Carta aberta aos manifestantes marionetes de Putin

Nem todos os manifestantes são marionetes conscientes de Putin. Mas muitos são marionetes inconscientes da sua informação online.

Todos os manifestantes e todos os que não manifestámos, mas temos problemas idênticos, somos vítimas de uma causa mais profunda: a invasão da Ucrânia.

Mas os protestos podem contribuir a aumentar as consequências: menos dinheiro para a defesa da Ucrânia pode originar mais despesas da Europa para defesa futura. Putin, como Hitler, aumentaram a popularidade dentro do seu povo com cada invasão. Putin fez duas guerras com grandes barbaridades e aumento de popularidade com cada uma delas antes da invasão da Ucrânia. Sem os que defenderam a Ucrânia já estava toda ocupada e a popularidade de Putin tinha subido às nuvens, como a de Hitler. Existem online na busca com Bing, cerca de 3 910 resultados para as semelhanças entre Putin e Hitler, (1). Com as mesmas razões da invasão da Ucrânia, o ex-Presidente da Rússia já fez uma ameaça indireta: Dmitry Medvedev afirmou publicamente que os Estados Bálticos eram "as nossas províncias bálticas", uma formulação que muitos observadores interpretaram como a insinuação de que esses países pertencem historicamente à Rússia ou deveriam estar na sua esfera de influência. (2). Trump já ameaçou sair da NATO. Prefere bons negócios com Putin para dividirem o roubo da Ucrânia? Quem defenderá a Europa de ser roubada pelos mais poderosos, incluso por Putin, como está a acontecer na Ucrânia?

O mais popular pacifista da França no templo de Hitler, autor do famoso artigo “Morrer por Dantzig”, popular no tempo contra as ajudas à defesa da Polónia, contribuiu à opinião pública favorável, a reduzir os investimentos na defesa e facilitar a ocupação nazista. Foi ministro do governo de ocupação nazista e depois condenado à morte. Muitas vezes os erros da História repetiram-se. Não há dúvida de que a invasão da Ucrânia aumentou as ameaças da China a Taiwan e da Coreia do Norte à Coreia do Sul, sobretudo depois de Trump reduzir a defesa e Kim Jong-Un da Coreia do Norte se aliar a Putin e Xi Jinping.

Imagino que a guerra na Ucrânia já tinha acabado se o mundo mais civil se unisse no boicote e manifestações contra tudo o que é russo e seus cúmplices, logo no primeiro dia da invasão. O boicote e manifestações contra quem não boicotasse deviam seguir-se como no Vietname, mas contra invasores, não contra quem defendeu os invadidos. Olavo de Carvalho escreveu no Brasil em 2005 que a KGB, com 500.000 funcionários, mais voluntários e recursos ilimitados influenciou toda a cultura, informação e opinião pública mesmo de forma indireta. Segundo ele, a maioria dos pacifistas foram marionetes conscientes ou inconscientes da KGB. Não há dúvida que a maior manifestação da história contribuiu ao poder das feras mais criminosas da história da humanidade: comunistas com 60 a 110 milhões de mortos, incluindo 40 a 77 milhões de vítimas do maoismo, 20 a 40 milhões de vítimas do estalinismo. Muitos de mais de dois milhões de pacifistas foram marionetes conscientes ou inconscientes da KGB? Hoje há quem diga que Putin, ex-agente da KGB, tem poder de desinformação online do que todos o resto do mundo e está a usar os novos meios de informação e crimes online para os seus objetivos, sobretudo justificar a invasão da Ucrânia e manifestações que lhe interessam. Putin não controla o fluxo global de informação, mas a máquina de desinformação russa tem demonstrado uma capacidade significativa para amplificar dúvidas, divisões e narrativas favoráveis aos interesses do Kremlin em determinados públicos. Uma mensagem inicialmente vista por uma minoria pode ser replicada milhares de vezes por influenciadores, bots, comentadores e meios alternativos. As estimativas do poder da desinformação de Putin em comparação com a mais honesta e verdadeira informação global ntes defendeu em

Nem todos os manifestantes são marionetes de Putin, mas muitos são vítimas inconscientes do poder da sua desinformação, como fizeram as marionetes da KGB, (3). As melhores manifestações são contra a Rússia e quem a apoia na guerra da invasão da Ucrânia. Imagino que se nos primeiros minutos fosse boicotado a nível mundial tudo o que é russo, boicote a quem não boicotasse, sobretudo aos que aumentaram os negócios com a Rússia a guerra terminava em poucas horas. Imagino que se não parassem com a guerra fizessem mais manifestações pacíficas frente a tudo o que é russo e quem apoia Putin na invasão da Ucrânia, militarmente ou economicamente, consulados, embaixadas, negócios, centros culturais, etc., pedindo a paz ou o sequestro de todos os bens para indemnizarem as vítimas, se a invasão não terminava em poucos horas, terminava em poucos dias. Se tivessem manifestado pacificamente contra tudo o que é russo e seus cúmplices que continuaram com negócios com a Rússia depois da invasão, sobretudo os que aumentaram os negócios como China e Brasil, não precisavam de manifestar agora para menos dinheiro para a defesa e mais para o ensino, professores, assistência social e tudo o que os manifestantes querem. Se fizessem manifestações a pedir o boicote, boicote a quem não boicotasse, sequestro de todos os bens ao invasor e seus cúmplices da invasão, ou mesmo destruição dos negócios dos cúmplices se continuassem, seria mais justo de destruir negócios de inocentes. Putin e cúmplices causaram as manifestações, direta ou indiretamente, e são os principais beneficiários:

1.      A invasão da Ucrânia aumentou as despesas militares em mais de 200%. Sem a invasão da Ucrânia, havia mais dinheiro para professores, ensino e tudo o que os manifestantes pedem.

2.      Sem a invasão da Ucrânia havia menos soldados e mais professores, profissionais do ensino, médicos, assistência social, agricultores e tudo o que os manifestantes pedem.

3.      Com a invasão da Ucrânia aumentou o número de refugiados para Europa como não existia depois da Segunda Guerra Mundial. Tudo isso aumenta os custos e a falta de dinheiro para o que os manifestantes querem.

4.      Com as destruições, agressões aos polícias, sacrificam inocentes, causam mais custos e menos dinheiro para os seus objetivos. Se forem premiados com as suas violências, será a vergonha do bom senso de justiça e da psicologia aplicada a um mundo melhor.

5.      Permitir e premiar a violência contra violentos ou evidentes cúmplices de violências? Se isso parar guerras e violências piores contra inocentes? Sempre com avisos condicionais: avisar primeiro russos e quem os apoia militarmente ou economicamente que se continuarem será posto a votação global as um tipo de punição? Toda a guerra mata inocentes. Quem mata mais é condecorado como um herói. Se invertêssemos os prémios: crime contra criminosos não é crime, mas heroísmo para um mundo melhor? Votação global democrática decidia o que é crime para cada caso, nível de punição e prémio a quem executasse a punição? Prisioneiros libertados se os familiares sequestrassem ou matassem criminosos condenados que tentassem fugir à justiça?

