Carta aberta aos manifestantes marionetes de Putin
Nem todos os manifestantes são marionetes conscientes de Putin. Mas muitos são marionetes inconscientes da sua informação online.
Todos os manifestantes e todos os que não manifestámos, mas temos
problemas idênticos, somos vítimas de uma causa mais profunda: a invasão da Ucrânia.
Mas os protestos podem contribuir a aumentar as
consequências: menos dinheiro para a defesa da Ucrânia pode originar mais
despesas da Europa para defesa futura. Putin, como Hitler, aumentaram a
popularidade dentro do seu povo com cada invasão. Putin fez duas guerras com grandes
barbaridades e aumento de popularidade com cada uma delas antes da invasão da
Ucrânia. Sem os que defenderam a Ucrânia já estava toda ocupada e a
popularidade de Putin tinha subido às nuvens, como a de Hitler. Existem online
na busca com Bing, cerca de 3 910 resultados para as semelhanças
entre Putin e Hitler, (1). Com as mesmas razões da invasão da Ucrânia, o
ex-Presidente da Rússia já fez uma ameaça indireta: Dmitry
Medvedev afirmou publicamente que os Estados Bálticos eram "as nossas
províncias bálticas", uma formulação que muitos observadores interpretaram
como a insinuação de que esses países pertencem historicamente à Rússia ou
deveriam estar na sua esfera de influência. (2). Trump já ameaçou sair da
NATO. Prefere bons negócios com Putin para dividirem o roubo da Ucrânia? Quem
defenderá a Europa de ser roubada pelos mais poderosos, incluso por Putin, como
está a acontecer na Ucrânia?
O mais popular pacifista da França no templo de Hitler, autor
do famoso artigo “Morrer por Dantzig”, popular no tempo contra as ajudas à
defesa da Polónia, contribuiu à opinião pública favorável, a reduzir os investimentos
na defesa e facilitar a ocupação nazista. Foi ministro do governo de ocupação
nazista e depois condenado à morte. Muitas vezes os erros da História repetiram-se.
Não há dúvida de que a invasão da Ucrânia aumentou as ameaças da China a Taiwan
e da Coreia do Norte à Coreia do Sul, sobretudo depois de Trump reduzir a
defesa e Kim Jong-Un da Coreia do Norte se aliar a Putin e Xi Jinping.
Imagino que a guerra na Ucrânia já tinha acabado se o mundo
mais civil se unisse no boicote e manifestações contra tudo o que é russo e
seus cúmplices, logo no primeiro dia da invasão. O boicote e manifestações
contra quem não boicotasse deviam seguir-se como no Vietname, mas contra
invasores, não contra quem defendeu os invadidos. Olavo de Carvalho escreveu no
Brasil em 2005 que a KGB, com 500.000 funcionários, mais voluntários e recursos
ilimitados influenciou toda a cultura, informação e opinião pública mesmo de
forma indireta. Segundo ele, a maioria dos pacifistas foram marionetes
conscientes ou inconscientes da KGB. Não há dúvida que a maior manifestação da
história contribuiu ao poder das feras mais criminosas da história da humanidade:
comunistas com 60 a 110 milhões de mortos, incluindo 40 a 77 milhões de vítimas
do maoismo, 20 a 40 milhões de vítimas do estalinismo. Muitos de mais de dois
milhões de pacifistas foram marionetes conscientes ou inconscientes da KGB?
Hoje há quem diga que Putin, ex-agente da KGB, tem poder de desinformação online
do que todos o resto do mundo e está a usar os novos meios de informação e
crimes online para os seus objetivos, sobretudo justificar a invasão da Ucrânia
e manifestações que lhe interessam. Putin não controla o fluxo global de
informação, mas a máquina de desinformação russa tem demonstrado uma
capacidade significativa para amplificar dúvidas, divisões e narrativas
favoráveis aos interesses do Kremlin em determinados públicos. Uma mensagem
inicialmente vista por uma minoria pode ser replicada milhares de vezes por
influenciadores, bots, comentadores e meios alternativos. As estimativas do
poder da desinformação de Putin em comparação com a mais honesta e verdadeira informação
global ntes defendeu em
Nem todos os manifestantes são marionetes de Putin, mas
muitos são vítimas inconscientes do poder da sua desinformação, como fizeram as
marionetes da KGB, (3). As melhores manifestações são contra a Rússia e quem a
apoia na guerra da invasão da Ucrânia. Imagino que se nos primeiros minutos fosse
boicotado a nível mundial tudo o que é russo, boicote a quem não boicotasse, sobretudo
aos que aumentaram os negócios com a Rússia a guerra terminava em poucas horas.
Imagino que se não parassem com a guerra fizessem mais manifestações pacíficas
frente a tudo o que é russo e quem apoia Putin na invasão da Ucrânia, militarmente
ou economicamente, consulados, embaixadas, negócios, centros culturais, etc., pedindo
a paz ou o sequestro de todos os bens para indemnizarem as vítimas, se a invasão
não terminava em poucos horas, terminava em poucos dias. Se tivessem
manifestado pacificamente contra tudo o que é russo e seus cúmplices que
continuaram com negócios com a Rússia depois da invasão, sobretudo os que
aumentaram os negócios como China e Brasil, não precisavam de manifestar agora para
menos dinheiro para a defesa e mais para o ensino, professores, assistência
social e tudo o que os manifestantes querem. Se fizessem manifestações a pedir
o boicote, boicote a quem não boicotasse, sequestro de todos os bens ao invasor
e seus cúmplices da invasão, ou mesmo destruição dos negócios dos cúmplices se
continuassem, seria mais justo de destruir negócios de inocentes. Putin e cúmplices
causaram as manifestações, direta ou indiretamente, e são os principais beneficiários:
1.
A invasão da Ucrânia aumentou as despesas
militares em mais de 200%. Sem a invasão da Ucrânia, havia mais dinheiro para
professores, ensino e tudo o que os manifestantes pedem.
2.
Sem a invasão da Ucrânia havia menos soldados e
mais professores, profissionais do ensino, médicos, assistência social,
agricultores e tudo o que os manifestantes pedem.
3.
Com a invasão da Ucrânia aumentou o número de
refugiados para Europa como não existia depois da Segunda Guerra Mundial. Tudo
isso aumenta os custos e a falta de dinheiro para o que os manifestantes querem.
4.
Com as destruições, agressões aos polícias,
sacrificam inocentes, causam mais custos e menos dinheiro para os seus
objetivos. Se forem premiados com as suas violências, será a vergonha do bom
senso de justiça e da psicologia aplicada a um mundo melhor.
5.
Permitir e premiar a violência contra violentos ou
evidentes cúmplices de violências? Se isso parar guerras e violências piores contra
inocentes? Sempre com avisos condicionais: avisar primeiro russos e quem os
apoia militarmente ou economicamente que se continuarem será posto a votação
global as um tipo de punição? Toda a guerra mata inocentes. Quem mata mais é
condecorado como um herói. Se invertêssemos os prémios: crime contra criminosos
não é crime, mas heroísmo para um mundo melhor? Votação global democrática decidia
o que é crime para cada caso, nível de punição e prémio a quem executasse a
punição? Prisioneiros libertados se os familiares sequestrassem ou matassem
criminosos condenados que tentassem fugir à justiça?
Mais escritos no blog de pef1mm=psicologia ética e
filosofia para um mundo melhor com a etiqueta: invasão
da Ucrânia, https://pef1mm.blogspot.com/search/label/invasão%20da%20Ucrânia:
(Com a colaboração da Inteligência Artificial, IA, de
Copilot com os fatos que apoiam ou contradizem as minhas opiniões). Escrevo
pela missão de contribuir para um mundo melhor. Por isso ofereço os direitos de
autor a quem fizer uma seleção do melhor dos meus 3 eBooks (
https://cutt.ly/twdeEiQB ) e blog. A “minha-nossa” Néo-ONU, como eu a idealizo,
não seria minha, mas de todo o mundo, com mais poder aos mais éticos e menos
aos maquiavélicos, com o bom senso de justiça universal determinado por uma
votação online de 3 minutos: um para expor o conflito, outro para um “advogado”
que não precisava de conhecer leis, mas ser reconhecido e votado de uma das
partes, outro "advogado" para defender a outra parte. Seguiam-se
votações online e várias possíveis interpretações: 1.
Votação democrática da maioria absoluta; 2.
...
