiam estar no governo da Coreia do Norte
foram assassinados...
Escola,
educação, ensino e informação de Putin, Hitler e a lavagem ao cérebro das
ditaduras comunistas
Putin, nascido, educado e empregado das elites das
ditaduras comunistas de Istaline a Gorbachov, viu a queda do muro de Berlin e
as revoluções populares pelas liberdades e fim das ditaduras comunistas como a
pior tragédia do século. Inicialmente aproveitou-se da sua experiência na
polícia secreta da URSS, KGB, em Dresden, na ex-RDA, Alemanha comunista
dominada pela Rússia, para fazer carreira na política russa com acordos de
colaboração com os sistemas capitalistas, amizade com os principais líderes
políticos de quem contava mais no mundo: USA, Alemanha, Itália, Áustria, etc.
Mas, como dizem alguns psicólogos, a educação e experiências de vida dos
primeiros 30 anos moldam a consciência para toda a vida. No fundo continuou um
saudosista da ditadura comunista e da sua grandeza com o roubo dos dominados,
explorados, dependentes dos tanques russos e seu poder militar. Aproveitando
algumas liberdades de Gorbachov, muitos conseguiram a independência e uniram-se
à OTAN e EU para se pro...
Psicologia
e filosofia da civilidade comunista à italiana, civilidade maquiavélica de
Putin e putitinistas, de Hitler e dos nazistas, de Karl Marx e sua
interpretação das ditaduras comunistas, (maoismo, estalinismo, etc.),
néo-civilidade para um mundo melhor
A psicologia para um mundo melhor pode resumir-se na
educação, prémio aos melhores e punição dos piores. Na civilidade dos
comunistas à italiana os criminosos eram premiados com mais benefícios de quem
trabalhava para os alimentar bem, TV a pagamento, etc. O ministro comunista Oliviero
Diliberto disse que a civilidade de um povo se mede pelo tratamento nas prisões.
Versão de Copilot:
Taiwan, comunistas e sucessores
Uma das questões mais intrigantes da política contemporânea
é a seguinte: depois das gigantescas tragédias humanas ocorridas em regimes
comunistas inspirados por Estaline e Mao Zedong, porque continuam a existir
comunistas e simpatizantes dessas ideologias?
A resposta é complexa. Em primeiro lugar, muitas pessoas
distinguem a teoria da prática. Argumentam que os fracassos da União Soviética,
da China maoista, do Camboja de Pol Pot ou da Coreia do Norte não seriam
consequência inevitável das ideias socialistas ou comunistas, mas sim resultado
de líderes autoritários, corrupção, culto da personalidade ou más decisões
económicas. Outros continuam atraídos pelos ideais de igualdade social, justiça
económica e proteção dos mais pobres, valorizando esses objetivos acima dos
fracassos históricos observados.
Além disso, as novas gerações estão mais distantes
temporalmente das grandes tragédias do século XX. Enquanto os crimes do nazismo
são amplamente ensinados e recordados, muitos dos crimes dos regimes comunistas
são menos conhecidos pelo público em geral. Isso contribui para que algumas
pessoas vejam o comunismo sobretudo pelos seus objetivos declarados, e não
pelos seus resultados históricos.
Contudo, a avaliação de qualquer sistema político não deve
basear-se apenas nas intenções, mas também nos resultados concretos para a
população. Nesse ponto, Taiwan constitui um caso particularmente interessante.
O caso de Taiwan
Após a vitória comunista na Guerra Civil Chinesa, em 1949, a
República da China refugiou-se em Taiwan. Durante décadas, Taiwan viveu sob um
regime autoritário, mas gradualmente evoluiu para uma democracia pluralista.
Hoje é uma das sociedades mais livres, prósperas e tecnologicamente avançadas
da Ásia.
A comparação entre Taiwan e os países comunistas ou
sucessores de regimes comunistas revela uma realidade consistente.
Nível de vida
Taiwan apresenta um dos rendimentos per capita mais elevados
da Ásia e do mundo. A população beneficia de habitação moderna, infraestruturas
avançadas, acesso generalizado à tecnologia, cuidados de saúde de elevada
qualidade e um vasto mercado de consumo.
Entre os países comunistas ou sucessores de regimes
comunistas:
- A
Coreia do Norte encontra-se muito abaixo de Taiwan em praticamente todos
os indicadores económicos e sociais.