 

Mais escritos no blog de pef1mm=psicologia ética e filosofia para um mundo melhor com a etiqueta: invasão da Ucrânia, https://pef1mm.blogspot.com/search/label/invasão%20da%20Ucrânia:

 

Como a minha-nossa Néo-ONU evitava a invasão da Ucrânia, ou fazia mais em 3 minutos, 3 horas, 3 semanas ou 3 meses do que a velha ONU em 6 anos, evitava invasão de Taiwan e todas as guerras futuras

agosto 03, 2026

(Com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões). Escrevo pela missão de contribuir para um mundo melhor. Por isso ofereço os direitos de autor a quem fizer uma seleção do melhor dos meus 3 eBooks ( https://cutt.ly/twdeEiQB ) e blog. A “minha-nossa” Néo-ONU, como eu a idealizo, não seria minha, mas de todo o mundo, com mais poder aos mais éticos e menos aos maquiavélicos, com o bom senso de justiça universal determinado por uma votação online de 3 minutos: um para expor o conflito, outro para um “advogado” que não precisava de conhecer leis, mas ser reconhecido e votado de uma das partes, outro "advogado" para defender a outra parte. Seguiam-se votações online e várias possíveis interpretações: 1.                        Votação democrática da maioria absoluta; 2.       ...

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Sugestão urgente para António Guterres e Zelensky contribuírem à paz na Ucrânia e evitar guerras futuras

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António Guterres, Zelensky, paz, Ucrânia, guerra, guerras, invasão da Ucrânia,  Sugiro a António Guterres de convidar urgentemente Zelensky para uma Assembleia das Nações Unidas com esta proposta: Zelensky oferece 10 a 90% da exploração dos minerais preciosos no futuro a todos os que ajudaram e ajudarem com apoios humanitários, defesa, armamentos, soldados, defesa e reconstrução. Os que apoiaram ou apoiarem a invasão serão condenados a pagar os danos e as consequências. Os que se abstivessem poderiam receber os produtos pagando uma percentagem para os outros. A distribuição dos resultados será proporcional ao empenho com soldados, armas, dinheiro e ajudas humanitárias. Isto poderia ser uma forma de contrapor-se ao imoral e injusto acordo que Trump que quer 5 a 10 vezes mais resultado do investido, exclusivo nos lucros dos materiais preciosos deixando aos europeus a defesa. Zelensky recorreu ao imperialista, militarista, maquiavélico Trump em vez de recorrer a Antónipo Guterre...

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fevereiro 06, 2025

António Guterres tem feito muito contra os criminosos na Ucrânia, mas poderia ter feito ou fazer muito mais se tivesse mais apoio. Uma forma de apoiar moralmente António Guterres e a ONU pode ser com a divulgação online do melhor dos seus discursos e dos melhores online, crítica aos piores, incluso com sátira, vídeos, áudios, fotos, ilustrações e traduções em várias línguas. O TPI=Tribunal Penal Internacional só condenou Putin e outra responsável pelo menor dos crimes, com uma condenação quase só simbólica, sem efeitos na prática, mas estão muitos outros evidentes crimes contra a humanidade impunidos, (1). O ex-Presidente Russo colocou a decisão do TPI contra Putin em ridículo e ameaçou a destruição do tribunal de Haia com um míssil lançado de um navio militar russo. Sugiro a António Guterres de criar um tribunal secreto a funcionar online, ou com IA=Inteligência Artificial, de forma que os juízes possam trabalhar de local secreto ou das suas próprias casas online sem possibilidade d...

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Israel, povo judeu, terroristas islâmicos, Hamas, Palestina, Greta Thunberg, genocídios, Putin, invasão da Ucrânia e crimes contra a humanidade

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Putin, ouro do Sudão para a invasão da Ucrânia, Trump, Berlusconi, crimes, política e justiça

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Das informações que tenho, (1), não tenho dúvidas de que Putin é o pior criminoso do século, pelo até este momento. A condenação do criminoso Putin pelo TPI, Tribunal Penal Internacional, é só o menor dos crimes, a ponta do iceberg: com seu financiamento de 40% das armas para África, governos e opositores, é o principal responsável por algumas das piores catástrofes humanitárias atuais de África: Sudão. No Sudão vendeu armas e apoiou o Governo e oposição em troca de toneladas de ouro para financiar a invasão de Ucrânia. Com as justiças atuais, o principal responsável das duas piores crises humanitárias, na Ucrânia e Sudão, não pode ser julgado, nem os seus cúmplices. Com cúmplices em vários países africanos e do Medio Oriente levou ilegalmente toneladas de ouro, recursos naturais e soldados para a invasão da Ucrânia, (1). Contra o pior criminoso do século, principal responsável por milhões de mortos de poluição, efeito estufa, CO2, mortos de fome e guerras além das catástrofes não há p...

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Putin & Putinistas, o criminoso e os criminosos da poluição, emissões de gases, efeito estufa e crimes contra a humanidade com a invasão da Ucrânia

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António Guterres e Néo-ONU=NOVA ética online: ética global dos melhores contra a ética maquiavélica dos piores

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Com o aparecimento de Internet a ONU tem um meio poderoso de se tornar governo ético e moral dos melhores contra os piores, com a pior ética maquiavélica. Mas antes de António Guterres a ONU era como Itália antes de Berlusconi: burocracias ineficientes. Disse-o o segundo Presidente americano com mais QI=Quociente Intelectual: Trump e tive oportunidade de verifica-lo na prática: tentei ser voluntário da ONU mas depois de várias horas online cheguei à conclusão de que nem o melhor voluntário humanitário daquele tempo, ou mesmo de todos os tempos, podia ser voluntário da ONU: Bill Gates.   Bill Gates disse a Firenze, (1), que um empregado, com as novas tecnologias, podia fazer mais 100 com as tradicionais burocracias italianas. Alguns comunistas à italiana, (2), acusaram Bill Gates de causar 99 desempregados em cada 100, com a digitalização das empresas públicas. Os mais imbecis ou ignorantes não sabiam que esses 99 desempregados das burocracias ineficientes, podiam ser emprega...

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ONU, USA, Paz e Guerras da Civilidade Ocidental e Oriental Contra a Incivilidade de Putin e Putinistas

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A ONU e USA foram a principal potência moral, económica e militar contra as ditaduras comunistas e suas catástrofes contra a humanidade. No Vietname USA mostraram às ditaduras comunistas e russas que não seria tão fácil invadirem democracias democráticas sem intervenção dos melhores representantes da melhor civilidade ocidental. Os mais imbecis, ignorantes pacifistas parciais, só se manifestaram contra os americanos e não contra os ditadores comunistas da China e Rússia. Por pressão desses pacifistas os USA abandonaram o Vietname e deixaram o Sul entregue às feras do Norte e das ditaduras comunistas chinesas e russas, com piores barbaridades e violações de direitos humanos dos americanos. Mas quem contasse essas verdades morria como os opositores de Putin que desmentem as suas mentiras. O chamado “efeito dominó” que os americanos usaram para justificar a intervenção no Vietname, começou a dar-se na prática: depois da vitória da invasão das ditaduras comunistas russa e chinesa no Viet...