Sugestão
urgente para António Guterres e Zelensky contribuírem à paz na Ucrânia e evitar
guerras futuras
António Guterres, Zelensky, paz, Ucrânia, guerra, guerras,
invasão da Ucrânia, Sugiro a António Guterres de convidar urgentemente
Zelensky para uma Assembleia das Nações Unidas com esta proposta: Zelensky
oferece 10 a 90% da exploração dos minerais preciosos no futuro a todos os que
ajudaram e ajudarem com apoios humanitários, defesa, armamentos, soldados,
defesa e reconstrução. Os que apoiaram ou apoiarem a invasão serão condenados a
pagar os danos e as consequências. Os que se abstivessem poderiam receber os
produtos pagando uma percentagem para os outros. A distribuição dos resultados
será proporcional ao empenho com soldados, armas, dinheiro e ajudas
humanitárias. Isto poderia ser uma forma de contrapor-se ao imoral e injusto
acordo que Trump que quer 5 a 10 vezes mais resultado do investido, exclusivo
nos lucros dos materiais preciosos deixando aos europeus a defesa. Zelensky
recorreu ao imperialista, militarista, maquiavélico Trump em vez de recorrer a
Antónipo Guterre...
António
Guterres, Justiça a Putin e aos Criminosos da Invasão da Ucrânia, Néo-TPI,
Néo-ONU, Néo-TONU
António Guterres tem feito muito contra os criminosos na
Ucrânia, mas poderia ter feito ou fazer muito mais se tivesse mais apoio. Uma
forma de apoiar moralmente António Guterres e a ONU pode ser com a divulgação
online do melhor dos seus discursos e dos melhores online, crítica aos piores,
incluso com sátira, vídeos, áudios, fotos, ilustrações e traduções em várias
línguas. O TPI=Tribunal Penal Internacional só condenou Putin e outra
responsável pelo menor dos crimes, com uma condenação quase só simbólica, sem
efeitos na prática, mas estão muitos outros evidentes crimes contra a
humanidade impunidos, (1). O ex-Presidente Russo colocou a decisão do TPI
contra Putin em ridículo e ameaçou a destruição do tribunal de Haia com um
míssil lançado de um navio militar russo. Sugiro a António Guterres de criar um
tribunal secreto a funcionar online, ou com IA=Inteligência Artificial, de
forma que os juízes possam trabalhar de local secreto ou das suas próprias
casas online sem possibilidade d...
Israel, é a nação atual onde se encontra a maioria do povo
mais perseguido da História: o povo judeu. Desde o Êxodo da escravatura
egipciana, antissemitismo quase global do tempo de Hitler e depois da formação
do Estado de Israel com grande parte dos mais fanáticos terroristas islâmicos a
querem a sua desaparição como povo. Quando os terroristas islâmicos de Hamas
atacaram Israel com 1400 mortos e 200 prisioneiros, vi manifestações em todo o
mundo de apoio aos terroristas, até na civil Alemanha e USA. Primeiro pensei
que eram só árabes, muçulmanos, terroristas islâmicos e seus fãs podiam
manifestar a apoiar terroristas. Depois vi a minha segunda heroína, (depois de
António Guterres), numa dessas manifestações: Greta Thunberg. Foi para mi a
maior deceção: como é possível que a heroína do meio ambiente apoie um ato
terrorista de tamanha proporção? Deixou de ser a minha heroína para ser uma
imbecil, ignorante ou populista do mais baixo nível: apoiante de terroristas.
Só depois de procur...
Putin,
ouro do Sudão para a invasão da Ucrânia, Trump, Berlusconi, crimes, política e
justiça
Das informações que tenho, (1), não tenho dúvidas de que
Putin é o pior criminoso do século, pelo até este momento. A condenação do
criminoso Putin pelo TPI, Tribunal Penal Internacional, é só o menor dos
crimes, a ponta do iceberg: com seu financiamento de 40% das armas para África,
governos e opositores, é o principal responsável por algumas das piores
catástrofes humanitárias atuais de África: Sudão. No Sudão vendeu armas e
apoiou o Governo e oposição em troca de toneladas de ouro para financiar a invasão
de Ucrânia. Com as justiças atuais, o principal responsável das duas piores
crises humanitárias, na Ucrânia e Sudão, não pode ser julgado, nem os seus
cúmplices. Com cúmplices em vários países africanos e do Medio Oriente levou
ilegalmente toneladas de ouro, recursos naturais e soldados para a invasão da
Ucrânia, (1). Contra o pior criminoso do século, principal responsável por
milhões de mortos de poluição, efeito estufa, CO2, mortos de fome e guerras
além das catástrofes não há p...
Putin
& Putinistas, o criminoso e os criminosos da poluição, emissões de gases,
efeito estufa e crimes contra a humanidade com a invasão da Ucrânia
A ONU, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
Econômico (OCDE), a Conferência da Organização das Nações Unidas sobre Mudanças
Climáticas (COP), EU, organizações internacionais ambientalistas, trabalham
contra a poluição, emissões de gases, efeito estufa e salvação do Planeta
Terra. Putin e putinistas, o criminoso e os criminosos do século, são os
principais responsáveis pela poluição, emissões de gases, efeito estufa e
crimes contra a humanidade com a invasão da Ucrânia. O crime de roubarem crianças
das famílias ucranianas para as educarem no imperialismo neonazista de Putin e
glória à ditadura da ex-URSS, é só o menor de outros crimes contra a
humanidade. Com a invasão da Ucrânia e o aumento de apoio a Putin dos
putinistas de 47% para 90%, foi um estímulo à glória dos piores criminosos
imperialistas, como Hitler que aumentou para 93% de apoio dos nazistas com as
suas invasões, ou Saddam Hussein com 100% de apoio depois da morte pública dos
opositores. Não há provas de Putin...
Com o aparecimento de Internet a ONU tem um meio poderoso de
se tornar governo ético e moral dos melhores contra os piores, com a pior ética
maquiavélica. Mas antes de António Guterres a ONU era como Itália antes de
Berlusconi: burocracias ineficientes. Disse-o o segundo Presidente americano
com mais QI=Quociente Intelectual: Trump e tive oportunidade de verifica-lo na
prática: tentei ser voluntário da ONU mas depois de várias horas online cheguei
à conclusão de que nem o melhor voluntário humanitário daquele tempo, ou mesmo
de todos os tempos, podia ser voluntário da ONU: Bill Gates. Bill
Gates disse a Firenze, (1), que um empregado, com as novas tecnologias, podia
fazer mais 100 com as tradicionais burocracias italianas. Alguns comunistas à italiana,
(2), acusaram Bill Gates de causar 99 desempregados em cada 100, com a
digitalização das empresas públicas. Os mais imbecis ou ignorantes não sabiam
que esses 99 desempregados das burocracias ineficientes, podiam ser emprega...
ONU,
USA, Paz e Guerras da Civilidade Ocidental e Oriental Contra a Incivilidade de
Putin e Putinistas
A ONU e USA foram a principal potência moral, económica e
militar contra as ditaduras comunistas e suas catástrofes contra a humanidade.
No Vietname USA mostraram às ditaduras comunistas e russas que não seria tão
fácil invadirem democracias democráticas sem intervenção dos melhores
representantes da melhor civilidade ocidental. Os mais imbecis, ignorantes
pacifistas parciais, só se manifestaram contra os americanos e não contra os
ditadores comunistas da China e Rússia. Por pressão desses pacifistas os USA
abandonaram o Vietname e deixaram o Sul entregue às feras do Norte e das
ditaduras comunistas chinesas e russas, com piores barbaridades e violações de
direitos humanos dos americanos. Mas quem contasse essas verdades morria como
os opositores de Putin que desmentem as suas mentiras. O chamado “efeito
dominó” que os americanos usaram para justificar a intervenção no Vietname,
começou a dar-se na prática: depois da vitória da invasão das ditaduras
comunistas russa e chinesa no Viet...