- Cuba
possui indicadores razoáveis em saúde e educação, mas rendimentos, consumo
e condições materiais muito inferiores.
- O
Vietname registou um grande progresso económico desde que adotou reformas
de mercado, mas continua significativamente atrás de Taiwan em rendimento
médio.
- A
China continental alcançou enorme crescimento económico após abandonar
grande parte da economia planificada maoista, mas o rendimento médio e a
qualidade institucional permanecem inferiores aos de Taiwan.
Liberdade
Taiwan é considerada uma democracia plena, com eleições
livres, liberdade religiosa, liberdade de imprensa e forte proteção dos
direitos civis.
Nenhum Estado comunista atual oferece níveis comparáveis de
liberdade política.
Mesmo entre os sucessores dos regimes comunistas, apenas
alguns países da Europa Central e Oriental conseguiram atingir níveis
semelhantes ou superiores de liberdade. Importa notar que esses países
obtiveram esses resultados precisamente após abandonarem o comunismo e adotarem
sistemas democráticos e economias de mercado.
Felicidade
Nos índices internacionais de felicidade, Taiwan surge
normalmente entre os países mais bem classificados da Ásia.
Países comunistas atuais como China, Vietname, Cuba e Coreia
do Norte não apresentam classificações superiores à de Taiwan. Alguns antigos
países comunistas europeus, como a República Checa, a Eslovénia ou a Estónia,
podem por vezes alcançar posições semelhantes ou superiores, mas já não são
comunistas há décadas.
Esperança de vida
Taiwan possui uma esperança de vida muito elevada,
comparável à das sociedades mais desenvolvidas.
Apenas alguns ex-países comunistas europeus conseguem
igualar ou ultrapassar Taiwan neste indicador. Entre os países que permanecem
comunistas, nenhum apresenta vantagem clara.
Existe algum país comunista ou sucessor comunista melhor
que Taiwan?
A resposta depende da definição.
Se falarmos de países que continuam oficialmente comunistas
ou governados por partidos comunistas, a resposta é praticamente não. Nenhum
deles supera Taiwan de forma consistente quando se analisam em conjunto:
- rendimento
médio;
- liberdade
política;
- qualidade
democrática;
- nível
de vida;
- inovação
tecnológica;
- felicidade;
- proteção
dos direitos individuais;
- desenvolvimento
humano.
Se incluirmos antigos países comunistas que abandonaram esse
sistema há décadas, alguns casos específicos podem superar Taiwan em
determinados indicadores isolados. Por exemplo, a Estónia pode apresentar
classificações digitais exemplares; a Eslovénia pode obter resultados
ligeiramente superiores em alguns indicadores sociais; e a República Checa pode
superar Taiwan em certas medições de qualidade de vida. Contudo, essas
sociedades alcançaram esses resultados após a transição para democracias
liberais e economias de mercado.
Conclusão
A experiência histórica sugere que os países que
permaneceram mais próximos dos modelos maoista ou estalinista tendem a
apresentar resultados inferiores aos de Taiwan em praticamente todos os
indicadores centrais do bem-estar humano.
Ao analisar liberdade, prosperidade, felicidade, inovação,
qualidade institucional e oportunidades para o cidadão comum, Taiwan surge como
um dos exemplos mais bem-sucedidos entre as sociedades de cultura chinesa e um
forte contraponto à experiência dos regimes comunistas clássicos do século XX.
A questão que muitos historiadores e economistas colocam não
é porque Taiwan teve sucesso, mas sim porque tantos regimes comunistas
necessitaram de abandonar grande parte das suas políticas económicas originais
para alcançar os níveis de prosperidade que hoje apresentam. Essa pergunta
continua a estar no centro do debate sobre o legado do comunismo no século XXI.
Só antigos países comunistas que abandonaram esse sistema há
décadas, alguns casos específicos podem superar Taiwan em determinados
indicadores isolados. O ex-Presidente da Rússia disse que as regiões Bálticas
pertencem à Rússia. Pertenceram por conquistas militares russas de Estaline e
anteriores? Estónia, Eslovénia e outros conquistados por Estaline pertenceram
voluntariamente à Rússia? Acolheram os nazistas como libertadores da ditadura
comunista? Qual foi a evolução do seu nível de vida antes e depois da conquista
de Estaline e domínio da URSS?
República Checa pode superar Taiwan em certas medições de
qualidade de vida. Contudo, essas sociedades alcançaram esses resultados após a
transição para democracia liberais e economias de mercado.