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Putin e putinistas: o pior criminoso do século e os cúmplices dos piores crimes

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Para mi é evidente que Putin é o criminoso do século e os “putinistas” que o apoiam são os piores cúmplices dos piores crimes na Ucrânia e no mundo. Quanto pior for a punição de Putin e putinistas mais probabilidades teremos de um mundo mais pacífico como os acordos de paz entre Gorbachov, Reagan e outros presidentes americanos. Putin procurou o esquecimento de Gorbachov e ressuscitar a glória dos ladrões imperialistas da ex-URSS. Poucos sabem que a sua glória se deveu ao roubo e exploração dos povos conquistados, roubados, escravizados e subjugados pelos ditadores da ex-URSS, como agora quer fazer Putin. Só na Ucrânia morreram de 3 a 12 milhões de ucranianos com fome porque Estaline mandou roubar todos os alimentos da Ucrânia e os seus “ditadores do proletariado” roubaram e mataram quem enterrou os alimentos para os esconder. Putin quer ser o novo Czar ou neoestalinista, mas o mundo deve unir-se para que não se torne vítima do pior bárbaro invasor imperialista neonazista. O mundo glob...

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A ONU esteve em primeira linha contra a invasão da Ucrânia. USA foi a principal das melhores democracias a apoiar a defesa da Ucrânia. O mundo deve muito à ONU, USA e melhores democracias contra ditaduras comunistas ou imperialistas neonazistas como Putin e “putinistas” que o apoiam. Se a ONU, USA, (com 88%) e melhores democracias fizessem hoje o que se fez na guerra da Coreia, se Putin e “putinistas” fossem obrigados a restituir os territórios roubados e pagar pelos danos globais, teríamos uma nova ordem global da vitória da ética e justiça global. Se Putin ficar premiado com esta guerra será um estímulo a guerras futuras dos mais fortes a invadirem e roubarem os mais fracos, mais armamentos, mais mortos de poluição, fome e guerras. Putin, com o Grupo Wagner, o mais nazista depois de Hitler, está a infiltrar-se em África com a dupla vantagem de explorar os recursos naturais e venda de armas em apoio de ditaduras. A minha forma de lutar por um mundo melhor é lutar com as minhas i...

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Coreia do Sul, Coreia do Norte, Guerra da Coreia. ONU, USA, Putin, Invasão da Ucrânia, os melhores e os piores deste século

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Ofereço 100% dos meus direitos de autor a quem quiser traduzir para coreano e outras línguas o melhor deste blog e dos meus 3 eBooks : cutt.ly/twdeEiQB . Podem traduzir com Google, corrigir o melhor, colocar nos comentários e divulgar por todos os meios. Pode ser Amar1mm2 voluntário nº 2 para um mundo melhor: Amar1mm1=ANÓNIMO missionário apóstolo revolucionário para um mundo melhor nº1 . Putin e putinistas que o apoiam na invasão da Ucrânia são para mi os piores deste século. Quem defende a Ucrânia, defende o mundo de sucessivas invasões dos mais bárbaros imperialistas neonazistas. Imagino que poucos da Coreia do Sul não se sentem melhor da Coreia do Norte. Imagino que a maioria estão gratos aos USA e ONU por terem evitado a unificação com a invasão da Coreia do Norte ajudada pela Rússia e China. Não será hoje uma forma de ética e justa gratidão colaborarem com USA e mundo mais civil e democático na defesa da Ucrânia? Não será uma forma de se protegerem da aliança ameaçado...

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Ninguém pode fazer melhor pela paz global do que António Guterres e ONU. Mas podiam fazer 10, 100 ou 1.000 vezes mais se tivessem mais poder, houvesse maior colaboração global com a ONU dos mais pacíficos, mais civis, mais humanos, mais colaboradores para um mundo melhor contra guerreiros invasores, imperialistas, neonazistas, terroristas como Putin e seus cúmplices. Todos podemos dar um contributo com traduções em vários idiomas das melhores mensagens de António Guterres e elites da ONU. António Guterres reagiu muito bem contra a invasão da Ucrânia. Mas 4 “putinistas” apoiaram Putin na invasão da Ucrânia, apoiaram o invasor imperialista neonazista Putin, sem sentirem vergonha de tornar-se cúmplices do criminoso do século. Outros abstiveram-se da votação. Os mais pacíficos, mais civis, mais humanos, mais éticos, honestos e inteligentes na colaboração para um mundo melhor apoiaram a proposta da ONU para a condenação da invasão. Mas essa colaboração podia ser 10, 100, 1.000 vezes maior....

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Segundo Angela Merkel as suas relações com Putin mudaram radicalmente quando disse que a “queda do muro de Berlim” e consequentes liberdades ocidentais no mundo comunista foram um grande acontecimento histórico muito positivo. Para Putin foi a maior catástrofe do século, fim do imperialismo autocrático da ditadura comunista da URSS. Putin adaptou-se às circunstãncias, amizades com elites ocidentais, propondo inclusive a entrada da Federação Russa na NATO. Num discurso no Parlamento Alemão disse que a guerra fria tinha acabado e mostrou-se muito pacifista amigo do Ocidente. Depois acusou a NATO de se expandir para a ex-URSS, invadiu a Geórgia que hoje, (2024-11-29), tem 80% da população pró-ocidental liberal capitalista, mas tem um governo favorável a Putin. O imperialismo de Putin e suas guerras contribuíram a muitos paízes da ex-ditadura comunista do Pacto de Varsóvia a unir-se à NATO. O maior erro da Ucrânia foi o de não se unir mais cedo à UE e NATO. Mas tinha um governo pró-...

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O criminoso Putin e criminosos cúmplices dos crimes ecológicos da invasão da Ucrânia

julho 28, 2023

A poluição tornou-se para mi um argumento prioritário sobretudo depois que vi numa TV alemã Arnold Schwarzenegger a dizer que morriam por ano 9 milhões de pessoas devido à poluição e outra informação atribuída à ONU com números mais catastróficos: 12,6 milhões de pessoas a morrer por ano por causa da poluição. O pior que se está a fazer e podia ter sido evitado é a atual corrida aos armamentos depois da invasão da Ucrânia. Só a Alemanha anunciou 100 biliões de euros para armamentos e mais 2% do PIL depois do criminoso Putin mandar invadir a Ucrânia. Um tanque consome 100 litros de combustível para 1.000 km. Os armamentos e as guerras são responsáveis por muita poluição que se poderia evitar com um tribunal mais potente do TPI=Tribunal Penal Internacional contra o criminoso Putin e criminosos cúmplices da bárbara invasão da Ucrânia ou de outras guerras. Putin e criminosos putinistas são os principais responsáveis pela atual corrida aos armamentos e poluição na bárbara invasão da Ucrânia...