Putin
e putinistas: o pior criminoso do século e os cúmplices dos piores crimes
Para mi é evidente que Putin é o criminoso do século e os
“putinistas” que o apoiam são os piores cúmplices dos piores crimes na Ucrânia
e no mundo. Quanto pior for a punição de Putin e putinistas mais probabilidades
teremos de um mundo mais pacífico como os acordos de paz entre Gorbachov,
Reagan e outros presidentes americanos. Putin procurou o esquecimento de
Gorbachov e ressuscitar a glória dos ladrões imperialistas da ex-URSS. Poucos
sabem que a sua glória se deveu ao roubo e exploração dos povos conquistados,
roubados, escravizados e subjugados pelos ditadores da ex-URSS, como agora quer
fazer Putin. Só na Ucrânia morreram de 3 a 12 milhões de ucranianos com fome
porque Estaline mandou roubar todos os alimentos da Ucrânia e os seus
“ditadores do proletariado” roubaram e mataram quem enterrou os alimentos para
os esconder. Putin quer ser o novo Czar ou neoestalinista, mas o mundo deve
unir-se para que não se torne vítima do pior bárbaro invasor imperialista
neonazista. O mundo glob...
A ONU esteve em primeira linha contra a invasão da Ucrânia.
USA foi a principal das melhores democracias a apoiar a defesa da Ucrânia. O
mundo deve muito à ONU, USA e melhores democracias contra ditaduras comunistas
ou imperialistas neonazistas como Putin e “putinistas” que o apoiam. Se a ONU,
USA, (com 88%) e melhores democracias fizessem hoje o que se fez na guerra da
Coreia, se Putin e “putinistas” fossem obrigados a restituir os territórios
roubados e pagar pelos danos globais, teríamos uma nova ordem global da vitória
da ética e justiça global. Se Putin ficar premiado com esta guerra será um
estímulo a guerras futuras dos mais fortes a invadirem e roubarem os mais
fracos, mais armamentos, mais mortos de poluição, fome e guerras. Putin, com o
Grupo Wagner, o mais nazista depois de Hitler, está a infiltrar-se em África
com a dupla vantagem de explorar os recursos naturais e venda de armas em apoio
de ditaduras. A minha forma de lutar por um mundo melhor é lutar com as minhas
i...
Coreia
do Sul, Coreia do Norte, Guerra da Coreia. ONU, USA, Putin, Invasão da Ucrânia,
os melhores e os piores deste século
Ofereço 100% dos meus direitos de autor a quem quiser
traduzir para coreano e outras línguas o melhor deste blog e dos meus 3 eBooks
: cutt.ly/twdeEiQB . Podem traduzir com Google, corrigir o melhor, colocar nos
comentários e divulgar por todos os meios. Pode ser Amar1mm2 voluntário nº 2
para um mundo melhor: Amar1mm1=ANÓNIMO missionário apóstolo revolucionário para
um mundo melhor nº1 . Putin e putinistas que o apoiam na invasão da Ucrânia são
para mi os piores deste século. Quem defende a Ucrânia, defende o mundo de
sucessivas invasões dos mais bárbaros imperialistas neonazistas. Imagino que
poucos da Coreia do Sul não se sentem melhor da Coreia do Norte. Imagino que a
maioria estão gratos aos USA e ONU por terem evitado a unificação com a invasão
da Coreia do Norte ajudada pela Rússia e China. Não será hoje uma forma de
ética e justa gratidão colaborarem com USA e mundo mais civil e democático na
defesa da Ucrânia? Não será uma forma de se protegerem da aliança ameaçado...
A
superioridade USA, NATO-OTAN, EU, Zelensky e inferioridade de Putin e
putinistas que o apoiam na invasão da Ucrânia, (ou a Superioridade da
Civilização Ocidental, Civilizados do Oriente, Japão, Coreia do Sul, etc.,
pelas Democracias Liberais Capitalistas vs Ditaduras Comunistas)
A superioridade “Ocidental”, (incluindo orientais como
Japão, Coreia do Sul e civilizados pelo ocidente democrático liberal
capitalista e a inferioridade de Putin e das ditaduras comunistas como Coreia
do Norte que apoiam a invasão da Ucrânia é evidente para mi e para a maioria
das democracias com liberdade de expressão. A opinião contrária da maioria dos
russos compreende-se pela informação controlada por Putin, morte ou prisão de
opositores. Não percebo como se compreende que tantos comunistas de Portugal,
Brasil, Itália, etc., considerem Zelensky, NATO-OTAN, USA e EU responsáveis
pela invasão da Ucrânia. Quais as suas razões de não atribuírem as culpas da
invasão ao invasor? Não conheço nenhum político “ocidental” atual que tenha
subido ao poder com a morte de opositores. Os mortos opositores de Putin e Kim
Jong-un são muitos: dezenas de opositores a Putin foram mortos, milhares estão
nas prisóes e pelo menos dois que poderiam estar no governo da Coreia do Norte
foram assassinados...
António
Guterres e néo-ONU para a paz global
Ninguém pode fazer melhor pela paz global do que António
Guterres e ONU. Mas podiam fazer 10, 100 ou 1.000 vezes mais se tivessem mais
poder, houvesse maior colaboração global com a ONU dos mais pacíficos, mais
civis, mais humanos, mais colaboradores para um mundo melhor contra guerreiros
invasores, imperialistas, neonazistas, terroristas como Putin e seus cúmplices.
Todos podemos dar um contributo com traduções em vários idiomas das melhores
mensagens de António Guterres e elites da ONU. António Guterres reagiu muito
bem contra a invasão da Ucrânia. Mas 4 “putinistas” apoiaram Putin na invasão
da Ucrânia, apoiaram o invasor imperialista neonazista Putin, sem sentirem
vergonha de tornar-se cúmplices do criminoso do século. Outros abstiveram-se da
votação. Os mais pacíficos, mais civis, mais humanos, mais éticos, honestos e
inteligentes na colaboração para um mundo melhor apoiaram a proposta da ONU
para a condenação da invasão. Mas essa colaboração podia ser 10, 100, 1.000
vezes maior....
Putin
& Putinistas, o Criminoso do Século e seus Cúmplices
Considero Putin o maior criminoso do século pelas
consequências globais da sua invasão da Ucrânia. Chamo
"putinistas" a todos os que apoiaram Putin na invasão da Ucrânia e
considero-os cúmplices do maior criminoso e responsável pelos piores crimes do
século. Com o fim da ditadura comunista da URSS todo o mundo viu a
miséria dos roubados e explorados: a sua grandeza só foi possível com o roubo
dos recursos da RDA, (fábricas e minerais da Alemanha comunista dominada pela
ditadura da Rússia), Ucrânia com 3 a 12 milhões de mortos de fome porque
Estaline roubou os alimentos para alimentar os esfomeados russos, etc. As
liberdades de Gorbachov permitiram aos povos explorados e roubados pela Rússia
de se tornarem independentes, entrarem na EU e na NATO, quando renasceu o
imperialismo russo, com medo de voltarem à exploração anterior. Para Putin,
elite da polícia secreta da URSS em Dresden, na Alemanha ocupada pela URSS, foi
um desastre. Para mi foi o início de uma nova era ...
Mais
uma mentira de Putin ou a banalidade do cão cheia de significado?
Segundo Angela Merkel as suas relações com Putin mudaram
radicalmente quando disse que a “queda do muro de Berlim” e consequentes
liberdades ocidentais no mundo comunista foram um grande acontecimento
histórico muito positivo. Para Putin foi a maior catástrofe do século, fim do
imperialismo autocrático da ditadura comunista da URSS. Putin adaptou-se às
circunstãncias, amizades com elites ocidentais, propondo inclusive a entrada da
Federação Russa na NATO. Num discurso no Parlamento Alemão disse que a guerra
fria tinha acabado e mostrou-se muito pacifista amigo do Ocidente. Depois
acusou a NATO de se expandir para a ex-URSS, invadiu a Geórgia que hoje,
(2024-11-29), tem 80% da população pró-ocidental liberal capitalista, mas tem
um governo favorável a Putin. O imperialismo de Putin e suas guerras
contribuíram a muitos paízes da ex-ditadura comunista do Pacto de Varsóvia a
unir-se à NATO. O maior erro da Ucrânia foi o de não se unir mais cedo à UE e
NATO. Mas tinha um governo pró-...