As regiões bálticas pertenciam à Rússia?
Historicamente, não no sentido de uma união voluntária e
permanente.
A Estónia, a Letónia e a Lituânia foram
Estados independentes entre 1918 e 1940, reconhecidos internacionalmente. Em
1940, na sequência do pacto entre a Alemanha nazi e a União Soviética (Pacto
Molotov-Ribbentrop), a URSS impôs ultimatos militares, ocupou os três países e
incorporou-os na União Soviética. Segundo a interpretação atualmente adotada
pelos próprios países bálticos e por grande parte do mundo ocidental, tratou-se
de uma ocupação e anexação forçada, não de uma adesão voluntária. [cyber-lenin.com],
[brill.com],
[brill.com]
Quando alguns dirigentes russos afirmam que os países
bálticos "pertencem" historicamente à Rússia, normalmente baseiam-se
no facto de essas regiões terem integrado o Império Russo durante parte dos
séculos XVIII, XIX e início do XX. Contudo, os bálticos enfatizam que
recuperaram a independência em 1918 e que a anexação soviética de 1940 foi
ilegal. [britannica.com],
[en.wikipedia.org]
Estaline conquistou-os militarmente?
Na prática, sim. A URSS apresentou ultimatos, exigiu novos
governos sob controlo soviético, introduziu grandes contingentes militares e
organizou eleições sem concorrência real antes da incorporação na URSS. Os
Estados bálticos não tinham capacidade militar para resistir ao Exército
Vermelho. [cyber-lenin.com],
[britannica.com]
Receberam os nazis como libertadores?
A resposta curta é: muitos sim, mas não porque fossem
nazis.
Em 1940-1941, a população báltica já tinha sofrido
deportações, prisões políticas, nacionalizações e repressão soviética. Quando a
Alemanha invadiu a URSS em 1941, uma parte significativa dos estónios, letões e
lituanos viu inicialmente os alemães como libertadores do domínio soviético. [en.wikipedia.org],
[military-h...fandom.com],
[everything...ined.today]
Mas isso não significava apoio ao projeto nazi.
Grande parte da população esperava recuperar a independência
nacional. Quando se tornou claro que a Alemanha não pretendia restaurar a
independência da Estónia, Letónia e Lituânia, o entusiasmo inicial diminuiu
rapidamente. [en.wikipedia.org],
[everything...ined.today]
Os bálticos acabaram por sofrer duas ocupações sucessivas:
- Soviética
(1940-1941);
- Nazi
(1941-1944);
- Nova
ocupação soviética (1944-1991). [brill.com],
[en.wikipedia.org]
O nível de vida melhorou ou piorou sob a URSS?
Aqui a resposta exige nuances.
Antes da anexação soviética
Os países bálticos não eram ricos ao nível da Suécia ou
Dinamarca, mas encontravam-se entre as regiões relativamente desenvolvidas da
Europa de Leste. A Estónia, por exemplo, apresentava indicadores económicos
comparáveis ou superiores aos da Finlândia em alguns períodos antes da Segunda
Guerra Mundial. [nordicestonia.com]
Durante a URSS
Houve industrialização, urbanização, eletrificação e
expansão da educação.
Por outro lado:
- desapareceram
as liberdades políticas;
- ocorreram
deportações em massa;
- houve
repressão cultural;
- as
decisões económicas passaram a ser tomadas em Moscovo;
- a
produtividade ficou muito abaixo dos países ocidentais. [britannica.com],
[brill.com]
Em termos absolutos, um trabalhador estónio de 1980 vivia
melhor do que um camponês estónio de 1930 em muitos aspetos materiais. Mas a
questão relevante é outra: como se comparava com os países livres vizinhos?
Aí a diferença tornou-se enorme.
Enquanto a Finlândia, que escapou ao domínio soviético, se
transformou numa economia desenvolvida de padrão nórdico, a Estónia permaneceu
presa a uma economia planificada muito menos eficiente.
O que aconteceu depois de 1991?
Após a recuperação da independência, a Estónia tornou-se
talvez o exemplo mais impressionante do antigo bloco soviético.