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Putin, Hitler, Estaline, putinistas, nazistas e estalinistas criminosos na Ucrânia

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Putin, Berlusconi, Hitler, Estaline, … Putinistas, Nazistas e Estalinistas na Ucrânia

abril 12, 2023

Existem poucos autores populares de informação e opinião que não sejam só pró ou contra personalidades famosas. Eu não conheço nenhum que tenha sido tanto fã de Putin e Berlusconi como eu e seja agora tão crítico de ambos: em minha opinião atual foram grandes políticos, dos maiores do início do século, mas que degeneraram com a idade, populismo, fidelidade a amizades, … etc. A visita de Berlusconi à Crimeia invadida por Putin parece-me o pior da sua carreira política e as suas opiniões sobre Zelensky a pior vergonha de todas as suas palavras ou atitudes que causaram tantos escândalos: para mi todos os escândalos muito populares contra de Berlusconi não passaram de banalidades transformadas no pior da informação e justiça a condicionar mal a política: em minha opinião o quarto governo de Berlusconi foi o melhor da história de Itália, sem dúvida o melhor para o que eu considero pior da história de Itália: máfia, as mais estúpidas e ineficientes burocracias, injustiças da legalidade e j...

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Versão de Copilot:

 

O texto tem uma intenção clara: argumentar que a invasão da Ucrânia está na origem de muitos dos problemas orçamentais europeus e que parte dos movimentos antiarmamento pode, consciente ou inconscientemente, favorecer os interesses estratégicos do Kremlin. No entanto, mistura argumentos fortes com afirmações muito controversas ou difíceis de sustentar, o que enfraquece a sua credibilidade junto de leitores moderados.

Uma versão mais persuasiva seria reduzir acusações generalizadas ("marionetes de Putin"), distinguir factos de opiniões e eliminar propostas que possam ser interpretadas como defesa de violência contra pessoas ou propriedades.

Carta aberta aos manifestantes contra o aumento das despesas militares

Nem todos os manifestantes são marionetas de Putin. Muitos participam de boa-fé, movidos por preocupações legítimas: mais professores, melhor ensino, melhores serviços de saúde, mais habitação acessível e maior apoio social.

Esses objetivos são também desejados por muitos dos que não participam nas manifestações.

Mas vale a pena refletir sobre uma questão fundamental: porque razão a Europa se vê hoje obrigada a gastar muito mais em defesa do que há poucos anos?

A resposta mais evidente é a invasão russa da Ucrânia.

Antes de fevereiro de 2022, muitos países europeus reduziam ou mantinham limitadas as suas despesas militares. A guerra mudou radicalmente essa realidade. Governos que prefeririam investir mais em escolas, hospitais, apoio social e infraestruturas sentiram necessidade de reforçar os orçamentos da defesa perante a possibilidade de uma ameaça militar real às fronteiras europeias.

Por isso, quando alguém protesta contra o aumento das despesas militares, deveria também perguntar quem criou as condições que tornaram esse aumento necessário.

A causa principal não foi um desejo repentino dos governos europeus de gastar mais em armamento. Foi a decisão do Kremlin de invadir um país vizinho.

A História mostra que regimes expansionistas raramente ficam satisfeitos após a primeira conquista. Muitos historiadores têm apontado semelhanças entre aspetos da política externa de Vladimir Putin e a lógica de revisões territoriais que marcaram a Europa nos anos anteriores à Segunda Guerra Mundial. As comparações com Hitler são contestadas por alguns especialistas, mas existe um amplo debate académico e político sobre paralelos relacionados com nacionalismo imperial, revisionismo territorial e utilização da força militar para alterar fronteiras.

A Ucrânia resistiu graças ao esforço do seu povo e ao apoio internacional. Sem essa resistência, é legítimo perguntar se outros países vizinhos se sentiriam hoje mais seguros ou menos seguros.

Ao mesmo tempo, não se pode ignorar a importância da desinformação.

A Rússia investe há anos em operações de influência destinadas a amplificar divisões dentro das democracias ocidentais. O objetivo nem sempre é convencer as pessoas a apoiar Moscovo. Muitas vezes basta aumentar a confusão, a polarização e a desconfiança nas instituições.

Isso não significa que todos os críticos da NATO, da União Europeia ou das despesas militares sejam agentes ou apoiantes de Putin. Significa apenas que algumas narrativas difundidas legitimamente podem acabar, voluntária ou involuntariamente, por beneficiar interesses estratégicos russos.

Os manifestantes têm razão quando afirmam que preferem mais recursos para a educação, para a saúde e para os serviços sociais.

Mas também é verdade que uma Europa insegura poderá ser forçada a gastar ainda mais em defesa no futuro.

A questão não é escolher entre professores e segurança.

A questão é compreender que sem segurança dificilmente haverá recursos suficientes para sustentar, a longo prazo, as escolas, os hospitais, as universidades e o Estado social que todos desejamos.

Talvez a pergunta mais importante não seja porque gastamos tanto na defesa.

Talvez seja porque razão fomos colocados na situação de ter de o fazer.

E essa pergunta conduz inevitavelmente à guerra iniciada pela Rússia contra a Ucrânia.

Não existe paz duradoura quando a agressão é recompensada. Não existe verdadeira solidariedade social quando os países livres são deixados indefesos perante os mais fortes. E não existe futuro para a educação, para a cultura ou para o progresso humano sem a preservação da liberdade que os torna possíveis.

Por isso, quem luta por mais professores, melhor ensino e melhores serviços públicos deveria também exigir o fim da agressão que contribuiu para desviar recursos desses mesmos objetivos.

A defesa da paz começa pela defesa das vítimas da agressão.


Principais melhorias:

  • Substitui "marionetes de Putin" por uma linguagem mais persuasiva e menos ofensiva.
  • Remove generalizações difíceis de provar.
  • Mantém a crítica à desinformação russa.
  • Conserva o argumento central de que a invasão da Ucrânia aumentou a pressão sobre os orçamentos europeus.
  • Elimina passagens que defendiam punições violentas ou destruição de bens, tornando o texto compatível com um debate democrático e mais credível para um público amplo.