O
criminoso Putin e criminosos cúmplices dos crimes ecológicos da invasão da
Ucrânia
A poluição tornou-se para mi um argumento prioritário
sobretudo depois que vi numa TV alemã Arnold Schwarzenegger a dizer que morriam
por ano 9 milhões de pessoas devido à poluição e outra informação atribuída à
ONU com números mais catastróficos: 12,6 milhões de pessoas a morrer por ano
por causa da poluição. O pior que se está a fazer e podia ter sido evitado é a
atual corrida aos armamentos depois da invasão da Ucrânia. Só a Alemanha
anunciou 100 biliões de euros para armamentos e mais 2% do PIL depois do
criminoso Putin mandar invadir a Ucrânia. Um tanque consome 100 litros de
combustível para 1.000 km. Os armamentos e as guerras são responsáveis por
muita poluição que se poderia evitar com um tribunal mais potente do
TPI=Tribunal Penal Internacional contra o criminoso Putin e criminosos
cúmplices da bárbara invasão da Ucrânia ou de outras guerras. Putin e
criminosos putinistas são os principais responsáveis pela atual corrida aos
armamentos e poluição na bárbara invasão da Ucrânia...
Putin,
Hitler, Estaline, putinistas, nazistas e estalinistas criminosos na Ucrânia
Muitos jornalistas, políticos, críticos e opositores
do criminoso Putin foram assassinados pelos criminosos putinistas que apoiam os
crimes dos bárbaros invasores da Ucrânia. Outros foram punidos por várias
formas. Na Rússia de Putin como na Alemanha de Hitler os fiéis da ideologia
criminosa são premiados e os outros punidos. Precisamente quando o criminoso
Putin e criminosos putinistas foram condenados pelo TPI=Tribunal Penal
Internacional aumentou a sua popularidade e seus defensores para 90% dos russos,
quase como a popularidade de Hitler no apogeu dos seus crimes contra a
humanidade com 93% de nazistas alemães. Para um futuro mundo melhor é
importante que o criminoso Putin e seus putinistas que o apoiam nos crimes na
Ucrânia tenham o mesmo fim de Hitler e nazistas: uns mortos e outros suicidados
pela vergonha. Criei um pseudónimo: Amar1mm1=ANÓNIMO missionário
apóstolo revolucionário para um mundo melhor nº1. Proponho a criação de um
grupo de autores com ...
Putin, Berlusconi,
Hitler, Estaline, … Putinistas, Nazistas e Estalinistas na Ucrânia
Existem poucos autores populares de informação e opinião que
não sejam só pró ou contra personalidades famosas. Eu não conheço nenhum que
tenha sido tanto fã de Putin e Berlusconi como eu e seja agora tão crítico de
ambos: em minha opinião atual foram grandes políticos, dos maiores do início do
século, mas que degeneraram com a idade, populismo, fidelidade a amizades, …
etc. A visita de Berlusconi à Crimeia invadida por Putin parece-me o pior da
sua carreira política e as suas opiniões sobre Zelensky a pior vergonha de
todas as suas palavras ou atitudes que causaram tantos escândalos: para mi
todos os escândalos muito populares contra de Berlusconi não passaram de
banalidades transformadas no pior da informação e justiça a condicionar mal a
política: em minha opinião o quarto governo de Berlusconi foi o melhor da
história de Itália, sem dúvida o melhor para o que eu considero pior da
história de Itália: máfia, as mais estúpidas e ineficientes burocracias,
injustiças da legalidade e j...
Versão de Copilot:
O texto tem uma intenção clara:
argumentar que a invasão da Ucrânia está na origem de muitos dos problemas
orçamentais europeus e que parte dos movimentos antiarmamento pode, consciente
ou inconscientemente, favorecer os interesses estratégicos do Kremlin. No
entanto, mistura argumentos fortes com afirmações muito controversas ou
difíceis de sustentar, o que enfraquece a sua credibilidade junto de leitores
moderados.
Uma versão mais persuasiva seria
reduzir acusações generalizadas ("marionetes de Putin"), distinguir
factos de opiniões e eliminar propostas que possam ser interpretadas como
defesa de violência contra pessoas ou propriedades.
Carta aberta aos manifestantes
contra o aumento das despesas militares
Nem todos os manifestantes são
marionetas de Putin. Muitos participam de boa-fé, movidos por preocupações
legítimas: mais professores, melhor ensino, melhores serviços de saúde, mais
habitação acessível e maior apoio social.
Esses objetivos são também
desejados por muitos dos que não participam nas manifestações.
Mas vale a pena refletir sobre
uma questão fundamental: porque razão a Europa se vê hoje obrigada a gastar
muito mais em defesa do que há poucos anos?
A resposta mais evidente é a
invasão russa da Ucrânia.
Antes de fevereiro de 2022,
muitos países europeus reduziam ou mantinham limitadas as suas despesas
militares. A guerra mudou radicalmente essa realidade. Governos que prefeririam
investir mais em escolas, hospitais, apoio social e infraestruturas sentiram
necessidade de reforçar os orçamentos da defesa perante a possibilidade de uma
ameaça militar real às fronteiras europeias.
Por isso, quando alguém protesta
contra o aumento das despesas militares, deveria também perguntar quem criou as
condições que tornaram esse aumento necessário.
A causa principal não foi um
desejo repentino dos governos europeus de gastar mais em armamento. Foi a
decisão do Kremlin de invadir um país vizinho.
A História mostra que regimes
expansionistas raramente ficam satisfeitos após a primeira conquista. Muitos
historiadores têm apontado semelhanças entre aspetos da política externa de
Vladimir Putin e a lógica de revisões territoriais que marcaram a Europa nos
anos anteriores à Segunda Guerra Mundial. As comparações com Hitler são
contestadas por alguns especialistas, mas existe um amplo debate académico e
político sobre paralelos relacionados com nacionalismo imperial, revisionismo
territorial e utilização da força militar para alterar fronteiras.
A Ucrânia resistiu graças ao
esforço do seu povo e ao apoio internacional. Sem essa resistência, é legítimo
perguntar se outros países vizinhos se sentiriam hoje mais seguros ou menos
seguros.
Ao mesmo tempo, não se pode
ignorar a importância da desinformação.
A Rússia investe há anos em
operações de influência destinadas a amplificar divisões dentro das democracias
ocidentais. O objetivo nem sempre é convencer as pessoas a apoiar Moscovo.
Muitas vezes basta aumentar a confusão, a polarização e a desconfiança nas
instituições.
Isso não significa que todos os
críticos da NATO, da União Europeia ou das despesas militares sejam agentes ou
apoiantes de Putin. Significa apenas que algumas narrativas difundidas
legitimamente podem acabar, voluntária ou involuntariamente, por beneficiar
interesses estratégicos russos.
Os manifestantes têm razão quando
afirmam que preferem mais recursos para a educação, para a saúde e para os
serviços sociais.
Mas também é verdade que uma
Europa insegura poderá ser forçada a gastar ainda mais em defesa no futuro.
A questão não é escolher entre
professores e segurança.
A questão é compreender que sem
segurança dificilmente haverá recursos suficientes para sustentar, a longo
prazo, as escolas, os hospitais, as universidades e o Estado social que todos
desejamos.
Talvez a pergunta mais importante
não seja porque gastamos tanto na defesa.
Talvez seja porque razão fomos
colocados na situação de ter de o fazer.
E essa pergunta conduz
inevitavelmente à guerra iniciada pela Rússia contra a Ucrânia.
Não existe paz duradoura quando a
agressão é recompensada. Não existe verdadeira solidariedade social quando os
países livres são deixados indefesos perante os mais fortes. E não existe
futuro para a educação, para a cultura ou para o progresso humano sem a
preservação da liberdade que os torna possíveis.
Por isso, quem luta por mais
professores, melhor ensino e melhores serviços públicos deveria também exigir o
fim da agressão que contribuiu para desviar recursos desses mesmos objetivos.
A defesa da paz começa pela
defesa das vítimas da agressão.
Principais melhorias:
- Substitui
"marionetes de Putin" por uma linguagem mais persuasiva e menos
ofensiva.
- Remove
generalizações difíceis de provar.
- Mantém
a crítica à desinformação russa.
- Conserva
o argumento central de que a invasão da Ucrânia aumentou a pressão sobre
os orçamentos europeus.
- Elimina
passagens que defendiam punições violentas ou destruição de bens, tornando
o texto compatível com um debate democrático e mais credível para um
público amplo.