Em poucas décadas:
- aderiu
à União Europeia;
- aderiu
à NATO;
- tornou-se
uma referência mundial em governo digital;
- alcançou
uma das economias mais livres da Europa;
- passou
para o grupo dos países de elevado rendimento. [freiheit.org],
[en.wikipedia.org]
Atualmente, a Estónia apresenta rendimento per capita
superior ao da Rússia e indicadores institucionais, democráticos e de liberdade
bastante mais elevados. [en.wikipedia.org],
[freiheit.org]
Uma reflexão para o ebook
Um argumento frequentemente utilizado nos países bálticos é
a comparação entre a Estónia e a Finlândia.
Até à Segunda Guerra Mundial, ambas eram pequenas nações do
norte da Europa, com culturas próximas e níveis de desenvolvimento
relativamente semelhantes. Após 1945, seguiram caminhos radicalmente
diferentes:
- a
Finlândia manteve uma economia de mercado e uma democracia parlamentar;
- a
Estónia ficou integrada numa economia centralizada soviética.
Quando a Estónia recuperou a independência em 1991, o fosso
económico entre os dois países era enorme. Grande parte da estratégia estónia
desde então consistiu precisamente em tentar recuperar o atraso acumulado
durante meio século de domínio soviético.
Por isso, quando hoje os bálticos rejeitam a ideia de que
"pertencem" à Rússia, não se trata apenas de uma questão histórica.
Para muitos estónios, letões e lituanos, trata-se também de uma conclusão
baseada na experiência do século XX: a convicção de que os seus países
prosperaram mais enquanto Estados independentes do que durante o período em que
estiveram integrados na União Soviética. [en.wikipedia.org],
[en.wikipedia.org],
[freiheit.org]
Muitos da Estónia, Lituânia e Letónia temem ataque russo? Foram
os mais atacados por drones russos depois da invasão da Ucrânia? Sem USA na
NATO ou defesa muito superior da Europa podem ser os próximos invadidos depois
da Ucrânia?
Sim, o receio existe e é bastante visível nos países
bálticos. A Estónia, a Letónia e a Lituânia foram dos apoiantes mais firmes
da Ucrânia precisamente porque muitos dos seus cidadãos e dirigentes veem
paralelos entre a situação ucraniana e a sua própria experiência sob domínio
soviético. [hudson.org],
[atlanticcouncil.org]
Os bálticos são os que mais temem uma invasão russa?
Provavelmente estão entre os países europeus mais
preocupados com essa possibilidade.
As razões são fáceis de compreender:
- Partilham
fronteiras diretas com a Rússia ou com a Bielorrússia, principal aliada de
Moscovo. [defence24.com],
[atlanticcouncil.org]
- Foram
ocupados e incorporados na URSS durante décadas.
- Têm
populações pequenas e territórios relativamente reduzidos.
- Sabem
que foram frequentemente mencionados por estrategas russos como áreas de
interesse histórico. [atlanticcouncil.org],
[hudson.org]
Por isso investem percentagens muito elevadas do PIB em
defesa e estão a construir linhas defensivas ao longo das fronteiras orientais.
[defence24.com],
[hudson.org]
Foram os países mais atacados por drones russos?
Não.
Se falarmos de ataques diretos russos, a Ucrânia
continua, naturalmente, a ser de longe o principal alvo.
Entre os países da NATO, os incidentes mais frequentes
relacionados com drones e mísseis associados à guerra ocorreram sobretudo na Roménia
e na Polónia, devido à proximidade das zonas de combate. [aol.co.uk],
[nato.int]
Nos países bálticos ocorreram várias incursões aéreas e
incidentes com drones. Contudo, uma parte significativa dos casos recentes
envolveu drones ucranianos desviados pela guerra eletrónica russa ou aeronaves
que entraram acidentalmente no espaço aéreo báltico durante operações
relacionadas com a guerra. [atlanticcouncil.org],
[osw.waw.pl],
[aljazeera.com]
Também houve violações do espaço aéreo por aeronaves russas,
o que levou a protestos diplomáticos e respostas da NATO. [nato.int],
[independent.co.uk]
Podem ser os próximos depois da Ucrânia?
Ninguém sabe.
É importante distinguir entre:
- possibilidade
teórica;
- probabilidade
real.
Muitos especialistas consideram que a Estónia, a Letónia e a
Lituânia são os membros da NATO mais expostos geograficamente a uma eventual
pressão militar russa. [belfercenter.org],
[atlanticcouncil.org]
Contudo, ao contrário da Ucrânia, estes países pertencem à
NATO.