 

Quais as estimativas das violências das manifestações em França e na Alemanha? exigindo mais investimento na educação, serviços públicos e apoio social, e criticando o aumento da despesa militar:

França

Os protestos em França tornaram-se os mais intensos. Segundo várias fontes:

  • Em manifestações de outubro de 2026, registaram-se ataques a edifícios públicos, incêndios, vandalismo e pilhagens em várias cidades. [democracynow.org], [en.wikipedia.org]
  • Foram danificadas cerca de 1.500 lojas, segundo informações citadas pela imprensa. [democracynow.org]
  • Houve mais de 2.400 detenções e cerca de 1.000 agentes policiais feridos durante os confrontos. [democracynow.org]
  • Num dos maiores dias de mobilização, as autoridades referiram 488 detenções e dezenas de feridos entre as forças de segurança. [france24.com]

Alemanha

Protestos em mais de 30 cidades pediram mais investimento na educação, habitação e serviços sociais, e contestaram a militarização e o eventual regresso do serviço militar obrigatório. [aljazeera.com], [rosalux.de]

  • Em Frankfurt ocorreram pilhagens e destruição de montras; a Reuters confirmou pelo menos duas lojas saqueadas e outras danificadas. [reuters.com]
  • Houve confrontos localizados em Frankfurt, Colónia, Hamburgo e Berlim, com várias detenções. [france24.com], [reuters.com]

Contexto político

Uma das reivindicações centrais destes movimentos tem sido precisamente a ideia de que os governos europeus estão a aumentar fortemente os orçamentos de defesa enquanto escolas, universidades, habitação e serviços sociais permanecem subfinanciados. Essa crítica aparece explicitamente nas manifestações francesas e alemãs. [aljazeera.com], [rosalux.de], [openthemagazine.com]

Em resumo: França registou danos muito mais extensos, com cerca de 1.500 lojas afetadas e milhares de detenções, enquanto na Alemanha os danos parecem ter sido mais localizados, concentrando-se sobretudo em Frankfurt e algumas outras cidades. Não encontrei, nas fontes disponíveis, uma estimativa oficial do valor total dos prejuízos em euros para nenhum dos dois países. [democracynow.org], [reuters.com]

 

Quais as estimativas do poder da desinformação de Putin em comparação com a mais honesta e verdadeira informação global?

 

1. Alcance direto da propaganda russa é relativamente limitado

Um estudo da Harvard Kennedy School que analisou os meios russos RT e Sputnik em 21 países concluiu que, antes da invasão da Ucrânia, os seus websites e aplicações não atingiam mais de 5% da população digital mensalmente em nenhum dos países analisados. Em média, o alcance mensal era de cerca de 1,05% para a RT e 0,79% para a Sputnik. [misinforev...arvard.edu], [misinforev...arvard.edu]

Isto sugere que a propaganda russa não domina o consumo global de notícias.

2. O impacto pode ser maior do que o alcance

O problema não é apenas quantas pessoas veem a mensagem, mas como ela se espalha. O Departamento de Estado dos EUA descreve a RT e a Sputnik como elementos centrais de um ecossistema que amplifica narrativas pró-Kremlin através de redes sociais, sites aliados e outros canais digitais. [2021-2025.state.gov], [2021-2025.state.gov]

Assim, uma mensagem inicialmente vista por uma minoria pode ser replicada milhares de vezes por influenciadores, bots, comentadores e meios alternativos.

3. A informação factual continua a ter muito mais recursos e alcance

Os grandes meios internacionais que seguem normas jornalísticas profissionais (BBC, Reuters, Associated Press, AFP, Deutsche Welle, etc.) possuem audiências muito superiores às dos canais estatais russos. Além disso, universidades, institutos de investigação, organizações internacionais e milhares de jornalistas independentes produzem e verificam informação diariamente.

Em termos de volume, recursos e audiência, a informação baseada em factos continua a ser muito mais forte do que a desinformação russa.

4. Onde a desinformação é mais eficaz

A desinformação não costuma convencer a maioria das pessoas de uma mentira específica. O seu principal efeito é frequentemente:

  • criar dúvidas;
  • aumentar a polarização;
  • diminuir a confiança nas instituições;
  • levar as pessoas a pensar que "ninguém sabe a verdade".

Muitos especialistas consideram que este é o objetivo mais importante das campanhas de influência russas desde os anos 2000.

Estimativa resumida

Se tivéssemos de resumir de forma qualitativa:

  • Alcance global: a informação factual supera largamente a propaganda russa.
  • Capacidade de perturbação: a desinformação russa é desproporcionalmente eficaz para o seu tamanho.
  • Capacidade de dominar a opinião pública mundial: baixa.
  • Capacidade de influenciar debates polarizados e explorar divisões existentes: moderada a elevada.

Por outras palavras, Putin não controla o fluxo global de informação, mas a máquina de desinformação russa tem demonstrado uma capacidade significativa para amplificar dúvidas, divisões e narrativas favoráveis aos interesses do Kremlin em determinados públicos. [2021-2025.state.gov], [2021-2025.state.gov], [misinforev...arvard.edu].

 

Quem tem mais influência global: a narrativa de Putin que justifica a invasão da Ucrânia ou os apelos de António Guterres e da ONU pela paz?

A ONU tem muito mais legitimidade internacional, mas a máquina de desinformação do Kremlin tem frequentemente mais capacidade de mobilizar e influenciar grupos específicos.

Alguns indicadores: Em março de 2022, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução exigindo que a Rússia terminasse a invasão e retirasse as suas forças da Ucrânia. O resultado foi 141 países a favor, apenas 5 contra e 35 abstenções. Essa resolução reafirmou a soberania e integridade territorial da Ucrânia e apelou à resolução pacífica do conflito. António Guterres tem repetidamente defendido um cessar-fogo, a proteção dos civis e uma paz justa baseada na Carta da ONU.

Por outro lado: A União Europeia mantém o projeto EUvsDisinfo, criado especificamente para monitorizar campanhas de desinformação pró-Kremlin, tendo registado dezenas de milhares de casos de narrativas enganosas ou falsas associadas ao ecossistema informativo russo. Investigação académica refere um aumento significativo da disseminação de desinformação pró-Kremlin antes da invasão em grande escala de 2022.

Em termos simples:

Critério

ONU / António Guterres

Putin e meios pró-Kremlin

Legitimidade internacional

Muito elevada

Baixa fora dos aliados da Rússia

Apoio formal dos Estados

Muito elevado (141 votos)

Muito reduzido (5 votos contra a resolução) [press.un.org], [en.wikipedia.org]

Capacidade de propaganda digital

Moderada

Elevada

Capacidade de criar dúvidas e polarização

Limitada

Elevada

Capacidade de convencer a maioria dos governos

Muito elevada

Baixa

A grande ironia é que a ONU ganhou claramente a batalha da legitimidade diplomática, mas a Rússia mostrou ser bastante eficaz na batalha da confusão informativa. A propaganda moderna raramente tenta convencer toda a gente de que uma invasão é justa. Muitas vezes tenta apenas convencer uma parte da população de que "ninguém sabe a verdade", "os dois lados são iguais" ou "todos mentem". Essa estratégia exige menos apoio, mas pode ser politicamente muito eficaz. [euvsdisinfo.eu], [euvsdisinfo.eu]

Por isso, se tivéssemos de atribuir uma estimativa qualitativa:

  • Legitimidade internacional: ONU 90-95%, Kremlin 5-10%.
  • Capacidade de influenciar nichos políticos e redes sociais: Kremlin moderada a elevada.
  • Capacidade de convencer a maioria dos governos do mundo: ONU esmagadoramente superior. [press.un.org], [digitallib...ary.un.org]

É importante notar que estas percentagens finais são apenas uma interpretação analítica ilustrativa. Não existe uma medição científica única que converta influência política e desinformação em números exatos.