Quais as estimativas das
violências das manifestações em França e na Alemanha? exigindo mais
investimento na educação, serviços públicos e apoio social, e criticando o
aumento da despesa militar:
França
Os protestos em França
tornaram-se os mais intensos. Segundo várias fontes:
- Em
manifestações de outubro de 2026, registaram-se ataques a edifícios
públicos, incêndios, vandalismo e pilhagens em várias cidades. [democracynow.org],
[en.wikipedia.org]
- Foram
danificadas cerca de 1.500 lojas, segundo informações citadas pela
imprensa. [democracynow.org]
- Houve
mais de 2.400 detenções e cerca de 1.000 agentes policiais
feridos durante os confrontos. [democracynow.org]
- Num
dos maiores dias de mobilização, as autoridades referiram 488 detenções
e dezenas de feridos entre as forças de segurança. [france24.com]
Alemanha
Protestos em mais de 30 cidades pediram mais investimento na
educação, habitação e serviços sociais, e contestaram a militarização e o
eventual regresso do serviço militar obrigatório. [aljazeera.com],
[rosalux.de]
- Em
Frankfurt ocorreram pilhagens e destruição de montras; a Reuters confirmou
pelo menos duas lojas saqueadas e outras danificadas. [reuters.com]
- Houve
confrontos localizados em Frankfurt, Colónia, Hamburgo e Berlim, com
várias detenções. [france24.com],
[reuters.com]
Contexto político
Uma das reivindicações centrais
destes movimentos tem sido precisamente a ideia de que os governos europeus
estão a aumentar fortemente os orçamentos de defesa enquanto escolas,
universidades, habitação e serviços sociais permanecem subfinanciados. Essa crítica
aparece explicitamente nas manifestações francesas e alemãs. [aljazeera.com],
[rosalux.de],
[openthemagazine.com]
Em resumo: França registou
danos muito mais extensos, com cerca de 1.500 lojas afetadas e milhares de
detenções, enquanto na Alemanha os danos parecem ter sido mais localizados,
concentrando-se sobretudo em Frankfurt e algumas outras cidades. Não encontrei,
nas fontes disponíveis, uma estimativa oficial do valor total dos prejuízos em
euros para nenhum dos dois países. [democracynow.org],
[reuters.com]
Quais as estimativas do poder da desinformação de Putin em
comparação com a mais honesta e verdadeira informação global?
1. Alcance direto da propaganda russa é relativamente
limitado
Um estudo da Harvard Kennedy School que analisou os
meios russos RT e Sputnik em 21 países concluiu que, antes da
invasão da Ucrânia, os seus websites e aplicações não atingiam mais de 5% da
população digital mensalmente em nenhum dos países analisados. Em média, o
alcance mensal era de cerca de 1,05% para a RT e 0,79% para a Sputnik.
[misinforev...arvard.edu],
[misinforev...arvard.edu]
Isto sugere que a propaganda russa não domina o consumo
global de notícias.
2. O impacto pode ser maior do que o alcance
O problema não é apenas quantas pessoas veem a mensagem, mas
como ela se espalha. O Departamento de Estado dos EUA descreve a RT e a Sputnik
como elementos centrais de um ecossistema que amplifica narrativas pró-Kremlin
através de redes sociais, sites aliados e outros canais digitais. [2021-2025.state.gov],
[2021-2025.state.gov]
Assim, uma mensagem inicialmente vista por uma minoria pode
ser replicada milhares de vezes por influenciadores, bots, comentadores e meios
alternativos.
3. A informação factual continua a ter muito mais
recursos e alcance
Os grandes meios internacionais que seguem normas
jornalísticas profissionais (BBC, Reuters, Associated Press, AFP, Deutsche
Welle, etc.) possuem audiências muito superiores às dos canais estatais russos.
Além disso, universidades, institutos de investigação, organizações
internacionais e milhares de jornalistas independentes produzem e verificam
informação diariamente.
Em termos de volume, recursos e audiência, a informação
baseada em factos continua a ser muito mais forte do que a desinformação russa.
4. Onde a desinformação é mais eficaz
A desinformação não costuma convencer a maioria das pessoas
de uma mentira específica. O seu principal efeito é frequentemente:
- criar
dúvidas;
- aumentar
a polarização;
- diminuir
a confiança nas instituições;
- levar
as pessoas a pensar que "ninguém sabe a verdade".
Muitos especialistas consideram que este é o objetivo mais
importante das campanhas de influência russas desde os anos 2000.
Estimativa resumida
Se tivéssemos de resumir de forma qualitativa:
- Alcance
global: a informação factual supera largamente a propaganda russa.
- Capacidade
de perturbação: a desinformação russa é desproporcionalmente eficaz
para o seu tamanho.
- Capacidade
de dominar a opinião pública mundial: baixa.
- Capacidade
de influenciar debates polarizados e explorar divisões existentes:
moderada a elevada.
Por outras palavras, Putin não controla o fluxo global de
informação, mas a máquina de desinformação russa tem demonstrado uma
capacidade significativa para amplificar dúvidas, divisões e narrativas
favoráveis aos interesses do Kremlin em determinados públicos. [2021-2025.state.gov],
[2021-2025.state.gov],
[misinforev...arvard.edu].
Quem tem mais influência global: a narrativa de Putin que
justifica a invasão da Ucrânia ou os apelos de António Guterres e da ONU pela
paz?
A ONU tem muito mais legitimidade internacional, mas a
máquina de desinformação do Kremlin tem frequentemente mais capacidade de
mobilizar e influenciar grupos específicos.
Alguns indicadores: Em março
de 2022, a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução exigindo que a Rússia
terminasse a invasão e retirasse as suas forças da Ucrânia. O resultado foi 141
países a favor, apenas 5 contra e 35 abstenções. Essa
resolução reafirmou a soberania e integridade territorial da Ucrânia e apelou à
resolução pacífica do conflito. António
Guterres tem repetidamente defendido um cessar-fogo, a proteção dos civis e
uma paz justa baseada na Carta da ONU.
Por outro lado: A União Europeia mantém o projeto EUvsDisinfo,
criado especificamente para monitorizar campanhas de desinformação pró-Kremlin,
tendo registado dezenas de milhares de casos de narrativas enganosas ou falsas
associadas ao ecossistema informativo russo. Investigação académica refere um
aumento significativo da disseminação de desinformação pró-Kremlin antes da
invasão em grande escala de 2022.
Em termos simples:
|
Critério |
ONU
/ António Guterres |
Putin
e meios pró-Kremlin |
|
Legitimidade internacional |
Muito elevada |
Baixa fora dos aliados da Rússia |
|
Apoio formal dos Estados |
Muito elevado (141 votos) |
Muito reduzido (5 votos contra a resolução) [press.un.org], [en.wikipedia.org] |
|
Capacidade de propaganda digital |
Moderada |
Elevada |
|
Capacidade de criar dúvidas e polarização |
Limitada |
Elevada |
|
Capacidade de convencer a maioria dos governos |
Muito elevada |
Baixa |
A grande ironia é que a ONU ganhou claramente a batalha
da legitimidade diplomática, mas a Rússia mostrou ser bastante eficaz na
batalha da confusão informativa. A propaganda moderna raramente tenta
convencer toda a gente de que uma invasão é justa. Muitas vezes tenta apenas
convencer uma parte da população de que "ninguém sabe a verdade",
"os dois lados são iguais" ou "todos mentem". Essa
estratégia exige menos apoio, mas pode ser politicamente muito eficaz. [euvsdisinfo.eu], [euvsdisinfo.eu]
Por isso, se tivéssemos de atribuir uma estimativa
qualitativa:
- Legitimidade
internacional: ONU 90-95%, Kremlin 5-10%.
- Capacidade
de influenciar nichos políticos e redes sociais: Kremlin moderada a
elevada.
- Capacidade
de convencer a maioria dos governos do mundo: ONU esmagadoramente
superior. [press.un.org],
[digitallib...ary.un.org]
É importante notar que estas percentagens finais são apenas
uma interpretação analítica ilustrativa. Não existe uma medição científica
única que converta influência política e desinformação em números exatos.
Quais as estimativas do poder da desinformação de Putin e
putinistas a justificar a invasão da Ucrânia em comparação com o Papa Leão XIV e
Vaticano a pedirem a paz?
Não existem medições científicas que permitam comparar
diretamente o "poder" da desinformação pró-Vladimir
Putin com os apelos à paz do Papa
Leão XIV e do Vaticano. São influências de natureza diferente:
- A
propaganda procura persuadir, mobilizar ou semear dúvidas.
- O
Vaticano procura influenciar consciências, líderes políticos e a opinião
pública através da autoridade moral.
Podemos, contudo, fazer uma avaliação qualitativa.