E se os EUA abandonassem a NATO?
Esse é atualmente um dos maiores debates estratégicos da
Europa.
A garantia central da NATO é o Artigo 5, segundo o
qual um ataque contra um aliado é considerado um ataque contra todos. [nato.int],
[nato.int]
Sem os EUA, a capacidade de dissuasão da NATO seria
claramente mais fraca, porque os Estados Unidos continuam a ser a maior
potência militar da Aliança. Muitos estudos apontam que a incerteza sobre o
compromisso americano poderia aumentar o risco de Moscovo testar a determinação
europeia. [belfercenter.org],
[atlanticcouncil.org]
Por outro lado, mesmo sem os EUA, a Europa combinada possui:
- população
muito superior à da Rússia;
- economia
muito maior;
- tecnologia
avançada;
- forças
armadas significativas.
A questão principal seria a velocidade de mobilização e
coordenação, não a falta absoluta de recursos.
São realmente os candidatos mais prováveis?
Se alguém perguntasse hoje qual o território da NATO que
mais frequentemente aparece nas análises de cenários de crise com a Rússia, a
resposta seria normalmente:
- Estónia;
- Letónia;
- Lituânia;
- corredor
de Suwałki entre a Polónia e a Lituânia.
Isto deve-se à geografia e à proximidade com a Rússia e a
Bielorrússia. [hudson.org],
[belfercenter.org],
[atlanticcouncil.org]
Para o ebook
Uma observação interessante é que os países bálticos
constituem talvez o exemplo mais forte de uma conclusão histórica tirada da sua
própria experiência:
Durante cinquenta anos viveram sob domínio soviético. Depois
de recuperarem a independência, aderiram à União Europeia e à NATO, construíram
democracias liberais e alcançaram níveis de prosperidade, liberdade e
desenvolvimento que ultrapassam largamente os da Rússia atual. Por isso, para
muitos estónios, letões e lituanos, a independência não é apenas uma questão de
identidade nacional. É também uma questão de segurança, liberdade e nível de
vida.
Essa perceção ajuda a explicar porque razão o apoio popular
à Ucrânia tem sido tão forte nesses países desde 2022.
Podemos dizer que a China evoluiu economicamente com o
melhor do capitalismo, estímulo da propriedade privada e concorrência desleal
com pior do comunismo:
1.
Poluição na tradição comunista sem respeito
pelas normas das nações mais civis? A Alemanha Oriental Comunista tinha o rio
mais poluído da Europa. Alguma nação comunista respeitou mais o ambiente das
democracias liberais capitalistas?
2.
Trabalho barato relativamente aos mais civis,
sem poderem manifestar, “escravos do proletariado” marionetes das elites “ditadores
do proletariado?
3.
Escravos da Coreia do Norte a trabalharem 14 a
16 horas, viverem nas fábricas sem poderem sair, com salários de sobrevivência?
A China prosperou graças ao comunismo ou graças ao
afastamento parcial dele?
Muitos economistas defendem que o extraordinário crescimento
chinês desde 1978 resultou sobretudo da introdução de elementos típicos das
economias de mercado:
- propriedade
privada limitada;
- possibilidade
de criação de empresas;
- concorrência;
- investimento
estrangeiro;
- integração
no comércio mundial;
- zonas
económicas especiais;
- incentivos
ao lucro. [britannica.com],
[economics.town],
[imf.org]
Ao mesmo tempo, a China manteve características fundamentais
do sistema político comunista:
- partido
único;
- ausência
de eleições livres nacionais;
- forte
controlo estatal sobre sectores estratégicos;
- limitações
à liberdade de expressão;
- amplo
poder do Estado sobre a economia. [rbr.busine...utgers.edu],
[foreignaffairs.com]
Por isso, alguns autores descrevem a China não como uma
economia comunista clássica, mas como uma forma de "capitalismo de
Estado" ou "economia de mercado sob controlo político
comunista". [rbr.busine...utgers.edu],
[foreignaffairs.com]
1. Poluição e ambiente
É difícil sustentar que os regimes comunistas tenham
demonstrado, em média, melhor desempenho ambiental do que as democracias
liberais desenvolvidas.