 

Quais as estimativas do poder da desinformação de Putin e putinistas a justificar a invasão da Ucrânia em comparação com o Papa Leão XIV e Vaticano a pedirem a paz?

 

Não existem medições científicas que permitam comparar diretamente o "poder" da desinformação pró-Vladimir Putin com os apelos à paz do Papa Leão XIV e do Vaticano. São influências de natureza diferente:

  • A propaganda procura persuadir, mobilizar ou semear dúvidas.
  • O Vaticano procura influenciar consciências, líderes políticos e a opinião pública através da autoridade moral.

Podemos, contudo, fazer uma avaliação qualitativa.

Alcance e capacidade de influência

A máquina de informação e desinformação pró-Kremlin

  • Opera através de meios estatais, redes sociais, influenciadores, canais alternativos e campanhas digitais.
  • Tem particular eficácia em públicos já desconfiados dos media tradicionais ou das instituições ocidentais.
  • O seu objetivo nem sempre é convencer de que a invasão é justa, mas frequentemente criar dúvidas sobre quem tem razão ou atribuir culpas equivalentes aos dois lados.

O Vaticano e o Papa

Quem é mais influente?

Depende do campo de batalha:

Área

Putin e putinistas

Papa Leão XIV e Vaticano

Redes sociais e propaganda digital

Forte

Moderado

Autoridade moral global

Baixa a moderada

Muito elevada

Influência junto dos católicos

Limitada

Muito elevada

Capacidade de gerar polémica e dividir opiniões

Elevada

Baixa

Capacidade de promover reconciliação e diálogo

Limitada

Elevada

Estimativa qualitativa

Se tivéssemos de traduzir isto para uma imagem simples:

  • Na guerra da informação online, a máquina de propaganda pró-Kremlin pode ser mais ruidosa e mais agressiva.
  • Na legitimidade moral internacional, o Vaticano está muito acima da propaganda política.

Uma analogia seria:

A propaganda de Putin pode ser comparada a um altifalante muito potente.

O Papa e o Vaticano assemelham-se mais a uma autoridade moral respeitada por centenas de milhões de pessoas, mas que não dispõe do mesmo mecanismo de mobilização digital e emocional.

Por isso, muitos analistas diriam que:

Curiosamente, a História mostra que a propaganda costuma ter resultados mais rápidos, enquanto a autoridade moral tende a produzir efeitos mais lentos, mas mais duradouros. Foi assim com figuras como João Paulo II, Nelson Mandela ou Mahatma Gandhi. O debate atual sobre a Ucrânia coloca precisamente frente a frente estes dois tipos de influência.

 

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(1)

Existem online na busca com Bing, cerca de 3 910 resultados para as semelhanças entre Putin e Hitler:

 

visao.pt

https://visao.pt › atualidade › mundo › guerra-na-ucrania

 

As semelhanças entre Hitler e Putin que a História nos atira à cara … argumentário de Putin para desencadear a invasão russa da Ucrânia e a retórica de … As semelhanças entre Hitler e Putin … Putin conta como deu ordem para abater avião de passageiros durante Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi Dennis … Se nos debruçarmos sobre o argumentário de Putin para desencadear a invasão russa da Ucrânia e a retórica de Hitler para justificar a anexação, pela Alemanha nazi, da Áustria, em março de 1938, e da Checoslováquia, em 1939, as semelhanças históricas saltam à vista. … Kurt Schuschnigg, que perdeu o controlo do país e, em desespero de causa, tentou promover um referendo sobre a manutenção da Áustria independente face à Alemanha, que marcou para 13 de março de 1938. Putin não anda longe da justificação que Hitler apresentou para a invasão, em março de 1939, da Checoslováquia Tal referendo nunca se realizaria. Um dia antes, a 12 de março, o exército da Alemanha nazi entrou na Áustria sem encontrar qualquer resistência. Não foi disparado um só tiro e as tropas invasoras seriam vitoriadas por multidões de austríacos. Um Hitler eufórico viu confirmar-se o que inferira: a antiga multiculturalidade, que marcara o Império Austro-Húngaro, sobretudo em Viena, tinha desaparecido, para dar lugar a uma sociedade maioritariamente antissemita e favorável à união com a Alemanha nazi. … O Führer começou assim a vingar-se do “humilhante” Tratado de Versalhes, que impôs duríssimas condições à Alemanha … À imagem de Hitler, na anexação da Áustria, também Putin justifica agora a sua ofensiva militar com um pedido de ajuda que recebeu dos separatistas pró-russos do Leste da Ucrânia “Decidi levar a cabo uma operação militar especial (…) para proteger a população que tem sido sujeita a bullying e a genocídio”, justificou o Presidente russo no seu discurso de guerra. Aqui, Putin não anda longe da justificação que Hitler apresentou para a invasão, em março de 1939, da Checoslováquia, outro Estado criado pelo Tratado de Versalhes. O Führer queria proteger a minoria alemã que vivia na região dos Sudetas – mas daí partiu para a dissolução da Checoslováquia, criando os protetorados da Boémia e da Morávia, e instalando um governo fantoche na Eslováquia. … O primeiro-ministro britânico, Neville Chamberlain, e o seu homólogo francês, Édouard Daladier, acreditaram nas garantias que Hitler lhes deu, de que não tinha mais ambições territoriais. … A 1 de setembro de 1939, o III Reich invadia a Polónia (mais um Estado criado por Versalhes, e que antes do tratado pertencia ao Império Russo) e desencadeava a II Guerra Mundial. Voltando a olhar em espelho, sobram perguntas – até onde irá Putin? … “Nenhuma criança devia passar por isto!” Relatos de quem tem os familiares debaixo de fogo na Ucrânia Da humilhação dos anos “90” à paranoia de Putin. Cinco respostas para descodificar a guerra na Ucrânia A arma secreta de … Putin conta como deu ordem para abater avião de passageiros durante Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi Dennis … https://visao.pt/atualidade/mundo/guerra-na-ucrania/2022-02-25-hitler-e-putin-as-semelhancas-que-saltam-a-vista/ 

As semelhanças entre Hitler e Putin que a História nos atira à cara e centra-se sobretudo numa comparação entre as justificações usadas por Adolf Hitler para anexar a Áustria e partes da Checoslováquia e as justificações apresentadas por Vladimir Putin para intervir na Ucrânia. … Apelos à proteção de populações consideradas etnicamente próximas. … tratados considerados injustos ou humilhantes após derrotas históricas. … defesa da segurança nacional para justificar intervenções militares. …  Paralelos entre os Sudetas na Checoslováquia e o Donbass na Ucrânia.