Alcance e capacidade de influência
A máquina de informação e desinformação pró-Kremlin
- Opera
através de meios estatais, redes sociais, influenciadores, canais
alternativos e campanhas digitais.
- Tem
particular eficácia em públicos já desconfiados dos media tradicionais ou
das instituições ocidentais.
- O
seu objetivo nem sempre é convencer de que a invasão é justa, mas
frequentemente criar dúvidas sobre quem tem razão ou atribuir culpas
equivalentes aos dois lados.
O Vaticano e o Papa
- O Papa
Leão XIV tem repetidamente apelado ao cessar-fogo, ao diálogo, à
diplomacia e à ajuda humanitária para os civis na Ucrânia. [vaticannews.va],
[agencia.ecclesia.pt],
[vaticannews.va]
- Tem
contactado diretamente tanto Putin
como Zelensky,
defendendo tréguas humanitárias, evacuações de civis e negociações de paz.
[vaticannews.va],
[ncregister.com],
[ncronline.org]
- O
Vaticano continua a afirmar o seu compromisso com o diálogo e a paz. [ncregister.com],
[osvnews.com]
Quem é mais influente?
Depende do campo de batalha:
|
Área |
Putin
e putinistas |
Papa
Leão XIV e Vaticano |
|
Redes sociais e propaganda digital |
Forte |
Moderado |
|
Autoridade moral global |
Baixa a moderada |
Muito elevada |
|
Influência junto dos católicos |
Limitada |
Muito elevada |
|
Capacidade de gerar polémica e dividir opiniões |
Elevada |
Baixa |
|
Capacidade de promover reconciliação e diálogo |
Limitada |
Elevada |
Estimativa qualitativa
Se tivéssemos de traduzir isto para uma imagem simples:
- Na
guerra da informação online, a máquina de propaganda pró-Kremlin pode
ser mais ruidosa e mais agressiva.
- Na
legitimidade moral internacional, o Vaticano está muito acima da
propaganda política.
Uma analogia seria:
A propaganda de Putin pode ser comparada a um altifalante
muito potente.
O Papa e o Vaticano assemelham-se mais a uma autoridade
moral respeitada por centenas de milhões de pessoas, mas que não dispõe do
mesmo mecanismo de mobilização digital e emocional.
Por isso, muitos analistas diriam que:
- Capacidade
de espalhar narrativas e influenciar debates online: vantagem para a
máquina informativa pró-Kremlin.
- Credibilidade
moral e legitimidade internacional para defender a paz: vantagem clara
do Papa
Leão XIV e do Vaticano. [vaticannews.va],
[agencia.ecclesia.pt],
[rr.pt]
Curiosamente, a História mostra que a propaganda costuma ter
resultados mais rápidos, enquanto a autoridade moral tende a produzir efeitos
mais lentos, mas mais duradouros. Foi assim com figuras como João
Paulo II, Nelson
Mandela ou Mahatma
Gandhi. O debate atual sobre a Ucrânia coloca precisamente frente a frente
estes dois tipos de influência.
.
(1)
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resultados para as semelhanças
entre Putin e Hitler:
https://visao.pt
› atualidade › mundo › guerra-na-ucrania
As semelhanças entre Hitler e Putin que a História nos atira à
cara … argumentário de Putin para desencadear a invasão russa da Ucrânia e
a retórica de … As semelhanças entre Hitler e Putin … Putin conta como deu
ordem para abater avião de passageiros durante Jogos Olímpicos de Inverno de
Sochi Dennis … Se nos debruçarmos sobre o argumentário de Putin para
desencadear a invasão russa da Ucrânia e a retórica de Hitler para justificar a
anexação, pela Alemanha nazi, da Áustria, em março de 1938, e da
Checoslováquia, em 1939, as semelhanças históricas saltam à vista. … Kurt Schuschnigg,
que perdeu o controlo do país e, em desespero de causa, tentou promover um
referendo sobre a manutenção da Áustria independente face à Alemanha, que
marcou para 13 de março de 1938. Putin não anda longe da justificação que
Hitler apresentou para a invasão, em março de 1939, da Checoslováquia Tal
referendo nunca se realizaria. Um dia antes, a 12 de março, o exército da
Alemanha nazi entrou na Áustria sem encontrar qualquer resistência. Não foi
disparado um só tiro e as tropas invasoras seriam vitoriadas por multidões de
austríacos. Um Hitler eufórico viu confirmar-se o que inferira: a antiga
multiculturalidade, que marcara o Império Austro-Húngaro, sobretudo em Viena,
tinha desaparecido, para dar lugar a uma sociedade maioritariamente antissemita
e favorável à união com a Alemanha nazi. … O Führer começou assim a vingar-se
do “humilhante” Tratado de Versalhes, que impôs duríssimas condições à Alemanha
… À imagem de Hitler, na anexação da Áustria, também Putin justifica agora a
sua ofensiva militar com um pedido de ajuda que recebeu dos separatistas
pró-russos do Leste da Ucrânia “Decidi levar a cabo uma operação militar
especial (…) para proteger a população que tem sido sujeita a bullying e a
genocídio”, justificou o Presidente russo no seu discurso de guerra. Aqui,
Putin não anda longe da justificação que Hitler apresentou para a invasão, em
março de 1939, da Checoslováquia, outro Estado criado pelo Tratado de
Versalhes. O Führer queria proteger a minoria alemã que vivia na região dos
Sudetas – mas daí partiu para a dissolução da Checoslováquia, criando os
protetorados da Boémia e da Morávia, e instalando um governo fantoche na
Eslováquia. … O primeiro-ministro britânico, Neville Chamberlain, e o seu
homólogo francês, Édouard Daladier, acreditaram nas garantias que Hitler lhes
deu, de que não tinha mais ambições territoriais. … A 1 de setembro de 1939, o
III Reich invadia a Polónia (mais um Estado criado por Versalhes, e que antes
do tratado pertencia ao Império Russo) e desencadeava a II Guerra Mundial.
Voltando a olhar em espelho, sobram perguntas – até onde irá Putin? … “Nenhuma
criança devia passar por isto!” Relatos de quem tem os familiares debaixo de
fogo na Ucrânia Da humilhação dos anos “90” à paranoia de Putin. Cinco
respostas para descodificar a guerra na Ucrânia A arma secreta de … Putin conta
como deu ordem para abater avião de passageiros durante Jogos Olímpicos de
Inverno de Sochi Dennis … https://visao.pt/atualidade/mundo/guerra-na-ucrania/2022-02-25-hitler-e-putin-as-semelhancas-que-saltam-a-vista/
As
semelhanças entre Hitler e Putin que a História nos atira à cara e centra-se
sobretudo numa comparação entre as justificações usadas por Adolf
Hitler para anexar a Áustria e partes da Checoslováquia e as justificações
apresentadas por Vladimir
Putin para intervir na Ucrânia. … Apelos à proteção de populações
consideradas etnicamente próximas. … tratados considerados injustos ou
humilhantes após derrotas históricas. … defesa da segurança nacional para
justificar intervenções militares. … Paralelos entre os Sudetas na Checoslováquia
e o Donbass na Ucrânia.
https://observador.pt
› boris-johnson-aponta-semelhancas...
Johnson aponta semelhanças entre Putin e Hitler – Observador
… A questão é simples: entre Adolf Hitler e Joseph Stalin, qual se assemelha
mais com Vladimir Putin? … o antigo primeiro-ministro britânico liga os pontos
semelhantes entre o russo e o Nazi. … Segundo o antigo primeiro-ministro do
Reino Unido, Boris Johnson, … Com a mesma “distorcida” versão da história para
justificar a sua agressão e os mesmos pontos de conversa sobre “os direitos dos
seus cidadãos” … “Todo o tipo de disparates sobre a proteção dos falantes de
russo e da cultura russa. É diretamente retirado do livro de Hitler. Se
olharmos para as justificações de Hitler para invadir os sudetas e tudo o
resto, é exatamente o mesmo. ‘Os alemães estão a ser oprimidos’. ‘Temos de
fazer blá, blá, blá’. … https://observador.pt/2024/12/10/boris-johnson-aponta-semelhancas-entre-vladimir-putin-e-adolf-hitler/Segundo
o …
https://www.academia.edu
› Hitler_e_Putin_duas_faces_da_mesma_moeda
(PDF) Hitler e Putin -duas faces da mesma moeda - Academia.edu
Este artigo investiga os
paralelos entre Adolf Hitler e Vladimir Putin, explorando como suas políticas
de agressão territorial, … h Hitler e Putin -duas faces da mesma moeda Rodrigo
Pavan ... A história de Hitler serve como um lembrete das consequências
devastadoras do apaziguamento e da falta de ação contra a agressão autoritária.