A antiga Alemanha Oriental (RDA) tornou-se conhecida pelos
seus graves problemas ambientais. Estudos históricos referem que, no final da
década de 1980, algumas regiões enfrentavam condições consideradas
catastróficas, com poluição do ar e da água extremamente elevada. [cnsjournal.org],
[academia.edu],
[cambridge.org]
Diversos investigadores apontam que muitas economias
soviéticas privilegiavam metas de produção industrial, frequentemente com pouca
transparência pública e reduzida capacidade de contestação por parte dos
cidadãos. [academia.edu],
[jstor.org]
Também a China sofreu durante décadas níveis muito elevados
de poluição associados ao crescimento industrial acelerado.
Contudo, seria exagerado afirmar que nenhum país
comunista teve políticas ambientais. Alguns criaram legislação ambiental
relativamente cedo. O problema apontado por muitos historiadores foi sobretudo
a distância entre a legislação oficial e os resultados efetivos. [cnsjournal.org]
Uma formulação mais segura seria:
Em geral, os regimes comunistas do século XX não
demonstraram desempenho ambiental superior ao das democracias liberais
desenvolvidas e, em vários casos, produziram alguns dos exemplos mais graves de
degradação ambiental na Europa e na Ásia. [cnsjournal.org],
[academia.edu],
[cambridge.org]
2. Trabalho barato e ausência de direitos políticos
Muitos críticos afirmam que o modelo chinês combinou as
vantagens económicas do mercado com custos laborais reduzidos e forte controlo
político.
Há alguma verdade nesta observação.
Durante décadas, a China apresentou:
- salários
inferiores aos dos países desenvolvidos;
- sindicatos
independentes muito limitados;
- restrições
significativas à contestação política;
- menor
capacidade dos trabalhadores influenciarem decisões governamentais. [rbr.busine...utgers.edu],
[foreignaffairs.com]
Por outro lado, os defensores do modelo chinês argumentam
que centenas de milhões de pessoas saíram da pobreza extrema graças ao
crescimento económico. [imf.org],
[economics.town]
Assim, uma formulação mais académica seria:
A China combinou mecanismos de mercado e propriedade privada
com um sistema político autoritário que limita significativamente a capacidade
dos trabalhadores influenciarem o poder político através de eleições livres ou
sindicatos independentes. [rbr.busine...utgers.edu],
[foreignaffairs.com]
3. Coreia do Norte: "escravos" do Estado?
A situação norte-coreana é muito mais extrema.
Em 2024, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os
Direitos Humanos concluiu que o trabalho forçado está profundamente
institucionalizado na Coreia do Norte. O relatório descreve pessoas obrigadas a
trabalhar sem liberdade de escolha, frequentemente sob vigilância, violência
física, falta de remuneração adequada e impossibilidade de abandonar o
trabalho. [ohchr.org],
[news.un.org], [ohchr.org]
A ONU refere ainda:
- mobilizações
laborais obrigatórias;
- trabalhos
em condições perigosas;
- longos
períodos de serviço militar obrigatório;
- trabalhadores
enviados para o estrangeiro com grande parte do salário confiscada pelo
Estado. [ohchr.org],
[news.un.org]
Quanto à afirmação específica de que trabalham "14 a
16 horas por dia e vivem nas fábricas sem poder sair", existem
testemunhos individuais e relatos de desertores nesse sentido, mas eu não
apresentaria esse número como um facto universal para todos os trabalhadores
norte-coreanos sem uma fonte específica que o demonstre. As fontes da ONU
confirmam condições extremamente severas e trabalho forçado, mas não
estabelecem uma duração única de jornada válida para todos os casos. [ohchr.org],
[news.un.org]
Formulação final para o ebook
A ascensão económica da China é frequentemente apresentada
como uma combinação singular de mecanismos capitalistas e controlo político
comunista. O país introduziu propriedade privada, incentivos ao lucro,
investimento estrangeiro e concorrência, mas manteve o monopólio político do
Partido Comunista. Os críticos argumentam que este modelo beneficiou
simultaneamente das vantagens do mercado e das limitações impostas aos direitos
políticos e laborais. Já a Coreia do Norte representa um caso muito mais extremo,
descrito pelas Nações Unidas como um sistema onde o trabalho forçado se
encontra institucionalizado. No plano ambiental, a experiência histórica das
economias comunistas do século XX não demonstra superioridade face às
democracias liberais, sendo a antiga Alemanha Oriental e outras regiões do
bloco soviético frequentemente citadas como exemplos de grave degradação
ecológica. [cnsjournal.org],
[academia.edu],
[ohchr.org],
[news.un.org].
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