 

Observador

https://observador.pt › boris-johnson-aponta-semelhancas...

Johnson aponta semelhanças entre Putin e Hitler – Observador … A questão é simples: entre Adolf Hitler e Joseph Stalin, qual se assemelha mais com Vladimir Putin? … o antigo primeiro-ministro britânico liga os pontos semelhantes entre o russo e o Nazi. … Segundo o antigo primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, … Com a mesma “distorcida” versão da história para justificar a sua agressão e os mesmos pontos de conversa sobre “os direitos dos seus cidadãos” … “Todo o tipo de disparates sobre a proteção dos falantes de russo e da cultura russa. É diretamente retirado do livro de Hitler. Se olharmos para as justificações de Hitler para invadir os sudetas e tudo o resto, é exatamente o mesmo. ‘Os alemães estão a ser oprimidos’. ‘Temos de fazer blá, blá, blá’. … https://observador.pt/2024/12/10/boris-johnson-aponta-semelhancas-entre-vladimir-putin-e-adolf-hitler/Segundo o …

Academia.edu

https://www.academia.edu › Hitler_e_Putin_duas_faces_da_mesma_moeda

 

(PDF) Hitler e Putin -duas faces da mesma moeda - Academia.edu

Este artigo investiga os paralelos entre Adolf Hitler e Vladimir Putin, explorando como suas políticas de agressão territorial, … h Hitler e Putin -duas faces da mesma moeda Rodrigo Pavan ... A história de Hitler serve como um lembrete das consequências devastadoras do apaziguamento e da falta de ação contra a agressão autoritária. A situação contemporânea com Putin reforça a necessidade de estratégias eficazes para conter a expansão territorial e as violações de direitos humanos, protegendo assim a ordem internacional e a dignidade humana. ... As ações russas para influenciar eleições em países ocidentais, como nos Estados Unidos (2016) e na França (2017), foram amplamente documentadas. Hackers russos, grupos de desinformação e campanhas de influência digital foram utilizados para apoiar movimentos populistas e extremistas. As respostas a essas interferências incluíram investigações e sanções direcionadas contra indivíduos e entidades russas, mas muitas vezes foram vistas como insuficientes para deter futuras ações. A abordagem internacional muitas vezes foi criticada por não abordar suficientemente a ameaça mais ampla representada pela Rússia sob Putin. ... A falta de uma resposta firme às ações iniciais de Hitler encorajou ainda mais sua agressão. A reocupação da Renânia em 1936, por exemplo, não encontrou resistência significativa, e essa inação reforçou a confiança de Hitler em sua estratégia. ... Alguns nomes ficaram destacados durante a “caça às bruxas” do governo Putin. Dentre eles destacam-se: Alexei Navalny, líder da oposição e crítico vocal de Putin, Navalny foi envenenado em agosto de 2020 com um agente nervoso do grupo Novichok. Após tratamento na Alemanha, ele retornou à Rússia, onde foi preso e condenado a penas adicionais em um sistema judicial amplamente considerado como manipulado. Outro nome opositor de Putin foi o de Boris Berezovsky. Oligarca e ex- aliado de Putin, Berezovsky se exilou no Reino Unido após se desentender com Putin. Em 2013, foi encontrado morto em circunstâncias suspeitas. Yevgeny Prigozhin, conhecido como o "chef de Putin" e ligado ao grupo Wagner, enfrentou sanções internacionais e foi acusado de envolvimento em atividades paramilitares e desinformação. Um ex-agente russo que desertou para o Reino Unido, foi Sergei Skripal. Ele e sua filha foram envenenados em 2018 com Novichok em Salisbury, no Reino Unido. O ataque foi atribuído a agentes russos e levou a uma onda de expulsões diplomáticas. O uso de assassinatos extrajudiciais, envenenamentos, e intimidações se tornou uma marca registrada das táticas repressivas do regime de Putin. Além disso, as forças de segurança russas, como o FSB, desempenham um papel central na manutenção da ordem interna e na eliminação da dissidência. V - Negligência Internacional A ascensão de Adolf Hitler e a subsequente expansão agressiva da Alemanha nazista foram, em parte, facilitadas pela negligência e pela política de apaziguamento adotada pelas potências ocidentais, especialmente pela Grã-Bretanha e pela França. ... As ações de Vladimir Putin incluem graves violações dos direitos humanos, especialmente em contextos de conflito e repressão interna. São ações genocídio como as de Hitler, pois a gravidade das violações de direitos humanos e a perda de vidas humanas são inquestionáveis. ... Embora não adote uma ideologia de supremacia racial explícita, Putin utiliza o nacionalismo russo e o autoritarismo para consolidar seu poder e perseguir seus objetivos geopolíticos. A combinação de propaganda, repressão interna e políticas externas agressivas, assim como Hitler fez, define a abordagem de Putin para reposicionar a Rússia como uma potência global. ... Líderes da oposição enfrentam prisão, exílio ou, em casos extremos, assassinato, como foi o caso de Boris Nemtsov e Alexei Navalny. O controle sobre a mídia estatal e a censura de vozes dissidentes criam um ambiente de repressão semelhante ao da Alemanha nazista. A nomeação de Putin como líder foi facilitada por manobras políticas internas, similar ao apaziguamento que levou Hitler ao poder. .... A Gestapo, através de seu uso sistemático de terror e repressão, foi fundamental na consolidação do estado totalitário nazista e na implementação das políticas genocidas de Hitler. Sua atuação impiedosa garantiu a eliminação da oposição e o controle absoluto sobre a população alemã. ... admiração por líderes autoritários como Benito Mussolini e pela estrutura centralizada do Partido Bolchevique na União Soviética. Ele acreditava que um estado forte e centralizado era necessário para implementar suas políticas e controlar a sociedade. Hitler também foi influenciado pelo conceito de Führerprinzip (princípio do líder), que defendia a autoridade absoluta do líder e a obediência inquestionável dos subordinados. O regime nazista era totalitário, com controle absoluto sobre todos os aspectos da vida pública e privada. A propaganda, a educação e a juventude eram rigorosamente controladas para inculcar os valores nazistas. Joseph Goebbels, como Ministro da Propaganda, desempenhou um papel crucial na disseminação da ideologia nazista através dos meios de comunicação. Organizações como a Juventude Hitlerista e a Liga das Moças Alemãs foram criadas para doutrinar os jovens nos princípios nazistas e garantir sua lealdade ao regime. A oposição política foi eliminada através da repressão e do terror. Partidos políticos foram banidos, sindicatos foram dissolvidos e a imprensa foi censurada. ... Outro ponto da política expansionista de Putin foi a Guerra Russo-Georgiana de 2008. Em agosto, a Rússia entrou em conflito com a Geórgia sobre as regiões separatistas da Ossétia do Sul e da Abecásia. ... buscou restaurar o status de grande potência da Rússia, fundamentando sua política externa em uma combinação de nacionalismo e nostalgia pelo poderio soviético. Em 1999, após uma série de ataques terroristas atribuídos a separatistas chechenos, Putin lançou uma segunda campanha militar na Chechênia, visando esmagar a resistência e restabelecer o controle russo. A guerra brutal envolveu bombardeios massivos e operações terrestres que devastaram a capital, Grozny. A campanha não apenas restaurou o controle sobre a Chechênia, mas também consolidou o poder de Putin internamente. ... A partir de 1938, Hitler começou a exigir a região dos Sudetos da Tchecoslováquia, alegando que a população de etnia alemã estava sendo maltratada. As negociações culminaram na Conferência de Munique em setembro de 1938, onde Hitler se encontrou com o primeiro-ministro britânico Neville Chamberlain, o premier francês Édouard Daladier e o ditador italiano Benito Mussolini. Durante a conferência, Chamberlain cedeu às demandas de Hitler na tentativa de evitar a guerra, assinando o Acordo de Munique que permitia a anexação dos Sudetos à Alemanha. As gravações das reuniões mostram Chamberlain acreditando que a concessão traria "paz para o nosso tempo". No entanto, Hitler considerou o acordo como um sinal de fraqueza dos aliados ocidentais, encorajando suas futuras agressões. Em março de 1939, Hitler violou o Acordo de Munique ao invadir e ocupar o restante da Tchecoslováquia, estabelecendo o Protetorado da Boêmia e Morávia. Esta ação marcou a primeira vez que Hitler anexou um território não germânico, revelando suas verdadeiras ambições expansionistas. ... A teoria do Lebensraum, ou "espaço vital", tem suas raízes nas ideias geopolíticas do século XIX e início do século XX, particularmente nas obras do geógrafo Friedrich Ratzel e do general Karl Haushofer. Essas ideias foram adotadas e adaptadas por Hitler, que as expôs detalhadamente em seu livro " Mein Kampf" (1925-1926). Hitler escreveu: "Um povo sem espaço vital é condenado à morte. A luta pela conquista do espaço vital é, portanto, uma questão de sobrevivência." (Volume 1, Capítulo 4). Além disso, também afirmou: "A Alemanha deve olhar para o leste, onde a terra fértil está nas mãos de raças inferiores." (Volume 2, Capítulo 14). ...  repressão de críticos e opositores políticos foi uma constante, com figuras proeminentes da oposição sendo excluídas do processo eleitoral ou enfrentando perseguições legais. ... vários cargos na administração de Boris Yeltsin, incluindo o de diretor do Serviço Federal de Segurança (FSB), sucessor da KGB. ...  Em 1991, após retornar à Rússia, Putin se aposentou da KGB com o posto de tenente-coronel. ... KGB em 1975, após se formar em direito pela Universidade Estatal de Leningrado. Inicialmente, trabalhou na Diretoria de Inteligência Externa, sendo destacado para missões de contraespionagem. Em 1985, foi transferido para Dresden, na Alemanha Oriental, onde permaneceu até 1990. Durante esse período, Putin esteve envolvido na coleta de informações sobre a OTAN e outros países ocidentais. ... Trabalhou como agente de propaganda. Sua função incluía identificar e infiltrar-se em grupos políticos radicais para a inteligência militar. Durante esse período, Hitler assistiu a palestras de educação política organizadas pelo exército, que acentuaram seu antissemitismo e antipatia pelo comunismo. ...  políticas de agressão territorial, uso de propaganda e repressão de dissidentes refletem tendências autoritárias com consequências profundas para a política global. A análise começa com a ascensão de Hitler ao poder na Alemanha, em um contexto de crise econômica e instabilidade política após a Primeira Guerra Mundial, e segue com a emergência de Putin na Rússia pós-União Soviética, marcada pela instabilidade econômica e política. O estudo compara suas estratégias de expansão territorial, consolidando poder através de políticas externas agressivas e repressão interna. Também examina as violações de direitos humanos cometidas por ambos os líderes e a negligência internacional que facilitou suas ascensões. Através dessa comparação, o artigo busca fornecer uma compreensão mais profunda das dinâmicas autoritárias contemporâneas e as lições históricas que podem ser aprendidas para prevenir futuros abusos de poder. ... https://www.academia.edu/127655612/Hitler_e_Putin_duas_faces_da_mesma_moeda.