A situação contemporânea com Putin reforça a necessidade de estratégias
eficazes para conter a expansão territorial e as violações de direitos humanos,
protegendo assim a ordem internacional e a dignidade humana. ... As ações
russas para influenciar eleições em países ocidentais, como nos Estados Unidos
(2016) e na França (2017), foram amplamente documentadas. Hackers russos,
grupos de desinformação e campanhas de influência digital foram utilizados para
apoiar movimentos populistas e extremistas. As respostas a essas interferências
incluíram investigações e sanções direcionadas contra indivíduos e entidades
russas, mas muitas vezes foram vistas como insuficientes para deter futuras
ações. A abordagem internacional muitas vezes foi criticada por não abordar
suficientemente a ameaça mais ampla representada pela Rússia sob Putin. ... A
falta de uma resposta firme às ações iniciais de Hitler encorajou ainda mais
sua agressão. A reocupação da Renânia em 1936, por exemplo, não encontrou
resistência significativa, e essa inação reforçou a confiança de Hitler em sua
estratégia. ... Alguns nomes ficaram destacados durante a “caça às bruxas” do
governo Putin. Dentre eles destacam-se: Alexei Navalny, líder da oposição e
crítico vocal de Putin, Navalny foi envenenado em agosto de 2020 com um agente
nervoso do grupo Novichok. Após tratamento na Alemanha, ele retornou à Rússia,
onde foi preso e condenado a penas adicionais em um sistema judicial amplamente
considerado como manipulado. Outro nome opositor de Putin foi o de Boris
Berezovsky. Oligarca e ex- aliado de Putin, Berezovsky se exilou no Reino Unido
após se desentender com Putin. Em 2013, foi encontrado morto em circunstâncias
suspeitas. Yevgeny Prigozhin, conhecido como o "chef de Putin" e
ligado ao grupo Wagner, enfrentou sanções internacionais e foi acusado de envolvimento
em atividades paramilitares e desinformação. Um ex-agente russo que desertou
para o Reino Unido, foi Sergei Skripal. Ele e sua filha foram envenenados em
2018 com Novichok em Salisbury, no Reino Unido. O ataque foi atribuído a
agentes russos e levou a uma onda de expulsões diplomáticas. O uso de
assassinatos extrajudiciais, envenenamentos, e intimidações se tornou uma marca
registrada das táticas repressivas do regime de Putin. Além disso, as forças de
segurança russas, como o FSB, desempenham um papel central na manutenção da
ordem interna e na eliminação da dissidência. V - Negligência Internacional A
ascensão de Adolf Hitler e a subsequente expansão agressiva da Alemanha nazista
foram, em parte, facilitadas pela negligência e pela política de apaziguamento
adotada pelas potências ocidentais, especialmente pela Grã-Bretanha e pela
França. ... As ações de Vladimir Putin incluem graves violações dos direitos
humanos, especialmente em contextos de conflito e repressão interna. São ações
genocídio como as de Hitler, pois a gravidade das violações de direitos humanos
e a perda de vidas humanas são inquestionáveis. ... Embora não adote uma
ideologia de supremacia racial explícita, Putin utiliza o nacionalismo russo e
o autoritarismo para consolidar seu poder e perseguir seus objetivos
geopolíticos. A combinação de propaganda, repressão interna e políticas
externas agressivas, assim como Hitler fez, define a abordagem de Putin para
reposicionar a Rússia como uma potência global. ... Líderes da oposição enfrentam
prisão, exílio ou, em casos extremos, assassinato, como foi o caso de Boris
Nemtsov e Alexei Navalny. O controle sobre a mídia estatal e a censura de vozes
dissidentes criam um ambiente de repressão semelhante ao da Alemanha nazista. A
nomeação de Putin como líder foi facilitada por manobras políticas internas,
similar ao apaziguamento que levou Hitler ao poder. .... A Gestapo, através de
seu uso sistemático de terror e repressão, foi fundamental na consolidação do
estado totalitário nazista e na implementação das políticas genocidas de
Hitler. Sua atuação impiedosa garantiu a eliminação da oposição e o controle
absoluto sobre a população alemã. ... admiração por líderes autoritários como
Benito Mussolini e pela estrutura centralizada do Partido Bolchevique na União
Soviética. Ele acreditava que um estado forte e centralizado era necessário
para implementar suas políticas e controlar a sociedade. Hitler também foi
influenciado pelo conceito de Führerprinzip (princípio do líder), que defendia
a autoridade absoluta do líder e a obediência inquestionável dos subordinados.
O regime nazista era totalitário, com controle absoluto sobre todos os aspectos
da vida pública e privada. A propaganda, a educação e a juventude eram
rigorosamente controladas para inculcar os valores nazistas. Joseph Goebbels,
como Ministro da Propaganda, desempenhou um papel crucial na disseminação da
ideologia nazista através dos meios de comunicação. Organizações como a
Juventude Hitlerista e a Liga das Moças Alemãs foram criadas para doutrinar os
jovens nos princípios nazistas e garantir sua lealdade ao regime. A oposição
política foi eliminada através da repressão e do terror. Partidos políticos
foram banidos, sindicatos foram dissolvidos e a imprensa foi censurada. ...
Outro ponto da política expansionista de Putin foi a Guerra Russo-Georgiana de
2008. Em agosto, a Rússia entrou em conflito com a Geórgia sobre as regiões
separatistas da Ossétia do Sul e da Abecásia. ... buscou restaurar o status de
grande potência da Rússia, fundamentando sua política externa em uma combinação
de nacionalismo e nostalgia pelo poderio soviético. Em 1999, após uma série de
ataques terroristas atribuídos a separatistas chechenos, Putin lançou uma
segunda campanha militar na Chechênia, visando esmagar a resistência e
restabelecer o controle russo. A guerra brutal envolveu bombardeios massivos e
operações terrestres que devastaram a capital, Grozny. A campanha não apenas
restaurou o controle sobre a Chechênia, mas também consolidou o poder de Putin
internamente. ... A partir de 1938, Hitler começou a exigir a região dos
Sudetos da Tchecoslováquia, alegando que a população de etnia alemã estava
sendo maltratada. As negociações culminaram na Conferência de Munique em
setembro de 1938, onde Hitler se encontrou com o primeiro-ministro britânico
Neville Chamberlain, o premier francês Édouard Daladier e o ditador italiano
Benito Mussolini. Durante a conferência, Chamberlain cedeu às demandas de
Hitler na tentativa de evitar a guerra, assinando o Acordo de Munique que
permitia a anexação dos Sudetos à Alemanha. As gravações das reuniões mostram
Chamberlain acreditando que a concessão traria "paz para o nosso
tempo". No entanto, Hitler considerou o acordo como um sinal de fraqueza
dos aliados ocidentais, encorajando suas futuras agressões. Em março de 1939,
Hitler violou o Acordo de Munique ao invadir e ocupar o restante da
Tchecoslováquia, estabelecendo o Protetorado da Boêmia e Morávia. Esta ação
marcou a primeira vez que Hitler anexou um território não germânico, revelando
suas verdadeiras ambições expansionistas. ... A teoria do Lebensraum, ou
"espaço vital", tem suas raízes nas ideias geopolíticas do século XIX
e início do século XX, particularmente nas obras do geógrafo Friedrich Ratzel e
do general Karl Haushofer. Essas ideias foram adotadas e adaptadas por Hitler,
que as expôs detalhadamente em seu livro " Mein Kampf" (1925-1926).
Hitler escreveu: "Um povo sem espaço vital é condenado à morte. A luta
pela conquista do espaço vital é, portanto, uma questão de sobrevivência."
(Volume 1, Capítulo 4). Além disso, também afirmou: "A Alemanha deve olhar
para o leste, onde a terra fértil está nas mãos de raças inferiores."
(Volume 2, Capítulo 14). ... repressão
de críticos e opositores políticos foi uma constante, com figuras proeminentes
da oposição sendo excluídas do processo eleitoral ou enfrentando perseguições
legais. ... vários cargos na administração de Boris Yeltsin, incluindo o de
diretor do Serviço Federal de Segurança (FSB), sucessor da KGB. ... Em 1991, após retornar à Rússia, Putin se
aposentou da KGB com o posto de tenente-coronel. ... KGB em 1975, após se
formar em direito pela Universidade Estatal de Leningrado. Inicialmente,
trabalhou na Diretoria de Inteligência Externa, sendo destacado para missões de
contraespionagem. Em 1985, foi transferido para Dresden, na Alemanha Oriental,
onde permaneceu até 1990. Durante esse período, Putin esteve envolvido na
coleta de informações sobre a OTAN e outros países ocidentais. ... Trabalhou
como agente de propaganda. Sua função incluía identificar e infiltrar-se em
grupos políticos radicais para a inteligência militar. Durante esse período,
Hitler assistiu a palestras de educação política organizadas pelo exército, que
acentuaram seu antissemitismo e antipatia pelo comunismo. ... políticas de agressão territorial, uso de
propaganda e repressão de dissidentes refletem tendências autoritárias com
consequências profundas para a política global. A análise começa com a ascensão
de Hitler ao poder na Alemanha, em um contexto de crise econômica e
instabilidade política após a Primeira Guerra Mundial, e segue com a emergência
de Putin na Rússia pós-União Soviética, marcada pela instabilidade econômica e
política. O estudo compara suas estratégias de expansão territorial, consolidando
poder através de políticas externas agressivas e repressão interna. Também
examina as violações de direitos humanos cometidas por ambos os líderes e a
negligência internacional que facilitou suas ascensões. Através dessa
comparação, o artigo busca fornecer uma compreensão mais profunda das dinâmicas
autoritárias contemporâneas e as lições históricas que podem ser aprendidas
para prevenir futuros abusos de poder. ... https://www.academia.edu/127655612/Hitler_e_Putin_duas_faces_da_mesma_moeda.
https://blog.lusofonias.net › semelhancas-de-hitler-e-putin
SEMELHANÇAS DE HITLER E PUTIN | blogue.lusofonias.net
1 de mar. de 2022 · Se nos
debruçarmos sobre o argumentário de Putin para desencadear a invasão russa da
Ucrânia e a retórica de …
Putin e Hitler: a comparação que faz finalmente sentido
7 de mar. de 2022 · São de
facto impressionantes as semelhanças entre esta Rússia de Putin e a Alemanha de
Hitler. Ambas operam …
https://cnnportugal.iol.pt
› videos › estara-putin-a-cometer-os-mesmos...
Estará Putin a cometer os mesmos erros que condenaram Hitler?
8 de mai. de 2022 ·
Historiadores militares dizem que Putin está a seguir as pisadas do líder nazi.
E os discursos e os símbolos …
Instituto Humanitas Unisinos - IHU
https://ihu.unisinos.br › categorias
“Não vejo semelhanças entre Putin e Hitler. A comparação mais
...
Laurence Rees (Ayr, 1957) parece derrotado do outro lado da
linha, dizendo ser incapaz de imaginar uma saída minimamente positiva da
invasão da Ucrânia pela Rússia. Ele lamenta que décadas de pesquisa sobre o
sangrento século XX, de escrever livros e produzir documentários sobre a
Segunda Guerra Mundial com base na coleta de testemunhos de vítimas e algozes,
tenham sido inúteis. As lições da história estão aí, mas não quisemos prestar
atenção a elas. ... Hitler e Stalin estavam dispostos a matar milhões de pessoas
em busca de seus sonhos. ... quando você vê o ministro das Relações Exteriores
russo falando sobre o governo ucraniano, seu discurso é mentira atrás de
mentira. ... Hitler teve muitos problemas para acabar com a Igreja Católica.
Por exemplo, quando durante a guerra alguns de seus oficiais mais durões
quiseram tirar os crucifixos das escolas da Bavária, houve uma reação negativa,
muitos soldados escreveram para casa perguntando o que estava acontecendo.
Então decidiram deixar a questão do cristianismo para depois da guerra Hitler
teve muitos problemas para acabar com a Igreja Católica. Por exemplo, quando
durante a guerra alguns de seus oficiais mais durões quiseram tirar os
crucifixos das escolas da Bavária, houve uma reação negativa, muitos soldados
escreveram para casa perguntando o que estava acontecendo. Então decidiram
deixar a questão do cristianismo para depois da guerra ... Hitler e Stalin
estavam dispostos a matar milhões de pessoas em busca de seus sonhos. Eles
prometeram ao seu grande número de seguidores um mundo de glória que nunca
veio. No século XXI, é mais difícil convencer as pessoas da viabilidade dessas
utopias? ... Cheguei a duas conclusões: a primeira é que devemos ter muito
cuidado com a cultura que nos cerca porque ela vai mudar muita gente. E é por
isso que no final de Hitler e Stalin digo que o que me interessa é o estudo da
maleabilidade da mente humana. ... O livro de Rees, também autor de O
Holocausto: uma nova história (Editora Vestígio) e O carisma de Hitler (Editora
Leya), foi publicado em outubro de 2020, mas contém alertas chocantes para o
presente sobre a destruição que tiranos com visões utópicas podem causar ao
mundo. Uma menção explícita a Vladimir Putin que, lida agora, se tornou uma
profecia. ... o clássico Hitler y Stalin: Vidas paralelas de Allan Bullock, de
1991. https://ihu.unisinos.br/categorias/616734-nao-vejo-semelhancas-entre-putin-e-hitler-a-comparacao-mais-apropriada-seria-com-stalin-entrevista-com-laurence-rees.
https://guimaraesf.substack.com
› as-perturbadoras-semelhancas-entre
As perturbadoras semelhanças entre Trump, Hitler, Stalin e
Putin
28 de jan. de 2025 ·
"Quando ouvimos comparações entre Donald Trump e ditadores infames como
Adolf Hitler, Joseph Stalin, Kim …
https://observador.pt
› ... › discursos-de-putin-e-hitler-tem-parecencas
"Discursos de Putin e Hitler têm parecenças" –
Observador
10 de mai. de 2022 ·
“Discursos de Putin e Hitler têm tido imensas parecenças” O historiador Bruno
Cardoso Reis compara discurso …
https://www.reddit.com
› portugueses › comments › ujdytb › hitler_e_putin...
Hitler e Putin. Semelhanças
incríveis. : r/portugueses - Reddit
Mas quem é que está a dizer que
Putin não é extremamente semelhante a outros gajos do passado como o Hitler?
(2)
O antigo Presidente da Rússia, Dmitry
Medvedev, fez declarações que foram amplamente interpretadas como uma
ameaça indireta ou uma reivindicação implícita sobre os Estados Bálticos.
Em maio de 2023, Medvedev,
que foi Presidente da Rússia entre 2008 e 2012 e atualmente ocupa o cargo de
vice-presidente do Conselho de Segurança russo, referiu-se à Estónia, Letónia e
Lituânia como "as nossas províncias bálticas" ("our
Baltic provinces"). [news.err.ee],
[euronews.com]
Segundo a Euronews, Medvedev
escreveu que alguns países da NATO, incluindo a Polónia e "as nossas
províncias bálticas", estariam a reagir com medo à Rússia. [euronews.com]
Diversos meios de comunicação
resumiram essas declarações como a alegação de que "os países bálticos
pertencem à Rússia". [ukrainetoday.org],
[euronews.com],
[koha.net]
É importante distinguir duas
coisas:
- Não
houve uma declaração oficial do Kremlin anunciando uma reivindicação
territorial sobre os Estados Bálticos.
- Contudo,
a linguagem utilizada por Medvedev
foi considerada alarmante porque sugere uma visão revisionista da
História, tratando países soberanos da NATO como territórios
historicamente russos. [news.err.ee],
[stripes.com]
Estas declarações tiveram
particular impacto porque os três Estados Bálticos foram ocupados pela União
Soviética até 1991 e são atualmente membros da NATO e da União Europeia. [euronews.com],
[euronews.com]
Além disso, em 2024, vários
analistas e meios de comunicação continuaram a citar as afirmações de Medvedev
como um dos fatores que alimentam as preocupações de segurança na região
báltica. [eurasiareview.com],
[euronews.com]
Dmitry
Medvedev afirmou publicamente que os Estados Bálticos eram "as nossas
províncias bálticas", uma formulação que muitos observadores interpretaram
como a insinuação de que esses países pertencem historicamente à Rússia ou
deveriam estar na sua esfera de influência. [news.err.ee],
[euronews.com].
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