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https://www.reddit.com › portugueses › comments › ujdytb › hitler_e_putin...

 

Hitler e Putin. Semelhanças incríveis. : r/portugueses - Reddit

Mas quem é que está a dizer que Putin não é extremamente semelhante a outros gajos do passado como o Hitler?

(2)

O antigo Presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, fez declarações que foram amplamente interpretadas como uma ameaça indireta ou uma reivindicação implícita sobre os Estados Bálticos.

Em maio de 2023, Medvedev, que foi Presidente da Rússia entre 2008 e 2012 e atualmente ocupa o cargo de vice-presidente do Conselho de Segurança russo, referiu-se à Estónia, Letónia e Lituânia como "as nossas províncias bálticas" ("our Baltic provinces"). [news.err.ee], [euronews.com]

Segundo a Euronews, Medvedev escreveu que alguns países da NATO, incluindo a Polónia e "as nossas províncias bálticas", estariam a reagir com medo à Rússia. [euronews.com]

Diversos meios de comunicação resumiram essas declarações como a alegação de que "os países bálticos pertencem à Rússia". [ukrainetoday.org], [euronews.com], [koha.net]

É importante distinguir duas coisas:

  • Não houve uma declaração oficial do Kremlin anunciando uma reivindicação territorial sobre os Estados Bálticos.
  • Contudo, a linguagem utilizada por Medvedev foi considerada alarmante porque sugere uma visão revisionista da História, tratando países soberanos da NATO como territórios historicamente russos. [news.err.ee], [stripes.com]

Estas declarações tiveram particular impacto porque os três Estados Bálticos foram ocupados pela União Soviética até 1991 e são atualmente membros da NATO e da União Europeia. [euronews.com], [euronews.com]

Além disso, em 2024, vários analistas e meios de comunicação continuaram a citar as afirmações de Medvedev como um dos fatores que alimentam as preocupações de segurança na região báltica. [eurasiareview.com], [euronews.com]

Dmitry Medvedev afirmou publicamente que os Estados Bálticos eram "as nossas províncias bálticas", uma formulação que muitos observadores interpretaram como a insinuação de que esses países pertencem historicamente à Rússia ou deveriam estar na sua esfera de influência. [news.err.ee], [euronews.com].

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